sábado, 31 de maio de 2014

Apresentadora é presa após chantagear para ganhar cirurgia


Oana Zavoranu tentou fazer sua oitava cirurgia plástica, mas acabou atrás das grades

28/05/14 às 20:15   |  Redação Bem Paraná com agências online
(foto: Reprodução)
Saiba mais

A atriz e apresentadora romena Oana Zavoranu, de 40 anos, acabou presa após tentar chantagear um médico para conseguir fazer sua oitava cirurgia nos seios de forma gratuita.

Segundo informações, o Dr. Marek Valcu já havia feito as outras sete cirurgias plásticas da mulher, que resolveu fazer seu oitavo implante de próteses de silicone. Contudo, como estava sem dinheiro, Oana resolveu ameaçar dizer que o médico fazia parte de uma máfia.

Ela mandou uma mensagem para o celular dele dizendo que estava insatisfeita com seus seios. Ela ameaçou revelar ‘informações comprometedoras’ sobre ele, caso não fosse operada de graça", explicou um porta-voz da polícia romena sobre o caso. Segundo ele, a apresentadora acusava o home de fazer parte de um grupo de médicos que têm desviado dinheiro público para auxílio de vítimas de queimaduras com plásticas reconstrutoras para tratarem seus pacientes com cirurgias cosméticas. .

O homem ficou assustado com as ameaças e informou a polícia sobre o caso. Quando a paciente chegou em sua clínica, acabou presa.

Paquistanês cuja mulher foi morta pela família relembra a trágica história


sexta-feira, 30 de maio de 2014 13:35 BRT
 


A notícia ultrapassou as fronteiras do Paquistão porque o crime ocorreu em plena luz do dia diante da Suprema Corte da cidade de Lahore, capital cultural do país. Na terça-feira, Farzana, seu marido e outros familiares foram atacados a caminho do tribunal de Lahore, onde eles planejavam argumentar que seu casamento era genuíno, em resposta a uma acusação de sequestro apresentada pela família de Farzana. A própria história de amor nasceu de uma situação violenta, perpetrada por Muhammed. Em uma confissão informal, ele disse ter matado a primeira mulher em uma briga sobre Farzana em 2009. "Eu fiquei nervoso. Nós estávamos brigando, o tipo de brigas que marido e mulher têm. Eu a segurei pelo pescoço e queria apenas empurrá-la, mas ela morreu", afirmou. "Eu ia ver Farzana e ela ficou no meu caminho e disse que não me deixaria ir. Então eu a empurrei. Houve uma ação por assassinato contra mim por três a quatro anos mas aí meus filhos me perdoaram e eu fui liberado. Então, casei com Farzana." Sob a lei islâmica, que é aceita pelos tribunais paquistaneses, as famílias das vítimas podem decidir o destino dos criminosos condenados


fontehttp://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKBN0EA1R720140530?pageNumber=2&virtualBrandChannel=0

'As agências de publicidade são uma grande farsa', diz Oliviero Toscani

25/05/2014 12h50 - Atualizado em 25/05/2014 12h50

Fotógrafo ficou conhecido pelas polêmicas campanhas da Benetton.
Imagens abordavam questões sociais como preconceito, anorexia e AIDS.


 O publicitário e fotógrafo italiano Oliviero Toscani ficou conhecido internacionalmente pelas campanhas publicitárias polêmicas para a Benetton, entre 1982 e 2000. O trabalho é considerado um dos maiores fenômenos da comunicação publicitária do século 20 e ainda é atual.
As imagens, muitas bem fortes, abordavam questões sociais como preconceito racial, anorexia, a AIDS, entre outras. Um choque de realidade, que constrangia, causava estranheza e fazia pensar, como a foto de David Kirby, portador de HIV, deitado em uma cama à beira da morte, junto com seus familiares. Essa campanha circulou em 1992, quando o mundo presenciava a enorme destruição causada pela doença. No ano seguinte, no Dia Mundial de Combate a AIDS, a campanha atingiu o auge quando o Obelisco da Place de la Concorde, na França, foi coberto por um preservativo gigante.
Em entrevista ao programa Roberto D'Avila, da GloboNews, Olivieiro Toscani mostrou que as polêmicas em torno dele vão além das famosas campanhas da Benetton.
A transformação da Benetton
Toscani se ocupou da publicidade da Benetton entre 1982 e 2000 e fez uma verdadeira revolução na empresa. "Foi uma sorte eu ter encontrado o Luciano Benetton, porque a empresa não era assim. Foi ele que confiou em mim. E fiz uma experiência antipublicitária que tornou a Benetton uma das cinco empresas mais famosas do mundo. Por quê? Porque eu contava coisas que interessavam. Aos jovens interessava saber o que era a AIDS. As top models podem ser compradas, são mercenárias. Eu não uso nunca modelos famosas. Só os medíocres usam modelos famosas, porque sem modelos famosas eles não seriam ninguém”.
A campanha "Anorexia Não"
Após a ruptura com a Benetton, Toscani continuou fazendo fotos de moda. Ele conta que foi vendo as modelos magras, tristes, que vinham do Leste Europeu, com formação comunista, que teve a ideia de fazer a campanha contra a anorexia, em 2007.
"A campanha foi feita com um orçamento mínimo. Era uma empresa pequena chamada Nolita. Uma empresa de Pádua, do interior. Muito provincianos. Eu tinha pouquíssimo para dispor, então disse ao cliente: ‘Olha, com essa campanha, amanhã vocês vão ter aqui a CNN, as TVs do mundo todo, vocês vão ter que lidar com a fama’. E isso não é para qualquer um. Alguns não suportam e entram em pânico. E os donos dessa marca entraram em pânico. Imagine: eles só falavam o dialeto local, de repente chegam canais de TV do mundo todo perguntando a razão da campanha. De qualquer forma, tenho o maior orgulho daquela campanha”.
O publicitário que 'não faz publicidade'
“Não fiz publicidade, só especulei em cima da publicidade. Fiz o contrário. Nenhum jornalista tem a possibilidade de ter a própria imagem ou o próprio artigo em todos os jornais do mundo, no mesmo dia. Entendi que essa possibilidade enorme existia e fiz isso, fazendo coisas interessantes. Você tem a imprensa inteira interessada No que você tem a dizer. Entendi como usar a imprensa, como especular”, conta Toscani.
E critica as agências, que, segundo ele, são um desastre. “Fazem pesquisa de mercado para descobrir que camundongo gosta de queijo. As agências de publicidade são uma grande farsa. Tudo o que eu faço é novo. Não faço um trabalho baseado na experiência, não é interessante. A criatividade nasce de ações inseguras. Na insegurança máxima, você consegue atingir o máximo de criatividade. Se ficar na esfera do seguro, fará mediocridades”, afirma.
O talento e as ideias
Para Toscani, talento e ideias caminham à parte. "O talento é como uma planta, uma flor. Normalmente é cortado logo cedo, pela mãe ou pelo pai, pela escola ou pela religião, pela educação ou pela sociedade. Mas você pode cultivar. Você tem que acreditar nele, é como uma voz que fala com você. Observei que os grandes artistas podem até ter um comportamento meio presunçoso, soberbo. Mas na realidade não é assim, porque quando tentam fazer alguma coisa eles se tornam extremamente modestos. Escutam essa voz. Acredito que cada um de nós nasce com um talento próprio. Mas muitas vezes o mais fácil é conformar-se, não é? Do que fazer o que você realmente gostaria. É mais fácil buscar o consenso do que fazer o que você quer e ir contra o consenso geral. E também tem o seguinte: talento não é ter ideias. Aqueles que têm ideias não têm talento. Aqueles que têm ideias me dão medo. Como não têm talento, precisam achar uma ideia. O verdadeiro artista não busca ideias. O verdadeiro artista faz aquilo que é. De forma natural. Ele nem se questiona se vai agradar ou não. Se vai ou não ter sucesso. Ele faz aquilo que é. E se tiver realmente talento, será uma coisa fantástica."
http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/05/agencias-de-publicidade-sao-uma-grande-farsa-diz-oliviero-toscani.html

Magreza excessiva de Adriane Galisteu preocupa amigos, Veja fotos

25 de Maio de 2014 19h39
NOTÍCIAS DA TV
Adriane Galisteu tem impressionado por sua magreza excessiva. Amigos e familiares estão preocupados com ela, pois, mesmo estando abaixo do peso, a loira ainda se acha gorda. Eles temem que a apresentadora esteja desenvolvendo anorexia. Galisteu admite ter emagrecido, mas nega estar doente. Diz estar feliz com a mulher que vê no espelho. “É uma questão de gosto. Gosto de ser magrinha e meu marido também gosta do meu corpo assim”.
Uma pessoa próxima da apresentadora conta que amigos já mostraram fotos dela em capas de revistas há dois, três anos, mais cheinha, e ela torce o nariz para as imagens que vê e não aceita conselhos.
Na semana passada, Galisteu foi fotografada em dois eventos e sua magreza gerou comentários. Seu rosto parece mais fino. Em um dos cliques feitos no Festival de Cannes, no último domingo (18), a fenda de seu vestido revelou um corpo bem esguio. Um jornalista brasileiro, que estava lá, diz que a magreza da apresentadora chamou a atenção de outros profissionais da imprensa, que chegaram a pensar que ela estava doente.

Galisteu e o marido, Alexandre Iódice, em Cannes no último domingo; observe a cavidade na coxa da apresentadora
A apresentadora confirma que emagreceu um pouco porque está fazendo menos exercícios e, quando para de malhar, seus músculos diminuem e ela fica mais sequinha. “Também estou me recuperando de uma gripe superforte. Sei que emagreci porque estou entrando em uma calça de quando eu tinha 18 anos. Uma peça que eu não me desfaço. Toda mulher tem uma peça assim no guarda-roupa e sonha em voltar a entrar nela”, diz.
Ela afirma que come muito bem e que não está doente, anoréxica, como muitos podem pensar e comentar. “Não vou mudar porque tenho personalidade. Todo mundo fala do meu nariz, que é grande, mas não vou operar por causa disso. Todo mundo fala que eu deveria por silicone, mas, quem tem que olhar no espelho e gostar, sou eu.”

Adriane Galisteu durante evento em São Paulo na última quarta-feira (21) (Paulo Eduardo/AgNews

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Turistas precisam de certificado para provarem identidade após plásticas

 

Hospitais da Coreia do Sul emitem documento para facilitar volta para casa.
Aumento do 'turismo médico' seria principal razão para a medida.

Do G1, em São Paulo
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Devido ao aumento expressivo do chamado “turismo médico” na Coreia do Sul, atraindo um grande público de países vizinhos, instituições médicas começaram a emitir uma série de documentos para auxiliar os pacientes durante a volta para casa, caso haja problemas entre a feição do viajante e sua foto no passaporte.
Para provarem identidade, pacientes que buscam cirurgia plástica na Coreia do Sul recebem 'documento' atestando que fizeram procedimento estético no país (Foto:  Reprodução/Weibo/Qingdao)Para provarem identidade, pacientes que buscam cirurgia plástica na Coreia do Sul recebem 'documento' atestando que fizeram procedimento estético no país (Foto: Reprodução/Weibo/Qingdao)
De acordo com o jornal “The Korea Times”, alguns hospitais coreanos começaram a emitir uma espécie de “certificado de cirurgia plástica” para pessoas de outros países que visitam o local em busca de procedimentos estéticos.
O jornal explica que esse tipo de documentação especial seria para facilitar a vida de quem volta para o país de origem, como China e Japão, e precisa provar que é a pessoa que está em seu passaporte ao passar pela imigração.
A demanda teria aumentado significativamente devido à baixa confiança que os pacientes têm em médicos chineses, aponta o periódico.
A Coreia do Sul é considerada a "campeã" em quantidade de cirurgias plásticas no mundo
fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/04/turistas-precisam-de-certificado-para-provarem-identidade-apos-plasticas.html

Jovem passa por 10 procedimentos cirúrgicos para parecer oriental no RS

 

Cirurgia plástica para alongamento dos olhos custou cerca de R$ 7 mil.
Principal dificuldade foi encontrar profissional que fizesse procedimento.

Gabriel Galli Do G1 RS

Imagens mostram Xiahn antes e depois dos procedimentos (Foto: Xiahn/Arquivo pessoal)Imagens mostram Xiahn antes e depois dos procedimentos (Foto: Xiahn/Arquivo pessoal)
Algumas pessoas optam por colocar silicone no corpo, outras removem marcas da idade ou aumentam o tamanho dos lábios para mudar o visual. O que o jovem gaúcho Xiahn, de 25 anos, resolveu fazer foi um pouco diferente: modificar cirurgicamente o formato dos olhos para que parecessem mais orientais. Ele conta que o resultado faz com que acorde todos os dias e sinta mais prazer em ver seu reflexo no espelho.
Morador de Novo Hamburgo, no Vale dos Sinos, Rio Grande do Sul, é graduado em Jogos Digitais e realiza trabalhos como modelo para um site que divulga acessórios orientais para adolescentes. Ao todo, foram realizados 10 procedimentos cirúrgicos apenas nos olhos, sendo uma operação maior e outras correções menos invasivas. Além disso, alterações na cor do cabelo e o uso de maquiagens fazem o contraste se tornar mais explícito. Aos 15 anos, ele era loiro e de olhos azuis, com uma aparência de descendente de alemães, típica da região. A mudança drástica chama a atenção das pessoas. “Acho normal modificar a aparência. Eu usava lentes para deixar o olho azul”, explica.
O interesse em fazer modificações por meio de cirurgias plásticas surgiu quando, ainda estudante, passou por um intercâmbio na Universidade Dongseo, na Coreia do Sul. A paixão pela nova cultura conhecida rapidamente se transpôs para a aparência dos orientais. Por mais que o procedimento possa parecer curioso, lá já é considerado bastante comum, mas no movimento inverso.
Xiahn antes do procedimento (Foto: Xiahn/Arquivo pessoal)Xiahn antes do procedimento nos olhos
(Foto: Xiahn/Arquivo pessoal)
"Os coreanos fazem muitas cirurgias para modificar a forma dos olhos e ficarem mais parecidos com ocidentais. Era fácil de perceber quando um deles tinha feito, por saírem na rua de óculos escuros e máscara respiratória de pano", conta. O país é considerado "campeão" em quantidade de plásticas no mundo. A procura é tão intensa que hospitais já começaram a emitir documentos comprovando que os turistas se submeteram a operações, para caso não sejam reconhecidos nas fotos de passaportes, na volta para casa.
Xiahn, como ficou conhecido nas redes sociais, prefere não divulgar seu nome de registro para evitar perseguição contra sua família na internet. O medo tem a justificativa de que, desde que as pessoas souberam mais sobre sua história, começaram a adicionar parentes e falar sobre como gostaram ou reprovaram sua atitude. "Uma senhora disse que não admitiria que um filho seu fizesse o mesmo. Eu entendo. As pessoas têm gostos diferentes", acredita.
O discurso de tolerância não é uma constante apenas do repertório do jovem, mas começou a fazer parte da família. Segundo ele, a mãe, que é fisioterapeuta, não aceita bem intervenções cirúrgicas se não forem apenas para a saúde ou para corrigir problemas estéticos que prejudiquem muito a vida de alguém. Mesmo assim, depois do susto inicial, ela entende que se isso o torna feliz, então é a decisão correta. "Na primeira vez que me viu, ficou muito preocupada. Meu rosto ainda estava bastante roxo e inchado", conta. Ela teria questionado se o procedimento não causaria problemas de visão. "Por mais que o tamanho do olho tenha diminuído um pouco, consigo enxergar normalmente", afirma.
Fui cobaia deste experimento"
Xiahn, 25 anos.
A opção por mudar o formato dos olhos não foi automática. Antes, cogitou fazer modificações no nariz e nos lábios, mas achou que os tamanhos atuais já eram suficientes para atingir o visual pretendido. Não foi fácil conseguir algum profissional que se dispusesse a fazer o procedimento, que é pouco comum no país. Xiahn precisou conversar com muitos médicos e explicar exatamente o que queria, até que um deles disse que não realizaria o procedimento, mas que poderia indicar alguém que o fizesse.
"Fui, de uma certa forma, cobaia deste experimento. Ele me explicou o que conseguiria fazer e como ficaria. Não me arrependo", pontua.
Ao todo, foram gastos quase R$ 7 mil com os procedimentos. O mais caro foi o primeiro, em janeiro do ano passado, por envolver cortes e necessitar de uma anestesia mais profunda. As outras nove intervenções foram apenas para correções, com o objetivo de diminuir o espaço entre uma pálpebra e outra. Xihan conta que o primeiro resultado não o agradou por ser extremamente grande, apesar de já parecer oriental.
"Tem gente que acha que os olhos orientais são todos iguais. Eu, felizmente, já cheguei ao formato ideal", conta, explicando que não pretende fazer novos procedimentos.
Jovem conta que foi bem acolhido no trabalho e família (Foto: Arquivo pessoal)Jovem conta que foi bem acolhido no trabalho e família (Foto: Arquivo pessoal)
Na época, o jovem fazia estágio em uma empresa de tecnologia da informação em São Leopoldo, também no Vale do Sinos, e cursava graduação. O trabalho nunca foi um impedimento, já que não atendia ao público diretamente. "As pessoas ficavam um pouco preocupadas e perguntavam se isso estava me fazendo bem. Era como uma família. Quando eu disse que sim, fui muito apoiado", lembra.
Se não puder ser quem eu quiser agora, nunca mais conseguirei"
Xiahn, 25 anos.
Já na universidade e na rua, as reações eram as mais diversas. Devido aos hematomas pós-operatórios, algumas pessoas perguntavam se ele tinha caído ou sido agredido. Para disfarçar e evitar os questionamentos, o jovem optou por utilizar um óculos como disfarce. Como se formou recentemente, teve que deixar o estágio e procura uma nova função na área. Depois da divulgação do resultado da cirurgia na internet, o jovem relata que tem recebido diversos convites de trabalho.
Depois de tanto esforço, Xiahn relata que aproveita o resultado com satisfação. Ele explica que muitos ainda acham um absurdo a mudança pela qual passou. "Independentemente de qualquer religiosidade que possam ter, eu acredito que só tenho uma vida e que se não puder ser quem eu quiser agora, nunca mais conseguirei", finaliza.
fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/05/jovem-passa-por-10-procedimentos-cirurgicos-para-parecer-oriental-no-rs.html

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Pesquisadores e artistas baianos discutem corpo feminino e seus direitos

Entretenimento

 

Projeto Delirium Ambulatorium acontece de 27 a 31 de maio
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 22/05/2014 19:20:22
O projeto Delirium Ambulatorium propõe o intercâmbio entre estudantes, atores, performers, diretores, artistas visuais e representantes de instituições que lutam pelo direito da mulher no espaço cultural Lalá (Rio Vermelho), de terça a sábado (27 a 31).
Idealizado pelo grupo Teatro Base, o evento promove conversas e experiências artísticas sobre o tema com representantes do Cultura e Sexualidade da Ufba (CUS), Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM/BA) e artistas locais de teatro, performance, dança, vídeo e artes visuais.
Conhecido por espetáculos provocantes, o grupo Teatro Base tem como eixo a condição da mulher contemporânea e o diálogo com as questões feministas, colocando em discussão as diversas violências: cultural, moral, sexual, psíquica e estética.
 
Foto: João Pedro Matos/Divulgação


Serviço:
Delirium Ambulatorium

Quando: de 27 a 30 de maio (18h - 21h) e 31 de maio (9h - 12h)
Onde: Lalá (Rua da Paciência, 329 - Rio Vermelho)
Entrada gratuita

Tags:
  • Teatro Base
  • Direitos da mulher
  • Mulherhttp://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/pesquisadores-e-artistas-baianos-discutem-corpo-feminino-e-seus-direitos/?cHash=cba69deb0e37f20b2057d906cc5486b4

MULHERES SE LIBERTAM DAS TINTURAS DE CABELO

São cada vez mais as mulheres que assumem os cabelos brancos. Porque gostam da cor, porque se sentem charmosas, porque se libertam da ditadura das tintas, porque os merecem. No domingo, sete mulheres dos 30 e os 70 anos contam porque se sentem orgulhosas dos seus cabelos brancos.
Fotos de Gerardo Santos / Global Imagens


 
São cada vez mais as mulheres que assumem os cabelos brancos. Porque gostam da cor, porque se sentem charmosas, porque se libertam da ditadura das tintas, porqu...e os merecem. No domingo, sete mulheres dos 30 e os 70 anos contam porque se sentem orgulhosas dos seus cabelos brancos.
Fotos de Gerardo Santos / Global Imagens

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...