domingo, 29 de novembro de 2009

MIRIAM GOLDENBERG NOSSA ANTROPOLOGA REFERENCIA

Antropóloga e professora do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Autora de A Outra, Toda mulher é meio Leila Diniz, A arte de pesquisar, Os novos desejos, Nu & Vestido, De perto ninguém é normal, Infiel: notas de uma antropóloga, O corpo como capital, Coroas: corpo, envelhecimento, casamento e infidelidade e Noites de Insônia: cartas de uma antropóloga a um jovem pesquisador.

Mirian Goldenberg tem orientado dezenas de pesquisas nas áreas de gênero, desvio, corpo, sexualidade e novas conjugalidades na cultura brasileira.






FONTE DE INSPIRAÇÃO GRANDE NO MEU TRABALHO, DESEJO A ELA TODA A SORTE DO MUNDO E OFEREÇO MEU ESFORÇO DE BUSCAR ACOMPANHA-LA

MIRIAM MINHA Admiração POR SUA OBRA, HONESTIDADE E COM CLAREZA AS MULHERES

HOJE TEMOS DICAS DE LIVROS QUE FALAM SOBRE NOSSOS CORPOS


Cecilia N. Saito e os novos sigficicados corporais.Drumond e seu eterno pensamento corporal. o Maximo

domingo, 22 de novembro de 2009

A vez das gordinhas



Retransmito para todos que gordinha também pode ser seexy
Material retirada do site entretenimento msn
Foi-se a época que elas sofriam para entrar em um vestido ou aproveitar o verão sem se preocupar com que os outros estão olhando. O tamanho delas não é P, nem M. É do G de Gordinha para cima (e com muito orgulho). Enquanto as magrelas gastam seu tempo com dietas e exercícios intermináveis, as mais rechonchudas assumem o próprio corpo e conquistam espaço.



Até um tempo atrás, era difícil encontrar alguém com a coragem de Preta Gil, por exemplo. Depois de várias tentativas de dietas e lipoaspirações, a cantora aceitou seu peso e passou a levantar a bandeira no Twitter.



"Eu sou muito feliz do jeito que sou hoje. Só Deus sabe o quanto eu sofri pra ficar magra daquele jeito, não era de verdade, tomei remédio e fiz lipo. Pesava 56 kg. Hoje, tenho 80 kg e sou mais feliz", escreveu. Preta também defende as celulites e diz que isso "não mede caráter" de ninguém.

"Eu sou muito feliz do jeito que sou hoje. Só Deus sabe o quanto eu sofri pra ficar magra daquele jeito, não era de verdade, tomei remédio e fiz lipo. Pesava 56 kg. Hoje, tenho 80 kg e sou mais feliz", escreveu. Preta também defende as celulites e diz que isso "não mede caráter" de ninguém.



O mesmo ocorre com a humorista Fabiana Karla. "Gordinha não, Gorda, porque não tem meio-termo", brincou em recente entrevista. A atriz está em cartaz com a peça "Gorda", onde um homem, 30 kg mais magro, se apaixona pela sua personagem e enfrenta as piadinhas dos colegas de trabalho.


"Sou uma gordinha bem-sucedida. Eu me casei, tive filhos, meu marido é bonito, tenho profissão, uma vida social bacana", disse Fabiana ao jornal "O Dia".



Fabiana e Preta Gil contam com a força de Cláudia Jimenez, Sílvia Poppovic e Oprah Winfrey, que também mostram que ser feliz vai muito além da balança.
Cansada de tentar entrar para um "padrão" da sociedade, a jornalista Renata Passos, com 80 kg, resolveu criar um blog em defesa das gordinhas. O nome não poderia ser outro, se não "Mulherão".



"Eu sempre quis ser feliz, mas não conseguia porque sempre queria me transformar naquilo que as pessoas desejavam: magricela, beirando a anorexia, feito capa de revista. Há alguns anos percebi que precisava dar um basta nessa situação e me aceitar do jeito que sou: voluptuosa e cheia de curvas", declarou Renata em entrevista ao Famosidades.

Andrea Boschim, que já foi eleita a gordinha mais sexy do país em um programa de TV, também escreve sobre suas experiências com o tamanho GG. "Não me sinto insegura por causa do meu peso, mas cuido para que meu peso e minha imagem nunca estejam associadas à estereótipos caricatos, ou à matérias e fotos que desvalorizem a mulher acima do peso", afirmou Andrea.
Vejas as fotos das fofíssimas


Foi-se a época que elas sofriam para entrar em um vestido ou aproveitar o verão sem se preocupar com que os outros estão olhando. O tamanho delas não é P, nem M. É do G de Gordinha para cima (e com muito orgulho). Enquanto as magrelas gastam seu tempo com dietas e exercícios intermináveis, as mais rechonchudas assumem o próprio corpo e conquistam espaço.


Até um tempo atrás, era difícil encontrar alguém com a coragem de Preta Gil, por exemplo. Depois de várias tentativas de dietas e lipoaspirações, a cantora aceitou seu peso e passou a levantar a bandeira no Twitter.


"Eu sou muito feliz do jeito que sou hoje. Só Deus sabe o quanto eu sofri pra ficar magra daquele jeito, não era de verdade, tomei remédio e fiz lipo. Pesava 56 kg. Hoje, tenho 80 kg e sou mais feliz", escreveu. Preta também defende as celulites e diz que isso "não mede caráter" de ninguém.


O mesmo ocorre com a humorista Fabiana Karla. "Gordinha não, Gorda, porque não tem meio-termo", brincou em recente entrevista. A atriz está em cartaz com a peça "Gorda", onde um homem, 30 kg mais magro, se apaixona pela sua personagem e enfrenta as piadinhas dos colegas de trabalho.


"Sou uma gordinha bem-sucedida. Eu me casei, tive filhos, meu marido é bonito, tenho profissão, uma vida social bacana", disse Fabiana ao jornal "O Dia".


Fabiana e Preta Gil contam com a força de Cláudia Jimenez, Sílvia Poppovic e Oprah Winfrey, que também mostram que ser feliz vai muito além da balança.


Mulherão


Cansada de tentar entrar para um "padrão" da sociedade, a jornalista Renata Passos, com 80 kg, resolveu criar um blog em defesa das gordinhas. O nome não poderia ser outro, se não "Mulherão".


"Eu sempre quis ser feliz, mas não conseguia porque sempre queria me transformar naquilo que as pessoas desejavam: magricela, beirando a anorexia, feito capa de revista. Há alguns anos percebi que precisava dar um basta nessa situação e me aceitar do jeito que sou: voluptuosa e cheia de curvas", declarou Renata em entrevista ao Famosidades.


A jornalista conta com ajuda de outras cinco colunistas, entre elas Dani Lima, que ajuda as mais cheinhas encontrarem a roupa certa, no tamanho certo. "O mercado de moda GG está cada vez maior e já não é tão difícil achar roupas agradáveis, descoladas e jovens. A fase de 'roupa de vovózinha, só porque está gordinha', está super out!", contou Dani.


Para provar que as mais cheinhas também estão na moda, as meninas do "Mulherão" estão organizando o primeiro "Fashion Week Plus Size", só com roupas em tamanhos grandes. O evento está marcado para o dia 23 e 24 de janeiro. Preta Gil aceitou ser madrinha do projeto.


Andrea Boschim, que já foi eleita a gordinha mais sexy do país em um programa de TV, também escreve sobre suas experiências com o tamanho GG. "Não me sinto insegura por causa do meu peso, mas cuido para que meu peso e minha imagem nunca estejam associadas à estereótipos caricatos, ou à matérias e fotos que desvalorizem a mulher acima do peso", afirmou Andrea.
Que elas estão com tudo e não estão prosa vocês já entenderam, certo? Mas ainda falta algumas batalhas para as mulheres GGs conquistarem, por exemplo, a mídia. "Já está mais do que na hora de Manoel Carlos criar uma Helena gordinha em uma de suas novelas, como essas heroínas da vida real, que encontramos nos shoppings, mercados e na rua. Imagine a Fabiana Karla lá, toda poderosa interpretando uma mocinha?", declarou As meninas do "Mulherão" concordam e insistem que precisam de mais gordinhas na televisão. "Há um preconceito de que estar acima do peso está diretamente relacionado à falta de saúde, à falta de vaidade, ao sedentarismo, e isso não seria bom exemplo para ser seguido, e a mídia busca referenciais. E o que nós queremos mostrar é justamente o oposto disso tudo...", defendeu Andrea. Renata.
Se elas já provaram que sabem ser sexy, por que não um ensaio nu? "Não sei o que estão esperando para me chamar!", brincou Dani. "Tem homens que gostam de mulheres mais cheinhas, e merecem ver suas preferências inclusive em revistas sensuais. Espero que aconteça!", completou Andrea.
Renata acha que a Mulher Melancia é a prova viva de que os homens gostam "mesmo é de mulherão". "[Ela] foi capa da 'Playboy' inúmeras vezes e é recordista em vendas. Tudo bem, ela não é obesa, mas também não faz nem um pouco o perfil das capas de revistas que vemos por aí. Isso prova que há sim mercado para modelos GG. Só faltam as revistas criarem coragem e investirem um pouco mais neste segmento", afirmou.



Acompanhe as novidades do Famosidades no Twitter: http://twitter.com/Famosidades
http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=22676269

sábado, 14 de novembro de 2009

III SIMPOSIO ABCIBER DISCUTE A CIBERCULTURA

nos dias 16 e 17 de novembro de 2009 - na ESPM - AlvaroAlvim 123 - VIla Mariana acontece o III Simposio Nacional de ABCIBER : UM MOMENTO DE REFLEXO, SOBRE O MUNDO DA CIBERCULTURA, DA MIDIA E DO CONSUMO, não percam.
Veja a programação completa no:
http://abciber.com.br/simposio2009/arquivos/programacao_definitiva_completa.pdf


Na 2a. feira, estarei coordenando a sessão: 2. Entretenimento, práticas socioculturais e subjetividad
16/11 - Sessão 1 - 13h30 às 15h30 - sala C303
E expondo meu trabalho: O CORPO CONSTRUIDO NA WEB. UMA ANÁLISE DOS BLOGS FEMININOS , NOS ANOS DE 2008 E 2009.
VAMOS PARTICIPAR...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

lIVRO FALA DE JOVENS E SEUS PROBLEMAS SOCIAIS




Escritor italiano relata dramas adolescentes no premiado 'A solidão dos números primos'
Bullying, anorexia, dificuldade de socialização, pressão pelas "escolhas certas", vergonha por um parente deficiente, automutilação e outros aperreios adolescentes aparecem assim, juntos, no vibrante romance de estreia de um jovem físico italiano, que faturou um dos maiores prêmios do seu país e conquistou leitores mundo afora. "A solidão dos números primos" (Rocco), de Paolo Giordano, cruza, de modo sensível e com boas sacadas, as histórias de Mattia e Alice, vítimas da longa lista de perrengues acima.
Mattia tem uma irmã gêmea com deficiência mental. Ele crê que, por causa dela, é zoado e isolado no colégio. Um dia, ao ir sozinho com a menina a uma festa de aniversário, resolve deixá-la num parque, de onde ela some, deixando uma sombra indelével na sua vida.








Alice é torturada com as aulas de esqui impostas pelo pai, que sonha fazer uma campeã. Um acidente, numa manhã de forte nevoeiro, a deixa com uma perna defeituosa, mudando o rumo da sua história.










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O livro é muito acessível e muito emocional. Por isso tem atraído grandes audiências


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Enquanto crescem e tentam, sem sucesso, se integrar, os dois se conhecem. Parecem destinados um ao outro. Mas acabam sempre vagando por caminhos opostos, sem conseguir ficar próximos - tal como, segundo a bonita reflexão do nerd Mattia, acontece com os números primos: divisíveis só por si próprios e por um, às vezes eles são separados apenas por um número par. Mas jamais se tocam.






- O livro é muito acessível, do ponto de vista da escrita, e muito emocional. Por isso tem atraído grandes audiências - define Giordano. - (Outra razão do sucesso) é que falo sobre essa parte secreta da vida de todo mundo, esses segredos de que nos envergonhamos e jamais confessamos, mas que são partes importantes da nossa personalidade. Acho que todo mundo tem algo dessas pessoas. O livro, de alguma forma, nos faz sentir menos sozinhos.
Aos 26 anos, Paolo lembra que, quando moleque, tinha dificuldade de se relacionar e era sacaneado por ser nerd. Como Mattia, que resolveu cursar Matemática, o italiano se formou em Física e tem obsessão por números e cálculos. Mas ele diz que, ao contrário do personagem, frequentava festas e ficava com meninas:
- Enquanto Mattia tem muito a ver comigo, Alice é um mix de várias meninas que conheci. Para criar histórias, passo meses escrevendo frases que escuto, anotando imagens que vêm à minha mente, mesmo quando parecem aleatórias... Então, devagar, conecto as imagens às minhas próprias vivências, tentando imaginar como pessoas diferentes de mim veriam e viveriam as coisas que vivi. Tem dado certo. DIZ O AUTOR





CONCURSO DE MISS CASADA NO VIETNÃ

fonte SITE g1
por: Paulo Guilherme




A modelo Anuska Prado Pisoler vai representar o Brasil no concurso de beleza Mrs. World 2009, que será realizado no dia 22 na cidade de Ho Chi Min (antiga Saigon), no Vietnã. Diferentemente de outros concursos de miss, o Mrs. World permite apenas a participação de mulheres casadas e este ano terá a participação de 87 candidatas. Quando era solteira, Anuska, que completará 34 anos em dezembro, ganhou o concurso Miss Brasil Mundo e foi terceiro lugar no Miss Mundo, ambos em 1996. Agora, ela disse que vai adotar a mesma estratégia dos concursos passados para, quem sabe, sair com a coroa.
“O jeito é não encanar. Este concurso é uma chance para eu viajar, conhecer o Vietnã”, diz Anuska em entrevista por telefone ao G1, direto do hotel onde as ‘misses-esposas’ estão concentradas. “Quando participei do Miss Brasil em 1996, meu único objetivo era conhecer a cidade de Natal, onde foi o concurso. Acabei ganhando e três meses depois estava representando o Brasil no Miss Mundo, na Índia. Acabei em terceiro, a segunda melhor colocação de uma miss brasileira nos últimos anos depois do vice-campeonato da Natália Guimarães no Miss Universo de 2007.”
Anuska nasceu em Guarapari (ES), foi com um ano de idade para Governador Valadares (MG) e, desde quando se casou, há dez anos, vive em Belo Horizonte. É psicóloga formada, segue trabalhando como modelo e trabalha ainda como intermediária de negócios de moda, comprando de fornecedores brasileiros para vender a clientes fora do Brasil.
Este concurso tem como objetivo mostrar que uma mulher casada pode ter uma carreira, ser madura e bonita"
Anuska chegou ao Vietnã na semana passada e desde então vem participando de uma série de compromissos de divulgação do evento. Ela vem fazendo sucesso com as roupas que levou ao outro lado do mundo. A brasileira divide o quarto do hotel com a representante da Guatemala. A organização não permite às candidatas de ficarem com seus maridos no mesmo quarto. Casada com um engenheiro civil, Anuska deixou o marido no Brasil. Ela garante que ele não fica com ciúmes em vê-la participando de um concurso de beleza.
Há dois anos, a modelo ganhou notoriedade ao participar de um desfile de roupas da grife carioca Daspu, criada por prostitutas vinculadas à ONG Davida na São Paulo Fashion Week. “O trabalho que elas desenvolvem como inclusão social e contra o preconceito é muito interessante abracei a causa”, diz Anuska. “Como toda miss sei o que é lutar contra o preconceito, todo mundo acha que as misses são burras e fúteis.”

E A VIDA DE MISS CONTINUA DEPOIS DE CASADA??? OS TEMPOS MUDARAM??





terça-feira, 10 de novembro de 2009

Uniban ganhou espaço mundial

Após expulsão, recuo da Uniban repercute da Argentina à China 10 de novembro de 2009 • 14h21 • atualizado às 14h44 Comentários ReduzirNormalAumentarImprimirDepois de alguns dos principais jornais do mundo como americano The New York Times e as publicações do Reino Unido Daily Telegraph e Guardian repercutirem a expulsão da aluna Geisy Arruda, 20 anos, da unidade de São Bernardo do Campo da Uniban, na região do Grande ABC Paulista, agora foi a vez de jornais da Argentina, Espanha e até da China repercutirem a reviravolta do caso anunciada nesta segunda-feira, quando a faculdade decidiu revogar a expulsão. No dia 22 de outubro, Geisy precisou sair da universidade escoltada pela polícia após ser hostilizada e xingada por causa do vestido que usava. As imagens da confusão foram gravadas por universitários e postadas no site YouTube no mesmo dia. Desde o ocorrido, a estudante não voltou mais à universidade. Na sexta-feira, a Uniban informou que a aluna foi expulsa "em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos da dignidade acadêmica e à moralidade". Mas nesta segunda-feira, a faculdade decidiu revogar a decisão. "A expulsão (...) começou como um episódio que recebeu atenção apenas dos meios de comunicação locais, mas acabou virando polêmica nacional em um país famoso pelos biquínis pequenos e pelo culto à beleza", comentou o espanhol El País. O periódico chinês China Daily publicou texto semelhante em sua versão eletrônica nesta terça-feira. "Apesar de o Brasil ser conhecido por roupas 'reveladoras', principalmente em cidades litorâneas - onde o biquíni é conhecido como "fio dental" -, a maioria dos estudantes universitários se veste de modo mais discreto no Campus, geralmente, de jeans e camiseta", afirmou. "Universitárias de outras instituições julgaram o caso como prova de "machismo". Mas, ciente disso, dizem que é melhor para "evitar essas situações", comenta o jornal argentino Clarín. "A verdade é que a hipocrisia atinge esse nível, disse um estudante, as meninas vão de jeans à classe, mas, ao sair da sala de aula, são alterados por roupas mais ousadas", completa. O jornal inglês Guardian, que já havia noticiado a expulsão de Geisy, comentou a intenção do Ministério da Educação em intervir o problema. "Horas depois do governo brasileiro ter exigido uma explicação da universidade, o reitor divulgou um comunicado dizendo que revertia a decisão da instituição de expulsar Arruda". Fonte: www.terra.com.br -portal

Silicone gera nova polemica

Durante uma prova no reality show The Real World, da MTV americana, uma das participantes, Shauvon Torres, 24 anos, sofreu um acidente inusitado. Ao saltar em um lago, o impacto fez com seus implantes de mama estourassem. No início, apesar de seus gritos, seus companheiros de programa começaram a rir e a caçoar de Shauvon, pensando que ela estava brincando. "Não estou brincando, está ardendo", disse a jovem, pouco antes de ser resgatada. Depois de ser levada ao hospital, os exames mostraram que ela teve lesões nas próteses mamárias. Shauvon concordou em sair do programa, após recomendação médica. O vídeo que registra o acidente é um verdadeiro fenômeno de acesso na rede social You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=XThoNTD8V9I&feature=player_embedded = Reality Contestant Pops Breast Implant O episódio com a americana reacende velhas suspeitas contra o silicone. Muito empregado nas cirurgias plásticas de seio, nádegas e panturrilhas, a substância ainda provoca certa desconfiança e algum temor em algumas pessoas. “Não há motivos para isto. Se o material for utilizado da forma correta, obedecendo aos critérios médicos, o silicone, em si, não representa ameaça alguma ao organismo”, afirma o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo. O silicone empregado, hoje, nas próteses é seguro. Para pessoas saudáveis, depois da puberdade, as contra-indicações são pouquíssimas. “A ruptura abrupta das próteses, como a que está registrada no vídeo, acontece geralmente após um trauma. O rompimento também pode acontecer após um acidente automobilístico ou, se por algum motivo, as próteses forem submetidas a pancadas muito violentas. É importante explicar que o trauma gera dor, provoca hematomas, deformidades na prótese e inchaços. Mas não é preciso temer que o líquido se espalhe pelo organismo. O silicone usado nas próteses é coesivo, ou seja, evita que o líquido extravase para o organismo e cause complicações de saúde", explica o cirurgião, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Mediante a suspeita de ruptura das próteses, o melhor exame para confirmar a hipótese é a ressonância magnética de mamas. Se constatado o rompimento, a prótese deve ser trocada. Validade das próteses Outro questionamento recorrente sobre o silicone refere-se à validade das próteses de silicone. “Antes que a paciente se submeta à cirurgia, é preciso que o médico esclareça que uma prótese de silicone não dura por toda a vida. O tempo de vida útil de uma prótese é algo imponderável e completamente individual. É preciso entender que o corpo encara a prótese como um transplante, e, em alguns casos, há rejeição à prótese de silicone”, explica o cirurgião plástico Ruben Penteado. O médico conta que, em algumas vezes, acontece o encapsulamento da prótese pelo próprio organismo, “ou seja, o corpo cria um invólucro contra a prótese, deformando o seu formato. Esta reação do organismo pode causar dores e muito desconforto, fazendo com que a paciente procure novamente o cirurgião plástico para uma reavaliação”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada. De uma maneira geral, a cada ano após o implante, é preciso fazer uma revisão da prótese, pois a troca também pode se tornar necessária em função da flacidez da pele ou do reposicionamento dos seios. “Por exemplo, depois de uma gestação, o corpo da mulher passa por uma série de transformações, a troca da Fonte: http://www.portaisdamoda.com.br/noticiaInt~id~19868~n~reality+show+reacende+polemicas+sobre+silicone.htm

Mais uma famosa adimite anorexia

No ano de 2004 Mary-Kate Olsen estava com anorexia nervosa, um transtorno alimentar caracterizado por uma rígida e insuficiente dieta alimentar com baixo peso corporal e estresse físico. A anorexia nervosa é uma doença complexa que envolve componentes psicológicos, fisiológicos e sociedade. Essa neurose se caracteriza pela recusa de alimentação, e que freqüentemente acompanha as sensações de depressão. A anorexia não provoca a ocorrência de idéias delirantes, sendo que o indivíduo afetado alega, apenas, que não consegue ingerir alimento algum. Um tratamento psicanalítico, às vezes, se faz necessário para a cura do indivíduo, sendo que a maioria dos casos exige isolamento absoluto. A família de Mary-Kate disee que ela já havia apresentado o problema há dois anos, tomando uma atitude tardia. Ela passou seis semanas internada numa clínica, a Cirque Lodge, em Utah,e depois continuou o tratamento em casa. Durante esse período ela teve muito apoio da família, especialmente da irmã Ashley, que depois foi à TV explicar o que estava acontecendo com Mary-Kate.Apesar de ainda ter um corpo magrinho, Mary-Kate já apresenta melhoras visíveis, ganhando peso, e encontra-se bem de saúde. Informações dizem que ela passou de 34Kg para 45Kg depois do tratamento. Hoje não sabemos a estimativa.

E o caso Uniban ??? Mais um corpo na sociedade do Espetáculo!!!

APESAR DE ACHAR UM EXAGERO O DESTAQUE DADO A MIDIA SOBRE A NOTICIA VALE TRANSCREVER ALGUNS TEXTOS SOBRE O ASSUNTO: eSTE É DO SITE http://www.vooz.com.br/blogs/beleza-feminina-causa-alvoroco-na-uniban-por-isso-ela-foi-expulsa-21523.html
A Universidade Bandeirante (Uniban) anunciou nesse final de semana passado,com anúncios publicitários em jornais de São Paulo, a expulsão da aluna de turismo Geisy Villa Nova Arruda, devido ter ido à faculdade assistir aulas com um vestido muito curto. O advogado da universidade justificou a expulsão de Geisy dizendo que ela provocou os alunos. "Não é a vestimenta. É a atitude da aluna Geisy, como, por exemplo, ao subir ter parado no meio do percurso e levantado a saia", afirmou o assessor jurídico da instituição, Décio Lencioni Machado. A Uniban informou ainda que dez alunos que “hostilizaram” a Geisy foram “suspensos”, mas ela foi “sumariamente expulsa”. Um verdadeiro absurdo!
Por sua vez, o advogado da Geisy, Nehemias Domigos de Melo, disse que a sindicância interna aberta pela faculdade não foi correta. "Isso é um procedimento legítimo, que visa identificar envolvidos na agressão. No caso, eles mudaram e transformaram a vítima em réu”. Ele informou que vai recorrer da decisão da faculdade.
A Geisy, ao se pronunciar sobre a decisão da Uniban disse ao “Jornal Hoje”, da Globo: “Tudo o que eu mais queria era voltar a estudar. Eu perdi todos os meses que meu pai pagou com muito sacrifício. O meu ano na faculdade foi todo para o lixo. Eu perdi tudo, eu estou muito perdida, muito abalada, é muita pressão de todos os lados”, “Eu nunca imaginei que fosse acontecer comigo, realmente foi uma grande injustiça, foi uma grande maldade, porque eu fui a vítima. Isso não vai ficar assim”. Ela informou ainda que o vestido usado no dia da confusão não era novidade na universidade. “Eu sempre me vesti de uma forma que me sentia bem, que não ofendesse ninguém, sempre fui desse jeito. De forma alguma ninguém nunca me recriminou, nem falou que eu não poderia ir”. Ela reclamou também da repercussão do caso e dos vídeos publicados na internet. “Eu fui humilhada não só dentro da faculdade, mas o Brasil inteiro viu os meus vídeos. Tentaram colocar celulares dentro das minhas pernas, dentro do meu vestido, isso não pode acontecer com uma mulher, comigo nem mais com ninguém”.
A União Nacional dos Estudantes (UNE), divulgou dia 08 (segunda-feira) uma nota onde discordava da decisão da Uniban: "Essa história absurda teve um desfecho ainda mais esdrúxulo”, informou a união. Na nota, a entidade exige que “a matrícula da estudante seja mantida, que a universidade se retrate publicamente e que todos os agressores sejam julgados e condenados não somente pela instituição, a Uniban, mas também pela Justiça Brasileira”.
Foi correto o que a Uniban fez?
O que não se justifica é todo aquele alvoroço na faculdade, tendo paralisado todos os andares e salas de aula. Foi uma verdadeira “baderna”. Acredito que toda faculdade tenha sua segurança, sem ser preciso apelar para a Polícia Militar. O escândalo foi maior ainda. A própria faculdade tem que ser responsabilizada pelo que houve.
Quanto a Geisy acredito que ela já tenha sido “assediada” por revistas masculinas. Por muito menos garotas menos bonitas do que ela,já foram capa da “playboy”. Com certeza ela irá virar modelo famosa em pouco tempo. As BBB’s (da Globo) geralmente viram, e olhem que são bem feinhas!
o texto traz um pouco do que foi o fato ... outros autores serão apresentados sobre o assunto. Vale repensar a atitude tacanha dos alunos retrogados na Universidade e também o excesso de exibicionista da aluna. Afinal mais um corpo a servir aos anseios, desejos e 15 minutos de fama da sociedade do espetáculo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um texto sobre o corpo para ler...

Caros ,
vale a pena ser este texto sobre o corpo feminino. Afinal, somos ou não somos? Como somos? Quem somos? O que somos?
31/10/2009 | N° 10572
AlertaVoltar para a edição de hoje
COMPORTAMENTO
Toda nudez será questionada
A exposição do corpo feminino está banalizada ou representa a libertação das mulheres?

Houve uma época em que o mero vislumbre do colo de uma mulher instigava as mais variadas fantasias masculinas. Pescoço, tornozelos e pés eram pequenos territórios de sedução. Hoje, nus e seminus estão por toda parte. Garotas se exibem com pouca roupa e se tornam celebridades, adornando programas na televisão, páginas de revistas, internet e publicidade. Tamanha exposição do corpo feminino leva a questionar se vivemos um momento de banalização da nudez ou o rompimento de uma visão moralista.

Em boa parte da história, a nudez esteve vinculada à luxúria. Mesmo a Bíblia liga a falta de vestimentas ao pecado original, como descreve o livro do Gênesis no episódio que valeu a expulsão de Adão e Eva do paraíso, logo após comerem o fruto proibido: “Então os seus olhos abriram-se; e, vendo que estavam nus, tomaram folhas de figueira, ligaram-nas e fizeram cinturas para si.”

O livro História da Vida Privada, organizado por Philippe Ariès e Georges Duby, conta que na Idade Média o traje era o último invólucro da vida social antes dos mistérios macios do corpo. Segundo a obra, mesmo os cabelos eram dotados de poder erótico e, por conveniência, ordenava-se reuni-los em uma trança e escondê-los em uma touca:

– Quando as mulheres se mostram, devem refrear-se de exibir esse feixe tentador – diziam registros da época.

Diante dessa cultura cristã arraigada, imagine a reação dos portugueses diante das índias nuas em terras brasileiras. No artigo Eva Tupinambá, no livro História das Mulheres no Brasil, o autor Ronald Raminelli relata que “para alguns europeus, a nudez feminina incitava à lascívia e à luxúria”. Entretanto, filósofos do período asseguravam que os enfeites usados pelas francesas eram mais sedutores que a nudez explícita das nativas.

Para a pesquisadora Mirian Goldenberg, doutora em antropologia e professora da pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a nudez feminina sempre alimentou o imaginário e o desejo masculino. A diferença é que, nos dias atuais, o acesso é amplo. Na opinião dela, isso pode representar dois tipos de mudança: em uma visão mais moralista, significa dizer que há uma banalização, a mulher se transformou em objeto sexual. Num aspecto oposto, representa uma maior naturalização do corpo da mulher.

– O viés pode ser positivo ou negativo. Mas, de tanto aparecer mulher nua, a nudez deixa de ser um tabu – ressalta.

Na opinião de Ítor Finotelli Júnior, psicólogo, psicoterapeuta sexual e pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas do Instituto Paulista de Sexualidade (GEPIPS), a naturalização da nudez já é realidade em algumas sociedades. Ele cita o naturismo como um exemplo de respeito ao próximo, ao meio ambiente e a si próprio.

Padrão opressor

Mirian ressalta que, neste início de século, o culto ao corpo se tornou uma obsessão e se transformou em um estilo de vida para algumas mulheres. Além disso, para a pesquisadora, no Brasil, o corpo é quase uma roupa, pois é ele que deve ser “exibido, moldado, manipulado, trabalhado, costurado, enfeitado, escolhido, construído, produzido, imitado”. A psicanalista inglesa Susie Orbach, citada por Mirian no artigo Nem Toda Brasileira é Bunda, considera que o modelo de beleza apregoado pela sociedade afeta especialmente as mulheres:

– É o corpo feminino perfeito, magro e esguio.

A apologia do corpo perfeito é uma das mais cruéis fontes de frustração feminina dos nossos tempos. A obsessão pela magreza virou uma epidemia.

Mirian afirma que, de um lado, o corpo feminino se emancipou de antigas servidões: sexuais, procriadoras ou indumentárias. Mas, por outro lado, ele é submetido a coerções estéticas mais regulares, imperativas e geradoras de ansiedade. Para a pesquisadora, não é a nudez ou a exposição que deixa a mulher presa a essa lógica, pois mesmo nas culturas nas quais não há tanta exposição elas também são reféns de modelos estéticos.

– Em uma cultura na qual o corpo fica mais escondido, ela pode disfarçar, não expor as imperfeições. Mas, nua ou vestida, essa lógica impera na cultura ocidental – conclui.

Mudança de postura

Tamanho acesso ao corpo feminino vem fazendo até com que revistas masculinas, tradicionais fontes de nudez para os marmanjos, revejam alguns conceitos. A versão nacional da Playboy, por exemplo, depois de um longo período estampando mulheres fruta e ex-BBBs em suas capas, retomou ensaios que exibem corpos com menor apelo a próteses estéticas ou atributos supersarados. Esse processo ficará especialmente evidenciado na edição de novembro, com a apresentadora Fernanda Young, que com suas tatuagens foge de qualquer padrão de beleza vigente.

Mirian Goldenberg lembra que esse tipo de publicação passa por fases. Em certos momentos, as revistas retratam a mulher inalcançável, mística. Em outros, divulgam mulheres com corpos que se destacam pelo exagero. Segundo ela, mesmo a onda das mulheres fruta não é recente:

– A associação entre mulher e comida sempre existiu, é frequente no Brasil. De novidade, temos os apelidos (jaca, melancia, filé e melão). Elas explicitamente podem ser comidas nos dois sentidos – diz.

Uma pesquisa belga mostra inclusive que a exploração da nudez pode dispensar seu objeto principal: o corpo. O estudo, publicado no Journal of Consumer Research, constatou que a mera visão de um biquíni, mesmo sem uma mulher dentro, é capaz de fazer o homem tomar atitudes impulsivas, como gastar grandes quantidades de dinheiro. O estudo neurocientífico demonstrou que os estímulos eróticos ativam mecanismos de recompensa e fazem com que os homens fiquem impacientes por uma gratificação. O psicólogo Ítor Finotelli Júnior lembra que o corpo humano responde pela aprendizagem e que esse estímulo pode ser particular ou coletivo:

– Para os indivíduos desse estudo, os corpos responderam à visualização do biquíni como um estímulo sexual.

Uma pesquisa realizada com jovens cariocas, em 2002, concluiu que, com relação à atração entre os sexos, o corpo tem papel fundamental. Diante da pergunta “o que mais te atrai sexualmente em um homem?”, elas disseram o tórax, o corpo e as pernas. Para a questão “o que mais te atrai sexualmente em uma mulher?”, eles responderam a bunda, o corpo e os seios. Mas Fitonelli pondera que inadmissível é aceitar e encorajar a banalização da nudez ao associá-la a um produto.

– É essa tendência que assusta as pessoas, não a nudez em si – aposta.

Na opinião do psicólogo, o sucesso de algumas mulheres com pouca roupa se deve a um investimento de mercado, que as associa a um produto que se deseja vender. Sem esse investimento, segundo ele, algumas delas passariam despercebidas pelas ruas. No máximo, ganhariam olhares, dos mais atentos, por alguns dotes físicos.
http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,2701381,157,13429,impressa.html
Jornal O Pioneiro Caxias do Sul

domingo, 8 de novembro de 2009

Cindy Crawford afirma: hoje não seria modelo... Seu corpo não era tão magro!!!



A ex-modelo americana Cindy Crawford, de 43 anos, afirmou que, nos dias de hoje, não teria condições de desfilar nas passarelas se levados em conta os critérios de magreza excessiva.


"Em 2009 eu não poderia ser modelo. Pareço muito ter boa saúde. Uma tendência substitui a outra. Um corpo como o meu, com seios, coxas normais e braços musculosos não seria levado em conta hoje", declarou em uma entrevista a uma revista alemã.

O mundo da moda foi acusado de incentivar as jovens à anorexia por causa dos critérios extremos de magreza exigidos para a profissão de modelo.
Recentemente a revista feminina alemã Brigitte anunciou que, para se livrar desta tendência, no próximo não usará modelos profissionais e sim amadoras em suas fotos.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/10/27/cindy+crawford+com+meu+corpo+hoje+nao+poderia+ser+modelo+8951947.html


Noticia divulgada no site Ultimo segundo e que merece uma reflexão da sociedade contemporânea.

Mais uma noticia encontrada no site português  DN O GLOBO e que discute proibições em Universidades. Tema recorrente depois da expulsão da estudante da UNIBAN
Al-Azhar: universidade onde é proibido proibir

por Luís Naves01 Novembro 2009

Segundo afirma Abdel-Samine Abul-Khein não há sinais de radicalização na Universidade Al-Azhar, no Cairo, e as histórias sobre esse tema são obviamente exageradas. Reitor da faculdade de justiça islâmica, Abul-Khein é homem pequeno e pesado, além de uma das figuras mais influentes da universidade mais famosa do mundo árabe. A escola tem 1100 anos e 120 mil alunos em diversos graus de ensino (também o médio). Muitos destes estudantes escolhem estudos islâmicos, mas as autoridades pedagógicas afirmam que isso não implica maiores dificuldades em arranjar emprego. Citam até estatísticas para provar que o curso de engenharia é bem mais incerto.
Sejam bem-vindos às contradições do Egipto. Apesar de ser um dos homens mais poderosos da Al-Azhar, Abul-Khein não fala inglês, língua de que não necessita, pois é um especialista em sharia. Nesta universidade, os estudos islâmicos convivem com ciências exactas. Ao lado da reitoria, está a mesquita mais importante do Cairo, sede de doutrina sunita respeitada em todo o Islão. Segundo explicação do professor de linguística Hassan Hafih, Al-Azhar (nome da mesquita e da universidade) é uma palavra antiga relacionada com a ideia de clareza.
Mas por aqui nem tudo é claro. Há muitas estudantes que se vestem com niqab negro, roupa que tapa por completo o corpo feminino e a própria cara. As mulheres parecem fantasmas sem identidade, de quem só se vêm os olhos. É difícil afirmar se isto representa um sinal de conflito, mas tornou-se num problema sério, com repercussões em todo o mundo árabe, quando os grandes clérigos do Cairo, sobretudo o xeque Muhammad Tantawi, se pronunciaram contra o uso do niqab em certas aulas. Vestir à ocidental, usar barba, bater com a cabeça no chão durante as rezas, todos os gestos e roupas podem ser afirmações ideológicas. Mas o código de conduta feminino é uma autêntica bomba política.
Quando recentemente falou com um grupo de jornalistas europeus, Abdel-Samine Abul-Khein tentou fazer passar uma ideia: segundo disse o jurista, a imagem do Islão é "distorcida no exterior". O dirigente da Al-Azhar acredita naquilo a que chama "a estrada intermédia do Islão moderado", em oposição ao "Islão político". Um pouco mais à frente na conversa, o reitor da faculdade alargou-se na explicação: "O Governo não está acima das críticas, até o presidente [Hosni Mubarak]. Nós criticamos e dizemos o que queremos, mas o governante deve ter autoridade. É muito importante respeitar a autoridade".
O professor da sharia falava de Mubarak e de um governo que no ocidente é visto sobretudo como autoritário. Mas talvez falasse de si próprio também. O Egipto não está imune ao crescimento do Islão político, que nos países não muçulmanos é definido como "radical".
Há vários movimentos fundamentalistas, o mais importante dos quais, a Irmandade Muçulmana, tem sido duramente reprimido pelas autoridades. Dezenas de activistas estão presos (sem críticas dos governos europeus) e as poucas mesquitas onde os irmãos muçulmanos estão activos são vigiadas pela polícia.
A corrente regular da doutrina sunita é representada por clérigos como o ex-Grande Mufti do Cairo, xeque Muhammad Tantawi, cuja autoridade religiosa está ligada ao prestígio da Al-Azhar, mas também ao poder do governo. Em meados de Outubro Tantawi visitava uma escola secundária da Al-Azhar quando viu uma jovem estudante de niqab (numa aula onde só havia alunas e a professora era mulher). Tantawi terá dito à rapariga, de 12 anos, para descobrir a cabeça. Decisões governamentais anteriores tinham criado polémicas semelhantes no Egipto, por exemplo, a proibição de uso de véu por enfermeiras.
Mas a ordem de Tantawi transformou-se numa decisão da universidade Al-Azhar, que proibiu o uso da niqab nos dormitórios femininos e nas aulas. Houve protestos e os clérigos dividiram-se. Para alguns dirigentes, é necessário impedir os fundamentalistas de obrigarem as mulheres a usar aquela roupa. Para os opositores, tudo tem a ver com a liberdade de consciência. "Nenhuma autoridade tem o direito de ordenar a uma mulher que retire [o niqab], excepto por razões de segurança", dizia o xeque Ali Abu al-Hassan, outra autoridade sunita, citado pela Al-Jazeera.
A polémica da Al-Azhar interessou a todo o mundo árabe, onde o Egipto é visto como uma referência cultural e política. A proibição mantém-se na universidade, mas os dirigentes não querem forçar um tema que tem todos os condimentos para aumentar o forte descontentamento político-religioso que alastra nas sociedades muçulmanas. Existe uma pressão no Egipto, uma acumulação de frustrações que não pode ser tapada por uma roupa escura que cobre todo o corpo menos os olhos.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1407099&seccao=M%E9dio%20Oriente

Nem todos os atores são favoráveis as cirurgias plásticas

Bruce Willis manifesta-se contra as cirurgias plásticas 07-11-2009


Bruce Willis é peremptório em matéria de cirurgias plásticas e outras intervenções de natureza estética. "Trata-se apenas de um bom negócio para fazer dinheiro", afirmou o actor americano, que já foi casado com Demi Moore, matrimónio que acabou em Outubro de 2000 após quase 13 anos de vida em comum e o nascimento de três filhas.

Com efeito, o protagonista da saga cinematográfica 'Die Hard' não vê com bons olhos aqueles que decidem passar por transformações nos seus corpos. "Não sou fã daqueles que fazem isso apenas em nome da beleza. Não tenho quaisquer planos em fazê-lo e nem sequer me preocupo com a minha estética", sublinhou Bruce.

"Para ser sincero, continuo a ver-me como se tivesse 24 anos de idade", concluiu o actor, que já chegou aos 54 e voltou a casar em Março último com a jovem actriz Emma Heming, de 31, nascida na ilha de Malta.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009


Mesmo sendo publicado o ano passado vale repetir o texto para apresentar o blog GORDINHAS MARAVILHOSAS http://gmaravilhosas.blogspot.com/2008/03/modelos-gordinhas-exibem-nova-linha-de.html

Um site positivo sobre o corpo

Modelos "gordinhas" exibem nova linha de lingeries
Retirado do Portal TerraO lançamento da coleção de lingeries da modelo, escritora e apresentadora de TV Katie Price (também conhecida como Jordan), que aconteceu dia 5/03/2008 em Londres, contou com a presença de algumas modelos "gordinhas" - se comparadas ao padrão que normalmente aparece nas passarelas.Usando calcinhas em diversas modelagens e sutiãs de bojo, que realçam a silhueta da mulher, as modelos posaram para as fotos ao lado de Katie Price. A apresentadora vestia um conjunto preto com babados brancos e sapatos de salto na cor prata.A linha de Katie aposta nas peças em tons neutros, como o rosa e o branco. Mas algumas peças aparecem em estampas florais e listrada.

domingo, 1 de novembro de 2009




Primeira "Miss Cirurgia Plástica" é eleita na China
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da France Presse, em Pequimda Folha OnlineO culto à beleza viu nascer na China uma nova moda, neste sábado, em Pequim, com a coroação da primeira "Miss Cirurgia Plástica". O título nacional "Renzao Meinu" (beleza artificial) foi dado a uma jovem que quer, ela mesma, ser cirurgiã plástica.Feng Xian, 22, a felizarda eleita, afirmou estar "orgulhosa" de sua nova beleza, apesar de artificial --alcançada graças a injeções de botox e lipoaspirações. "Decididamente, valeu a pena. Agora, tornei-me a mais bela", declarou a jovem, que também operou os olhos.O evento aconteceu após uma garota de 18 anos ter sido desqualificada de um concurso de beleza chinês, no início deste ano, por ter feito uma cirurgia plástica.Neste concurso, as participantes tiveram de submeter documentos, fotos ou evidências de que tinham feito plástica.Entre os patrocinadores, estavam clínicas privadas de beleza até hospitais de cirurgia plástica.Depois de décadas de austeriadade sob o regime socialista de Mao Tsé Tung, a China já é hoje o oitavo mercado cosmético do mundo e o segundo da Ásia. A indústria cosmética chinesa conta com 12,2 milhões de esteticistas profissionais. No ano passado, o setor movimentou US$ 20,3 bilhões, 20% mais que no ano anterior.EleitaA eleita acredita que o fato de ter sentido na pele todas essas cirurgias a ajudará no futuro, em sua carreira como médica. Xian deixou para trás outras 19 finalistas, com idades entre 17 e 62 anos. A vencedora ganhou presentes no valor de US$ 6.000, entre eles, jóias e uma visita gratuita a salões de cirurgia estética no Japão.O segundo lugar ficou com Zhang Shuang, 22, que operou os olhos, mudou a forma do rosto e do nariz e colocou silicone nos seios. Uma outra beleza artificial, Liu Xiaojing, 22, revelou alguns dias antes do concurso que, há três anos, era um homem. "A beleza é o sonho de todo o mundo, não apenas das mulheres", afirmou. Xiaojing ganhou um prêmio especial.a.uol.com.br/folha/mundo/ult94u79342.shtml

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...