sexta-feira, 27 de julho de 2012

Mulher "cardíaca" morre em cirurgia de lipoaspiração


Médico sem qualificação para procedimento não cita transplante em histórico da paciente


A norte-americana Isel Pineda, de 51 anos, morreu nas mãos do médico Oleg Davie, cujo histórico profissional tem diversas acusações de má conduta, ao fazer uma cirurgia de lipoaspiração a laser de derretimento e sucção. A paciente supostamente não poderia ser anestesiada por conta de seu transplante de coração feito em 2004. O conselho de conduta médica do Estado de Nova York já registrou sete casos de má conduta do profissional.




Mesmo com a lista dos serviços autorizados a prestar encurtada pelo o Departamento de Saúde do Estado de Nova York em 2011, Davie manteve anúncios na internet com atraentes preços o lucrativo procedimento. Os descontos vistos por Pineda chegavam a cerca de R$ 4.400.



Especialistas afirmam que a paciente não poderia passar pelo procedimento, já que a anestesia da cirurgia de lipoaspiração pode sobrecarregar o coração e fazê-lo parar em pacientes considerados cardíacos.

A família de Pineda acredita que Davie sabia do transplante. O namorado da paciente encontrou documentos no último 18 de abril nos quais havia o histórico da paciente com informações sobre o transplante. Ela morreu na mesa de operação, no último 10 de maio.



Entretanto, o documento que o médico enviou ao advogado da família não fazia menção a qualquer problema no coração. Apesar de listar medicamentos de hipertensão de Pineda, a resposta para a pergunta se a paciente já havia sido hospitalizada foi negativa.



As anotações de Davie citavam uma cicatriz "completamente fechada e antiga no meio do peito" originada pela remoção de um cisto.



Acusações



Davie tem sete acusações de negligência registradas no conselho de conduta médica do Estado de Nova York, como o preenchimento de relatórios falsos e a caracterização de tratamento de beleza como tratamento médico. Ele foi multado em mais de R$ 200 mil, além da proibição de prestar serviços por três anos.



Davie não tem qualificação de cirurgião plástico e é processado em casos nos quais desfigurou pacientes.



O porta-voz do Departamento de Saúde do Estado nova-iorquino, Pete Constantakes, confirmou que Davie não tinha permissão para cirurgias estéticas de lipoaspiração.





fonte: http://surgiu.com.br/noticia/42195/mulher-cardiaca-morre-em-cirurgia-de-lipoaspiracao.html
LÁ COMO AQUI A IMPRUDENCIA CORRE SOLTA

bOTOX É O QUERIDINHO DE QUEM BUSCA JUVENTUDE

No dia 12 de agosto é comemorado o Dia Nacional e Internacional da Juventude. De acordo com a PEC da Juventude, promulgada em 13 de julho de 2010, são considerados jovens os indivíduos com idade entre 15 e 29 anos. Esta faixa etária corresponde a cerca de 50 milhões de brasileiros. “O dia da juventude também pode ser comemorado por aqueles que, apesar da data de nascimento, continuam jovens de alma”, considera o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).


Quem se sente jovem, mas não aparenta isto fisicamente, pode se beneficiar dos procedimentos estéticos e das cirurgias plásticas que contribuem para o rejuvenescimento. O rosto é a parte mais afetada pelo passar dos anos e várias técnicas são utilizadas pelos profissionais da área para minimizar as marcas do tempo. “As marcas de expressão, as rugas e as sobrancelhas caídas deixam a face com um aspecto mais cansado e triste. A diminuição da produção de colágeno – lá pelos 25 anos – e a menor elasticidade da pele também são fatores que envelhecem o rosto”, afirma.

A deterioração dos músculos faciais intensifica os sinais do envelhecimento e são responsáveis pela flacidez. Segundo Pacheco, o botox é uma das técnicas preferidas por quem quer ficar mais jovem, porém, não quer se submeter a um procedimento mais invasivo. “A aplicação da toxina botulínica é uma das intervenções não-cirúrgicas mais realizadas para rejuvenescer o rosto. O botox não é capaz de impedir que as regiões tratadas envelheçam, mas proporciona bons efeitos no retardamento do processo de degradação do corpo”, ressalta.

A ação do botox é simples – a substância bloqueia temporariamente a ação da musculatura facial, o que reduz a visibilidade das denominadas rugas dinâmicas. O objetivo é reduzir as expressões faciais, preservando a naturalidade. “O excesso da toxina pode provocar uma fisionomia congelada. Por isso é importante buscar referências do médico escolhido e analisar a sua experiência na área para evitar arrependimentos depois do tratamento”, alerta Pacheco, que atua na Clínica Michelangelo de Cirurgia Plástica, localizada em Curitiba.

O procedimento de aplicação da toxina botulínica exige alguns cuidados para não haver contaminações. A região que receberá a substância deve passar por uma limpeza e os pontos musculares nos quais o botox será injetado precisam ser marcados com gelo. “A baixa temperatura ajuda a minimizar a dor. Após a aplicação, é feito um tipo de imobilização para impedir que a substância migre para outros locais do corpo. Nas primeiras horas depois do procedimento não é permitido colocar a cabeça no travesseiro e nem realizar movimentos fortes na face”, recomenda.

Pacheco enfatiza que a segurança do paciente deve estar sempre em primeiro lugar e ele precisa ficar atento se todas as normas estão sendo seguidas pelo profissional. “O botox deve ser retirado do congelador na frente do paciente e preparado na hora do procedimento. É fundamental que todas as dúvidas sejam esclarecidas com o cirurgião antes da aplicação. O médico também deve manter o paciente informado sobre os detalhes da intervenção”, observa o especialista, mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.

Os resultados da aplicação com o objetivo de melhorar a harmonia facial duram de quatro a seis meses, sendo que o paciente pode interromper as aplicações se não estiver satisfeito. O botox ainda pode ser usado como preenchimento facial, porém, os resultados são definitivos e se os efeitos não forem satisfatórios, não há possibilidades de reverter à situação. “É fundamental avaliar minuciosamente todas as variáveis. O médico tem que saber o que é possível fazer, o que é considerado exagero, o que ficaria bom e qual a expectativa do paciente”, acrescenta.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)

Cirurgião Plástico

FONTE: http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=10977 ACESSO EM 27 DE JULHO
 
espero que cabeça boa e qualidADE DE VIDA , SEJAM OS MAIS DESEJADOS PELAS MULHERES

Afeganistão: História de coragem de mulher que por ter sido violada arrisca a pena de morte

Publicado dia 26/07/2012



É uma história de coragem que chega do Afeganistão. Uma mulher foi violada e arrisca por isso a pena de morte decretada pela tradição tribal, mas desta vez a família e a comunidade reagiram de forma inédita.

O pesadelo desta jovem de 18 anos começou em maio quando foi levada pela polícia e entregue a um homem que supostamente terá sido ofendido por um parente dela.

Durante cinco dias foi acorrentada a uma parede, violada e espancada.
Lal Bibi é a filha mais nova de uma família kuchi semi-nómada e dedicada ao pastoreio. Têm um dos níveis mais elevados de analfabetismo e seguem um código de honra rígido.
Segundo a lei uma mulher que tenha tido relações fora do casamento, tenha sido forçada ou não, tem de suicidar-se para evitar que a desonra caia sobre a família. Se não o fizer é responsabilidade do pai e dos irmãos matá-la.
Quando voltou a casa, no entanto Lal Bibi foi aceite pela família que a levou ao hospital e apresentou queixa no gabinete do governador de Kunduz.

Perante a lentidão do processo e apoiados por toda a comunidade, incluindo o mulah da mesquita local, recorreram a uma organização de defesa dos direitos das mulheres
http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=2687963&page=1
SONHEI EM DAR UMA NOTICIA COMO ESSA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!SINAL DOS TEMPOS???

Conheça a história da médica brasileira cruzou a Faixa de Gaza fazendo cirurgia plástica reparadora em mutilados

24/07/2012

19h03min A médica anestesista brasileira Liliana Mesquita Andrade aderiu há dois anos à ONG internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) e em junho passou um mês na Faixa de Gaza em um programa de cirurgias plásticas de reconstrução.








O primeiro paciente, um menino de menos de dois anos, sofria de má formação congênita e tinha todos os dedos da mão grudados. Foto: Liliana Mesquita/MSFSegundo a organização, o número de pessoas que sofrem com complicações causadas por ferimentos sérios vem aumentem Gaza nos últimos anos, mas com o bloqueio israelense (que controla os espaços aéreo e marítimo, além de tudo que entra e sai do território) é difícil ter acesso a cuidados médicos especializados.

Em 2010 a MSF assinou um acordo com autoridades de saúde e deu início ao programa, com autorização do governo israelense, focando em cirurgias plásticas reparadoras.As cirurgias mais comuns são aquelas para corrigir efeitos resultantes de queimaduras, ferimentos nas mãos, contratura de pele (nas axilas, cotovelos e mãos), amputação de dedos e sindactilismo (má formação congênita caracterizada pela junção ou fusão, completa ou parcial, de dois ou mais dedos das mãos ou dos pés).

Em sua sexta missão pela organização, Liliana já passou pelo Paquistão, Sudão do Sul, República Centro Africana e Haiti, mas diz que em Gaza percebeu o sentido verdadeiro da vocação como médica. Mais de 80% de seus pacientes no período eram crianças.



Ela conta que juntou-se à ONG por questões pessoais e paixão pela medicina, motivações que ela pôde colocar em prática em Gaza, onde disse ter sentido que seu diploma "foi revalidado".



http://www.paraiba.com.br/2012/07/24/24849-conheca-a-historia-da-medica-brasileira-cruzou-a-faixa-de-gaza-fazendo-cirurgia-plastica-reparadora-em-mutilados








A médica anestesista brasileira Liliana Mesquita Andrade aderiu há dois anos à ONG internacional Médicos Sem Fronteiras e em junho deste ano passou um mês na Faixa .

Lipoaspiração faz a segunda vítima em menos de 40 dias

Publicação/Atualização: 23 jul 2012.





Da redação com informações do Jornalcomtexto
O sepultamento será na tarde desta segunda-feira (23/07) na capital do estado.

Uma cirurgia de lipoaspiração feita em uma clínica de Cuiabá teve um desfecho trágico, nesse domingo (22/07). A vítima foi a ex – técnica de enfermagem do Hospital Municipal(HM), de Alto Araguaia, Regina Helena Santana e Silva, de 34 anos, morreu em decorrência de complicações pós-operatórias, quando já estava em Alto Araguaia.

Ela havia feito lipoaspiração (05 intervenções) em uma clínica em Cuiabá e de alta viajou para a cidade onde moram os familiares do esposo e onde tinha muitos amigos. De acordo com o esposo de Regina, o motorista de ambulância, Wellington (Canelão) ela começou a passar mal por volta das 16h30, quando foi trazida para o Hospital Municipal (HM) e os procedimentos não foram capazes de reabilitá-la.



A enfermeira morreu entre 18h30 e 19h00, segundo informou o HM foi velada por parte do tempo em Alto Araguaia e em seguida teve o corpo transladado para a capital do estado, onde será sepultado na tarde desta segunda-feira (23/07).



Outro caso

Raila Leal Carvalho morreu em 14 de junho

No dia 14 de junho a funcionária pública Raila Leal Carvalho, 27, morreu logo depois de passar por uma cirurgia idêntica em Jataí (GO). Ela começou a passar mal depois de ter passado por uma lipoaspiração no abdômen.Teve duas paradas cardio-respiratória, em seguida.



Raila que era desportista e muito popular praticava futebol de salão. Ela era filha do também desportista Saulo Leal Carvalho e ex-presidente do Santa Rita Esporte Clube e Marilene Leal e irmã dos jogadores Ranimar Leal Carvalho e Roberto Leal Carvalho.



Lipoaspiração – Riscos e complicações:



A maioria dos pacientes fica satisfeita com o resultado da lipoaspiração. Porém, como qualquer outro procedimento médico, há riscos envolvidos. Por isso, é importante compreender as limitações e possíveis complicações da cirurgia de lipoaspiração. Antes da pessoa passar pela lipoaspiração, é importante que esteja ciente dos riscos, e deve compará-los com os benefícios em potencial para tomar sua decisão. Tente evitar ser influenciado por amigos que passaram pela lipoaspiração e médicos o encorajando a realizá-la. Decida-se por si mesmo se está disposto a passar pelos riscos associados à lipoaspiração.



Tome o tempo que achar necessário para decidir se está disposto a aceitar os riscos inerentes à lipoaspiração. Uma vez que a lipoaspiração é geralmente um procedimento estético, e desta forma não necessário em termos médicos, não há razão para pressa. Colete o máximo de informações que puder, de modo que possa tomar uma decisão embasada sobre se a lipoaspiração é adequada para você. Não acredite que complicações “somente ocorrem com outras pessoas”. É importante compreender quais são os riscos e decidir se está disposto a aceitar a possibilidade que eles podem ocorrer com você.

fonte: http://www.andredafm.com.br/noticias/lipoaspiracao-faz-a-segunda-vitima-em-menos-de-40-dias.html acesso em 27 de julho

sábado, 21 de julho de 2012

Historiador Georges Vigarello discute o seu novo trabalho, 'As Metamorfoses do Gordo'

20 de julho de 2012 18h 00

Denise Bernuzzi de Sant'Anna


Gordura já rimou com formosura numa época em que o peso do corpo ainda não era um severo pesar. Mas seria errôneo supor que nossos antepassados acolhiam facilmente os obesos. Há séculos, repulsa e prestígio rondam os mais pesados e impõem regimes. Em seu último livro, agora traduzido e publicado no Brasil, o historiador francês Georges Vigarello esmiúça os elogios e críticas que, desde o fim da Idade Média, fizeram do gordo uma figura impressionante, objeto de reprovações morais e estudos científicos. É sobre o tema da obra que ele fala a seguir.
Graus de gordura surgiram no século 18, invetiga pesquisador nascido em 1941

Seu livro mostra desde a condenação medieval da gula até a obsessão contemporânea com o excesso de peso. A partir de quando o obeso passou a ser visto como um doente?



Há várias histórias do gordo e dos muito gordos. As fronteiras entre eles nem sempre foram claras. Somente no século 18 surgem graus de gordura e a ideia de que os mais gordos não representam apenas um excesso quantitativo e sim uma desordem. Passa-se a falar mais em obesidade do que em corpulência. A palavra obesidade surgiu nos dicionários franceses daquele século, já relacionada à medicina. Embora venha do latim - obesitas -, eu raramente encontrei a palavra obesidade nos textos anteriores ao século 18. Mas o que me parece mais importante é a sua transformação numa ocorrência mórbida no século 19. É quando diversos problemas respiratórios, digestivos e circulatórios foram associados ao obeso. Desde então, os riscos se multiplicaram, assim como as patologias.



Existem, portanto, várias histórias na trajetória milenar do gordo e do obeso.



Sim, primeiramente existe a história moral, que atribui um comportamento transgressivo aos muito volumosos, como se sua gordura resultasse de uma gula incurável. Há ainda a suposição de que eles comeriam os alimentos que pertencem aos outros, transgredindo a ordem social. Em segundo lugar, existe a história estética do gordo, relacionada às categorias do belo e do feio. Em momentos de carestia, a saúde supõe barriga cheia e corpulência. Mas há ainda uma história do interesse médico. Para a medicina antiga, por exemplo, a saudável passagem dos humores entre as diversas partes do corpo podia ser obstruída pela gordura acumulada. Acreditava-se que seu excesso sufocava e enfraquecia.



Com o início da Idade Moderna, houve uma consciência mais apurada das formas físicas mas, mesmo assim, ainda não se distinguia bem o gordo do obeso?



Não era fácil situar onde começava o excesso, nem diferenciar o gordo do muito gordo. Mas quando o excesso de gordura era detectado ele já sugeria uma certa lerdeza, como se os muito gordos fossem necessariamente ineficazes, preguiçosos. No século 18, tudo se complica, pois o excesso de gordura passou a ser sinônimo de impotência.



Nessa época, quando se focaliza mais as fibras corporais do que os humores, já havia uma diferença nas maneiras de ver o obeso entre os sexos e as classes sociais?



Sim, a partir do Iluminismo, o olhar de todos se tornou mais sensível diante do obeso. Seu corpo deixou de ser apenas redondo para sugerir deformidades. No entanto, permitia-se ao homem a manutenção de um ventre proeminente, muito diferente da cintura fina exigida para a mulher.



O senhor mostra que uma das originalidades da década de 1920 foi o fato de muitos verem no obeso problemas até então imperceptíveis.



Sim, problemas acumulados no silêncio do corpo. O sentido da palavra obesidade ganhou em detalhamento e profundidade. A palavra passou a incluir fases avançadas do problema. Mas também houve uma dominação do critério estético. É este critério, sobretudo, que transformou a obesidade em algo recusado socialmente. O desenvolvimento do termalismo do século 20, em Vichy, por exemplo, acentuou a atenção perante os obesos. As revistas femininas, outro exemplo, começaram a mostrar com clareza que o corpo nos lazeres de verão podia trair as formas das roupas que o cobriam durante o inverno.



No Brasil, a banalização das balanças em farmácias ocorreu na década de 1960. Antes disso, nem todos sabiam o próprio peso, ele não fazia parte das identidades. Como o senhor vê essa história?



O mais importante era o volume do corpo e não o seu peso. Muitos se achavam gordos quando não conseguiam fechar seus cintos e quando as roupas ficavam justas. No começo do século 20, algumas balanças foram instaladas nas estações de trem e, nos anos 20, surgiu a valorização de uma magreza tonificada. Cresceram, desde então, os relatos sobre os problemas dos obesos assim como o desejo de modificar suas formas físicas, inventando uma nova anatomia.







DENISE BERNUZZI DE SANT’ANNA, AUTORA DA ORELHA DA OBRA DE VIGARELLO, É PROFESSORA LIVRE-DOCENTE DE HISTÓRIA DA PUC-SP E PREPARA O LIVRO UMA HISTÓRIA DE PESO, GORDOS E MAGROS NO BRASIL AO LONGO DE UM SÉCULO



http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,reflexoes-sobre-a-obesidade,903121,0.htm

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tendência: novos papéis da mulher do século XXI


Postado na categoria Rosa Pink em 25 de janeiro de 2012 por Jaqu
5De tradicionais cuidadoras do lar, as mulheres transformaram-se em provedoras, uma mudança de valores significativa, que não se deu do dia para a noite. Pelo Brasil e pelo mundo, movimentos feministas desencadearam-se na tentativa de extinguir qualquer forma de preconceito contra os gêneros. Tais movimentos advogavam pela igualdade entre homens e mulheres, quanto a direitos e oportunidades. As lutas e campanhas para que não ficássemos esquecidas em meio a sociedade, remontam ao século dezenove.
O movimento se espalhou e o Brasil, para variar um pouquinho, importou as ideias. Começamos a brigar também!
A função genuína
A função inicial da mulher, bem antes do país virar república, era:
Cuidar da casa;

Fazer quitutes;

Bordados;

Crochês, e;

Cuidar dos filhos.

Era o homem quem saía para trabalhar e, por isso, conhecia bem as aventuras e o caos do mundo afora. But! O rádio entrou nas casas, mais tarde a TV, e a mídia não adianta dizer que não também influenciou os interesses femininos. Juntando a fome com a vontade de comer, fomos à luta. A mulher estava cansada de ficar em casa, na sua vidinha relax e sossegada, somente cuidando da casa, dos filhos, estavam cansadas de serem submissas aos maridos e indignadas por não conhecer e não participar das decisões e da história da sociedade.
Resultado: elas conseguiram o que queriam. Todos esses movimentos nos renderam direito ao voto, à lincença maternindade, direito de contrato, de prosperidade, direito à integridade do corpo feminino, direito à contracepção, bons cuidados pré-natais e vários outros benefícios. Valeu a pena sim.



Funções agregadas

E chegamos à questão deste post. Hoje, a mulher na sociedade é outra, ela gerencia empresa, contrata, demite, cria, muda, decide, lidera, é contratada, é doutora, produz sua independência financeira, mas preocupa-se ainda com a saúde, educação e bem estar dos filhos, com a casa, marido, bem como com os quitutes e tricôs. Conquistamos muito, mas essas e muitas outras funções foram agregadas ao nosso papel nessa histórinha. A verdade é que certos exercícios essenciais não “desapegam” tão fácil do mundinho feminino. Faz parte da nossa essência.



Somos sensíveis, intuitivas e cuidadoras, características que, de uma forma ou de outra, nos levam ao resgate do papel inicial. Uma tendência de comportamento feminino, identificada por estudos, cada vez mais presente na sociedade atual, onde as mulheres acumulam papeis e acabam por sentir fortemente a necessidade de parar para atender seus instintos naturais.



Enfim

Em partes, não vejo com grande espanto o fato de as mulheres terem oportunidades profissionais diferentes e, muitas vezes, inferiores aos homens. Nós temos sim as nossas diferenças, garotas! Conquistamos muito, mas o resgate pela “cuidadora” que existe em cada uma, faz parte da nossa saúde emocional e, talvez, da saúde do planeta, pois nosso cuidado reflete em tudo a nossa volta. E quando dizemos “cuidadora”, dizemos num sentido amplo, de cuidar das coisas próximas, bem como da natureza, das pessoas, olhando para o mundo e realizando ações sociais, movimentos pela paz, pela igualdade social, pela sustentabilidade e por aí vai, não como cuidadoras apenas das coisas “do lar”. Um grande desafio, pois integramos papéis, ganhando o título de “mulher moderna“!


fonte: http://www.todapink.com.br/rosa-pink/papeis-mulher-seculo-xxi/


cirurgias plasticas



por Emy em Qui Jun 28, 2012 8:48 pm



.Algumas pessoas buscam a perfeição. Outras, aceitam a vida (e a aparência) como ela é. É evidente que cirurgias plásticas oferecem riscos à saúde uma vez que não há total garantia de sucesso. Porém, as pessoas continuam arriscando, buscando no bisturi o que seu DNA não foi capaz de conseguir. Em muitos casos as cirurgias são um sucesso, mas há também depoimentos de cirurgias que ao invés de melhorar, destruíram a vida de várias pessoas.

Mas e você, o que pensa sobre cirurgias plásticas? Acha que vale a pena arriscar sua vida (ou sua qualidade de vida) pra tentar encontrar uma aparência melhor? Acha que vale a pena ser lindo(a) mas perder a naturalidade da aparência com a qual nasceu? Acha que vale a pena entrar uma sala mudar o seu corpo, mesmo sabendo que existem sérios riscos de sair de lá MUITO pior do que estava?

Criei esse tópico porque descobri pessoas (por exemplo, eu) que defendem com unhas e dentes o direito de apelar para a cirurgia à procura da felicidade de se sentir bonito(a) ao se olhar no espelho. Mas encontrei também pessoas que acham idiotice arriscar sua vida por algo que é aparentemente tão superficial. Mas e você, o que pensa sobre cirurgias plásticas para fins apenas estéticos?

fonte: http://forumilha.forumj.biz/t329-cirurgias-plasticas#7709 acesso em 18 de julho

Brasileiras desejam um corpo com curvas, diz pesquisa





Foto: Agnews

O levantamento, que entrevistou 15 mil mulheres, mostrou que mais da metade das brasileiras preferem um corpo com curvas




Algumas mulheres sempre desejam uns quilos a menos, mas acredite, elas não gostariam de emagrecer demais. De acordo com uma pesquisa do Instituto Data Popular, 59% das brasileiras preferem um corpo com curvas, como o da Viviane Araújo, Geyse Arruda e Nicole Bahls.



O levantamento, que entrevistou 15 mil mulheres, mostrou ainda que 32% desejam ter um corpo magro, como de Juliana Paes, e apenas 8% preferem a silhueta das modelos, como de Gisele Bündchen e Yasmin Brunet.

fonte:
http://beleza.terra.com.br/corpo-em-forma/brasileiras-desejam-um-corpo-com-curvas-diz-pesquisa,4bb8d1aa89258310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html



Anorexia - Conceito, Tratamento, Depoimentos e Sintomas

Meu filho não come

Há reclamaçoes diárias em consultorios médicos de pais em relação a crianças que não se alimentam. Pesquisas americanas demonstraram que 25% das crianaças podem ter um disturbio alimentar, podendo aumentar para 80% em razão de comportamentos aprendidos, como por exemplo usar recompensas se o filho comer tal alimento.
Sabe-se que é normal algumas crianças comerem menos, não é por isso que os os pais vão fazer a mesma ingerir alimentos a força, isso pode virar um ritual comprometendo os hábitos alimentares.Isso pode acontecer em razao da neofobia que é o medo de consumir novos alimentos, por exemplo quando bebê a alimentação era em maiore quantidade com o leite materno agora que esta crescendo diminuiu um pouco as quantidades ingeridas , isso é normal não há o que os pais se preocuparem. O que não deve ser permitido é que o filho diga que não gosta de tal alimento antes de experimenta-lo, mas também não precisa insistir a todo momento .

Segundo Camila Leonel Mendes de Abreu e Mauro Fisberg foi realizado um estudo sobre o aspecto psicológico da queixa materna “meu filho não come”, revelando que é impossível apontar por onde começam as dificuldades em isto é se é nos sentimentos da mãe ou no comportamento da criança; sendo que 40% das mães demonstraram sentimentos de rejeição, culpa e dificuldades em sintonizar-se com filho, enquanto 38% das crianças apresentaram baixa auto-estima, pouca vitalidade e fraco vínculo com a mãe. Foi percebido também que as mães de filhos anoréxicos possuíam insegurança referente aos cuidados da alimentação da criança.
A participação das mães no processo alimentar da criança é muito importante, mas dependendo de suas atitudes podem gerar conseqüências para criança. Mães com histórico de depressão ou transtornos alimentares, também mães e pais muito exigentes na alimentação tendem a ter filhos com transtornos alimentares. É importante também avaliar a relação da família com a criança, pois sabe –se que uma criança com falta de afeto não se alimenta.
Neste sentido apresentado a recusa alimentar é normal desde que não haja desnutrição


fonte: http://disturbioanorexia.blogspot.com.br/ acxesso em 18 de julho





A cultura ocidental moderna, através do culto ao corpo, gerou uma obseção pela magreza. Somos expostos a esta cultura a todo o momento, mulheres com corpos esbeltos e magros em capas de revistas e televisão, reportagens de regimes, dicas de exercícios para deixar tudo em cima, etc.




Os mais atingidos por esta cultura de baixo peso são os adolescentes, que estão em fase de formação. De acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos em 2007, Youth Risk Behavior Survey, 35% das adolescentes mulheres acreditavam que estavam acima do peso e 60% estava tentando perder peso, 8% delas relataram que tenham tentado vomitar ou tomado laxantes nos últimos 30 dias para controlar o peso.



A anorexia nervosa é uma desordem alimentar que faz com que a pessoa perca mais peso do que é considerado saudável, diferente do sintoma de anorexia causado por algumas doenças e medicamentos. Neste artigo tratamos apenas da anorexia nervosa.



As causas propriamente ditas da anorexia ainda não são conhecidas, mas existem alguns fatores, além dos já citados a cima, que podem estar relacionados : genética, mudança do corpo na puberdade, vulnerabilidade dos adolescentes na ideia de magreza, preção social devido ao padrão de magreza, imagem do corpo insatisfatória, dietas restritivas, depressão e baixa alta estima.

Para perder peso os anoréticos recorrem a diferentes técnicas como: atividade física excessiva, comer pouco ou não comer, provocar vômito, entre outros.



Além do baixo peso, outros sintomas comuns são: desnutrição, fraqueza, cansaço, sensação constante de frio, pele seca e com pelos finos. Outros problemas de saúde estão frequentemente associados como a ansiedade e depressão.

Devido principalmente a desnutrição causada pela falta de alimentos, como consequências da anorexia muitos desenvolvem: fraqueza muscular,perda óssea, problemas no coração, fígado, rins e easos mais graves podem até levar à morte.



O diagnóstico da anorexia é feito por um médico através do histórico da pessoa e medida de peso e altura. Na maioria das vezes a pessoa que sofre de anorexia esconde sua doença, evitando refeições em público e usando roupas largas para disfarçar a magreza, quando a doença é percebida já está em um grau avançado.



O tratamento é trabalhoso e demorado. A melhor abordagem é a multidisciplinar envolvendo, pelo menos, um médico, nutricionista e psicólogo. A volta da alimentação deve ser gradual para não prejudicar o coração e a terapia é essencial para resgatar a imagem real do corpo e tratar a obcessão pela perda de peso.

Não existe um medicamento específico para tratar a anorexia nervosa mas em alguns casos são utilizados antidepressivos ou antipsicóticos.



Plantas medicinais ansiolíticas ou que agem na digestão também possuem efeito em casos de anorexia, mas de forma aditiva a outros tratamentos.



O apoio da família é muito importante, mas muitas vezes esta também necessita de auxilio, como as terapias familiares.



A anorexia pode ser evitada, principalmente com ações dentro de casa. (veja mais em dicas e prevenção).

fonte: http://www.criasaude.com.br/N13698/doencas/anorexia.html acesso em 18 de julho




Uma em cada cinco crianças já teve contacto com conteúdos perigosos na net

10.07.2012 - 18:47 Por Mariana Oliveira

Uma em cada cinco crianças e jovens já teve contacto com conteúdos potencialmente perigosos na Internet, nomeadamente em sites que promovem a anorexia ou que ensinam técnicas de suicídio. Esta é uma das conclusões do novo relatório do Projecto EU Kids Online, que analisa estratégias das indústrias para proteger os jovens utilizadores europeus dos riscos online. Portugal faz parte dos 25 países europeus onde foi feito um inquérito que entrevistou 25 mil crianças e pais.




Em Portugal, 12,3% dos menores entre os 9 e os 16 anos afirmam que viram imagens sexuais em sites, o que inclui 7,2% de jovens na classe 11-16 anos que observaram pessoas a fazer sexo e 1,2% que contactaram com imagens sexuais violentas. Contudo, entre os jovens que viram imagens sexuais online apenas 14% disseram ter ficado perturbados ou incomodados por isso.



Portugal destaca-se por ser o país europeu onde mais pais expressaram preocupações com os riscos online: 65% preocupam-se com contactos de estranhos e 61% com conteúdos problemáticos. Estas não são, contudo, as principais preocupações com os filhos, que, no conjunto dos 25 países, começam com o rendimento escolar, seguido pelos acidentes rodoviários e pelo bullying. Ser contactado por estranhos na Internet ou ver sites com conteúdos inapropriados aparece em quinto e sexto lugares no inquérito.



Os investigadores concluem ainda que as ferramentas online de denúncia não estão a funcionar, já que só 13% das crianças que ficaram perturbadas com algo na Internet as usaram. Em Portugal esse número desce para 11%, o que para a coordenadora do estudo em Portugal, Cristina Ponte, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, reforça a ideia de que as indústrias necessitam de melhorar os seus recursos. Amanhã, a Comissão Europeia promove em Bruxelas uma reunião entre os investigadores do Projecto EU Kids Online e empresas na área da internet para reflectir sobre as estratégias de segurança para crianças.As ferramentas online de denúncia não são sempre eficazes. Um terço das crianças e jovens que denunciaram problemas vindos de contactos online dizem-se insatisfeitos com a ajuda recebida.



Os investigadores sublinham que a mediação parental activa do uso da Internet – por exemplo, realizar actividades em conjunto ou encorajar a criança a aprender algo por si própria, mas mantendo-se por perto em caso de necessidade – reduz a probabilidade de exposição aos riscos online em todas as idades (9-16 anos). Essa mediação liga-se também a uma menor experiência de dano entre crianças mais novas (9-12), sem com isso reduzir a sua exposição a actividades positivas na Internet.



http://www.mundodastribos.com/os-perigos-que-a-internet-pode-oferecer-a-vida-da-crianca.html#_methods=onPlusOne%2C_ready%2C_close%2C_open%2C_resizeMe%2C_renderstart&id=I0_1342606098718&parent=http%3A%2F%2Fwww.mundodastribos.com

Modelo vira alvo de críticas de site pró-anorexia: "Gorda"


Kate Upton conquistou espaço entre as modelos com seu corpo curvilíneo, estrelando campanhas e desfiles (principalmente de beachwear), e como exceção benvinda aos padrões tamanho zero. Entretanto, a loira ganhou destaque nos tabloides internacionais nesta terça-feira (10.07) pelo motivo oposto: foi atacada pelo site Skinny Gossip, conhecido por incentivar a anorexia e glamorizar os corpos extremamente magros.




Adjetivos maldosos como gorda, grávida, canibal (por comer um hambúrger em uma campanha publicitária), além da comparação com uma vaca, foram citados em um post no qual a modelo era o alvo. “Adivinhem… Sim, é a querida Kate Upton confiante ao desfilar na passarela como se tivesse um buffet à sua espera no final”, escreveu o autor anônimo junto da foto acima à esquerda, em que ela aparece de biquíni.



Em defesa de Kate, a imprensa internacional intensificou os elogios à bombshell (“símbolo da beleza das mulheres loiras e curvilíneas”) e alertou sobre o perigo das informações contidas nesses tipos de websites.

FONTE: http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=419010 ACESSO EM 18 DE JULHO
 
 

Dono de motel anuncia promoção para silicone; faz sucesso com clientes, mas é criticado por CRM


Promoções para alavancar o nome de empresas andam cada vez mais comuns no atual cenário econômico, no entanto, o Eros Motel, ao se utilizar dessa política de propaganda, acabou se deparando com uma situação um tanto desconfortável ao ser apontado como incentivador de cirurgias plásticas de forma antiética.




O anúncio é feito de forma clara na página do estabelecimento e disponibiliza às freqüentadoras do local a possibilidade de concorrer a uma cirurgia plástica nos seios. A promoção teve início no começo do mês de julho e será sorteada no dia 15 de outubro. Apesar da polêmica, ao menos no meio médico, as clientes já aderiram de forma maciça ao sorteio.



O proprietário do comércio, Eldemar Tonial comentou com o Olhar Direto que, apesar de supostamente o Conselho Regional de Medicina ter alegado previamente que a promoção é antiética, já que cirurgia plástica somente deveria ser feita quando houver realmente necessidade, suas clientes discordam da tese e defendem o uso para elevação da autoestima.

“Essa promoção não surgiu do nada, sempre fazemos essas promoções, já sorteamos motos, viagens e após conversas sugeriram a cirurgia plástica. As pessoas não colocam silicone somente por necessidade, colocam também por outros interesses, é só fazer uma pesquisa com quem conhecemos e ver que muitas mulheres gostariam de fazê-la”, ressaltou.



A crítica, ainda segundo Tonial, não faz sentido, uma vez que os próprios cirurgiões plásticos realizam estes procedimentos para diversos usos, sendo sim por questões de necessidade, mas muitas vezes por vontade apenas de mudar a aparência, de acordo com a vontade de cada um, ou seja, uma questão de livre arbítrio sobre seu corpo.



O Olhar Direto entrou em contato com o CRM, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.

FONTE: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Dono_de_motel_anuncia_promocao_para_plastica_nos_seios_faz_sucesso_com_clientes_mas_e_criticado_por_CRM&edt=25&id=267845

Lipoaspiração: prós e contras



Por Dr. Pedro Alexandre 10/07/2012 às 19:15

Artigo sobre a técnica de lipoaspiração com várias dicas



A Lipoaspiração surgiu na França, em 1979, e foi, rapidamente, incorporada por cirurgiões plásticos de todo o mundo. No Brasil, os primeiros casos foram apresentados no Congresso Brasileiro, em Fortaleza, em 1980. A novidade revolucionou a cirurgia plástica, pois, anteriormente, um "culote", por exemplo, só era possível de ser removido por meio de um grande corte, restando uma enorme cicatriz no quadril do paciente.

As primeiras cânulas (hastes metálicas utilizadas para a aspiração da gordura na lipoaspiração) eram de diâmetro muito grande, deixando muitas irregularidades e depressões na pele. Como toda novidade, até se conhecer bem a técnica e as suas limitações, ocorreram muitos "exageros" como achar que a lipoaspiração veio para substituir outras cirurgias como, por exemplo, a plástica do abdômen (abdominoplastia), ou tratar a obesidade lipoaspirando-se, praticamente, o corpo todo de uma só vez, o que frequentemente levava o paciente a situações gravíssimas e até à morte.

Prontamente, estudos estabeleceram regras que valem até hoje quais sejam: a lipoaspiração é um procedimento bastante seguro e eficiente para eliminar gorduras localizadas em áreas de pele firme, não elimina flacidez de pele e nem é tratamento para a obesidade. Conclui-se, com isso, que o volume aspirado não pode ser excessivo em cada sessão. Além disso, as cânulas utilizadas, hoje, são bem mais finas e precisas, conseguindo-se um resultado bastante uniforme.

Uma pergunta que muitos pacientes nos fazem é a seguinte: ?Se a lipoaspiração é segura, por que são noticiados casos de óbitos de pacientes submetidos a esse procedimento?? A resposta pode ser sintetizada em uma única expressão: Subestimação e banalização do procedimento. Explicando melhor, a lipoaspiração é uma cirurgia e como tal deve ser feita em pacientes com preparo pré-operatório completo, incluindo orientação, avaliação clínica e exames complementares.

As principais contraindicações cirúrgicas referem-se a casos de pacientes que tenham excesso exagerado de peso ou muita flacidez de pele. Se a pessoa não apresenta condições clínicas adequadas - quando tem hipertensão, diabete ou qualquer outra doença não controlada - o procedimento também é desaconselhado, não definitivamente, mas pelo menos até que se melhorem as condições pré-operatórias (controle da pressão arterial, diabete, etc). É preciso especial cuidado antes de se operar adolescentes, pois a pouca maturidade e a insegurança típicas da faixa etária exige do cirurgião clarear detalhadamente os anseios do jovem paciente, bem como a realidade e os limites dos resultados possíveis para que frustrações não advenham de expectativas ?milagrosas?.



Respeitando os critérios e limites já expostos, esta cirurgia deve, ainda, ser realizada por um cirurgião plástico bem formado e experiente, em centro cirúrgico bem equipado, com a presença indispensável do anestesista na sala cirúrgica e com os cuidados pós-operatórios cumpridos à risca pelo paciente e acompanhados, de perto, pelo cirurgião responsável. Salvo em casos totalmente atípicos e inusitados, a lipoaspiração realizada segundo esses preceitos, será um sucesso em resultado e segurança, tanto para o paciente como para o seu médico.



Dr. Pedro Alexandre Cirurgião Plástico

drpedroalexandre@bol.com.br  http://www.drpedroalexandre.com.br/

FONTE: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2012/07/509608.shtml



Gretchen admite que já gastou R$ 500 mil com cirurgias plásticasAos

Aos 53 anos, Gretchen é uma veterana em cirurgias plásticas
DO R7
Quanto vale se olhar no espelho e gostar do que vê? A cantora Gretchen admite que, se somadas, todas as cirurgias plásticas que já fez, resultariam em R$ 500 mil. Mas atenção, transformar o corpo e o rosto não dói apenas no bolso. Plásticas e tratamentos estéticos para deixar tudo no lugar podem ser bastante incômodos e doloridos.
Se a genética não foi tão generosa com suas curvas, não sofra. Ainda é possível ter o seu corpo dos sonhos, desde que tenha dinheiro.
Aos 53 anos, Gretchen é uma veterana em cirurgias plásticas. A própria ex-peoa lista as intervenções que fez em seu corpo.
— Já fiz abdominoplastia, porque tive gravidez de gêmeos. Já fiz prótese de busto, a retirada de pele do braço e também algumas lipos.
Um dos poucos lugares do corpo de Gretchen que não sofreu nenhuma cirurgia, é seu atributo que garantiu o título de rainha do rebolado.
— Prótese de bumbum eu não tenho ainda. Mas se precisar, eu boto! Acho que somando tudo que eu já fiz, dá uns R$ 500 mil.


DISPONIVEL EM: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=6&cid=126185 ACESSO EM 18 DE JULHO


terça-feira, 10 de julho de 2012

"Aprendi a ser feliz com meu corpo", diz Geisy Arruda

Geisy Arruda diz que, para conseguir manter o corpo, malha três vezes por semana e pratica muay thai


Foto: AgNews



Patrícia GoliniGeisy Arruda, 26, foi eleita em uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular a mulher com o corpo mais desejado pelas mulheres. A pesquisa mostrou imagens apenas do corpo de Geisy, de Juliana Paes e de Gisele Bündchen. “Na verdade achei engraçadíssimo. Tenho certeza que só fui eleita porque ninguém sabia que era eu”, diz a ‘ex-Fazendeira’. “Agora, estou tirando onda!”.



Geisy diz que já tentou dieta e malhação para conseguir um corpo magrinho como da top Gisele Bündchen. Mas, por conta do seu biótipo, não conseguiu alcançar a forma de modelo. “Gosto de exagero, mulher tem que ter curvas, perna grossa, bumbum. Aprendi a ser feliz com o meu corpo sem querer que fosse igual ao de alguém da TV”, fala a integrante do humorístico Escolinha do Gugu, da Record. Confira a entrevista completa a seguir.



Terra: Você foi eleita a dona do corpo mais invejado pelas mulheres. Como que se sente com isso?

Geisy Arruda: Na verdade eu achei engraçado. Só ganhei porque não tinha a minha cabeça na foto. Agora, estou tirando onda! Tem até uns amigos meus me chamando de camarão. ‘Tirando a cabeça fica bom’. As outras concorrentes eram maravilhosas. A Juliana (Paes) é linda, e a Gisele (Bundchen) é a top mais bem-paga, a mais linda do mundo.



T: Esse tipo de corpo com curvas é o que mais gosta?

G: Já tentei ser magra, mas não consegui. Gosto de exagero. Mulher tem que ter curva, perna grossa e bumbum. Sou contra a magreza das modelos, não acho bonito. Pra mim, este meu corpo é o ideal. Eu me sinto gostosa e acho que chama atenção.



T: Mudaria algo no corpo?

G: Eu aprendi a me aceitar. Aprendi a ser feliz com o meu corpo sem querer que fosse igual ao de alguém da TV. Mas, ainda assim, mudaria um monte de coisa: o nariz principalmente.



T: O que faz para manter o corpo? Qual é a rotina de exercícios?

G: Faço musculação e treino aeróbico quatro vezes por semana. São duas horas de exercícios por dia. Ainda faço aulas de Muiay thai duas vezes por semana. Sou apaixonada por drenagem linfática. Sempre que tenho um tempo, faço.



T: Tem algum cuidado na alimentação?

G: Gosto muito de comer, sou comilona mesmo. E adoro tudo o que engorda: doces, bolo, pudim, comida japonesa, massas. Para equilibrar, treino muito.



T: Quais são as diferenças entre a Geisy antes e depois de ficar famosa?

G: Primeiramente, muitas lipos. Mudei completamente meu corpo, cabelo, rosto, estilo. Mudei completamente: cabelo, lipo, não acredito que isso aconteceu! Hoje, tenho 5 litros a menos de gordura no corpo, 430 ml de silicone em cada seio, e, no bumbum, 400 ml de gordura em cada lado. O meu cabelo tem megahair de 3 mil reais, que precisa de cuidados especiais todos os dias, escovação, shampoo especial.



T: Qual é a parte do corpo que mais gosta?

G: Não me acho nada perfeita! Gosto bastante do colo, do meu decote.



T: Qual estilo que te define?

G: Me visto conforme meu humor. Moleton e camiseta quando estou mais tristinha. Já quando estou feliz, gosto de colocar uma roupa brilhante, um vestido justo, curto mais sensual. Me sinto muito sexy assim, feminina.



T: Se acha símbolo sexual?

G: De forma alguma. Me sinto toda atrapalhada, não tenho muito glamour.


http://beleza.terra.com.br/aprendi-a-ser-feliz-com-meu-corpo-diz-geisy-arruda,535235a9a4858310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Ditadura da beleza: mais de 30 mil cirurgias plásticas devem ser realizadas no Estado até o final do ano


Jheniffer Sodré (redacao@eshoje.com.br)/ Foto: Vinícius Grativol

Depois do episódio trágico da morte da jovem Ana Carolina Barreto do Prado, de 23 anos, na última quarta-feira (04), após ter feito uma cirurgia de implante de silicone e uma lipoaspiração, os debates em torno da temática voltam a ganhar destaque, ainda mais devido à famosa “ditadura da beleza” e a busca pelo “corpo perfeito”. O número de cirurgias plásticas realizadas no Brasil tem um índice constante de crescimento, registrando de 12 a 15% ao ano.



No Espírito Santo, segundo o presidente regional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Ariosto Santos, a realidade acompanha as tendências nacionais e espera-se que até o final deste ano sejam realizadas mais de 30 mil cirurgias plásticas, enquanto que, no Brasil, esse número deva chegar a um milhão. Os procedimentos mais procurados pelos pacientes são o implante da prótese de silicone, a lipoaspiração, as mamoplastias (diminuição ou levantamento) e a abdominoplastia.



As mulheres representam 85% das pessoas que se submetem a uma cirurgia plástica, mas o número de homens tem crescido. “O público masculino está buscando cada vez mais por procedimentos estéticos. Há 100 anos, eles representavam apenas 3% do total de pacientes que faziam cirurgias plásticas”, informa Ariosto Santos. A faixa etária mais comum entre os pacientes é entre 25 a 40 anos, mas o índice de adolescentes tem aumentando e hoje chega a 13%.



“Neste período de inverno e férias escolares, os adolescentes representam 30% de toda a demanda por cirurgias plásticas”, destaca o médico. Ainda segundo ele, a inconformidade com o corpo é bastante frequente nessa etapa da vida e por isso a procura tem sido cada vez maior. Ariosto Santos alerta, no entanto, que é preciso ter uma atenção maior com os adolescentes, porque algumas cirurgias devem respeitar a idade mínima, como é o caso dos implantes de silicone, que só podem ser colocados depois dos 16 anos.



Modelo da sociedade de consumo

A psicóloga Maria Ângela Moura Rodrigues esse aumento do número de adolescentes que desejam fazer cirurgias plásticas é consequência do modelo de sociedade de consumo em que vivemos. “Eu vejo a cirurgia plástica como um produto à venda que promete a felicidade para eu consumidor”. Para ela, a cirurgia estética em menores de 18 anos é algo precoce e que deve ser bem avaliada, pois o corpo ainda está passando por mudanças.



Fazer uma “lipo” não é como ir ao cabeleireiro

O cirurgião Ariosto Santos reclama que o procedimento de lipoaspiração acabou se vulgarizando com o passar do tempo. “As pessoas acham que fazer uma ‘lipo’ é como ir ao salão de beleza. E não é. A lipoaspiração é uma cirurgia como outra qualquer e por isso mesmo envolve riscos como qualquer outro procedimento cirúrgico”, explica o profissional. Ele também lembra que a lipoaspiração não em um processo emagrecedor e que existe um limite de gordura que pode ser retirado.



“Se a pessoa quer emagrecer, ela deve fazer uma reeducação alimentar e investir em exercícios físicos. Não adianta fazer uma ‘lipo’ porque o resultado não será satisfatório e o paciente vai ficar frustrado”. Ariosto Santos alerta que é importante a pessoa perceber que o problema de estar acima do peso deve ser resolvido com a alimentação, e não com cirurgia plástica. “Se os hábitos de vida não mudarem depois da lipoaspiração, a pessoa vai jogar dinheiro do lixo”, garante.



Mães são as campeãs em cirurgias plásticas

O cirurgião plástico, Renato Tatagiba, conta que mais de 80% das pacientes que vão ao seu consultório são mães que estão insatisfeitas com as mudanças no corpo causadas pela gravidez. “A maioria das minhas pacientes são mães que acabaram de ter filho e que buscam resgatar o corpo que tinham antes da gestação”. O médico ressalta que muitas mulheres sentem-se mal devido às mudanças, mas ele lembra que é normal acontecerem algumas alterações no corpo.



“Embora seja muito gratificante, a gravidez exige muito da mulher e traz muitas mudanças para seu corpo. Algumas mulheres não engordam muito, mas outras ganham muito peso e a mama perde sua rigidez, por isso é grande o número de mães que querem ter o abdômen e os seios como eram antes da gestação”, afirma o cirurgião.



Elas operaram e aprovaram

Em novembro do ano passado, a professora de matemática Rita de Cássia Guarnier fez duas cirurgias plásticas: a de abdominoplastia e de implantação de prótese de silicone nos seios. O que a motivou a enfrentar um procedimento cirúrgico foram as consequências que seu corpo sofreu após uma gravidez. “Mesmo sendo magra, não sai ilesa de uma gestação. Fiquei com a barriga cheia de estrias e com os seis flácidos e cheios de pele”.



A professora conta que ficou satisfeita com o resultado da cirurgia e que a recuperação foi bem tranquila. “O sucesso de uma plástica depende do médico e do paciente, porque se a gente não seguir todas as indicações do cirurgião, como usar cinta, trocar os curativos e fazer drenagem, o resultado não será bom”, afirma. O que Rita não esperava era engravidar de novo depois de seis meses de sua cirurgia.



“Em maio, quando descobri, eu não sabia se chorava de alegria ou de tristeza”. Ela explica que não é recomendável engravidar logo depois de uma cirurgia. “O cirurgião já me alertou que minha barriga não vai ficar normal como a das outras grávidas, ela vai ficar meio quadrada, pois vai crescer pelos lados”. Já em relação a amamentação, Rita diz que vai conseguir amamentar, mas pode ser que ela produza menos leite que o normal.



A educadora física, Pavilla Cris Lamego Silva (foto), também se submeteu às cirurgias plásticas após uma gravidez, mesmo tendo cuidado da alimentação e feito exercícios físicos. “Como sou professora de ginástica, eu não podia descuidar, e por isso acabei engordando apenas quatro quilos”. Mesmo com as poucas mudanças ocasionadas pela gravidez, Pavilla precisou recorrer à cirurgia plástica para corrigir as alterações nos seios. “Amamentei por quase dois anos e já tinha uma tendência genética de acumular muita pele na região das mamas, por isso acabei colocando silicone, pois só com exercícios não teria como resolver o problema”, destaca.



Os cuidados antes e depois da cirurgia

Por se tratarem de procedimentos que envolvem alguns riscos para a saudade para os pacientes, as cirurgias plásticas, assim como outras cirurgias, exigem algumas atenções das pessoas que vai enfrentar a sala de operações:



HOSPITAL: é importante que o paciente procure por um médico cadastrado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, e uma clínica ou um hospital apropriado para realizar o procedimento cirúrgico.



EXAMES: além disso, é fundamental que o paciente realize todos os exames pedidos por seu cirurgião, e que busque um anestesiologista para fazer uma consulta pré-anestésica. “O paciente precisa ser franco com seu médico e não omitir nenhuma informação, pois isso pode acabar gerando mais riscos durante a cirurgia”, ressalta.



MEDICAMENTOS: antes de qualquer cirurgia, o uso de qualquer medicamento deve ser suspenso. “Aquelas pessoas que são hipertensas, por exemplo, devem procurar seu médico para que ele autorize o procedimento cirúrgico”, frisa o cirurgião.



PÓS-CIRURGIA: depois da cirurgia plástica, os cuidados continuam, e o paciente tem que seguir todas as orientações à risca para que o resultado seja o esperado. Os pacientes devem respeitar o repouso, o uso da cinta e as sessões de drenagem linfática, quando necessárias, para que a plástica seja um sucesso. “Cirurgia plástica não é brincadeira e para que seja segura é preciso ser respeitada”, alerta Ariosto Santos.
http://eshoje.jor.br/ditadura-da-beleza-mais-de-30-mil-cirurgias-plasticas-devem-ser-realizadas-no-estado-ate-o-final-do-ano.html

Médica oriental é PhD em transformar olhos puxadinhos

Médica oriental é PhD em transformar olhos puxadinhos


Conheça a história da cirurgiã Edith Horibe. Filha de japoneses, ela implantou no Brasil a chamada plástica da ocidentalização

Fernanda Aranda , iG São Paulo
07/07/2012 07:00:00




Edu Cesar/Fotoarena

Edith Horibe é cirurgiã plástica especializada em cirurgia de ocidentalização

Em um único dia, três mulheres subiram os seis andares do elevador, leram revistas de fofocas antigas e dividiram espaço na sala de espera do consultório na zona sul de São Paulo.



Em comum, elas também esperavam que o bisturi manuseado pela cirurgiã plástica Edith Horibe, que estava do outro lado da porta, transformasse suas feições orientais.



Veja: O que pode dar errado na cirurgia plástica?



A médica, filha e neta de homens nascidos no Japão, foi pioneira em trazer ao Brasil a chamada cirurgia de ocidentalização, no início dos anos 80. A prática consiste em criar “dobrinhas” nas pálpebras dos olhos puxados, praticamente inexistente em japoneses, coreanos e chineses. Virou febre.



A estimativa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é de que sejam feitos 14 mil procedimentos do tipo a cada ano. Uma parcela significativa destas estatísticas é produzida no ambiente de trabalho de Edith.



Leia também: a decisão pela cirurgia



“Perdi as contas de quantas cirurgias já fiz. Tenho ao menos uma paciente nova toda semana”, diz a médica, acrescentando que a anestesia é local e a recuperação rápida, em 15 dias.



“A maioria é mulher e jovenzinha. Muitas ganham dos pais este presente no aniversário de 15 anos”, diz ela sobre o perfil de suas clientes. Chegam com fotos de artistas ocidentais nas mãos ou, como conta a médica, com desenhos Mangá, traço japonês caracterizado justamente pelos estilo “olhos grandes e cílios imensos”.



Saiba mais: como funciona a cirurgia de ocidentalização



Até se tornar PhD em plástica de ocidentalização, com especialização nas principais universidades dos Estados Unidos, Edith Horibe desbravou outros caminhos na medicina brasileira.



“Sou do tempo em que mulher não era cirurgiã. Nem banheiro feminino tinha no centro cirúrgico”, conta.



Edith sempre gostou de arte. Estudou canto (é fã de Madonna, Celine Dion e Ivete Sangalo) e quase fez carreira como pintora. Mas, contrariando o desejo dos pais imigrantes que sonhavam com uma artista na família, deixou o ambiente interiorano da cidade de Tupã (em São Paulo, quase na divisa com o Paraná) ainda menina para estudar na capital. Desejava vestir jaleco e usar estetoscópio. Mas não queria abandonar a “veia que pulsava paixão artística”.



“A cirurgia plástica é uma arte biológica. Virei escultora de autoestima”, acredita.


A graduação na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a pós-graduação, o mestrado, o doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e o pós-doutorado no exterior foram os degraus que esculpiram a formação de Edith. Mas foi para conseguir o título de especialização em cirurgia plástica em território brasileiro que a mais velha das seis filhas dos Horibe encontrou a tal cirurgia de ocidentalização.



“Para ingressar na Sociedade Brasileira, além de fazer uma prova dificílima, era preciso apresentar um trabalho com técnicas inovadoras. Fui buscar algo nas minhas origens”.



Edu Cesar/Fotoarena
Edith mostra os desenhos da cirurgia de ocidentalização



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Pesquisando, Edith descobriu que metade dos orientais, por questões genéticas, não tem a dobrinha nas pálpebras e, nestes casos, os cílios ficam para dentro.

“Eu e minhas irmãs temos a dobrinha, mas muitas das minhas colegas não tinham”, puxou na memória.
No mundo: China adota medidas para conter epidemia de ocidentalização
O nome “bullying” ainda não tinha fama, mas as vítimas dele já existiam.


“Elas sofriam algumas chacotas. Escutavam ‘abre o ooooolho japonesa’, lamentavam, sofriam”, conta Edith.

“Também constatei que os ‘sem dobrinhas’ eram mais vulneráveis aos problemas oculares, principalmente por causa da ausência dos cílios, responsáveis por fazer a proteção do globo ocular.”
Com todas estas informações na bagagem, Edith Horibe procurou know-how para a técnica de transformar os olhos puxados. Desenvolveu a cirurgia de ocidentalização “à brasileira”, no início dos anos 80 e colocou os bisturis para trabalhar.



Entrevista:
Pitanguy critica banalização da plástica Hoje atende pacientes do mundo todo (sete mil estrangeiros chegam ao País por ano só para fazer plástica, contabilizou censo do Congresso Medical Travel em 2009). Por videoconferência, a cirurgiã auxilia médicos de todos os cantos do planeta. Mas o maior orgulho é a ajuda e a troca de informações com o ídolo, “hoje grande amigo” Ivo Pitanguy, chamado de pai da cirurgia plástica brasileira. Fotos do mestre – abraçado a ela – estão espalhadas por todo o consultório.



Mais por vaidade



O excesso de infecções oculares nos olhos sem dobras aparece como pano de fundo da cirurgia de ocidentalização. A cirurgiã admite que a vaidade, mais do que a motivação por saúde, é a grande responsável por despertar nas orientais a vontade de procurar a técnica. Em uma comparação, é como aquelas mulheres que querem diminuir o tamanho do nariz, mas dizem que só foram ao cirurgião para corrigir “o desvio do septo”.



Vaidade, inclusive, “desde que em doses moderadas”, não devia fazer parte da turma dos sete pecados capitais, considera Edith. Tanto que, apesar de entre os pares ela ser mais lembrada pelas técnicas da ocidentalização, a cirurgiã plástica também foi precursora da medicina estética e anti-aging – nomes que ela nem gosta mais de pronunciar e diz baixinho, com cautela. A explicação: o Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Geriatria condenam estas nomenclaturas, embasados no que chamam de falta de evidências científicas na divulgação de resultados.



Médicos alertam para cirurgias plásticas sem comprovação científica



O fato é que Edith é toda trabalhada na filosofia de chás, massagens e técnicas para retardar as sequelas do envelhecimento. Botox? “Faria, claro”, deixando a dúvida sobre a realização em meio à conjugação do verbo. Laser, ginástica facial, gel são procedimentos que aplica em seus pacientes. E nela própria, alternando com os esportes radicais (rapel é o predileto), meditação e estudos sobre física quântica – as dicas preferidas e pontuadas como garantia de bem-estar e de juventude eterna.



Foi estudando tudo isso que a médica parou de contar o tempo em anos. A idade cronológica? “Uma bobagem, não serve para nada. Só considero a idade biológica, que mensura quantos anos parecem ter seus órgãos, como coração, pulmão e rins. E a idade psicológica, que é a que você sente ter”.



Edith Horibe, psicologicamente, apagou até hoje 30 velas de aniversário.



Críticas



Nestes anos todos de carreira, Edith não passou imune às críticas. Além dos órgãos de classe não gostarem da tal “medicina estética”, a ocidentalização também recebe alguns olhares tortos, em especial dos que não são puxadas, diz a médica.



“Alguns ocidentais, principalmente, dizem que a cirurgia é uma afronta a cultura, uma padronização e tal.”



Edith tem resposta para isso.



“Eu respeito todas as etnias. Olho puxado é a coisa mais linda do mundo”, diz mostrando os seus, reforçados com lápis que esticam ainda mais o contorno dos olhos.



“As dobrinhas nas pálpebras só facilitam a expressão. Não tiram o traço de cada rosto. Fica mais fácil expressar emoções”, diz.



“Para todos os meus pacientes, eu digo que são únicos. Quando chegam aqui com fotos de artistas em mãos querendo ficar iguais, reforço que é impossível. Não fica bem e não é o caminho”, diz. Cirurgia plástica, defende, não pode ser borracha de personalidade.



A personalidade dela, com plástica ou sem, sempre vai ser de alguém “viciada em trabalho, uma ensandecida pela profissão”. A PhD em transformar os olhos orientais diz que não quer se aposentar nunca. Daqui a 10 anos, quando ela ainda tiver, psicologicamente, 30 anos, não vai ter pendurado o bisturi.

fonte: http://saude.ig.com.br/minhasaude/2012-07-07/medica-oriental-e-phd-em-transformar-olhos-puxadinhos.html

Jovem de 23 anos morre após lipoaspiração em Vitória



Ela não teria respeitado orientação de jejum antes da cirurgia; outra suspeita é de embolia
Uma jovem de 23 anos, morreu na manhã de ontem, em Vitória, dois dias após ser submetida a uma cirurgia para implante de silicone nos seios e lipoaspiração, no Hospital Praia do Canto. Ana Carolina Barreto do Prado foi operada na segunda-feira e, ontem, por volta das 6h30, teria sofrido paradas respiratórias em decorrência de complicações da cirurgia. Ela morreu cerca de três horas depois.
Segundo o presidente regional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Ariosto Santos, a morte de Ana Carolina pode ter sido causada por um broncoespasmo. "Parece que a paciente não estava com o estômago totalmente vazio. Ela pode ter regurgitado e aspirado esse conteúdo, que foi parar nos pulmões. Depois disso, ela permaneceu na Unidade de Terapia Semi-intesiva e chegou a apresentar melhoras, mas ontem de manhã sentiu falta de ar e teve a parada respiratória", explicou.



Sem UTI

O hospital não possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Outra hipótese para a causa da morte seria embolia pulmonar, que ocorre quando a paciente é submetida a uma cirurgia demorada ou passa muito tempo sem se movimentar. É causada pela obstrução das artérias dos pulmões por coágulos (trombos ou êmbolos) que, na maior parte das vezes, se formam nas veias profundas das pernas ou da pélvis e são liberados na circulação sanguínea.



A direção do hospital não quis se pronunciar sobre o caso, alegando respeito à dor da família, e não informou o nome do médico responsável pela cirurgia. Parentes de Ana Carolina também não quiseram falar sobre o assunto. Segundo informações fornecidas por um familiar que não se identificou, na porta do hospital, Ana Carolina morava em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, mas a família seria do Estado.













foto: Bernardo Coutinho

Até as 20 horas de ontem, o corpo de Ana Carolina não havia sido liberado no Departamento Médico Legal

Cuidados antes da cirurgia plástica

Profissional

Antes de optar por um profissional, busque indicações com algum conhecido que já tenha se submetido a algum procedimento. Também é preciso se informar sobre a qualificação do médico e checar se o profissional é mesmo cirurgião plástico. Outra dica é consultar mais de um cirurgião



Clínica ou hospital

Veja se a clínica ou hospital possui alvará de funcionamento e licença sanitária



Equipamentos

Os produtos e equipamentos devem ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)



UTI

Se não contar com leitos de UTI, a unidade hospitalar deve ter condições de dar atendimento seguro ao paciente em casos de complicações, inclusive de remoção para outras unidades



Exames

Faça todos os exames pré-operatórios solicitados pelo seu médico para identificar possíveis problemas de saúde que podem causar complicações durante ou após a cirurgia



Medicamentos

Suspenda o uso de todo tipo de medicamento, até mesmo de fitoterápicos, antes da cirurgia, e informe seu médico sobre todas as substâncias ingeridas antes da cirurgia



Jejum
Siga corretamente todas as orientações do seu médico sobre a realização do jejum horas antes da cirurgia

Indefinição

O corpo de Ana Carolina foi levado para o Departamento Médico Legal (DML) na tarde de ontem, onde passou por necrópsia. O exame é necessário, segundo o médico legista José Luiz Federici, porque há dúvidas com relação à causa da morte. Até o início da noite de ontem, a necrópsia ainda não havia sido concluída. Apenas o atestado de óbito seria entregue à família atestando, preliminarmente, "causa indefinida".



O Conselho Regional de Medicina (CRM) informou que vai abrir sindicância para apurar as responsabilidades do hospital e do médico no caso.



"Procedimentos normais", diz clínicaPor meio de um dos membros de sua equipe jurídica, o advogado Victor Conti, a Clínica Praia do Canto informou que o estabelecimento trabalhou "dentro dos procedimentos corretos" estabelecidos para a situação. A clínica preferiu não dar detalhes a respeito do procedimento cirúrgico alegando risco de "violação ao sigilo profissional".



Meio copo de água já pode trazer riscos

Não seguir a recomendação médica de realizar jejum horas antes de uma cirurgia pode causar complicações e até a morte do paciente. Segundo o presidente regional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Ariosto Santos, se o paciente não cumprir o jejum e beber apenas meio copo de água antes da cirurgia pode prejudicar o andamento do procedimento.



"Quando se submete a um cirurgia plástica o paciente está sujeito a vários riscos. Por isso, é preciso tomar vários cuidados antes do procedimento. Um deles é fazer o jejum corretamente. Se isso não ocorre, o paciente pode ter broncoespasmos - quando ocorre uma espécie de refluxo e o líquido do estômago volta e é aspirado pelo paciente", alerta o especialista.



Também é essencial, segundo o médico, que o paciente faça todos os exames pré-operatórios, informe ao profissional sobre todos os medicamentos que costuma tomar e suspenda o uso desses remédios antes da cirurgia. "Se não fizer isso e omitir informações, o médico pode não conseguir tratar algum problema que venha a acontecer durante a cirurgia", acrescenta.



Além disso, o paciente também deve checar se a clínica ou hospital possui alvará de funcionamento e licença sanitária. A existência de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) também é importante, mas não obrigatória. Por isso, deve-se ter certeza de que o local possui condições de dar atendimento seguro em casos de complicações.



Mesmo tomando todas essas precauções, o paciente ainda está sujeito a complicações anestésicas, infecções e processos embólicos. "Os pacientes precisam ter consciência de que o risco de complicações existem", finaliza Ariosto Santos.


fonte:
http://tvcanal7.blogspot.com.br/2012/07/jovem-de-23-anos-morre-apos.html acesso em 10 de julho

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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Procura por cirurgias plásticas no Brasil cresce 50% no inverno



Escrito por Admin Qua, 04 de Julho de 2012 14:55
A procura por cirurgia plástica aumenta 50% no inverno. Nos meses frios, as cicatrizes ficam menos expostas ao sol e o pós-operatório é mais fácil. O uso dos modeladores, por exemplo, são menos incômodos com o tempo ameno.



“Essa época é melhor para a recuperação e para o pós-operatório devido à baixa temperatura e a uma menor incidência de raios solares. Ocorre menor inchaço e a exposição solar acaba menos agressiva”, explica o cirurgião plástico, Sérgio Aluani.



Implante de silicone é a cirurgia plástica mais procurada no Brasil atualmente. Em seguida, estão a lipoaspiração e a plástica no rosto. Nas três cirurgias a maioria dos pacientes volta para casa no mesmo dia, mas é preciso esperar um pouco para retomar as atividades normais. “Com 25, 30 dias já há uma liberação total”, afirma Sérgio.



Antes de fazer a cirurgia, é importante checar a estrutura da clínica onde será feita a operação e confirmar se o médico é mesmo um cirurgião plástico. “O cirurgião plástico tem, no mínimo, além dos seis anos de medicina, mais cinco anos de formação em cirurgia plástica. É importante que a clínica tenha certificação da vigilância sanitária e uma infraestrutura possível para eventuais intercorrências, como uma estrutura de UTI”, alerta Carlos Alberto Komatsu, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
fonte: http://www.revistavisao.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2501:procura-por-cirurgias-plasticas-no-brasil-cresce-50-no-inverno&catid=96:sample-news&FontSize=font-large



Memória, história e luta da mulher em exposição em São Bernardo



Redação em 05/07/12

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Mostra evidencia o respeito aos direitos e autonomia das mulheres

Até o dia 14, fica em cartaz em São Bernardo, na Câmara de Cultura Antonino Assumpção, a exposição “Instalação Circulante do Feminino – Um Manifesto Feminista”, das 10h às 17, com entrada Catraca Livre.



A Mostra revela a memória e história de mulheres por meio de imagens, performances, fotos, cinema e cartazes, permeados por linguagens vivenciais e interativas; é um diálogo aberto entre mentes e corações afoitos por motins libertários.



A mesma exposição já esteve em São Paulo, na Galeria Olido, na cidade de Embú das Artes, no Centro de Referencia da Mulher Inês dos Santos, e circulará por mais três capitais de outros Estados e mais duas cidades de São Paulo.



A realização da mostra vem fortalecer as ações afirmativas realizadas no município para a igualdade de gênero, o respeito aos direitos e autonomia das mulheres; ações estas que visam a garantia da plena cidadania de todos os cidadãos.



A exposição é uma realização do CIM – Centro de Informação Mulher, uma organização feminista criada em 1981, que possui o maior acervo da América Latina sobre a vida e luta das mulheres no Brasil e no mundo.


fonte:http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/07/memoria-historia-e-luta-da-mulher-e-tema-de-exposicao-em-sao-bernardo/acesso em 9 de julho

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Praias do Marrocos exibem muita roupa e pouco corpo















FONTE DA FOTO: http://perdidanaamerica.blogspot.com.br/2008/05/mai-islmico.html
Fátima Zohra Bouaziz.



Rabat, 21 jun (EFE).- A chegada do verão representa para muitos um esperado banho de mar, mas, no Marrocos, muitas mulheres são obrigadas a usar os chamados 'maiôs islâmicos' e se banharem vestidas caso sintam vontade de curtir uma praia.



Nas praias populares do Atlântico e do Mediterrâneo, em Rabat ou no Rio Martil, o mais comum é ver as mulheres vestidas 'como na rua', com roupas esportivas longas ou chilaba (túnica longa e larga). Desta forma, os 'maiôs islâmicos' acabam sendo uma grande opção, mas todas destacam mulheres cobertas dos pés a cabeça.



Algumas mulheres preferem entrar no mar com suas roupas convencionais mesmo com toda falta de praticidade desta opção, já que a água acrescenta um grande peso nas peças feitas de algodão e de fibras permeáveis.



É que o 'maiô islâmico' é um luxo que não está ao alcance de todas as mulheres que usam o véu em sua vida cotidiana.



'Lembro que há seis anos eu me banhava usando moletom e era muito desagradável. Mas, quando começaram a comercializar o 'maiô islâmico' no Marrocos, eu comprei e passei a usar. É muito mais cômodo', conta Kautar, uma jurista de 30 anos.



O maiô islâmico é composto de uma túnica longa de lycra, calças longas também de lycra ou poliéster e mais um véu para o cabelo. A peça completa custa entre 800 e 1.000 dirhams (72 e 90 euros).



Já nas praias mais exclusivas do país, as que são acessíveis somente por automóveis particulares, e as dos luxuosos hotéis litorâneos, onde a clientela feminina se parece mais com a de qualquer praia europeia, é muito raro - quando não proibido pelo hotel - ver uma mulher se banhando completamente coberta.



'Embora ainda não esteja generalizado no Marrocos, a demanda do maiô islâmico é cada vez maior', conta Buchra, funcionária de uma luxuosa franquia de roupa para muçulmanas praticantes que divulga moda 'made in Turquia'.



Segundo Buchra, sua loja oferece roupas 'halal' (lícitas segundo o Islã) e adequadas ao poder aquisitivo das marroquinas, que não acabam entendendo que a roupa 'decente' custa muito mais caro que a 'indecente'.



A funcionária assegura que seus maiôs longos não são comprados somente pelas mulheres que usam véu, mas também pelas meninas que se sentem incomodas na hora de mostrar seu corpo em espaços públicos.



Estas últimas optam por calças, que vão até o joelho, e camisetas de mangas curtas, que cobrem os ombros.



'Banho-me com camiseta e calça curta. Primeiro porque eu sou muçulmana e, segundo, por pudor e para evitar os olhares dos homens', confessa Amina, de 29 anos, que declarou que prefere ir à praia bem cedo para evitar o contato com muita gente.



A nudez na praia marroquina tem um caráter especial e segue as influências da religião, que, por sua vez, considera o corpo como um tabu que só é exibido em espaços privados. A nudez no Marrocos é diretamente relacionada com o pudor e a falta de bons costumes.



Basta deixar um pedaço de corpo à mostra para gerar todo tipo de olhar: alguns reprovam e outros são a favor, mas quase nunca são neutros.



Em 2011, o concurso de beleza 'Miss Marrocos' foi realizado pela primeira vez no país. No entanto, o mesmo contou com uma fundamental peculiaridade: o desfile em biquíni, acusado de ferir 'as sensibilidades locais', foi proibido na disputa.



Enquanto as mulheres discutem sobre os centímetros necessários para tapar sua nudez, nada é escrito e discutido em relação à nudez masculina: os homens se vestem como querem. EFE


FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/praias-do-marrocos-exibem-muita-roupa-e-pouco-corpo

Miley Cyrus afirma que apesar de mais magra não tem anorexia



http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2011/03/02/o-comeco-da-decadencia-de-miley-cyrus-um-relato-paterno.htm
 Texto publicado em 13/06/2012 - 11:41 Publicado originalmente em Sidney Rezende




A cantora Miley Cyrus desmentiu informações da imprensa, e afirmou em entrevista à revista alemã "Bravo" que não está anorexa, apesar de estar mais magra.



Miley explicou que mudou sua dieta pois descobriu que é intolerante a glúten, mas que está mais saudável do que nunca.



"Aprendi que é irrelevante o que eu faça, alguém vai me ofender de um jeito ou de outro. Se eu perco peso porque mudei minha dieta, estou anoréxica. Quando estava mais cheinha, era chamada de gorda. Se eu faço sexo, sou uma vagabunda. Se não, sou uma fracassada", desabafou a cantora.



Miley disse ainda que seu namorado, Liam Hemsworth, está feliz com suas novas medidas e que dá força para ela mudar a alimentação.
"Agora como peixe, frango, salada e frutas, e um pouco de carne vermelha às vezes. Mas não frita, só cozida ou grelhada", explicou a cantora.

FONTE: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=66417  ACESSO EM, 4 DE JULHO
 


domingo, 1 de julho de 2012

Confira as 5 plásticas mais procuradas pelas brasileiras

27/06/2012 -- 08h50

Redação Bonde

O inverno chegou e com ele o aumento da procura por cirurgias plásticas. As estações mais frias do ano são também as responsáveis pelo volume cada vez maior de homens e mulheres na busca de mais autoestima. "Essa época do ano é escolhida, pois os pacientes têm tempo para se recuperar e não se expõem aos efeitos nocivos do sol e do calor durante o pós-operatório, evitando manchas, cicatrizes e a vasodilatação", explica o Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), José Horácio Aboudib Jr.



Durante esse período, as clínicas chegam a ter um aumento de até 40% no movimento de pacientes, que procuram principalmente por cirurgias como lipoaspiração, mamoplastia de aumento, abdominoplastia e correções no nariz e pálpebras. Se você está disposta a repaginar o visual neste inverno e encarar o bisturi, fique atenta às dicas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica sobre os procedimentos cirúrgicos mais procurados no Brasil.



Cirurgia plástica é coisa séria
O primeiro passo para uma cirurgia plástica de sucesso é a escolha do médico especialista. Cirurgia plástica é coisa séria, pois envolve anestesia e muitas vezes um pós-operatório doloroso e até mesmo com cicatrizes. Um cirurgião competente irá amenizar ao máximo todos os efeitos trazendo um resultado final satisfatório. "Existem hoje muitos médicos não especializados realizando cirurgias plásticas, os pacientes precisam tomar muito cuidado na hora de escolher, pois uma cirurgia errada pode acarretar danos irreversíveis", afirma, Aboudib.











Os médicos que compõem a SBCP têm em seu currículo uma formação de 11 anos, que somam a Faculdade de medicina (6 anos), residência em Cirurgia Geral (2 anos), e residência em cirurgia plástica (3 anos). Além disso, para obter o título de especialista é preciso aprovação em uma prova oficial aplicada pela associação da especialidade, garantindo a competência do profissional. Alerta: Somente no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CRM-SP) 95% dos processos decorrentes de cirurgias plásticas foram realizados por médicos que não possuem o título de especialistas nesse tipo de procedimento.



1. Lipoaspiração



É bom para: retirar a gordura localizada de diversas partes do corpo, como barriga, braços, costas e coxas.



Como funciona: durante a cirurgia a gordura é drenada através do uso de cânulas com espessuras que podem variar de dois a quatro milímetros. A lipoaspiração pode ser realizada em qualquer área corporal, porém obedecendo ao principio de não ultrapassar 7% do peso corporal.



Tempo de duração: de uma a três horas, com alta no mesmo dia ou no dia seguinte. Se a necessidade da cirurgia em grande área e volume, o ideal é realiza-la em duas etapas, para a reposição de toda a perda sanguínea entre uma cirurgia e outra.



Recuperação: embora possa haver um pouco de dor nos três primeiros dias, o repouso não é necessário. É preciso ter cuidado com a exposição ao sol nas primeiras três ou quatro semanas, até o roxo desaparecer.



Se liga! Lipoaspiração é um procedimento que deve ser realizado em um centro cirúrgico, de hospital ou clínica especializada, avalizada pela ANVISA. Não se engane por preços abaixo do custo, pois o barato muitas vezes pode sair mais caro.



Além disso, fuja dos procedimentos que levam o nome "minilipo", "hidrolipo", "lipo light" etc. Estes são considerados marketing e quase sempre oferecem serviços abaixo do preço, por pessoa sem qualificação e em ambiente cirúrgico inadequado.



2. Rinoplastia



É bom para: modificar o formato e a estrutura do nariz de acordo com as proporções de cada rosto.



Como funciona: esse tipo de procedimento é feito com o intuito de remodelar o perfil, o formato da ponta, o tamanho, projeção e até mesmo a largura do nariz. As técnicas são inúmeras e podem envolver enxertos de cartilagem, fascia ou fraturas dos ossos do nariz.



Tempo de duração: a cirurgia varia entre uma e três horas, com anestesia local ou geral.



Recuperação: são necessários sete dias para voltar às atividades normais. Cerca de três semanas depois, os roxos do nariz já terão sumido, porém a regressão total do edema irá demorar por volta de seis meses.



Se liga! Existe um equilíbrio entre o nariz e o rosto que determina a harmonia facial de cada pessoa, ou seja, um nariz de boneca não ficará necessariamente bonito no rosto de qualquer um. Além disso, não existe um manual com formatos de narizes, as modificações serão feitas de acordo com as proporções de cada rosto e com as experiências do seu médico, por isso há sempre a chance de insatisfação com o visual final.



3. Blefaroplastias



É bom para: remover o excesso de pele e o acúmulo de gordura nas pálpebras que causam inchaço, cansaço ou envelhecimento ao redor dos olhos.



Como funciona: muito procuradas pelos que já passaram dos 40 anos, o seu tratamento cirúrgico pode ser feito com incisão na pele ou mesmo, por dentro na conjuntiva, não deixando qualquer cicatriz externa.



Tempo de duração: de uma a duas horas com alta no mesmo dia.



Recuperação: o edema diminui bastante entre sete e dez dias, permitindo a volta às atividades normais. Compressas com gelo nos olhos ajudam a reduzir o inchaço.



Se Liga! O maior incômodo desse tipo de cirurgia são as equimoses (arroxeamento da pele) que irão evoluir para o amarelo até sumirem. Esse processo leva ao todo cerca de três semanas.



Mamoplastia de aumento



É bom para: aumentar o tamanho das mamas e deixá-las mais firmes.



Como funciona: a inserção da prótese na paciente pode ser feita de três maneiras: pela axila, pela auréola ou pelo sulco da mama, localizando-se atrás da glândula mamaria ou do músculo peitoral, de acordo com a preferência do paciente. A prótese mamária mais utilizada é a feite de silicone, pois possui melhor textura e palpação, além de um resultado visualmente mais bonito.



Tempo de duração: de uma a duas horas, com a alta hospitalar no mesmo dia.



Recuperação: os seios ficarão inchados por algumas semanas e pode haver uma sensação de ardor nos mamilos. Os pontos serão retirados entre sete e dez dias após a cirurgia e o paciente pode voltar à vida normal, sem esforços físicos, no prazo de uma semana.



Se liga! É preciso ter em mente que quanto maior a prótese, maior a chance de se ter alterações da sensibilidade nas mamas. Além disso, a operação não é indicada para mulheres jovens que ainda não atingiram a maturidade sexual. Em média, o procedimento costuma ser liberado de dois a três anos após a primeira menstruação.



5. Abdominoplastias



É bom para: remover estrias abdominais, melhorar a silhueta e deixar a cintura delicada e mais bem torneada.



Como funciona: o procedimento consiste na lipoaspiração do abdômen, seguida de uma plástica para retirar a pele e a modelagem do local. Essa técnica permite menos descolamento da pele e proporciona menor tensão à musculatura da parede abdominal.



Recuperação: a cicatriz é semelhante a da cesariana, além da cicatriz ao redor do umbigo. Além disso, exige um repouso maior que as outras cirurgias plásticas, entre 15 a 20 dias.



Se liga! Algumas deformidades como hérnia umbilical, hérnia incisional ou cicatrizes previas dificultam esse tipo de cirurgia e às vezes o aspecto das cicatrizes não fica como o esperado.



Serviço:

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (www.cirurgiaplastica.org.br)


RETIRADO DO SITE: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--55-20120627 ACESSO EM 01 DE JULHO

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