sábado, 31 de dezembro de 2011

Expressões curiosas e populares na lingua portuguesa

JURAR DE PÉS JUNTOS:


Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.



MOTORISTA BARBEIRO: Nossa, que cara mais barbeiro!No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira..



TIRAR O CAVALO DA CHUVA: Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.



À BEÇA: O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.



DAR COM OS BURROS N ' ÁGUA: A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.



GUARDAR A SETE CHAVES: No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino.Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" pra designar algo muito bem guardado..



OK: A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".



ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS: Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.



PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA: A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.



PARA INGLÊS VER: A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "pra inglês ver". Daí surgiu o termo.



RASGAR SEDA: A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa".



O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER: Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.



ANDA À TOA: Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar.



QUEM NÃO TEM CÃO, CAÇA COM GATO: Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.



DA PÁ VIRADA: A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada pra baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita.



NHENHENHÉM: Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indìgenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".



VAI TOMAR BANHO: Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".



ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM: Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português.. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.



A DAR COM O PAU: O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sopa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.



ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA: Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino Ovídio ( 43 a .C.-18 d.C), autor de célebres livros como "A arte de amar "e "Metamorfoses", que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta: "A água mole cava a pedra dura". É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase pra que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio, portugueses e brasileiros.

Ensaio de Karlie Kloss para Vogue Italia é criticado por promover anorexia


A top americana Karlie Kloss, que entrou para o time da Victoria’s Secret este ano e tem sido cotada como a nova Gisele Bündchen da moda, posou recentemente para um ensaio da Vogue Italia cujas fotos a mostraram magra demais. Não demorou muito para os sites pró-anorexia começarem a divulgá-las.




Segundo o jornal Daily Mail, vários blogs e sites divulgaram as fotos do ensaio com a mensagem “Thinspiration”, trocadilho com as palavras “magra” e “inspiração” em inglês.



O El País criticou a revista por supostamente reavivar a anorexia na moda. Até os leitores da Vogue entraram na onda e alegaram se sentir traídos, já que em outra edição eles haviam levantado uma campanha contra distúrbios alimentares, trazendo mulheres plus sizes na capa.



Apesar de ter retirado as fotos do site oficial da revista, a chefona Franca Sozzani, defendeu o ensaio de Steven Meisel. "Consideramos que a modelo Karlie Kloss mostra um corpo musculoso e tonificado que nada tem a ver com a anorexia”.



A modelo declarou há pouco tempo que é magra devido aos exercícios que sempre praticou. "Sempre fui adepta das atividades físicas. No colégio, fazia muitos esportes e balé. Hoje, com tantas viagens a trabalho, fica difícil manter uma rotina de esportes. Então tenho um personal trainer".



No entanto, não é de hoje que Karlie está “magra demais”, repare nas fotos do desfile da Victoria’s Secret abaixo:




http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/12/07/289785-ensaio-de-karlie-kloss-para-vogue-italia-e-criticado-por-promover-anorexia

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Fotógrafos explicam porque não trabalham com modelos menores de idade: "Sentimos que era antiético apoiar isso"

A consagrada dupla de fotógrafos da moda, Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin, declarou em entrevista ao Style.com que não trabalham com modelos menores de 18 anos. A razão gira em torno da eterna polêmica da magreza neste meio.




“Vimos isso acontecer com tantas modelos, especialmente as meninas: elas começam com 14 e todos dizem ‘uau, você é incrível, tão magra, parece um menino’. E uma vez que ela faz 18 anos e seu corpo para de crescer, de repente é um tal de ‘ah, ela está gorda’. Pobre garota. Ela só está crescendo. Sentimos que era antiético apoiar isso. Você será julgado sempre e não é fácil. É preciso saber quem você é primeiro. E com tão pouca idade – entre 14 e 18 – você ainda está descobrindo quem é”, explicaram ao site.



O casal teve suas imagens mais icônicas reunidas no SPFW Verão 2012, na exposição Pretty Much Everything, e acaba de lançar no exterior um livro de mesmo nome. A obra foi ideia de Karl Lagerfeld, tem três volumes e custa 700 dólares (cerca de 1.300 reais).



Durante a entrevista eles também falaram de algumas modelos que gostam de fotografar e elogiaram as brasileiras Gisele Bündchen e Raquel Zimmermann. “No momento, estamos adorando trabalhar com a Raquel Zimmermann porque ela é uma pessoa que não se interessa em estar necessariamente bonita em uma foto. Ela tem muita confiança e está pronta para ser qualquer coisa, porque se importa mesmo é com o processo de construir uma imagem. O mesmo vale para Gisele Bündchen“.
http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/12/15/290306-fotografos-explicam-porque-nao-trabalham-com-modelos-menores-de-idade-sentimos-que-era-antietico-apoiar-isso acesso em 30 de dezembro

Vencedora do Elite Model é criticada por ser magra demais

Julia Schneider, vencedora do Elite Model
As polêmicas envolvendo o peso das modelos não param jamais! Dias atrás foi Karlie Kloss quem chamou atenção do mundo após o ensaio da Vogue Itália cujas fotos a mostraram magra demais. Não demorou muito para os sites pró-anorexia começarem a divulgá-las.



Agora o alvo da vez é a vencedora do concurso de modelos Elite Model que aconteceu na última terça-feira (6) em Shangai. A modelo Julia Schneider de 15 anos já está sendo considerada um péssimo exemplo para jovens adolescentes por ser magra demais. Julia, que sempre praticou hockey no gelo (o que pode ser uma das explicações para sua magreza excessiva), tem recebido críticas bem duras desde que recebeu a faixa de campeã. O blog “The Lens” do jornal The Gazette de Montreal escreveu a respeito:



"Julia Schneider parece mais um ‘modelo’ de anorexia do que qualquer coisa elegante que a indústria da moda deva estar colocando em um pedestal como um padrão que será copiado. Isso não é novo, mas é uma tendência da qual as agências deveriam começar a se afastar. Esqueletos são destinados a pular para fora dos armários e não a desfilar nas passarelas. Por que só os modelos homens podem ter um corpo de adulto?”

http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/12/08/289852-vencedora-do-elite-model-e-criticada-por-ser-magra-demais acesso 30 de dezembro

Estudos apontam que magreza de Audrey Hepburn era consequência do período nazista

Audrey Hepburn encarna Holly Golightly, uma prostituta de luxo que sonhava em se casar com um milionário, em Bonequinha de Luxo.
A "bonequinha de luxo" Audrey Hepburn era dotada de uma beleza invejável, no entanto de significativa magreza. O corpo da atriz, ícone do cinema americano, foi analisado em alguns estudos e caracterizado como “magreza genética”, que seria consequência de períodos de fome e privação que ela viveu em sua adolescência, durante o nazismo em 1940.




Hepburn nasceu na Bélgica e em boa parte da infância e adolescência se escondeu da invasão nazista, sendo obrigada a se alimentar com uma dieta rigorosa, que incluía tulipas e até mesmo grama. Segundo pesquisas divulgadas pelo jornal Daily Mail, o período de inanição contribuiu para que seus genes sofressem alterações, tornando sua saúde cada vez mais debilitada, com problemas respiratórios, anemia, e doenças no sangue. Tais problemas acabaram levando Hepburn à morte, com apenas 63 anos.



O caso da atriz é apenas um entre milhares de vítimas desse mal que têm sido estudadas desde a guerra. Graças aos muitos registros feitos por holandeses na época, os cientistas vêm conseguindo investigar e buscar do passado soluções para doenças de saúde atuais.



Várias pesquisas apontam que pais e mães que sofreram com deficiências de nutrição podem gerar filhos com problemas de saúde, especialmente de obesidade. Resultados que alertam as gerações atuais a repensarem suas dietas, visando também a saúde das gerações futuras.



"Talvez o velho ditado ‘nós somos aquilo que comemos’ não seja mais suficiente. Talvez nós também sejamos o que nossos pais comeram e que seus pais comeram antes deles ", disse a Dr. Nessa Carey, uma das pesquisadoras envolvidas nos estudos.
fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/08/30/283287-estudos-apontam-que-magreza-de-audrey-hepburn-era-consequencia-do-periodo-nazista acesso em 30 de dezembro


Saiba como a mídia afeta a autoestima das mulheres

Não é segredo para ninguém que revistas e sites sobre celebridades mexem com a autoestima e a vaidade feminina. Mas não se trata apenas de reproduzir um estereótipo já formulado. Essas páginas também ditam uma onda de neuras e fixações na busca por corpos distantes e impossíveis.



Na última semana, deparei com uma notícia envolvendo a atriz americana Kirstie Alley. Ela passou anos lutando contra a balança (e as cobranças da mídia), conseguiu emagrecer 45kg, mas voltou a receber novos apontamentos: suas rugas, flagradas durante uma compra no supermercado, renderam o maldoso apelido de “maracujá”, concedido por um site.



A crítica sobre Kirstie até poderia ser boba e engraçada, caso ela não fosse uma bela mulher de 60 anos. Isso mesmo: muuuito bonita em seu relógio biológico natural. Penso que ressaltar algo negativo em uma mulher que está de acordo com a sua idade induz muitas outras a esquecerem algo importante - valorizar a beleza de cada fase da vida - e a buscarem desenfreadamente a fórmula da juventude.



Curioso é que, quando os jornalistas (e os leitores) deparam-se com mulheres que abusam das plásticas, justamente para fugirem dos apontamentos sobre rugas (e sobre a idade), eles voltam a alfinetar. Que digam as socialites Michaela Romanini, Jocelyn Wildenstein e a mãe de Sylvester Stallone, que estampam a maioria das listas envolvendo micos da beleza. Assim fica difícil...



“NÃO QUERO SER A GOSTOSA DE 40 ANOS DE BIQUÍNI”



No último mês, a atriz Maria Paula, conhecida pela atuação no Casseta & Planeta (Rede Globo), comentou em um canal político sobre a saída do humorístico. Segundo ela, não existe mais a vontade de aparecer como a gostosona na televisão aos 41 anos.



“Acho um absurdo a mídia que vende ‘Aos 50, tal atriz aparece com corpinho de 20’, ‘Após da à luz, tal atriz emagrece 20Kg’ em dois meses. Isso não é humano, não é benéfico para ninguém, muito menos para a criança, a mãe, a mulher”, defendeu a artista.



Maria Paula está certa! Mesmo quando a mídia elogia a beleza de uma celebridade ela promove um desserviço público. Veja essas últimas do site Ego envolvendo “beleza e maternidade”: “Victoria Beckham exibe boa forma apenas quatro meses após dar à luz”, “Dois meses após dar à luz, Eliana mostra boa forma em evento de beleza” e até, prestem atenção, “Selma Blair exibe ótima forma apenas um mês após dar à luz”. Em um mês?!?



Mas já quando o assunto é pegação no pé – como fazem com Kirsten - nem mesmo grávida eles poupam. Um exemplo é Mariah Carey: “Três meses após dar à luz, Mariah Carey posta foto de maiô e exibe quilos a mais”. Tadinha!


chamadas de vários sites de celebridades

“EU NÃO GOSTO DE VER AQUELES BURAQUINHOS”
A frase do ex-galã José Mayer certamente fez muitas mulheres destilarem ofensas ao “Pereirinha” de Fina Estampa (Rede Globo). Em declaração à revista Claudia - sim, uma revista feminina!- ele ajudou a emplacar mais uma neura das mulheres: as celulites.
E olha como gostamos de ler notícias sobre celulites na internet, elas parecem mais importantes que o próprio artista: “Luma de Oliveira deixa celulites à mostra com shortinho”, “Madonna estaria cada vez mais obcecada em sua luta contra a celulite” e, parece mentira, mas é verdade, “Marta Love exibe celulites e (mesmo assim!) devora sanduíche na praia”.

A lista continua: “De biquíni branco, Ellen Jabour mostra apenas um furinho de celulite no bumbum”, “Ex-bbb Natália exibe o bumbum cheio de celulite em praia do Rio”, “Maiô da vovó não protege Reese Witherspoon de exibir celulite” e “Solange Gomes exibe gordurinhas e celulite durante corrida na praia”. É para “detonar” com a autoestima de qualquer mulher, não?

E, provando que artista sofre, sim, com essas notas, comparei duas notícias sobre o corpo da atriz Maria Fernanda Cândido. Em uma primeira, ela é “flagrada” na praia com celulites e, na segunda, fala que está fazendo tratamento para combater esse mal tão natural no corpo de toda mulher. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, o tratamento custa R$450.

PEGAÇÃO NO PÉ

De todas as celebridades mais zoadas neste ano, nenhuma supera Nana Gouvêa e as ex-bbbs Paulinha e Natália. Todas foram motivos de chacota pelo corpo e certamente ficaram muito chateadas com o que leram.
Em junho, Nana começou a virar notícia por já não exibir o corpão violão dos anos 90 e ganhou uma nota com o título: “O que houve, Nana Gouvê? Atriz exibe gordurinhas a mais e celulite em praia”. Foram mais de nove notas com o destaque para a forma da modelo, até que... “Agora sim! Nana Gouvêa exibe corpo sem celulite na praia”.
Já Paulinha passou por um regime do Ego e pagou mico toda vez que subia na balança. Foi até acusada de mentirosa quando revelou ter perdido alguns quilos e a balança apontava outro. Quando desistiu do regime, recebeu a “carinhosa chamada”: “Tá tomando fermento? Ex-BBB Paulinha aparece rechonchuda em boate”.

E Natália, que faz corridas e é triatleta, também uma das sorteadas pelo site, que escreveu: “Ex-BBB Natalia exibe o bumbum cheio de celulite em praia do Rio”. Pior é que dentro da matéria, as legendas das fotos foram ainda mais cruéis: “Quanta celulite!” e “Até que de frente não tá tão ruim... Mas é bom reforçar a malhação”. fonte:http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/12/15/290293-saiba-como-a-midia-afeta-a-autoestima-das-mulheres acesso em 30 de dezembro

Fernanda diz que se arrependeu de fazer cirurgias plásticas


No ar como a sofredora Ana em "A vida da gente", Fernanda Vasconcellos deixou de lado a imagem de mocinha e posou sexy para a próxima edição da revista "Lunna". Em entrevista à publicação, a atriz comemorou o sucesso na novela e contou que vibra com o sofrimento da tenista:




- Quanto mais a minha personagem sofre, mais estou adorando, querendo que vários conflitos aconteçam.
A atriz, que precisou praticar aulas de tênis durante quatro meses para viver a personagem, falou ainda de sua preocupação com o corpo. Fernanda revelou, porém, que se arrepende de ter feito cirurgias plásticas em nome da vaidade:
- Foi uma decisão minha fazer lipo e colocar silicone. E foram as coisas mais inconsequentes que já fiz. Era muito novinha, tinha 19 anos, um ano antes de "Malhação". Uma bobagem. Doeu muito, não tinha a menor necessidade e não mudou quase nada. Mas essa foi a única coisa da qual me arrependo.

http://www.rius.com.br/artigo.php?sessao=Entretenimento&categoria=Celebridades-e-TV&titulo=Fernanda-diz-que-se-arrependeu-de-fazer-cirurgias-plasticas&id=668 acesso em 30 de dezembro

Diretora da 'Vogue' fala sobre foto polêmica de Karlie Kloss

Após o polêmico editorial com a modelo Karlie Kloss, cujas fotos foram usadas por blogs pró-anorexia, a diretora da revista italiana Vogue, Franca Sozzani, finalmente se pronunciou sobre o caso e assumiu: "errei ao tirar a foto do ar", sobre uma das imagens feitas por Steven Meisel, na qual a top aparecia com formas muito magras.




Franca usou seu blog para negar, na tarde de segunda-feira (12), que a foto tenha passado por tratamento no Photoshop e destacou que a técnica de "distorção corporal" que fez com que Karlie Kloss parecesse mais magra foi desenvolvida por Man Ray, que costumava exagerar nos ângulos de suas fotos.

"Karlie não é anoréxica. Ela tem um corpo musculoso e com curvas arrendondadas que a fizeram ser contratada pela Victoria's Secret. A grife jamais contrataria uma modelo que é anoréxica, pois vai contra sua filosofia, que prega que a mulher deve ser sensual e provocativa ao usar lingeries", explicou Franca.

A diretora da publicação contou ainda que retirou a foto polêmica do site da Vogue porque temeu que usassem a imagem para promover debates sobre a magreza sem um pensamento crítico sobre o assunto. "Deveria ter deixado a foto no ar e deixar que cada um se expressasse livremente. A foto é bonita e isso é tudo", disse.



Apesar do mea culpa de Franca Sozzani, sites e blogs internacionais, como o Style.com e o Fashionista contestaram o fato de a imagem de Karlie Kloss não ter sido recolocada no ar pela revista.

fonte: http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI5515957-EI1119,00.html acesso em 30 de dezembro

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mulher morre após 16 anos como o "pior caso" de anorexia do mundo

Após 16 anos de internações e luta contra a doença, Kate Chilver, de 31 anos, morreu de anorexia nervosa. O caso, segundo os médicos, representou um dos mais dramáticos já registados da doença. O estágio da anomalia era tão avançado que partes do estômago e do intestino de Kate não funcionavam mais por falta de fornecimento de sangue, como publicou o site "Mail Online".




Moradorada de Ealing, a Oeste de Londres, ela desenvolveu sintomas da doença por volta dos 12 anos e passou o restante de vida em unidades médicas especializadas. Um dos especialistas que acompanhou o tratamento de Kate disse:



- Ela teve a doença mais grave de paciente que eu já vi.



.Segregação de mulheres por ultraortodoxos gera protestos em Israel

Guila Flint -De Tel Aviv para a BBC Brasil
Atualizado em 27 de dezembro, 2011 - 18:58 (Brasília) 20:58 GMT



Israelenses protestam em Beit Shemesh: agressões à menina de 8 anos foram o estopim

Milhares de israelenses protestaram nesta terça feira na cidade de Beit Shemesh, próxima a Jerusalém, contra judeus ultraortodoxos que querem segregar homens e mulheres.



O estopim dos protestos foi o caso de Naama Margolis, uma menina de 8 anos que vem sofrendo agressões por parte de ultraortodoxos no caminho para a escola.



Notícias relacionadasPresidente de Israel critica ultraortodoxos por atacarem mulheres e meninasChoque entre judeus ultra-ortodoxos e polícia deixam um ferido em IsraelMulher israelense ignora ultraortodoxos e se nega a sentar atrás em ônibusTópicos relacionadosOriente médio, israel, InternacionalMargolis, que pertence a uma família religiosa moderada, diz ter medo de percorrer os 300 metros que separam sua casa da escola, por ser frequentemente agredida por grupos de ultraortodoxos que a acusam de se vestir de maneira "indecente".



Os supostos agressores já teriam xingado a menina de "prostituta", cuspido e a empurrado. A mãe de Naama diz que o trauma causado foi tão profundo que a garota treme quando tem de ir para a escola.



Indignação

A história da menina, divulgada na última sexta feira pelo canal 2 da TV israelense, causou indignação geral no país, trazendo à tona um problema que se alastra por várias cidades de Israel, em regiões nas quais há grandes concentrações de judeus ultraortodoxos.



Nesta terça-feira, os manifestantes ergueram cartazes com os dizeres "Beit Shemesh não será Teerã", e pediram que as autoridades do país mudem a atitude em relação à segregação das mulheres, passando a tratar o fenômeno como crime.



Na véspera, centenas de ultraortodoxos da cidade entraram em confronto com policiais, após eles terem sido chamados apra para remover uma placa que defendia a segregação entre os sexos.



Em Beit Shemesh, assim como em Jerusalém, Bnei Brak, Tzfat e Elad, há calçadas separadas para mulheres, linhas de ônibus nas quais as mulheres devem sentar-se atrás dos homens e filas separadas em bancos e clinicas médicas.



A segregação é praticada há anos e conta com a aquiescência do governo. O Ministério dos Transportes permite a existência das linhas de ônibus nas quais é praticada a segregação e as prefeituras, subordinadas ao Ministério do Interior, autorizam placas nas ruas que guiam as mulheres para uma calçada e os homens para outra.



No entanto, a história de Naama sensibilizou a opinião pública e o fenômeno da segregação, que já existe há anos, começou a ser contestado com mais veemência. A repercussão do caso incentivou várias outras famílias, de outras cidades, a revelar agressões semelhantes.



Força política

Os ultraortodoxos são cerca de 12% da população judaica de Israel, mas possuem grande representação política, pois os partidos que os representam fazem parte da coalizão governamental.



O ministro do Interior, Eli Ishai, do partido ultraortodoxo Shas, condenou a violência contra as mulheres em Beit Shemesh.



"Esse comportamento contradiz os valores da Torá (leis religiosas judaicas) e da tradição, os responsáveis pertencem a uma pequena minoria de provocadores", afirmou o ministro, ao qual o prefeito de Beit Shemesh, Moshe Abutbul – também pertencente ao partido Shas – é subordinado.



O primeiro ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou que a segregação das mulheres é um fenômeno "negativo que contradiz os valores democráticos que caracterizam o Estado de Israel".



O presidente Shimon Peres também condenou a segregação e declarou que "ninguém tem o direito de ameaçar qualquer menina ou mulher adulta, eles (os ultraortodoxos) não são os donos do país".

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111227_israel_protestos_gf.shtml acesso em 28 de dezembro de 2011

Escândalo do silicone adulterado assusta latino-americanas



26 de dezembro de 2011 • 18h11 • atualizado às 19h13 Comentários



O medo e a revolta estão se espalhando entre latino-americanas que usaram próteses mamárias produzidas pela empresa francesa Poly Implant Prothese (PIP) com silicone industrial, o que as tornava mais baratas, mas causa riscos à saúde.



As próteses da extinta marca PIP se rompem com maior facilidade, o que levou as autoridades francesas a orientarem as usuárias a retirarem-nas. Cerca de 300 mil implantes da marca foram vendidos no mundo todo, sendo dezenas de milhares na América Latina, onde há grande procura por cirurgias plásticas estéticas. A advogada argentina Virginia Luna, de 34 anos, pleiteia que as clínicas ofereçam próteses de outras marcas para substituir as da PIP. Ela disse representar 50 mulheres, e que algumas já selaram acordos extrajudiciais com as seguradoras dos cirurgiões responsáveis pelos implantes.



Na Venezuela, onde próteses de silicone chegam a ser sorteadas em rifas ou dadas por pais às suas filhas no aniversário de 15 anos, há grande apreensão entre as usuárias. Passando férias numa praia, a professora Martha, de 47 anos, contou que implantou silicone há quase dez anos, e nunca teve problemas. "Mas, como tenho lido todas essas histórias sobre as próteses francesas estourando e dando câncer, devo admitir que isso me despertou alguns medos. Não tenho ideia de qual marca é a minha, mas vou verificar com meu médico em Caracas assim que voltar de férias."



A França está investigando uma possível conexão entre casos de câncer e o gel usado nos implantes da PIP, mas até agora não existem evidências. Em 2010, Brasil, Argentina e Colômbia já haviam proibido a venda de próteses dessa marca. As autoridades recomendam que as mulheres afetadas consultem seus médicos, mas algumas pessoas acham que é preciso haver mais punição. Mais de 25 mil próteses PIP foram usadas no Brasil antes da proibição. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica estima que entre 200 mil e 300 mil cirurgias de aumento de mamas sejam feitas a cada ano no país.



O cirurgião plástico José Carlos Daher, fundador do Daher Hospital Lago Sul, em Brasília, admitiu que há pacientes com medo. "Elas estão muito preocupadas com o que têm lido", disse Daher, acrescentando que nunca usou próteses PIP. Essa preocupação existe também no Panamá. Lá, o cirurgião plástico Raúl de Leon disse ter já retirado duas ou três próteses PIP que se romperam prematuramente. "Já estamos na pista desses implantes há algum tempo", disse o médico, que é presidente da associação local de cirurgiões plásticos.



Em Buenos Aires, uma clínica está oferecendo cirurgias gratuitas para a substituição da prótese defeituosa - a paciente precisa pagar apenas o valor da prótese nova, entre US$ 500 e US$ 1.000 o par. Em seu site, a clínica Centros B y S disse estar oferecendo a operação "por solidariedade" às mulheres atingidas

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5533748-EI8142,00-Escandalo+do+silicone+adulterado+assusta+latinoamericanas.html acesso em 28 de dezembro

domingo, 25 de dezembro de 2011

Modernidade arcaica: O paradoxo feminino do século XXI


Por volta de 1960, esse quadro passou a ser invertido: com o advento dos métodos contraceptivos, a mulher assumiu controle sobre seu corpo, podendo, então, decidir o momento no qual deseja ter filhos, sem que isso implique na estagnação de sua rotina sexual, abrindo precedentes para um melhor planejamento de vida, em que a formação acadêmica e o trabalho ganham destaques cada vez maiores. Isso desvincula as escolhas femininas das masculinas de forma praticamente definitiva.


Mas, ainda há sérios preconceitos altamente camuflados. Por exemplo, quando uma moça possui vários parceiros sexuais, ela não é vista da mesma forma que um rapaz que possui várias. Essa diferenciação moral e sexual apresenta-se como uma das mais fortes, mais implícitas e mais difíceis de serem coibidas.

Essa é uma das questões atuais de mais difícil solução, pois implica, principalmente, na modificação de uma mentalidade há muito solidificada. É essencial o investimento em educação, por parte do governo, principalmente, para que todos possam atingir uma formação adequada, almejar uma profissão e uma concomitante independência financeira. Promover debates, a partir de iniciativas públicas e particulares, em meio às tantas mídias existentes, bem como desenvolver mecanismos legais que impeçam a diferenciação sexual são exemplos de medidas a serem tomadas.
Desde meados do século XX, iniciou-se, de forma vigorosa, a luta pela igualdade entre os sexos. Contudo, ainda hoje, há preconceitos e desequilíbrios quanto a isso, muitas vezes, apresentados de formas implícitas, indo muito além do exemplo de diferenciação salarial.

Através da história, a mulher assumiu distintos papéis dentro de diferentes organizações sociais, sejam eles de maior ou menor destaque, como em Esparta ou Egito e em Atenas, respectivamente. Entretanto, essa relevância diminuiu, e elas foram assumindo funções e comportamentos cada vez mais submissos.













Luíza de Amorim de Carvalho






Mulher é decapitada por causa de acusação de bruxaria na Arábia Saudita

O que você vai ler surpreendentemente não é uma história da Idade Média, mas aconteceu no início desta semana. Uma mulher, chamada Amina bint Abdulhalim Nassar, foi acusada de fazer bruxaria e feitiçaria pelo Ministério do Interior saudita. E ela não teve perdão: foi condenada à morte e decapitada.




Amina, que afirmou ser curandeira e mística, foi presa depois que autoridades encontraram uma variedade de itens ocultos em sua posse, incluindo ervas, garrafas de vidro, um livro sobre bruxaria e um líquido desconhecido, supostamente usado para feitiçaria. De acordo com um porta-voz da polícia, a saudita também prometia falsas curas e milagres, cobrando quase 1,5 mil reais pelos serviços.



Muitos muçulmanos xiitas e cristãos fundamentalistas consideram a leitura das mãos uma prática de bruxaria e, portanto, ruim. Fazer previsões ou usar magias (ou fingir e afirmar que faz isso) é visto como a invocação de forças diabólicas.



Adivinhação, profecia e bruxaria são práticas condenadas pelos poderosos líderes religiosos da Arábia Saudita. Lá, a política e a religião estão tão estreitamente alinhadas que é quase impossível separar as duas coisas.



No ano passado, um libanês chamado Ali Sabat também foi acusado de bruxaria após por ter feito aconselhamentos psíquicos e previsões em um programa de televisão. Sabat foi preso na Arábia Saudita pela polícia religiosa e foi condenado à morte em abril de 2010, embora ainda não se saiba se a sentença foi executada.



Acusações de feitiçaria e bruxaria não são desconhecidas em todo o mundo, especialmente em campanhas políticas em que elas são usadas como uma tática difamatória. Colaboradores mais próximos do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foram acusados no ano passado de usar feitiçaria.



Durante séculos, as acusações de (e leis contra) feitiçaria têm sido usadas como uma ferramenta de quem está no poder. O caso da saudita Amina é um lembrete de que a crença na magia ainda é levada muito a sério em muitas partes do mundo – e pode ter graves consequências. [

fonte: http://hypescience.com/mulher-e-decapitada-por-causa-de-acusacao-de-bruxaria-na-arabia-saudita/ acesso em 25 de deazembro

rasil vira referência em cirurgia plástica após incêndio em circo que matou mais de 500, diz Ivo Pitanguy

Liderados por Pitanguy, médicos de Niterói trataram centenas de feridos na tragédia



.Carlyle Jr., do R7
17/12/2011 às 05h32
Às vésperas do Natal de 1961, um incêndio de grandes proporções atingiu o Gran Circo Norte-Americano, em Niterói, então capital do Estado do Rio de Janeiro. As primeiras informações que chegavam pelo rádio davam conta de que centenas de pessoas haviam ficado feridas na tragédia, que completa 50 anos neste sábado (17). Sem saber as reais dimensões do desastre, um jovem cirurgião plástico pegou seu barco e atravessou a baía de Guanabara (ainda não existia a ponte Rio-Niterói) para ajudar as vítimas. Aos 35 anos, Ivo Pitanguy estava diante daquele que seria o maior desafio de sua elogiada carreira.



Fotos: relembre em imagens o incêndio no circo em Niterói



Em chamas, a lona do circo, que era feita de material altamente inflamável, se desmanchou em gotas de fogo sobre uma plateia de mais de 3.000 espectadores, a maioria crianças. Liderado por Pitanguy, um mutirão de médicos de Niterói e até da Argentina tratava os feridos que se enfileiravam nas clínicas e hospitais da região.


Eu pude ajudar porque eu já tinha criado um serviço de tratamento de queimados no pronto-socorro e, depois, tinha passado o tratamento de sequelas de queimaduras para a Santa Casa [de Misericórdia]. Eu tinha um grupo de alunos e médicos recém-formados em cirurgia geral e com um bom conhecimento em cirurgia plástica. Nós montamos um time, que eu tive a sorte de poder liderar.



O saldo final tragédia foi de mais de 500 mortos, cerca de 600 feridos e 120 mutilados. Pitanguy diz que era impossível conter a emoção diante da morte de tantas pessoas.



- Nós ficávamos emocionados ao ver crianças feridas chorando de dor. Tinham aquelas pessoas que pareciam que iam morrer e sobreviviam. Nós acreditávamos demais na recuperação de algumas pessoas, que não resistiam e morriam em seguida.



A emoção também tomou conta do então presidente da República João Goulart, o Jango, que chorou durante visita aos feridos. Pitanguy recorda a onda de solidariedade que se formou após a tragédia.



- Uma vez, um homem chegou com um caminhão cheio de folhas de bananeiras, porque as pessoas acreditavam que aquilo poderia ajudar. No momento da tragédia, movidas pela emoção, as pessoas querem ajudar de qualquer maneira. Nós não usamos as folhas, é claro, mas eu lembro que desci até a portaria para agradecer o gesto de solidariedade.



Cirurgia plástica além da estética



Para Pitanguy, apesar de traumático e doloroso, o incêndio do Gran Circo Norte-Americano ajudou a desenvolver a cirurgia plástica no Brasil.



- Os brasileiros aprenderam a respeitar a cirurgia plástica como um ramo importante da medicina. Antes, existia aquela ideia ligada só a estética. Nós recebemos pele da Marinha dos Estados Unidos para fazer o enxerto dos queimados mais graves. Isso era algo novo para a cirurgia plástica brasileira. Fizemos um bom trabalho, viramos referência.



Autor do livro O espetáculo mais triste da terra (Companhia da Letras), que resgata a história do incêndio, o jornalista Mauro Ventura lembra que o prestígio de Pitanguy atraiu a doação de remédios e de outros materiais usados no tratamento das vítimas. No entanto, segundo Mauro, a liderança do cirurgião plástico nesse episódio acabou por lançar sombra sobre o trabalho de muitos médicos nesses 50 anos.



- Pitanguy teve uma participação muito importante, seja porque todos os cirurgiões plásticos tinham sido formados por ele ou porque atraía a atenção das autoridades para o problema. Mas os médicos de Niterói passaram mais de um ano atendendo diretamente as vítimas e nunca tiveram reconhecimento algum.


fonte: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/brasil-vira-referencia-em-cirurgia-plastica-apos-incendio-em-circo-que-matou-mais-de-500-diz-ivo-pitanguy-21001209.html acesso em 25 de dezembro




Pesquisa mapea a publicidade e o cotidiano das mulheres em 1920


SÃO PAULO (Agência USP) - Se a publicidade paulista dos anos 1920 divulgava um ideal de mulher urbana materna, afetiva, zelosa pelo bem-estar alheio e da família, não era isso que mostravam as trabalhadoras pobres. É o que revela uma tese de doutorado defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que analisou o cotidiano vivido por essas mulheres e como se dava sua presença no espaço público. O estudo, de autoria da historiadora Xenia Miranda Salvetti, também analisou como essa mulheres se apercebiam da moda e da publicidade.



Ao abordar o cotidiano das mulheres pobres e seus movimentos pelo perímetro central e cercanias na cidade de São Paulo, a pesquisadora realizou uma operação cartográfica do comércio e das moradias das mulheres trabalhadoras pobres no centro. Em um primeiro momento, a historiadora pesquisou anúncios de estabelecimentos com endereços comerciais no centro da cidade, veiculados em periódicos de grande circulação na época, o que resultou em um mapa do comércio e de outros serviços daquela região.



Na pesquisa Imprensa e publicidade na São Paulo dos anos 20: quotidiano das mulheres pobres também foram analisados os atendimentos prestados a essas mulheres pelos postos de saúde pública, que, como descreve a pesquisadora, eram registrados na forma de Boletim de Ocorrência, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública. Foram analisados boletins dos anos 1920, 1925, 1929 e 1931. Como os boletins contêm dados de nome, endereço, idade, profissão, local e motivo do atendimento, Xênia pôde montar um banco de dados inédito com registros de 876 mulheres, localizando-as espacialmente. Nesse mapeamento, a historiadora observou que havia um grande número de mulheres nas cercanias da região central da cidade. E por terem que cruzar o centro para ir ao trabalho ou para casa, essas mulheres carregavam muitas informações, onde o que era veiculado na publicidade se inclui. O estudo espacial do comércio, serviços e das moradias das mulheres pobres, evidenciou a tensão gerada pela presença não desejadas destas mulheres pelo grupo dirigente.



Para o estudo, que foi orientado por Maria Odila Leite da Silva Dias, Xenia analisou a publicidade da revista Cigarra (feita para a elite e classe média), do jornal A Capital (mais popular) e Fanfulla (com notícias de moradores de regiões como Brás e Bom Retiro). A pesquisadora entende que “a publicidade propagava um discurso de um grupo dirigente sobre a cidade e sujeitos desejados”. A pesquisadora estudou ainda quem era o grupo que fazia a publicidade e as intenções por trás do uso da imagem feminina nos anúncios.



A historiadora destaca que as mulheres pobres da época viviam um cotidiano tenso, pois tinham expressiva presença nos espaços públicos onde não eram desejadas [o centro]. “São Paulo passou por um boom nas duas últimas décadas do século 19. O número de empresas, de investidores e de estabelecimentos comerciais cresceu, e as mulheres que moravam no centro foram para a periferia, pois a cidade passou por mudanças urbanísticas que arrastaram essas pessoas para áreas mais periféricas. Isso não significa, entretanto, que o centro foi esvaziado. Essa mulheres eram muito corajosas, pois mesmo com os esforços do Estado para tirá-las de lá, elas insistiam”, explica.





Publicidade relacionava comportamento social da mulher à sua biologia

Mulheres de papel versus mulheres de verdade

A propaganda da época amarrava as mulheres à biologia. Isto é, todos seus problemas tinham origem fisiológica, vinham do útero, havendo uma relação entre seu comportamento social e seu aparelho reprodutor. Elas deveriam ainda ser honestas, honradas e era sua responsabilidade a formação da nação (em associação com uma gestação). Segundo o pensamento da época, o resguardo de sua energia para as funções reprodutoras evitaria disfunções biológicas e psicológicas, bem como futuras alterações na evolução da espécie humana.



E se a mulher na sociedade deve se restringir às funções maternais e domésticas, os anúncios ainda ensinavam como: há registros de campanhas para instruí-las a cuidar da casa, da família e da saúde. Xenia acrescenta que há longos textos didáticos e que os trabalhos direcionados à elas se relacionavam às características culturalmente ligadas às mulheres. É o caso da indústria têxtil e de outros trabalhos manuais. “E é importante notar que mesmo que elas fossem maioria em um tipo de indústria, elas ainda ganhavam menos do que um homem exercendo a mesma função”, observa.



O estudo também observou que se estimulava um cuidado com anatomia estética, com grande número de anúncios de produtos de beleza, como cremes modeladores para o corpo. “A anatomia era o testemunho da honra, por isso a necessidade do cuidado com ela”, diz a historiadora. Mas as mulheres pobres não tinham acesso a esses produtos, e por isso não tinham o corpo padrão para a época. Nas palavras da pesquisadora, era uma “anatomia da exclusão”.



Xenia procura atentar para o fato de que a imagem feminina foi construída, ao longo do período estudado, por mãos masculinas, e destaca a dificuldade da historiografia das mulheres pobres. “Muitas não liam ou escreviam, o que sabemos são registros de outros ou memórias, por exemplo”.



Intelectuais e artistas na publicidade

Para a pesquisadora, a imagem feminina participava de uma ideologia biopolítica de construção da nação. “Para compreendê-la, é necessário conhecer as preocupações que cercaram a geração de intelectuais que atravessou as duas primeiras décadas do século 20 e os princípios cientificistas que influenciavam os grupos dirigentes”, diz ela.

A pesquisa aponta que, no período estudado, aqueles que faziam propaganda eram, em sua maioria, intelectuais escritores, poetas, literatos e artistas envolvidos na construção da imagem nacional. Entre eles, Olavo Bilac, Menotti Del Picchia e Monteiro Lobato. Estes intelectuais viam na alfabetização o meio para o país se desenvolver, mostravam descontentamento com a república e criavam grupos dirigentes autônomos e ligas para discutir política. Eles, influenciados pela corrente positivista, depositavam sobre a mulher a responsabilidade de fazer uma nação crescer.



Pioneirismo

Ao mapear o comércio e seus serviços no centro da cidade e a presença de mulheres pobres trabalhadoras principalmente nas cercanias do centro, o estudo de Xenia Salvetti se constitui ainda em um trabalho cartográfico que permite estudar o cotidiano dessas mulheres frente à imagem da mulher nacional e dos sujeitos desejados no perímetro central. Nas palavras da pesquisadora, “essas mulheres eram valentes ao viver o enfrentamento corpo-a-corpo, travado cotidianamente nas esferas dos trabalhos exaustivos e mal remunerados, nos espaços públicos destinados às mulheres da boa sociedade”.


Leia mais sobre esse assunto em http://oreporter.com/detalhes.php?id=67160#ixzz1hb5xcOOQ

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fonte: http://oreporter.com/detalhes.php?id=67160 acesso em 25 de dezembro

Mulher israelense ignora ultraortodoxos e se nega a sentar atrás em ônibus

Guila Flint




De Tel Aviv para a BBC Brasil





Atualizado em 19 de dezembro, 2011 - 08:28 (Brasília) 10:28 GMT

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História da engenheira levou discussão sobre segregação de mulheres ao gabinete israelense

Uma mulher israelense negou-se a ceder às imposições de ultraortodoxos que queriam obrigá-la a ficar na parte traseira de um ônibus e tornou-se símbolo da luta contra a segregação das mulheres em áreas religiosas do país.



Na última sexta-feira, a engenheira Tanya Rosenblit, 28 anos, tomou um ônibus em sua cidade, Ashdod (sul de Israel), com destino a Jerusalém.



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Tópicos relacionadosOriente médio, israel, Geral Como sabia que o ônibus passava por bairros religiosos, ela diz ter tomado a precaução de vestir-se de "maneira modesta", para não irritar os demais passageiros.



Tanya diz que, logo depois de sentar-se atrás do motorista, vários homens ultraortodoxos começaram a xingá-la, mandando-a se deslocar para a parte traseira.



"Disse a eles que não estava fazendo nenhuma provocação, e que, se tratando de um ônibus público, todos os cidadãos têm o direito de viajar nele", afirmou Rosenblit.



"Também lhes disse que comprei minha passagem exatamente como eles e que não tinham o direito de me dizer onde sentar."



Os homens afirmavam, segundo a engenheira, que "não poderiam sentar atrás de mulheres" no veículo.



Em Israel, existem 70 linhas de ônibus, predominantemente utilizadas por ultraortodoxos, nas quais é praticada a separação entre homens, que ficam na parte dianteira, e mulheres, que ficam na parte de trás do veículo.



Apesar de protestos de grupos feministas e de grupos de direitos humanos, o fenômeno tornou-se comum em várias regiões do país.



Intervenção policialDevido à resistência de Rosenblit, os homens impediram o ônibus de prosseguir sua viagem.



O motorista acabou chamando a polícia, que também tentou convencer a mulher a se deslocar para a parte traseira.



Após a discussão, os policiais instruíram o motorista a prosseguir e disseram que quem não concordasse com a decisão "poderia descer do ônibus". Vários dos passageiros ultraortodoxos saíram do veículo, e o ônibus finalmente partiu para Jerusalém.





Fotos do incidente no ônibus foram divulgadas pela engenheira no Facebook e na imprensa

Depois que a engenheira divulgou a história no Facebook, o incidente rapidamente virou notícia nos principais veículos de comunicação no país.



A imprensa comparou Tanya à ativista americana Rosa Parks, que, em 1955, negou-se a ceder seu lugar no ônibus a um branco, episódio que virou símbolo da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos.



A história de Tanya ocorre em meio a uma polêmica crescente em Israel, causada pela exclusão das mulheres de espaços públicos, imposta por ultraortodoxos.



Em Jerusalém, onde grande parte da população é religiosa, não se vê mulheres em outdoors, nem mesmo em propagandas de roupas femininas.



Várias estações de rádio religiosas não transmitem vozes femininas cantando, pois, segundo os preceitos ultraortodoxos, a mulher tem uma voz "obscena", podendo cantar apenas dentro de sua própria casa.



Algumas estações de rádio também pararam de transmitir vozes de mulheres falando.



Na semana passada, homens ultraortodoxos impediram mulheres de participar em uma eleição de lideranças comunitárias, no bairro religioso de Mea Shearim.



Depois que a história de Tanya Rosenblit chegou à mídia, a questão da segregação das mulheres foi discutida na reunião semanal do gabinete israelense.



O primeiro ministro, Binyamin Netanyahu, declarou que "o espaço público deve permanecer aberto e seguro para todos os cidadãos".

fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111218_israel_mulher_onibus_gf.shtml acesso em 25 de dezembro

Pintura Corporal feminina

Dentre todas as artes existentes está a arte da pintura corporal feminina, onde a tela é o corpo feminino, tornando a obra viva e ainda mais bela. Confira aqui no Mulher Beleza lindas pinturas corporais em mulheres.
A arte está em diversas áreas e está cada vez mais aperfeiçoada. Uma das mais belas artes já vista é a pintura, uma das mais antigas e que só vem se modificando e atualizando até hoje. Trazida há muito tempo, desde o tempo das cavernas, a pintura é junto com o desenho uma das artes mais pré-históricas que existem.




Antigamente eram encontradas pinturas em cavernas, feitas com produtos extremamente naturais encontrados na floresta. Atualmente, a gama de cores é imensa e a capacidade de desenvolver pinturas incríveis vem crescendo cada vez mais. A pintura geralmente é feita em telas específicas, mas existem algumas adaptações como muros, camisetas e até mesmo o corpo. A pintura corporal feminina é um exemplo vivo disso.



Abusando das curvaturas da mulher, muitos pintores usam o corpo feminino como tela para expor seu talento e sua arte, transformando a obra em uma obra viva e deixando-a ainda mais bela e perfeita. Confira algumas fotos de pintura corporal feminina logo abaixo.



Fotos de Pintura Corporal Feminina

História de Maria da Penha nas telonas

 A história de luta da cearense Maria da Penha Fernandes, que deu nome à lei de combate à violência contra a mulher, irá virar filme. Este é um projeto idealizado pela atriz Naura Schneider, que interpretará a protagonista do longa, além de assinar a produção, após comprar os direitos autoriais da história no ano passado. Para viabilizar essa ideia, a atriz busca patrocínio para as filmagens que deverão ser iniciadas no próximo ano. Nesta empreitada, a artista conta com o apoio da deputada federal Sandra Rosado. Ontem, a política e a atriz tiveram uma audiência com o governador do Ceará, Cid Gomes, para tratar do assunto. Na ocasião, Cid Gomes se mostrou favorável ao patrocínio do longa. O filme está autorizado a captar R$ 4,5 milhões por meios das leis de incentivo e deverá ser lançado ainda em 2012.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Anvisa recomenda 'recall' de próteses de silicone



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda, por meio do Alerta nº 1107, emitido hoje (23), uma espécie de recall nas próteses de silicone comercializadas no Brasil pela empresa francesa Poly Implants Protheses (PIP). Cerca de 25 mil brasileiras utilizaram essas próteses mamárias, suspeitas de provocar câncer. Por meio de nota, a Anvisa orienta essas pacientes que procurem seus médicos para uma avaliação clínica. Ao mesmo tempo, determina que os profissionais de saúde contatem as pacientes "para definirem a melhor conduta a ser adotada".

Os serviços médicos e os profissionais de saúde, conforme a determinação da Anvisa, devem notificar todos os casos envolvendo eventos adversos, entre os quais câncer, diagnosticados nas pacientes. Devem ainda comunicar à Agência as operações de retirada do implante mamário preenchido com gel de alta coesividade - nome comercial do produto da PIP, registrado no Brasil com o número 80152300001. "A notificação deve ser feita pelo formulário Notivisa, com acesso pelo Portal da Anvisa", esclarece.

A Anvisa informa, na nota, que as autoridades brasileiras ainda não definiram se vão recomendar a imediata retirada das próteses, como ocorreu na França. Isso porque não está definitivamente comprovado que a prótese provoca câncer. A Agência esclarece também que "vem mantendo contato com a Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Produtos de Saúde (AFSSAPS) e acompanha as informações do caso".
Nos últimos dias, a agência francesa, conforme a nota da Anvisa, publicou informes com orientações a pacientes e cirurgiões. Em reunião realizada com o Comitê de Acompanhamento das Mulheres que possuem o implante mamário, foram apresentados dados de suspeitas de eventos adversos graves, inclusive câncer, em mulheres portadoras desses implantes. "No entanto, esta relação causal não está estabelecida", pondera.

Em todo o Brasil, são realizadas a cada ano mais de cem mil implantes mamários de silicone, segundo dados da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). No País, o produto da empresa francesa, importado pela empresa EMI Importação e Distribuição LTDA, teve sua comercialização suspensa em 1º de abril de 2010, por meio da Resolução 1558/2010. A Anvisa publicou em 1º de abril o primeiro Alerta Sanitário, de Nº 1015, e hoje, o segundo, com novas medidas sobre o assunto.

http://www.dgabc.com.br/News/5933474/anvisa-recomenda-recall-de-proteses-de-silicone.aspx acesso em 24 de dezembro

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Johnnie Walker processa cachaça mineira João Andante por plágio

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/johnnie-walker-processa-cachaca-mineira-joao-andante-por-plagio

inShare.1Fonte: Economia
Johnnie Walker processa cachaça mineira João Andante por plágio

Rio de Janeiro, 16 dez (EFE).- A multinacional Diageo, proprietária da Johnnie Walker, abriu processo por plágio contra a marca de cachaça mineira João Andante.



A bebida brasileira foi criada há três anos e é produzida de forma quase artesanal num alambique em Belo Horizonte. O volume de vendas da João Andante (tradução literal de Johnnie Walker) é de 200 garrafas por mês, segundo os proprietários da marca.



As duas bebidas têm em seu rótulo a figura de um homem caminhando, embora de estilos bem diferentes. O logotipo da cachaça retrata um homem de aspecto esfarrapado, barba comprida, de chapéu caipira, segurando um pequeno graveto na boca e carregando uma trouxa no ombro.



Já o logotipo do uísque representa um autêntico lorde, de ar aristocrático, vestido com cartola, fraque, botas finas e segurando um bastão.



Uma garrafa da cachaça mineira é vendida na internet por R$ 40. Já um exemplar de Red Label, a marca mais popular da Johnnie Walker, sai por cerca de R$ 80.



Um representante do Instituto Nacional de Produção Industrial do Brasil (INPI) explicou nesta sexta-feira à Agência Efe que concedeu o registro da cachaça em maio de 2010, e confirmou ter recebido o pedido de anulação da Diageo.



O INPI informou que uma comissão técnica vai avaliar se houve erro na hora da concessão da licença.



A Johnnie Walker também pode apresentar uma denúncia contra a cachaça brasileira na justiça comum. O INPI não divulgou uma data para se pronunciar sobre o assunto. EFE

Algumas famosas internacionais passaram por cirurgias plásticas durante 2011






Foto: Getty Images



ReduzirNormalAumentarImprimirAlgumas escondem, outras, assumem abertamente com bom humor, e outras, ainda, recomendam a intervenção cirúrgica para corrigir imperfeições ou para fazer com que as mulheres se sintam melhor com elas mesmas.

O site da revista US Magazine reuniu algumas das famosas que se renderam às plásticas no ano de 2011, ou que pelo menos estiveram envolvidas em algum rumor relacionado ao tema. Confira.

Lacey Schwimmer: a estrela de Dancing With the Stars fez um implante de silicone nos seios e aumentou alguns números da lingerie.
Bristol Palin: Bristol admitiu que entrou "na faca" para uma cirurgia de correção na mandíbula, em abril. "Isso melhorou a minha aparência, mas essa cirurgia foi feita por razões médicas. Agora, minha mandíbula meus dentes estão alinhados apropriadamente", ressaltou.
Vienna Girardi: "eu passei toda a minha vida me questionando ao me olhar no espelho", afirmou a participante do reality show 'The Bachelor'. Ela fez uma plástica no nariz em julho de 2011. Sobre fazer uma intervenção cirúrgica, ela disse: "se isso vai fazer você se sentir melhor com você mesmo, então faça".
Kris Jenner: a matriarca da família Kardashian fez um lifting facial antes do casamento da filha, Kim Kardashian, no último mês de agosto.
Nicole Richie: Nicole Richie também passou por uma cirurgia plástica no busto. Uma fonte disse que os seios de Nicole aparentemente sofreram depois de sua gravidez, daí a decisão de fazer um retoque.
Sharon Osbourne: no caso de Sharon Osbourne, mulher de Ozzy Osbourne, a cirurgia mamária foi "ao contrário": ela removeu seu implante mamário após um deles vazar. "Agora não sinto mais que tenho um colchão de água no meu peito", divertiu-se.
LeAnn Rimes: uma fonte contou a revista US Magazine que a atriz LeAnn Rimes sempre foi insegura com o próprio corpo. "Ela sempre disse que queria colocar silicone", falou. Ela teria dito que "só queria algo que fosse proporcional ao corpo dela".
Ali Lohan: a irmã de Lindsay Lohan, embora ainda tenha 17 anos, já foi alvo de rumores sobre uma suposta cirurgia plástica. Quanto ao fato, ela rebateu: "por que eu faria isso? Eu tenho 17 anos...isso não é legal. Eu precisaria da assinatura da minha mãe, e você acha que minha mãe assinaria isso? Não", completou.
Kate Gosselin: um cirurgião plástico de Nova York contou à US Magazine que a personalidade da TV americana Kate Gosselin fez um lifting facial, mas ela nega. "Vou entender isso como um elogio", afirmou, bem humorada.
http://noticias.terra.com.br/retrospectiva/2011/noticias/0,,OI5522325-EI19343,00-Confira+famosas+internacionais+que+se+renderam+a+plastica+em.html acesso em 22 de dezembro

Anvisa: 25 mil brasileiras usam prótese de mama questionada na França



21 de dezembro de 2011 • 18h59 •
Cerca de 25 mil brasileiras ainda possuem próteses de mama da fabricadora francesa Poly Implant Prothèse (PIP), que podem ter causado casos de câncer na França, disse à AFP um porta-voz da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Diversas fontes confirmaram nesta quarta-feira que a empresa exportava mais de 80% de sua produção, boa parte para o Brasil e outros países da América do Sul.



Em meados de dezembro, uma autoridade do ministério francês da Saúde denunciou oito casos suspeitos de mulheres que morreram de câncer ao receber implantes defeituosos da PIP. O Brasil proibiu em abril de 2010 a importação e os implantes fabricados pela PIP, depois que a França alertou sobre os primeiros casos de ruptura. Apesar de 10 mil próteses terem sido retiradas do mercado brasileiro desde a proibição, muitas brasileiras ainda as possuem e podem estar em risco.
Na sexta-feira, a França deve publicar um relatório de especialistas que vão recomendar, ou não, a retirada das próteses. A Anvisa declarou hoje que não tomará nenhuma decisão a respeito até que as autoridades sanitárias francesas se pronunciem sobre o assunto.
Cerca de 30 mil mulheres estão envolvidas na França com este problema. A PIP também exportou para países da Europa Ocidental, em particular para a Grã-Bretanha.
Inglaterra, uma advogada informou nesta quarta-feira que mais de 250 mulheres britânicas entraram com ação judicial, depois que pelo menos metade delas teve problemas com as próteses. "Mais da metade delas sofreram rupturas, mas também representamos outras mulheres que estão preocupadas com as informações" divulgadas pelos meios de comunicação sobre estes implantes de mama, declarou a advogada Esyllt Hugues, do escritório de advocacia Hugh James de Cardiff (Gales).
A ação judicial é dirigida contra as clínicas que implantaram as próteses, acrescentou a advogada, informando que, por enquanto, eram sete as mencionadas nos documentos, mas este número pode chegar a 20. "Teríamos preferido acusar diretamente a PIP, que se declarou em liquidação judicial, mas nossa informação é que a empresa não está garantida de forma adequada", explicou.



Antes que a PIP fosse liquidada, em março de 2010, as exportações da empresa, que produzia cerca de 100 mil próteses por ano, representavam 84% de sua atividade, segundo o veredicto de liquidação judicial do Tribunal de Comércio de Toulon. Entre seus melhores mercados figurava a América do Sul, especialmente Venezuela, Brasil, Colômbia e Argentina, com mais de 58% das exportações em 2007 e 50% em 2009.



Sebastião Guerra, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, disse à AFP que as próteses da PIP começaram a ser comercializadas no Brasil há aproximadamente cinco anos, depois da liberação pela Anvisa. No ano passado, no entanto, quando os problemas na França foram divulgados, "imediatamente, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica comunicou a todos os cirurgiões plásticos registrados, que suspenderam o uso", acrescentou.



Segundo Guerra, não há registros de problemas de câncer ou de rejeição envolvendo mulheres brasileiras que implantaram a prótese da empresa PIP. "Aqui no Brasil não temos esse registro (de casos de câncer provocados por implantes mamários), o que sabemos é que silicone não causa câncer. Se o silicone dessa prótese causou a doença, o que pode acontecer, é por sua má qualidade e toxidade", explicou. Ele informou também que, no Brasil, o índice de rejeição de próteses é de 7%.



De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, em 2010, foram realizadas 134,4 mil operações de implante de silicone mamário, a cirurgia estética mais realizada no País, correspondendo a 21% do total.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5528987-EI306,00-Anvisa+mil+brasileiras+usam+protese+de+mama+questionada+na+Franca.html
http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI5523608-EI1119,00.html
Karlie Kloss, 19 anos, mostrou que continua em alta e que superou qualquer polêmica envolvendo seu nome. Após as fotos do editorial que fotografou para a Vogue italiana terem sido usadas em sites pró-anorexia, a modelo deu a volta por cima e acabou de ser clicada para uma campanha da grife delingeries Victoria's Secret.




A Angel, que tem sido apontada pelas revistas internacionais como a possível substituta de Gisele Bündchen e Kate Moss, divulgou a linha PINK, de trajes atléticos da grife e apareceu nas fotos usando calças de yoga, tops e blusas esportivas, esbanjando sensualidade em trajes que valorizam suas curvas musculosas. As imagens foram divulgadas pelo jornal norte-americano The Hunffington Post neste sábado (17).

disponivel: http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI5523608-EI1119,00.html acesso em 22 de dezembro

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

França vai pedir para 30.000 mulheres para retirarem, os implanmtes mamários


Numa "decisão única na história da cirurgia plástica", as autoridades de saúde francesas deverão pedir esta semana a 30.000 mulheres para retirarem implantes mamários da marca PIP.
As autoridades de saúde francesas vão pedir às 30.000 portadoras de implantes mamários da marca PIP (Poly implants prothèses), em França e no estrangeiro, que os retirem como medida de precaução, informou hoje o jornal "Libération ".
Esta "decisão única na história da cirurgia plástica" será anunciada antes do próximo dia 24, assegurou o diário, que cita como fonte a presidente do Instituto Nacional do Cancro, Agnès Buzyn, e o diretor geral da Saúde francesa, Jean-Yves Grall.
O diário francês, que adiantou a informação no seu site, referiu que a medida não tem caráter urgente e que se deve ao "princípio de precaução", segundo o chefe de serviço da cirurgia plástica do Hospital Henri Mondor de Creteil, Laurent Lantieri.

Uma vítima mortal
As próteses da marca francesa PIP apresentam defeitos, suspeitando-se que tenham causado a morte de pelo menos uma mulher, escreveu o "Libération ".
Além deste caso, após a primeira reunião do comité criado pelo governo francês para dar seguimento ao problema, Jean-Yves Grall informou que no passado dia 14 foi recebida a informação de oito casos de cancro em portadoras de implantes mamários PIP.
2.000 queixas

Depois de ter recebido em novembro 2.000 queixas, o Ministério Público de Marselha abriu uma investigação por "lesões e homicídio involuntário" sobre os implantes mamários da marca.
Meses antes, em março de 2010, as autoridades francesas retiraram o referido gel de silicone do mercado e pediram às 30.000 mulheres portadoras que fizessem exames médicos.

A marca PIP, fundada em 1991, na Costa Azul francesa, perto de Tolón, chegou a ser o quarto fabricante mundial de implantes mamários, mas atravessou um período de dificuldades financeiras, além de exercer atividade sem autorização das autoridades francesas, segundo revelou o diário "Le Parisien" no ano passado.


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/franca-vai-pedir-a-30000-mulheres-para-retirarem-implantes-mamarios=f695467#ixzz1h6LtPGw0
Disponivel em http://aeiou.expresso.pt/franca-vai-pedir-a-30000-mulheres-para-retirarem-implantes-mamarios=f695467 acesso em 20 de dezembro

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