domingo, 26 de fevereiro de 2012

Irmãs Middleton inspiram sites pró-anorexia


Blogs e fóruns da internet que promovem a magreza excessiva usam como modelo de inspiração as irmãs Kate e Pipa Middleton.




De acordo com matéria publicada pelo site do programa "USA Today", muito popular nos Estados Unidos, as irmãs vêm acompanhadas da palavra "Thinspiration", uma junção de "thin" (magra) e "inspiration" (inspiração), um adjetivo dado às fotos de modelos ou celebridades muito magras associadas a postagens que inspiram e apóiam a anorexia e bulimia.



No texto, o site cita que as Middleton desbancaram Victoria Beckham como ícone para quem sofre para não engordar.
Elas estão no topo do ranking das mulheres abaixo de seus pesos usadas em publicações do gênero.


Entrevistada pela reportagem, Jill M. Pollack, diretora do Centro para o Estudo da Anorexia e Bulimia de Nova York, se mostrou preocupada com a situação. "Todas as meninas tem o sonho de serem princesas e essas imagens chegarão não só às adolescentes, mas também àquelas que estão na escola", disse ao site.

"Ter as irmãs Middleton em sites pró-anorexia é como ter um desastre prestes a acontecer", afirma.

Tablóides ingleses estimam que, atualmente, Kate pese 43 quilos. Ela tem mais de 1,70m de altura. Você concorda que ela está demasiadamente magra?



Por Jessica Moraes


Cirurgia plástica genital



Edição de domingo, 26 de fevereiro de 2012

Para superar a vergonha mais íntima Cirurgia plástica genital é uma alternativa cada vez mais procurada para melhorar a satisfação e vencer traumas
Erta Souza // ertasouza.rn@dabr.com.br



A evolução dos serviços médicos e procedimentos estéticos que buscam o bem estar não encontram fronteiras além do desejo por um corpo que satisfaça. No rol existente de intervenções e tratamentos em busca da beleza ou de intervenções corretivas, têm crescido a procura de mulheres por cirurgias plásticas ou procedimentos embelezadores íntimos. A intervenção médica tem sido cada vez mais utilizada para alterar características da região genital, seja para corrigir problemas de nascença ou adquiridos após parto ou com a velhice, proporcionando um recomeço para mulheres que têm a vida íntima afetada por se acharem "fora do padrão".





Fernando Lopes/CB/D.A Press

Com o fato de não estar mais insatisfeita com o corpo, a mulher que passa por um procedimento estético íntimo começa uma vida nova seja ao lado de seu antigo parceiro, devido à volta da autoestima, ou torna-se mais confiante para iniciar um relacionamento. "Tudo melhora: desde o relacionamento com o parceiro à atividade sexual, porque a mulher se sente bem com ela mesma até no simples fato de se olhar no espelho", assegura a ginecologista Gleisse Aguiar.



Os procedimentos, cuja procura é crescente, podem ser realizados em mulheres jovens, adultas e idosas e, na maioria dos casos, não têm contra-indicação. Entre as possibilidades oferecidas pela estética íntima, estão cirurgias para reduzir o tamanho dos pequenos e grandes lábios, monte de vênus ou clareamento da área genital. Entre as principais modificações na genitália feminina que podem vir com a velhice estão a redução da elasticidade da pele, diminuição da hidratação dérmica, escurecimento e pigmentação da pela na região genital e partes internas da coxa e virilhas, além de redução da gordura subcutânea.



Embora ainda seja pouco propagada dentro dos lares brasileiros, a estética íntima feminina ganhou uma importante aliada: a tecnologia. Isso porque apesar do tabu que ronda milhares de famílias quando o assunto está relacionado ao sexo, as pessoas que se sentem constrangidas com alguma modificação imposta pelo envelhecimento do corpo ou pelas alterações funcionais contam com páginas na internet em que é possível interagir com outras pacientes que apresentam as mesmas queixas e conversar sobre o assunto.



Em uma página de relacionamento onde o tema é debatido entre várias mulheres, a comerciante Tânia (nome fictício), de 43 anos, contou que decidiu fazer o procedimento para reduzir os pequenos lábios após conversar com sua ginecologista. A médica informou a paciente que o procedimento era simples e se tratava de uma ninfoplastia. "O atrito com a calcinha e o absorvente era muito ruim e eu tinha vergonha de ficar nua, inclusive, na frente das minhas filhas, porque era muito constrangedor", lembra.



Além da vergonha das filhas, Tânia sofreu durante anos nas relações sexuais com o marido. Mesmo consciente de que o marido não reclamava, ela se sentia incomodada com o corpo. "Esse aumento acabava atrapalhando na hora da penetração, embora meu marido não reclamasse. Hoje, depois de alguns anos, tenho certeza quefiz a melhor coisa que poderia ter feito. Me sinto bem comigo mesma", desabafa.



Além das reclamações e sugestões postadas no mundo virtual, o avanço da tecnologia beneficia pessoas que sofrem com alterações em sua genitália, pois proporciona a evolução de procedimentos utilizados para sanar ou minimizar as alterações na vulva ou virilha, por exemplo, com alternativas menos doloridas e com uma recuperação mais rápida.


disponivel: http://www.diariodenatal.com.br/2012/02/26/cidades4_0.php> acesso em 26 de fevereiro

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval A festa da inversão da ordem




Entrevistas


Sonia Maria Giacomini

Pesquisadora da PUC-Rio fala sobre o carnaval como a festa da inversãoPor Patrícia Mariuzzo e Ana Paula Morales


Trazido pelos imigrantes portugueses para o nosso país, o carnaval se transformou na maior festa brasileira e em um dos eventos mais conhecidos no mundo, certamente um dos que mais atrai turistas estrangeiros. Falar em carnaval é falar em Brasil e, assim como acontece com o futebol, a festa é um dos elementos constituintes da nossa brasilidade. É sobre esse e outros aspectos do ritual carnavalesco que a pesquisadora e professora Sonia Maria Giacomini, da Pontifícia Universidade Católica Rio de Janeiro (PUC-RJ), fala nesta entrevista concedida para a revista Pré-Univesp. “Estudar o carnaval é um meio de conhecer traços importantes da sociedade brasileira”, diz. Segundo a pesquisadora, o carnaval é a festa da inversão e isso tem significados específicos no contexto brasileiro.





Pré-Univesp: O carnaval ajudou de alguma maneira a formar a identidade brasileira?



Sonia Giacomini: O carnaval tem origem no calendário religioso. É uma festa medieval. Mas, sem dúvida, no Brasil o carnaval tem uma vida própria, uma aura particular. Um teórico que chamou a atenção para isso de modo muito perspicaz foi Roberto da Matta, em especial no livro Carnaval, Malandros e Heróis (1979). Ele explica que o carnaval seria uma chave para entender a sociedade brasileira, já que a festa tematiza elementos fundamentais dessa sociedade. Não por acaso, em toda propaganda sobre o Brasil, o carnaval e o futebol estão presentes. E o que eles têm em comum? Antes de qualquer coisa, o corpo. O corpo está no centro da cena tanto no futebol quanto no ritual do carnaval. Mesmo tendo origem no calendário religioso, o carnaval é uma festa do corpo, uma festa profana. E, em um país que tem uma forte tradição cristã e católica, essa festa do corpo – uma parte maldita, que envelhece, apodrece e que está em oposição à alma – fortalece.



Pré-Univesp: A imagem do Brasil se confunde com uma imagem de erotismo e prazer. Até que ponto o carnaval contribui para essa imagem e até que ponto os próprios brasileiros se enxergam dessa forma?



Sonia Giacomini: Para mim não há dúvida de que o carnaval inspira e celebra isso. Como um espelho, ele faz o povo brasileiro se reproduzir dessa maneira, com esse foco na sensualidade e no erotismo. É uma marca do brasileiro. Aqui o corpo tem um lugar diferente do que na sociedade europeia, mesmo nos países ibéricos, que estão mais próximos de nós por conta da colonização. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, isso chama muito a atenção. Existe um grande culto ao corpo, principalmente de uns 20 anos para cá: esse corpo bronzeado, sarado que o carioca desfila com uma roupa que serve para valorizá-lo ainda mais. A roupa não é para esconder o corpo, mas para mostrá-lo. É mais uma maneira de exibir o corpo. O carnaval é uma festa onde esse corpo está no centro e, antes de tudo, o corpo feminino. É uma festa de inversão, onde o homem pode se vestir de mulher. O carnaval é uma festa de exibição do corpo feminino, de exibição da mulher, com viés erótico, não o da pureza ou da maternidade, características também ligadas ao feminino.



Pré-Univesp: O carnaval é uma celebração na qual o brasileiro fala de si mesmo de uma forma positiva, ressaltando virtudes como a alegria e a criatividade. Seria esta uma festa na qual mostramos uma sociedade alternativa, tal como gostaríamos que ela fosse, e não de fato como ela é?



Sonia Giacomini: O brasileiro celebra o que ele acha que pode ser uma contribuição brasileira para o mundo. Não por acaso atrai tantos turistas. Tentamos “vender” para o mundo a visão de uma sociedade essencialmente criativa e alegre. É claro que existe aí uma dose de utopia. Ser conhecido e admirado pelo carnaval tem como contrapartida outros atributos que não são muito positivos. Como eu disse antes, o carnaval é a festa da inversão, é o avesso da ordem. São 362 dias de ordem e três dias de desordem. Se nós somos tão bons assim no carnaval é porque não somos tão bons assim nos outros dias do ano. É como se, no carnaval, estivéssemos no nosso elemento principal. Se nós somos tão bons na inversão, isso pode significar que não somos bons na norma.



Pré-Univesp: Em que aspecto o carnaval estabelece relação com o cotidiano brasileiro?



Sonia Giacomini: Todos os anos, vemos máscaras de personagens do cotidiano – figuras da política, celebridades – desfilando nos carnavais do país todo. É uma forma de trabalhar o cotidiano com sátira e humor, com jocosidade e criatividade, mas com ironia. Enquanto festa, o carnaval é uma quebra da rotina. Ele tem uma lógica própria, como se o tempo ficasse em suspenso. Vários atores da literatura falaram sobre isso. Jorge Amado é um dos que mostram o carnaval como um tempo excepcional. A rotina entra como elemento da vida “real”, mas com aura especial. As personagens ganham outra interpretação. Elas serão sempre uma alegoria. Mesmo quando pega elementos da vida cotidiana, o carnaval os transforma, como em um ritual, que possibilita inventar coisas que não são permitidas no cotidiano. Ele subverte, vira do avesso, em um tipo de uma inversão permitida.



Pré-Univesp: A origem do carnaval está ligada ao calendário católico, que criou a Semana Santa e, antes dela, um período de jejuns e privações. Assim, antes de começar o período da Quaresma, veio o carnaval, uma festa para celebrar os prazeres da carne, da bebida, uma festa de excessos antes das privações impostas pela igreja. Como fica essa relação na pós-modernidade, quando estamos condenados ao prazer sem fim? O carnaval continua tendo essa função ou é mais uma festa dentre tantas: é só mais uma forma de prazer?



Sonia Giacomini: Em certo sentido, existe uma banalização do carnaval também. Ele fica menos marcado. Como ele é uma festa da inversão, ele está diretamente associado ao que é ordem. Se a ordem não é tão ordeira assim, a desordem não pode ser tão marcada. Ela precisa dessa contrapartida. O carnaval é uma oposição, é uma quebra da ordem e, se a ordem não é marcada, ele também não pode ser. Na contemporaneidade, como nos diz o sociólogo polonês Zygmunt Bauman1, tudo é muito instantâneo. As soluções são imediatas. As relações são provisórias e efêmeras. Sem dúvida, o carnaval acompanha essas mudanças no sentido de uma banalização, como se fosse carnaval todo dia.



Pré-Univesp: Ao mesmo tempo em que considerada uma festa popular e democrática, onde as pessoas das mais diversas classes sociais são permitidas e se permitem festejar, o carnaval também revela contrastes e desigualdades. O que acontece, no carnaval, com os eixos hierárquicos presentes no cotidiano da nossa sociedade?



Sonia Giacomini: Durante o carnaval temos muitos espaços. No carnaval de rua, do bloco, temos um espaço de todos, público, mas tem a festa privada, no clube. Temos o trio elétrico em Salvador, mas tem o abadá, que é caríssimo. Então a festa é mais aberta ou mais fechada a todos dependendo do espaço. Ela reproduz hierarquias também. Embora o espírito do carnaval seja o da festa do encontro, onde cada um vai experimentar o que quiser como em uma brincadeira de ser outro, uma brincadeira de onde as pessoas saem renovadas, ele opera uma mágica. No entanto, eu não vejo o carnaval como uma festa onde as hierarquias estão completamente apagadas. As barreiras permanecem. Os lugares sociais continuam marcados. Essa ideia do carnaval como suspensão das hierarquias existe até certo ponto, mas a realidade social é muito impositiva: não há como abstrair completamente a desigualdade.


fonte http://www.univesp.ensinosuperior.sp.gov.br/preunivesp/2954/sonia-maria-giacomini.html acesso  em 21 de fevreirio

Turismo médico mundial gira US$ 40 bilhões

Cuiabá / Várzea Grande, 21/02/2012 - 10:41.




Folha Online



A indústria de turismo médico, que já movimenta US$ 40 bilhões em cirurgias como cardíaca e plástica e em tratamentos como dentário e de fertilidade, deve crescer 20% neste ano, informa reportagem de Natália Paiva publicada na edição desta terça-feira da Folha.



A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).



Algumas vedetes são cirurgia bariátrica e tratamento com células-tronco.



Com maciço apoio de agências estatais, Cingapura se tornou um dos principais centros de diagnóstico avançado -mas seus hospitais chiques cobram até 40% menos que os dos EUA.



A Coreia do Sul, que nos últimos três anos pulou de 8.000 pacientes estrangeiros para 82 mil e pretende chegar a 300 mil até 2015, oferece cirurgia robótica e terapia de "proton beam" para tratar câncer (radiação) também a "preços acessíveis".



A maior fatia dos 6 milhões de viajantes por ano ainda vêm dos Estados Unidos, que têm um dos serviços médicos mais caros do mundo e muita gente sem seguro ou subsegurada. Daí o interesse crescente por tratamentos em países emergentes, que, além de mais baratos, oferecem "algo a mais".


fonte http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=385355 acesso em 21 de fvereiro




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Saborosos e benéficos: medicamentos em formatos de doces

Emagrecer não é fácil e exige muita força de vontade, além da dedicação à dieta. Para ter um corpo magro muitas mulheres se matriculam em academias e praticam atividades físicas diárias. Algumas recorrem aos remédios que ajudam o controle da ansiedade entre outros medicamentos.


No entanto, a novidade está nos produtos manipulados feitos com matérias naturais e em formatos alternativos. Jujubas, chocolates e sorvetes se incorporaram na indústria e são vistas em formas de remédios.
Além de eficiente, a aparência influencia muito, por isso ingerir um medicamento em formato de um doce pode ser divertido e estimulante.
http://www.sidneyrezende.com/noticia/162358+saborosos+e+beneficos+medicamentos+em+formatos+de+doces
acesso em 16 de fevereiro
MENTIRAS SINCERAS ME INTERESSAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Cássia Kiss usa adesivo para parecer mais nova em novela

Rio - Cássia Kiss Magro é contra cirurgias plásticas. Isso todo mundo já sabe. Mas isso não a impede de usar alguns recursos para parecer mais nova – pelo menos, em cena. A atriz, que fará uma vilã em “Amor Eterno Amor”, próxima novela das 18h Tv Globo, vai abusar de recursos como perucas, enchimento nos seios e no bumbum.




"Participo muito da construção da personagem, ajudo na escolha das roupas, perucas, converso sobre o figurino. Isso é legal para mim, é diferente”, disse ela, durante a entrevista coletiva da trama, nessa terça-feira, no Rio.


Cássia Kiss na coletiva de 'Amor Eterno Amor'

Foto: Alex Palarea / Ag. NewsComo haverá uma passagem de tempo durante a novela, Cássia aparecerá com a pele esticada. “Colocaram um adesivo para deixar minha pele lisinha. Adoro mudar para um personagem. Mas eu sou eu, com a cara e a bunda caída”, brincou ela.



Em “Amor Eterno Amor”, Cássia viverá uma personagem bem diferente do seu último papel na telinha, a Dulce de “Morde e Assopra”. A atriz será uma mulher perua, invejosa e mesquinha. Ao contrário de Gabriel Braga Nunes, esse não foi o principal motivo para aceitar o papel. “Todos os meus personagens são muito diferentes uns dos outros. Gosto de mergulhar em universos desconhecidos e contar histórias legítimas”, afirmou ela.



A próxima trama das 18h, com previsão de estreia para 5 de março, ainda tem no elenco Andreia Horta, Carol Castro, Carmo Dalla Vecchia, entre outros.

As informações são da repórter Luisa Girão, do IG
http://odia.ig.com.br/portal/diversaoetv/c%C3%A1ssia-kiss-usa-adesivo-para-parecer-mais-nova-em-novela-1.406978 acesso em 16 de fevereiro

Mulher faz diversas cirurgias plásticas para se parecer com personagem de anime

Existem aqueles que fazem cirurgia no nariz, seios ou qualquer outro local do corpo por causa de um defeito, mas também existem aqueles que fazem simplesmente para se parecerem com alguma celebridade. Isto é o que uma designer de moda de Singapura chamada Jacqueline Koh fez, só que ao invés fazer plástica para se parecer com uma celebridade ela queria mesmo era se parecer com uma personagem de anime.




Jacqueline Koh gastou uma quantia exorbitante para realizar seu sonho, cerca de US$ 136 mil. Tudo começou há alguns anos atrás, com alguns quilos extras que ela simplesmente não conseguia perder. Primeiro ela fez lipoaspiração e remodelação corporal. Uma coisa levou a outra, e logo ela estava passando por uma série de cirurgias, incluindo implantes no queixo, ajustes nas pálpebras, ajustes no nariz e até mesmo achatamento dos ouvidos.

Jacqueline Koh gastou uma quantia exorbitante para realizar seu sonho, cerca de US$ 136 mil


O que mais intriga nesta história é que a designer disse que não gosta de animes. Ela gosta apenas das características físicas deles, como os olhos grandes e rostos pequenos. Pelo que podemos ver nas imagens o resultado parece ter sido satisfatório. É a primeira vez que vejo alguém de verdade que se parece com uma anime.

Antes das cirurgias


Demissão por justa causa de gordinha vai parar na Justiça






14/02/2012

Thâmara Kaoru, Maria Aparecida Silva e Cristiane Gercina

do Agora



O TST (Tribunal Superior do Trabalho) deverá julgar, nesta semana, se a demissão por justa causa de uma mulher que engordou 20 kg é válida.



A trabalhadora Lourabil Cepera Groke foi funcionária do Vigilantes do Peso entre os anos de 1992 e 2006, período em que seu peso subiu de 74 kg para 93,8 kg.



O caso começou a ser julgado na semana passada.



O relator do processo, ministro Guilherme Caputo Bastos, foi favorável à empresa.



Segundo ele, a mulher descumpriu as cláusulas contratuais.



Já o ministro José Roberto Freire Pimenta foi a favor da ex-funcionária, dizendo que a cláusula é abusiva, pois fere os direitos da pessoa.



fonte : Jornal Agora



http://www.agora.uol.com.br/trabalho/ult10106u1048355.shtml acesso em 16 de fevereiro



CHEGAMOS AO EXTREMO DA VIGILÂNCIA E PUNIÇÃO, RESGATANDO MICHEL FOCAULT, QUE ESTOU A DISCIPLINARIZAÇÃO DA SOCIEDADE POR MEIO DA ORDEM, DO PODER, NAS PRISÕES

sábado, 11 de fevereiro de 2012

AME SEU CORPO

Por Eliza Sampaio Quinteiro – Nutricionista
Em termos biológicos, o ser humano necessita alimentar-se com certa regularidade para manter seus sistemas orgânicos íntegros e funcionantes, suas células supridas em nutrientes e energia. Entender plenamente o processo da alimentação e da nutrição humanas em sua complexidade fisiológica e bioquímica é tarefa das que exigem extrema dedicação. No entanto, não menos complexos são os determinantes do comportamento alimentar humano.




Você já parou pra pensar que fatores interferem em suas escolhas alimentares?



Inscrita na origem cultural do homem, a alimentação, muito além de mero ato inerente à sobrevivência, pode ser considerada um modo de comunicação e de relacionamento humanos. Nossas escolhas alimentares envolvem nossa história familiar, nossas lembranças e fantasias conscientes e inconscientes, emoções e sentimentos, enfim, uma enorme gama de fatores subjetivos e característicos de cada um de nós. Alguns autores afirmam que nossos hábitos alimentares de hoje podem estar intimamente ligados à primeira experiência de vida de cada um com a mais vital das atividades: o aleitamento materno. A amamentação registra no recém-nascido o seu primeiro contato com o mundo e a maneira como vai experimentar e aprender sobre ele.



A subjetividade do ato de alimentar-se anda lado a lado com os fatores culturais da sociedade na qual estamos inseridos. Vivemos em uma época marcada pelo individualismo extremo e pela exaltação do narcisismo, do culto ao corpo, uma época na qual somos considerados os responsáveis por tudo o que ocorre em nossa existência. Pelos sucessos e pelos fracassos. Somando-se a isso, existe uma facilidade enorme de valorizarmos muito mais nossos insucessos do que tudo aquilo em que somos bem sucedidos. Em síntese, se somos os senhores de tudo, precisamos nos manter sempre jovens, fortes e saudáveis. E a alimentação é parte fundamental desse processo. Equivocadamente associa-se a forma física ao (in)sucesso: estar acima do peso “ideal” é falha de caráter e quem se enquadra nesse perfil está fadado à infelicidade, é fraco e irresponsável. Ter um corpo magro não representa mais apenas se encaixar em um cânone de beleza, representa também estar inserida em um modelo de consumo. Onde fomos parar…



Comer nunca foi tão chato. Fala-se tanto no binômio alimentação-saúde (e também no binômio exercício físico-saúde), já que precisamos buscar a saúde de uma forma muitas vezes contraditória, que estamos nos esquecendo de que a alimentação, antes de qualquer coisa, é prazer. Ninguém come papel. Ou pelo menos não deveria. O cheiro do bolo assando no forno, a sopa de mandioquinha fervendo na panela, a manteiga fresca derretendo no pão quentinho, nada disso nos é permitido e muitas vezes somos nós mesmos que nos privamos de tantas boas sensações que a alimentação nos trás porque nos deixamos levar pelo que é externo e avesso a nós mesmos. Deixamos de nos ouvir. Os fast foods, tão característicos da nossa era, nos induz a comer de uma forma curiosa: mesmo acompanhados, comemos sozinhos. E comemos mais. Cada um com a sua porção do alimento escolhido. O comer em conjunto – com a família, principalmente – já não é mais tão frequente. Cada um come no horário que dá, do jeito que dá, na companhia do notebook, ou do tablet, ou do celular. No fundo, a grande característica da nossa geração é o desamparo.



Claro, é importante cuidar da saúde e claro, alguns alimentos são mais saudáveis do que outros. Nos resta analisar como o alimento se transformou em um inimigo social, gerador de sentimentos como angústias e culpa. A comida impõe-se como algo ora fascinante, ora pecaminoso. As pesquisas na área da nutrição avançam absurdamente e os alimentos que ontem eram desaconselhados, hoje são as estrelas. Quer um exemplo? O óleo de coco. Ora vilão, ora super-heroi.



Fica então um convite: olhe para dentro de você. Procure as suas próprias razões. Não exteriorize seus hábitos, não coloque toda a sua expectativa nas mãos do outro, seja esse outro quem for, até mesmo o “especialista”. Pare de contar calorias, ou pontos, ou notas. Informe-se, sim, sempre, mas seja seletivo(a), nem sempre a informação é relevante, ou confiável. E permita-se, como já escrevi em um texto anterior, a experimentar o que é novo – um sabor, um hábito. Intua. Quem sabe de você é você.



E citando Lia Ades Gabbay, psicóloga de quem sou seguidora assídua e cujos textos me inspiram sempre e me inspiraram para a escrita deste: “(…) abra seu foco de visão (…). Você sai do caos, vê sua extensão e enxerga possíveis saídas.”.



baseado em: Nutrição em Psiquiatria – Cordás, T.A. e cols. Artmed, 2010.

http://senhoritag.com/2012/02/06/intua/ acessoi em 11 de fevereiro
 
SALVEM OS CORPOS APRISIONADOS PELAS REGRAS E VIGILANCIAS

Demi Lovatto afirma que bulimia a tornou manipuladora

A cantora afirmou que mentia muito na época - fOTO REUTER

Demi Lovatto acredita ter se tornado uma pessoa manipuladora por conta de seus distúrbios alimentares, que a faziam mentir com frequência. As informações são do Female First.
Em 2010, a cantora de 19 anos se internou para tratar a doença. "Eu era muito manipuladora. Mentia sobre comer, sobre ir ao banheiro", afirmou ela.

Segundo a jovem, os problemas com a comida começaram cedo, e aos 8 anos comia compulsivamente. Quando começou a sofrer bullying aos 12, parou de comer. "Passei de comer muito para não comer, e então comer para depois vomitar", explicou a jovem, citando características de anorexia e bulimia.

http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI5596505-EI13419,00-Demi+Lovatto+afirma+que+bulimia+a+tornou+manipuladora.html
busque ser a manipuladora da sua propria beleza, do seu corpo, DA SUA HISTORIA.


Prestigiosa médica britânica falece por anorexia






A médica pediatra britânica Melanie Spooner recebeu aos 13 anos o diagnóstico de anorexia e depois de lutar praticamente toda sua vida contra a doença, faleceu no passado fim de semana. Durante quase 20 anos a mulher lutou contra este complicado transtorno alimentício e suas consequências, segundo publicaram vários meios britânicos, entre eles o Daily Mail.



Seus pais encontraram seu cadáver no apartamento que vivia ao sul de Londres. Quando faleceu, a jovem pesava menos de 25 quilos. Segundo se sabe, a jovem, que tinha 30 anos e era uma reconhecida médica infantil, sofria depressão e raramente comia em público.

Seu próprio pai comentou que Melanie tinha tido “uma infância muito sã”, mas foi na adolescência quando caiu nas redes da anorexia. Apesar de tudo, a jovem lavrou uma talentosa carreira no mundo da pediatria com numerosos reconhecimentos.



Segundo informou-se, a mulher morreu de arritmia cardíaca, uma condição do coração comumente associada com a anorexia.
http://www.bulhufas.com/prestigiosa-medica-britanica-falece-por-anorexia/4196/ acesso em 11 de fevereiro.
TODOS PODEM SER VÍTIMAS DOS MALES DA BELEZA. o QUE VC PENSA SOBRE O ASSUNTO? EXPRESSE SUA IDEIA AQUI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Bailarina Despedida por acusar o La Scala de incitar a anorexia

Despedida por acusar o La Scala de incitar à anorexiapor DN.pt07 Fevereiro 2012





(Com vídeo) Teatro de Milão afasta uma das suas solistas que denunciou pressões para que as bailarincontrolassem o seu peso.
Mariafrancesca Garritano, uma das primeiras bailarinas do ballet do La Scala de Milão, foi despedida depois de ter denunciado a proliferação de casos de anorexia entre o corpo de bailarinas do célebre teatro italiano.
Veja aqui o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=DKfapCc_W0I&feature=player_embedded

La Scala fundamentou a decisão pelo facto de ser "prejudicada a imagem" da instituição pelas declarações da sua bailarina.
Um porta-voz do teatro admitiu que, no passado, eram comuns as situações denunciadas pela bailarina, mas estas foram abandonadas. "A escola de dança tem hoje um curso de nutrição".


http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=2288725 acesso em 9 de fevereiro

Quem não saia??? Balé x Anorexia !!!!!

Lipoaspiração divina' lota igreja no Espírito Santo




SRZD

Há 20 anos faço a lipoaspiração divina com os meus seguidores. Tudo começou com uma vigília… Foi ali que percebi que, quando eu orava, todas as pessoas dormiam e quando acordavam, percebiam que as roupas estavam mais largas", explicou Peixoto.
 
Redação SRZD

Mundo Evangélico
08/02/2012 11h35



Os fiéis fazem fila para emagrecer por meio da oração do pastor César Peixoto na Igreja Casa da Bênção, em Cariacica, no Espírito Santo. Ele diz que depois da oração a pessoa pode perder até 15 quilos em meia hora, de acordo com matéria publicada no "Diário Gospel".



-Vídeo: culto da 'lipoaspiração divina'



"Oro pelos doentes há mais de 20 anos e vi coisas incríveis acontecerem. Vi gente entrando no culto de cadeira de rodas e ir embora andando. Há 20 anos faço a lipoaspiração divina com os meus seguidores. Tudo começou com uma vigília… Foi ali que percebi que, quando eu orava, todas as pessoas dormiam e quando acordavam, percebiam que as roupas estavam mais largas", explicou Peixoto


http://www.sidneyrezende.com/noticia/161512+lipoaspiracao+divina+lota+igreja+no+espirito+santo

não dá para acreditar nessa!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Obsessão por musculos





Psicologia
aDRINA cAMPOSCampos Licenciada em Psicologia, pela Universidade do Porto, na área de Consulta Psicológica de Jovens e Adultos, e mestre em Psicologia Escolar. Concluiu vários cursos de especialização na área da Psicologia, entre os quais um curso de pós-graduação em Psicopatologia do Desenvolvimento, na UCAE. Atualmente, é psicóloga na Escola Básica de Leça da Palmeira, para além de dinamizar ações de formação em diversas áreas.


Obsessão por músculos: vigorexia

Adriana Campos
01-02-2012

Muitos jovens (e também adultos), vivem como que obcecados por treinos de musculação a que, aos poucos, vão associando produtos para o desenvolvimento dos músculos.
Harrison G. Pope, Jr, da Faculdade de Medicina de Harvard – Massachusetts realizou estudos em três países sobre a imagem que os homens teriam deles próprios, sobre a imagem que achariam ideal para si e sobre a imagem que acreditam que as mulheres preferem. Os resultados mostram que a escolha do corpo ideal foi em média de, aproximadamente, 13 quilos a mais de massa muscular do que eles tinham. Também estimaram que as mulheres preferiam um corpo masculino com aproximadamente 14 quilos de massa muscular a mais do que eles efetivamente possuíam. Num estudo-piloto paralelo, entretanto, o autor constatou que as mulheres preferiam, de facto, um corpo masculino comum e sem os músculos adicionais que os homens pensavam ser necessários. Como conclusão, Pope atestou a grande discrepância entre o estado real e o ideal muscular dos homens.

Muitos jovens (e também adultos), vivem como que obcecados por treinos de musculação a que, aos poucos, vão associando produtos para o desenvolvimento dos músculos. Tal prática acarreta muitos perigos para a saúde, em vez de, como poderão afirmar os praticantes dessa modalidade, contribuir para um corpo mais são.
O psiquiatra americano Harrisom G. Pope foi o primeiro a usar o termo Vigorexia ou Síndrome de Adónis. A vigorexia é uma perturbação emocional caracterizada pela obsessão em ser musculado, sendo mais comum no sexo masculino. O seu início é, geralmente, coincidente com o final da adolescência, período em que a insatisfação com o corpo é típica e os ditames da cultura têm um grande peso.


Apesar de os portadores deste transtorno serem bastante musculados, percecionam o seu corpo de uma forma distorcida, considerando-se magros. A preocupação com o aumento da massa muscular torna-se o centro da sua existência, sendo por isso quase compelidos a frequentar o ginásio durante um elevado número de horas e a ingerir substâncias que potenciam o aumento da massa muscular.



Não é por acaso que anorexia rima com vigorexia; efetivamente as duas doenças tem aspetos comuns. Em ambas está presente a preocupação exagerada com o próprio corpo e a distorção da imagem que os pacientes têm de si mesmos: os anoréxicos nunca se acham suficientemente magros, ao passo que os vigoréxicos nunca se consideram suficientemente musculosos. Para além destas, existem outras características comuns, tais como: baixa autoestima, personalidade introvertida, alterações ao nível do comportamento alimentar e tendência para a automedicação.


Associadas a esta perturbação, também designada como overtraining, manifestam-se várias consequências, nomeadamente reações típicas das situações de stress, tais como: insónia, falta de apetite, irritabilidade, cansaço permanente, desinteresse sexual e dificuldade de concentração. A vigorexia causa também problemas físicos e estéticos, tais como desproporção displástica, problemas ósseos e articulares, falta de agilidade, entre outros. Os problemas de ordem física são ainda maiores sempre que a obsessão por “melhores resultados” leva ao consumo de esteroides e anabolizantes. O consumo deste tipo de substâncias conduz ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, lesões hepáticas, disfunções sexuais, diminuição do tamanho dos testículos e maior propensão para o cancro da próstata.



Segundo estudos realizados, embora a vigorexia seja potenciada pelos padrões culturais vigentes, constatam-se desequilíbrios ao nível dos neurotransmissores, mais concretamente da serotonina. Por este motivo, no tratamento desta patologia pode recorrer-se a fármacos. A este tipo de tratamento é fundamental associar a psicoterapia para a que estes indivíduos recuperem a sua autoestima e superem o medo do fracasso social.

http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=AFE1FF4B59EF4B2EE0400A0AB8003C4A&opsel=2&channelid=0



otimo trabalho do portal educare. é importante pensar na educação do corpo , não somente a perfeição estética. para pensar… dê sua opinião



Coreia do Sul lidera cirurgias para ‘ocidentalizar’ traços do rosto





País aproveita para faturar com a tendência e está investindo no chamado ‘turismo médico’. Por ano, os hospitais e clínicas do país recebem 80 mil pacientes da China, Japão e Taiwan.

Roberto Kovalick Seul, Coreia do Sul



A Coreia do Sul virou um polo de cirurgias plásticas na Ásia. Os rostos nas ruas de Seul são bem diferentes dos que aparecem em muitos cartazes de publicidade. Olhos grandes, nariz mais proeminente: o padrão de beleza ocidental dita a moda e os coreanos tentam ficar um pouco mais parecidos com o que veem nos anúncios.



A lista da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica com os países que fazem o maior numero de procedimentos é liderada pelos Estados Unidos e, em seguida, vem a China. A Coreia do Sul aparece em sétimo lugar.



Se dividirmos, porém, a população de cada país pelo número de cirurgias, a Coreia do Sul pula para primeiro lugar, com 74 procedimentos para cada 10 mil habitantes. O Brasil está em segundo, com 55 procedimentos.



Um prédio no centro de Seul é dedicado inteiramente à cirurgia plástica. É onde funciona a BK, a maior clínica do país.



Logo na entrada, o argumento para convencer aqueles que ainda estão em dúvida: as fotos com antes e depois de vários pacientes. Um museu mostra a evolução plástica no país e entende-se a grande diferença das cirurgias feitas no Brasil: enquanto aqui, a maioria é para mudar o corpo, na Coreia do Sul, é para mudar o rosto.



Em uma sala, há um paciente passando por um procedimento mais complicado: lipoaspiração de rosto e cirurgia no nariz. Na sala ao lado, há outro paciente sendo operado. A clínica tem 18 salas, geralmente lotadas. São mais de 100 pacientes por dia. É a cirurgia plástica em escala industrial.



Kim-Byung Gun, diretor da clínica, explica que metade das cirurgias feitas na clínica é para criar a dobrinha e abrir um pouco mais os olhos. Depois, vem o implante de nariz, para que fique maior e mais anguloso como o dos ocidentais e, em terceiro lugar, o implante de queixo para que o rosto fique menos redondo, com a forma mais oval, também como os ocidentais.



Lee-Kyung Mi, de 28 anos, fez a primeira cirurgia há um ano, para fazer a dobrinha do olho. Há algumas semanas, fez o implante de nariz. “Eu me olhava no espelho e não ficava satisfeita”, disse ela, “agora tenho mais confiança no trabalho e para encontrar pessoas. Até consegui achar um namorado”Essa tendência tem muitos críticos, que reclamam do que chamam de imperialismo cultural e estético do Ocidente, que provoca baixa auto-estima em jovens orientais. É um assunto polêmico.

Apesar disso, a Coreia do Sul aproveita para faturar com a tendência e está investindo no chamado “turismo médico”. Por ano, os hospitais e clínicas do país recebem 80 mil pacientes da China, Japão e Taiwan, a maioria para cirurgias plásticas, já que a moda de ficar com o rosto parecido com os que aparecem as nas propagandas se espalhou pelo continente.

Fontehttp://www.jornalfloripa.com.br/mundo/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=14260 Acesso  EM 6 DE FEVEREIRO

HOJE A IDENTIDADE E A HEREDITARIEDADE É QUESTIONADA.
 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Duas mulheres fazem história governando em Caricom

Havana (Prensa Latina)
Com quase quatro décadas de vida e 15 membros plenos, a Comunidade do Caribe (Caricom) exibe hoje uma maior presencia das mulheres na tomada de decisões e à frente dos governos de seus países.

Pela primeira vez na história, o bloco regional, gerado após a assinatura do Tratado do Chaguaramas em 1973, dispõe em simultânea de duas primeiras ministras, visando ,em termos de gerenciamento satisfazer as necessidades de seus compatriotas.
À chefa do governo de Trindade e Tobago, Kamla Persad-Bissessar, de 59 anos de idade, uniu-se desde o passado 5 de janeiro no próprio cargo, a jamaicana Portia Simpson Miller, de 66 anos.

A advogada trinitária, primeira em desempenhar-se como fiscal geral, atingiu o poder após vencer em maio de 2010 nas eleições gerais de uma nação, onde a política pertenceu de maneira tradicional aos homens.

Persad-Bissessar, com antepassados na Índia como mais de 40 por cento de seu, encabeçou o Congresso Nacional Unido (UNC, por siglas em inglês) depois vencer em eleições primárias ao fundador dessa força política, Basdeo Panday.

Nas votações, o UNC obteve 27 das 41 cadeiras no Parlamento, e pôs ponto final ao domínio de 43 anos do Movimento Nacional do Povo, direcionada pelo ex- premiê Patrick Manning.

De tendência socialdemocrata, o partido da governante trinitária contou na luta eleitoral com o apoio de cinco agrupamentos da oposição.

Por sua vez, Simpson Miller, uma carismática mulher, retornou a um cargo ocupado por ela entre março de 2006 e setembro de 2007, quando delegados de sua organização política a selecionaram para substituir a Percival Patterson.

Com a líder jamaicana à cabeça, a Partida Nacional Popular (PNP) nos sufrágios do passado 29 de dezembro tirou vantagem ao governamental Partido Trabalhista (JLP), do ex- premiê Andrew Holness.

Foram convocadas às urnas mais de um milhão 600 mil jamaicanos, e foram concedidas 41 cadeiras parlamentares ao PNP e 22 aos trabalhistas, que presenciaram como o governante mais novo da história desta ilha caribenha não seguiria comandando.



Nenhum dos 24 candidatos independentes ou de organizações minoritárias de entre 150 concorrentes atingiu uma cadeira na entidade legislativa, que pela primeira vez tem 63 integrantes.

O JLP adiantou as eleições quase um ano após a renúncia em setembro passado como premiê do Bruce Golding, cuja responsabilidade assumiu Holness, até esse momento titular de Educação.

Diversos analistas consideram que a tomada de posse de Persad-Bissessar e Simpson Miller significa um compromisso evidente de acelerar o processo para acabar com toda forma de discriminação e elevar os direitos das mulheres no Caribe.



Ambas as líderes enfrentam desafios comuns no desempenho de seus trabalhos e concedem marcada importância ao desenvolvimento econômico e à integração desta área geográfica, coincidem os peritos.



Tanto Trindade e Tobago quanto na Jamaica procuram a incorporação a Corte Caribenha de Justiça para estabelecê-la como último tribunal de apelação em substituição do Conselho Privado, com sede no Reino Unido.



Segundo Persad-Bissessar, o desenvolvimento de um país se obtém melhor mediante a participação na tomada de decisões e a colaboração genuína de seus cidadãos.



As democracias mais ilustradas são aquelas que permitem a liberdade de expressão e o direito à autodeterminação, manifestou em uma entrevista de imprensa a primeira ministra trinitária, quem salientou que a dependência política em seu país já terminou.



Se formos avançar como nação pequena, opinou, devemos tratar de resto as diferenças que demoraram nosso crescimento e criar um ambiente mais propício no intuito de um país mais humano e civilizado.



Gostaria de uma administração que agir e for transparente em todo momento, não permitiria a corrupção, sustentou Persad-Bissessar desde o início de suas funções à frente do governo.



Devemos respeitar e inserir as pessoas, exercer a tolerância zero à corrupção e trabalhar assiduamente para promover os direitos e o bem-estar de todos os jamaicanos, expôs Simpson Miller durante o juramento dos membros de seu gabinete.



Comentou que o respeito do governo pelo povo se demonstra em sua decisão e disposição para consultar e escutar os olhares sobre assuntos de importância crucial visando obter o bem-estar coletivo.



Trabalharemos imenso, reiterou, para erradicar a corrupção pois esta cria cinismo, deteriora o governo, rouba ao país os recursos vitais, e gera discórdia e descontente entre a população.



Insistiu em que todos os funcionários serão responsáveis pela gestão racional dos recursos, e trabalharão se for preciso horas extras face os desafios nos difíceis momentos da economia local e global.



Na tomada de posse do cargo de primeira ministra, Simpson Miller expressou sua intenção de sumir todo vínculo com a monarquia britânica e tornar ao país caribenho numa República independente.



Vamos iniciar o processo de separação para poder escolher o nosso próprio presidente, nosso próprio chefe de Estado, assegurou antes de indicar que este ano (50 aniversário da independência) será propício para refletir sobre as lições do passado.



A administração do Persad-Bissessar envida esforços em obter níveis superiores na educação e a saúde pública, eliminar qualquer manifestação da criminalidade, reduzir a pobreza e cuidar o meio ambiente.



Nosso objetivo, assinalou a governante, é tornar Trindade e Tobago num lugar ideal para viver, visitar e fazer negócios.



Defrontamos-nos, reconheceu Simpson Miller, a uma grande pressão fiscal, uma enorme dívida nacional, as prementes necessidades do povo, nomeadamente na área da saúde e a educação, e o deterioro na infraestrutura social.



Além de Trindade e Tobago e Jamaica, Caricom agrupa Antiga e Barbuda, Baamas, Barbados, Belize, Dominica, Granada, Guiana, Haiti, São Cristóvão e Neves, Santa Luzia, São Vicente e as Granadinas , Suriname e Monserrate.



Diony Sanabia Abadia



Jornalista da Redação da América Central e as Caraíbas de Prensa Latina

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