sábado, 17 de agosto de 2013

Brasil é o segundo maior realizador de cirurgias plásticas

 

 
São mais de 905 mil procedimentos feitos por ano no País
Os altos números devem-se, principalmente, às populares cirurgias mamárias, diz a SBCP - ALDO V. SILVA
 


A busca pela perfeição. É o que move milhões de brasileiros e brasileiras a recorrer às cirurgias plásticas todos os dias. Talvez seja por isso que o País ocupe o segundo lugar na lista dos maiores realizadores de cirurgias plásticas estéticas em todo o mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. São mais de 905 mil procedimentos por ano: a cada 10 cirurgias realizadas no planeta, uma é feita em território nacional, explica a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

E para dar conta desta demanda, os brasileiros contam com pouco mais de cinco mil profissionais, o que representa 16% dos cirurgiões plásticos do mundo. O Brasil ainda detém o título de, segundo o cirurgião plástico Ednei José Silva, sede do maior Congresso Mundial de Cirurgia Plástica, realizado no Rio Grande do Sul, em outubro do ano passado. Os altos números devem-se, principalmente, às populares cirurgias mamárias.

Entende-se por cirurgia mamária a redução do volume das mamas, o aumento das mamas por meio do implante de próteses, a correção das famosas mamas caídas (ou ptose mamária) e os procedimentos reparadores oncológicos, em que são retirados cistos e nódulos mamários. "São as cirurgias de implante estético que fazem disparar o número de cirurgias mamárias e levam muitas pacientes, desde tenra idade, a procurar o cirurgião", explica o médico. E a prótese pode ser colocada mesmo antes de a mulher ser mãe: existem estudos para comprovar que não interfere em nada na amamentação do bebê.

As mulheres que procuram a cirurgia de redução de mamas, por outro lado, são aquelas que apresentam queixas físicas de dor nas costas, assaduras nas dobras mamárias e que sentem incômodo com as tiras do sutiã. "Mas o equilíbrio e a harmonização corporal também são importantes, pois a mama está um pouco desproporcional ao volume do corpo." Já quando a mama regride e a pele fica sobrando, a cirurgia é individualizada e depende de cada paciente. Pode ser colocado um implante mamário para a correção da queda ou, então, o cirurgião pode fazer a operação apenas com o tecido mamário da mulher. As mamas caídas são reflexo de vários fatores, em especial o período pós-gestação de amamentação.

A cirurgia reparadora, por sua vez, é um pouco mais complexa. "Isto porque dependemos muito do que o mastologista ou o cirurgião oncológico realizam", conta Ednei. Quando realizado ao mesmo tempo, é um procedimento multidisciplinar: após a ação do mastologista ou cirurgião oncológico, o cirurgião plástico se responsabiliza pela reconstrução da mama operada com tecidos de implante mamário (em situações mais simples) ou com "retalhos" de tecido do próprio corpo da mulher.

Mas a retirada dos seios como forma de prevenção ao câncer de mama, realizada pela atriz Angelina Jolie há poucos meses, é uma decisão que só deve ser tomada em casos extremos, nos quais a probabilidade de a paciente vir a desenvolver a doença é grande. "O mastologista faz um estudo genético da mulher antes de começar a pensar na indicação. É um procedimento radical e que precisa ser muito bem avaliado para saber se é realmente válido."

Após os 16 anos

O problema é que, de acordo com o especialista, a cirurgia mamária estética vem sendo procurada por pacientes cada vez mais novas. "As meninas têm vontade de ter uma aparência mais adulta, de colocar roupas apertadas e deixar aparecer um pouco mais as curvas." Nestes casos, é preciso haver uma avaliação correta do cirurgião: as pacientes e seus pais ou responsáveis devem ser orientados de que, dependendo da idade, a menina ainda não está pronta para a cirurgia. "O procedimento deve começar a ser pensado a partir dos 16 anos, no mínimo. Temos que esperar a formação natural das mamas e o organismo se desenvolver totalmente", adverte.

Quando realizada na idade correta e com todos os cuidados necessários, no entanto, a cirurgia estética pode trazer muitos benefícios. A felicidade do pós-operatório e a autoestima muito mais sensível são claramente notadas pelos cirurgiões. "O nosso retorno é saber que a paciente trabalhou a sua queixa e conseguiu se livrar do problema, da angústia", conta Ednei. Diante do resultado, explica ele, a pessoa se transforma: muda o cabelo, a roupa, o sorriso e se ilumina toda por ter realizado um sonho. (Supervisão: Cida Vida)
Notícia publicada na edição de 14/08/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 010 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
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fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/494581/brasil-e-o-segundo-maior-realizador-de-cirurgias-plasticas

A anorexia infantil e as portas de vidro

 

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Em crônica contundente, escritora, artista e fotógrafa norte-americana relata doença da filha e revela como tornou-se onipresente associação insana entre sucesso e corpos “bem-feitos”
Por Maissa Bakri
À primeira vista, não seria de ser esperar que isso aconteceria em uma família como a de Kristi Belcamino: desde o dia em que deu à luz a uma menina, a palavra “dieta” foi banida das conversas da casa. Não se assinavam revistas de moda e a televisão era monitorada de perto. Daí se justifica seu espanto ao perceber que sua filha, com apenas nove anos de idade, estava anoréxica, pesando 22 quilos. Em uma crônica contundente para a revista norte-americana Salon, Kristi relata seu choque ao descobrir que a anorexia não respeita as portas nem dos mais conscientes lares.

Em meio ao tratamento da filha, Kristi descobriu que cerca de 10% dos que sofrem de anorexia nos Estados Unidos têm menos de dez anos de idade. Embora fosse constantemente lembrada de que não há um método de criação dos filhos capaz de prevenir a doença, a culpa não a abandonava. O tratamento de quadros anoréxicos é um processo longo e incerto, já que, além das restrições alimentares, as pessoas que sofrem de anorexia, com seu medo mórbido de engordar, não só restringem a ingestão de alimentos, mas fazem uso de medicamentos como laxantes e diurético, induzem o vômito e praticam exercícios físicos vigorosos. Para o alívio de Kristi, sua filha ainda não sabia que era possível vomitar para se livrar da comida, mas tentava queimar calorias em sessões frenéticas de dança irlandesa em seu quarto.
Depois de tratamento intensivo, a filha já está fora de perigo, mas não é possível afirmar que a batalha tenha sido vencida. Por mais surpreendente que possa parecer a ideia de que a anorexia infantil adentra sem pudores um lar como o de Kristi, devemos nos perguntar: seria de se esperar algo diferente em uma sociedade onde o discurso disseminado pela indústria cultural e pela publicidade associa beleza, saúde, sucesso, felicidade e poder à corpos magros? Por que iríamos achar que, ao fechar nossas portas de vidro, tudo ficaria bem?
fonte: http://outraspalavras.net/blog/2013/08/11/a-anorexia-infantil-e-as-portas-de-vidro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-anorexia-infantil-e-as-portas-de-vidro

Gimenez exibe corpo magro e diz 'adoro um ossinho'

17/08/2013 -- 10h07
A apresentadora tem sido alvo de críticas pela silhueta magra
Redação Bonde
 

A modelo e apresentadora Luciana Gimenez compartilhou uma foto com os fãs no Instagram, em que aparece de biquini na praia. Na legenda, ela escreveu: "Adoro um ossinho kkkkkk saudável!!!! Gym #sol".
Reprodução/Istagram


A apresentadora tem sido alvo de críticas dos internautas nos últimos meses, por apresentar um corpo cada vez mais magro. Em junho, quando postou uma foto na academia, os seus seguidores especularam se a apresentadora não estaria passando por problemas de saúde, o que ela negou. (Com informações Terra)

Mais espaço para a arte feminina em Manaus

 

A primeira exposição será realizada entre hoje e 4 de setembro – foto: divulgação

Dar mais valor e espaço para obras feitas por artistas femininas é um dos focos do Coletivo Adejo, grupo formado somente por mulheres e que prepara a primeira exposição de obras feitas pelas integrantes será aberta nesta sexta-feira (16).
O coletivo foi formado este ano e possui quatro artistas amazonenses, a designer Ana Carolina Pas, a estudante de direito Kathariny Belchior, a estudante do arquitetura Mandy Muniz e a jornalista Susy Freitas. O Adejo se completa com a artista plástica paulista Priscilla Fierro.
Não há uma líder dentro do grupo, mas Ana Carolina é considerada uma das ‘criadoras’ do coletivo. Ela diz que tudo começou como um projeto dela e da Priscilla Fierro, em 2012. “Nós nos falávamos pela web e resolvemos nos juntar como um meio de divulgar o nosso trabalho em uma página na internet”, diz Ana Carolina. “No começo deste ano eu conheci o restante das meninas e decidimos montar o coletivo”, completa a designer.
Já o nome Adejo vem do sentimento de liberdade da arte feminina, que muitas vezes não é tão divulgada. “A palavra tem a ver com voo, adejo é um voo de pouco alcance e sem destino determinado”, explica Pas.
Cada uma das integrantes do coletivo realiza trabalhos em diferentes vertentes das artes visuais. Ana Carolina realiza intervenções em imagens; Susy faz pinturas, assim como Mandy, que também realiza experimentações em arte digital; Kathariny trabalha com ensaios fotográficos e Priscilla faz pinturas em tela, com tinta acrílica e outros materiais. Essa diversidade acabou se tornando uma das características do grupo. “Trocamos experiências e influências entre os nossos trabalhos”,fala Ana Carolina.
Apesar da maioria das integrantes serem amazonenses, Ana Carolina diz que o Adejo não é um “Coletivo de Manaus” e sim um “Coletivo Digital”. “Uma característica nossa é que usamos muito a web, principalmente as redes sociais, para nos comunicarmos, fazer reuniões e compartilhar trabalhos”, explica.
Primeira exposição
A primeira exposição será realizada entre hoje e 4 de setembro. Ficarão expostas 14 obras de três integrantes do grupo: Ana Carolina (intervenções), Susy Freitas (pinturas) e Katharine Belchior (fotografia).
Quatro dessas obras fazem parte do ensaio fotográfico em preto e branco realizado por Katharine, mostrando o corpo feminino. “Faço ensaios de nu artístico, mas quero quebrar esse paradigma que nu artístico tem que ser sensual”, diz a fotógrafa. Ela diz que utiliza amigas como modelos, mas que também se autofotografa. “O foco no corpo feminino é porque também o coletivo é só feito por mulheres”, explica. A abertura terá os DJs Danny Low e Guillermo.
http://www.emtempo.com.br/editorias/cultura/8350-mais-espa%C3%A7o-para-a-arte-feminina-em-manaus.html
fonte:
 

Levi’s cria jeans que molda perfeitamente as curvas do corpo feminino

  • 15 de agosto de 2013

     


    No outono de 1934, a Levi’s mudou para sempre o curso da moda feminina quando lançou o “Lady Levi’s jeans”, o primeiro jeans do mundo para as mulheres. Em 2010 a marca revolucionou o mercado com a linha “Levi’s Curve ID”, que passou a vestir perfeitamente mulheres de diferentes curvas. Hoje, alimentada pela busca do jeans perfeito, a grife americana está lançando a linha Levi’s Revel, com tecnologia exclusiva, denim de altíssima qualidade e design inovador – que molda ativamente o corpo da mulher, oferecendo as pernas e bumbum que ela sempre quis.
    Para isso acontecer, a nova linha usa uma tecnologia exclusiva de modelagem líquida fundida ao jeans, a chamada ‘Liquid Shaping’ – que controla o “esticamento” do tecido em áreas estratégicas para uma modelagem que abraça as formas, levanta seu corpo e define os contornos ao oferecer uma silhueta ainda mais bela e realçada. A mágica está no líquido, que dá sustentação, modela e é superconfortável ao mesmo tempo.
    A coleção “Levi’s Revel” estará disponível a partir de setembro em lojas selecionadas do Brasil e do mundo. Na Bahia, o empresário Luís Mercês Júnior – franqueado da Levi’s nos shoppings Barra, Iguatemi, Salvador e Boulevard Shopping (em Feira de Santana) já está preparando uma grande festa em clima de balada eletrônica para marcar esse incrível lançamento entre as baianas. Aguardem!
    Imagens: divulgação Estevão Terceiro.
    Da redação.

    No Irã, mulher bonita, mesmo eleita, não pode tomar posse.

     E, no Brasil, quem perderia o mandato?

    reprodução/TV  Globo
    reprodução/TV Globo
    A notícia de que uma candidata a vereadora no interior do Irã foi impedida de assumir o cargo por ser “bonita demais”, chama a atenção do mundo todo.
    Primeiro, porque ficamos sabendo que no Irã mulheres andam com o rosto descoberto.
    Segundo, porque estamos diante de um caso em que beleza ao invés de abrir, fecha portas.
    A candidata concorreu em Qazvin (norte do país). Chama-se Nina Siahkali Moradi (veja a foto acima)
    Ela tem 27 anos e obteve 10 mil votos na eleição ocorrida junto com o pleito presidencial, em junho.
    O resultado a colocou na 14ª posição num ranking que qualificava os 13 primeiros entre 163 candidatos.
    Com a desistência do primeiro colocado, Moradi entrou na lista dos vencedores. Mas conservadores barraram sua ida à prefeitura.
    “Seus votos foram anulados por [causa de] suas credenciais”, disse Reza Hossaini, do comitê local de monitoramento de eleições.
    “Não queremos uma modelo desfilando na prefeitura”, disse um clérigo local.
    Seus adversários já a haviam acusado de manter comitê de campanha que atraía comportamentos incompatíveis com valores islâmicos.
    Moradi conquistou apoio ao defender direitos da mulher e incentivos culturais. As informações são do UOL.
    O incidente contraria esforços do novo presidente iraniano, Hasan Rowhani, que acaba de nomear uma vice-presidente como parte da promessa de promover direitos da mulher.
    E se a regra iraniana fosse aplicada no Brasil, quais candidata (eleitas) enfrentariam o risco de ficar sem mandato?
    O Blog fez uma “seleção”, mas você, leitor, pode opinar e sugerir outras:
    Facebook
    Manuela D´Ávila, deputada federal pelo PCdoB do Rio Grande do Sul – foto: Facebook

    Isabela de Roldão (PDT), vereadora do  Recife - foto: Diario
    Isabela de Roldão (PDT), vereadora do Recife – foto: Diario

    Iracema Portela (PP), deputada federal pelo Piauí
    Iracema Portella (PP), deputada federal pelo Piauí – foto: camara.leg.br

    Raquel Lyra (PSB), deputada estadual de Pernambuco
    Raquel Lyra (PSB), deputada estadual de Pernambuco – foto: Diario

    Marília Arraes, vereadora do Recife licenciada (é secretária de de Juventude e Qualificação Profissional
    Marília Arraes, vereadora do Recife licenciada (é secretária de Juventude e Qualificação Profissional)

    sábado, 3 de agosto de 2013

    Dove quer você

    DOVEQUERVOCÊ
    Dove Reveal Esta é a sua chance de revelar sua pele radiante.
    Faça parte da nova campanha de Dove. Experimente sabonete Dove por 7 dias e envie sua foto.
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    Com 1/4 de creme hidratante, você vai descobrir
    uma pele mais suave e mais radiante.
     

    Estúdio Maentis faz releitura honesta de logos

     

    Universal Unbranding assina paródias que propõem uma visão diferente do que as marcas simbolizam
    Imagine se marcas como McDonalds, Lacoste e Apple tivessem logos que correspondessem um pouco mais à realidade de seus produtos. Adicione um toque de humor ácido e pronto: temos Universal Unbranding, divertido projeto criado pelo estúdio Maentis que faz uma releitura honesta de logos e símbolos conhecidos.
    No caso dos anéis olímpicos, por exemplo, nem tudo é união dos povos e espírito esportivo, enquanto sobram gordurinhas no M de McDonalds. E o símbolo da paz pode ser facilmente transformado em um mira.
    O bacana deste projeto é que ele usa o humor para criar aquela sensação de incomodo que nos leva à reflexão, independentemente se concordamos ou não com as interpretações dadas.
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    Artista cria animação 3D que explora emoções humanas

     

    Em animação 3D, Mike Pelletier usa tecnologia para explorar e monitorar as emoções humanas

    Amanda de Almeida, de

    Starbucks cria lojas para agradar usuários de redes sociais

     

    A vitrine das novas unidades refletem características do mundo virtual, segundo especialistas. Mas nem todos os amantes do café gostaram da novidade

     
     

    Mulheres precisam de mais horas de sono para manter o bom humor

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    • Pesquisadores da Universidade de Duke descobriram que, por causa dos hormônios, elas ficam com raiva quando dormem mal
     
    Publicado:
    
Mulheres: mau humor explicado pela falta de sono
Foto: Ana Branco / Agência O Globo
    Mulheres: mau humor explicado pela falta de sonoAna Branco / Agência O Globo


    NOVA YORK - Pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte (EUA), estudaram os hábitos de sono de 210 pessoas e descobriram que mulheres que não dormem o suficiente ficam mais hostis e zangadas de manhã, em comparação com os homens que passam o mesmo tempo na cama. A explicação é simples: a diferença hormonal entre homens e mulheres faz com que elas precisem de mais tempo de sono que eles.
    Quando não têm uma boa noite de sono, as mulheres sofrem mental e fisicamente para manter os hormônios em equilíbrio, segundo os pesquisadores.
    - O estudo sugere que um sono ruim - medido pela quantidade de horas, número de vezes que acordou durante a noite e, o mais importante, o tempo que se demorou para pegar no sono - tem consequências mais sérias para a saúde de mulheres - explica o professor Edward Suarez. - Para as mulheres, dormir mal é associado a alto nível de aflição, grande sentimento de hostilidade, depressão e raiva. Em homens isso não acontece.
    O estudo também mostra que as mulheres são mais propensas a desenvolver doenças cardíacas, depressão e problemas psicológicos que os homens quando não dormem bem durante um período longo da vida.


    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/mulheres-precisam-de-mais-horas-de-sono-para-manter-bom-humor-7819253#ixzz2avAO7ko7
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    fonte: http://oglobo.globo.com/saude/mulheres-precisam-de-mais-horas-de-sono-para-manter-bom-humor-7819253

    5 idosos que fazem coisas que muitos jovens não chegam perto de conseguir

    Adoramos ver crianças e adolescentes descobrindo seu lugar no mundo de forma precoce e muito talentosa. Mas temos o outro extremo, de pessoas que viveram uma vida toda, e que, por diversos motivos externos, não fizeram coisas que realmente sonhavam. Mas viram que nunca é tarde para começar.
    A pessoa mais nova dessa lista tem ‘apenas’ 63 e o mais velho 103 anos. Conheça e inspire-se com essas 5 grandes pessoas:
    1. Hal Lasko, 97 anos, faz obras de arte incrivelmente lindas usando o Paint.
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    Em uma época em que o uso do software é ensinado antes de ensinar a desenhar, esse designer gráfico e tipógrafo nos dá uma bela lição. Ele faz pinturas com uma gama grande de detalhes usando uma ferramenta que muitos de nós abandonamos (e alguns abominam): o Microsoft Paint do Windows 95. Ele pinta um a um as cores em formato 8-bits, com ajuda do zoom ao máximo, pois tem sérios problemas de visão, mas tomando muito cuidado com luz e sombra dos desenhos. Ah, se quiser comprar alguma obra de arte dele, visite o site dele aqui.
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    2. Margaret Leigh-Jones, 91 anos, DJ mais velha da Grã-Bretanha.
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    Essa simpática senhora tem um programa de músicas antigas em uma rádio local de Hampshire, na Grã-Bretanha. Ela conta que entrou por acaso no mundo das rádios, antes apenas atendia telefonemas, e ouvia as histórias dos ouvintes, incluindo desilusões amorosas, histórias de guerra, e por ser muito simpática com os ouvintes, foi convidada a ter um programa próprio, onde ela toca músicas antigas que as rádios atuais não tocam mais, “Nem todo mundo quer ouvir os hits mais recentes, como One Direction, disse ela em entrevista ao jornal The News. Margaret ainda diz que se considera uma aprendiz, e os próprios ouvintes a avisam quando algo sai errado. Ela diz que o clima de trabalho é bom e que já fez muitos amigos – “o trabalho mudou minha vida”.
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    3. Jim Henry, aprendeu a ler com 91 e publicou um livro aos 98 anos.
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    Ele teve que largar a escola muito cedo para trabalhar e ajudar a família no sustento: aos 18 anos se mudou para Stonington Borough (EUA) e se tornou capitão de um navio de pesca de lagosta. Ao longo dos anos foi escondendo seu analfabetismo com truques do tipo fazer o mesmo pedido da mesa ao lado nos restaurantes. A única coisa que conseguia reconhecer eram as letras que formavam seu nome, mas tudo mudou quando conheceu a história do neto de escravos, que aprendeu a ler e a escrever aos 98 anos, e ainda conseguiu um diploma.
    Jim então começou a ver livros para principiantes, aprender as letras do alfabeto, e rapidamente começou a formar as primeiras palavras, e sete anos depois publicou seu primeiro livro chamado “In a Fisherman’s Language”, uma auto-biografia, onde conta suas aventuras durante décadas de trabalho no mar. Ele, infelizmente, faleceu no início desse ano, mas teve a felicidade de ver seu livro publicado e de autografá-lo a todos que pediam. Com certeza deixou um grande legado, e um aprendizado inigualável para todos nós.
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    4. Mary Hvisda, 63 anos, toca bateria incrivelmente bem.
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    “Grandma Drummer” é como ela foi carinhosamente apelidada, depois que entrou em uma loja em Wisconsin (EUA) e foi filmada arrebentando na bateria e deixando muito marmanjo pra trás. Ela disse que começou a tocar aos 15 anos, e seguiu em bandas até meados dos anos 90, quando acabou desistindo por não ter mais banda para tocar, e posteriormente vendeu sua última bateria. Mas sua paixão nunca acabou, ela adora ir nas lojas de instrumentos musicais e tocar um pouco para matar a saudade, e sai satisfeita. Mas como a filmaram, e seu vídeo viralizou na internet, ela ganhou notoriedade e o dono da loja do vídeo em questão acaba de presenteá-la com um conjunto de baterias eletrônicas. Vejam só o som que essa vovó tira na batera:
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    5. Fauja Singh, de 102 anos, é maratonista, e não imagina a vida sem treinar.
    Em uma idade em que poucas pessoas chegam e ainda mais com essa disposição, o indiano Fauja se tornou bastante conhecido mundialmente, quando, aos 100 anos de idade disputou a maratona de Toronto, no Canadá – 42km percorridos em pouco mais de 8 horas. Mas quem acha que ele é corredor desde sempre, se engana, já que ele teve um problema de nascença que o impediu de andar até os cinco anos de idade, e só descobriu a maratona nos anos 2000, quando perdeu sua esposa e um dos filhos e se mudou para a Inglaterra, onde encontrou na corrida uma forma de ‘trazê-lo’ de volta à vida, fazendo-o esquecer dos traumas e tristezas. Segundo Fauja, isso lhe trouxe uma paz de espírito inabalável: “Quando me vi correndo, foi como conhecer o próprio Deus. Continuo correndo desde então”. Testes médicos feitos quando ele tinha 99 anos de idade, mostrou que clinicamente ele tinha a saúde de um homem de 40. O segredo? Humor. “A vida é um desperdício sem humor – o que preciso para viver é felicidade e alegria.”
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    No vídeo abaixo, o indiano fala aos jornalistas que não vai mais disputar maratonas, mas vai continuar treinando normalmente, correndo 16km diariamente:
    Depois de ver essas 5 fabulosas histórias, fica aqui encerrado qualquer argumento de que você está velho demais para fazer algo, ou que não tem disposição porque “já passou dos 30″. E que tenhamos um pouco dessa gana de viver e aprendamos o que essas pessoas mostraram pra gente.
    http://www.hypeness.com.br/2013/07/5-idosos-que-fazem-coisas-que-muitos-jovens-nao-chegam-perto-de-conseguir/

    ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

    Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...