domingo, 31 de março de 2013

Selma Felerico e Progrma Noticias Mais

Confira a opinião da profa Selma Felerico sobre a mulher no seculo XXI http://www.youtube.com/watch?v=ox8TE1HM7JA&feature=youtu.be

Obesos deveriam pagar mais para voar, diz economista

28 de março de 2013 | 21h 46

 
Reuters
28 MAR - As companhias aéreas deveriam cobrar mais de passageiros obesos, sugere um economista norueguês, apontando benefícios para a saúde, o ambiente e a economia.


Bharat Bhatta, professor-associado da Faculdade Sogn og Fjordane, disse que o setor aéreo deveria seguir o exemplo de outras formas de transporte que já cobram segundo o espaço ocupado e o peso embarcado.

"À medida que os passageiros perderem peso e, portanto, reduzirem as tarifas, a economia resultante será um benefício para os passageiros", escreveu Bhatta nesta semana na publicação The Journal of Revenue and Pricing Management, especializada em questões de faturamento e precificação.

"Já que um avião de determinado fabricante e modelo pode acomodar mais passageiros leves, isso também pode recompensar as companhias aéreas", além de reduzir o consumo de combustível, o que tem efeitos ambientais positivos.

Bhatta montou três modelos para o que chamou de "precificação aérea ‘pague o quanto pesa'".

O primeiro cobraria a tarifa segundo o peso somado do passageiro e da sua bagagem. Seria definido um valor por quilo, de modo que alguém que pesasse 60 quilos pagaria metade da passagem de alguém com 120 quilos (considerando que os dois passageiros hipotéticos viajassem sem bagagem).

Um segundo modelo usaria uma tarifa básica, com a cobrança de um adicional para passageiros mais pesados. Dessa forma, também haveria uma tarifa diferenciada para cada passageiro.

O terceiro modelo, preferido por Bhatta, prevê uma tarifa fixa para passageiros com peso médio. Um desconto ou adicional seria cobrado para quem estivesse abaixo ou acima de determinados limites. Haveria, assim, três tipos de tarifas: "leve", "normal" e "pesada".

Há anos as companhias aéreas discutem como acomodar passageiros que, na média, estão se tornando maiores e mais roliços. Empresas como Air France e Southwest Airlines, por exemplo, permitem que passageiros obesos comprem assentos adicionais e recebam um reembolso parcial sobre eles. A United Air Lines solicita a passageiros que não caibam confortavelmente em uma só poltrona que comprem uma segunda passagem.

Cerca de dois terços dos adultos nos EUA estão acima do peso ou são obesos. Numa pesquisa em 2010 para o site de viagens Skyscanner, 76 por cento dos viajantes disseram concordar que as companhias aéreas cobrem a mais de passageiros que precisem de um assento adicional.

(Reportagem de Ian Simpson)
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,obesos-deveriam-pagar-mais-para-voar-diz-economista,148935,0.htm

Futebol atrapalha Corinthians e derruba lucro em 2012

 

Superávit do futebol do clube no ano passado foi 22,2% menor na comparação com 2011, totalizando R$ 12,9 milhões

REUTERS / Nacho Doce
Alexandre Pato (D) do Corinthians comemora gol contra o Tijuana do México durante partida da Copa Libertadores no Estádio do Pacaembu, em São Paulo
Alexandre Pato (D) do Corinthians comemora gol contra o Tijuana do México durante partida da Copa Libertadores no Estádio do Pacaembu, em São Paulo

São Paulo – Em 2012, o Corinthians ganhou pela primeira vez a Copa Libertadores e se tornou bicampeão mundial, mas a boa fase não garantiu lucro maior no ano passado e, no período, o clube registrou superávit 6,5% menor na comparação com 2011, totalizando 20,4 milhões de reais.

 

A queda nos ganhos foi ainda maior com o futebol profissional, com esse braço do negócio, o Corinthians lucrou 22,2% a menos em relação a 2011, somando 12,9 milhões de reais. Já com clube social e esportes amadores, o time aumento o lucro em 41,5%, totalizando 7,5 milhões de reais.
O faturamento do time cresceu 21,3% em 2012, somando 340,4 milhões de reais. Somente com direito de transmissões de TV, o Corinthians obteve receita de 153,7 milhões de reais, montante 36,7% maior na comparação com o ano anterior. Com patrocínios e publicidades, o clube registrou faturamento de 64,6 milhões de reais, 45,3% a mais que em 2011. Já a receita de premiações fiel torcedor e loterias cresceu de 14,7 milhões de reais para 23,5 milhões de reais.
As despesas do clube em 2012 também cresceram e somaram 277,5 milhões de reais, alta de 16,1% na comparação com o ano anterior. Só a folha do pagamento do futebol profissional do Corinthians gerou gastos de 105,3 milhões de reais, no ano anterior, os gastos foram de 73,3 milhões de reais

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/futebol-atrapalha-corinthians-e-derruba-lucro-em-2012

BBB perde metade do público desde 2005

 

Após 2008, o programa sofreu uma queda abrupta em seu índice. A atração perdeu mais de dez pontos de ibope em apenas quatro anos

Reprodução
Fernanda, vencedora do Big Brother Brasil 13
Segundo dados do Ibope, a média geral do “BBB13” desde sua estreia até o dia 24 de março foi de 23,6 pontos de audiência, metade da média de audiência da quinta edição do programa, o “BBB5”

São Paulo - O Big Brother Brasil terminou ontem, 26, com a vitória de Fernanda. A "sister" talvez ainda não saiba, mas sua edição seguiu uma tendência: a queda de audiência da atração.

Segundo dados do Ibope, a média geral do “BBB13” desde sua estreia até o dia 24 de março (domingo) foi de 23,6 pontos de audiência.

 

É a metade da média de audiência da quinta edição do programa, o “BBB5”, exibido em 2005, que bateu recorde de público, alcançando média de 47,5 pontos de audiência.

Vencida por Jean Wyllys, atualmente deputado federal pelo PSOL-RJ, o BBB 5 também surpreendeu a Globo em share (participações no total de televisores ligados), com 69,7%. Sete em cada dez televisores ligados no horário estavam sintonizados na atração.

Vale lembrar que cada ponto equivale a 62 mil domicílios na Grande São Paulo.

A queda na audiência vem ocorrendo a cada ano, apesar do faturamento sempre em alta.

Após 2008, o programa sofreu uma queda abrupta em seu índice.
O confinamento na TV passou de 37,2 pontos de ibope (“BBB 8”) de audiência para 25,3 pontos de média (“BBB 12”). A atração perdeu mais de dez pontos de ibope em apenas quatro anos.

Mesmo assim, a 14ª edição do reality show já está garantida na programação da Globo em 2014.

As informações são da colunista da Folha de S. Paulo, Keila Jimenez
http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/bbb-perde-metade-do-publico-desde-2005

PARA REFLETIR, FORMULAS CONHECIDAS CANSAM O PÚBLICO
 

Ibope vai medir influência das redes sociais na TV

 

O projeto será conduzido pela área de learning & insights, do IBOPE Media, que realizará estudos analíticos com base nos tweets sobre televisão

Getty Images
Crianças assistindo televisão
“Além de analisar o conteúdo em múltiplas plataformas é importante compreender como a interação do usuário no ambiente digital influencia o consumo de televisão", comenta Juliana Sawaia

São Paulo - O IBOPE Media anuncia estudo colaborativo com a Qual Canal, startup brasileira que monitora a repercussão de programas de televisão nas mídias sociais, para avaliar a influência das interações online na audiência televisiva.

O projeto será conduzido pela área de learning & insights, do IBOPE Media, que, por meio da plataforma de business inteligence, desenvolvida pelo Qual Canal, realizará estudos analíticos com base nos tweets sobre televisão.

 

“Além de analisar o conteúdo em múltiplas plataformas é importante compreender como a interação do usuário no ambiente digital influencia o consumo de televisão. A expectativa é que os resultados desse estudo apontem tendências e contribuam para a definição de estratégias nesse novo cenário”, comenta Juliana Sawaia, gerente de learning & insight do IBOPE Media.

“A Qual Canal nasceu dedicada ao novo mundo da televisão e acredita em modelos de negócios colaborativos como forma de melhor atender às demandas dos stakeholders e, particularmente, dos clientes”, diz Anderson Fér, sócio e CEO da Qual Canal.
“Esta parceria com o IBOPE Media para realização das análises agrega valor à informação que produzimos”, complementa o executivo.
http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/ibope-vai-medir-influencia-das-redes-sociais-na-tv

Mulheres aumentam sua participação como chefes de família, aponta estudo

 


Postado por sophiamind em 13/03/2012 às 14:33



Atualmente, 45 milhões de mulheres são chefes de família nos lares norte-americanos, de acordo com dados do U.S Cencus. Esse número representa o dobro do registrado em 1980, o que mostra que além de cabeças do lar, elas estão se tornando cada vez mais as principais mantenedoras dos gastos familiares nesse país.

Os resultados também mostram que menos da metade dos chefes de família são casais e apenas um em cada cinco domicílios são compostos por casais com filhos.

O estudo ainda destaca que, mesmo em famílias com casais, em pouco mais de um terço delas (37%), a mãe é a única ou principal assalariada.

No Brasil, entre 2001 e 2009, o número de mulheres que estão dentro dessa mesma realidade cresceu de 27% para 35%, segundo dados do PNAD. Ao todo, essa porcentagem representa 22 milhões de mulheres chefes de família no país.

Para Natália Fontoura, coordenadora de igualdade de gênero do Ipea, ainda não há muito o que se comemorar, visto que mesmo com mais anos de estudo, elas não têm empregos melhores, sofrem desigualdades no mercado de trabalho, e seus rendimentos são sempre menores do que os do gênero oposto, ainda que desempenhem as mesmas funções.

Entretanto, em 2012 as mulheres estão a caminho de uma conquista importante nesse âmbito, após a aprovação pelo Senado brasileiro da nova Lei que prevê a igualdade salarial entre os gêneros e multa para as empresas que desobedecerem ao estabelecido.

Meninas usam mais smartphones que meninos, diz estudo

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    Postado por sophiamind em 21/03/2013 às 13:28
    Categoria: Notícias | Tags:
    Para elas, a comunicação é mais importante que o entretenimento
    Uma pesquisa realizada no Reino Unido com crianças entre 7 e 15 anos pela Mintel, empresa que realiza pesquisas de mercado na Europa, América e Ásia, revelou que as meninas são mais propensas a ter e usar smartphones do que os meninos nesta mesma faixa etária.
    A pesquisa revelou que apesar de 86% das crianças pesquisadas já haverem usado um smartphone, nem todas possuíam um.
    Enquanto 45% das meninas usavam seus aparelhos diariamente, este índice era de 35% entre os meninos. Segundo a Mintel, enquanto as meninas valorizam mais a comunicação através de textos e aplicativos sociais, os meninos dão mais prioridade ao entretenimento, através do uso de videogames e computadores.
    Atrelado a esse comportamento, o estudo concluiu que o ticket médio gasto com a compra de aparelhos para estes meninos é bem maior que o gasto para as meninas, que são mais propensas a ter MP3 Players e Laptops.

    Top of Mind – As marcas mais lembradas pelas brasileiras


    Postado por sophiamind em 16/12/2009 às 15:21


    Realizado pela Sophia Mind, empresa do grupo Bolsa de Mulher, primeiro top of mind feminino ouviu 1.902 mulheres das cinco regiões brasileiras.

    Quais as marcas mais lembradas pelas brasileiras? Para responder essa pergunta, a Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado recém-lançada pelo grupo Bolsa de Mulher, acaba de elaborar o primeiro top of mind 100% feminino realizado no país. A pesquisa sobre as marcas mais lembradas por 1.902 mulheres das cinco regiões brasileiras colocou em primeiro lugar a Natura, campeã nos segmentos beleza, cuidados pessoais e preocupação com o meio ambiente. Seda (segmento cabelo), Nike (em esporte), Sony (eletrônicos), Brastemp (eletrodomésticos), Petrobras e Correios (empresa pública eficiente) e Visa (cartão de crédito) foram outras marcas que alcançaram o primeiro lugar dentre as mais lembradas.

    O painel foi dividido em três grupos – dia-a-dia, consumo e serviços – e cada grupo será atualizado mensalmente a partir de janeiro. O objetivo é fazer um acompanhamento permanente das marcas mais usadas e desejadas pelas mulheres. As entrevistas foram realizadas com amostra de usuárias brasileiras de internet via questionário online.

    No segmento de alimentação, a Sadia se destaca no Norte, enquanto a Nestlé é a mais lembrada no Nordeste. Quando o assunto é criança, as mulheres valorizam a Johnson & Johnson (cuidados e higiene), a Lilica & Ripilica e a Estrela (vestuário e brinquedos). Na área de limpeza, a Veja é a marca mais lembrada. Omo e Bombril empatam em segundo lugar no ranking, mas para as mulheres acima de 40 anos, foi observado empate entre as três marcas. Outros exemplos incluem Tok & Stok (decoração), Extra / Carrefour (supermercados), Coca-Cola (bebidas), Google (internet), Oi e Vivo (operadora de telefonia) e Telefônica (pior atendimento ao cliente).

    http://www.sophiamind.com/pesquisas/financas/top-of-mind-natura-e-a-marca-mais-lembrada-pelas-brasileiras/

    Após 35 anos, termina a parceria entre Bombril e Washington Olivetto




    MARIANNA ARAGÃO
    DE SÃO PAULO

    O publicitário Washington Olivetto, criador de um dos garotos-propaganda mais populares da publicidade brasileira, o Garoto Bombril, não fará mais as campanhas para a marca de esponjas de aço homônima.
    O fim da parceria com a agência W/McCann, em que Olivetto é sócio, ocorreu neste mês, após a Bombril realizar concorrência para definir qual empresa iria criar suas próximas ações publicitárias.
    A agência DPZ, controlada pelo grupo francês Publicis, saiu vencedora e responderá por todas as campanhas da companhia daqui para a frente. Nos últimos anos, as duas agências se revezavam no atendimento à empresa.
    Curiosamente, Olivetto e o publicitário Francesc Petit trabalhavam na DPZ quando criaram o personagem, interpretado pelo ator Carlos Moreno desde 1978.
    O Garoto Bombril figurou nas campanhas das esponjas de aço por mais de 30 anos.
    A longevidade do personagem levou-o às páginas do "Guinness" em 1994, como o garoto-propaganda com o maior tempo no ar.
    Desde 2011, porém, uma mudança estratégica fez com que Moreno perdesse relevância dentro da companhia.
    Para se aproximar das mulheres da nova classe média, um dos objetivos da Bombril, decidiu-se apostar em campanhas institucionais.
    A maior delas, lançada há dois anos, foi estrelada pelas humoristas Marisa Orth, Dani Calabresa e Mônica Iozzi.
    VIRAR A CHAVE
    "Decidimos que era preciso 'virar a chave' desse novo momento da companhia, com uma comunicação que representasse o rejuvenescimento da marca", diz Marcos Scaldelai, diretor comercial e de marketing da Bombril.
    A campanha "Mulheres Evoluídas" foi criada pela DPZ e ajudou a marca a ganhar espaço entre o público jovem, diz o executivo.
    Também criou polêmica: um grupo de homens pediu a suspensão das propagandas no Conar alegando discriminação contra o sexo masculino.
    Nos filmes, as comediantes satirizam os homens e ensinam lições de "adestramento" ao sexo oposto.
    A W/McCann, de Olivetto, no entanto, continuou responsável por ações esporádicas da esponja de aço Bombril ao longo de 2011 e 2012.
    A escolha por uma única agência, diz Scaldelai, está relacionada também ao tamanho da verba de marketing da empresa, entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões por ano.
    "Não é um valor tão grande. Por isso, é mais saudável ter só um parceiro."
    As próximas campanhas, que entram no ar neste ano, devem manter o mote "Mulheres Evoluídas".
    fonte: www.folhade saopaulo.com.br
     

    Curiosidades

    quinta-feira, 28 de março de 2013

    Menos é mais

    Por Alexandre Rodrigues | Para o Valor, de São Paulo

    Divulgação
    Alex Castro no seu apartamento de 22 m2: poucos livros, 3 pares de sapatos, 2 casacos, 1 notebook, 1 Kindle e 1 celular

    Criado em um apartamento de 600 metros quadrados na Barra da Tijuca, no Rio, o escritor carioca Alex Castro cresceu tendo para si um quarto com mais de 20 metros quadrados. Hoje vive em um apartamento pouco maior do que isso. Nos 22 metros que ocupa, em Copacabana, são poucos os móveis e objetos e, se há um sofá e uma rede, não há espaço para uma cama. Nem gavetas nem armários, exceto um pequeno, de limpeza. Além de três pares de sapatos, seus pertences são outros três de Havaianas, três calças, uma camisa, 12 camisetas (número aproximado), dois casacos, um blazer, dois jogos de toalhas, dois de cama, alguns utensílios de cozinha, um notebook, um Kindle, um celular e uma câmera digital. Poderia ser uma história de ruína financeira, mas se trata de um fenômeno cada vez mais observável. Castro aderiu a um estilo de vida minimalista.
    Como os movimentos artísticos do século passado que lhe emprestam o nome, o minimalismo do século XXI prega a redução do estilo de vida ao essencial. O fenômeno ganhou uma vertente importante a partir da digitalização da cultura e da internet. As músicas se tornaram MP3, descartando os CDs. Serviços como o Netflix, que passam filmes em "streaming", e "torrents" feriram de morte os DVDs. Os livros ainda resistem, mas para muitos é questão de tempo - a Amazon já vende mais livros eletrônicos do que físicos e hoje uma biblioteca inteira pode ser guardada e lida em um "tablet" ou Kindle. Veio a crise na economia mundial e a ideia de consumir menos ganhou novos adeptos.
    "Não tenho um simples CD ou DVD e tenho só 10% dos livros que já tive", escreveu Graham Hill, milionário da bolha da internet, na semana passada, no jornal "The New York Times". Após enriquecer vendendo sua primeira empresa, Sitewerks, por mais de US$ 300 milhões em 1998, ele se viu de uma hora para outra comprando óculos de US$ 300, "gadgets" de todo tipo e com um Volvo turbo na garagem. A certa altura, sem tempo, tinha um "personal shopper", treinado em seus gostos pessoais, para não precisar ir às compras pessoalmente.
    Com o tempo, sua vida se complicou. Decidiu mudar-se para um apartamento de quatro andares em Nova York, que precisava de novos móveis e acessórios. O momento em que decidiu abandonar tudo veio quando conheceu Olga, nascida em Andorra, que o fez deixar os Estados Unidos e ir morar em um pequeno apartamento em Barcelona. Depois, nem isso.
    O casal viveu como nômade entre Buenos Aires, Bangcoc, na Tailândia, e Toronto, no Canadá. Mesmo o romance tendo acabado, Hill não voltou à antiga vida: "Eu gosto de coisas materiais tanto quanto qualquer um. Estudei design de produtos no colégio. Apoio 'gadgets', roupas e todos os tipos de coisas. Mas minhas experiências mostram que depois de certo ponto os objetos materiais têm uma tendência a piorar as necessidades emocionais que deveriam apoiar".
    "Os objetos têm tendência a piorar as necessidades emocionais que deveriam apoiar", afirma o milionário Graham Hill
    Histórias como a dele se contrapõem a um fenômeno: somos acumuladores. Não é preciso recorrer a casos extremos de pessoas que vivem cercadas pelo próprio lixo. Em um estudo da Universidade da Califórnia, antropólogos submergiram por nove anos na vida de 32 famílias de classe média americanas. Fotografaram cada objeto que entrava nas casas, registrando o atulhamento. Constataram que gerenciar a quantidade de tralhas acumuladas é uma das prioridades de qualquer morador adulto e que há uma curiosa correlação entre a bagunça de ímãs e bilhetes na porta da geladeira e do resto da casa. E a melhor de todas: 75% das garagens estavam tão lotadas de quinquilharias que já não permitiam a entrada dos carros.
    Nas últimas décadas, estudos de psicologia revelaram os efeitos negativos desse hábito. Pessoas consumistas são mais ansiosas, infelizes e antissociais, concluíram, em uma série de estudos, dois pesquisadores americanos, Tim Kasser e Aaron Ahuvia. No ano passado, um trabalho conduzido por Galen V. Bodenhausen, da Universidade Northwestern, também nos Estados Unidos, chegou às mesmas conclusões, acrescentando que entre os consumistas desenfreados as taxas de bem-estar eram mais baixas do que em outros grupos.
    O culto do "viver com menos" propõe uma ida ao extremo oposto. Não é um movimento, mas um fenômeno de muitas facetas, sem causa única e nenhuma regra. Mesmo assim, a ideologia minimalista se espalha na internet, com centenas de sites, blogs e perfis em redes sociais contando experiências e dando sugestões. "Não sei bem se há um movimento. Mas existem cada vez mais pessoas pensando que é simplesmente insustentável a quantidade de objetos que carregamos pela vida", diz Alex Castro, que discute o minimalismo em seu site pessoal (alexcastro.com.br).
    Ler a respeito fez Andrew Hyde, escritor e consultor de "startups", desistir do apartamento onde acumulava coisas de uma vida toda. Primeiro, reduziu todos os pertences a cem itens. Concluiu: ainda era demais. Em agosto de 2010, pôs à venda quase tudo e ficou com apenas 15 coisas. Desde então, é o máximo de objetos que se permite ter. Descoberto por um radialista, ficou famoso. Aproveitou a notoriedade e, com itens como uma mochila, um par de camisas (veste uma a cada dois dias), um iPhone e uma toalha, viajou por 15 países, inclusive o Brasil no segundo semestre de 2012, reunindo histórias para o livro "A Modern Manual - 15 Countries with 15 Things" (Um manual moderno - 15 países com 15 coisas").
    "Quando algo estraga, tento consertar. Se não consigo, compro algo parecido na loja", conta. E não foi só. Além de ter só 15 coisas, decidiu, como Hill, não ter mais moradia fixa. Continua viajando e cumprindo, em paralelo ao projeto minimalista, uma lista de desafios pessoais, como correr uma maratona (cumpriu), cair na festa em Barcelona (cumpriu) e escalar grandes montanhas (a cumprir).
    Divulgação
    A alemã Heidemarie, que viveu sem dinheiro por 15 anos até ser descoberta pela BBC e virar tema do documentário: aposentada e autora de três livros, ela doa tudo o que ganha para a caridade

    "É um processo de anos. Você vai percebendo que precisa de menos coisas. Que não precisa de dez calças, de dez pares de sapatos. Que não precisa ter na estante todos os livros que leu", diz Alex Castro. Ele se preocupa agora em manter o estilo de vida espartano também no mundo digital. "Não guardo filme algum. Sempre que assisto, apago."
    O conceito não é novo. Sem contar o exemplo do filósofo Diógenes, que na Grécia Antiga condenava os luxos da civilização e viveu em um barril, e uma penca de santos, Steve Jobs foi um minimalista. Uma ironia, já que parte importante de seus negócios era convencer pessoas a abandonar seus antigos MacBooks, iPhones, iPods e iPads por novos modelos. Mesmo rico, quando solteiro ele vivia praticamente sem nada: uma foto de Einstein em um porta-retratos, uma luminária, uma cadeira e uma cama. O humorista Ronald Golias (morto em 2005), outro adepto das poucas posses, dizia que cada uma significava uma nova responsabilidade e com um número pequeno podia usufruir melhor de todas.
    A ideia de que podemos viver com bem menos - no caso, espaço - também está por trás de alguns empreendimentos imobiliários recentes em São Paulo. Apartamentos de pouco mais de 20 metros quadrados já são comuns nos lançamentos em bairros como Campo Limpo, Brooklin e Bela Vista. Repete-se aqui a tendência já verificada em metrópoles como Montreal, Hong Kong e Tóquio, onde a falta de espaço fez dos "miniflats" o padrão nas construções.
    Pouco espaço significa poucos pertences. O impacto afeta a maneira como cada um se relaciona com o lugar onde vive. "Essa noção de lar restrito ao espaço físico se expandiu. Posso estar em outra cidade, mas, ao me conectar à internet, converso com meus amigos e minha família como se estivesse em casa", diz o arquiteto Guto Requena, um dos responsáveis pelo projeto do escritório do Google em São Paulo. "Imagino para o futuro uma tribo de nômades capazes de, com poucos pertences e constantemente conectados, fazer de qualquer lugar o próprio lar."
    Não precisa imaginar. É a vida do americano Chris Yurista, agente de viagens e DJ, morador de Washington, que, vendo os pertences aos quais dava valor transformados em mídia digital - chegou a ter dois mil discos de vinil -, em 2009 decidiu abandonar o apartamento no porão onde morava e, guardando suas melhores roupas, um Macbook, um HD externo com 13 mil MP3s, um miniteclado musical e uma bicicleta, nunca mais teve um lar. "Não me sinto vazio vivendo como vivo porque descobri uma maneira de usar a tecnologia digital para minha vantagem", diz. Noite após noite, dorme nos sofás de amigos ou quartos de hotel.
    "Há cada vez mais pessoas pensando que é insustentável a quantidade de objetos que carregamos pela vida", diz Alex Castro
    Mas, se reduz pertences ao menos possíveis, o estilo de vida minimalista não rompe com a sociedade de consumo. É sintomático que várias vezes, entre os objetos restantes, sejam listados aparelhos da Apple, a mais fetichista das marcas. Além do mais, um Kindle, um videogame, um bom computador e um smartphone como o iPhone ou o Samsung Galaxy custam, somados, mais do que uma estante cheia de livros, fora valer mais do que a renda anual da população de muitos países. Com a evolução da tecnologia, também acabam trocados de tempos em tempos, aumentando a pilha de lixo tecnológico.
    A reação do inglês Mark Boyle a essas contradições foi a experiência minimalista mais radical. Ex-dono de duas empresas de comida orgânica, formado em economia, em 2008 ele decidiu renunciar ao dinheiro. "Na manhã em que finalmente desisti de usar dinheiro, o mundo inteiro mudou. Foi no mesmo dia das notícias sobre a quebra dos bancos envolvidos em negócios no mercado de hipotecas subprime. Então, quando comecei a contar às pessoas os meus planos, concluíram que estava me preparando para algum tipo de colapso financeiro apocalíptico", relata.
    Em diversas formas - cacau, gado, sal, ouro etc. -, o dinheiro acompanha a civilização humana desde o início. Mesmo as trocas simples, por meio do escambo, davam valores diferentes às mercadorias. "O dinheiro como meio de troca é antigo, mas como mediador universal de quase todas as relações humanas é moderno", afirma Lincoln Ferreira Secco, professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP). As moedas de metal foram uma invenção dos gregos, no século VII a.C. Desde então, o sistema financeiro só fez evoluir.
    Boyle resolveu que dava para viver sem dinheiro. Na Inglaterra, uma série de artigos para o jornal "The Guardian", que o batizou de "o homem sem dinheiro", fez dele uma celebridade. Vive em um trailer velho, que ia ser jogado fora, no Sudoeste da Inglaterra, plantando a própria comida e usando baterias solares para recarregar o celular e o notebook. Cozinha em um forno a lenha com a madeira que colhe na floresta. Depois de um ano da experiência, escreveu um livro, "The Moneyless Man: a Year of Freeconomic Living" (O homem sem dinheiro: um ano vivendo na economia livre), em que conta como foi a experiência. "Foi difícil nos primeiros dois ou três meses. Tudo era novo para mim, mas, desde então, ficou mais fácil e é o período da vida em que mais me senti livre", diz.
    Mesmo admitindo que dificilmente terá muitos seguidores, Boyle tenta dar um alcance maior a seu esforço. É o autor do "Manifesto sem Dinheiro", mantém um site pessoal, colabora regularmente com o "Guardian" e dá palestras conclamando as pessoas a renunciar a um dos maiores pilares da civilização humana. Caso parecido com a da alemã Heidemarie Schwermer, que viveu sem dinheiro por 15 anos até ser descoberta por uma equipe da BBC e virar tema do documentário "Living without Money" (Vivendo sem dinheiro), que relata sua história: é aposentada, ganha bem, mas doa todo o dinheiro para a caridade, mesmo destino da renda dos três livros que escreveu. Tem três filhos e duas netas, que visita com alguma frequência. No restante do tempo, vaga sem rumo.
    Divulgação
    O ex-empresário inglês Boyle, que decidiu renunciar ao dinheiro: celebridade após reportagem no jornal "The Guardian", ele vive num trailer velho e planta a própria comida

    Seus pertences cabem numa mala com rodinhas, que leva em viagens pela Europa, convidada por anfitriões que pagam a passagem para que os visite. Quando jovem, ela visitou o Brasil. Chocada com a pobreza que viu nas favelas, mesmo seguindo carreira como professora e depois psicoterapeuta, passou a achar que havia algo errado com o dinheiro. Fez quatro experiências de abandoná-lo, aumentando a duração a cada vez, até que em 1995 doou a casa, as roupas e outros bens, passando a trocar pequenos serviços por comida e roupas. "Ainda usei algum dinheiro nos três primeiros meses, mas então aprendi a viver sem nada", afirma. Hoje, os convites já não incluem trabalho, apenas sua presença.
    Tanto Heidemarie como Boyle e outro famoso sem dinheiro, o americano Daniel Suelo, que vive numa caverna no Utah e é tema da biografia "The Man Who Quit Money" (O homem que deixou o dinheiro), escrita por Mark Sundeen, dizem que é possível para uma sociedade abandonar o dinheiro sem entrar em colapso. Algo que para Lincoln Secco é impossível: "Os socialistas utópicos, como Proudhon [socialista francês do século XIX] até criaram substitutos do dinheiro, como a troca de produtos de acordo com o tempo de trabalho. Mas isso sempre foi marginal. Nenhuma economia socialista tentou chegar perto da abolição do dinheiro", observa o professor da USP.
    Movimentos de contestação, nos quais o minimalismo e a renúncia ao dinheiro se encaixam, são, segundo Secco, cíclicos e comuns à história do capitalismo. "Desde o século XIX, avançam com a exibição de novas facetas maléficas do capitalismo, como a destruição ambiental, a monopolização, a manipulação genética de produtos agrícolas apenas subordinada ao lucro etc.".
    Apesar de se dizer simpático aos minimalistas, Guto Requena também não imagina a maioria da humanidade, mesmo vivendo em espaços pequenos, reduzida ao essencial. Afinal, somos fetichistas. "A casa do futuro não vai ser a casa dos Jetsons. Ainda vai ser cheia de lembranças. Carregamos conosco aquilo que nos traz algum tipo de sentimento, seja um urso de pelúcia ou a cadeira que pertenceu à avó."
    Mas no fim das contas é impossível entender o que atrai no estilo de vida minimalista sem levar em conta um aspecto: a sensação de liberdade por não ter tantos pertences é algo repetido em todas as entrevistas. O ato de abandonar objetos é descrito quase sempre como uma experiência libertadora, quase religiosa. "Me sinto bem livre, sempre", diz Alex Castro. "Minha liberdade não tem nada a ver com o número de meus pertences." E Graham Hill: "Não há nenhuma indicação de que essas coisas [os objetos] fazem alguém feliz; de fato, parece o contrário".



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    quarta-feira, 27 de março de 2013

    MCDonald's deve regularizar jornada de empregados no Brasil, diz Justiça


    Reuniões sobre condições de trabalho têm acabado sem acordo; empresa tem relutado em pagar indenização e discordado dos valores

    McDonald's em São Paulo
    Valor inicial pedido por dano moral coletivo era de R$ 30 milhões (Paulo Fridman/Bloomberg/Getty Images)
    A Justiça do Trabalho determinou que a Arcos Dourados, empresa que detém 600 franquias do McDonald´s no Brasil, regularize a jornada de trabalho de cerca de 42 mil funcionários em todo o país. A decisão da juíza também obriga que os funcionários tenham liberdade para levar a própria alimentação para consumir no refeitório. Ou seja, os funcionários podem escolher não comer apenas o lanche do McDonald's. A desobediência pode ser punida com multa mensal de 3 mil reais por trabalhador prejudicado.
    A decisão da juíza Virgínia Lúcia de Sá Bahia, da 11ª Vara do Trabalho do Recife, anunciada nesta terça-feira, atendeu pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) na ação civil pública contra a empresa. Há um pedido de indenização de 50 milhões de reais por dano moral coletivo, que ainda não foi decidido pela Justiça. O valor inicial pedido por dano moral coletivo era de 30 milhões de reais, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público.

     Nos últimos meses, o MPT e representantes da Arcos Dourados tiveram reuniões sobre as condições de trabalho, mas não chegaram a um acordo. "A empresa tem relutado em pagar a indenização por dano moral coletivo e tem discordado do valor das multas individuais por descumprimento futuro", diz o Ministério Público, em comunicado. Na próxima quinta-feira, o MPT e representantes do McDonald´s se reunirão em Recife para discutir um acordo, antes da audiência judicial no mesmo dia.
    Jornada móvel - De acordo com o Ministério Público, o fato de a empresa não delimitar a jornada de trabalho dos funcionários não permite que o trabalhador tenha qualquer outra atividade, fazendo com que com o empregado esteja, efetivamente, muito mais tempo à disposição da empresa do que as oito horas de trabalho diárias previstas nos contratos de trabalho.
    Outro problema é que, se o movimento das lojas estivesse fraco, o funcionário poderia ser dispensado antes de cumprir a carga diária de trabalho. Com isso, ele poderia ser prejudicado e receber um salário menor no final do mês. Em um processo que teve início em agosto do ano passado, a juíza concedeu liminar proibindo a jornada móvel variável em Pernambuco e, a pedido do MPT, a decisão foi estendida para todo o país.
    Em nota, a Arcos Dourados afirma que "tem plena convicção da legalidade das práticas laborais adotadas" e colabora com o MPT. A Arcos Dourados também acrescentou que oferece "refeições de qualidade e equilibradas, conforme as condições especificadas". A empresa é a maior franquia da marca McDonald´s em todo o mundo. Têm 90 mil funcionários nas 1.840 lojas em 20 países.
    (com Reuters)
    http://veja.abril.com.br/noticia/economia/justica-manda-mcdonald-s-regularizar-jornada-de-empregados-no-brasil

    McDonald's firma acordo de R$ 7,5 milhões para reparar danos trabalhistas

    Empresa se comprometeu a modificar contratos de trabalho, alterar sistema de ponto e permitir que funcionários tragam comida de suas casas

    Rede de fast-food McDonald's
    McDonald's: funcionários terão seus contratos revistos no Brasil (Luciano Amarante)
    A Arcos Dourados, empresa que administra a marca McDonald’'s no Brasil e na América Latina, fechou nesta quinta-feira um acordo com a Justiça do Trabalho brasileira pelo qual se compromete a "gastar" 7,5 milhões de reais por "danos morais coletivos", modificar o contrato trabalhista de todos os funcionários no país, pagar horas extras e alterar o sistema de registro de ponto. O acerto foi conduzido pelo coordenador nacional de Combate a Fraudes Trabalhistas e procurador do Trabalho, José de Lima Ramos, no Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT 6), no Recife.

    De acordo com Ramos, o acordo "foi uma vitória da sociedade brasileira". A multa não será paga, mas gasta: Rio, Curitiba e a capital de Pernambuco, onde há ações civis públicas, receberão 500 mil reais cada. Os 6 milhões de reais restantes serão divididos em quatro parcelas de 1,5 milhão de reais, que deverão ser empregadas em campanhas nacionais de esclarecimento sobre a importância do cumprimento da legislação trabalhista nacional. A cada ano, o valor deve ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
    Até julho, cerca de 90% dos contratos de trabalho seguirão uma lógica diferente da que é praticada pelo McDonald's no restante do mundo. Em vez de uma "jornada móvel", em que o trabalhador cumpre algumas horas de trabalho pela manhã, outras à tarde e outras à noite, inviabilizando a programação de outra atividade durante o dia, o restaurante passa a adotar as mesmas regras de outras empresas no Brasil.
    Segundo Ramos, a rede usava o mesmo contrato de trabalho em todo o mundo, mas agora deixará de usar no Brasil. "Houve a importação de uma prática mundial, a ideia que a empresa incutia era de que se tratava de uma coisa boa, mas prevaleceu a soberania nacional", afirmou. O restante dos contratos será ajustado até dezembro. A Arcos Dourados também se comprometeu a criar intervalo durante a jornada de trabalho, pagar horas extras, registrar ponto e permitir que os trabalhadores levem comida de casa.
    (Com Estadão Conteúdo)
    http://veja.abril.com.br/noticia/economia/mcdonald-s-firma-acordo-de-r-7-5-milhoes-para-reparar-danos-trabalhistas?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_veja&utm_content=fee
    LIBERDADE PARA NOSSOS SABORES, SABERES E CORPOS

    Governo sul-coreano vai multar o uso de minissaias

     

    Decreto da presidente Park Geun-hye prevê multa de 90 reais para quem usar roupas que deixem o corpo muito exposto. Celebridades e opositores criticam

    Grupo de K-pop Girls Generation: as meninas terão de aumentar o comprimento do vestido depois do início da vigência da lei de superexposição na Coreia do Sul
    Grupo de K-pop Girls Generation: as meninas terão de aumentar o comprimento do vestido depois do início da vigência da lei de superexposição na Coreia do Sul (Chris McGrath/Getty Images)
    As cantoras de K-pop, subgênero do pop criado na Coreia do Sul, terão de renovar seu guarda-roupa depois da aprovação de uma lei de superexposição pelo governo de Seul. O decreto, aprovado pelo novo governo da presidente Park Geun-hye no início deste mês, começará a valer nesta sexta-feira e prevê multa de 50.000 won (90 reais) para as pessoas consideradas superexpostas em público.
    Membros da oposição questionaram a interferência do estado no modo de se vestir dos cidadãos e alegaram violação da liberdade de expressão. “O governo de Park Geun-hye nos dá motivo para preocupação de que estamos voltando para a era quando o comprimento do cabelo e da saia era regulado”, disse um membro do partido União Democrática.


    A lei foi comparada com restrições similares impostas nas décadas de 1960 e 1970, durante o governo de Park Chung-hee, pai da atual presidente, informou a rede CNN. Na época, as saias que terminavam 20 centímetros ou mais acima do joelho eram proibidas na Coreia do Sul.

    No país, a moda de roupas curtas invadiu as ruas de Seul e outras grandes cidades sul-coreanas, principalmente depois do estouro do K-pop, liderado por boy e girlbands que apostam em roupas justas e curtas para atrair o público. As mulheres trocaram as calças e saias longas por leggings, micro shorts e minissaias. Muitos videoclipes, inclusive, foram classificados como proibidos para menores de 19 anos. No final do ano passado, o estilo musical foi impulsionado mundialmente com o single Gangnam Style, do rapper sul-coreano PSY.

    Além de opositores ao governo, personalidades do país também reagiram contra a medida. “A multa por superexposição é real? Estou perdida”, postou a cantora e atriz Lee Hyori, mais famosa sex symbol do país, em seu perfil no Twitter. A cantora Nancy Lang publicou uma foto segurando notas no valor da multa próximo ao seu decote.

    A polícia sul-coreana se defendeu das críticas e declarou que a multa por superexposição não tem a ver com o tamanho da saia ou outras roupas que deixam partes do corpo à mostra. “Essa medida é para casos como nudez e indecência pública”, disse o inspetor Ko Jun-ho, da Agência Nacional de polícia. “Qualquer comentário de que estamos regulando o que as pessoas vestem é completamente falso”.
     

    SP adere à campanha que fortalece Lei Maria da Penha

    CARLA ARAÚJO - Agência Estado

    O governo do Estado, a Prefeitura e o sistema de Justiça de São Paulo assinam na próxima segunda-feira (25), no Palácio da Justiça, na capital paulista, o Termo de Acordo Técnico da campanha "Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte". A iniciativa tem como meta acelerar o julgamento de agressores por crimes de violência de gênero, entre eles estupros e assassinatos.


    "Essa adesão marca a possibilidade de virada positiva no Estado e na cidade de São Paulo, em termos de estrutura de serviços públicos disponíveis às mulheres em situação de violência", afirmou a ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), que estará presente no evento.

    Segundo Eleonora, por conta da quantidade populacional, São Paulo concentra números absolutos elevados sobre crimes de violência de gênero. "É urgente que o poder público amplie e fortaleça a rede de Segurança Pública, Justiça, Saúde e Assistência Social", declarou a ministra.

    Os compromissos serão assumidos pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), pelo presidente da Assembleia Legislativa, Samuel Moreira; pela vice-prefeita da capital paulista, Nádia Campeão (PT); pelo procurador-geral de Justiça Márcio Fernando Elias Rosa, do Ministério Público do Estado de São Paulo; pela defensora pública-geral Daniela Sollberger Cembranelli, da Defensoria do Estado de São Paulo; e pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo (OAB-SP), Marcos da Costa.

    A campanha foi lançada pelo governo federal - por intermédio da SPM-PR, do Ministério da Justiça e do sistema de Justiça - em agosto do ano passado para mobilização da Justiça à rigorosa aplicação da norma, responsabilização de agressores e fim da impunidade dos crimes contra mulheres.
     
    salvem os corpos femininos

     

    Orkut ainda é mais popular que Twitter no Brasil

    Orkut ainda é mais popular que Twitter no Brasil



    Orkut ficou entre as três redes mais acessadas
    A empresa Serasa Experian divulgou sua última pesquisa sobre a popularidade das redes sociais no Brasil e uma informação bastante curiosa foi revelada: internautas brasileiros ainda preferem o Orkut ao Twitter. O levantamento foi feito baseado em informações recolhidas pela empresa no mês de fevereiro desse ano.

    De acordo com a Experian, o Facebook ainda manteve sua liderança, reunindo 65,03% de participação de visitas. A rede social de Zuckerberg foi seguida pelo YouTube, com 18,47%, Orkut, 3,01%, Ask.fm, com 2,52% e, em quinto lugar, o Twitter, que aparece com 1,91% das visitas de fevereiro. Quase no final da lista, em nono lugar, estava o Google+, com apenas 0,85%. A rede social do Google ficou atrás ainda de serviços como Badoo e Yahoo! Respostas.

    A pesquisa ainda revelou que o Facebook apresentou crescimento de quase um ponto percentual em relação a janeiro e 27,47 pontos se comparados ao mesmo período no ano passado. O tempo médio de visitas à rede social também foi medida: foram 28 minutos e 02 segundos, enquanto no YouTube, os usuários passaram 22 minutos e 51 segundos assistindo vídeos.


    População tem mais acesso a celulares que a banheiros, diz ONU

     
    • São 6 bilhões de pessoas com telefone, contra 4,5 bilhões com saneamento básico


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    O GLOBO (Email · Facebook · Twitter)
    Publicado:
    NOVA YORK — Para exigir maiores investimentos em saneamento básico, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou uma estatística inusitada e alarmante: no mundo existem mais pessoas com acesso a celular do que a banheiros.
    — Eu chamo todos os atores — governos, sociedade civil, empresas e organizações internacionais — a mobilizarem recursos para o rápido aumento do acesso ao saneamento básico — disse Jan Eliasson, vice-secretário-geral da ONU, na quinta-feira, em evento sobre o Dia Mundial da Água, comemorado nesta sexta.
    De acordo com os números divulgados pela ONU, das 7 bilhões de pessoas no mundo, 6 bilhões possuem telefones celulares. Entretanto, apenas 4,5 bilhões possuem acesso a banheiros ou latrinas, ou seja, 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso ao saneamento básico. Além disso, 1,1 bilhão de pessoas ainda defecam em lugares abertos.
    — Esse é um problema que as pessoas não gostam de discutir. Mas ele é central para assegurar boa saúde, meio-ambiente limpo e dignidade humana fundamental para bilhões de pessoas — ressaltou Eliasson.
    Para o vice-diretor-executivo da Unicef, Martin Mogwanja, o acesso ao saneamento básico é essencial para a diminuição da mortalidade infantil. Segundo ele, a erradicação do hábito de se defecar ao ar livre reduziria em 36% a incidência de diarreia, doença que todos os anos é responsável pela morte de 750 mil crianças com menos de cinco anos.


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    ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

    Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...