quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Kahtia Castilho : Uma fazedora de corpus e moda






KATHIA CASTILHO CUNHA
 Do corpo presente à ausência do corpo: moda e marketing
 DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA PUC/SP - 2004
Tese apresentada à Banca Examinadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, como exigência parcial para obtenção do título de Doutor em Comunicação e Semiótica –

Signo e Significação nas Mídias, sob a orientação da Profa. Dra. Ana Claudia Mei Alves de Oliveira.




Agradeço aos que deixam rastros de amor, linhas de amizade e pontos de luz em meu caminho, imprimindo em meus corpos e pensamentos marcas do que são.

As idéias presentes neste trabalho foram compartilhadas com familiares, amigos, alunos e professores.


Resumo
Com o avanço das mídias e com a consolidação do sistema industrial, o século XX passou por mudanças bastante significativas, promovendo principalmente a alteração dos sistemas de valores sociais que reorientaram os comportamentos humanos. Inserida neste novo cenário, a moda criou formas de manifestação inovadoras que determinaram e afirmaram a sua importância enquanto segmento cultural e econômico. Ao apropria-se dos discursos fundadores do contemporâneo, a moda passou a instigar o consumo de imagens, modelos diferenciados de corpos, e de estilos de vida numa crescente ressemantização do tempo e do espaço.

Refletir sobre este movimento à luz da teoria e da metodologia da Semiótica Discursiva, iniciada por A. J. Greimas e continuada por diversos colaboradores, é, pois, o caminho a ser trilhado por esta tese que visa a entender os procedimentos que fizeram com que ao corpo fosse agregada uma função publicitária. Elaboramos uma tipologização dos corpos aqui apresentados, orientada por duas grandes categorias: uma em que o corpo é manifestado como mídia; outra em que a mídia é próprio corpo.

Por inserir-se na área de Comunicação e Semiótica, esta pesquisa tem como objetivo principal acompanhar os modos de o corpo contemporâneo manifestar suas formas de presença e sua subjetividade, análise realizada sempre levando em conta as linguagens que se articulam para expressar tais sentidos. Parte integrante de nosso corpus são os corpos apresentados em canais de comunicação diversos: os desfiles e as revistas de moda, os editoriais e as campanhas publicitárias. Além disso, consideramos ainda quatro exposições que nos permitiram uma maior compreensão da relação estabelecida entre corpo e moda contemporânea:Sensation (Londres, 1997),

Spetacular Bodies (Londres, 2001), Skin (Nova York, 2002) e Extreme Beauty (Nova York, 2002). Palavras-chaves: semiótica; moda e corpo contemporâneo; subjetividade; identidade; estética.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Quem dá mais pela história do mineiro e suas duas mulheres?

Quem dá mais pela história do mineiro e suas duas mulheres?


Dom, 17 de Outubro de 2010 13:27






A curiosidade pela vida amorosa alheia é universal. Aqui no Chile, um dos principais assuntos pós-resgate dos 33 mineiros é o triângulo amoroso protagonizado por Yonni Barrios. Ele é casado há 28 anos com Marta Salinas, mas quem foi recebê-lo depois de sair da mina San José foi a “outra”, Susana Valenzuela, uma vizinha.
Fui ao número 815 da rua Alejo Gálvez, no bairro pobre Juan Pablo II, onde Yonni vive. Sou recebido por um homem de uns 35 anos, que se identifica como José. Diz que Susana e Yonni saíram, e pergunta qual o motivo da visita. Ao saber que se trata de um jornalista, ele vai logo dizendo: “Si no hay plata, no hay entrevista”. Após alguns minutos de conversa, diz que seu nome verdadeiro é Claudio e afirma ser filho de Susana. Ao fim, abre o jogo: para “una entrevista a fondo”, com direito a qualquer pergunta ao casal mais famoso do Chile no momento, é preciso desembolsar 3 milhões de pesos (aproximadamente R$ 10,5 mil).

http://www.portaletras.com.br/blog/45-celebridades/449-quem-da-mais-pela-historia-do-mineiro-e-suas-duas-mulheres

Fonte: Revista Época

Saiba como a cirurgia plastica influencia a amamentação

Fonte: http://www.corposaun.com/saiba-como-a-cirurgia-plastica-interfere-na-amamentacao/11688/ acesso em 20 de outubro de 2010

Ao submeterem-se a uma cirurgia plástica de mama – implante de silicone, redução ou suspensão –, poucas mulheres se atentam para o fato de poderem prejudicar a amamentação. Mas a ansiedade motivada pelas cobranças estéticas da atualidade em conquistar um novo visual, pode levá-las a cometer um erro, caso ainda estejam em idade reprodutiva e com planos de ter filhos. Isso porque alguns procedimentos podem interferir seriamente no aleitamento de seus futuros bebês.


De acordo com o cirurgião plástico que atua no Centro Especializado em Cirurgias Minimamente Invasivas (CECMI), dr. Luiz Philipe Molina, ao contrário do que acontecia até pouco tempo atrás, a maioria das mulheres que procuram essas intervenções cirúrgicas são jovens e ainda não têm filhos. Sendo assim, é importante que ela verifique com o seu médico as implicações que podem ocorrer. “Em alguns casos, a produção de leite é diminuída, sendo necessária a complementação alimentar, o que pode contribuir para a criança substituir o peito pela mamadeira. Em outros, ocorre até a impossibilidade de aleitamento”, afirma o especialista.
Por isso, o cirurgião deve avaliar questões que podem descartar a cirurgia plástica de mama, como idade da paciente e se ela pretende ser mãe. Em contraponto, existem fatores que efetivam uma indicação: por exemplo, a jovem que tem problemas na coluna causados por mamas muito grades.



Dr. Molina explica que o comprometimento da amamentação pode ocorrer porque a estrutura da mama é formada basicamente por tecido adiposo, glândula e ductos (ramificações) mamários, responsáveis pela produção e, respectivamente, por conduzir o leite até o mamilo. Quando é realizado algum tipo de procedimento cirúrgico, essa estrutura sofre alterações ou é lesada.


A redução mamária é, dentre as todas, a técnica que mais compromete a amamentação, porque altera uma quantidade maior de tecidos, em função da retirada das glândulas que produzem o leite, e também porque pode interromper os ductos que transportam o leite. Segundo o médico, “todos os outros procedimentos também podem causar implicações e, quanto mais plásticas forem realizadas, maiores serão as dificuldades para amamentar o futuro bebê”.



Já o implante de silicone é o que menos implica no aleitamento. Isso porque é ele colocado atrás da glândula mamária ou do músculo peitoral. Exceto na técnica de colocação através da borda da aréola, na qual o tecido mamário é seccionado. As demais cirurgias alteram muito pouco a anatomia das mamas.



A maioria das pacientes que se submetem a cirurgia plástica de mama e amamentam, após o desmame, verificam que resultado estético fica comprometido: o estiramento da pele proporcionado pelo aumento do volume da mama causa flacidez e queda. Daí, novamente recorrem a procedimentos cirúrgicos para correção.
































quarta-feira, 13 de outubro de 2010

UMA CELEBRAÇÃO EM NOME DO CORPO

FOI UMA TARDE/ NOITE EM NOME DO CORPO SAUDÁVEL, COM VONTADE PRÓPRIA SEM A NORMATIZAÇÃO DA MÍDIA E DAS PRÁTICAS DE CONSUMO
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS AOS PROFS. DOUTORES
PROFA JERUSA PIRES FERREIRA ORIENTADORA, (EU)
PROFA CECILIA SALES (PUC-SP)
PROF. OSCAR CEZAROTTO (PUC-SP)
PROFA. KATHIA CASTILHO (ANHEMBI-MORUMBI
PROFA. TANIA HOFF (ESPM - SP)

UM AGRADECIMENTO A TODOS OS CORPOS FEMININOS QUE INSPIRARAM ESTE TRABALHO

DEFESA NOTA 10!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

CAROS AMIGOS A TODOS OBRIGADA PELA TORCIDA. VALEU A CORRENTE. FOI UMA TARDE/ NOITE DE CELEBRAÇÃO CORPORAL. REPARTIMOS E MULTIPLICAMOS CONHECIMENTOS EM PROL DE UM CORPO SAUDÁVEL QUE PERDURE A MÍDIA E A MODA.
DIVIDO COM VOCÊS MINHA FELICIDADE. NOTA 10 COM LOUVOR

sábado, 9 de outubro de 2010

Britânica usa abono social para pôr silicone nos seios

A britânica Kelly Marshal, de 32 anos, usou o dinheiro dos benefícios sociais para colocar silicone nos seios. A mulher nunca trabalhou mas recebe quase 38 mil libras (43,4 mil euros) de abono por ano.


Disponivel em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/britanica-usa-abono-social-para-por-silicone-nos-seios: acesso em 9 de outubro

06 Outubro 2010

Segundo o jornal inglês 'Daily Mail', Kelly Marshall, mãe de cinco filhos de quatro pais diferentes, nunca usou o abono social para pagar fraldas, alimentação e outras despesas diárias, preferindo guardar o dinheiro para ajudar a pagar o aumento dos seios.

"Queria ter silicone desde adolescente. Pensei que ao ter filhos os meus peitos ficariam maiores, mas isso nunca aconteceu. Então decidi fazer uma cirurgia plástica que só foi possível pagar com os benefícios adicionais que recebo. Agora espero fazer uma lipoaspiração, uma abdominoplastia e Botox regular", afirmou Kelly.
"Mas eu mereço porque sou uma boa mãe. Ter filhos trouxe aspectos negativos para o meu corpo, por isso todas as mães deviam poder fazer uma cirurgia estética", acrescentou.
Na segunda-feira, o ministro de Finanças do Reino Unido, George Osborne, anunciou novas medidas para reduzir a conta da assistência social do país. Entre as medidas, o governo quer evitar que as famílias recebam mais 26 mil libras (mais de 29 mil euros) por ano de benefícios do governo.

Serie da Fox sobre o lado negro da plastica


Nip/Tuck começou a trilhar seus últimos passos esta semana. O polêmico seriado, criado por Ryan Murphy (Glee) chega à temporada final, aqui no Brasil, nesta quinta-feira. E, se no ano anterior, Christian Troy (Julian McMahon) descobriu que tinha câncer, casou-se com Liz (Roma Maffia) e depois viu a doença regredir, neste último ano, ele e seu sócio, Sean McNamara (Dylan Walsh), começam a sentir os efeitos da crise econômica quando finalmente se estabelecem e aprendem a fazer negócios na glamurosa Beverly Hills. Nip/Tuck se tornou um fenômeno de audiência ao mostrar o lado obscuro das cirurgias plásticas e a que ponto as pessoas chegam em busca da beleza e da perfeição. A série será exibida pelo canal pago FX, todas as quintas-feiras, às 23h. Trailer do primeiro episódio da última temporada de Nip/Tuck:http://wp.clicrbs.com.br/producaoemserie/2010/10/07/o-comeco-do-fim/?topo=67,2,18,,,67

Christina Ricci posa sensual e fala sobre anorexia

Christina Ricci fez um ensaio sexy e deu uma entrevista corajosa a para a edição de outubro da revista "Blackbook". Nas imagens do editorial, a atriz, que também está na capa da publicação, aparece em poses provocantes e com parte do sutiã à mostra.


"Me lembro da sensação esmagadora de desespero", contou a atriz



Christina falou com naturalidade sobre a anorexia, distúrbio que a acomenteu durante a adolescência. "Eu sofri com a anorexia até os 16 anos. As pessoas queriam me internar, e eu fiquei preocupada por estarem tentando me forçar a me alimentar através de um tubo. Vi que não queria isso, então lutei contra a doença", comentou.
Eu me lembro da sensação esmagadora de desespero. Meu cérebro era, basicamente, o meu maior algoz. Eu fiquei com medo de mim mesmo", completou.



Veja prós e contras do silicone na panturrilha

Disponível em: http://newsmodas.blogspot.com/2010/10/veja-pros-e-contras-do-silicone-na.html acesso em 9 de outubro de 2010


Procura pelo procedimento aumentou no Brasil; mas ainda há riscosDepois da mama, do peitoral masculino e dos glúteos, o silicone na panturrilha é a cirurgia plástica da vez. A procura pelo procedimento, embora tímida se comparada às próteses de mama, tem aumentado nos últimos anos. Ivan Abadesso, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, conta sobre o aumento em sua clínica.




- Foi do nada, por volta de 2006, para 30 [cirurgias] ao ano. A maioria delas feitas em mulheres e por motivos estéticos.



Pesquisa realizada pelo Ibope mostrou que mais de 2370 brasileiros colocaram silicone nas panturrilhas no ano passado. De acordo com a Silimed, fabricante de implantes de silicone na América Latina, a procura por essas próteses cresceu 15% entre 2008 e 2009.



estudante Sandra Freitas, 31 anos, faz parte das estatísticas. Ela estava extremamente insatisfeita com a finura das “batatas” de sua perna e, há dois meses, completados em 30 de setembro, tomou coragem e colocou 140 ml de silicone em cada uma das panturrilhas.



- Minhas panturrilhas eram desproporcionais em relação ao corpo. Isso tirava a minha liberdade na hora de escolher as roupas. Vi uma entrevista com uma ex-BBB falando que tinha colocado silicone nas panturrilhas [refere-se a Thaís Macedo, participante da sexta edição do reality show]. Pesquisei, soube que existia no Brasil e fui atrás.



O procedimento



A aplicação das próteses nas panturrilhas, de acordo com os médicos, é relativamente simples. Guardadas as diferenças básicas, como a região (que responde de maneira diferente), o material e o formato do gel de silicone, o procedimento assemelha-se ao do implante de prótese na região mamária. Segundo Abadesso, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o paciente fica, em média, uma hora no centro cirúrgico e passa um dia internado em observação, por questões de segurança.



- São quatro ou cinco dias de repouso. Após dez dias, no geral, ele já pode retomar atividades como dirigir um carro. Voltar às atividades físicas demora um pouco mais, entre 30 e 45 dias. É importante ressaltar a importância de se consultar um bom médico e de realizar o procedimento em hospitais com todo o aparato necessário. Para colocar a prótese, que varia entre 140 e 180 ml, faz-se um corte de 3 a 4 cm na parte posterior da dobra do joelho. A cicatriz, afirma Abadesso, fica praticamente imperceptível após seis meses. A cirurgia, com material e todas as despesas médicas inclusas, pode chegar a R$ 12 mil.
Os riscos
Apesar de a procura pelo procedimento ter crescido relativamente nos últimos anos, é importante registrar seus contratempos. O cirurgião plástico Augusto Cesar de Aguiar Teixeira, também membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, ressalta que pode haver imprevistos no decorrer do processo.- Existe uma margem grande de segurança [no procedimento]. Mas as pessoas precisam entender que a prótese de silicone é um corpo estranho e, como todo corpo estranho, pode ter seus inconvenientes.
Sandra, a estudante que colocou próteses há dois meses, diz que sua recuperação não foi nada fácil
- Fiquei quase um mês de cama e doeu muito, muito mesmo. Eu até queria colocar mais, pois acho que 140 ml não foram suficientes, mas só de pensar no que passei, não sei se teria coragem.
Além da dor, já que se trata de uma região muscular, existem outros riscos. Luiz Eduardo Felipe Abla, professor de cirurgia plástica da Unifesp (Universidade de São Paulo), diz que existem poucos estudos sobre o silicone nas panturrilhas e que os riscos não devem ser minimizados.
- A pele da perna, por exemplo, é muito mais fina [que a das mamas] e tem pouco tecido. Um trauma simples pode expor a prótese.

Se for jogar tênis, andar de bicicleta, qualquer coisa, vai precisar de atenção redobrada.
O médico, que afirma não realizar o procedimento nem por uma fortuna, explica que até mesmo uma viagem de avião representa perigo. Como os compartimentos da panturrilha têm espaços restritos a possíveis expansões, um simples inchaço pode causar problemas para quem tem uma prótese na região.
- Isso pode evoluir para uma isquemia, uma embolia, uma necrose. Os cuidados passam a ser rigorosíssimos. E tudo isso precisa ser explicado ao paciente, que deve seguir à risca as orientações médicas.

Postado por vovó zelia às 13:41

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sábado, 9 de outubro de 2010

Veja prós e contras do silicone na panturrilha

Procura pelo procedimento aumentou no Brasil; mas ainda há riscos







Depois da mama, do peitoral masculino e dos glúteos, o silicone na panturrilha é a cirurgia plástica da vez. A procura pelo procedimento, embora tímida se comparada às próteses de mama, tem aumentado nos últimos anos. Ivan Abadesso, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, conta sobre o aumento em sua clínica.



- Foi do nada, por volta de 2006, para 30 [cirurgias] ao ano. A maioria delas feitas em mulheres e por motivos estéticos.



Pesquisa realizada pelo Ibope mostrou que mais de 2370 brasileiros colocaram silicone nas panturrilhas no ano passado. De acordo com a Silimed, fabricante de implantes de silicone na América Latina, a procura por essas próteses cresceu 15% entre 2008 e 2009.



estudante Sandra Freitas, 31 anos, faz parte das estatísticas. Ela estava extremamente insatisfeita com a finura das “batatas” de sua perna e, há dois meses, completados em 30 de setembro, tomou coragem e colocou 140 ml de silicone em cada uma das panturrilhas.



- Minhas panturrilhas eram desproporcionais em relação ao corpo. Isso tirava a minha liberdade na hora de escolher as roupas. Vi uma entrevista com uma ex-BBB falando que tinha colocado silicone nas panturrilhas [refere-se a Thaís Macedo, participante da sexta edição do reality show]. Pesquisei, soube que existia no Brasil e fui atrás.

O procedimento
A aplicação das próteses nas panturrilhas, de acordo com os médicos, é relativamente simples. Guardadas as diferenças básicas, como a região (que responde de maneira diferente), o material e o formato do gel de silicone, o procedimento assemelha-se ao do implante de prótese na região mamária. Segundo Abadesso, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o paciente fica, em média, uma hora no centro cirúrgico e passa um dia internado em observação, por questões de segurança.
- São quatro ou cinco dias de repouso. Após dez dias, no geral, ele já pode retomar atividades como dirigir um carro. Voltar às atividades físicas demora um pouco mais, entre 30 e 45 dias. É importante ressaltar a importância de se consultar um bom médico e de realizar o procedimento em hospitais com todo o aparato necessário. Para colocar a prótese, que varia entre 140 e 180 ml, faz-se um corte de 3 a 4 cm na parte posterior da dobra do joelho. A cicatriz, afirma Abadesso, fica praticamente imperceptível após seis meses. A cirurgia, com material e todas as despesas médicas inclusas, pode chegar a R$ 12 mil.
Os riscos
Apesar de a procura pelo procedimento ter crescido relativamente nos últimos anos, é importante registrar seus contratempos. O cirurgião plástico Augusto Cesar de Aguiar Teixeira, também membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, ressalta que pode haver imprevistos no decorrer do processo.

- Existe uma margem grande de segurança [no procedimento]. Mas as pessoas precisam entender que a prótese de silicone é um corpo estranho e, como todo corpo estranho, pode ter seus inconvenientes.
Sandra, a estudante que colocou próteses há dois meses, diz que sua recuperação não foi nada fácil.
- Fiquei quase um mês de cama e doeu muito, muito mesmo. Eu até queria colocar mais, pois acho que 140 ml não foram suficientes, mas só de pensar no que passei, não sei se teria coragem.
Além da dor, já que se trata de uma região muscular, existem outros riscos. Luiz Eduardo Felipe Abla, professor de cirurgia plástica da Unifesp (Universidade de São Paulo), diz que existem poucos estudos sobre o silicone nas panturrilhas e que os riscos não devem ser minimizados.

- A pele da perna, por exemplo, é muito mais fina [que a das mamas] e tem pouco tecido. Um trauma simples pode expor a prótese.

Se for jogar tênis, andar de bicicleta, qualquer coisa, vai precisar de atenção redobrada.
O médico, que afirma não realizar o procedimento nem por uma fortuna, explica que até mesmo uma viagem de avião representa perigo. Como os compartimentos da panturrilha têm espaços restritos a possíveis expansões, um simples inchaço pode causar problemas para quem tem uma prótese na região.
- Isso pode evoluir para uma isquemia, uma embolia, uma necrose. Os cuidados passam a ser rigorosíssimos. E tudo isso precisa ser explicado ao paciente, que deve seguir à risca as orientações médicas.

Postado por vovó zelia às 13:41

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Continuando... Resumo dos capitulos 4 e 5 Tese


Capítulo 4 – Corpos como consumo
Neste capítulo, foram selecionadas as reportagens que tratam das mulheres consideradas ícones de beleza do país, que influenciam diretamente o imaginário feminino. As matérias ratificam o sucesso profissional delas, via corpo, com depoimentos de modelos, celebridades e pessoas comuns que resignificam suas vidas, após uma profunda mudança corporal. São verdadeiros corpos-moedas.

Capítulo 5 – Corpos repensando o consumo


A partir de 2002, com a mídia, principalmente televisiva e sensacionalista, relatando com maior intensidade os problemas de saúde causados por cirurgias e tratamentos inadequados, surgem, ainda que em número reduzido, edições que questionam o tema. Podemos encontrar aqui os corpos aflitos.

UM POUCO MAIS DO MEU TRABALHO : NESTE E NAS 2 POSTAGENS ANTERIORES : DATA 8 DE OUTUBRO DE 2010


Do corpo desmedido ao corpo Ultramedido - Resumo dos capítulos

Capítulo 1 – Corpos aprendendo o consumo
Este capítulo é composto por reportagens que formam e informam o leitor sobre a compreensão do corpo humano, priorizando a prevenção da saúde, a conservação do corpo, por meio da renovação dos seus hábitos e atitudes, a fim de conquistar a perfeição corporal e a juventude eterna. “Você é o que você come”; “Se você comer corretamente sua vida será longa e feliz;“Você pode e deve ser mais bonita”. Enfim, mandamentos e argumentos iguais a esses são impostos como alternativa de salvação para uma vida caótica e insegura na atualidade. As publicações aproximam-se dos manuais reguladores e termos como bem-estar, saúde, reeducação alimentar, saudabilidade, equilíbrio de vida, dietas balanceadas, atividades físicas, entre outros, estão sempre presentes. No âmbito desta discussão tem-se os chamados corpos reeducados, ou seja, os que se adequam a uma forma que visa manter o controle da sociedade e a perfeição da espécie.



Capitulo 2 – Corpos em Consumo


Para este capítulo foram selecionadas as publicações que retratam transformações corporais, como cirurgias plásticas, lipoaspirações, próteses e mutilações, além do excesso de atividades físicas para remodelar os corpos. São denominados corpos esculpidos.





Capítulo 3 – Corpos Consumindo




Fazem parte da discussão deste capítulo os corpos atormentados, ou seja, aqueles que são rejeitados pela sociedade atual: os obesos ou somente acima do peso. As matérias intencionam levar ao leitor os lançamentos sobre medicamentos para redução de peso, eliminação de gordura, moderação de apetite, cirurgias bariátricas, dietas revolucionárias e também alguns alimentos que são apresentados como transformadores estéticos.

Do Corpo Desmedido ao Corpo Ultramedido

RESUMO

Considerando que a revista Veja é publicação de interesse geral e de maior circulação no país e também um manual de conduta sociocultural, desde os anos de 1960, o objeto desta pesquisa é a imagem do corpo feminino e suas significações passíveis de serem analisadas nas reportagens de capa da revista Veja que tratam do culto ao corpo, desde sua criação em 11 de setembro de 1968 até 2010.
Qual a imagem de corpo feminino que a Veja editou ao longo dos seus 42 anos de existência? Esse é o problema deste trabalho. A partir dai, tem-se outras questões que norteiam essa investigação: Que corpos foram excluídos pela revista, desde sua criação em 1968 até os dias atuais? Que marcas e significações corporais são codificadas no discurso midiático da Veja? Que traços corporais a revista reflete e retrata?
O objetivo geral é analisar as metamorfoses estéticas nos modos de tratar o corpo neste semanário, verificando-se ainda como a revista construiu seu diálogo com o leitor. Os objetivos específicos são: registrar e categorizar os vários tipos de corpos apresentados na Veja, desde o início de sua publicação, e identificar quais modelos são deixados de lado.
A hipótese central desta pesquisa é que no discurso midiático não há um ideal de corpo padronizado, mas um corpo ultramedido, normatizado por tal discurso, de acordo com os costumes sociais e as práticas de consumo de cada período da história, considerando que a espetacularização corporal da sociedade brasileira é retratada, dissecada, observada e ditada pela Veja.
Para acompanhar as alterações dos corpos e identificar signos transformadores da imagem feminina na sociedade brasileira, o corpus é composto de 56 capas da Veja e as respectivas reportagens de capa que têm como tema central o culto ao corpo.
A metodologia de trabalho percorreu a seguinte ordem: revisão bibliográfica a fim de selecionar bases teóricas sobre a questão proposta neste trabalho, além de pesquisa documental para análise das imagens do corpo.
O trabalho tem a possibilidade de contribuir com os novos estudos do corpo na área de Comunicação e da análise das significações das imagens corporais e comportamentais da história brasileira recente.

Palavras-chave: corpo ultramedido; culto ao corpo; beleza feminina; revista Veja
UM POUCO DO MEU TRABALHO




Eleições Ceará elege maior bancada feminina da história da Assembleia

Nova composição da bancada feminina eleita é a maior de toda história de mais de 150 anos da Assembleia


Lauriberto Braga, iG Ceará
08/10/2010 11:57

A nova composição da Assembleia Cearense para os mandatos de 2011 a 2014 terá uma bancada recorde de mulheres deputadas. Em três de outubro, os cearenses elegeram seis deputadas, o que corresponde a 15% do total de vagas no parlamento estadual do Estado. A bancada feminina eleita é a maior de toda história de mais de 150 anos da Assembleia.
Das seis mulheres eleitas, quatro são novatas na Assembleia e, da bancada atual de quatro mulheres, apenas Raquel Marques (PT) foi reeleita. Behtrose Fontenele (PRP), Eliane Novais (PSB), Fernanda Oliveira (PR) e Miriam Sobreira (PSB) cumprem, pela primeira vez, o mandato. A outra veterana em política é a senadora Patrícia Saboya (PDT), que termina seu mandato no Senado e volta para a Assembleia. Antes de ser senadora, Patricia foi deputada estadual de 1999-2002.
Eleita com 45.506 votos (30ª votação), Bentrose é mulher do atual prefeito de São Gonçalo do Amarante, Walter Júnior (PRP). Miriam Sobreia é mulher do ex-prefeito de Iguatu, Marcelo Sobreira (PSB) e conseguiu uma vaga na Assembleia com 45.739 votos (29ª votação). Fernanda Oliveira é filha do prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa (PR) e entra no parlamento cearense com 50.497 votos (22ª votação). Eliane Novais é vereadora por Fortaleza e troca a Câmara pela Assembleia com 42.301 votos (31ª votação).
A bandeira principal de Patrícia Saboya na Assembleia é tentar viabilizar sua candidatura à presidência da Casa. Ela tem como plataforma a defesa de direitos das mulheres. Patrícia teve a melhor votação entre as mulheres e a 11ª no geral com 63.704 votos. Já para seu novo mandato de deputada estadual, a petista Raquel Marques revela interesse em defender as causas sociais. Ela foi reeleita com 48.416 votos (25ª votação).

http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/ceara+elege+maior+bancada+feminina+da+historia+da+assembleia/n1237795217921.html
NÃO SOU FEMINISTA. MAS ALGUMA COISA ESTÁ MUDANDO

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Publicidade com gordinhas deixa mulheres deprimidas

publicado em 25/03/2010 às 10h09: atualizado em: 25/03/2010 às 15h14


http://entretenimento.r7.com/moda-e-beleza/noticias/publicidade-para-gordinhas-deixa-mulheres-insatisfeitas-20100325.html

Estudo revela que consumidoras passam a se achar mais gordas com propagandas plus-size

Para mulheres da pesquisa, campanhas como essa dos sabonetes Dove não trazem nenhuma modelo gordinha de verdade
.Estudo feito pela Universidade de Arizona, no EUA, revela que consumidoras de publicidade em geral (revistas, anúncios de TV, etc) sentem-se mais insatisfeitas com seu próprio corpo ao ver modelos plus-size em evidência nos anúncios.Difícil de acreditar? Pois é verdade.
A conclusão de que as mulheres passam a se achar ainda mais gordas quando veem propagandas desse tipo tem um motivo até que óbvio: para a indústria da moda ser gordinha é usar manequim 42, no máximo.
Não tem nada de “plus” nesse “size” aí, não acha?
Enquanto a intenção era fazer a mulher comum se sentir bem com o próprio corpo, parece que o resultado são mais mulheres deprimidas com a imagem refletida no espelho.
A publicitária Estela Rosa, manequim 46, concorda com o estudo.
- Abrir uma revista com um editorial “para gordinhas” e ver que elas estão bem próximas do considerado normal, faz eu me se sentir uma obesa. Se aquilo é ser plus-size, eu sou o quê? Extra large size?
Os pesquisadores afirmam ainda que as mulheres gordinhas só se sentem bem quando o anúncio não traz modelo alguma – nem magra, nem plus-size.
Já as mulheres que têm o peso normal se sentem mal com as modelos magras, mas se sentem piores ainda quando veem as plus-size.

domingo, 3 de outubro de 2010

Mario Testino diz que não se preocupa com magreza de modelos

                                                                                                                                                                                                                                                                 
Disponívell: http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/mario-testino-diz-nao-se-preocupa-magreza-modelos-598833.shtml Acesso em 3 de outubro de 2010


“Acho que o mundo tem problemas piores do que a anorexia", afirmou o influente fotógrafo de moda na abertura de sua exposição"

Mario Testino chegando para o desfile da Burberry na Semana de Moda de LondresDurante a abertura de sua exposição “Todo o Nada”, em Madrid, com 54 fotos de modelos e atrizes nuas, o fotógrafo peruano Mario Testino, um dos mais influentes no mundo da moda, deu sua opinião sobre a polêmica que envolve o peso das modelos, cada vez mais magras – e disse não se preocupar com o assunto.
“Acho que o mundo tem problemas piores do que a anorexia. A moda usa modelos jovens, como sempre usou, e é claro que elas são magras. Eu também era magro na idade delas”, disse Testino ao site “WWD”.
A exposição está em cartaz no Museu Thyssen-Bornemisza, até o dia 09 de janeiro.



ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...