segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

5 filmes com gordas em papéis de destaque para você assistir e se sentir representada!

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Tá de bobeira nesse final de ano e quer passar o tempo assistindo coisas legaisNem sempre é fácil encontrar histórias que tragam identificação e passem uma mensagem interessante, por isso, elegemos 5 filmes com mulheres gordas e maravilhosas no elenco. E  o melhor? As personagens tem questões que vão muito além do peso e te fazem sair um pouco da rotina por algumas horas. Confere só!

 1) “As férias da minha vida”

Essa comédia romântica leve e divertida dos anos 2000 conta a história de uma vendedora negra e gorda, interpretada por Queen Latifah. Logo no início, a protagonista descobre que tem uma doença grave e, então, resolve que é o momento de finalmente viver a sua vida. Em uma viagem para a Europa planejada de última hora, ela vive muitas aventuras e resolve gastar todo o dinheiro que guardou da melhor forma possível.

2) “Garotas formosas”


A protagonista desse filme é uma mulher negra e gorda que passa por situações engraçadas e trágicas e, na história, isso é retratado de uma maneira divertida e super real. Com o sonho de trabalhar com moda, a vendedora Jazmin Biltmore e a sua melhor amiga resolvem deixar os preconceitos do mercado fashion de lado e abrir sua própria marca de roupas, abandonando a ideia de um corpo padrão e investindo em peças plus size.

3) “Como ser solteira”

Essa divertida comédia romântica se passa em Nova York e conta com uma personagem gorda e cheia de atitude interpretada por Rebel Wilson no papel de Robin. Quando sua melhor amiga, Alice, vivida por Dakota Johnson, termina um relacionamento, conta com a ajuda de Robin – uma solteira convicta e que sabe como ninguém se divertir – para se acostumar com sua nova rotina.

4) “Armadas e perigosas”

Nesse longa Sandra Bullock e Melissa McCarthy vivem uma agente do FBI e uma policial bem rebelde, respectivamente. As duas, que não poderiam ter personalidades mais incompatíveis, acabam trabalhando juntas na busca por um perigoso traficante de drogas e descobrem que podem ter muito  em comum. E nem preciso dizer que a Melissa é engraçada demais e garante boas risadas durante toda a história, né?


5)

“Gostosas, Lindas e Sexies”

Esse filme brasileiro tem 4 protagonistas gordas, interpretadas pelas divas Mariana Xavier, Cacau Protásio, Lyv Ziese e Caroline Figueiredo. A história de passa em torno desse quarteto de amigas cariocas, que enfrentam muitas aventuras, desencontros amorosos e problemas profissionais com muito humor e jogo e cintura.




ALEXANDRA GURGEL
GORDA, JORNALISTA, YOUTUBER E ATIVISTA BODY POSITIVE. SIGA LÁ NO INSTAGRAM :D INSTAGRAM: @ALEXANDRISMOS
 fonte: http://juromano.com/entretenimento/5-filmes-com-gordas-em-papeis-de-destaque-para-voce-assistir-e-se-sentir-representada-n-coloquei-tudo-ainda 

Questões Femininas

Raquel VarelaSeguir

Não me revejo no feminismo dominante, cujo epicentro é agora Hollywood. Não me representam. Oprah Winfrey - conservadora, bilionária, líder de programas "lixo", juíza em directo, sem garantias de protecção de direitos dos acusados - não é a minha heroína. Ser negra e mulher em nada atenua o facto de que é um ser humano, disposta a fazer justiça sem provas, em nome de todos, uma espécie de Maria Antonieta dos tempos modernos, a líder moral que decide sozinha quem é culpado e quem é inocente, de preferência em directo na TV. Mais do que coragem ela reflecte a profunda decadência das sociedades ocidentais em que os media substituem os tribunais. Não muito longe de Trump nos métodos, essa é a dura verdade da crise de civilização norte-americana. Não a autorizo a usar-me, como mulher, para o seu exército.
Quero deixar a minha opinião inequívoca sobre isto por mais que incomode tanto o fanatismo actual que confunde luta de ideias com imposição de ideias.
Uma operária violada, como conheci centenas de casos relatados no estudos que fiz sobre o final do salazarismo, porque dependia do trabalho para alimentar os filhos, não pode - não pode jamais - ser equipada a uma estrela que está 20 anos calada para ganhar milhões e nesses 20 anos é fotografada sorridente ao lado daquele que hoje diz que a agrediu sexualmente durante esses 20 anos. Estas mulheres são em primeiro lugar vítimas da sua ambição e é acintoso, imoral comparar operárias ou trabalhadoras que sofreram na pele o terror sexual em nome da sobrevivência, a estrelas à procura de um lugar de topo na carreira mais competitiva do mundo. Eu não sorrio ao lado de homens que me ameaçaram, sexual ou moralmente, sejam eles directores, reis, presidentes ou operários. E não é porque eu sou uma mulher forte que teve a sorte de nascer num lugar confortável, é porque eu tenho balizas morais e princípios claros na vida. Conheci muitas mulheres, por razões de trabalho sobre a revolução dos cravos, como eu, aprendi muito com elas. Com a diferença que que eram pobres, miseráveis algumas, e mesmo assim colocaram uma linha a partir da qual não passavam. E conheci o contrário, muitas que nasceram em berço de ouro dispostas a tudo. Lamento, mas como mulher, não acho que todas as mulheres estão no papel de vítimas. Há muitas mulheres no mundo que fazem parte do jogo de dominação e desigualdade da sociedade actual e que estão a cavalgar uma situação real - a desigualdade de género - para disputar espaço nas carreiras pondo assim em causa uma das mais nobres causas que temos, a luta pela igualdade social.
A disputa por chegar a lugares de topo das estrelas, gestoras e outros quadros que está a levar a uma substituição da (falhada) "justiça burguesa" pela ainda mais falhada justiça medieval não tem o meu apoio. Sou mulher, defendo uma sociedade igual, mas não acredito na difamação - sem provas, advogados, julgamentos e presunção da inocência - como arma contra o machismo. A maioria dos quadros hoje nas universidades são mulheres, são impedidas de ter uma participação igual aos homens nas decisões porque os homens usam esses lugares de poder para, através do assédio, impedir que os seus lugares fiquem em risco por mulheres jovens e dinâmicas, multifacetadas, e muitas vezes - por experiência própria vejo-o - , mais brilhantes e dedicadas que os homens. Tudo isso é verdade e a sociedade paga um preço alto por isso.
Mas nada disso autoriza a uma nova onda inquisitorial em que os justos pagam por pecadores. Lamento, como mulher, que aquilo que era uma esperança, um movimento de mulheres sério e empenhado em luta pela liberdade e justiça seja dirigido hoje não pelas mulheres clarividentes que conheço neste campo, mas por arrivistas sociais movidas pelo ódio contra os homens. Não me representam.
Para derrotar o machismo é preciso, como se diz em Portugal, ter classe, frase que tem um duplo sentido que gosto muito - remete para a classe como origem social e para a classe como atitude moral. E eu na verdade não gosto nada de gente sem classe.

Marca norte-americana ELOQUII amplia grade até o 66

ELOQUII, marca norte-americana especializada em moda plus size, começou 2018 em clima de inclusão. A varejista declarou que a partir da coleção de outono deste ano todas as suas peças estarão disponíveis até os tamanhos 26 e 28 (60 e 62 aqui no Brasil). A mudança mostra preocupação em fazer com que tudo que a marca produz esteja disponível em uma variedade de tamanhos mais ampla. Até porque sabemos bem que a maioria dos varejistas que oferecem moda plus size não produzem todos os modelos de suas coleções em todos os tamanhos que sua grade oferece.
A postura da ELOQUII com certeza servirá como referência para outras marcas americanas. E estamos na torcida para que esse tipo de ação também tenha impacto no mercado no internacional, principalmente no Brasil. Já está mais do que na hora do mercado plus size nacional ir além do 52/54.

Como era de se esperar a reação dos consumidores na internet foi muito positiva. No Twitter é possível encontrar mensagens de mulheres reforçando a importância de apoiar a marca não só com mensagens e compartilhamentos, mas também consumindo seus produtos, afinal a melhor forma de mostrar que nossas demandas merecem ser atendidas é mostrando nosso potencial de consumo.
Conheça a marca:
www.eloquii.com
*A ELOQUII entrega no Brasil
fonte: http://popplus.com.br/2018/01/12/marca-norte-americana-eloquii-amplia-grade-ate-o-66/


quarta-feira, 19 de julho de 2017

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização

 postado em 08/03/2017 15:22 / atualizado em 08/03/2017 17:18
Divulgação/Cruzeiro
Cruzeiro virou destaque internacional nesta quarta-feira, 8 de março. Contra o Murici-AL, o clube utilizará camisas com menção a números que expõem a desigualdade e destacam a violência constante sofrida por mulheres. A campanha de marketing ganhou espaço no inglês The Guardian, um dos principais veículos jornalísticos do mundo, e gerou repercussão nas redes sociais.

A diretora institucional da ONG AzMina, que participou ativamente da ação, explicou ao Superesportes como surgiu a ideia e quais são as finalidades da campanha.


“No fim de 2016, procuraram a gente com um esboço da ideia. Refinamos o trabalho e fomos atrás de um time. O Cruzeiro recebeu de braços abertos, se apaixonaram, porque já estavam procurando alguma ação para o 8 de março”, diz Letícia Bahia, em referência ao Dia Internacional da Mulher.

O futebol foi escolhido por conta da popularidade e devido ao ambiente machista que envolve o esporte.

“Temos uma revista, que é o principal conteúdo da ONG. Fazemos um esforço para não ‘pregar só para convertido’. Levar os dados ao futebol é muito importante. É muito legal levar o conteúdo para pessoas que, por vezes, acham que 8 de março é dar flores e bombons. Defendemos que esta é uma data para protestar”, explica Letícia.

Destaque internacional

Reprodução

A campanha do Cruzeiro em parceria com a Umbro, a ONG Azmina e a Agência New360 ganhou notoriedade também fora do Brasil. O principal destaque foi dado pelo The Guardian.

A matéria cita a declaração do presidente celeste Gilvan de Pinho Tavares sobre a campanha: “Em pleno século XXI, não é tolerável ver as mulheres sofrerem atos de violência e discriminação”.

No fim do texto, o jornal inglês destaca que o Cruzeiro é “um dos clubes brasileiros mais bem sucedidos, tendo exportado inúmeros jogadores, incluindo Ronaldo”, além de citar que o atual treinador do clube é o ex-comandante da Seleção Brasileira, Mano Menezes.

Outras ações

Reprodução

Além de estampar a luta feminista na camisa de jogo, o Cruzeiro reservou espaço de destaque ao 8 de março no site oficial. Uma série de matérias homenageia as funcionárias mulheres do clube e critica mensagens “tradicionais”, que não problematizam a desigualdade existente.

Na prática, porém, o Cruzeiro em pouco se difere do ambiente predominantemente masculino dos clubes de futebol. Dos 20 membros da diretoria celeste, apenas uma é mulher: Deis Chaves, responsável pelos "projetos incentivados". O clube também não conta com um time de futebol feminino - cenário que deve mudar em breve, devido a uma determinação da Conmebol.

A intenção da ONG AzMina é continuar com a discussão. “Depois do jogo, vai ter um vídeo para as redes sociais nossas e as do Cruzeiro para aprofundar a discussão. O Cruzeiro fará um ‘abre’, e nós aprofundaremos o tema com o conteúdo jornalístico”, diz Letícia Bahia.

“Como estamos falando com um público que muitas vezes tem preconceito, escolhemos não abordar tudo o que gostaríamos. Temas como aborto, por exemplo, serão aprofundados na sequência”, explica.

A primeira homenagem será nesta quarta-feira, a partir das 21h45. O Cruzeiro visita o Murici-AL pela partida de ida da terceira fase da Copa do Brasil.
Divulgação/Cruzeiro
















Campanha do Cruzeiro no Dia Internacional da Mulher é finalista em premiação na França

A campanha #VamosMudarOsNúmeros, promovida pelo Cruzeiro em parceria com a ONG AzMina no Dia Internacional da Mulher, foi finalista em duas categorias do Cannes Lions 2017, o Festival Internacional de Criatividade, na França.

Divulgação
Ação teve repercussão internacional ao usar os números das camisas dos jogadores do Cruzeiro para apresentar estatísticas que ilustram o difícil cotidiano das mulheres no Brasil

A ação, realizada na partida contra o Murici-AL, em Alagoas, no último dia 8 de março, teve repercussão internacional ao usar os números das camisas dos jogadores do Cruzeiro para apresentar estatísticas que ilustram o difícil cotidiano das mulheres no Brasil. 

A campanha #VamosMudarOsNumeros teve o apoio da Umbro e da Agência New360.
Divulgação

FONTE: http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/cruzeiro/2017/06/21/noticia_cruzeiro,410047/campanha-do-cruzeiro-no-dia-internacional-da-mulher-e-finalista-em-pre.shtml

Estudo da Viacom desnuda a 'Geração X'

31 de Maio de 2017 17h - Atualizado às 17:41
Por Redação Adnews
geracaox
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A Viacom International Media Networks divulgou o seu mais novo estudo global: ‘GEN X TODAY’. Nele, os pesquisadores entrevistaram 12 mil adultos em 21 países por meio de um questionário online. Aproximadamente nove mil tinham entre 30 e 49 anos, com uma amostra de 18 a 29 como comparação. Os países incluídos na pesquisa, além do Brasil, foram: Austrália, Bélgica, Colômbia, República Tcheca, Alemanha, Hungria, Indonésia, Itália, Malásia, México, Holanda, Filipinas, Polônia, Romênia, Singapura, África do Sul, Suécia, Tailândia, Reino Unido, Estados Unidos. Além disso, a Viacom capturou mil imagens via álbuns de fotos e conduziu 36 entrevistas pessoais em profundidade em oito países: México, Colômbia, Brasil, Reino Unido, Alemanha, Hungria, África do Sul e Tailândia.

A pesquisa fornece um novo olhar sobre a chamada Geração X – que atualmente representa quase dois bilhões de pessoas em todo o mundo e uma média de mais de 180 milhões de espectadores das marcas Viacom – para entender o que aconteceu quando a geração de jovens cínicos, rebeldes e "vagabundos" dos anos 80 e 90 cresceu, entrou no mercado de trabalho e constituiu novas famílias.

O estudo revela que enquanto o mundo estava focado nos Millennials e nos Boomers, a Geração X reinventou o que significa ser adulto. À medida que envelhece, essa geração continua a fazer as coisas à sua maneira, seja no trabalho, no lazer ou na vida em geral.

“Com tanto foco nos Millennials, Pós-Millennials e até mesmo nos Boomers, a Geração X foi deixada de lado quando o assunto é pesquisa e hoje só é compreendida por uma visão antiquada da vida adulta e devido à reputação ‘preguiçosa’ de sua juventude”, avalia Christian Kurz, Vice Presidente Sênior de Global Consumer Insights da Viacom. “Com ‘Gen X Today’, pudemos ver o verdadeiro impacto da Geração X no mundo, desde o impulso global para a inovação e a quebra dos papéis tradicionais de gênero até a redefinição do que significa ser um ‘adulto’ hoje em dia”.

Confira abaixo as principais conclusões do estudo:



She-conomy: a Geração X está liderando o caminho no que diz respeito a mulheres, trabalho e dinheiro. Atualmente 55% das mulheres ganham mais ou igual do que seus parceiros no lar.

Assuntos de Família: assim como as mulheres da Geração X estão assumindo um papel maior no ambiente de trabalho, o mesmo acontece com os homens no ambiente familiar. Mais de 80% dos entrevistados concorda que um homem pode criar uma criança tão bem quanto uma mulher. A Geração X tem prioridades quando o assunto é relacionamentos e no topo da lista está o sexo (57%), que vem antes de amizade (49%). Esse é um grande contraste com os Millennials, que valorizam em primeiro lugar a amizade.

The Brat Pack: a Geração X prefere menos amigos, porém mais próximos, do que os enormes grupos dos Millenials – os entrevistados da Geração X têm em média 53 amigos, 15 a menos do que seus equivalentes Millennials.



São 3h da manhã, Mas Eles Não Estão Solitários: a Geração X tem 13% menos propensão a se sentir solitário, em comparação com os Millennials.

Procurando Conforto em Si Mesmo: a rebeldia da juventude se transformou em uma independência confiante quando os adolescentes da Geração X abraçaram – e reinventaram – a vida adulta. Tanto é que 90% consideram-se felizes com suas vidas como elas são hoje e 96% consideram-se confiantes.

Encontrando o Equilíbrio: a grande maioria (84%) dos entrevistados da Geração X prefere o equilíbrio trabalho/vida ao sucesso somente no trabalho.

Sem Crise da Meia-Idade: eles podem ter envelhecido, mas a Geração X não ficou necessariamente mais “madura”. Eles continuam jovens de espírito, com hobbies e outros interesses não relacionados ao trabalho e, por isso, estão pulando a crise da meia-idade. De fato, o estudo não mostrou nenhuma “crise” significativa para essa geração como um todo.
FONTE: http://adnews.com.br/negocios/estudo-da-viacom-desnuda-geracao-x.html

Grupo Abril revela que Geração X é a que mais consome

22 de Junho de 2017 11h - Atualizado às 11:22
Por Redação Adnews

Geração x
Qualquer empresa deseja se comunicar diretamente com seu consumidor e, na era digital, o conceito de público alvo é cada vez mais complexo. Nesse momento, muito se fala na geração dos millennials, mas, de acordo com a pesquisa “O X da Questão”, realizada pelo Grupo Abril, a Geração X ainda é aquela que mais consome.

A pesquisa, apresentada hoje, em São Paulo, traz um olhar inédito sobre a Geração X, que representa as pessoas que têm idade aproximadamente entre 35 e 54 anos. O conteúdo foi construído a partir de um levantamento que contou com duas mil respostas, um estudo neurocientífico, além de uma compilação de informações de mercado sobre essa geração que é a que paga a conta na atualidade.

A Geração X representa hoje ¼ da população e é responsável por mais da metade da renda gerada no país. Comparada aos millennials, cuja faixa etária vai de 20 a 34 anos, a renda da Geração X é 56% superior, de acordo com as informações do Dynamic Big Data (fruto da parceria entre Abril e Neoway), que possui informações de renda estimada de mais de 48 milhões de brasileiros com vínculo empregatício.



O potencial da Geração X vai além da renda. A pesquisa traz também informações sobre consumo, influência, empreendedorismo e, inclusive, presença digital.  Por exemplo, a idade média dos compradores de e-commerce é de 43 anos, e sete em cada dez compras são realizadas por pessoas acima dos 35 (de acordo com relatório eBit Webshoppers). A Geração X também é a que mais consome uma série de conteúdos online, como os sites de notícias, finanças e automotivos, segundo dados da comScore.



Walter Longo, presidente do grupo Abril, fez a primeira palestra do evento falando do conceito da pesquisa. “A Geração X é a que mais consome e tem mais propensão a se fidelizar a marcas e produtos. Apesar disso, há uma verdadeira obsessão de muitas empresas em focar sua comunicação exclusivamente nos millennials”. Ele completou sua fala citando a importância do estudo realizado pela editora. “A Abril sempre trouxe para o mercado informações relevantes para aumentar sua eficiência. Sempre trabalhamos com targets pré-definidos e por isso temos públicos muito diversos. Temos, por exemplo, adolescentes que acessam o site da Capricho (maior site teen do mundo) e pessoas que leem SAÚDE para se informar sobre um determinado tema. Esse profundo conhecimento do público continua guiando nosso negócio e estamos dividindo isso com o mercado através dessas pesquisas e estudos proprietários”, finalizou.

Em sua fala, Mauricio Panfilo, head de pesquisa e inteligência de mercado da Abril, mostrou 10 formas de atingir corretamente o público da Geração X. “De fato existe um gap da comunicação do mercado que fala de uma forma mais direta com os millennials e deixa de lado um público que consume mais, que tem maior renda e acaba influenciando mais o consumo. Exploramos questões de representatividade, importância de trabalhar mais os conceitos dos produtos. Nossa ideia é trazer essa discussão para o mercado com dados que comprovam que a Geração X precisa de mais foco”, disse Mauricio.
FONTE:http://adnews.com.br/tecnologia/grupo-abril-revela-que-geracao-x-ainda-e-que-mais-consome.html

5 filmes com gordas em papéis de destaque para você assistir e se sentir representada!

2 SEMANAS AGO   by   ALEXANDRA GURGEL Tá de bobeira nesse final de ano e quer passar o tempo assistindo  coisas legais ?  Nem sempre é f...