domingo, 27 de novembro de 2011

Como controlar os gastos neste final de ano

Apesar do clima de compras do Natal, muita gente vai aproveitar para quitar dívidas e economizar. Inspire-se nos exemplos e aproveite o 13º para equil




Estadão



enviar por e-mailimprimirTexto:A-A+Na próxima quarta-feira (30), cerca de 78 milhões de brasileiros irão receber a primeira parcela do 13.º salário. De acordo com estimativas do Dieese, esse benefício, cuja segunda parcela será paga até o dia 20 de dezembro, deve injetar R$ 118 bilhões na economia brasileira. Mas se engana quem pensa que esse dinheiro extra vai todo para a compra de presentes e mimos de fim de ano.



Segundo um levantamento feito pelo Instituto Ipsos, em parceria com a Associação Comercial de São Paulo, quase um terço dos consumidores e consumidoras paulistas (28,9%) deve usar a primeira metade do 13.º para pagar dívidas. Comprar presentes é uma preocupação de apenas 17,8% dos entrevistados. Isso porque, em tempos de crise global, o melhor a fazer é acertar as contas agora para entrar em 2012 no azul.



Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em outubro revela que 61,2% dos brasileiros estão endividados. E já se sabe quais são os maiores gargalos. Entre os 18 mil entrevistados, 74% disseram ter dívidas no cartão de crédito. Em seguida vieram carnês de bens adquiridos a prazo (23,5%), empréstimos bancários (11%) e financiamento de carro (9,5%).



Na opinião da psicóloga Marjorie Vicente, que estuda hábitos de consumo, a facilidade para obtenção de crédito contribui para esse endividamento. "Em geral, quando estamos no shopping, não paramos para pensar nas dívidas que já temos acumuladas", diz. "O fato de termos um bom limite no cartão de crédito ou no cheque especial soa como uma garantia de que não vamos passar aperto."



Compras fracionadas. A pesquisadora Selma Felerico, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) explica que, em geral, as mulheres gastam com mais frequência e em valores menores que os homens. "É comum elas fazerem uma nova compra parcelada antes mesmo de terminar de pagar um outro bem que haviam comprado meses antes", diz.



Com o tempo, aquelas pequenas compras fracionadas vão se avolumando em grandes quantias. É aí que surgem as armadilhas. A primeira delas é estar sempre usando o cheque especial, que cobra no mínimo 8% de juros ao mês. Ou então entrar no crédito rotativo do cartão de crédito.



De acordo com o economista Samy Dana, da Consultoria Júnior de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), essas atitudes arrebentam qualquer orçamento. "Se em vez de quitar o valor total da fatura do cartão, todo mês você fizer apenas o pagamento mínimo, ao final de um ano, você terá pago 200% juros", explica.



A melhor maneira de não cair nessa cilada é se planejar. A chegada das gêmeas Lara e Rafaela, há 11 meses, fez a advogada Kiki Ramos, 31 anos, inverter suas prioridades. Se em anos anteriores o 13.º ia para sonhos de consumo como uma viagem ou um carro novo, agora se destina a despesas com as meninas. "Vou usar o dinheiro para organizar a primeira festa de aniversário delas", conta. "Além, é claro, de pagar o 13.º da empregada, a conta da farmácia, fraldas e roupinhas."



Projetos



Quem ainda não tem filhos e nem tantas despesas com impostos de começo de ano, como IPTU e IPVA, pode guardar o dinheiro extra para algo especial. A estudante de Ciências Atuariais Marcella Barros, de 20 anos, vai iniciar seu pé de meia para a festa de formatura. Desde que começou a trabalhar, ela mantém uma disciplina espartana com suas finanças."Tenho uma planilha em que anoto todas as minhas despesas, por menores que sejam. E sempre estabeleço quanto posso gastar e quanto devo poupar", conta.



Já o irmão, Walter, estudante de Arquitetura e 3 anos mais velho, vê seu dinheiro acabar antes do fim do mês e sempre pede uma ajuda à maninha. "Eu falo pra ele economizar, mas não adianta", brinca.



E há até quem use o velho cofrinho de moedas como estímulo. A estudante de publicidade Juliana Alves, de 19 anos, aprendeu com o pai, o vendedor de veículos João, que vale a pena guardar qualquer dinheirinho extra. "Ele costumava guardar num cofrinho todas as moedas que tinha no bolso e, no fim do ano, dividia o montante entre os filhos. Isso me ensinou a ter paciência para poupar e atingir meus objetivos", conta.



Modelo profissional, Juliana costuma investir R$ 100 reais por mês na poupança. As moedas que sobram vão para três cofrinhos, que ela não quebra de jeito nenhum. "Sonho juntar dinheiro suficiente para viajar para o exterior com meu namorado", afirma.



Os consumidores que estiverem com as contas em dia podem até gastar uma parte do 13.º com presentes. Mas o economista Samy Dana, da FGV-SP, aconselha a estabelecer uma meta de gastos, pesquisar preços e pagar tudo à vista. "Quem gasta por impulso no Natal entra no Ano Novo endividado. E aí vai acabar tendo de mexer na aplicação para pagar despesas inadiáveis, como o IPVA, o IPTU e o material escolar das crianças", avisa.



Dica de experts

Segundo especialistas em finanças pessoais, para quem tem dívidas, a prioridade deve ser usar o 13º para quitá-las. "Não tem como o dinheiro aplicado no banco render juros maiores do que os cobrados no cartão ou no cheque especial", argumenta André Massaro, da Moneyfit. "Se você deve à sua mãe ou a um amigo, eles podem esperar. Mas o banco, não!", diz Eliana Bussinger, autora do livro A Dieta do Bolso.
http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=245744

domingo, 20 de novembro de 2011

teste

Lá como cá: histórias de repressão à sensualidade feminina

18/11/2011 18:32, Por Vermelho

Divulgada nesta sexta (18), a notícia de que a Arábia Saudita estuda banir olhar “sexy” com véu — lei que obrigaria mulheres já cobertas de negro dos pés à cabeça a encobrirem o último vestígio de beleza –, demonstra quão atual e necessária é a luta da libanesa Joumana Haddad, que está no Brasil relançando nesta noite (18) o livro “Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe enfurecida”, da Editora Record.



Por Christiane Marcondes*


A sensível e contundente narrativa recorre ao melhor da literatura mundial para ilustrar a quase intransponível desigualdade de gênero. Reproduz, a esse propósito, frase do filósofo francês Michel Onfray, que escreveu em “A potência de existir”: “Quando a literatura produzir a contrapartida de uma mulher Casanova, e quando esse nome se tornar uma definição positiva da pessoa retratada, então, e só então, poderemos falar de uma paridade real entre homem e mulher”.



Poeta premiada, editora do principal jornal libanês, o An-Nahar, e criadora da primeira revista literária erótica do mundo árabe — a Jasad (corpo, em árabe), Joumana explica o francês: “Não acredito que Onfray quisesse dizer com isso que, a fim de se tornarem iguais aos homens, as mulheres precisam viver sua sexualidade de uma forma banal como fazia o pobre Casanova. A solução não é, com certeza, as mulheres caírem na armadilha de trocar a qualidade pela quantidade. É evidente que ele estava falando das diferentes conotações que uma descrição pode ter e transmitir se levarmos em conta as discriminações de gênero”.



O “casamento chique” que roubou a infância

Uma das mais engajadas representantes da luta pela liberdade feminina no Oriente Médio, Joumana Haddad tem uma vida marcada pelo constante desafio às ideias preconcebidas que o Ocidente tem das mulheres no Oriente Médio. E em seu livro “Eu Matei Sherazade”, não é diferente: Haddad desmonta o mito do clássico da literatura árabe, o qual acusa de passar uma mensagem equivocada às mulheres. Em suas noites de histórias inventadas para evitar a morte, Sherazade não seria um exemplo de resistência e rebelião, mas de concessão e negociação de seus direitos básicos. É com esta premissa que a autora tece um relato franco e explosivo sobre o que significa ser uma mulher árabe nos dias de hoje, condenando a postura daquelas que assumem o papel de vítima.



No livro, Joumana faz críticas também à guerra, que descobriu com apenas quatro anos e meio, no chamado “domingo negro”, quando explodiu a guerra civil em Beirute. As rajadas de tiro e as explosões, ao longe, soaram como a comemoração de um “casamento chique” para sua mãe, que estava e continuou preparando um bolo para a família. Longe disso, nas palavras da escritora, “era uma guerra que consumiu os melhores anos da minha infância e adolescência. Uma guerra que destruiu casas, lares, famílias e se tornou uma fábrica de viúvas e órfãos.”



A libanesa analisa o papel da mulher nesse cenário bélico e conclui que a violência é um dos fatores que reprimem a consciência feminina sobre liberdade: “Guerra é coisa de homem, dizem. Conclui-se daí que perder entes queridos seja coisa de mulher, suponho. Quanto mais serena, mais concentrada em suas lutas pessoais não seria a mulher árabe de hoje se não tivesse sido obrigada, em tantos países, a exercer o papel de viúva ou órfã, de mãe ou irmã enlutada.”



Um cúmplice na estante



A literatura foi uma grande aliada da menina, que estudou mais de 10 anos em escola feminina, sendo reprimida não só dentro de casa como entre os muros da escola e nas ruas de Beirute. Ela mesma relata: “Nem o conservadorismo dos meus pais, nem meu ambiente escolar – denunciei ambos e lutei contra eles só por uma questão de princípio – me irritavam de fato porque, até chegar à vida adulta, eu estava completa e absolutamente extasiada com o mundo dos livros e da escrita. Portanto, apesar da criação tradicional e do peso do medo, cresci livre por dentro, minhas leituras me emanciparam – e a liberdade, como mais tarde descobri, começa na cabeça antes de chegar à expressão e às atitudes de uma pessoa”.



Joumana conta que foi uma menina “levada” e que aguardava os pais saírem de casa para subir num banquinho e alcançar com braços esticados os livros das prateleiras mais altas da biblioteca doméstica. Assim chegou ao Marquês de Sade, Victor Hugo e, mais tarde, a Georges Bataille, que a ajudou a formular uma das bandeiras existenciais que a movem como poeta e jornalista. Bataille defende que só há duas opções: “ou a palavra exaure o erotismo ou o erotismo exaure a palavra”.



Com essa idéia em mente, a escritora compartilha a experiência: “Por que erotismo? Por que o corpo? São perguntas que me fazem com freqüência. E minha única resposta a elas é outra pergunta: são os escritores que escolhem os temas ou são os temas que os escolhem? Eu, pessoalmente, estou convencida de que a segunda é a resposta certa”.



Se Joumana bebeu na fonte da literatura ocidental para embasar sua prosa e poesia, do mesmo modo hoje, escritores consagrados da literatura ocidental saúdam sua estréia nas letras: “Um livro corajoso sobre uma mulher no mundo árabe. Ele abre nossos olhos, destrói preconceitos e é muito divertido”. Assina: Mario Vargas Llosa.



*Da redação do Vermelho

Resgatando Caio Fernando Abreu

Quem procura não acha. É preciso estar distraido e não esperando absolutamente nada.

Remexa na memória, na infancia, nos sonhos, nos fracassos, nas mágoas, nos delirios mais aluminados, nas esperanças mas descabidas, na fantasia mais desgalopada, nas vontades mais homicidas, nas culpas mais temíveis, nos lirismos mais idiotas, na confusão mais generalizada, no fundo do poço do inconsciente: é lá que está o seu texto.

E ler! Ler é alimento dequem escreve! Leia fartamente. Depois vomite! Escrever é enfiar o dedo na garganta. Depois é claro, você permeia essa gosma, amolda-a, transforma-a



As três citações são do Caio Fernando Abreu : resultado de um café hoje na FNAC. Encontrei o livro "morangos mofados" na mesa, me esperando para conversar


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cigarros: Papai Noel, Crianças e Mulheres



Propaganda Antiga de Cigarro x Mulheres
















São lindas e, olhando assim, parece que fumar é uma coisa chique, divertida, de status e até que faz bem pra saúde. Hoje a gente sabe exatamente que não é nada disso, e as propagandas atuais também são lindas e tem muito boas sacadas. Bem ou mal, pelo design, as antigas são, no mínimo, interessantes.  Para pensar no que a sociedade já produziu!!!!!!!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mais uma sessão : Propagandas Antigas

Parabens e grata pelas fontes
Fonte http://www.jave.blogger.com.br/ acessado em 17 de novembro


postado por: javé 2:13 PM

15.9.04
Securit... segura as fichas


postado por: javé 1:03 AM

25.8.04
A Eva Wilma!... Há quanto tempo...


postado por: javé 12:24 AM


Preferido por 9 entre 10 estrelas do cinema...


postado por: javé 12:21 AM

19.8.04
Um Jeep para o passeio da família...


postado por: javé 12:16 AM

12.8.04
Deu branco!


postado por: javé 12:36 AM

1.8.04
Tempo bom... Cuba libre!!


postado por: javé 7:49 PM

31.7.04
Voando por estações de rádio.


postado por: javé 11:36 PM


Acho que era para americano usar...


postado por: javé 11:34 PM

23.7.04
Um super sono com divino sonho...


postado por: javé 12:24 AM

21.7.04
Prestativas e acolhedoras...


postado por: javé 12:48 AM

20.7.04
Naquele tempo o branco era alvura...


postado por: javé 1:06 AM


Dando bola pra você...


postado por: javé 1:03 AM

16.7.04
Monsanto... a good trip!


postado por: javé 1:18 AM


Aqueles dias, qual o quê...


postado por: javé 1:17 AM

15.7.04
Ai, ai, ai... Melhoral e oba, oba!


postado por: javé 12:49 AM


Aaattchiiimmmm!!!...
sem problemas de corrimento do nariz!


postado por: javé 12:46 AM

12.7.04
Amor de mãe e leite Ninho!


postado por: javé 12:43 AM


Desde pequenino que se torce o pepino... quero dizer, aperta-se o tubo de creme dental!


postado por: javé 12:41 AM

1.5.04
Doce de leite de moça?... Não, Leite Moça


postado por: javé 1:28 AM

30.4.04
Espuma protetora e refrescante... Ah!


postado por: javé 12:14 AM

         

O grupo feminino ‘Super 7′ acusa o SNSD de serem ‘plastificadas’

Super 7, o grupo feminino não oficialmente rotulado como a versão taiwanesa do SNSD, têm acusado abertamente as garotas de terem feito cirurgias plásticas!
Mídias de Taiwan realizaram uma entrevista com o Super 7, que foi lançada recentemente através da edição de uma revista semanal do país.
As meninas que foram anteriormente criticadas por uma pobre imitação do SNSD em seu MV, comentaram: “No início, nós ficamos tão ofendidas, por isso choramos muito, mas agora entendemos por que o MV pode ter chateado os fãs. Nós também sentimos que a crítica é uma outra forma de interesse e somos capazes de lidar melhor com comentários negativos.”
Elas continuaram, “Algumas integrantes do SNSD podem cantar e dançar bem, mas o resto das integrantes não têm um encanto especial. Todas as meninas do SNSD se submeteram à cirurgias plásticas, mas nós somos belezas naturais e seus corpos (SNSD) não podem sequer se compararem com os nossos.”
Elas, então, rapidamente mudaram sua atitude dizendo: “Não estamos dizendo que nunca seremos capazes de nos tornarmos melhores que o SNSD, mas veremos-as como nossa inspiração.”
Boquiabertos, os fãs coreanos que ouviram os comentários do Super 7, falaram: “Elas provavelmente devem aprender a serem mais humildes”, ”Elas não são belezas naturais, mas sim naturais, cidadãos comuns”, e “Só, por favor, parem de copiar as coisas do SNSD”.
O conceito por trás do Super 7 é que a sua idade média é de apenas 22 anos, e que todas têm o tamanho ‘C’* de peitos.
*Tamanho C costuma ser tamanhos 44.
Fonte: AllKpop
Tradução: Melissa

Campanhas antigas! ideias recentes?

Sempre bom conhecer um pouco da nossa história, e voltando para a área da comunicação, iremos viver este momento nostálgico e conhecer algums anúncios que fazem parte da história da publicidade, anúncio nacionais e internacionais:





































 
 

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...