segunda-feira, 21 de setembro de 2009

BARBIE E SUAS MEDIDAS PERFEITAS


NOVAMENTE UM ARTIGO SOBRE A OSESSÃO FEMININA NA BUSCA DE UM CORPO PERFEITO. ARTIGO PUBLICADO NO DIÁRIO DO NORDESTE - O PORTAL DO CEARÁ
Entre canções e versos da década de 60, Vinicius de Moraes já dizia: "que me desculpem as feias, mas beleza é fundamental". Hoje, passados quase 40 anos, a frase do poeta não perdeu a validade. Pelo contrário! Permanece atualíssima, já que o culto ao belo e a busca pela tão sonhada perfeição têm atraído um número crescente de adeptos.Ao mesmo tempo que seduz, a ditadura da beleza escraviza cada vez mais cedo. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), jovens entre 14 e 18 anos representam cerca de 13% dos pacientes submetidos a algum tipo de procedimento estético. A estatística, considerada elevada, é explicada por diversos fatores, desde a melhoria das condições hospitalares a qualificação dos médicos cirurgiões. "O êxito dos resultados, o aumento na quantidade de especialistas e diminuição nos custos da operação estimulam a procura", ressalta José Tarik, presidente da SBPC.Embora o médico esclareça que qualquer procedimento cirúrgico, por mais simples que seja, está sujeito a comprometer a saúde do paciente, os riscos são inferiores a 1%. "O número de óbitos decorrentes de correções estéticas é muito pequeno. São basicamente os relatados pela mídia", afirma.Idade fisiológicaO fator etário não é significativo para indicar a realização de um procedimento cirúrgico. De acordo com o Dr. Salustiano Pessoa, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (Regional Ceará), a segurança dos meios e o suporte à manutenção da vida permitem que técnicas cirúrgicas sejam realizadas logo após o nascimento. Outras só serão evidenciadas com o desenvolvimento do corpo ao longo da vida. "Uma jovem que, após a puberdade, apresenta uma mama pequena, gerando dificuldades no seu relacionamento sócio-afetivo, certamente procurará suprir ou corrigir a deformidade implantando uma prótese de silicone", relata.O presidente da SBCP informa que não há uma regra estabelecida quanto a idade mínima para a realização de uma cirurgia plástica. "Para uma operação no seio, por exemplo, o ideal é aguardar até o quarto ano após a primeira menstruação. Já as orelhas de abano podem ser corrigidas a partir dos 7 anos, quando a cartilagem já está desenvolvida", destaca.O importante, segundo o médico, não é a idade cronológica, mas a fisiológica. Existem crianças e adolescentes que podem apresentar alto risco cirúrgico, assim como há idosos extremamente saudáveis aptos para a cirurgia sem que haja qualquer iminência de perigo. "Independente da idade, o paciente só deve ser submetido a um procedimento cirúrgico se houver indicação médica", alerta Dr. Salustiano.No caso dos jovens, o procedimento é sugerido apenas quando o problema estético estiver interferindo na auto estima e não houver outra solução plausível. "Deve ficar claro que a principal motivação para um indivíduo realizar uma cirurgia plástica é achar que o aspecto físico não está condizente com seu estado fisiológico e mental", enfatiza. Após se decidir pela cirurgia, o paciente deve escolher o profissional de forma criteriosa e realizar todos os exames a fim de indicar suas reais condições clínicas.A procura por cirurgia plástica cresce em torno de 30% ao ano em todas as classes sociais, sexos e faixas etárias. Entre os jovens, a lipoaspiração (redução do volume de gordura corporal) e implante de próteses de silicone são os recursos mais utilizados na atualidade.A mama, em todas as épocas e civilizações, sempre foi um símbolo de feminilidade. Em quatro anos, o número se cirurgias estéticas de mama (aumento e/ou redução) ultrapassou o de lipoaspirações no Brasil, conforme pesquisa Datafolha. De um total de 629 mil procedimentos de médio e grande porte feitos em 2008, 151 mil foram de mama; 91 mil de lipoaspiração.Proporção e equilíbrioAumentar o busto sempre foi o sonho da produtora Natália Queiroz. Para deixar o corpo mais proporcional, a jovem apelou para o bisturi em janeiro de 2007, então com 20 anos. "Como trabalho com a minha imagem, resolvi colocar as próteses para equilibrar o visual. Agora, me sinto mais e confiante", diz.Apesar de não ter se arrependido, a jovem conta que se submeter a qualquer cirurgia plástica requer sacrifícios. "A fase mais difícil é mesmo a do pós-operatório, que é muito doloroso. Durante uma semana, fiquei sem conseguir levantar os braços. Incomodou bastante, porque só durmo de bruços", lembra Natália, que não pretende mais fazer este tipo de operação tão cedo. "O melhor é esperar amadurecer para evitar arrependimentos futuros".Atualmente, as próteses utilizadas em implantes mamários são fabricadas para permanecer dentro do corpo por longos períodos. De acordo com Salustiano Pessoa, a inclusão do silicone dispensa cuidados especiais. O importante mesmo, afirma "é a mulher fazer o auto exame mensal das mamas, o rastreamento ultrasônico anual e mamografia após os 35 anos ", frisa o médico.LipoaspiraçãoGordurinhas localizadas são queixas frequentes dos jovens, que, nem mesmo malhando durante horas conseguem se livrar. Quando o esforço físico não surte efeito, a solução para aqueles que querem, a qualquer preço, conquistar medidas perfeitas e se enquadrar no padrão de beleza proposto pela sociedade, é a lipoaspiração.A técnica se torna perigosa quando o médico não quantifica precisamente a retirada de gordura, água e sais minerais. "Uma lipoaspiração não deve ter repercussões funcionais para o paciente. Os eletrólitos removidos e a água são repostos transoperatoriamente. Quanto ao sangue, existem níveis de segurança que podem ser retirados, a exemplo dos doadores de sangue. O que é extremamente necessário é o controle transopera-tório para que as perdas obedeçam os níveis considerados aceitáveis".Segundo Salustiano Pessoa, o foco maior está nos culotes, seguido dos flancos e paredes abdominais. O risco está relacionado principalmente a fatores trombo-embólicos, que podem ser por tecido adiposo (gorduras) e/ou alterações na coagulação do sangue. Fatores de risco como o uso de anticoncepcionais, varizes, imobilidade prolongada e outros devem ser considerados. Além destes, um fator muito importante é o de quem realiza a intervenção. Perfurações abdominais e torácicas têm sido reportadas em mãos desqualificadas.Após encarar a cirurgia, muitos se enganam ao pensar que aquele "pneuzinho" não vai mais voltar. "O tecido adiposo retirado não se recupera mais, mas poderá haver novo acúmulo de gordura nas células remanescentes em outras áreas não aspiradas. Portanto, o que se obtém numa lipoaspiração pode não ser permanente. O paciente deve adotar cuidados com a alimentação e atividades físicas", conclui Dr. Salustiano Pessoa.NÚMEROSIdade mínima indicada para fazer cirurgia plástica:Correção da orelha de abano - 7 anosRedução ou aumento dos seios - 16 anosLipoaspiração - 17 anosNariz - 14 anosPrótese glútea - 15 anosNúmeros de cirurgias plásticas realizadas no Brasil:Total: 629 milEstéticas: 69%Reparadoras: 31%Mulheres: 88%Homens: 12%Procedimentos estéticos mais frequentes no Brasil:Pálpebras: 9%Nariz: 7%Mamas: 21%Redução de Mama: 12%Lipoaspiração: 20%Abdome: 15%CIRURGIAS13% é a porcentagem aproximada dos jovens - com idades entre 14 a 18 anos - submetidos a algum tipo de procedimento estético. O dado é da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)

DRUNKOREXIA É TEMA DE REUNIÃO DOS MÉDICOS



Médicos discutem "doença da novela" em São Paulo


www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Monica Giacomini
20-Set-2009
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Transtorno que envolve bebida alcoólica, drunkorexia chama atenção no Congresso Brasileiro de Nutrologia.
Substituir a alimentação por bebidas alcoólicas como faz Renata, personagem da atriz Bárbara Paz em "Viver a vida", nova novela da Globo, é mais comum do que se imagina. A "drunkorexia", ou anorexia alcoólica, como é chamado o transtorno de conduta alimentar, é um comportamento de risco cada vez mais frequente, principalmente entre as mulheres. O assunto foi destaque no XIII Congresso Brasileiro de Nutrologia, em São Paulo. O perigo pode começar como uma brincadeira, mas pode levar ao alcoolismo. "As mulheres trocam as calorias dos alimentos, pelas calorias da bebida alcoólica, sempre destiladas, pois as cervejas causam a indesejada barriguinha", conta a Dra. Maria Del Rosário, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). A especialista explica que não comer é uma espécie de compensação. As mulheres fazem um jejum forçado todos os dias a fim de compensar a bebida. A drunkorexia começou a ser estudada apenas recentemente. "Um dos maiores problemas constatados é que este comportamento é associado muitas vezes ao glamour dos artistas. É comum ver pessoas famosas em tratamento por causa do alcoolismo, e de certa forma isso incentiva algumas mulheres", ressalta a médica. Estudo realizado pelo Ministério da Saúde entre 2006 e 2008, em 27 cidades, pesquisou o consumo de álcool por mulheres de 18 a 44 anos. Foi observado que, quanto mais jovens as mulheres, mais elas se aproximam dos homens na quantidade de consumo de bebidas alcoólicas.De acordo com a Dra. Maria Del Rosario, 35% das pessoas que fazem dietas evoluem para dietas patológicas e 25% para transtornos alimentares compulsivos. As mulheres possuem cinco vezes mais chances de apresentar abuso de álcool ou consumo de drogas. A drunkorexia é um comportamento alimentar de alto risco, pois leva a graves transtornos, como anorexia ou bulimia nervosa e o alcoolismo. "Como não se trata de um problema isolado, é preciso que o tratamento seja feito em todas as áreas, analisando os fatores fisiológicos e psíquicos", alerta o Dr. Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da ABRAN. Congresso vai até sexta-feira, 18/9Comportamentos alimentares de risco estão entre os temas debatidos no XIII Congresso Brasileiro de Nutrologia, que acontece de 16 a 18 de setembro no centro de convenções do hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. Os congressistas participarão de palestras, painéis e debates sobre temas como obesidade, nutrologia pediátrica, longevidade, alimentos funcionais, climatério, diabetes, cirurgia bariátrica, síndrome metabólica, farmacoterapia prolongada, benefícios dos suplementos para atletas, base científica dos organismos geneticamente modificados, nutrigenômica, medicina estética e alergia alimentar, entre outros.Este ano, a ABRAN espera receber, entre brasileiros e estrangeiros, mais de 2 mil médicos nutrólogos e de outras especialidades (pediatras, geriatras, endocrinologistas e clínicos gerais), profissionais de saúde e estudantes, além de mais 180 conferencistas.

Documentário sobre o corpo das mulheres


AGRADEÇO A DICA DO BLOG: LIBERAL; LIBERTÁRIO E LIBERTINO



Recomendo também o documentário italiano O Corpo das Mulheres, recomendação da Débora:
O CORPO DAS MULHERES é o título do nosso documentário de 25 minutos sobre o uso do corpo da mulher na televisão. Partimos de uma urgência. A constatação que as mulheres, as mulheres reais, estejam desaparecendo da televisão e estejam sendo substituídas por uma representação grotesca, vulgar e humilhante. A perda nos pareceu enorme: o cancelamento da identidade das mulheres está acontecendo sob o olhar de todos, mas sem que haja uma resposta adequada, até mesmo pelas mulheres. A partir daqui, se abriu caminho para a idéia de selecionar as imagens da televisão, que tivessem em comum o uso manipulador do corpo das mulheres, para contar o que está acontecendo não só a quem nunca assiste a televisão, mas especialmente a quem a assiste mas “não vê”. O objetivo é nos perguntar e questionar as razões para esta supressão, um verdadeiro “massacre”, do qual somos todos espectadores silenciosos. Em particular, o trabalho colocou uma ênfase especial sobre o cancelamento dos rostos adultos da TV, o uso da cirurgia estética para apagar qualquer sinal da passagem do tempo e as consequências sociais desta remoção.
Veja o documentário on-line, com legendas em português:
O Corpo das Mulheres
ASSISTAM O VÍDEO E DEPOIS COMENTEM@@@@

domingo, 20 de setembro de 2009

A MENOR FECUNDIDADE DA HISTORIA



Uma notícia pelo menos curiosa, é que estamos dimuinuindo nosso indice de natalidade. Várias questões economicas, sociais e culturais interferem no tema. Mas vale pensar...

Eis o artigo publicado no Zero Hora...

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2658486.xml&template=3898.dwt&edition=13152&section=1003
A taxa de fecundidade do país atingiu em 2008 o menor nível da história, chegando a 1,89 filho por mulher, segundo a Pnad do IBGE. Em 2007, o índice era de 1,95 filho por mulher.O gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, mostrou dados que apontam que, em 1940, a taxa de fecundidade chegava a 6,16 filhos, passando para 4,35 filhos em 1980 e para 2,85 filhos em 1991. A pesquisa mostrou também que a média de moradores por domicílio manteve o comportamento de queda, passando de 3,4 em 2007 para 3,3 em 2008.Além da menor taxa de fecundidade da história, o Pnad ainda apontou outra situação inédita no país. No ano passado, pela primeira vez, mais da metade da população brasileira – 50,6% dos habitantes, ante 50% em 2007 – se declarou parda ou negra. Mas, com uma peculiaridade: na pesquisa, a participação das populações negra e branca no total de brasileiros recuou, enquanto a de mestiços e outros (que abrange amarelos e indígenas) cresceu.Em 2007, o número de negros tinha crescido em comparação com 2006, em movimento atribuído por especialistas às políticas de ações afirmativas, como reservas de vagas em universidades públicas para afrodescendentes.

E MAIS LIPO....


NADA MAIS JUSTO QUE UM SITE ESPECIALIZADO EM CIRURGIA PLÁSTICA PARA FALAR DO ASSUNTO.



A lipoaspiração é a cirurgia plástica mais realizada em todo o mundo, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de cirurgia plástica, perdendo apenas para os Estados Unidos. E a lipoaspiração é a técnica mais procurada: representa 40% de todas as intervenções estéticas.
Algumas pessoas optam por essa técnica para emagrecer, perder quilos, porém o cirurgião plástico Aristóteles Scipioni lembra que está não é a finalidade da cirurgia, mas sim aperfeiçoar os contornos estéticos. Além disso, a gordura retirada não pode ultrapassar 7% do peso total do paciente, normatização criada para garantir a segurança do paciente.
O grau de acumulo de gordura de vários elementos. Entre eles destacam-se os fatores genéticos e o tipo de alimentação. Os fatores genéticos são, sem dúvida, elementos importantes no desencadeamento de um depósito maior ou menor de gordura. Existem verdadeiras linhagens familiares que predispõem a estes depósitos. O tipo de alimentação também é um fator importante no desencadeamento de um acúmulo maior ou menor. Um mau hábito alimentar, sem dúvida pode desencadear a obesidade. É sabido que o exercício e as dietas têm condições de desencadear a queima de gordura e propiciar emagrecimento.
Existem, por outro lado, depósitos de gordura localizados em determinadas regiões do organismo, que por regimes alimentares ou exercícios, mesmo localizados, dificilmente são capazes de serem corrigidos. São eles: a região abdominal inferior, a medida que a pessoa avança na idade este depósito tende a ficar cada vez maior, formando uma saliência mais ou menos proeminente, a região dos quadris é outra zona que também pode ser sede de acúmulo localizado de gordura, formando os culotes.
Todo e qualquer tipo de intervenção cirúrgica deve ser avaliada juntamente com o médico, dúvidas devem ser esclarecidas e os riscos conhecidos, para que posteriormente a pessoa não seja surpreendida por situações.

É INCRÍVEL COMO CRESCE A PROCURA POR UMA ESTÉTICA PERFEITA. UMA INTERVENÇÃO CIRURGIA REQUER SEMPRE TRAUMAS NO FÍSICO, QUANDO NÃO NA CABEÇA,,, REPENSEM O ASSUNTO. ESTAMOS NO DIA DA VIRADA ESPORTIVA. DEVEMOS SER MAIS FELIZ ASSIM.

ESTA NOTICIA É MAIS COMUM DO QUE PARECE

SÃO PAULO - Uma mulher morreu após se submeter a uma lipoaspiração em uma clínica da zona leste, neste sábado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, Regiane Aparecida Bauer Lopes, de 27 anos, teve uma parada cardiorrespiratória. De acordo com uma prima dela, identificada apenas como Pamela, os médicos tentaram reanimar a paciente entre 10h45m e 11h30m. A lipoaspiração seria feita na região da barriga. Pamela disse que a clínica não possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Vigorexia. O mal estar do corpo sarado



SEI QUE JÁ FALEI SOBRE ESTE ASSUNTO, MAS NUNCA É DEMAIS COLOCA UMA NOTICIa encontrada no site agora esporte em 13/09 fonte: http://www.agoraesportes.com.br/html/noticia.asp?not=32318&sec=mais%C2%A0destaques


Vigorexia : Obsessão por malhar causa prejuízos
Silvia PachecoDB Online
O esporte sempre fez parte da vida do funcionário público Felipe Hermes de Lima, 31 anos. Começou criança a jogar futebol e a praticar natação. Aos 19 anos, contudo, teve início a insatisfação com o corpo. "Implicava com o espelho: meu corpo não estava como queria." Felipe queria ficar forte, impressionar amigos e conquistar garotas. Como todo jovem, resolveu entrar na academia e conseguiu definir os músculos. Mas o que deveria melhorar a saúde e autoestima se transformou em problema. O jovem ficou obcecado por ficar mais forte. "Quando olhava no espelho, me via fraco, magro. Malhava todo dia. Quando faltava, ficava ansioso e irritado. Parecia que estava perdendo força", conta.
O personal trainer Gilson Britto vivenciou na pele a overdose de treinamento. "Fiquei obcecado. Se parasse, ficava ansioso" Foto: Adauto Cruz/CB/D.A Press A história é bem comum entre pessoas que frequentam academias e o meio desportivo. Mas o que poucos desconfiam é que toda essa dependência de exercícios, conhecida como vigorexia - ou excesso de atividade física (overtraining, em inglês) -, está ligada a um conjunto de sintomas que podem estar relacionados com doençaspsiquiátricas. O problema é mais comum na adolescência, fase onde a insatisfação parece ser crônica. O transtorno é uma espécie de oposto da anorexia - quando as pessoas atingidas se olham no espelho e, por mais magras que possam estar, sentem-se sempre gordas. Segundo Antonio Leandro Nascimento, consultor da Associação Brasileira de Psiquiatria, os padrões de beleza implantados na sociedade, no qual homens e mulheres devem possuir corpos perfeitos, e a busca pelo resultado rápido e cada vez melhor entre os atletas podem ser as causas principais da vigorexia. "Há uma insatisfação pessoal com o corpo que leva as pessoas a fazerem exercícios em demasia na busca pela perfeição, que nunca chega. No entanto, isso não é comprovado cientificamente." Os principais sintomas de um vigoréxico podem ser confundidos com excesso de vaidade. "O mais comum é tanto a pessoa quanto a própria família não se dar conta de que determinadas atitudes indicam uma doença", alerta Nascimento. Gastar muito tempo com exercícios, quererresultados rápidos, olhar-se no espelho frequentemente, comparar-se a outros colegas e ficar deprimido por isso são pistas de que há necessidade de orientação psicológica, às vezes somada à administração de remédios. "A vigorexia pode ser uma modalidade do transtorno obsessivo-compulsivo ou da personalidade obsessiva-compulsiva", assinala Rafael Boechat, psiquiatra e pesquisador em neurociência e comportamento da Universidade de Brasília (UnB). A vigorexia acaba derivando em um quadro obsessivo-compulsivo, de tal forma que essas pessoas se sentem fracassadas, abandonam suas atividades e se isolam em academias dia e noite. Esse isolamento pode acarretar outros problemas psíquicos, como a depressão. Boechat ressalta que a vigorexia não é classificada como doença pelos psiquiatras, mas sim como um quadro clínico ou um conjunto de sintomas, relacionados com um transtorno base. "É preciso estar atento para notar se há um comportamento doentio, senão tudo vira doença psiquiátrica", diz.

MALHAR É BOM. MAS NÃO PRECISAMOS RETALHAR O CORPO ....

sábado, 12 de setembro de 2009


Continuando nosso clipping de noticias corporais, ai vai um material do site Diario de Pernambuco, sobre mais uma das nouroses da conteporaneidade. Corpo musculoso, sarado... Mas será saudável?

Quando malhar demais vira um problema
SAÚDE // Pessoas que querem o corpo cada vez mais musculoso podem estar sofrendo de vigorexia, transtorno que pode exigir apoio psiquiátrico Silvia Pacheco
brasil.pe@diariosassociados.com.br
Brasília -

O esporte sempre fez parte da vida do funcionário público Felipe Hermes de Lima, 31 anos. Começou criança a jogar futebol e a praticar natação. Aos 19 anos, contudo, começou a insatisfação com o corpo. "Implicava com o espelho: meu corpo não estava como queria.
O professor Gilson ficou obcecado por corridas: "Se deixasse de treinar um dia, ficava agressivo e ansioso". Foto: Adauto Cruz/CB/D.A Press" Felipe queria ficar forte, impressionar amigos e conquistar garotas. Como todo jovem, resolveu entrar na academia e conseguiu definir os músculos. Porém, o que deveria melhorar sua saúde e autoestima se transformou em problema. O jovem ficou obcecado por ficar mais forte. "Quando olhava no espelho, me via fraco, magro. Malhava todo dia. Quando faltava, ficava ansioso e irritado. Parecia que estava perdendo força", conta. Essa história é bem comum entre pessoas que frequentam academias e o meio desportivo. Porém, o que poucos desconfiam é que toda essa dependência de exercícios, conhecida como vigorexia - ou excesso de atividade física (overtraining, em inglês) -, está ligada a um conjuntode sintomas que podem estar relacionados com doenças psiquiátricas. O problema é mais comum na adolescência, fase onde a insatisfação parece ser crônica. O transtorno é uma espécie de oposto da anorexia - quando as pessoas atingidas se olham no espelho e, por mais magras que possam estar, sentem-se sempre gordas. Segundo Antonio Leandro Nascimento, consultor da Associação Brasileira de Psiquiatria, os padrões de beleza implantados na sociedade, pelas quais homens e mulheres devem ter corpos perfeitos, e a busca pelo resultado rápido podem ser as causas principais da vigorexia. "Há insatisfação pessoal com o corpo que leva as pessoas a fazerem exercícios demais na busca pela perfeição, que nunca chega, mas isso não é comprovado cientificamente". Os sintomas de um vigoréxico podem ser confundidos com excesso de vaidade. "O mais comum é a pessoa e a família não se dar conta de que determinadas atitudes indicam uma doença", alerta. Gastar muito tempo com exercícios, querer resultados rápidos, olhar-se no espelho frequentemente, comparar-se a outros colegas e ficar deprimido por isso são pistas de que há necessidade de orientação psicológica, às vezes somada à administração de remédios. "A vigorexia pode ser uma modalidade do transtorno obsessivo-compulsivo ou da personalidade obsessiva-compulsiva", assinala Rafael Boechat, psiquiatra e pesquisador em neurociência e comportamento da Universidade de Brasília (UnB). A vigorexia acaba derivando em um quadro obsessivo-compulsivo. Essas pessoas se sentem fracassadas, abandonam suas atividades e se isolam em academias. Isso pode acarretar outros problemas psíquicos, como a depressão. Boechat ressalta que a vigorexia não é classificada como doença pelos psiquiatras, mas como quadro clínico ou conjunto de sintomas, relacionados com um transtorno base. "É preciso notar se há um comportamento doentio, senão tudo vira doença psiquiátrica". Segundo o especialista em treinamento desportivo e membro do Centro de Estudo de Medicina da Atividade Física da Universidade Federal deSão Paulo (Unifesp), Leandro Carvalho, o organismo pode sofrer lesões musculares, de tendões e até fraturas. "O aumento da massa muscular depende do princípio biológico individual e que quando a pessoa atinge esse limite não há como crescer mais, então acontecem as lesões", diz. Os vigoréxicos também têm preocupação exagerada com a alimentação, sempre evitando gorduras e ingerindo proteínas excessivamente. A falta de outros nutrientes deixa a pessoa com baixa imunidade e constantemente é acometida por doenças infecciosas.Sintomas:- Exagero na intensidade e número de horas dos exercícios, deixar a vida social para fazer atividades físicas, não respeitar os limites do corpo, querer resultados rápidos como se fosse uma obsessão, comparar-se a outros colegas e ficar deprimido por isso e mostrar-se ansioso e agressivo quando não faz exercícios físicosConsequências: - Dores musculares, rompimento da muscultarura, tendinites, irritabilidade, menor desempenho sexual, insônia, depressão, prejuízo na vida social, queda significativa de resistência imunológica, cansaço constante e dificuldade de concentração Tratamento:- Combinação de medicação e psicoterapia - fundamental, deve ser, preferencialmente, comportamental e cognitiva. O objetivo é modificar a conduta da pessoa, recuperando sua autoestima e superando o medo do fracasso social

Aqui fica o alerta.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

MAIS UM EXEMPLO DE NÃO AO CORPO DA MODA


NÃO AO PADRÃO DE CORPO

Beth Ditto adora defender e expor suas volumosas curvas.

Virou ícone de estilo nos EUA

Barriguinha à vista


Barriga sim, e daí?
A foto de uma modelo americana reforça um novo padrão de beleza que exibe as mulheres como elas são, e não como impõe a ditadura da moda
MArtha Mendonça

PANCINHA Recorte da página 194 da revista Glamour, com a modelo Lizzy Miller. Espanto diante do normal
Até a página 193 da edição de setembro da revista americana Glamour tudo estava normal: reportagens de beleza, moda, celebridades. Ao virar para a página 194, a leitora deu de cara com a modelo Lizzi Miller, de 20 anos, ilustrando uma matéria sobre autoimagem. Clicada de lado, ela aparece linda, loura, sorridente, seminua, os braços escondendo naturalmente os seios – mas não a barriga. E, de fato, havia uma barriga. Proeminente, mole, levemente caída. Alguma coisa estava fora da ordem. No mesmo dia, a revista recebeu dezenas de milhares de e-mails comentando o fato. As leitoras estavam surpresas. A maioria, feliz. “Estou sem fôlego de alegria… Amo a mulher na página 194!”, dizia uma das mensagens. “É essa a aparência de minha barriga após dar à luz meus dois filhos!”, escreveu outra. A fotografia virou notícia na internet, alvo de reportagens de outras revistas, como a Newsweek, e a modelo passou a ser conhecida como “a mulher da página 194”.
Editora-chefe da Glamour, Cindi Leive se surpreendeu com a repercussão. “A foto não era de uma supermodelo. Era de uma mulher sentada de lingerie com um sorriso no rosto e uma barriga que parece… espere… normal”, disse a jornalista no blog da publicação. Normal para as mulheres comuns. Mas não para as modelos de revistas, maquiadas e lapidadas pelos retoques digitais. O alvoroço em torno da barriga de Lizzi suscitou um debate: que tipo de beleza as mulheres querem ver nas revistas? Dono da agência 40 Graus, que lançou modelos como Paulo Zulu e Daniela Sarahyba, Sergio Mattos acha que uma revista feminina é lugar para mulheres de corpo perfeito. “Sou contra a magreza extrema, mas a boa forma é necessária. As leitoras estão comprando um ideal”, diz. Já para a antropóloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro Mirian Goldenberg, autora de O corpo como capital, “ninguém aguenta mais ver só um tipo de mulher nas revistas”. Ela acredita que haja uma demanda pela diversidade. “Mais que estética, é uma demanda política pela fuga ao padrão. Por isso, não me espanta a discussão em torno dessa barriga”, afirma.
A aprovação das leitoras à foto da mulher da página 194 é mais um exemplo dos movimentos de libertação da imagem feminina. Está ligada, por exemplo, ao movimento internacional contra o abuso da maquiagem e do uso do Photoshop, liderado por um dos mais importantes profissionais do mundo da moda, o fotógrafo alemão Peter Lindbergh. Em maio, ele fez uma série de capas para a revista Elle francesa, com atrizes e modelos de cara lavada, o que fez com que outras publicações aderissem à ideia. No mês passado, ÉPOCA publicou o mesmo tipo de ensaio com modelos como Isabeli Fontana, Raica Oliveira e Raquel Zimmermann. Foi uma das mais comentadas – e elogiadas – matérias da revista neste ano. Os cabelos também estão no alvo. O livro Meus cabelos estão ficando brancos, da americana Anne Kreamer, faz sucesso entre as mulheres que não querem mais ficar prisioneiras das tinturas e, ainda assim, continuar belas e desejadas.
É muitas vezes de forma chocante que o padrão se rompe. Bem mais polêmica que a “quase-normal” Lizzi Miller, a cantora e estilista Beth Ditto virou ícone de moda e atitude nos Estados Unidos. Vocalista do grupo The Gossip, já posou nua na capa de duas revistas. Uma delas a elegeu a pessoa mais cool do planeta. Beth faz striptease em seus shows e já declarou que gosta de ser chamada de feia e gorda. Polêmica parecida aconteceu com a cantora Preta Gil, cujo primeiro CD, em 2004, trazia sua foto nua. Na época, afirmou: “Já tive um filho, quilos a mais, estrias e celulite. Fiz lipo, tomei remédio, fui parar no hospital por ficar sem comer. Hoje acho meu corpo bonito, sensual”. Para Mirian Goldenberg, esses casos mostram que o antigo slogan feminista “meu corpo me pertence” – ligado à questão da sexualidade – está ganhando uma nova conotação. “É como se a mulher dissesse: meu corpo é esse e pronto. A mulher nua passa de objeto sexual a sujeito político”, diz a antropóloga.
No centro dessas questões está a autoestima feminina, mutilada pelas exigências de medidas e regras. Mas até que ponto são as modelos das revistas que motivam a insatisfação das mulheres com seu corpo? A psicóloga Joana de Vilhena Novaes, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-Rio, diz que o defeito apresentado pela modelo cultuada por sua beleza abre espaço para a mulher comum repensar sua própria imagem. O caso mais recente é o da atriz Juliana Paes, que apresentou celulites no bumbum e nas coxas, ao ser clicada num dia de sol na praia. A fotografia rapidamente encabeçou a lista das notícias mais lidas de sites e blogs. A audiência, dividida entre o escárnio e a defesa da beldade, pendeu bastante para o segundo time. “A hora, definitivamente, é das mulheres possíveis”, diz a psicóloga.
Três frentes contra a ditadura da beleza
VALE REPETIR A NOTICIA

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

cRIANÇAS TAMBÉM SOFREM COM O CORPO PERFEITO

NÃO FALTAVA MAIS NADA... EIS A NOTÍCIA QUE ENCONTREI HOJE NO SIE: GAZETAWEB.COM
"Muitas crianças de 10 e 11 anos já sentem a pressão para ter um corpo perfeito, segundo pesquisa publicada na Revista BMC Public-Health. Em estudo com mais de 4,2 mil crianças canadenses, os pesquisadores da Universidade de Alberta descobriram uma associação direta entre a satisfação com o corpo e o peso.
Entre as meninas, os especialistas notaram uma resposta linear, indicando que elas se sentiam mais felizes quanto mais magras fossem. W, para os garotos, a insatisfação ocorria quando se achavam magros demais ou gordinhos. Os resultados da pesquisa, surpreendentemente, também mostraram que as meninas que residiam em áreas rurais eram mais propensas a reportar a insatisfação com o corpo.
ENFIM NÃO HÁ MUITOS DADOS MAS O SINTOMA EXISTE.... ATÉ O BOLINHA EMAGRECEU!!!! PODE???
CUIDADO. AGUARDO SEUS COMENTÁRIOS

domingo, 6 de setembro de 2009

MISS CIRURGIA PLÁSTICA???


VALE A PENA IR ATRÁS DESSA NOTICIA E SABER QUANTAS CIRURGIAS PLÁSTICAS PRECISAMOS PARA FICARMOS BONITAS?

Sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Quem vai levar o Miss Cirurgia Plástica?

Um concurso de beleza um pouco diferente está sendo realizado na Hungria. Lá, o que importa não é ser "natural", pelo contrário: para concorrer, a candidata precisa ter realizado cirurgia plástica.
A disputa do "Miss Cirurgia Plástica" está aberta para mulheres entre 18 e 30 anos que tenham sido submetidas a pelo menos um procedimento estético com anestesia (local ou geral). O objetivo é mudar a cultura sobre as intervenções e mostrar os avanços nas técnicas de plástica no país.
Segundo o "
Plastic Surgery Channel", mais de 100 candidatas já se inscreveram. A vencedora vai levar um apartamento - e um carro para a vice.
Bem que o concurso podia dar um botox, ou silicone.


NAVEGANDO PELA INTERNET ENCONTREI ESTA NOTÍCIA. AFINAL BEBIDA ENGORDA OU NÃO? É CALÓRICA OU NÃO? FONTE SITE jORNAL EXTRA - rj


Enviado por Mariana Muller -
5.9.2009
15h40m

O eterno dilema da cerveja
Médico francês diz que a bebida não engorda. Nutricionistas discordam

Nos homens, algumas mulheres até acham charmoso. Mas, entre elas, não há perdão: a tal “barriguinha de chope” acaba com qualquer silhueta. Para evitá-la, muitas abrem mão da cervejinha com as amigas, o que, para o médico francês Gérard Mégret, é um sacrifício em vão. Autor do livro “Fausses idees et vraies questions sur votre santé” (Falsas ideias e questões verdadeiras sobre a sua saúde, da Solar Editora), ele garante que a cerveja não engorda e quem a consome com moderação, ou seja, dois copos ao dia, tende a beliscar menos entre as refeições e sente menos necessidade de ingerir doces. Para reforçar sua tese, ele cita o fato de os japoneses consumirem mais a bebida do que os alemães, e serem, em sua maioria, mais magros.
Mas, para especialistas brasileiros, esse conceito pode estar equivocado. O nutricionista Hélio Ventura condena esse tipo de argumento:
— Quando ingerimos álcool, seja cerveja ou outra bebida, temos uma baixa de glicemia que resulta em uma “fome” ainda maior.
Nutricionista da Clínica Dicorp, Cristiane Novatto concorda e acrescenta que bebidas como a cerveja atraem os petiscos. Segundo ela, o peso dos goles a mais pode ser indigesto na hora de contabilizar as calorias.
— O consumo excessivo do líquido junto com outros alimentos proporciona uma dilatação do estômago, que passa a exigir cada vez mais um volume maior de alimentos. O excesso de peso adquirido, principalmente nos homens, tende a se concentrar na região da cintura e do abdômen. É bom lembrar que tomar uma cervejinha em um dia da semana não vai causar estragos no corpo de ninguém, mas muitos copos, sim — alerta Cristiane.
Um copo de 300 ml de cerveja possui, em média, 110 calorias. Mas, quando associado a outras guloseimas, a ingestão de calorias pode triplicar. Para a nutricionista do Hospital Balbino Tereza Labanca, a cerveja tem um teor alcoólico baixo, 6% de álcool em média, mas o problema é que acaba sendo apreciada em grande quantidade:
— Como os efeitos do álcool demoram a aparece, a pessoa continua ingerindo. A bebida não é muito calórica, uma latinha tem em média 130 calorias, o que equivale a uma barra de cereal. Porém, nunca vem só.

sábado, 5 de setembro de 2009

QUE ALÍVIO A SOCIEDADE SENTIU AO VER UMA BARRIGUINHA...


NAVEGANDO SOBRE O TEMA DA BARRIGUINHA, ACHEI ESTA NOTÍCIA NO SITER DO ZERO HORA. E VALE A PENA REGISTRÁ-LA NA INTEGRA


Maioria dos internautas relata alívio com imagem de modelo com barriga saliente em revista
abordou as reações que a foto de Lizzie Miller provocam

A coluna desta quarta-feira da escritora
Martha Medeiros provocou mobilização entre os leitores de Zerohora.com. Foram 159 comentários só até as 12h38min. Mais de cem manifestaram alívio por ver a fotografia de uma mulher com barriga mais saliente que a maioria das modelos nas páginas de uma revista feminina ou destacaram a beleza da modelo Lizzie Miller. O texto de Martha aborda as reações que a barriga de Lizzie, aparente em uma reportagem sobre autoimagem da revista Glamour, provocam. Para a escritora, a imagem da modelo serve como uma "espécie de alforria". — Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume — defende Martha. — Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Os leitores do blog da escritora na internet foram convidados a opinar se a barriga de Lizzie lhes provocava uma sensação de alívio ou repulsa. Janaina Policarpo, de São Leopoldo, disse concordar com a escritora. Ela defendeu o fim da hipocrisia nas representações de mulheres nas publicações. — Todas nós temos defeitos, celulites, estrias e a maldita barriguinha. Pelo menos esta modelo que posou para a foto é autêntica! Luís Abrianos, de São José, Santa Catarina, também se posicionou contra os retoques feitos por revistas para corrigir imperfeições nos corpos femininos. — Até que enfim uma foto real, uma mulher bonita sem Photoshop. O leitor Amauri Castro, de Porto Alegre, defendeu o fim dos padrões pregados pela moda para medir a beleza das mulheres. — Me chamou a atenção a mulher bonita e atraente que ali aparece, não me preocupando em nada a barriga. Mas houve quem discordasse da opinião expressa por Martha na coluna. Paulo Cezar Dias Hohmann, de Rio Grande, acredita que a barriga, assim como dentes e cabelos mal cuidados, pode ser um sinal de relaxamento com a saúde. — Ela só tem 20 anos, imaginem quando tiver 40. Aldo Adriano, de Concordia, Santa Catarina, também acredita que a barriga pode demonstrar que a modelo está fora do peso adequado para a sua estrutura corporal. — Não há necessidade de as pessoas terem corpo escultural, mas devem se manter dentro do peso ideal, aí esta barriga nao aparece... Já Marcos Caetano, que se identificou como professor de Educação Física, considera a publicação da imagem de Lizzie um exemplo de como as pessoas podem ser bonitas, mesmo com imperfeições. Caetano disse observar em alunos a instisfação com o corpo por conta de um ideal de beleza associado à magreza excessiva. — Observo até mesmo em alunos(as) um sofrimento muito grande em busca desse ideal, uma insafisfação permanente. A modelo Lizzie transmite segurança, satisfação, sensualidade e é isso que faz bem a quem observa e principalmente a quem vive e sente essa liberdade.

TRANSCREVO NA INTEGRA NOTICIA PUBLICADA NO PORTAL G1 - SOBRE AVALIAÇÃO DO BOTOX CHINES... TIRE SUAS CONCLUSÕES E CONSULTE SEY MÉDICO ANTES DE UMA APLICAÇÃO.

FONTE:


03/09/09 - 08h00 - Atualizado em 03/09/09 - 15h08
Médicos da rede pública do Rio evitam ‘botox’ chinês
Especialistas dizem que falta base científica para avaliar o produto. Governo do estado garante aprovação da Anvisa e defende baixo custo.
Aluizio Freire Do G1, no Rio

A versão de um ‘botox’ (toxina botulínica) produzido na China, chamado Prosigne, adquirido pela Secretaria estadual de Saúde, está provocando polêmica entre médicos de hospitais públicos do Rio.Eles põem em dúvida a qualidade do produto e restringiram seu uso para algumas cirurgias. O governo do estado afirma que encomendou o similar chinês devido ao custo mais baixo do que o do original produzido nos Estados Unidos e na França. O produto chinês tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O valor médio das versões fabricadas em países como França (Dysport) e Estados Unidos (Botox) é de R$ 1 mil o frasco. A Secretaria estadual de Saúde pagou R$ 408 pelo produto da China. O ‘botox’ é usado em cirurgia plástica estética e reparadora, mas também em tratamentos para recuperar movimentos de pacientes com doenças neurológicas. Os médicos da rede pública que evitam aplicar o produto chinês em seus pacientes alegam desconhecer sua eficácia. A restrição é feita, principalmente, em tratamentos de paralisia cerebral. “Não existe tempo de uso suficiente que comprove a eficácia desse produto e nem mesmo literatura que respalde a qualidade para esses fins. Estamos temerosos, sim. Se houver algum problema com o paciente, a responsabilidade é do médico”, afirma a médica Denise Xerez, chefe do Serviço de Medicina Física e Reabilitação do Hospital do Fundão, onde 170 pacientes aguardam tratamento.
Tradução da bula foi contestada
Em nome da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação, médicos chegaram a contestar a tradução da bula do produto Prosigne, que não seria fiel à indicação feita em mandarim pelo fabricante. De acordo com a bula original, há restrições para o uso do medicamento.

A neurologista Denise Xerez afirma ainda que a tradução da bula revelou uma alteração da recomendação original, que restringia sua aplicação para menores de 12 anos portadores de doenças cerebrais como a paralisia cerebral.Os especialistas da área pediram uma audiência com o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, no início de 2008, antes da aquisição de um segundo lote da toxina chinesa, mas não teriam sido atendidos.

Pode ser briga comercial, especula cirurgião
O cirurgião Allan Bernacchi acredita que a restrição no meio pode ter sido provocada por uma disputa de mercado. “Se foi liberado pela agência reguladora, temos que acreditar na qualidade desse produto. Não tenho preconceito. O que pode haver é que um paciente tenha uma tolerância maior a um tipo de medicamento do que outro”, afirma. Com a entrada do produto chinês no mercado brasileiro, três laboratórios passaram a disputar as vendas da toxina botulínica : o americano Allergan, dono da marca Botox; o laboratório Galderma com o Dysport (fabricado pelo laboratório francês Beaufour Ipsen); e o laboratório Cristália, que comercializa o Prosigne, produzido pelo laboratório chinês Lan Zhou. Este último foi aprovado pela Anvisa em 2003.
A posição da Secretaria
Em nota, a Secretaria estadual de Saúde esclarece que o Prosigne tem autorização para uso da Anvisa. Segundo a superintendente de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, Ana Márcia Messeder "o produto foi adquirido por meio de licitação, por R$ 408 o frasco - o menor preço apresentado pelos fabricantes no pregão, como determina a legislação". A superintendente ressalta ainda que o prazo de validade vai até abril de 2010.
O que diz a Anvisa
Também por meio de nota, a Anvisa esclarece que não há qualquer irregularidade na comercialização do produto Prosigne. Leia abaixo a íntegra da nota:

"A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclarece que não há qualquer irregularidade no registro concedido por esta Agência para comercialização do produto denominado Prosigne, à base de Toxina Botulímica Tipo A, comercializado pelo Laboratório Cristália e produzido pelo Lanzhou Institute of Biological Products da China.

A avaliação da documentação apresentada pela empresa, quando da solicitação de registro do produto, seguiu todas as exigências previstas para concessão de registro de produtos biológicos.Todas as indicações terapêuticas aprovadas para o produto estão respaldadas por estudos clínicos apresentados pela empresa no momento da solicitação do registro do mesmo.
Para o referido produto estão aprovadas as seguintes indicações terapêuticas: blefarospasmo, espasmo hemifacial em adultos e alguns tipos de estrabismo, especialmente para estrabismo agudo paralítico e estrabismo concomitante, (estrabismo causado por miopatia endócrina e estrabismo que não pode ser corrigido por cirurgia em pacientes com 12 anos ou mais)".

UMA BARRIGUINHA NA MODELO CAUSA POLÊMICA NOS EUA


SIMPLESMENTE UMA BARRIGUINHA CAUSOU ESTRANHEZA E MUITOS COMENTÁRIOS NA MIDIA AMERICANA...

FONTE: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/09/02/ult4738u27536.jhtm02/09/2009 - 14h32
Foto de modelo com "pneuzinhos" gera elogios nos EUA


A publicação na revista americana "Glamour" da foto de uma modelo com uma barriguinha mais pronunciada provocou uma avalanche de comentários de felicitações.

A foto, que ilustra um artigo sobre a importância se se sentir bem com o próprio corpo, mostra Lizzi Miller, uma modelo de 20 anos, loura e sorridente, com 1,80 m e 79 kg, sentada nua, numa pose que evidencia as gordurinhas de sua barriga em um corpo escultural.A redação recebeu mais de mil comentários logo depois de publicada a edição de setembro, que celebra os 70 anos da revista da editora Conde Nast, especializada em moda e celebridades."Que maravilha! Sempre busco 'mulheres reais' nas revistas femininas", escreve uma leitora. "Esta foto me deu vontade de gritar de alegria"."Fantástico", "real", "radiante", "a imagem da felicidade" são alguns dos outros comentários. "Nunca tivemos tantas reações positivas", comentou em seu blog a editora da "Glamour", Cindi Leive."Sabia que as leitoras iam gostar, mas fiquei surpresa com a quantidade de reações. Espero que seja o princípio de uma revolução", acrescentou.Lizzi Miller já foi convidada para participar de programas de televisão e mais de 2.000 pessoas consultaram seu nome em sites de busca na internet.A jovem conta que era gorda quando adolescente e afirma ter perdido 30 kg. "Comecei a gostar do meu corpo quando vi famosas cheinhas", explica.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

AS FAMOSAS TAMBÉM SOFREM COM A ANOREXIA



Victoria Beckham lança no Reino Unido a colecção de vestidosVictoria Beckham lançou a sua segunda colecção como estilista, apostando nos vestidos justos e nos saltos altos, que já começam a ser a sua marca registada. A mulher de David Beckham fez uma aparição discreta, de costas para a câmara.
A primeira colecção da ex-Spice Girl, vendida na tradicional loja Bergdorf Goodman, esgotou em apenas alguns dias e a nova linha deve seguir pelo mesmo caminho, apesar de os preços serem para uma classe alta da população. A peça mais barata é vendida por mais de mil euros.
Recentemente, a empresária voltou a ser fotografada numa posa chocante, ao exibir uma magreza exagerada, quando chegou à gravação de «American Idol», em Denver, nos EUA. A imagem reaviva os rumores de que a mulher do futebolista sofre de anorexia.
Victoria, que está a substituir Paula Abdul no programa de talentos, que recusou um aumento de 30% no salário para continuar no reality show, já admitiu, em diversas entrevistas, que é «obcecada» pela sua magreza e já sofreu vários distúrbios alimentares.
Copyright Diário Digital 1999/2009 http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=181&id_news=407597

terça-feira, 1 de setembro de 2009


MAIS UMA NOTICIA SOBRE OS NÚMEROS DA CIRURGIA PLÁSTICA... ENCONTRADA NO PORTAL DA MODA


O aumento da expectativa de vida ativa e a exigência das empresas em contratar jovens têm feito com que as clínicas de cirurgia plástica recebam cada vez mais homens e mulheres que precisam manter uma aparência jovem para se manter no mercado de trabalho.Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, os números crescem em progressão geométrica. Hoje, são feitos nada menos que meio milhão de procedimentos rejuvenescedores por ano no Brasil.O dr. Alexandre Barbosa, da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo, uma das mais conceituadas do setor, confirma a tendência. “Se antes eram as mulheres de meia idade que procuravam o consultório com objetivos puramente estéticos, hoje, tanto mulheres quanto homens aparecem buscando na aparência jovem um instrumento para se manter e crescer no mercado de trabalho.”Outra conseqüência desse movimento é o aumento do número de homens que fazem cirurgia plástica. O Dr. Alexandre também comprova a tendência. Nos últimos 13 anos, triplicou o número de homens que recorrem a seus serviços. Segundo o dr. Alexandre, em 1994, de cada dez cirurgias realizadas, nove eram em mulheres, e apenas uma em homem. Hoje, de cada dez, três são feitas em pessoas do sexo masculino.Essa estatística é confirmada por Raul Kury, porta-voz da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entidade que reúne os principais especialistas da área. Segundo ele, a tendência vem desde 2004, quando os homens já haviam alcançado a proporção atual. Foram realizadas 616.287 cirurgias, 31% em homens, ou seja, 191.060 procedimentos. A média de cirurgias, por ano, já alcança meio milhão.Serviço:Clínica de Cirurgia Plástica de São PauloTel: (11) 3887 0100


Sobre o Dr. Alexandre Barbosa:Dr. Alexandre Barbosa formou-se em Medicina pela PUC Campinas, em 1991. Fez residência em cirurgia geral e plástica no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, e tornou-se especialista em cirurgia plástica em 1996. Atualmente, é sócio-proprietário da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo.

ENCONTREI O MANIFESTO DAS GORDINHAS... E VALE REGISTRAR


1. Nós queremos cantar o amor às boas refeições, o hábito às lanchonetes e às pizzarias.
2. Os elementos essenciais de nossa beleza serão as gorduras localizadas, as estrias e a própria celulite.
3. Tendo a mídia até aqui enaltecido a magreza mórbida, as faces chupadas e as ancas esqueléticas, nós queremos exaltar as formas arrendondadas, as bochechas sensualmente rosadas, os antebraços que vibram como gelatina, os pneuzinhos sob a camisola suave, a gastronomia, a vida.
4. Nós declaramos que o esplendor do mundo se enriqueceu com uma beleza nova: a beleza das gordinhas. A Gisele Bünchen é um amor de pessoa. Pena que seja magrela e sem bunda. As gordinhas também sentem e despertam tesão. O prazer não vem da forma, mas do desempenho.
5. Solidariedade é a nossa palavra de ordem. Solidariedade aos homens gordos ou simplesmente barrigudos. Aos carecas. Aos baixinhos. A todos, enfim, que não se enquadram nos padrões globais de beleza e consumo.
6. Propomos que todos os que comercializam a felicidade através das dietas milagrosas sejam queimados em praça pública.
7. Não há mais beleza senão na gordura. Nada de obra-prima sem um caráter adiposo. A consciência da mulher madura deve ser um assalto violento contra a silhueta padronizada e sua consequente histeria consumista.
8. Por que não prestar atenção nas verdadeiras delícias da vida? Um domingo no parque, um abraço apertado, um poema do Drummond? O bisturi é perigoso. As academias, tediosas. E as dietas, especialmente as milagrosas, uma calamidade.
9. Nós queremos glorificar a gordura – única verdade do mundo. Nossos maridos sabem o que pegam. O silicone e a lipoaspiração são as grandes falácias do nosso tempo.
10. Nós queremos demolir as academias e os institutos enganadores. Direcionamos nosso mais profundo desprezo aos tele-programas femininos que num bloco apresentam a dieta da semana e no outro a dica culinária e sempre gordurosa de algum cozinheiro inescrupuloso.
11. Livros, revistas, televisão, clínicas, simpatias, bruxedos e muito mais prometem o emagrecimento mágico e redentor. Ao inferno com tudo isso. No nosso dinheiro eles não metem mais a pata.
12. Fica claramente declarado que, a partir de hoje, a mulher que pedir desculpas por estar acima do peso estabelecido e padronizado pelo mercado da felicidade frustrada será considerada boba, panaca, otária etc.
13. E temos dito!

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...