quarta-feira, 30 de março de 2011

Britânico 'ortoréxico' descreve obsessão por comida saudável e exercícios

Monkhouse diz ser obcessivo com alimentação e exercícios

O britânico Sam Monkhouse sofre de um distúrbio alimentar que deixa pacientes obcecados em comer alimentos saudáveis e fazer muitos exercícios físicos.
Especialistas afirmam que a ortorexia pode levar a outros transtornos como a anorexia e bulimia.
Monkhouse de 21 anos, da cidade inglesa de Portsmouth, diz prestar muita atenção ao que ingere por 'desejar ter um bom corpo'.
'Sigo uma dieta rica em proteínas, sem carboidratos', diz ele.Rotina
Monkhouse, que é funcionário de uma fábrica, conta que faz exercícios durante os intervalos que tem no trabalho.
'Eu treino duas vezes por dia, sete dias por semana. Na fábrica, durante meu horário de almoço, levanto pesos, faço abdominais e flexões', diz ele.
'Quando vou para casa, corro por 45 minutos e faço mais exercícios de alto impacto. Ao todo, devo gastar mais de duas horas diariamente me exercitando.'
Apesar de considerar 'horrível' o gosto de queijo cottage, ele diz que almoça o laticínio magro (feito com coalhada e com média de apenas 4% de gordura) diariamente.
'Em 90% do tempo, como apenas queijo cottage, iogurte natural, ovos e frango.'
'Se como um hambúrguer, coisa que acontece muito raramente, sinto que tenho que queimar o que comi imediatamente porque sei que se transformará em gordura que não quero no meu corpo', completa.
Vulnerabilidade
O Centro Nacional para Distúrbios Alimentares britânico (NCFED na sigla inglesa) recebe mais de seis mil ligações e e-mails por ano de pessoas que sofrem de ortorexia.
Seus especialistas se dizem preocupados que muitos jovens possam ser vítimas de dietas falsamente saudáveis recomendadas em revistas e internet.
'Nos meus 30 anos de experiência, calculo que uma em cada dez mulheres e um em cada 20 homens sofra de ortorexia', diz a especialista do NCFED Deanne Jade.
'Não é apenas um desejo de comer de forma saudável, é algo que passa a dominar cada vez sua vida. Eu chamo a ortorexia a prima da anorexia. Pessoas com sinais de ortorexia podem desenvolver outras doenças e apresentar problemas de saúde graves no futuro', diz ela.
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Disponivel em :

http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=28073410 acesso em 30 de março de 2011

Vogue lança campanha contra sites pró-anorexia

A edição italiana da revista Vogue lançou uma campanha para acabar com sites pró-anorexia.

Franca Sozzani, editora-chefe da Vogue Itália, explicou que «há milhares desses sites e blogs que não apenas apoiam este mal, como estimulam a competição sobre forma física entre as jovens».
De acordo com o britânico The Guardian, Sozzani colocou no seu blog, uma petição em que pede que esses sites sejam proibidos.
As trágicas consequências da anorexia nervosa foram destaque em Novembro passado, quando a modelo francesa Isabelle Caro morreu aos 28 anos de idade. Caro posou para um cartaz antianorexia, numa fotografia de choque tirada pelo fotógrafo italiano Oliviero Toscani.
A campanha não é a primeira iniciativa da Vogue na área de transtornos alimentares. Em 2009, a editora da Vogue britânica, Alexandra Shulman, acusou estilistas de enviar roupas cada vez menores para fotos de revistas de moda, obrigando-os a contratar modelos «com ossos salientes e sem seios, nem ancas».
Na Internet multiplicam-se este tipo de sites. Muitos negam que contribuem para promover desordens alimentares, afirmando que seu objectivo é apenas oferecer apoio a
A pressão vem maioritariamente do mundo da moda. No site O site Thinspiration Ana, as leitores são aconselhadas a «recortar fotos das suas modelos favoritas e usá-las na carteira. Quando estiver com fome, olhe para a imagem».
 Disponível em:
http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=14686 > acesso em 30 de março de 2011
ESTAMOS VIVENDO O MOMENTO DE REPENSAR NOSSO DISCURSO MIDIÁTICO? COMENTEM

domingo, 27 de março de 2011

Scarlett Johasson, Jessica Alba e Jessica Biel "engordam" para paródia em talk-show

Atrizes aparecem gordas em uma imitação de comerciais sobre perda de peso no programa de Jimmy Kimmel

Fonte: QUEM Online

Scarlett Johansson, Jessica Biel e Jessica Alba aparecem gordas em uma paródia sobre comerciais de emagrecimento que irá ao ar nesta noite (15) no talk-show "Jilly Kimmel Live".

As atrizes toparam a brincadeira, e aparecem completamente transformadas na brincadeira. A produção do programa fez uma montagem, e colocou a cabeça delas em corpos de outras pessoas.
Enquanto Alba aparece em um corpo masculino vestido de biquíni, Biel surge seminua também em um corpo de homem. Já Johansson usa roupas de ginástica em um corpo feminino.                                                                                                                        Scarlett Johansson
 
PARA REPENSAR... CRITICA OU DIVULGAÇÃO

Mulheres se tornam mais críticas com relação a seus corpos depois de perderem a virgindade

Estudo mostra que a primeira experiência sexual, principalmente quando ocorre entre os 17 e 20 anos, afeta diferentemente como homens e mulheres enxergam seus corpos

Redação Época

Perder a virgindade pode influenciar a forma como a pessoa enxerga o próprio corpo - e os homens, no geral, tendem a se ver mais saudáveis depois da primeira vez. É o que aponta um estudo da Universidade do Estado da Pensilvânia (Penn State), que identificou uma tendência nos rapazes em idade universitária a ficarem mais satisfeitos com seu próprio corpo após a primeira vez, enquanto que as moças se tornam mais exigentes consigo depois de perderem a virgindade.
A orientadora do estudo, a professora de desenvolvimento humano e estudos familiares Eva Lefkowitz, se disse impressionada com os resultados da pesquisa. “Se essas garotas estão se sentindo pior consigo mesma, isso pode dizer algo sobre seu desenvolvimento ou sobre sua saúde sexual e seu senso de si”, afirma.
No geral, o estudo mostrou que os universitários do sexo masculino tendem a desenvolver maior criticismo com relação a seus corpos no decorrer dos quatro anos de formação, enquanto que as meninas vão ficando mais felizes com seu corpo nesse mesmo período. Mas os pesquisadores descobriram que essa tendência inverte-se completamente logo após a primeira experiência sexual, quando aí os homens passam a ficar mais confiantes e as mulheres começam a se preocupar demais com seus corpos.
Os estudiosos da Penn State querem, agora, juntar seus resultados a uma série de outros estudos que ligam o possível comportamento sexual arriscado dos jovens à imagem que eles têm de si. Há pesquisas que apontam claramente uma ligação entre a busca por sexo não seguro, por exemplo, com a insatisfação com o próprio corpo. Por esse motivo, a aluna de Eva, Sara Vasilenko, que desenvolveu a pesquisa, atentou para a possibilidade de serem criadas campanhas de educação sexual específicas levando-se em consideração esses novos dados.
“Existem muitas pesquisas sobre o comportamento sexual de risco, mas não há tantas que expliquem como adolescentes e jovens adultos experienciam sua vida sexual e quais as consequências dessas experiências para suas saúdes mental e física”, diz Sara.
Para ela, o maior interesse era entender o quão positivo para uma pessoa seria iniciar-se sexualmente já no início da fase adulta, que é justamente a época em que se tem uma vida sexual mais ativa, já que a maioria das pesquisas estudavam as consequências dessa iniciação sexual em pré-adolescentes e adolescentes apenas.
A pesquisa foi composta por 434 universitários, que começaram a ser entrevistados em seus anos de calouros - entre os 17 e 19 anos de idade - e tiveram acompanhamento durante todo o período universitário. Desses, 100 perderam a virgindade depois de iniciado o experimento.
De tempos em tempos, a equipe de pesquisadores realizava entrevistas com todos os participantes e pedia-lhes que avaliassem sua satisfação com o próprio corpo. Nessas entrevistas, era pedido para que eles informassem o mês e ano de sua primeira experiência sexual com penetração. No fim, o resultado obtido foi de que as meninas, ao final da universidade, se mostraram mais insatisfeitas que os meninos.
O próximo passo da pesquisa, diz Sara, será estudar o motivo de a primeira experiência sexual afetar de forma tão diferente cada sexo.
Disponivel em:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI220808-15257,00-MULHERES+SE+TORNAM+MAIS+CRITICAS+COM+RELACAO+A+SEUS+CORPOS+DEPOIS+DE+PERDER.html
acesso em 27 de março

O Momento agora é Deles



Já se foi o tempo em que a procura por tratamentos estéticos era privilégio das mulheres. Quem diz e comprova isso diariamente em sua clínica no Jardim Paulista é o Dr. David Di Sessa. Cada vez mais o número de homens, principalmente acima dos 40 anos, idade em que o homem está muito mais preocupado com a sua saúde e beleza, sinal da busca desenfreada pela juventude, aumenta consideravelmente em busca dos diversos tratamentos de beleza, inclusive das cirurgias plásticas.
São Metrossexuais assumidos que quando entram nas clínicas para fazerem algum tratamento, estes, não se resumem apenas aos mais simples. O metrossexual já utiliza de todos os meios para se sentir mais bonito. Sejam procedimentos pouco invasivos, como, peelings, toxina botulínica ou até os métodos cirúrgicos, como implante capilar, prótese de silicone e a lipoaspiração. Essa última, que já gerou polêmicas com mulheres - por desviarem o foco da procura pela cirurgia - tem atraído cada vez mais homens que se incomodam com excessos de gordura na região abdominal.
"Os cirurgiões constatam que para os homens, o principal motivo para recorrer a operações é a juventude da nova parceira", diz o estudo. Assim, de janeiro a março, as consultas para injeções de Botox na Inglaterra aumentaram 57% para os homens em relação ao mesmo período do ano passado. As cirurgias peitorais aumentaram 42%, e as de renovação das camadas superiores da epiderme 43%, destacou o grupo. (dados de 2009/2010)
No Brasil, além do aumento das intervenções citadas acima, a lipoaspiração é um dos casos mais procurados pelo sexo masculino, independente de estar ou não na casa dos 40 anos.
A lipoaspiração é um dos casos mais procurados pelo sexo masculino que almejam a chamada “barriga sarada”. Segundo Di Sessa, “há uma procura crescente de homens que querem realizar lipoaspiração, principalmente na região abdominal, para que a barriguinha dê espaço aos futuros gominhos". Para eliminar os pneuzinhos e as barrigas de chopp, muitos homens têm optado pela cirurgia.
Enquanto no começo dos anos 2000 poucos homens tinham coragem de fazer esse tipo de cirurgia, agora, os homens - inclusive os que praticam esportes regularmente - optam pela lipoaspiração ou pela mini-lipo, para retirar excessos de gordura que a esteira não tira.
Vale dizer que a lipoaspiração é uma Cirurgia Plástica como qualquer outra, mas tem um objetivo que não pode ser distorcido. Ela visa a retirada da gordura localizada e não serve para a perda de peso. Caso a cirurgia seja feita com outro propósito, o resultado ficará comprometido e os riscos cirúrgicos serão maiores. É muito importante alertar o paciente sobre todos os procedimentos da cirurgia de lipoaspiração e lhe assegurar que se feita com outro propósito, como a busca constante de perder peso rápido, os riscos cirúrgicos serão bem maiores do que seguindo o procedimento correto.
Os cuidados pós-cirúrgicos são os mesmos indicados para as mulheres: Drenagem linfática precoce, o uso de cinta especifica e repouso relativo. Seguindo corretamente essas orientações, o paciente certamente terá um bom resultado cirúrgico.
Para os médicos, a busca de homens pela cirurgia é um quadro que representa a quebra de preconceitos, uma vez que a cirurgia de lipoaspiração não foi criada especificamente para mulheres.
"É muito bom saber que os homens em geral têm perdido esse preconceito. É um reflexo da nova sociedade em que vivemos que está deixando de lado certos pré-conceitos que não se encaixam mais à nossa época", diz Dr. David Di Sessa
*Dr. David Di Sessa é Médico especialista em Cirurgia Plástica e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Membro da Sociedade Brasileira de Laser.

Disponivel em: http://www.dissessaegaravello.com.br/ Acesso em 27 de março
PELO TEXTO TAMBÉM OS HOMENS PASSAM A SER COBRADOS POR UM CORPO PERFEITO E PASSAM A SER RECONHECIDOS POR SUA PERFORMANCE CORPORAL.... COMENTEM

sábado, 26 de março de 2011

Sutiã como obra de arte

Sutiã vira obra de arte no Shopping Metrô Boulevard Tatuapé. De 23.03 a 24.04 artistas expõem mais de 20 peças de um dos itens mais importantes do vestuário feminino.

Uma das peças mais importantes no vestuário feminino, o sutiã passou por diversas mudanças ao longo da história. Dos Espartilhos, bustiês e coletes até os modelos atuais, a peça não cai de moda e está sempre sendo reinventada, principalmente nas novelas, onde são copiadas por muitas mulheres. Inspirados pela moda e universo feminino, artistas plásticos da Associação Brasileira dos Artistas Plásticos de Colagem (ABAPC) e Curadoria – Robert Richard, expõem mais de vinte peças na mostra “Soutién – Símbolo do Sagrado Feminino”, que fica até o dia 24.04, no Espaço Cultural Boulevard das Artes, do Shopping Metrô Boulevard Tatuapé.

As obras foram retratadas a partir de materiais utilizados pelas próprias mulheres, em casa, no dia a dia, como a madeira, metal, pano, arame, penas, areia, gesso, balas comestíveis, reciclados, o que faz com que as peças se aproximem ainda mais do mundo feminino. Cada um desses artistas, voltados para uma causa especifica, dão a sua versão particular do sutiã, recriando modelos exóticos, exagerados, surreais e conceituais. A exposição discute, de forma lúdica e instigante, o tratamento e o sofrimento das mulheres sob os ditames da moda em diferentes períodos da história através da arte da colagem.

O sutiã sempre marcou importantes acontecimentos do feminismo no Brasil e no mundo. Enquanto na Europa e Estados Unidos o feminismo estourava nas décadas de 1960 e 1970, as americanas despiam-se dos sutiãs em praça pública. No Brasil, vivia-se a explosão da ditadura militar e, mesmo no auge da repressão, surgiu uma nova retomada do movimento feminista com o Conselho Nacional de Mulheres do Brasil. Esse movimento tornou as questões mais abrangentes e trouxe o principio da igualdade entre marido e mulher no casamento e a introdução do divórcio na Legislação brasileira.

Para o coordenador de marketing do Shopping Boulevard, Mauro Fontes, a exposição é uma forma de proporcionar aos visitantes do shopping cultura e entretenimento. “Nosso diferencial está em agregar conteúdo e diversão para os freqüentadores. Através de uma visão lúdica e bem humorada, os artistas conseguem transformar a polêmica peça íntima em obra de arte, mostrando sua evolução ao longo dos anos”, destaca Fontes.
Para o curador da exposição, Robert Richard, é importante discutir novos conceitos de estética e de como o imaginário masculino é povoado de lembranças sobre a mulher e sua sensualidade. “O sutiã pode ter muitos olhares, ele remete a ideia da amamentação, do câncer de mama, do lado erótico. Enfim, algo muito curioso, um fetiche, uma coisa do sagrado feminino”.
Diisponivel: http://bagarai.com.br/sutia-como-obra-de-arte.html : acesso em 26 de março
DIFÍCIL VIVER COM ELE... IMPOSSIVEL VIVER SEM ELE

sexta-feira, 25 de março de 2011

Sociedade lança guia para plástica após redução do estômago

Médicos criam diretrizes para cirurgia plástica em pacientes que fizeram bariátrica


Os cirurgiões de estômago e intestino estão com o bisturi a todo vapor. O aumento de cirurgias bariátricas também trouxe um efeito colateral às agendas dos cirurgiões plásticos.
“Nossa demanda aumentou proporcionalmente”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Sebastião Guerra.
“Após reduzirem o estômago, estes mesmos pacientes nos procuram para retirar o excesso de pele da barriga, costas e braços, fruto do emagrecimento rápido”, completa o especialista.
Segundo Guerra, estes pacientes cada vez mais numerosos também têm características peculiares que devem pesar no pré-operatório e no momento da cirurgia plástica.
“O risco de complicação da cirurgia plástica em um paciente submetido à bariátrica é maior. Além disso, os efeitos da lipoaspiração também são mais limitados. Tudo isso precisa ser de conhecimento do cirurgião plástico e bem explicado ao cliente”, completa o presidente da Sociedade.
Por estes motivos, a SBPC vai lançar até setembro deste ano um manual com novas regras e diretrizes da cirurgia plástica e contará com um capítulo específico para os pacientes submetidos à bariátrica. O guia está sendo preparado desde o ano passado e contou com a participação de médicos nacionais e internacionais, sendo discutido em todos os congressos médicos brasileiros realizados de lá para cá (foram oito no total).
Uma das diferenças deste paciente é que, mesmo após perder muitos quilos, eles continuam com as veias bem mais dilatadas do que o normal. Isso faz com que a incidência de hemorragia após a plástica seja maior.

“Além disso, a própria pele fica com um aspecto diferente. A estrutura óssea de quem conviveu muitos anos com a obesidade também é afetada. Tudo isso interfere no resultado final da plástica. Se você comparar uma mulher que fez bariátrica com uma que quis a lipo após ter filhos, os resultados da segunda serão melhores”, conclui Guerra.



Faxina
Além de orientar os médicos, o novo manual da cirurgia plástica também nasce com a missão de reduzir o número de erros em colocações de prótese de silicone, lipoaspiração e outros tipos de procedimentos estéticos. A especialidade é a que mais concentra processos, segundo relatório divulgado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp).
Quando o cardiologista Roberto D’ávila assumiu a presidência do Conselho Federal de Medicina (CFM), no início de 2010, ele também assumiu o compromisso de fazer uma “faxina” nas clínicas e hospitais que fazem este tipo de operação também com o objetivo de proteger os pacientes.

Disponivel: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/sociedade-lanca-guia-para-plastica-apos-reducao-do-estomago_104419/ acesso em 25 de março



quarta-feira, 23 de março de 2011

Cirurgia Plástica terá cartilha para garantir segurança de pacientes

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica lança, nesta sexta-feira (18), uma cartilha que estabelece novos limites para os procedimentos de cirurgia plástica, com o objetivo de garantir a segurança do paciente. O material será apresentado pelo presidente da SBCP Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, durante a 12ª edição do Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, pelo presidente que acontece hoje em São Paulo.




Entre os pontos principais, a cartilha afirma que todo procedimento deve ser realizado em um local (hospital ou casa de saúde) com equipamentos adequados e atualizados para o procedimento, sempre com desfibrilador disponível.

Disponivel em: http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?id=273642 acesso em 23 de março

O local deve ainda ser próximo a uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e de um banco de sangue onde haja pelo menos duas unidades disponíveis de imediato em caso de emergência. E, antes de operações de grande porte, o paciente deve fazer testes detalhados de sangue.



O material frisa ainda a necessidade da presença de um anestesista antes e durante a operação, sendo proibido ao profissional fazer dois procedimentos ao mesmo tempo. (Com informações R7)









A cada dia, mais homens se submetem a cirurgias plásticas


Nos Estados Unidos, uma pesquisa estatística mostrou que foram feitos 1.1 milhão de procedimentos cirúrgicos estéticos em 2010. Os homens dessa geraçã
REDAÇÃO ÉPOCA

Mais e mais homens estão se submetendo a cirurgias estéticas. É o que mostra um estudo estatístico divulgado nesta terça-feira (22) pela Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS, na sigla em inglês). Só em 2010, mais de 1.1 milhão de cirurgias plásticas foram feitas em homens e, apesar de o número ser apenas 2% maior que o de 2009, o que impressiona é o aumento em cada tipo de procedimento realizado - foram feitos 14% mais lifts faciais, e 7% mais lipoaspirações em homens.
A maior parte dos homens tem se submetido a cirurgias mais invasivas, procedimentos mais complexos. “O crescimento nos procedimentos cirúrgicos estéticos nos homens pode ser produto do envelhecimento da geração dos baby boomers (aqueles nascidos entre 1945 e 1964), que estão prontos para se submeter à cirurgia plástica”, disse o presidente a ASPS, Phillip Haeck.
Haeck diz que procedimentos menos invasivos, como a aplicação do Botox, não são suficientes para esses homens. Conforme aumenta a idade, mais difícil é que só o Botox aguente o envelhecimento e, por isso, mais homens procuram cirurgias que levantem a pele buscando parecer mais novos.
“O paciente típico dessas cirurgias que eu vejo é um homem comum que quer parecer tão bem por fora quanto ele se sente. A maioria dos meus pacientes são o tipo de homem que você jamais pensaria que passaria por uma cirurgia plástica”, afirma Haeck.

Só em 2010, por exemplo, foram realizadas 64 mil cirurgias no nariz, 31 mil na região dos olhos e 24 mil lipoaspirações em homens. As aplicações de Botox foram 337 mil no ano passado, e também cresceram os procedimentos de depilação a laser: foram 165 mil. Os números mostram como esse mercado se aqueceu.
Segundo analisa o presidente da ASPS, a geração dos baby boomers, que começa a atingir os 50, 60 anos, quer se sentir bem e parecer bem, tanto por dentro quanto por fora. Como eles têm recursos financeiros suficientes para isso, se submetem às cirurgias, que também ficaram mais baratas com o decorrer do tempo.
“Tipicamente as pessoas pensam que o homem precisa ser uma celebridade ou um rico para passar por esse tipo de cirurgia”, diz. A realidade é que muitos homens “comuns” têm procurado os cirurgiões. Um deles, o americano Joe Marek, de 57 anos, não é nem milionário nem famoso. “Nem me sinto tão velho. Me sinto jovem, malho. Mas eu queria me sentir por fora como me sinto por dentro”, disse.

DISPONIVEL EM: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=227847 ACESSO EM 23 DE MARÇO DE 2011

Confira a galeria de fotos de Elizabeth Taylor

A diva hollywoodiana Elizabeth Taylor, que morreu nesta quarta-feira aos 79 anos de insuficiência cardíaca, começou no cinema ainda criança, em filmes como Lassie, ganhou dois Oscar de melhor atriz e deslumbrou a todos com sua beleza estonteante.


Elizabeth Taylor com Montgomery Clift em "Um Lugar ao Sol" (1951)




De biquíni em
De Repente no Último Verão (1959)

Foi durante as filmagens que Elizabeth Taylor e Richard Burton se apaixonaram e começaram um casamento de mais de uma década de duração.









http://www.caras.com.br/imagens/200254/em/noticias/31164/com-o-cabelo-descolorido-em-1999#incontext acesso em 23 de março

Liz Taylor foi considerada uma das grandes musas de Hollywood e ficou famosa ao estrelar os longas Assim Caminha a Humanidade (1956), Gata em Teto de Zinco Quente (1958), De Repente, No Último Verão (1959) e Cleópatra (1963).





Diamantes e joias marcaram seu estilo

...O talento da diva foi reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood com dois Oscar. O primeiro foi recebido em 1961 por Disque Butterfield 8. Já a segunda estatueta veio no ano de 1967 pelo filme Quem Tem Medo de Virginia Woolf?.
Abaixo, veja a filmografia completa da atriz:
1994 - Os Flintstones

1989 - Doce Pássaro da Juventude (filme feito para a TV)

1988 - Il Giovane Toscanini

1987 - Poker Alice (filme feito para a TV)

1986 - Cenas de Mulher (filme feito para a TV)

1985 - Malice in Wonderland (filme feito para a TV)

1983 - Between Friends (filme feito para a TV)

1980 - A Maldição do Espelho

1979 - Winter Kills

1977 - A Little Night Music

1976 - Victory at Entebbe (filme feito para a TV)

1976 - The Blue Bird

Queen of Light/Mother/Witch/Maternal Love

1974 - O Ocaso de uma Vida

1973 - Ash Wednesday

1973 - Night Watch

1973 - Divorce His - Divorce Hers (filme feito para a TV)

1972 - Hammersmith Is Out

1972 - Under Milk Wood

1972 - X, Y e Z

1970 - Jogo de Paixões

1969 - Ana dos Mil Dias

1968 - Secret Ceremony

1968 - O Homem que Veio de Longe

1967 - The Comedians

1967 - O Pecado de Todos Nós

1967 - Doctor Faustus

1967 - A Megera Domada

1966 - Quem Tem Medo de Virginia Woolf?

1965 - Adeus às Ilusões

1963 - Gente Muito Importante

1963 - Cleópatra

1960 - Disque Butterfield 8

1960 - Scent of Mystery

1959 - De Repente, No Último Verão

1958 - Gata em Teto de Zinco Quente

1957 - A Árvore da Vida

1956 - Assim Caminha a Humanidade

1954 - A Última vez que vi Paris

1954 - Beau Brummell

1954 - No Caminho dos Elefantes

1954 - Rapsódia

1953 - The Girl Who Had Everything

1952 - Ivanhoé, o Vingador do Rei

1952 - Love Is Better Than Ever

1951 - Quo Vadis

1951 - Um Lugar ao Sol

1951 - O Netinho do Papai

1950 - O Pai da Noiva

1950 - The Big Hangover

1949 - Traidor

1949 - Quatro Destinos

1948 - Julia Misbehaves

1948 - A Date with Judy

1947 - Cynthia

1947 - Nossa Vida com Papai

1946 - Courage of Lassie

1944 - A Mocidade é Assim Mesmo

1944 - The White Cliffs of Dover

1943 - Jane Eyre

1943 - Lassie Come Home

1942 - There's One Born Every Minute




Elizabeth Taylor morre aos 79 anos em Los Angeles

NOVA YORK (Reuters) - A lendária estrela de Hollywood Elizabeth Taylor, que começou a atuar ainda criança e tornou-se uma das atrizes mais talentosas de Hollywood, morreu nesta quarta-feira aos 79 anos, anunciou sua agente publicitária.

Taylor morreu no Hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, cercada por seus quatro filhos, tendo sido hospitalizada há seis semanas com falência cardíaca congestiva, revelou um comunicado da agente publicitária Sally Morrison.
Em uma carreira que abrangeu sete décadas, Taylor recebeu cinco indicações ao Oscar e ganhou a estatueta de melhor atriz em duas ocasiões.
Sua vida pessoal foi marcada por glamour e confusões. Ela combateu o excesso de peso e a dependência de drogas. Elizabeth Taylor foi casada oito vezes, duas das quais com o ator Richard Burton.
Seu filho Michael Wilding disse em declaração à imprensa: "Minha mãe foi uma mulher extraordinária que viveu a vida plenamente, com grande paixão, humor e amor. Embora sua perda seja devastadora para nós, para as quais ela era tão querida e tão íntima, sempre vamos nos sentir inspirados pela contribuição duradoura que ela fez para nosso mundo."
Taylor, que tinha olhos de cor violeta, começou sua carreira no cinema aos 10 anos e foi classificada em muitos rankings de fãs como a mulher mais bela do cinema. Ela enfrentou problemas de saúde durante muitos anos.
A vida de Elizabeth Taylor aconteceu em dois mundos. Ela era uma atriz poderosa que recebeu um Oscar em 1960 pelo papel de garota de programa em "Disque Butterfield 8", outro pelo papel de alcoólatra em "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?", em 1967, e foi indicada ao Oscar por "Gata em Teto de Zinco Quente", "De Repente, No Último Verão" e "A Árvore da Vida".
Sua vida pessoal, por outro lado, definiu um padrão em Hollywood em matéria de glamour e turbulência. Após a morte de seu terceiro marido, o produtor de cinema Mike Todd, em 1958, ela se envolveu em um triângulo amoroso fartamente noticiado com o cantor Eddie Fisher e a mulher deste, a atriz Debbie Reynolds, até casar-se com Fisher.
Enquanto filmava "Cleópatra", em 1961, ela iniciou uma relação tórrida com Richard Burton, que fazia o papel de Marco Antonio e também era casado na época. O caso deles foi amplamente documentado pelos tablóides.
A relação de Taylor e Burton foi uma verdadeira saga. Ambos atores de forte vontade própria, eles se casaram em 1964 depois de Taylor divorciar-se de Fisher, e Burton deu a Taylor peles e diamantes, incluindo uma joia de 1 milhão de dólares em formato de pêra, enquanto elogiava publicamente "seus seios maravilhosos".
Mas eles também lançavam injúrias um contra o outro e contracenaram com brilho no filme baseado na peça "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?", de Edward Albee, sobre um casal amargurado que se estraçalha verbalmente.
"Temos prazer em brigar", disse Elizabeth Taylor certa vez. "Ter uma briga tremenda, ultrajante e ridícula é um dos maiores exercícios de intimidade marital."
(Reportagem de Daniel Trotta)
Disponivel em: http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE72M07J20110323?pageNumber=1&virtualBrandChannel=0&sp=true acesso em 23 de março de 2011
MORRE A DIVA, FICA O SONHO. UM ADEUS AOS OLHOS MAIS BONITOS DO CINEMA MUNDIAL


terça-feira, 22 de março de 2011

A mulher e a ridícula síndrome da eugenia que impera na cultura atual




Publicado em 8 março, 09 por Atama Moriya

Neste dia internacional da mulher gostaria de comentar algumas questões importantes para que sirvam de alerta as mulheres, para que possam ocupar mais rapidamente nesta era o papel que lhes cabe nos próximos dois mil anos, a era do matriarcado.
Vivemos sempre em ciclos, e tivemos na era de peixes, que não é simplesmente astrológica, mas sim astronômica e embora a ciência e o suposto racionalismo humano não considerem, o planeta Terra é guiado e influenciado por estes ciclos da astronomia. Tudo são ciclos, desde o os planetas que giram em volta do Sol, e o próprio sistema solar que também gira a velocidade de bilhões de quilômetros por hora em direção ao centro deste Universo, assim como a própria Terra gira em torno de seu eixo em constante que marca o dia e a noite, e até mesmo a lua que ao girar também em torno do planeta traz em si suas tremendas influências.
Resumindo, vivemos recentemente a era do patriarcado na Terra, e ora já adentra a era do matriarcado, na qual caberá à mulher o principal papel a ser exercido na história presente e futura de nossa Civilização.

A experiência no patriarcado até que foi consideravelmente interessante, mas já deu o que tinha que dar como frutos, e nada mais poderá ser acrescentado daqui para a frente. Em termos de progresso e evolução a mulher tem muito mais a ensinar e dirigir a nossa humanidade, principalmente se ela se guiar em novos valores humanos, valores de ética e moral consoantes com a natureza divina do ser. E para assumir estes valores as mulheres estão mais bem preparadas do que os homens, afinal, como mães tem muito mais amor a dar a nossa descendência que os papais humanos que hoje se encontram limitados em conceitos, paradigmas e dogmas incongruentes, falidos e degenerados. Não estou tecendo críticas, mas citando fatos concretos. Todavia, a compreensão vai de cada um. Por acaso vivemos numa civilização ótima, onde todos se amam, não há crimes, não há guerras, não há mortes, não há fomes, não há miseráveis, não há pedófilos, corruptos, etc.?



Aparentemente os papais esgotaram seus arsenais de conhecimentos e doutrinas filosóficas de vida, tanto que eles hoje também se encontram mais perdidos que “cegos em tiroteios”. Nossos jovens hoje contestam as bases de nossa cultura porquanto percebem as incongruências e ilógicas existentes, e mais ainda irão contestar nas próximas décadas e ainda bem, pois é assim que se faz saltos para a frente e para o alto em busca do progresso humano.



Continuar a viver hoje como os “velhos” impõem não é mais aceitável, e tudo está a ruir na civilização, desde as coisas mais simples como o casamento até as mais complexas como sistemas políticos e econômicos.



Tudo está sendo contestado e não à toa. Percebam que há um clamor para novos paradigmas, novos parâmetros e objetivos de vida em todas as sociedades. Embora que inconsciente ainda, será mais visível conforme as crises existenciais se tornem cada vez mais claras aos nossos olhos.



Vejam por exemplo a crise econômica, que não é apenas econômica, mas uma crise que expõe essencialmente os desatinos humanos individuais em conduções inconsistentes de vida, de lógica, de racionalidade com relação a sua própria natureza.



Por conduzirmos a vida sem fundamentos de nossa própria existência e sem conhecimentos de quem de fato somos nós e o que estamos fazendo aqui na Terra, encontramo-nos em abismos, em vazios existenciais que ora se refletem nas crises atuais, que são apenas efeitos da insatisfação individual humana de vida e não causa destas insatisfações.



Fomos educados a sermos competitivos e vitoriosos, gananciosos como o Tio Patinhas e vaidosos ao extremo, como que estes fatores pudessem mesmo de fato nos trazer felicidade e preencher os nossos vazios. A mulher está há séculos numa “caverna escura” e a única diferença é que alguém acendeu uma luz e trouxe uma idéia, um ideal de direitos iguais aos homens.



Tudo certo, tudo ótimo, afinal ela começou a sair desta caverna escura de séculos e séculos de obscurantismo, apenas que não pensou direito e comprou de fato a idéia de direitos iguais, e assim se tornou apenas mais um consumidor voraz, como desejavam os idealizadores dos direitos femininos. E passou a beber, a fumar, comprar carros, fazer plásticas, a ter muitos filhos de pais diferentes, de tentar suplantar o homem em poder e supremacia, mas esqueceu-se de ser mulher, e isto ficou relegado a um segundo plano. E esqueceu-se também de pensar. Não estou aqui para chocar as mulheres e tampouco ofendê-las, mas alertar que elas podem mais, muito mais, e a humanidade futura depende exclusivamente do nascimento desta nova mulher que deverá tomar o poder e ser a líder desta era de Aquarius, e assim será por dois mil anos, mas desde que despertem das ilusões criadas por monstros humanos.



O mundo é feito de paradigmas e conceitos, todos eles elaborados pelo homem, e a mulher não parou para pensar que estes ideais que estavam lhe vendendo eram apenas mais um produto e assim ela mesma se tornou um produto a ser consumido pelas idéias e conceitos. Passou a mulher a idealizar e se comparar ao homem e seus padrões e conceituações, e passou a procurar a imitar este homem dito moderno. Jamais chegou a pensar e imaginar que este “modelo” de conceitos aos quais ela tenta imitar justamente traz em si toda a série de conceitos falhos, falsos para os tempos atuais e, portanto, falidos para a constituição de uma nova civilização.



O mundo está em crise ou está em crise o ser humano com seus conceitos de vida, de trabalho, de família, de estrutura política, de estrutura social, de estrutura econômica, de conceitos sociais e filosóficos, de conceitos de religiões, de dogmas?



A economia está em crise ou está em crise os conceitos da economia de que tratam a renda e os salários dos trabalhadores, o trabalho, a poupança, a distribuição de renda, etc.? Pois bem, durante estas ultimas décadas a mulher, apesar de sua capacidade emocional e racional ser mais equilibrada que a dos homens (e sem qualquer crítica ao homem) com sua inteligência emocional em níveis melhores, bastou-se em tentar igualar-se e imitar o homem em degeneração de conceitos. Conseqüência: caiu no vazio também, pois está o tempo todo comprando e tentando imitar um modelo em degeneração. E ela sabe intuitivamente que este modelo está ultrapassado, mas falta o que para enfim criar o seu próprio modelo?



Nos tempos atuais, nós temos a mulher que se diz liberta, ou com liberdade de agir e pensar, mas será realmente que está fazendo uso desta capacidade ou simplesmente está copiando modelos e idéias dos outros?



Hoje está tudo falindo, inclusive o modelo de empresa social chamado família, e ainda que preciso como um contrato, não tem conteúdo e os próprios filhos sem caminhos, sem conceitos firmes e lógicos de ética e moral também se degeneram, e estes infelizmente serão os responsáveis pelas novas empresas “família”, e pelo que estão aprendendo, também serão empresas falidas e degeneradas também, pelo menos na maioria. Por quê?



A síndrome da eugenia que a civilização dita moderna, e inteligente está criando e adotando de fato é absolutamente louca e sem o menor sentido para aqueles que compreendem quem somos nós, o que estamos fazendo aqui e qual será o nosso destino.



Adotar padrões falsos de eugenia para nortear principalmente as mulheres e a cultura humana é querer mesmo mergulhar o ser humano numa lata de lixo e criar paradigmas que apenas trazem tristeza e infelicidade a grande maioria da humanidade.



Não contentes consigo mesmas por não se adequar aos padrões eugênicos atuais, ou padrões de beleza e raça bonita que possa ser valorizada na sociedade, as mulheres (principalmente) tem terríveis conflitos íntimos e, por conseguinte traz em si toda a sorte de vazios existenciais que impedem que ela, a mulher possa realmente aprender o primeiro passo da evolução que é armar-se a si própria.



É, realmente, tenho visto muitos depoimentos de mulheres que se sentem absolutamente frustadas e fracassadas diante do seu não atingimento, nem de longe, destes padrões e idéias de beleza, que escondem por trás outros padrões filosóficos, existenciais, econômicos, sociais e raciais.



Não será num simples e pequeno texto como este que vou conseguir traduzir melhor tudo que se passa no íntimo das mulheres que estão sendo mutiladas por criminosos psíquicos que criam estas campanhas e estes discursos de padrões eugênicos de ser humano.



Há um exagero extremamente nefasto na criação destes falsos padrões de beleza, de vaidades, de moda, de felicidades que se baseiam no somente se atingido estes padrões. Isto está destruindo a caminhada de bilhões de mulheres pelo mundo e trazendo em si toda a sorte de pré-conceitos inatingíveis, ridículos de quem os cria.



Esta falsa idolatria tem no fundo impedido a coisa mais básica do mundo que é a mulher se amar, e se ela que tem o papel mais importante neste momento de grandes mudanças na história da humanidade está perdida hoje, e nem é homem, e nem é mulher, que será da sua descendência, que será do futuro desta humanidade?



A verdadeira mulher que enfim pode liderar este futuro está na raiz do surgimento de uma cultura matriarcal que preserve os “verdadeiros” valores de seres humanos de ética e moral e não a criação de máquinas que se conspurcam umas as outras e se matam em guerras, em assassinatos, em corrupções, em psiquismos doentios.



Este padrões atuais de beleza, raça pura ou seja o que for que estão vendendo, tenham a certeza é falso, totalmente falso, posto que ao homem ainda não é dado saber qual o verdadeiro padrão a ser atingido em raças futuras, distante milhões de anos, mas estamos aqui para aprender que não existem patinhos feios na nossa civilização, e muito menos cisnes lindos, posto que tudo pertence ao Criador e não ao homem, e esta casca ainda grotesca nesta fase da evolução dos corpos, que mal dura oitenta anos, está muito longe de atingir algum ideal verdadeiro, e ainda que alguns possam eleger este ou aquele modelo, carece de realidade, posto que somos almas, e não estes corpos finitos e passageiros.



Certamente o verdadeiro padrão a ser estabelecido como meta é abstrato e está contido nos valores como seres humanos e não corpos finitos, frágeis e falíveis.



Realmente ridículos sãos os seres humanos que estão a criar estes padrões de eugenia, de beleza, moda, felicidade e vida, posto que estes estão provocando a milhões de outros profundos sentimentos de infelicidade, humilhação e tristeza, e estes “falsos criadores” terão no futuro que enfrentar a lei de Deus por estas “criações abomináveis” nas mentes dos outros; assim também sucumbirão todos que produzem ou incentivam estes conceitos ou vivam deles. Olho por olho, dente por dente, tudo tem seu preço na lei do universo e não tem perdão, tenham a certeza disto. E se existe algum tipo de “inferno” no pós morte, tenham a certeza também que milhares já estão com suas passagens e reservas compradas.



Mulheres, não se deixem enganar por estes falsos padrões e ideais que estão a sua volta, em revistas, propagandas, modas, em teses, e tudo mais, mas criem os seus próprios baseados na verdadeira ética e moral de Deus, e não esta dos “criadores de monstruosidades” da sociedade.



Por Atama Moriya, em 08-03-2009
disponivel em: http://atamamoriya.wordpress.com/2009/03/08/a-mulher-e-a-sindrome-da-ridicula-eugenia-que-impera-na-cultura-atual/ = eugenia acesso em 22 de março


PARA CONHECER, REFLETIR E COMENTAR

sexta-feira, 18 de março de 2011

Mulheres de primeira classe

As brasileiras da classe C, mais do que qualquer outra, estão com a autoestima em alta, decidem as compras da família e mais


Qual a imagem que você tem da mulher da classe C brasileira? Se é algo como ‘fica em casa cuidando dos filhos, depende financeiramente do salário do marido e não se preocupa com o visual’, esqueça tudo e comece de novo. Pesquisas de mercado vêm desvendando o universo da nova classe média, e apontam que, mais do que em qualquer outro segmento, as mulheres são protagonistas.


Dentro deste universo, que possui renda familiar entre R$1.000,00 e R$ 4.000,00, as mulheres são as protagonistas. “Mais do que nunca, o sexo feminino acabou assumindo grande parte da responsabilidade financeira da casa. Muitas vezes é a renda principal. Este cenário deu a elas um poder de decisão de compra incrível”, diz Rita Almeida sócia da CO.R Inovação, empresa de estratégia de marketing e inovação que realiza pesquisas sobre o segmento. É ela ainda que afirma que a autoestima das mulheres da nova classe média é a maior do Brasil atualmente.

“A chamada ‘nova classe média’ detém praticamente 50% do poder de consumo no Brasil. Com um número expressivo assim o mercado corre atrás para saber quais são as preferências e as necessidades deste público”, afirma. As famílias brasileiras gastaram, em 2010, mais de R$ 2 trilhões em consumo, de acordo com estudos do Instituto Data Popular. E todos estão de olho na nova classe média. Em oito anos a participação da classe C foi de 25,77% para 41,35% do total. Ao contrário, a classe AB recuou: foi de 58,51% para 42,88%.

Autoestima nas alturas

“Quando analisamos o comportamento das mulheres que se enquadram nesta faixa de renda vemos que houve uma grande evolução. Ela passou a ser mais exigente, a buscar oportunidades de consumir coisas que antes não podia e, principalmente, a ter uma autoestima bastante elevada”, declara Andrea Beatrix, gerente-geral de marketing da rede de lojas Marisa, que tem como principal público mulheres da classe C entre 20 e 35 anos.
“Estas mulheres enxergam o corpo de forma muito tranquila. A sensualidade delas não depende de estarem muito magras ou qualquer outra ‘ditadura’ com relação à beleza feminina imposta pelos meios de comunicação e pela moda. Não significa que elas tenham pouco cuidado com o visual. Muito pelo contrário: elas cuidam muito da aparência. Gastam uma parte bastante expressiva do seu dinheiro com cosméticos, principalmente produtos para cabelo, perfume e maquiagem”, revela Rita.

A auxiliar administrativa Carolina Corts, 21, reforça as estatísticas. “Eu gasto muito com maquiagem. Gosto de me sentir bonita e de me arrumar. Queria ser um pouco mais magra, mas não faço muito esforço. Estou muito feliz com meu corpo e não fico neurótica correndo atrás de padrão de beleza”.
“Não deixo de ir à academia. É um dos investimentos que faço em mim. Acho que é importante a gente se sentir bem com nossa aparência e eu me sinto ótima com a minha”, afirma a gerente de clínica de estética Alessandra Maciel Rocha, 28.
Roupa e cabelo impecáveis

“As mulheres da classe média se preocupam muito com o que vestem e com seus cabelos. Várias pesquisas nos mostram que elas estão sempre em busca de novos produtos que possam melhorar a aparência”, afirma Rita.
“Eu vou ao cabeleireiro uma vez por mês para manter o corte. Além disso, também cuido em casa. Faço escova e hidratação sempre que eu acho necessário” conta a analista de crédito Ana Carolina Pinheiro, 22. Ela diz que, às vezes, acaba perdendo o controle de seus gastos, mas que não pensa em cortar nada que a faça se sentir mais bonita.


disponivel em:http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=7&idnot=44936 acesso em 18 de março
Com cabelos bonitos e tratados, as mulheres não descuidam do vestuário. “Antigamente as clientes da Marisa não se interessavam muito por moda e tendência, mas as coisas mudaram. Hoje temos uma preocupação intensa em oferecer a elas a oportunidade de encontrar tudo isto em nossas lojas. Se está nas novelas, por exemplo, elas vão querer”, explica Andréa.
“Uma coisa que chama bastante atenção nas nossas pesquisas é que as mulheres querem roupas e acessórios fáceis de combinar entre si. É a otimização do guarda-roupa”, aponta Rita. Carolina concorda: “quando eu compro roupas sempre procuro por conforto e também quero peças que eu possa dar uma incrementada com acessórios e usar para sair à noite”.
Nem só de blusas e calças vivem as mulheres. Outro item importante para esta parcela de mulheres que está com a autoestima bem trabalhada é a lingerie. A rede popular Marisa abriu lojas segmentadas neste setor. “Temos desde tamanhos pequenos até tamanhos bem grandes. Observamos que o nosso público não para de comprar lingerie se estiver um pouco acima do peso. O que elas procuram, principalmente, é conforto e também um produto adequado ao seu corpo e à situação que ele será usado”, diz Andréa.



Educação: vale o investimento
É preciso esclarecer que as mulheres da classe média não se preocupam apenas com a aparência. Aliás, a realidade está bem longe disso. A educação e o acesso à informação são itens de extrema importância.
“Eu trabalho todos os dias para dar uma boa educação para o meu filho. Isto vem em primeiro lugar. Acredito que assim ele vai poder ter uma vida melhor”, conta Alessandra que tem um filho de 12 anos. Ela diz que controla os gastos da família e mesmo quando o marido ficou desempregado as necessidades do filho sempre foram atendidas.
Ana Carolina que terminou a faculdade de Gestão de RH no ano passado acredita que hoje é mais fácil ter acesso a uma boa educação. “Só não estuda quem não quer mesmo. Na época dos nossos pais eles precisavam trabalhar e não tinham tempo nem dinheiro sobrando para fazer faculdade, por exemplo. Já com a nossa geração eu acho que é diferente. Meu pai sempre trabalhou para que eu e meu irmão pudéssemos estudar e ter uma vida mais estável”.
Rita Almeida ressalta que vem surgindo, aos poucos, uma mudança no setor da educação. “É claro que a mulher que tem filhos prioriza os estudos deles, mas é preciso observar que elas começam a pensar em sua própria necessidade intelectual. Muitas têm o desejo de voltar a estudar”.



Glória Maria diz que nunca fez plástica e usou botox

Por FAMOSIDADES




SÃO PAULO - Glória Maria já foi alvo de muitos rumores de que ela já teria feito cirurgias plásticas e é louca por rejuvenescer. Mas em entrevista à revista “TPM”, a jornalista desmentiu tudo e ainda criticou que usa botox.
“E, por exemplo, nunca fiz plástica. Tenho orgulho de nunca ter feito plástica nem preenchimento, essas coisas. Provo pra você e tenho pavor de botox. Nunca fiz. As pessoas falam que eu sou louca por causa das minhas pílulas, mas tomam injeção na testa de uma toxina que paralisa. O que me fez bem mesmo são as minhas pílulas”, alfinetou ela.
Além disso, Glória contou como funciona suas pílulas: “Minhas pílulas não são para rejuvenescer. Esse é mais um dos mitos que as pessoas têm sobre a minha vida. As minhas pílulas são pra tudo. Tomo para o sistema imunológico, para ter energia, pra prevenir o envelhecimento das células do cérebro, para absolutamente tudo. É uma mania minha. E uma coisa que me faz bem. E todas são absolutamente naturais”.

Questionada se é vaidosa, a jornalista não titubeou: “Não sou! Esse é um dos outros mitos que as pessoas têm sobre mim. Olha para a minha cara. Não estou maquiada! E, sim, tenho rugas. Só que, como sou preta, tenho uma pele boa. Mas também muito sensível. Odiaria fazer plástica, por exemplo, e ficar com queloides. Sei que preto tem muita propensão a formar queloide, por isso tomo cuidado. Cuido da minha saúde”.


disponivel em: http://entretenimento.br.msn.com/famosos/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=28031138: acesso em 18 de março
CUIDADOS DA BELEZA SEM CIRURGIAS. COMENTEM

A primeira habilitação feminina



Duquesa d’Uzés ganhou também intimação por excesso de velocidade
Texto: Adriana Bernardino Sharada
Foto: Paula Korosue/reprodução

(Março, Mês Internacional da Mulher) – A Duquesa Anne d’Uzès foi a primeira mulher da história a ter habilitação para dirigir, isso em 1898. Dois meses depois, a duquesa foi convidada a se apresentar no tribunal. A francesa entrava para a história também por ser a primeira mulher a receber uma multa por excesso de velocidade. Ela acelerava pelas ruas parisienses a cerca de 40 km/h, duas vezes mais que o permitido.

A habilitação foi um marco, mas não a única grande ousadia da Duquesa, considerada uma das mulheres mais originais de seu tempo. Anne era escultora, escritora, fundou o primeiro clube feminino do automóvel da França, foi vice-presidente do grupo de mulheres do aeroclube francês, defendia os direitos das mulheres, apoiava obras de caridade e 17 dias antes de morrer, em 1933, ainda teve disposição para caçar um veado.
De gênio forte, conta-se que, certa vez, Anne foi convidada para um banquete. Um criado a informou, entretanto, que o lugar que ela ocuparia na mesa não era digno de sua importância. Indignada, não compareceu ao jantar, dizendo-se, por meio de um bilhete, “preocupada com a sorte da Europa”
No Brasil, as pioneiras em conquistar a habilitação foram Maria José Pereira Barbosa Lima e Rosa Helena Schorling. “Elas aprenderam a dirigir muito cedo, aos 12 anos, no automóvel do pai, um Opel 1895, com direção do lado direito e câmbio e freio do lado de fora”, conta Elisa Asinelli do Nascimento, diretora da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).
De acordo com Elisa, a relação da mulher com o automóvel só aconteceu porque as primeiras mulheres conseguiram enfrentar mitos e preconceitos. “Esta transição se dá no final do século XIX, iniciando na Europa e conquistando adeptas nos Estados Unidos”.
A coragem se estendeu às mulheres do início do século XX, que avançaram também em competições.
Graças à coragem dessas mulheres, a crescente participação feminina pode ser constatada em todas as áreas do segmento automobilístico, da criação de um veículo à consumidora final.

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O site WebMotors orgulha-se e apoia a presença feminina ao volante, presença que transforma olhares, revoluciona padrões, impõe cuidados e, com sutileza, conquista espaço e abre caminho


Disponivel: http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/atras-do-volante-conteudo.vxlpub?hnid=45274
Acesso em 18 de março.
Para divulgar , e olha que nem morro de amores por direção e automóveis. Para quem me conhece prefiro meus anéis.

Cirurgia a laser avança em busca da imagem ideal

18/03/2011 - 09:35



Com mais de 630 mil cirurgias plásticas por ano, brasileiros são um dos que mais recorrem a este procedimento no mundo. As inovações da tecnologia a laser e sua aplicação pelos cirurgiões plásticos e beneficiam pacientes,oferecendo segurança e bons resultados. Deka Laser traz o cirurgião plástico Alberto Goldman para o 12º Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, no dia 18 de março, para abordar os avanços da lipoaspiração a laser (quebra de gordura) na face
“Diga, espelho meu, se há na avenida alguém mais feliz (ou mais bonito) que eu”. Passamos por mais um carnaval e, diante dos efeitos especiais e figurinos criativos, o espetáculo ficou mesmo por conta do vislumbre aos belos corpos desfilando na passarela. Famosos ou não, os brasileiros estão em terceiro lugar no mundo quando o assunto é espelho, ou melhor, os cuidados com o corpo associados aos procedimentos de cirurgia plástica.
Segundo estudo encomendado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o Brasil realiza mais de 600 mil cirurgias plásticas por ano, sendo 73% estéticas e 27% reparadoras ou reconstrutoras. E ainda, conforme pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (International Society of Aesthetic Plastic Surgery - ISAPS), o país só perde para os Estados Unidos, primeiro da lista no mundo, e para a China.
Avanços tecnológicos – Com a crescente procura pela cirurgia plástica, crescem também as necessidades de aperfeiçoamento e inovação das técnicas. Nesse quesito, os avanços da tecnologia a laser são fortes aliados, pois podem reduzir o tempo de recuperação, minimizam o trauma (cicatrizes) e são utilizados nos procedimentos ditos “minimamente invasivos”. O uso associado da tecnologia laser muitas vezes dispensa a internação do paciente e a aplicação de anestesia geral.
De fato, a Deka Laser, divisão médica do grupo El.En., líder italiano na produção de equipamentos a laser e representada no Brasil pela Top Consult (www.topconsult.com.br), confirma que entre os 80 países em que está presente, o país verde-amarelo ficou em sétimo lugar no volume de vendas de seus aparelhos.
E para mostrar os avanços da tecnologia a laser, a Deka, além de patrocinar o evento, terá um estande no 12º Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica que ocorre entre os dias 18 e 20 de março em São Paulo. Além disso, a empresa trouxe como palestrante o cirurgião plástico gaúcho, Dr. Alberto Goldman, pioneiro na técnica de lipoaspiração a laser, que mostrará os avanços no uso deste e outros lasers na face.
Alguns procedimentos em destaque no tratamento a laser: Rugas e acne – O tratamento de problemas e incômodos da pele, como rugas, manchas de envelhecimento, flacidez cutânea e marcas de acne contam com aliados poderosos. Sem necessidade de internação e com recuperação e resultados rápidos, médicos e pacientes já dispõem de um tratamento a laser que trata deformações na pele com maior exatidão e menor efeito colateral. O Smartxide Dot, aparelho fabricado pela Deka, tendo a Top Consult (www.topconsult.com.br) como representante exclusivo no Brasil, possui a tecnologia laser CO2 fracionado, equipamento inteligente que produz pequenos orifícios controlados na pele. Graças aos avanços tecnológicos agregados a esta tecnologia, parte da pele é preservada, levando a uma rápida recuperação. O resultado é uma melhora na qualidade e textura da pele, de rugas, cicatrizes de acne ou manchas, levando a uma pele mais clara, luminosa e rejuvenescida. O laser fracionado tem sido utilizado como um poderoso recurso no rejuvenescimento da face e atenuação da flacidez.



Pálpebras, papada e face – Os avanços da lipoaspiração a laser na face utilizando o Smartlipo da Deka serão demonstrados durante o simpósio. Atualmente a laserlipólise está indicada em várias áreas da face e pode melhorar o aspecto das pálpebras, papada e contorno da mandíbula. “O laser, aplicado com anestesia local, produz o rompimento controlado das células de gordura e auxilia na retração da pele com melhora da flacidez”, explica o cirurgião plástico Dr. Alberto Goldman. Recentes estudos demonstram a utilidade deste laser em praticamente toda a face, levando a resultados seguros, efetivos e, principalmente, naturais.

Celulite, gordura localizada e sudorese – Outros avanços da tecnologia laser baseados no equipamento Smartlipo são o tratamento da celulite, lipoaspiração a laser e, até, transtornos de suor excessivo. Apresentada recentemente em congresso americano de cirurgia plástica, a laserlipólise consegue atenuar as áreas elevadas de celulite e, ao mesmo, tempo, melhorar as irregularidades uma vez que o laser é capaz de produzir colágeno. A lipoaspiração a laser, por sua vez, tem as mesmas indicações das técnicas tradicionais e possui como características o fato de utilizar uma cânula de um milímetro de diâmetro. As células gordurosas são rompidas com o laser, modelando o contorno corporal ou facial. A sudorese excessiva nas axilas, incômodo muito comum, pode também ser tratada com o Smartlipo.


12º Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica
Palestra: “Os avanços da laserlipólise na face” , de 18 a 20 de março (sexta a domingo)
Palestrante: Dr. Alberto Goldman (somente no dia 18, às 20h), no Sheraton WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo.

BELO TRABALHO DA MECIDINA NA ÁREA DE ESTÉTICA NOS ULTIMOS ANOS.
ESPERO QUE TODOS AVANCEM NÃO SOMENTE NO "RAMO DA BELEZA" COMENTEM


quarta-feira, 16 de março de 2011

Espelho, espelho meu! Existe alguém mais plastificada do que eu?


Dos tempos de mocinha, Stella carrega uma tatuagem com os dizeres Peace&Love e a saudade de ser comparada à atriz francesa Brigitte Bardot, símbolo sexual dos anos 60. Sonhadora e romântica, formou-se professora, casou-se aos 22, teve 3 filhos, mas conseguiu se livrar do mau gênio do marido, com quem viveu por 30 anos. Agora, aposentada e bem de vida, está às voltas com outro algoz.


- O que você fez na cara?

- Não gostou do resultado da plástica que fiz nas pálpebras?

-Ficou muito esticada, mudou a expressão e, de quebra, você ganhou uma cicatriz!

- Tem razão. Vou fazer um retoque. E o que achou dos lábios mais carnudos? É uma técnica chamada bardotização, inspirada na minha musa.

- Ficou beiçuda demais. Você entrou num devaneio de se parecer com a Angelina Jolie e virou uma carranca.

-Pelo menos o botox funcionou!

-Como funcionou? Sua cara está lisa, inchada, inexpressiva. Quando se espanta, ganha ares de bruxa com as sobrancelhas arqueadas. E o que aconteceu com suas bochechas?

- Injetei silicone e fabriquei novas maçãs para o rosto.

- Parece que levou vários tapas na cara ou chorou a noite toda!

-E o meu corpo? Fiz uma lipo.

-Está cheio de celulite, gordura localizada. Só uma lipo não resolve. Trate de fazer uma dieta antes de cair na faca.

- Faz anos que luto pra me manter jovem e bela e você não reconhece meus esforços. Sou uma mulher de quase 60 anos. Você queria o quê? Não tenho como recuperar o frescor da juventude.

- Isso é desculpa das preguiçosas e frustradas. Há um arsenal de produtos e serviços para combater a velhice. É só usar na medida certa. Mas você sempre exagera…

- Chega! Não aguento mais os seus insultos!

- Eu é que estou farto de sua necessidade de aprovação.

BOM TEXTO DO BLOG DA ROSANA JATOBÁque faz parte da editoria de meteorologia do Jornal Nacional e do SPTV 2ª edição e também é  apresentadora substituta do Jornal Hoje.http://g1.globo.com/platb/rosanajatoba/

quinta-feira, 10 de março de 2011

O corpo da mulher no carnaval

Primeiro de tudo, quando falo em corpo aqui não me refiro a cadáveres…




E não é uma coincidência que o Carnaval caia no Dia Internacional da Mulher? É, é sim, porque uma data não tem nada a ver com a outra. Entretanto, pensemos na forma como o corpo da mulher é tratado especificamente no carnaval. Não é exatamente uma exaberbação da forma como o corpo da mulher é visto nos demais dias do ano
Veja, o que é um homem esbelto com o corpo cheio de músculos? Ele até pode ser atraente para as mulheres e seu corpo pode ser visto como um objeto de satisfação sexual, no entanto nunca se restringe a isso. Um homem forte também pode ser sinônimo de guerreiro em sociedades bélicas ou de um bom trabalhador braçal. Ao corpo do homem se atribuem outras funções.

Já uma mulher com corpo bem definido, com seios e quadris grandes para o que serve? Para o sexo. E nada mais. Essa é a função do seu corpo. E se continuarmos com a visão utilitarista do corpo, não vamos progredir muito. O corpo da mulher serve para o sexo, segundo a visão do homem, que foi até agora quem mandou no mundo.
O corpo poder servir para uma série de coisas, mas o corpo não só serve, ele também é. Nós não usamos o nosso corpo, nós somos o nosso corpo (e nossa alma, nossa mente também, para os dualistas). E nesse ponto reside uma luz para elucidar a questão do corpo da mulher no carnaval.
Esses corpos purpurinados, sarados e suados (sim, suados) estão dançando e se exibindo para o deleite pervertido masculino, isso é fato. O contrário também pode acontecer para o deleite das mulheres, mas estaríamos nivelando a igualdade de gêneros pelo que há de pior na natureza humana.
Aristóteles era a favor da escravidão por, entre outros motivos, entender que aqueles que não tinham capacidade intelectual para contribuir com a pólis, deveriam contribuir com o trabalho físico. Basicamente, quem não pensa, deve ajudar fazendo o trabalho pesado. De certa forma ainda vivemos com este estigma: gente de corpo bonito não pensa e vive da sua beleza. Ao que parece, ser bonito e inteligente está além do alcance da nossa espécie.
Aceitar esse pensamento consiste em reforçar um preconceito que atravessa gerações e civilizações, preconceito esse que tomou diferentes formas e que é a base para a ideia a respeito do corpo da mulher atualmente. No carnaval, principalmente. O corpo da mulher é para o sexo. Peito, coxa, bunda. Como em um açougue, vemos apenas partes através dos closes da câmera.
A revolução sexual feminista trouxe como efeito colateral a outra forma de aprisionar a mulher: em vez de longos trajes fechados, tem-se agora a nudez. De uma forma ou de outra, o homem vê a mulher tão somente como o corpo, a carne, cujo sentido é o prazer e, há quem diga também, a procriação. Ou seja, o sentido do feminino até hoje é dado pelo homem, muito embora seja louvável como as mulheres demonstrem independência na busca pela sua própria identidade como mulher.
E isso tem a ver também com a sensualidade, por que não? Cada mulher deveria saber (e querer) quais características suas são boas e o fato de ser bonita é uma delas. E realmente é um ponto delicado saber se você controla a sua aparência ou se sua aparência é moldada conforme um suposto padrão dominante impõe. Ninguém vai se dizer mandado; todo mundo gosta de dizer que faz as coisas por que quer. Verdade? Só se entrarmos na mente do indivíduo que o diz. Entretanto buscar alternativa ao dilema ou ser bonita ou ser inteligente já significa pensar fora de paradigmas preconceituosos.
Carnaval é, dentre muitas coisas, mulher bonita semi-nua (ou nua mesmo). É também putaria, sejamos francos. E até que ponto o corpo, principalmente o corpo da mulher, está sendo o que de fato é ali no desfile da escola de samba e até que ponto ele está a serviço da perversão masculina? Ou os corpos das mulheres e dos homens estão ali apenas como instrumento um do outro ou como seres que agem conforme a sua identidade como homens e mulheres?
A busca por igualdade de condições pelas mulheres é uma luta importante e incompleta ainda. E essa coisa de Carnaval só ajuda a confundir as coisas. Mas Carnaval é caótico por natureza. Ele é uma intensificação do que é a vida no resto do ano, por isso o festejo acaba, mas as questões sobre o feminino persistem. E não deveriam se esquecidas.

Disponivel em: http://cicero.blogsome.com/2011/03/09/509/: Acesso em 10 de março ]
SALVEM OS CORPOS FEMININOS SEMPRE.  O CARNAVAL É SOMENTE UMA PASSARELA DE EXIBIÇÕES
COMENTEM

VAIDADE INFANTIL PODE CAUSAR PROBLEMAS PSICOLÓGICOS NA VIDA ADULTA

Busca pelo corpo perfeito na infância e juventude está cada vez mais comum


Elas estão frequentando os nossos consultórios mais assiduamente. Manifestam seus interesses, independentemente dos seus pais. No fundo, tentam se adequar ao que vêem nas capas das "revistas de saúde", aos seus ídolos do cinema e TV e aos ditames da moda. Revelam uma preocupação incomum com a imagem corporal para tão pouca idade, e sofrem com isso, mesmo estando perfeitamente adequados.

Os pais se dividem entre envaidecidos e preocupados. Para eles, isso é também um comportamento novo e não sabem como lidar com essa tendência de insatisfação corporal dos seus filhos. Acham que suas crianças estão amadurecendo muito cedo e mesmo assim, evitam polemizar e se opor, pois já lidam com a dificuldade de controlar outros detalhes importantes da adolescência. Até porque, cuidar do corpo parece uma conduta saudável.

O que preocupa as meninas
Há muito tempo elas manifestam sua vontade de perder peso. Na verdade elas sofrem desde muito jovens, devido às influências da mãe, que sempre fez dieta; às imposições da mídia, que exibe corpos magros como ideal, e às exigências da moda, que diminui a cada ano a numeração dos manequins. As meninas são incentivadas a usar maquiagem, salto alto, roupas sensuais e se comportarem como adultas. Recentemente, uma polêmica envolveu um ensaio fotográfico da revista Vogue, que utilizou fotos de meninas por volta dos seis anos de idade, vestidas, maquiadas e em poses de adultas.

O fato gerou posicionamentos contrários em todo o mundo, mas não foi capaz de retirar as revistas das bancas. A força dessas influências é inegável e os pais devem estar atentos a isso, além de discutirem o assunto e se posicionarem a respeito.

Nas últimas décadas, temos observado também uma antecipação da idade em que ocorre a primeira menstruação. Inclusive, isso determinou mudanças nos parâmetros diagnósticos de precocidade e normalidade para o início da puberdade nas garotas. O estirão puberal e as formas corporais femininas são determinadas pela elevação precoce dos hormônios femininos. Apesar da pouca idade, elas são mais altas, exibem corpo de mulher e muita preocupação com a imagem.
Existem evidências científicas que nos levam a crer que um "comportamento de dieta", adotado por adolescentes e crianças ? cada vez mais preocupadas com o peso e engajadas em dietas para emagrecer, pode aumentar os riscos de transtornos alimentares.
Na sociedade ocidental, 9 a 22% das adolescentes têm comportamentos alimentares inadequados com o objetivo de perder peso. Esses comportamentos estão associados com desnutrição, retardo no crescimento e na maturação sexual, e sintomas de transtornos mentais como depressão, ansiedade, fadiga crônica e maior risco de desenvolver transtornos alimentares.

O que mobiliza os meninos
Tem sido cada vez mais comum atendermos meninos muito interessados em músculos e proporções corporais incompatíveis com suas idades. De uma maneira geral, crianças e adolescentes não conseguem desenvolver naturalmente músculos tão hipertróficos com atividade física.
Nos meninos, os hormônios masculinos e o estirão de crescimento é inclusive mais tardio em relação ao que acontece com os corpos das meninas. Não há hipertrofia muscular sem hormônios masculinos em excesso.
Nos últimos anos houve uma crescente valorização da musculatura corporal masculina e para termos uma idéia dessa mudança, basta compararmos duas famosas figuras do cinema que viveram o personagem James Bond da série 007: Sean Connery e Daniel Craig, pois eles exemplificam essa mudança nos padrões de beleza masculina. O primeiro, magro e elegante, dentro de um terno. O segundo, malhado e musculoso, sem camisa em várias cenas do filme.
Não há como escapar desse modelo, que faz a cabeça da geração.O problema é que os meninos estão desejosos desse tipo físico muito precocemente, e para conseguirem isso, vão aos consultórios à procura de suplementos, como se isso pudesse aumentar massa muscular e promover os abdomes de tanquinho que eles tanto sonham.
Juntos deles vem os pais, aflitos e inseguros com as poções mágicas dos suplementos vendidos nas academias e lojas especializadas. Temem que seus filhos passem a usar esteróides anabólicos comprados na clandestinidade. Esperam de nós, profissionais de saúde, que consigamos convencê-los a não usarem tais substâncias.
Infelizmente, nossos argumentos ecoam muito pouco nas cabeças desses meninos. Eles já chegam com um padrão de beleza e uma ilusão de saúde fortemente arraigados, fruto dessa apologia insana e cruel aos corpos musculosos. Infelizmente os suplementos não ajudam esses meninos a aumentarem suas massas musculares. Na verdade, eles não deveriam fazer musculação até completar os 18 anos, idade em que normalmente param de crescer.
Até então, o maior estímulo para que eles possam ter um corpo masculino adulto perfeito no futuro seria uma dieta balanceada e a prática de esportes ou atividade física de recreação. Mas, muitas vezes, eles não aceitam tal recomendação. Pais, educadores e profissionais de saúde devem fazer a sua parte na tentativa de esclarecerem esses jovens pacientes sobre o equívoco dessa idealização tão precoce.

E o sonho do corpo perfeito continua
É mesmo preocupante o grau de insatisfação corporal entre os adolescentes em todo o mundo. Mais de 25% dos meninos e 50% das meninas desejam perder peso, incluindo estatísticas de povos orientais. O mais impressionante em tudo isso é que 81% deles são considerados de baixo peso ou de peso normal, e 20% deles recorrem a métodos inadequados para alcançar seus objetivos de peso ideal, como dietas restritivas, medicamentos para emagrecer e a prática de vômitos auto-induzidos.
Entre os meninos magros, a insatisfação também existe e ela é responsável pela frequencia cada vez mais precoce dessa turminha em academias e pela insistência com que eles vêm em busca de um suplemento. Tudo isso para antecipar uma estrutura que pode chegar naturalmente com a idade adulta.
De qualquer forma, abrevia-se a infância e adianta-se a vida adulta. Mesmo sem estrutura emocional para isso.

disponivel em:http://www.newsrondonia.com.br/lerNoticias.php?news=1671: acesso em 10 de março

Fonte: Uol

VALE REPENSAR O QUE ESTAMOS APRESENTANDO COMO EXEMPLO DE COTIDIANO PARA AS CRIANÇAS. ELAS ESTÃO EM FASE DE BRINCAR E NÃO DE PADECER PEL BELEZA. COMENTEM.

terça-feira, 8 de março de 2011

O tempo da beleza

Livro sobre: O tempo da beleza

Consumo e comportamento feminino, novos olhares
Leticia Casotti , Roberta dias Campos
Resultado de trabalho da Cátedra L'Oréal de Comportamento do Consumidor, núcleo do Instituto Coppead de Pós-Graduação em Administração da UFRJ, o livro relata a pesquisa Beleza no cotidiano, sobre o consumo doméstico de produtos de higiene e beleza entre mulheres de classe alta do Rio de Janeiro. Traz artigos assinados por profissionais das áreas de antropologia, psicologia, sociologia e marketing, tratando de outras facetas da beleza, como a construção social do corpo e padrões estéticos.
VALE A PENA LER SOBRE O COMPORTAMENTO FEMININO
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cOM QUE CORPO EU VOU? mAIS UM BELO LIVRO DE jOANA nOVAES

nformações sobre livro:


Título: Com que corpo eu vou? – Sociabilidade e usos do corpo nas mulheres das camadas altas e populares

Autora: Joana de Vilhena Novaes

Número de páginas: 214



Coeditor: Editora Pallas

Coleção: Teologia e Ciências Humanas nº 90

Com que corpo eu vou?, de Joana de Vilhena Novaes (Psicologia, PUC-Rio), procura entender como as mulheres brasileiras percebem, usam e se relacionam com seus corpos. Com apresentação da historiadora Mary Del Priore, o livro reúne, de forma bem-humorada, depoimentos de mais de 200 mulheres que declararam medos, aflições, desejos e sexualidade.



Ao analisar esse culto ao corpo, Joana Novaes mostra ainda como este longo e complexo tema se enraíza na mentalidade e na cultura de mulheres de diferentes classes sociais e como elas veem o próprio corpo, esculpidos de acordo com o meio no qual estão inseridas.



Nesta obra, a autora ainda aponta para uma nova cartografia do corpo que vem se desenhando: “Estaríamos em busca de um corpo para além do humano?”, questiona a doutora, ressaltando ainda o valor simbólico do corpo, o que ele representa como capital e como, historicamente, a beleza sempre foi um valor. O envelhecimento e suas implicações na sexualidade feminina são também abordados no texto.

para ler, reler, refletir e divulgar

JOANA DE VILHENA NOVAES Uma mulher que merece destaque

O INTOLERÁVEL PESO DA FEIÚRA. SOBRE AS MULHERES E SEUS CORPOS.
JOANA DE VILHENA NOVAES
“Beleza é artigo de primeira necessidade”: este é o lema que perpassa os depoimentos das mulheres entrevistadas por Joana de Vilhena Novaes ao longo dos dez anos de sua pesquisa de campo. Nas academias de malhação, nas ante-salas das clínicas de cirurgia plástica, ou nos grupos de pacientes à espera de gastroplastia redutora, há o consenso: “só é feia quem quer”. E quem não quiser se enquadrar nos atuais cânones de beleza sofrerá o merecido castigo da rejeição e da exclusão.
Pois beleza e feiúra nada têm de “natural”. São vivenciadas em termos morais, e lembra a Autora que a feiúra era vista, pelos antigos gregos, como reveladora de defeitos de caráter. Na sociedade ocidental contemporânea, que se define pela busca narcisista do gozo imediato e pelo abandono dos valores religiosos, culpa e pecado emigraram para o terreno da modelagem do corpo.
O modelo de corpo feminino almejado pelas entrevistadas tem de ser, imperativamente, “seco, sarado, e definido”. Assim perde as curvas que, durante tanto tempo, foram valorizadas como apanágio das mulheres, e se aproxima de um ambíguo referencial andrógino. Mas essa “boa aparência” custa caro, em todos os sentidos, já que só poderá ser alcançada, em um círculo perverso, pela utilização das ferramentas que a sociedade de consumo põe à disposição dos seus súditos. E a indústria da beleza, nas academias e nas clínicas, incansavelmente se nutre do reforço dos padrões disciplinares de dominação e submissão, que a fábrica dos corpos perpetua.
Profa. Dra. Monique Augras – PUC-Rio

Disponivel em: http://www.joanadevilhenanovaes.com.br/livro.php acesso em 8 de março
UM LIVRO PARA REFLETIR SOBRE O QUE ´É BELEZA E O QUE SE SOFRE POR ELA DA PSICANALISTA JOANA DE VILHENA NOVAES COMENTEM:

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...