sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mais saude, menos corpos!!!!


19/05/2009 SaúdeAnorexia e bulimia atingem homens na adolescência

Da Redação
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Dados da Secretária de Estado da Saúde indicam que o Ambulatório de Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas de São Paulo recebe 25 casos de homens com anorexia ou bulimia mensalmente. Desses, 50% tiveram problemas de obesidade na infância. A maior incidência da anorexia e da bulimia em homens se dá na faixa etária entre 14 e 18 anos.Sobre a doençaOs sintomas são os mesmos que acometem as mulheres. No caso da anorexia, há o medo permanente de ganhar peso ou de se tornar obeso, a falta de percepção de que se está abaixo do peso e a recusa em aceitar que está doente. Já no caso da bulimia, pode haver compulsão por ingestão de alimentos, para em seguida eliminá-los por meio de vômitos provocados, laxantes e diuréticos; prática exagerada de exercícios e jejuns prolongados.Predisposições genéticas ajudam no aparecimento do transtorno. Porém é preciso que mais algum fator estimule este aparecimento, como a insatisfação com a aparência corporal e, mais grave, a distorção da imagem corporal. Mesmo estando muito magros, os pacientes ainda se acham gordos. Entre os fatores mais comuns para o surgimento do problema, estão a obesidade na infância (o mais comum), conflitos de orientação sexual, comprometimento da auto-estima e preocupação com adoecimento no futuro.

VEJA COMO APARECEM AS NOVIDADES.... SEM BARRIGA


E MAIS UMA NOTICIA PARA SERMOS FELIZES COM O CORPO MAGRO!!

fonte: ttp://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1168886-5605,00-REDUTOR+DE+BARRIGA+PARA+HOMENS+E+OURO+COMESTIVEL+FAZEM+SUCESSO+EM+FEIRA+DE+.html


Os homens acima dos 30 anos ganharam um aliado na luta contra a barriga com um mínimo de esforço. Acaba de entrar no mercado brasileiro uma substância batizada de Abdoliance, que promete prevenir e reduzir o acúmulo de gordura da região abdominal masculina apenas com a aplicação na pele. O produto é uma das novidades da FCE Pharma, feira internacional de tecnologia para a indústria farmacêutica que acontece até quinta-feira (28), na Zona Sul de São Paulo. Segundo a farmacêutica Kennya Macedo, executiva técnica da Idealfarma, empresa que trouxe o Abdoliance para o Brasil, o produto é uma combinação da cafeína do guaraná com uma substância extraída da laranja e batizada de hesperidina. A substância é vendida apenas com prescrição médica e em farmácias de manipulação.


A explicação para o produto ser voltado para os homens acima dos 30 anos está na oscilação hormonal que começa nessa faixa etária, justifica Kennya. Segundo ela, a hesperidina atua inibindo a ação de outra substância, a aromatase. “A aromatase age no organismo tranformando a testosterona do homem em estrogênio, o hormônio feminino”, resume. Essa transformação de hormônio masculino em feminino, diz a farmacêutica, favorece o acúmulo de gordura na região abdominal dos homens. “Com o declínio da testosterona, a facilidade que o homem tinha de queimar gordura naturalmente cai”, explica.

“É por isso que o produto é indicado para os homens. As mulheres até podem usar, mas a ação da hesperidina ficará em segundo plano. Homens mais novos também podem, mas eles não estão na faixa etária em que há a ação da aromatase”, esclarece. Nesses dois casos, diz Kennya, os dois grupos se beneficiariam principalmente da ação da cafeína, que acelera o metabolismo e atua queimando a gordura já existente. “O Abdoliance ajuda a prevenir a transformação da testosterona e o consequente acúmulo de gordura. Essa é a novidade”, diz Kennya. Segundo a empresa, é possível reduzir quase 2 centímetros do diâmetro da cintura em até 28 dias de uso. O Abdoliance é vendido misturado a algum creme hidratante, que deve ser espalhado na região abdominal.

COMO RESISTIR????? SERÁ QUE FAZ BEM???? É ASSIM QUE AS PESSOAS NÃO IMPACTADAS. O QUE VALE RESSLTAR É QUE É IMPORTANTE COMPROVARMOS O VALOR SAUDÁVEL DA NOTICIA E NÃO O SENSACIONALISMO COMO ELAS SÃO PUBLICADAS

quinta-feira, 28 de maio de 2009

PESSOAS NORMAIS... CORPOS NORMAIS!!!


domingo, 24 de maio de 2009, 10:26

FONTE: http://diaadia.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=10&id=5746198&titulo=Outro+padrao+de+beleza
Outro padrão de beleza-->
Eliane de Souza Do Diário do Grande ABC


Aposto que muitas leitoras já deixaram de jantar fora com a desculpa de não ter o que vestir ou perderam uma praia num dia ensolarado com vergonha de encarar o biquíni. Você não está sozinha. Pesquisa encomendada pela Dove aponta que 67% das 3.300 entrevistadas entre 15 e 64 anos evitam atividades sociais por se sentirem mal com sua aparência.
O mesmo levantamento também aponta que 90% das mulheres em dez países querem mudar pelo menos um aspecto da sua aparência física, sendo que o peso é o primeiro no ranking. Num mundo comandado por modelos magérrimas, desponta a modelo Fluvia Lacerda, 28 anos. Ela foi descoberta por uma editora de moda dentro de um ônibus a caminho de Manhattan, Nova York, e há três anos estrela campanhas da agência Elite, dos Estados Unidos. Com manequim 48, a brasileira é considerada uma das modelos plus size mais bonitas do mundo.
"Nunca tive complexo algum em relação ao meu corpo, tampouco me sentia inferior às mulheres magras. Apesar da pressão de amigos e familiares que insinuavam que eu deveria me cuidar mais e perder peso, seguida dos comentários do tipo ‘seu rosto é tão lindo'''', como se eu fosse apenas uma cabeça sem corpo, sempre gostei de mim do jeito que sou", diz a modelo.
Quando se pensa em mulheres acima do peso, logo vem a ideia de pessoa sedentária e com hábitos alimentares questionáveis. Não é o caso de Fluvia, que só come arroz, macarrão e pão se forem integrais e passa longe de comida processada.
"Não aceito ser escrava de dietas, aliás, nunca fiz uma dieta, até porque nunca encontrei uma boa razão para me escravizar à ditadura de passar fome. Porém, isso não quer dizer comer só besteiras. O grande segredo é saber o que colocar no prato", enfatiza. A rotina ainda inclui frequentar a academia cinco vezes por semana, andar de bicicleta, fazer aulas de ginástica localizada e dançar Flamenco.
Nos Estados Unidos, estima-se que 68% da população feminina vista manequins entre 42 e 52. Nesse caso, os fabricantes foram forçados a produzir roupas GG com o mesmo estilo, criatividade e qualidade.
Para Fluvia, isso não acontece no Brasil. Ela diz que as roupas para as gordinhas normalmente são malfeitas ou carregam a aparência de pertencerem às nossas avós. "Antes de morar nos Estados Unidos, nunca tinha pensado que poderia ser uma gordinha fashion, até mesmo porque nunca encontrei algo legal que servisse em mim", critica a modelo.
Guia de moda para tamanhos GG
Para provar que mulheres que vestem tamanhos G ou GG podem ser sensuais e elegantes, o jornalista Jeff Benício e a personal stylist Malena Russo recrutaram modelos plus size e produziram looks inspirados nas últimas tendências no livro Moda Para Mulheres Reais (Editora Haz, R$ 40, 66 páginas).
A publicação é o primeiro guia de estilo brasileiro para consumidoras que vestem acima do manequim 44 e conta com dicas sobre como escolher as peças certas para valorizar o visual e destacar áreas que podem ser o ponto alto do look.
"Algumas marcas que confeccionam tamanho maior direcionam a produção apenas para o público senhoril. Queremos mostrar que a mulher brasileira não é magérrima", destaca Malena Russo.
A personal stylist requisitou as próprias clientes e agora recebe vários contatos de gordinhas interessadas em posar para suas lentes. A pedido de uma grife, irá realizar o segundo ensaio fotográfico.
Quem já precisou comprar uma peça de última hora sabe muito bem que os tamanhos G e GG são os primeiros a desaparecer das prateleiras. Contrariando a lógica, por enquanto, o mercado de moda não se preocupa em produzir peças maiores. "Infelizmente, existe muito preconceito nessa área e é mais fácil um estilista achar que as mulheres precisam emagrecer para usar sua marca do que mudar o tamanho das peças", explica Malena. "Em muitas grifes o tamanho G é o número 42. Em países como Itália, o tamanho P é o manequim 44", exemplifica.
DICAS - A especialista revela algumas dicas de estilo para mulheres que estão brigadas com a balança, mas não com o espelho. Para não errar nas medidas, é preciso atentar para a proporção do corpo, já que nem todas as gordinhas possuem quadril largo ou busto avantajado.
Mulheres com seios fartos podem valorizar o colo com decotes em V. Quem tem maior volume nas coxas e quadril pode chamar a atenção para a parte de cima do look utilizando cintos ou faixas abaixo do busto. O truque alonga a silhueta e, consequentemente, deixa a mulher com a postura visualmente mais esguia.
E engana-se quem pensa que look de cor preta emagrece. "O que deixa aparentemente mais magra é a modelagem da peça e um bom corte", explica Malena Russo. Outro erro é pensar que mulheres acima do peso não podem usar estampas. "Pode usar estampas desde que não sejam muito pequenas. Padronagens grandes dão a sensação de dimensão menor e as pequenas fazem o contrário", ensina.
Valorize o look
APOSTE
Listras verticais, estreitas ou longas.
Recortes e debruns verticais.
Decotes em V.
Fendas nas sobreposições.
Blazers com abotoamento simples e abaixo do quadril.
Calças com túnicas retas abaixo do quadril, abertas do lado.
Calças escuras e de corte reto, afunilando embaixo.
Saias retas, sem serem justas demais.
Look tom sobre tom, como preto e cinza, duas tonalidades de azul etc.
Meias escuras.
Maiô inteiro, de preferência escuro e com forro modelador.
EVITE
Listras, recortes e debruns horizontais.
Tecidos armados e que dão volume, como o brim grosso, o tafetá e o shantung.
Laços e echarpes volumosos.
Decotes quadrados ou muito fechados.
Bijuterias enormes.
Blusas com babados, pregas, mangas bufantes e golas grandes.
Suéteres ou camisetas de malha muito justa.
Blusas, paletós, blazers ou peças cujas bainhas parem na altura do que você quer disfarçar.
Detalhes que marquem a cintura, como nós e cintos.
Blazers ou paletós com lapelas largas.
Leggings e roupas em tecido stretch, sobretudo em cores claras.
Saias com pregas ou franzidas.
Meias claras.
Valorize o look
APOSTE
Listras verticais, estreitas ou longas.
Recortes e debruns verticais.
Decotes em V.
Fendas nas sobreposições.
Blazers com abotoamento simples e abaixo do quadril.
Calças com túnicas retas abaixo do quadril, abertas do lado.
Calças escuras e de corte reto, afunilando embaixo.
Saias retas, sem serem justas demais.
Look tom sobre tom, como preto e cinza, duas tonalidades de azul etc.
Meias escuras.
Maiô inteiro, de preferência escuro e com forro modelador.
EVITE
Listras, recortes e debruns horizontais.
Tecidos armados e que dão volume, como o brim grosso, o tafetá e o shantung.
Laços e echarpes volumosos.
Decotes quadrados ou muito fechados.
Bijuterias enormes.
Blusas com babados, pregas, mangas bufantes e golas grandes.
Suéteres ou camisetas de malha muito justa.
Blusas, paletós, blazers ou peças cujas bainhas parem na altura do que você quer disfarçar.
Detalhes que marquem a cintura, como nós e cintos.
Blazers ou paletós com lapelas largas.
Leggings e roupas em tecido stretch, sobretudo em cores claras.
Saias com pregas ou franzidas.
Meias claras.
Enfim dá´para ser feliz com seu corpo .

E a vigorexia anda à solta!!!!


Vale a pena ler esta notícia sobre a propagação da avigorexia masculina.




Internet turbina culto aos anabólicos


Publicado em 23.05.2009, às 16h22Do JC
Leonardo tem 16 anos e até pouco tempo tinha vergonha do próprio corpo. A magreza fazia do garoto alvo constante das piadas dos amigos. Foi a partir daí que resolveu entrar em uma academia. Malhou regularmente durante seis meses e tomou suplementos alimentares, mas disse não ter conseguido massa muscular. Só então decidiu recorrer aos anabolizantes. “O cara muito magro não tem moral na rua e não fica com nenhuma menina. Estava treinando forte, cinco vezes por semana, mas meu corpo não saía do canto. Com os anabólicos, dei uma crescida. Agora, gosto quando me olho no espelho”, contou.A magreza ficou mesmo no passado. Com os anabolizantes, Leonardo ganhou 13 kg de músculo. Nos últimos nove meses, investiu quase R$ 2 mil com a compra de esteroides, todas pela internet. Aliás, foi a rede mundial de computadores que estimulou o garoto a se bombar, depois de frequentar fóruns sobre o assunto, onde vários contrabandistas atuam livremente e fazem forte apologia ao consumo. “Na internet, tirei todas as minhas dúvidas. Desde o que tomar até como atenuar os efeitos colaterais”, afirmou.»
O lado sombrio da força» A rota do contrabando de anabolizantes» Sedex traz drogas até em casa» Bomba tem inflação de quase 400%A operação de compra pela internet é sempre a mesma. Os compradores fazem o depósito na conta do contrabandista e enviam um e-mail com uma cópia do comprovante. Numa média de dez dias depois, recebe um Sedex com os produtos. Como medida de segurança, o endereço do remetente é sempre falso. “É uma estrutura de comércio que todos gostam, porque ninguém precisa mostrar a cara, podemos usar até pseudônimos. Além disso, pela internet, temos mais opções para comprar e por um preço menor”, comentou o ex-judoca Hildo.“Estes produtos estão mais baratos porque não há intermediários na operação”, disse, por e-mail, um contrabandista de São Paulo, que vende pela internet. Ele se comunicou durante 15 dias com a reportagem do JC, acreditando se tratar de pretensos consumidores (ver relato ao lado).Na mesma medida em que facilita o caminho de garotos até as bombas, a internet alimenta informações distorcidas sobre o assunto, principalmente nos fóruns destinados a debates. Todos entram usando pseudônimos e a maioria faz apologia ao consumo de anabolizantes. Em alguns momentos, ironizam pessoas magras e gordas, chamando-as de “nojentas”.“Tem muita coisa deturpada na internet, postada por gente que não entende de musculação e saúde. Eles prometem fórmulas mágicas com o uso de anabolizantes e não falam dos malefícios. Os garotos entram nestes fóruns e acham que podem resolver os seus problemas rapidamente. Há coisas muito absurdas e que podem levar à morte”, disse o personal trainer Derval Rêgo.
O EFEITO INTERNET - A reportagem do Jornal do Commercio conseguiu com uma de suas fontes o contato de um dos principais contrabandistas de anabolizantes do País, que mora em São Paulo. Por quatro semanas, os repórteres se passaram por compradores dispostos a se tornar revendedores da droga no Estado. Nesse período, foram trocados 17 e-mails com ele. Na conversa, foram feitos questionamentos sobre a operação e os riscos de interceptação pela polícia. O contrabandista confidenciou sua crescente preocupação com a fiscalização, principalmente no Sudeste, mas garantiu que ainda são seguras as transações usando a estrutura dos Correios.


Enfim temos que cuidar nos nossos corpos.

E o corpo emagrece....


Mais e mais pessoas estão preocupadas com a saude corporal... Enconteri hoje esta materia e quero reforçá-la aqui no meu espaço...



Enquanto tem gente que “engorda” pessoas no PhotoShop para fazer graça, uma fotógrafa alemã seguiu um caminho inverso: Está manipulando digitalmente fotografias feitas em estilo de fotos de moda para transformar as modelos em seres inacreditavelmente magros. Contudo, seu objetivo não é fazer piada, mas chamar a atenção para o grave problema da anorexia.
A fotógrafa
Ivonne Thein ficou chocada com a existência de sites que promovem a anorexia e a bulimia como estilo de vida, esquecendo que são doenças, nos quais meninas sonham em ser magras como as modelos fotográficas a qualquer custo.
Como a fotógrafa trabalha exatamente com esse tipo de imagem, ficou abalada e resolver criar o projeto Thirty-Two Kilos (Trinta e Dois Quilos). Fotos que poderiam estar em qualquer revista de moda foram alteradas para que as modelos ficassem “assustadoras”. Um dos principais objetivos é denunciar a artificialidade da fotografia de moda e o quão fácil uma jovem pode ser influenciada negativamente.
Confira todas as fotos no
site do projeto.
Fonte:
BBC Brasil
Leia Também

O corpo manda sinais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Vamos ouvi-los


Continuando minha caminhada corporal, vamos a mais uma material que encontrei na internet e que vale a pena conhecer!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Atenção à linguagem do corpo vira arma para evitar doenças
17/05/2009 - 00h00 (
Outros - Outros)


AUTORADaniela Carla dsouza@redegazeta.com.br


Cabelo em queda livre, cansaço ao menor esforço, rouquidão que não passa. Na correria do dia a dia, é comum a gente tocar a vida sem dar importância a sinais como esses. Pensamos que o incômodo fora de hora vai passar logo logo e acabamos ignorando a linguagem do corpo. O problema é que o pequeno desconforto pode ser um alerta de que algo não vai bem com a nossa saúde.

Ficar cansado depois de um dia inteiro de trabalho é normal, mas uma enorme fadiga que não passa, sem nenhum esforço que a explique, pode indicar vários tipos de doença. Desde vermes habitando o intestino até anemia ou hipotireoidismo. Não dar importância ao que acontece na hora de ir ao banheiro é outro mau hábito comum. Se, nos últimos meses, evacuar virou uma tortura para você, vá ao médico. Pessoas que passam dias interlacando intestino preso com solto demais podem estar sofrendo de problemas emocionais ou doenças, Autoconhecimento Aliás, por falar em câncer, já se olhou no espelho hoje? A dermatologista Karina Mazzini diz que todo mundo deveria, não só se olhar, mas fazer uma verdadeira inspeção no corpo em frente ao espelho, de vez em quando. Isso porque a pele, explica ela, é o nosso maior órgão e reflete muito do que se passa dentro dele."É importante se conhecer, se olhar no espelho sem roupa, de frente e de costas. Saber o tamanho, a cor e a textura de pintas e sinais. Quem se conhece sabe, por exemplo, que, se eles mudam de aparência, isso pode indicar câncer de pele", observa.Se o rendimento entre quatro paredes não é mais o mesmo também é importante saber o que está acontecendo. O clínico-geral e especialista em Medicina Ortomolecular Noslen Salles lembra que muita gente não dá importância à diminuição do desejo ou ao desempenho sexual. E esses podem ser sintomas de problemas orgânicos e não de que o relacionamento vai mal. "Uma baixa hormonal pode provocar queda da libido, vigor para o sexo e ressecamento vaginal. E alterações hormonais podem indicar hipotireoidismo", salienta. Cansaço pode indicar doença cardiovascular Muita gente tem doença cardiovascular e acaba sabendo da pior forma: quando, de repente, tem um infarto. Mas os especialistas afirmam que há sinais que indicam que o coração não vai bem. Se você fica cansado facilmente, não faça de conta que nada está acontecendo. É o que diz o cardiologista e médico pesquisador da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), José Geraldo Mill. "Cansaço excessivo é um dos sintomas de doença cardiovascular. Uma pessoa que sobe de um andar para o outro de escada e fica muito cansada e com falta de ar precisa procurar um especialista. Se a pessoa for magra, o coração não está bombeando com eficácia. Se for obesa, pode ser só pelo excesso de peso, mas quem vai dizer isso é um médico, através de exames", aponta. Mill explica que a hipertensão e as alterações de colesterol, fatores que causam doenças cardiovasculares, não apresentam sintomas em metade dos casos. "Normalmente quando a pessoa descobre já existem complicações, como entupimento de artérias por excesso de gordura. Por isso, é importante fazer acompanhamento médico anual", salienta.Doença de pele causada por estresse Ter uma pele bonita não é apenas uma questão de beleza. Ela é o maior órgão do nosso corpo e reflete o que se passa dentro dele. Várias doenças provocam consequências na pele, nos cabelos e nas unhas. Mas, nos últimos anos, o estresse tem sido o problema que mais leva pessoas aos consultórios de dermatologia.A dermatologista Karina Mazzini ressalta que tem atendido muitas pessoas com urticária e dermatite seborréica por estresse e ansiedade. "A urticária se manifesta com coceira, e a dermatite seborréica com lesões avermelhadas que descamam. Muitas vezes é preciso tratar com medicamentos e terapia ou alguma forma de relaxamento, como a ioga", explica. Cabelos e unhas enfraquecidos também podem indicar doenças. "Anemia e alterações na tireoide provocam queda de cabelo, enfraquecimento das unhas, ressecamento da pele e até bolsas sob os olhos", ressalta.Manchas roxas no corpo também não devem ser ignoradas. "Se a pessoa está com manchas que parecem hematomas, mas não levou nenhuma pancada, é bom verificar o motivo. Ansiedade em excesso provoca micro-hemorragias", destaca a dermatologista.Mulheres se cuidam mais Sabia que as mulheres vivem sete anos a mais que os homens? A explicação para a longevidade feminina é simples: elas se cuidam melhor, vão mais ao médico, valorizam mais as pequenas alterações no corpo. "O homem é mais resistente. Não gosta de ir ao médico nem de tomar remédios. Costuma protelar o máximo que pode uma consulta", diz o médico oncologista Roberto Gomes.O especialista lembra que identificar o câncer precocemente para o sucesso do tratamento é importante, mas reconhece que nem sempre é fácil. "Na maioria dos casos, o paciente não sente nada no início. Quando a dor começa, o câncer já está avançado", aponta. Mas ele diz que há outros pequenos sinais que o corpo mostra de que é preciso buscar um especialista na área. "As mulheres devem fazer autoexame nas mamas mensalmente e ficar atentas a sangramentos vaginais depois da menopausa. Sintomas como dor na hora de engolir, alterações de voz e aliminação de sangue nas fezes também devem ser investigados", explica.A pedido de A GAZETA, Roberto Gomes relacionou oito sinais de alerta para o câncer. Observe sempre se algum deles está presente em você ou alguém da sua família. Eles podem fazer toda a diferença na hora do diagnóstico.Ouça o seu corpo Dê atenção às pistas que indicam a necessidade de ir ao médico Cansaço excessivo Ficar cansado demais pode significar desde verminose até câncer ou doenças do coração Intestino instável Intestino que intercala dias preso com outros em que está solto demais pode indicar desde problemas emocionais até câncer ou síndrome do cólon irritávelUrina em excesso Urinar demais, sentir muita sede ou fome são sintomas da diabetesDificuldade para engolir Incômodo ao engolir ou ardência na garganta podem ser sintomas de câncer de esôfagoSonolência excessiva Sono em excesso, quando começa a trazer problemas para a vida profissional, pode ser sintoma de anemia ou até leucemiaRouquidão insistente Ficar rouco por várias semanas pode indicar desde calos vocais até câncer de laringeAlterações em pintas Fique atento a mudanças na cor, textura ou tamanho de sinais e pintas de pelePalma da mão avermelhada Doenças no fígado podem fazer a palma da mão ficar vermelha. É a chamada palma hepática Queda de libido Alterações hormonais, como hipotireoidismo, podem causar queda do desejo ou o vigor sexual Manchas roxas A ansiedade excessiva provoca microhemorragias e se refletem em manchas roxas no corpoQueda de cabelo Não gaste dinheiro com cabeleireiro antes de ir ao dermatologista. A queda de cabelo pode indicar males como anemia, hipotireoidismo e estresseUnhas enfraquecidas As mesmas doenças que enfraquecem os cabelos costumam deixar as unhas quebradiças e ressecadas Pele ressecada Pele muito ressecada e bolsas embaixo dos olhos são sintomas de hipotireoidismo.

Vamos cuidar do corpo.

sábado, 23 de maio de 2009

ANOREXIA MASCULINA AUMENTA....


Extremos da alimentação
Apesar de serem mais comumente associadas às mulheres, a anorexia e a bulimia também afetam os homens. O Hospital das Clínicas de São Paulo, da Secretaria de Estado da Saúde, possui um Ambulatório de Transtornos Alimentares que recebe 25 casos de homens mensalmente. Desses, 50% tiveram problemas de obesidade na infância.
A maior incidência da anorexia e da bulimia em homens se dá na faixa etária entre 14 e 18 anos. Os sintomas são os mesmos que acometem as mulheres. No caso da anorexia, há o medo permanente de ganhar peso ou de se tornar obeso, a falta de percepção de que se está abaixo do peso e a recusa em aceitar que está doente.
Já no caso da bulimia, pode haver compulsão por ingestão de alimentos, para em seguida eliminá-los por meio de vômitos provocados, laxantes e diuréticos; prática exagerada de exercícios e jejuns prolongados.
Doença de mulher
Por serem doenças normalmente associadas às mulheres, mesmo com todos esses sintomas, a resistência dos homens em aceitar que está doente e procurar tratamento é muito grande.
"O padrão de IMC independe de sexo. O considerado normal deve girar em torno de 20 a 24,9 kg/m². Dentre nossos pacientes, o IMC mínimo foi de 15,5 kg/ m². A anorexia e a bulimia são, sim, problemas que afetam também os homens", afirma o médico psiquiatra e coordenador do AMBULIM do Hospital das Clínicas de São Paulo, Alexandre Azevedo.
Causas da anorexia e bulimia
Predisposições genéticas ajudam no aparecimento do transtorno alimentar. Porém é preciso que mais algum fator estimule este aparecimento, como a insatisfação com a aparência corporal e, mais grave, a distorção da imagem corporal. Mesmo estando muito magros, os pacientes ainda se acham gordos.
Entre os fatores mais comuns para o surgimento do problema, estão a obesidade na infância (o mais comum), conflitos de orientação sexual, comprometimento da auto-estima e preocupação com adoecimento no futuro.
Estabilização do peso
O paciente é considerado curado quando o seu peso está estabilizado, seus hábitos alimentares estão adequados, quando não há mais desejo de perda de peso desnecessário e não há mais a distorção da própria imagem corporal. Durante o tratamento é feito um trabalho psicoterápico que previne recaídas na recuperação do paciente.
Durante o tratamento, o paciente não é afastado de sua vida normal. São poucos os casos que precisam de internação hospitalar completa ou parcial
.
VALE PENSAR E REPASSAR ESTA MENSAGEM
FONTE:

Homens tambem sofrem com o corpo: VIGOREXIA


Praticar exercícios físicos é muito importante para a saúde, só que quando se chega ao extremo e se pega pesado demais nos exercícios, principalmente quando não há orientação profissional, o que deveria ser saudável pode virar uma doença.

A prática excessiva de exercícios físicos pode ser prejudicial à saúde da mesma forma que o sedentarismo. Nesses casos malhar demais é pior que malhar de menos, porque a idéia de saúde transmitida pela prática de atividade física camufla esse problema que leva o nome de vigorexia.A vigorexia é conhecida também como anorexia reversa, pois, assim como esta, aquela é um transtorno disfórmico só que ao contrário. Ela atinge mais os homens, mas atualmente o problema tem crescido entre as mulheres também. As pessoas que sofrem deste transtorno se acham demasiadamente magras e fracas, ainda que aparentem musculosidade e força, com isso idealizam um corpo irreal e vivem em sua busca incessante.

Para as pessoas que não são profissionais da área, a medida com que se deve fazer exercícios é de, no máximo, duas horas por dia de 3 a 5 dias por semana e esse tempo deve ser dividido em atividades diferentes como alongamento,aeróbica e musculação. Isso mostra que não é bom fazer exercícios por muito tempo e que eles devem ser feitos de forma equilibrada, por isso a importância da orientação profissional. Nos finais de semana nada de continuar se exercitando. O corpo precisa de tempo para descansar, regenerando-se do esforço físico feito no decorrer da semana.Algumas aulas, como o spinning, aceleram o sistema cardiovascular e não devem em hipótese alguma passar de uma hora, pois corre o risco de sobrecarregá-lo. Os sintomas dos excessos de atividade física passam pela ansiedade, por querer sempre ultrapassar os limites do corpo, insônia, irritabilidade, cansaço crônico e podem ainda comprometer a imunidade fisiológica, fazendo com que o corpo fique mais sujeito a gripes e resfriados. O cansaço pode também comprometer o desempenho sexual, pois diminui a libido. Para as mulheres os cuidados devem estar com as taxas hormonais, pois é a gordura que regula a produção dos hormônios sendo que quando muito baixa pode causar disfunções como a ausência de menstruação e a tireóide.

afonte do artigo é

sábado, 16 de maio de 2009

VALE RESSALTAR NOVAS FORMAS CORPORAIS COSTANTES NA MIDIA


A anorexia nervosa afeta muito mais pessoas jovens (entre 15 a 25 anos), e do sexo feminino (95% dos casos ocorrem em mulheres). Tem sido enfatizada, em debates populares, a importância da mídia para o desenvolvimento de desorderns como anorexia e bulimia, por alegadamente promover ela uma identificação da beleza com padrões físicos de magreza acentuada. Qualquer papel a ser exercido pela cultura de massa na promoção dessas desordens, no entanto, está ainda para ser demonstrado. Na busca da etiologia de perturbações da saúde mental, inclusive da anorexia nervosa, comumente são procuradas causas de ordem intrapsíquico, ambiental e genético.Até agora, os seguintes fatos têm emergido na busca das causas desse transtorno:Causas genéticas/ambientais:* Estudos sobre desenvolvimento de transtornos alimentares envolvendo irmãs gêmeas têm sugerido um fundo genético para o desenvolvimento da anorexia.* Pais e mães de pacientes diagnosticadas com essa desordem possuem, relativamente a grupos de comparação da população não seleta, níveis mais elevados de perfeccionismo e preocupação com a forma física.


PARABENS AO BLO G DO ZITO QUE TRAZ ESTAS QUESTÕES!!!!


Mais pessoas preocupadas com a anorexia




É MUITO IMPORTANTE DIVULGARMOS ESSA PREOCUPAÇÃO COM O COTPO FEMININA


VALE PENSAR QUE O CORPO É UMA CONQUISTA.


SALVEM SEUS CORPOS DE QUALQUER AMEAÇA MIDIÁTICA .




Culto à anorexia une jovens na internet
Diários // Blogs e sites de relacionamento mostram a rotina de pernambucanos que fazem apologia à extrema magrezaMaria Carolina Santos e Raquel Lima // Diariodepernambuco.com.br
Destaque
Longe do olhar de familiares e amigos, adolescentes fazem apologia a distúrbios alimentares. No Orkut, em blogs e pelo MSN, meninas trocam incentivos para manter dieta de fome. Imagens: Raquel Lima/DP/D.A Press



Ana Mia costumava se sentir só. Tal solidão encontrou, no entanto, companhia em outras garotas (e garotos) que adotam o mesmo sobrenome virtual para identificarem-se na internet como anoréxicos (Ana) ou bulímicos (Mia). Às vezes, os dois (Ana Mia). São pernambucanos que, em blogs e sites de relacionamento, fazem apologia à magreza que têm ou querem ter. Como se fizessem parte de uma mesma tribo ou tivessem escolhido o mesmo estilo de vida. Este é o tema de duas reportagens que serão publicadas hoje e amanhã e estarão disponíveis na íntegra no Pernambuco.com. O conteúdo dos textos trocados entre os jovens tem sempre o objetivo de encorajar atitudes perigosas como dietas que alternam nenhuma comida (em inglês, No Food) com a ingestão de até 400 calorias (encontrada sob a sigla LF, de Low Food). Dicas para vomitar com mais facilidade, para enganar os pais, evitar demaios ou para resistir à comida também são comuns. "Os pais precisam ficar atentos aos sinais de perda excessiva de peso dos filhos"Kátia Petribú - psiquiatra"Cultive apenas borboletasno seu estômago. Elas te deixam leve, leve como uma fada! É apenas mais um dia e a comida não faz parte dele... É apenas mais uma hora, mais um minuto... até você ficar tão leve quanto uma borboleta. Você vai sentir a fragilidade de uma borboleta e, quando sua vista escurecer e sentir que vai desmaiar, serás tão leve quanto uma linda e esguia borboleta", diz um dos posts do blog Ana Mia Forever, que se define como "um site onde uma pró-Ana e Mia desabafa". A exibição ou troca de imagens de celebridades e modelos de extrema magreza é hábito. A moda, que impulsiona a avalanche diet mundial e acaba ditando conceitos estéticos, é realmente usada e abusada como bandeira pelos adolescentes. "Por acaso você já viu alguma gorda sexy como garota propaganda em alguma grande revista? Se o normal é comer, porque todo dia lançam no mercado mais ais produtos e dietas para emagrecimento?", diz uma menina online. A endocrinologista Jacqueline Araújo diz que apesar de os distúrbios alimentares datarem da época do Egito Antigo, hoje são mais comuns devido à pressão social pelo corpo perfeito. "Infelizmente, ainda não há métodos eficazes de prevenção da anorexia e da bulimia. Porém, seria importante uma mudança nos atuais conceitos da sociedade sobre a estética", opina. Como a maioria dos meninos e meninas que se unem em comunidades, fóruns ou trocam comentários em blogs mal saíram da puberdade, ou nem chegaram a ela pela privação a que se submetem, o caso pode acabar na Justiça. Segundo o promotor do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) José Lopes, que atua na investigação de crimes na internet, se algum menor for prejudicado e existir uma queixa, pode ser aberto um processo. "A legislação brasileira é pobre em relação a supostos crimes cibernéticos, mas se o computador ou a web for comprovadamente usada para prejuízo coletivo, pode haver punição", explica. De acordo com Lopes, nenhuma denúncia contra sites em prol da anorexia ou da bulimia foi registrada em Pernambuco. Não é que internautas saudáveis vão se tornar doentespor navegarem em sites, blogs e comunidades Ana ou Mia. Mas a psiquiatra Kátia Petribú defende que a internet pode sim reforçar crenças e levar quem tem propensão a distúrbios alimentares a entrar em crise. "É perigoso porque a web está formando grupos, fazendo com que haja identificação e aceitação da doença". Muitos dos blogs são usados como meio de desabafo já que os anoréxicos e bulimícos lutam para manter sua condição em segredo no mundo real. "O padrão é que estes jovens escondam os sintomas da família e dos amigos para cultivar a doença, mas no mundo virtual é possível encontrar pares, amigos", analisa Petribú. Conversando com outras Anas Mias, meninas se sentem mais confiantes e fortes para seguir em frente. O caminho? Dietas impossíveis, divulgadas - quase obrigatoriamente - nos blogs. Em O Diário de Ana Mia, uma jovem posta nove etapas de sua nova "orientação alimentar": alternar 48 horas de no food (NF) com até uma hora de low food (LF) de até 200 calorias. Um perigo para a saúde, como define a endocrinologista Jacqueline Araújo. Tratamento - A psiquiatra Kátia Petribú avisa que os pais precisam ficar atentos a alterações como perda de peso excessiva, suspensão de pelo menos três ciclos menstruais das filhas, auto-imagem de gordo em magros, idas frequentes ao banheiro após as refeições. Mas aconselha ainda que não adianta forçar a alimentação. O tratamento é feito por uma equipe multidisciplinar: psiquiatra, endocrinologista e nutricionista. A ajuda da família é essencial.
http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/02/13/urbana1_0.asp


segunda-feira, 11 de maio de 2009

Falando sobre corpo masculino....




Mais um artigo que não é meu, mas deve ser comentado por todos. Não podemos deixar passar em branco!!!!!!!!!!!!!!!!!
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1/05/2009
Pesquisa em academias de musculação revela o problema dos anabolizantes
Fernanda Marques
Vaidade apressada

Fonte: Diário da Saúde - www.diariodasaude.com.br
URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=pesquisa-em-academias-de-musculacao-revela-o-problema-dos-anabolizantes&id=4111
http://www.diariodasaude.com.br/print.php?article=pesquisa-em-academias-de-musculacao-revela-o-problema-dos-anabolizantes, 11 de maio de 2009

A questão estética, especialmente o imediatismo na obtenção do corpo desejado, é a principal motivação alegada por quem usa ou já usou anabolizantes - substâncias sintéticas relacionadas aos hormônios masculinos que produzem o aumento da massa muscular e cujo consumo não terapêutico pode provocar uma série de prejuízos à saúde.
A conclusão é de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que publicaram um artigo no periódico Cadernos de Saúde Pública, editado pela Fiocruz.
A equipe saiu a campo, matriculou-se em academias de ginástica, conheceu as rotinas desses estabelecimentos, observou a dinâmica das interações sociais e, por fim, entrevistou 43 frequentadores que já haviam utilizado anabolizantes.
Corpo ideal
Os relatos apontam para o uso dos anabolizantes por causa do desejo de atingir rapidamente "o corpo ideal", com massa muscular aumentada e definida, isto é, um corpo adequado aos padrões valorizados na sociedade e disseminados pela mídia.
Definir a musculatura e erradicar a gordura, considerada a grande vilã no caminho do corpo perfeito, foram objetivos frequentemente citados pelos entrevistados, que tinham entre 18 e 35 anos.
A pesquisa foi feita em três academias: uma localizada em um bairro de classe média de Salvador e duas em bairros populares da capital baiana. A preocupação com a estética foi a principal razão que levou os participantes a praticarem musculação, tanto no bairro de classe média quanto nos populares.
Ícone cultural
"É interessante notar a transformação nos signos do corpo musculoso, que no passado, além de se associar ao poder masculino, denotava também o trabalho manual e a condição proletária.
Na contemporaneidade, entretanto, o músculo perde esta última conotação e se torna ícone cultural altamente valorizado, simbolizando vigor, saúde e sucesso", diz o artigo, assinado pelos pesquisadores Jorge Alberto Bernstein Iriart, José Carlos Chaves e Roberto Ghignone de Orleans, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.
Forma de uso dos anabolizantes
Embora o desejo de ter um corpo musculoso fosse comum, a forma de utilizar os anabolizantes variou entre as academias. Na academia de um bairro popular, os pesquisadores observaram o uso explícito: os praticantes conversavam e até faziam brincadeiras sobre os anabolizantes e aplicavam as injeções uns nos outros antes de iniciarem a musculação; além disso, na lixeira do banheiro, foi possível encontrar grande quantidade de seringas e agulhas descartáveis, utilizadas nas aplicações. Já os entrevistados do bairro de classe média buscavam ocultar o uso dos anabolizantes: eram reservados nas conversas sobre o assunto e não faziam as aplicações no espaço da academia.
Outra diferença diz respeito ao tipo de anabolizante utilizado. Nas academias dos bairros populares, prevaleceram as substâncias com preços mais acessíveis e chamou a atenção dos pesquisadores o grande consumo até de produtos veterinários. Já os frequentadores da academia de classe média utilizavam anabolizantes mais caros, inclusive importados. Diferenças à parte, os praticantes de musculação das três academias estudadas almejavam "o corpo ideal" e demonstravam frustração quando se percebiam distantes do padrão idealizado.
Pertencimento
O medo de serem desvalorizados pelos colegas ou de não despertarem a atração no sexo oposto também pressionava os entrevistados a se enquadrarem no padrão do corpo musculoso. "Para os jovens, o pertencimento ao grupo de amigos é uma faceta fundamental de sua identidade e vários usuários entrevistados relataram o incentivo de amigos, namorados(as) e colegas de academia como um fator que favoreceu o uso de anabolizantes", dizem os pesquisadores no artigo.
Paradoxo da saúde
A equipe da UFBA também detectou um paradoxo nos relatos dos entrevistados. Embora já tivessem usado anabolizantes - substâncias que, reconhecidamente, podem trazer danos ao organismo -, eles destacavam os benefícios à saúde proporcionados pela prática da musculação.
Incomodados com o envelhecimento, viam na musculação a possibilidade de envelhecer com saúde e realizar o desejo de se manter sempre jovem. "É interessante notar que a preocupação com a saúde, manifesta na justificativa para a prática da musculação, não impede o uso de anabolizantes. Contribui para esse fato a representação de que manter o corpo "em forma" torna-se cada vez mais equivalente a ter um corpo saudável", explicam os pesquisadores.
Corpo musculoso e corpo saudável
O problema é que um corpo musculoso não necessariamente é um corpo saudável. E mais: se a musculatura definida foi conseguida à custa de anabolizantes, dificilmente esse corpo gozará de boa saúde.
O consumo abusivo dessas substâncias para fins estéticos pode trazer consequências negativas para o sistema reprodutivo e a pele, aumentar o risco cardiovascular, alterar a estrutura e a função do fígado, provocar desordens psiquiátricas e, no caso de injeções com seringas e agulhas reaproveitadas, há ainda o risco de transmissão de doenças como Aids e hepatite C.
Por isso, os anabolizantes são considerados hoje um crescente problema de saúde pública. No Brasil, o uso de anabolizantes ainda é pouco estudado. Porém, pesquisas realizadas em academias de musculação em São Paulo, Porto Alegre e Goiânia já revelaram altas prevalências de consumo: 19%, 11% e 9%, respectivamente.

domingo, 10 de maio de 2009

CORPOS ULTRAMEDIDOS







Noções sobre o corpo e o consumo.
A experiência do corpo é sempre modificada pela experiência da cultura.
Joana de Vilhena Novaes. 2006
Corpo objeto, corpo suporte, corpo sujeito, corpo cultura, corpo mídia. Tudo é corpo. O corpo está onipresente na mídia e podemos encontrá-lo de várias maneiras. O discurso dos meios de comunicação e das artes, em geral, gira em torno do corpo. A obsessão com o culto ao corpo, a multiplicação de artigos sobre dietas, regimes e atividades que modelam o corpo, a disseminação das clínicas estéticas e de cirurgia plástica, de lipoaspiração, de implante de silicone nos seios, de botox para atenuar as marcas de expressão na face, levam ao excessivo consumo do corpo na mídia. O corpo passou a ser um valor cultural que integra o indivíduo a um grupo, e ao mesmo tempo o destaca dos demais. Ter um corpo “perfeito”, “bem delineado”, “em boa forma” consagra o homem e representa a vitória sobre a natureza, o domínio além do seu corpo, o controle do seu próprio destino. A gordura, a flacidez, o sedentarismo simbolizam a indisciplina, o descaso. As pessoas são culpadas pelo “fracasso” do próprio corpo. Nesta cultura, que classifica as pessoas a partir da forma física, a gordura passa a ser considerada uma doença, pois é preciso construir um corpo firme, bem trabalhado, ultramedido. Privilegia-se a aparência como um fator fundamental para o reconhecimento social do indivíduo.
Cada indivíduo é responsável por sua beleza e juventude. Com tantas obrigações e opções para o embelezamento do corpo hoje, só é feio, quem quer. Só envelhece quem não se cuida. Só é gordo quem é preguiçoso. “Não existem indivíduos gordos e feios, apenas indivíduos preguiçosos, poderia ser o slogan deste mercado do corpo” (Goldenberg, 2002:5). Segundo Wilton Garcia em seu livro Corpo, Mídia e Representação (2005:18), a mídia coloca o consumo como motivação que eleva o desenvolvimento da sociedade. A publicidade legitima a utilização do visual corpóreo e de sua versatilidade representacional para suplementar a informação e a venda do produto. O tema corpo na sociedade atual mistura-se ao universo do consumo e movimenta o mercado, propiciando a venda de inúmeros produtos. A espetacularização que constitui a mídia contemporânea elimina a distância entre o produto publicitário e o corpo como dispositivo/ suporte de mensagens.
A mídia coloca o consumo como motivação que eleva o desenvolvimento da sociedade e a publicidade, que antes formulava suas mensagens exaltando as qualidades do produto, passou a incentivar o consumo como estímulo de vida, produzindo um indivíduo eternamente insatisfeito com a sua forma física. (Lasch 1983). Jean Baudrillard, em seu livro A Razão do Consumo também discute o assunto (s/d:136): Na panóplia do consumo, o mais belo, precioso e resplandecente de todos os objetos – ainda mais carregado de conotações que o automóvel que, no entanto, os resume a todos é o CORPO. A sua “redescoberta”, após um milênio de puritanismo, sob o signo da libertação física e sexual, a sua onipresença (em especial do corpo feminino...) na publicidade, na moda e na cultura das massas – o culto higiênico, dietético e terapêutico com que se rodeia, a obsessão pela juventude, elegância, virilidade/ feminilidade, cuidados, regimes, práticas sacrificiais que com ele se conectam, o Mito do Prazer que o circunda – tudo hoje testemunha que o corpo se tornou objeto de salvação. Substitui literalmente a alma, nesta função moral e ideológica.
E Baudrillard complementa (140-141): A beleza tornou-se para a mulher imperativo absoluto e religioso. Ser bela deixou de ser efeito da natureza e suplemento das qualidades morais. Constitui a qualidade fundamental e imperativa de todas as que cuidam do rosto e da linha como sua alma. Revela-se como signo de eleição ao nível do corpo – no industrial, é a intuição adequada de todas as virtualidades do mercado. Signo, portanto, de eleição e salvação: a ética protestante não anda longe. A verdade é que a beleza constitui um imperativo tão absoluto pelo simples fato de ser uma forma do capital... A beleza reduz-se então a simples material de signos que se intercambiam. Funciona como valor/ signo. Pode, portanto, dizer-se que o imperativo da beleza é uma das modalidades do imperativo funcional – o que vale tanto para os objetos como para as mulheres (e os homens) – sendo toda a mulher que se tornou esteta homóloga do designer ou do estilista na empresa.
Os anúncios publicitários apresentam o discurso de “sucesso” das pessoas que mantêm o corpo belo e passam a fazer parte da memória afetiva do consumidor. Mais do que mensagens apelativas, carregadas de desejo, o corpo perfeito aparece como algo fundamental para uma nova vida, “leve”, “bem acabada” e “feliz”. São significados facilmente reconhecidos e marcantes que fazem parte do repertório coletivo. Afinal a mídia impressa, principalmente as revistas femininas e algumas de interesse geral e também a televisão, em novelas e em programas de entrevistas diários apresentam “celebridades”, com seus corpos deslumbrantes, realizadas, felizes, “bem sucedidas”. ..., por meio de um diálogo incessante entre o que vêem e o que são, os indivíduos insatisfeitos com sua aparência (particularmente as mulheres) são cordialmente convidados a considerar seu corpo defeituoso. Mesmo gozando de perfeita saúde, seu corpo não é perfeito e “deve ser corrigido” por numerosos rituais de autotransformação, sempre seguindo os conselhos das imagens-normas veiculadas pela mídia. (...) Elas constituem o esteriótipo ideal da aparência física em uma cultura de massa ao banalizar a noção de metamorfose, de uma transformação corporal normal, de uma simples manutenção do corpo: “Mude seu corpo, mude sua vida” ou “Você pode ter um corpo perfeito” (Malysse 2002:92).
Não é mais um corpo natural, traz (re)significações, (re)transformações, (re) decodificações. Tomemos como exemplo a publicidade referente a implantes, próteses e correções. A cirurgia plástica, de serviço de elite, acessível somente a celebridades e às pessoas pertencentes a classe A, passou a popular. Há informações a respeito do valor das cirurgias ou de formas de pagamento em várias peças publicitárias, sites e até faixas de rua, cujo parcelamento e plano de estética sem carência indicam a popularização dos tratamentos e operações para esculpir o corpo. Há preços e formas de pagamento para todos os bolsos: “Condições facilitadas de pagamento”; “planos de cirurgia sem carência”; “custos acessíveis”; “planos facilitados em até 12 vezes fixas”; promoções de lançamento”, são expressões comuns nestes materiais.
BAUDRILLARD, Jean. A Sociedade de Consumo. Lisboa: Edições 70, 2005. GOLDENBERG, Mirian (org.) Nu e Vestido. Dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca. São Paulo: Editora Record, 2002.

SERÁ QUE CORPO MAGRO É TUDO???


Navegando pela internet mais um blog : tô feliz da vida! , que fala da preocupação com nossos corpos... Muitos têm a mesma preocupação...
EIS O TEXTO QUE ENCONTREI
Queremos mulher carnudaRicardo Kelmer 2006 - www.ricardokelmer.net
Em breve, minha amiga, não mais abraçaremos vocês e diremos assim no ouvidinho: gostooosa... Infelizmente. Pois do jeito que vai essa paranóia feminina de emagrecer, gostosas serão espécimes raríssimos. Sim, eu sei que tem homem que traça tudo que aparece. Mas até esse nunca vai achar gostosa uma magrela esquelética que mais parece um lego desmontando. Pois bem. Foi pra lutar contra esse absurdo que criamos a Samuca. Sejam todos bem vindos à Sociedade Amparadora da Mulher Carnuda.

Gostooooosa...

http://tofelizdavida2.blogspot.com/2007/01/mulheres_04.html, textoo retirado do blog TO FELIZ DA VIDA DE 4 DE JANEIRO DE 2007

NÃO É NOVIDADE, MAS VALE A PENA LER


Em dezembro de 2006 , o Fantástico já anunciava...
Para assistir a matéria na íntrega é só acessar o site do fantástico
www.globo.com/fantástico.
Obcecadas com asa formas do corpo, elas agora querem afinar a cintura a qualquer preço. Recorrendo aos torturantes espartilhos ou até mesmo fazendo cirurgia para tirar uma costela.
Karina Raquel de Campos se aperta no espartilho para diminuir as costelas e conseguir uma cinturinha. A maquiadora Evelyn R. da Silva foi mais longe e aceitou a proposta de um cirurgião plástico para retirada da costela.
A modelo Sheila e a empresária Fátima Teixeira também chegaram ao extremo de retirar as costelas para afinar a cintura.

Perigo
O corpo humano tem 12 pares de costela, que protegem toda a parte cardíaca, os pulmões, o fígado e o braço. São ossos que saem da coluna vertebral, contornam o tórax e se unem ao osso do peito, o esterno. Os dois últimos pares são os únicos que não se unem na frente. São as costelas flutuantes. Justamente as costelas de que algumas mulheres estão querendo se livrar.

Para o professor Ivo Pitanguy, respeitado como um dos maiores cirurgiões plásticos do mundo, "a retirada de um órgão, que o organismo colocou sabiamente para proteger qualquer agressão externa, é um absurdo. É uma cirurgia fácil de fazer, mas mutilante, e não deve ser feita."

"A pessoa não passa por esse tipo de tratamento sem determinadas seqüelas. Isso é evidente. Tem dificuldades de digestão, varizes, hemorróidas, atrofias musculares importantes, tanto da musculatura lombar quanto da abdominal", diz Carlos Henrique Massaneiro, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
SBCP é contra o procedimento
A posição da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é clara quanto à retirada das costelas para fins estéticos: "A sociedade não recomenda esse tipo de cirurgia", afirma José Saldanha, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Fonte: Revista A Hora da Cirurgia Plástica. Regional Rio de Janeiro, nº 91 – dez/2006
Vale também colocar a opinião de outro cirurgião plástico, publicada hoje no site
www.terra.com.br, em destaque a o peração de uma atriz porno Carla Miranda - atual rainha do Bum-Bum , (sobrinha da Gretchen)
Operação tem altos riscosA operação de retirada de costelas é feita somente por pouquíssimos profissionais no Brasil, segundo o cirurgião-plástico Cláudio Rebello, do Centro Médico Richet. Isso porque, de acordo com ele, os riscos são altos.
"Não é tão simples assim. Como é para retirar um osso nesta parte do corpo, pode até haver perfuração da pleura (membrana que envolve os pulmões)", explica Rebello, acrescentando que esse tipo de operação é mais realizada no México.
Além disso, há os problemas comuns a todos os tipos de cirurgia, como cicatrizes e reação à anestesia.


Enfim se começarem a anunciar que a retirada de orgãos como os rins, o fígado, o coração proplonga a juventude , talvez a mulherada sai retirando tudo. Quem sabe até o cérebro, para aliviar o peso!!!!!

A FALACIA DO CORPO IDEAL



Vale a pena ler e comentar, encontrei este texto na internet. Jornal de debates ai vai a fonte http://www.jornaldedebates.ig.com.br/debate/qual-limite-na-busca-beleza/artigo/falacia-corpo-ideal
A falácia do corpo ideal
Enviado por
maria.marinho em 17. maio 2007 - 21:00
Resposta ao debate:
Qual o limite na busca da beleza?
As sociedades ocidentais contemporâneas vivem sob o ideal da magreza e da boa forma física. Esse padrão de beleza parece se impor mais especificamente nas mulheres, nas quais a aparência física representa uma importante medida de valor pessoal. A pressão para emagrecer, juntamente com expectativas de um bom desempenho, caracteriza o meio social ideal para o desencadeamento rápido de transtornos alimentares em adolescentes vulneráveis ou determinados grupos ocupacionais como: modelos, atrizes, bailarinos, atletas, ginastas, jóqueis, nadadores etc. Com isso, proliferaram novas e miraculosas dietas para emagrecimento. Nas academias, são notáveis as inúmeras opções para emagrecimento e um alto investimento tecnológico para técnicas de exercício físico. Para os que têm limitação de tempo, mas não financeiras, a indústria estética oferece aulas de ginástica em vídeo e aparelhos que reproduzem a academia no ambiente doméstico. São notáveis também os avanços de produtos e técnicas cirúrgicas que auxiliam na busca do corpo perfeito. Existem idéias errôneas em busca do corpo ideal. As pessoas acreditam que o corpo é infinitamente maleável e que esse ideal estético pode ser atingido por qualquer indivíduo que siga as prescrições culturais de exercícios e dietas adequados. Outra crença é que a boa forma física depende apenas do esforço pessoal, não levando em consideração a particularidade do corpo de cada um e as limitações impostas pela biologia e genética, crença corroborada pela mídia e propagandas de produtos estéticos. Além disso, a imagem do corpo ideal é acompanhada de conotações simbólicas de sucesso, autocontrole e autodisciplina. O fracasso em se atingir esse ideal de beleza passa a ser compreendido com falta de vontade, baixa auto-estima e personalidade fraca. Por outro lado, os que atingirem esse padrão de forma corporal alcançarão tudo o que buscam, desde sucesso na profissão, nos relacionamentos sociais e amorosos. Enfatizando o crescente número de mulheres que manifestam sua inconformidade com o peso e a aparência física e que frequentemente recorrem à dietas, atualmente, são raras as pessoas que não tenham se submetido a algum tipo de dieta alimentar. Lamentavelmente, a maioria das pessoas com excesso de peso e com uma alimentação inadequada não atingiram esse peso almejado que pudessem mudar seu estilo de vida. E não é por falta de querer se submeter a um programa alimentar de baixo teor calórico ou por falta de dieta disponível. O problema, talvez, não esteja na dieta em si, mas numa estrutura ambiental que produz hábitos alimentares inadequados que, frequentemente, são incompatíveis com o que chamamos de qualidade de vida. A aparência do corpo exerce grande influência em nossas vidas, afinal, a forma como nos apresentamos para os outros determina a maneira como nos relacionamos, as oportunidades que temos socialmente, as reações e atitudes dos outros para conosco, bem como nossa vida afetiva e profissional. Porem, não só a forma como os outros nos vêem que tem grande impacto em nossas vidas, é a concepção que nós temos sobre a nossa imagem que exerce maior influência. Além do mais, a forma como os outros nos percebem pode ser também bastante destoante daquilo que experenciamos subjetivamente. A experiência subjetiva que temos sobre o nosso corpo tem um impacto psicossocial muito mais importante do que a realidade social objetiva da aparência. Essa concepção interna e subjetiva sobre o corpo é chamada de imagem corporal, uma experiência psicológica multifacetada, que na realidade, não se refere exclusivamente à aparência do corpo, tampouco, pode ser considerada produto exclusivo da atividade intrapsíquica. A autopercepção corporal, as atitudes, as crenças, as práticas, as representações sociais, os sentimentos, as sensações e os comportamentos relativos ao corpo são apenas algumas facetas que estão relacionadas ao fenômeno da imagem corporal. Hoje, há um consenso, no que se refere à definição do conceito de imagem corporal, que seria a experiência subjetiva que o sujeito tem sobre sua condição corpórea. Porém, é o significado dessa experiência subjetiva que provoca debates entre diferentes correntes teóricas. Por exemplo: quais são os aspectos que constituem essa experiência subjetiva? Refere-se exclusivamente ao tamanho e à forma do corpo? Ela inclui cognições como: emoções, sentimentos? Embora a aparência física seja um fator fundamental da imagem da mulher em diversas épocas e culturas, a extrema magreza nem sempre foi o ideal almejado. Nas décadas de 40 e 50, estrelas de Hollywood com Marylin Monroe eram mulheres de seios robustos e corpos curvilínios, valorizadas por seu sex appeal Em outras épocas, espartilhos eram bastante usados para reduzir a cintura e o abdômen das mulheres. Atualmente, dietas e exercícios físicos parecem ser os meios mais adequados para se modificar o corpo, o que nos mostra a alta prevalência desses comportamentos. Nas ultimas décadas, ser fisicamente perfeito tem se convertido num dos objetivos principais das sociedades desenvolvidas. Um índice de massa corporal baixo é motivo de orgulho feminino, mas cada vez mais, os médicos associam a riscos à saúde como fertilidade reduzida, maior risco de osteoporose, desequilíbrios hormonais e baixa imunológica. O aspecto físico parece ser o único sinônimo válido de êxito e felicidade, esquecendo, contudo, que um corpo magro trás não só beleza ao corpo, mas, inclusive, saúde e qualidade de vida. O impacto desse padrão de beleza no comportamento revela-se no desejo generalizado, especialmente entre as mulheres, por um corpo mais magro. A discrepância entre um corpo ideal e o real leva a um estado de constante insatisfação com o próprio corpo e as dietas para perder peso tornam-se freqüentes. Na busca de um corpo ideal, os indivíduos incorporam as imagens-norma dessa nova estética e se condenam a uma aparência que lhes escapa irremediavelmente De fato, estudos longitudinais revelam que dietas contínuas para emagrecer são com freqüência um dos percussores do desenvolvimento dos transtornos alimentares.
AFINAL, TEMOS UM LIMITE? PENSEM... REPASSEM A MENSAGEM... COMENTEM!!!!!!!!!!!!

JOGO ON LINE ENSINA AS MENINAS A EMAGRECEREM


QUANDO O MEDO DE ENGORDAR É MAIS IMPORTANTE DO QUE A PROPRIA VIDA...
Jogo online incentiva meninas a criar as bonecas "mais legais, ricas e famosas do mundo", sendo para isso utilizada moeda virtual no site para comprar roupas, fazer cirurgias plásticas e comprar anorexígenos.
Nâo faltava mais nada.... Um novo jogo on line que encoraja meninas a colocar suas bonecas virtuais de dieta e a levá-las a uma clínica para fazer cirurgiais plásticas está provocando polêmica na Grã-Bretanha. Mais de 200 mil pessoas já se registraram nesse website: http.//
www.missbimbo.com, desde fevereiro de 2008. A maioria das meninas tem entre 9 e 16 anos. O site incentiva as meninas a criarem bonecas, as mais ricas, famosas e e legais do mundo.
Para alcançar este objetivo, elas usam "bimbo dólares" moeda virtual utilizada no site, para comprar roupas , fazer cirurgias plásticas e comprar anorexígenos. Tudo, segundo o proprio site, para que as bonecas participantes possam alcançar a fama e conquistar maridos bilionários.
Pais e profissionais de saúde já apontam o website como uma ameaça e não uma brincadeira, pois o jogo pode passar uma mensagem completamente equivocada sobre a beleza e sucesso para crianças e jovens.
O mais interessante foi o comentário dos empresarios Nicholas Jacquart e Cris Evans", que não compreenderam as críticas, dizendo apenas mostram às crianças "como é o mundo real", e que o site é apenas uma diversão inofensiva.
DÊEM A SUA OPINIÃO
Esta matéria foi retirada do site - wwwabpbrasil.org.br/ cliping/ veiculo Cruzeiro do Sul - 09.04.08

sábado, 9 de maio de 2009

VAMOS PENSAR NO CULTO AMAGREZA



O Culto da Magreza




Escrito por Maria Elizabeth Gatto
A excessiva preocupação com a beleza e a perfeição do corpo, na sociedade contemporânea, tornou-se um fenômeno de massa que atinge tanto as mulheres quanto os homens, exprimindo-se, porém, de forma mais clara e evidente para as mulheres, especialmente as mais jovens, através das caricaturas de feminilidade. A cultura do belo sexo, a época do belo sexo, o culto da magreza, a mística da beleza-magreza, a supremacia estética do feminino, o mito da beleza, a fixação cultural na magreza feminina, o ideal de magreza, a beleza da magreza, são expressões que evidenciam o lugar preponderante que o corpo da mulher; magro, jovem e esbelto, ocupa na dinâmica social moderna.
Existindo como dispositivos culturais, a estética do feminino e o culto do belo sexo exercem uma influência significativa sobre a condição as mulheres, que se sentem pressionadas a assimilar e corresponder ao padrão de beleza idealizado e supervalorizado, centrado na magreza. Com as imagens transmitidas pela mídia, as mensagens e ofertas das indústrias que exploram o ideal da beleza, o corpo é colocado em evidência e os cuidados e as práticas de beleza mobilizam os interesses femininos, pois é o corpo que a mulher deve moldar, para estar na moda de seu tempo.
A motivação para rejeitar ou alterar suas características físicas está, assim, relacionada à pressão social que ela enfrenta para adequar seus tributos físicos à percepção do corpo ideal, e tem forte influência sobre a relação entre a mulher e sua própria imagem, constituindo-se em uma forma de expressão de sua subjetividade.
Na busca por este corpo idealizado, a imagem do espelho ou de uma foto, é inadequada e insuficiente, pois sempre lhe falta algo. E a percepção desta ausência tem forte ascendência sobre a imagem que cada mulher tem de si própria, sobre o juízo que faz de si mesma e sobre o amor próprio, afetando a sua auto-imagem.
A imagem corporal refere-se à representação mental do próprio corpo, com as atitudes, sentimentos, fantasias e conflitos associados a ele.
Não é apenas uma construção cognitiva, mas também um reflexo dos desejos, atitudes emocionais e da interação com os outros.
O desenvolvimento de padrões alimentares inadequados, o comportamento de fazer dietas que buscam o emagrecimento, bem como o uso de recursos diversos de embelezamento, articulam maneiras de se lidar com a insatisfação da imagem corporal e com o controle do corpo.
Representam tentativas de reduzir a discrepância entre a imagem corporal real e a imagem idealizada, mas ao mesmo tempo se associam ao incremento da incidência do distúrbio dismórfico corporal e estão também na gênese dos transtornos alimentares, como a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, bem como na origem dos quadros clínicos da obesidade.
No intrincado tecido sociocultural e psicológico que constitui a cultura contemporânea, as mulheres parecem ser as maiores vítimas. Mas dependendo da singularidade e da subjetividade de cada uma, a extensão com que tais fatores irão interferir em suas vidas, varia dentro de um espectro que pode ir do normal ao patológico.
Neste contexto é relevante buscar uma compreensão dos aspectos do funcionamento psíquico e dos processos dinâmicos que possam estar se revelando na vida emocional destas mulheres, manifestando-se como intenso sofrimento e fortes angústias.
* Psicóloga, psicanalista, especialista em Transtornos Alimentares e Obesidade e Saúde Publica. Secretária Geral do Instituto Brasileiro Interdisciplinar da Obesidade (INBIO). Atua na área clinica há 30 anos.http://www.inbio.org.br/index.php?option=com_content&task=vie

MAIS UMA CAMPANHA ALEMÃ


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11/01/2008 - 11:54
Cinto ‘fashion’ para criticar a ditadura da moda
A ONG alemã
Magersucht enviou para grandes nomes da moda como o estilista Karl Langerfeld e a top model Heidi Klum, um cinto rosa bem dentro da tendência fashion. Cada furo, uma estação da moda: primavera-verão, outono-inverno. O penúltimo furo é em forma de cruz, numa alusão à magreza exagerada promovida pela indústria da moda. No pacote, uma nota explicando como a moda pode influenciar no aparecimento de doenças como a bulimia e a anorexia. A peça criada pela Ogilvy Frankfurt, no entanto, não foi bem recebida pelas celebridades mas ganhou grande repercussão na mídia alemã. De acordo com a Magersucht, o acesso ao site da instituição aumentou em 25% após a campanha.
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Campanhas contra anorexia


DEPOIS DE UMA LONGA PAUSA POR QUESTÕES ACADEMICAS SEGUEM ALGUMAS CAMPANHAS QUE MERECEM SER VISTAS

Algunns exemplos: Governo alemão lança campanha contra anorexia e bulimia
Janeiro 1, 2008 por
Ana
O governo alemão lançou a campanha “A Vida Tem Peso” contra a anorexia e bulimia, apoiada por várias figuras públicas, para combater perturbações alimentares de jovens que vêem na magreza extrema o ideal de beleza.
Um quinto das crianças alemãs entre os 11 e os 17 anos, o que corrresponde a 1,7 milhões de adolescentes, sobretudo do sexo feminino, sofrem deste género de perturbações, o que a ministra da Saúde alemã, Ulla Schmidt, considerou “extremamente” preocupante”, em conferência de imprensa em Berlim.A mesma responsável adiantou ainda que 56 por cento dos jovens entre os 13 e os 14 anos quer ser mais magro e 63 por cento disse no mesmo inquérito, encomendado pelo Ministério da Saúde, que gostavam de ter melhor aspecto.
Para a ministra da Família e Juventude alemã, Ursula von der Leyen, “a anorexia é sobretudo feminina, e muito jovem”.
Não se trata apenas de aspirar a ideais de beleza e a perder calorias, mas de “perigos concretos”, porque em cada dez anoréxicos nove são do sexo feminino e uma em cada dez morre na sequência da doença, acrescentou von der Leyen.
As causas da anorexia são a recusa do próprio corpo durante a puberdade “e por isso a prevenção é decisiva”, afirmou a ministra da Ciência e Tecnologia alemã, Annete Schavan, que também apresentou a campanha.
“É preciso contrariar as imagens aliciantes e destruidoras de figuras públicas extremamente magras com exemplos mais positivos, em que a beleza e o equíbrio físico estejam em harmonia”, alertou a ministra.
Alice Schwarzer, editora da revista feminista Emma, promotora da campanha contra a anorexia, sublinhou ainda que este fenómeno “não é uma moda, é uma ameaça letal às mulheres e jovens”.
A conhecida activista dos direitos da mulher acrescentou que passar fome se tornou no “vício número um” do mundo ocidental, o que já levou os psiquiatras a falar de uma psicose de massas.
Alice Schwarzer pediu à comunicação social para deixar de “propagar imagens cruéis”, advertindo que “ser magro não pode continuar a ser sinónimo de ser elegante”.
Por sua vez, a estilista alemã Jette Joop apelou ao mundo da moda para renunciar a modelos extremamente magras. A mesma estilista reconheceu que os vestidos “caem” melhor em pessoas magras do que em corpos normais, “mas coloca-se a questão de saber se os estilistas só conseguem criar figurinos para tais modelos”.
Jette Joop confessou ainda que nunca achou bonitas pessoas que são muito magras e disse “não conhecer nenhum homem que as ache particularmente atraentes”.
A campanha agora lançada pelo governo alemão contra a anorexia ou a bulimia contará com a participação de políticos, médicos, associações e também nomes do mundo da moda, e será dirigida sobretudo às escolas e clubes desportivos.
No entanto, as três ministras do governo federal sublinharam que “sobretudo os pais têm de saber detectar sinais alarmantes nos filhos o mais cedo possível”.
Fonte: Lusa/ A O Online
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