domingo, 22 de fevereiro de 2009

A SOCIEDADE BUSCA REAGIR!!!!

CAMPANHA CONTRA A ANOREXIA EM MT
Projeto de lei do deputado Adalto de Freitas (PMDB) - o Daltinho - prevê a criação de um calendário estadual elaborado pelo Governo do Estado, para definir a campanha de conscientização e prevenção à anorexia nervosa nas escolas públicas de Mato Grosso. A Secretaria de Estado de Saúde e a Secretaria de Estado de Educação deverão implantar em todas as escolas a campanha, tendo ainda, a liberdade de firmarem convênios com instituições filantrópicas e privadas da área de saúde. A proposta sugere que a campanha tenha início no dia 10 de outubro de cada ano.
De acordo com o deputado, a campanha terá como objetivo ampliar a visibilidade da questão da anorexia e bulimia nervosa, por meio da veiculação de conteúdo educativo impresso, bem como palestras, aulas e seminários que abordem o assunto de forma pedagógica.
"O assunto é sério e precisa de atenção de todos, começando pela vida escolar dos jovens, um dos principais alvos dessa doença", disse o parlamentar.
A campanha contará com a participação de equipes multidisciplinares envolvendo psicólogos, psiquiatras, nutricionistas, médicos e outros profissionais que estejam habilitados a tratar da questão.
Dados de pesquisas anexadas ao projeto mostram que a bulimia e a anorexia nervosa são doenças que afetam jovens e adolescentes, principalmente do sexo feminino, podendo ocorrer em pessoas de ambos os sexos e das mais variadas idades.
A característica mais comum é a perda de peso, associada a uma progressiva mudança de comportamento. A referida perda de peso é lenta, mas progressiva e normalmente tem início com uma dieta normal, podendo também ocorrer de forma brusca como conseqüência de uma determinada restrição alimentar.
Na maior parte dos casos, as primeiras preocupações surgem após a insistência nessa mesma dieta, ao longo de alguns meses e conseqüentemente com a perda excessiva de peso. Pesquisas apontam que no Brasil, de 0,5 a 1% da população tem anorexia. Embora de incidência baixa, seu índice de mortalidade é alto. Também relatam que a anorexia mata 12 vezes mais do que as outras doenças entre as mulheres de 15 a 24 anos e que 20% dos pacientes morrem sem conseguir resultados com o tratamento. 60% dos doentes são pessoas de baixo poder aquisitivo.
"Essa é uma doença que há muito tempo não pode ser rotulada como doença de modelo ou manequim", avalia Daltinho.
A doença atinge em 90% dos casos mulheres entre 14 e 18 anos. As meninas, na maioria das vezes, querem um padrão de beleza que acreditam ser o ideal.
http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=290095

a SOCIEDADE BUSCA ALTERNATIVAS E O TEMA MERECE SER TRATADO POR TODOS.

Cerca de 1% a 4% da população sofre de bulimia ou anorexia



A noticia continua preocupando a área da sáude. E esta matería foi publicada : http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=saude&id=20654 fevereiro 2009


Segundo dados da área de saúde, cerca de 1% a 4% da população sofre de bulimia ou anorexia. A bulimia atinge 13 mulheres em cada 100 mil, enquanto que a anorexia afeta 8 em cada 100 mil. Esses números preocupam cada vez mais profissionais da área da saúde. Essa obsessão em ser “magro” é identificada por uma grave perturbação do comportamento alimentar, preocupação excessiva com o aumento de peso e o corpo e por nunca se sentir suficientemente magra. O problema afeta principalmente mulheres adolescentes e jovens.
“Anoréxicos e bulímicos possuem um padrão de comportamento e pensamento que os leva a crer que tudo em suas vidas depende de quão magros estão. Assim, atribuem fracassos e glórias de suas vidas ao corpo, ou seja, se foi promovido no trabalho é porque está magro, se perdeu o namorado é porque está gordo”, explica a psicóloga da Clínica Asinelli, Talita Lopes Marques que é especialista em Transtornos Alimentares e Obesidade, Psicologia do Emagrecimento (Programa Rafcal) e mestranda em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Essas doenças se iniciam por diversas causas, como fatores psicológicos, biológicos, familiares e sócio-culturais. A psicóloga esclarece que o padrão de beleza cada vez mais rígido e difícil de ser atingido é o principal vilão. “As mulheres são guiadas por dois padrões de beleza: a magreza extrema, que denota um índice de massa corporal equivalente à anorexia, ou o corpo extremamente definido, conseguido com muito empenho na academia de ginástica e na mesa dos cirurgiões plásticos”, considera.
Segundo a psicóloga, as mulheres são as maiores vítimas dessa exigência social, principalmente as adolescentes que estão passando por um período de transformação física e psicológica, o que as deixa ainda mais inseguras quanto ao seu corpo, abrindo espaço para o transtorno alimentar.
O termo anorexia nervosa significa ausência de fome, porém a vítima dessa doença raramente perde o apetite. Ela desenvolve um controle tão grande que apenas aguenta a sensação desconfortável da fome na crença de que está emagrecendo. “Já o termo bulimia significa que a pessoa sente uma fome tão grande que seria capaz de comer um boi, contudo essa fome não é fisiológica, é ocasionada por ansiedade, frustrações e outras situações que causam a falta de controle sobre seus impulsos”, compara Talita.
Os transtornos alimentares são diagnosticados por psiquiatras, mas devido a suas inúmeras causas, o tratamento deve ser feito por uma equipe interdisciplinar especializada, composta por psicólogo, psiquiatra, nutricionista, endocrinologista entre outros. “O primeiro passo é fazer uma avaliação do estado atual de saúde do paciente para afastar possíveis causas orgânicas. Conforme a necessidade, a equipe médica pode prescrever o uso de medicamentos como antidepressivos e ansiolíticos”, comenta.
O papel do psicólogo é fundamental, pois investigará não só os fatores que levaram ao desenvolvimento e manutenção do quadro, mas também outras dificuldades que o paciente apresenta. “É fundamental conscientizar o paciente do porquê do peso corporal ser tão importante para ele e permear todas as áreas de sua vida, modificando também a crença de que seu valor pessoal não varia conforme seu peso”, explica.
História
Ao contrário de que se imagina, os transtornos alimentares são doenças antigas. A psicóloga conta que há relatos históricos que identificam a anorexia na Idade Média. “Nessa época as jovens que suprimiam necessidades básicas como alimentação e sexo eram santificadas, daí o nome de Anorexia Santa”. Já a bulimia é relatada no antigo Egito. “A prática de vômitos e o uso de purgativos eram considerados uma forma de se livrar de doenças, pois eles acreditavam que estas eram causadas pela comida. Na Medicina grega existem relatos de que Hipócrates recomendava a prática de vômitos para a prevenção de doenças. Os romanos tinham o hábito de comer em excesso em banquetes e depois dirigir-se ao vomitorium, local próprio para se livrar dos excessos alimentares”, conta.A psicóloga explica que só a partir da década de 60, com o aumento de casos de transtornos alimentares, que a comunidade científica e a sociedade passaram a se interessar mais pelo assunto.

SERA QUE VAMOS REAGIR?????

Cérebro masculino vê mulher de biquíni como objeto, aponta estudo

Em pleno século XXI a visão do homem permanece a mesma...
Uma pesquisa publicada na Gazeta do Sul constata que o homem não mudou muito em relação a mulher...

Os homens podem não dizer isso explicitamente, mas há ocasiões em que todos tendem a pensar nas mulheres como objetos --principalmente quando elas estão de biquíni e não mostram o rosto. É isso o que acaba de mostrar um experimento realizado nos Estados Unidos com 21 homens heterossexuais estudantes de pós-graduação, apresentado em Chicago, na reunião anual da AAAS (Sociedade Americana para o Avanço da Ciência).Talvez seja esse o efeito que explica sucesso que dançarinas mascaradas --como as personagens Tiazinha e Feiticeira-- costumam ter na televisão brasileira. O experimento usou máquinas de ressonância magnética para mostrar que os circuitos cerebrais ativados nos homens durante a observação de um corpo feminino sensual desprovido de identidade são os mesmos que os permitem de reconhecer uma ferramenta, um objeto inanimado. "Tecnicamente, podemos usar uma espécie de eufemismo neurológico e dizer que o homem não tem essa atitude de uma forma premeditada. É algo que ele não racionaliza", afirma Susan Fiske, professora de Psicologia da Universidade de Princeton, uma das mentoras do experimento. Ela mostrou que o córtex pré-motor dos homens --uma das partes do cérebro mais envolvidas no reconhecimento-- foi a área cerebral mais ativada nos voluntários que observavam fotografias de um colo feminino.Essa parte do cérebro também é acionada quando é feita uma interpretação mecânica de uma imagem -em oposição a interpretações sociais.Questionada pela reportagem sobre o possível viés cultural que o estudo possa ter --só americanos participaram do experimento-- Fiske disse não crer que o resultado mudaria se o experimento fosse feito em países, como o Brasil, onde mulheres de biquíni são comuns.Fiske selecionou seus voluntários após aplicar um questionário a todos. Eles também precisaram passar por análises neurológicas. Só então os participantes puderam ser submetidos ao teste dentro de uma máquina de ressonância magnética funcional, que registra as atividades cerebrais.Praia ou escritórioNo total do teste, cada participante ficou diante de 160 imagens. Elas eram de mulheres e de homens. Nos dois casos, foram apresentadas durante o experimento fotos com roupas de trabalho e também em trajes de banho.Imagens de rostos humanos, para medir a capacidade de reconhecimento de cada participante do teste, também foram exibidas.Basicamente, a intenção era medir o grau de bem-estar dos voluntários após terem visto imagens de mulheres e de homens, tanto com o corpo exposto quanto coberto com roupas de trabalho. As imagens não eram pornográficas nem eróticas, disse Fiske. Os registros foram tabulados por meio de análises estatísticas de uso corrente por psicólogos.De acordo com a pesquisadora americana, os seus resultados apresentados agora têm algumas implicações práticas. "Um dos desdobramentos pode ser o fato de que um patrão, por exemplo, pode beneficiar certas companheiras de trabalho em detrimento dos demais funcionários da empresa, dependendo de como ele idealiza aquele corpo", diz a psicóloga.Susan Fiske afirma que seus resultados também indicam que atitudes machistas de intimidação estão relacionadas com uma menor ativação de uma área do cérebro estudada por ela e envolvida na racionalização do pensamento, o córtex pré-frontal médio. "O sexismo hostil prediz uma menor ativação do córtex pré-frontal médio", afirma a pesquisadora. As informações são da Folha Online.
http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_ultimas.php&intIdUltimaNoticia=70073

Em pleno seculo XXI ... O papel feminino ainda é insignificante


Componentes.montarRanking(editoria, subeditoria, idPagina, GUIDPagina, "votacao")
Mulheres vivem à sombra das tradições tribais
Sete anos após a invasão dos EUA, supremacia dos homens continua intocada e papel feminino é marginal
Adriana Carranca, CABUL



O Bazar Mandavi, maior centro comercial de Cabul, tem uma ala para fabricantes de burcas - uma centena deles. Penduradas lado a lado, no mesmo tom de azul, parecem todas iguais. Shahpoor Zaheri, de 41 anos, mostra diferenças no bordado e no tecido. Ele vende 42 burcas por dia. No oitavo ano sem o Taleban, a maioria das afegãs ainda se esconde sob o manto, símbolo da opressão feminina. Num Afeganistão rural e governado por códigos de conduta tribais, é a tradição e não a religião que faz do país o pior do mundo para se nascer mulher. Embora já possam trabalhar, sair sem burca ou um mahram (homem da família), regras dos taleban, a supremacia masculina permanece imutável na sociedade afegã. O pai é o chefe de família e, na ausência dele, o filho mais velho, mesmo criança. As mulheres da casa têm de obedecê-lo e é ele quem fica com a herança. As mulheres não podem ter propriedades em seu nome. Os meninos devem cuidar dos parentes até o fim da vida e, portanto, representam um investimento de longo prazo, enquanto as mulheres dão gastos. Os pais leiloam meninas e as entregam a quem der o lance mais alto - entre US$ 2 mil até US$ 15 mil. Elas são commodities trocadas em disputas tribais num ritual chamado "buth". Esses são costumes das tribos pashtun, etnia predominante no Afeganistão. O pashtunwali, código de honra, não está escrito, mas é repetido entre gerações desde o período pré-islâmico. O clérigo Ahmad Malawi, do Conselho Ulema, diz que os tribais acreditam que as tradições são islâmicas. "Eles olham para a modernidade como algo contra a religião, mas isso é uma interpretação fraca do Islã."Shukria Barakzai é um exemplo entre avanço e tradição. Deputada, ativista e editora da revista feminina Aina-E-Zan, ela vive em casa um casamento arranjado. O marido tem uma segunda esposa porque, depois de gerar três meninas, ela "foi incapaz de lhe dar um filho homem" e se recusou a engravidar de novo. Perdera gêmeos prematuros na guerra civil (1992-1996) porque o hospital não tinha eletricidade para a incubadora. Uma afegã morre a cada 27 minutos por problemas relacionados à gravidez. Em 100 mil partos, 1,6 mil mulheres não vivem para ver seus bebês, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). É a segunda maior taxa de mortalidade materna no mundo, atrás de Serra Leoa. As afegãs casam-se jovens demais, aos 14 anos, e seu corpo não está preparado para a gravidez. Se chegam ao parto, 135 em cada mil perdem o bebê - 75% delas por falta de cuidados básicos. Os partos (81%) são feitos em casa. Cada afegã tem sete gestações e perde dois filhos, em média. Muitos bebês têm anomalias porque as mães são desnutridas, se medicam e se casam com parentes. "Embora a situação seja agravada pela falta de médicos nas áreas rurais e dificuldade de acesso, a tradição é ainda o pior inimigo das afegãs", diz o médico pashtun Arif Oryakhail, formado pela Universidade de Cabul, com PhD na Itália. Arif deixou o Afeganistão em 1983 e, ao voltar, em 2006, a mortalidade materna e infantil recuara pouco ou nada, embora o país vivesse uma democracia e tivesse mais recursos. "Nada mudou para as mulheres", diz. MORTES MATERNASNo Esteqlal, maior hospital público de Cabul, a maioria dos 45 partos diários ocorre à noite. Por que? "Porque as afegãs não saem sem um homem da família. Elas esperam que cheguem do trabalho para trazê-las à maternidade", diz. "Aí já é tarde." Entre as mortes maternas, 38% são por hemorragia e 26% por obstrução do útero e infecções. Sharifa, de 20 anos, perdeu tanto sangue que desmaiou antes que duas vizinhas decidissem levá-la ao hospital. A médica Nader Akbary tratou Sharifa sem autorização e doou o próprio sangue para a paciente, que sobreviveu, embora tenha perdido o bebê. "Esses homens preferem enterrar a mulher a trazê-la ao hospital", diz Nader. O primeiro centro para mulheres queimadas de Cabul fica no Esteklal. De 522 pacientes atendidas em 2008, 30% haviam tentado suicídio por autoimolação, outra tradição perversa. Lailoma, de 16 anos, casada há três, chegou com 60% do corpo queimado. "Elas só querem morrer. Um dia, jogam diesel no corpo e acendem um fósforo. Só consigo salvar 3%", diz Arif.A médica Massuda Jalal, acredita que o Alcorão pode ajudar as afegãs a vencer o tradicionalismo, "pois permite que homens e mulheres estudem". Ainda assim, 86% das afegãs são analfabetas. Entre os 237 alunos da escola pública Saward Hayte Mawand, no centro, só 54 são meninas. A escola feminina Gozargah tem 4.280 alunas, mas espaço para 10% delas. As demais estudam em tendas no pátio. Para a diretora Mahbooba Khaja Zada, de 30 anos, é um avanço. No regime Taleban, ela educou 180 meninas na sala de casa. "Três ou quatro vezes, eles vieram armados. Mas nós escondíamos os livros sob a mesa e colocávamos o Alcorão." Apesar de ser filha de um religioso, Fatima Gailani, presidente da Sociedade Crescente Vermelho, é divorciada e casada pela segunda vez com um ministro. Ela fez parte da Loya Jirga, assembleia de líderes tribais consultada para a nova Constituição. "Eu dizia: vocês têm de escolher entre o Alcorão e a tradição, não podem ter ambos. Minha mãe era moderna e usava a burca porque é tradição. Mas, não deve ser obrigação." Shahpoor Zaheri, o vendedor de burcas, diz que na era Taleban vendia 30% mais. Ainda assim, quer os radicais longe. Desde que suas duas mulheres, de 27 e 31 anos, com quem tem 15 filhos, continuem sob a burca.CANDIDATAS EM RISCO Fawzia Koofi, Massuda e Shukria são pré-candidatas à eleição presidencial de 20 de agosto. Elas já sofreram atentados e têm guarda-costas. Embora tenham conquistado um lugar na política, com 25% do Parlamento garantido pela Constituição, elas têm um longo caminho. Entre os 57 ministros de Karzai, há uma mulher - a ministra de Relações com as Mulheres. Elas são 9% dos servidores públicos, embora a lei assegure 30%. O Judiciário ainda é reduto dos homens. E 80% dos assuntos referentes às mulheres são decididos em shuras locais - tribunais conduzidos por mulás.


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Em contra partida, aguém quer mulher carnuda

Queremos mulher carnudaRicardo Kelmer 2006 - www.ricardokelmer.netEm breve, minha amiga, não mais abraçaremos vocês e diremos assim no ouvidinho: gostooosa... Infelizmente. Pois do jeito que vai essa paranóia feminina de emagrecer, gostosas serão espécimes raríssimos. Sim, eu sei que tem homem que traça tudo que aparece. Mas até esse nunca vai achar gostosa uma magrela esquelética que mais parece um lego desmontando. Pois bem. Foi pra lutar contra esse absurdo que criamos a Samuca. Sejam todos bem vindos à Sociedade Amparadora da Mulher Carnuda.Somos uma sociedade sem fins lucrativos. Nosso objetivo: ajudar a mulher a se libertar da cruel ditadura da magreza. Assim teremos mais mulheres carnudas.... e de bem com a vida. Se a mulher carnuda atrai mais pretendentes, imagine a mulher carnuda e feliz! E nós, homens do sexo masculino, finalmente poderemos chamá-las novamente de gostooosas. Será uma grande festa. Membro da Samuca pagará meia.Quem disse, minha querida, que homem gosta de esqueleto? Não gosta. Com exceção de antropólogo. Homem gosta é de mulher carnuda, mulher gostosa. Nós gostamos de pegar, apalpar, apertar, agarrar, espremer. Homem é parente do polvo, tem oito mãos, e todas elas, vem cá, deixa eu te dizer, todas elas amam deslizar assim, ó, pelo relevo ondulante do teu corpo, sabia?... subir e descer as protuberâncias... se enxerir nas reentrâncias... Ops, mas você não tem carne. Onde eu vou pegar? Mulher é como abismo de filme de ação: tem que ter um lugarzinho pra segurar senão adeus mocinho.Ultimamente as mulheres só querem ter ossos. Suam, gastam fortunas, fazem dietas impossíveis, ficam mal humoradas, adoecem, morrem... Pra quê? Pra extirpar as deliciosas saliências com que a natureza lhes brindou e que tanto nos fascinam. Enlouqueceram? Não sei, isso tudo tá muito estranho...Essa paranóia é ridícula. Sei que vaidade é algo natural da espécie: o Homo sapiens se embeleza pra conquistar um bom parceiro. Mas como vocês esperam nos seduzir com ossos? Magra tudo bem, dá pra ser uma magra gostosa. Mas magrela não. Aliás, o magrelismo feminino exclui automaticamente a possibilidade de protuberância glútea, que, você sabe, nós amaaamos...Gostooosa...Lamentavelmente, em vez de invejar a mulher que tem os homens a seus pés, muitas mulheres invejam a magrela seca desnutrida. Acontece que essa, mesmo fazendo compras em Paris, não atrai o bicho homem. Tá, uma mulher obesa também é complicado. Mas é possível ser gorda e gostosa, claro que sim. Infelizmente muitas de vocês estão tão paranóicas que se excitam mais com dieta que com sexo. Nessas mulheres a real felicidade se mede pela inveja óssea com que se provocam umas às outras. É o fim do mundo.Escutem, meninas, por favor: isso é i-lu-são. E é contra essa ilusão que a Samuca luta. Oferecemos cursos gratuitos de DDM, desconexão da ditadura da magreza, com os melhores profissionais do mercado, eu inclusive. O que está esperando? Comece hoje mesmo! Venha sentir as delícias que só uma mulher carnuda pode ter! E você ainda ganha esse incrível controle remoto que também gela a cerveja. Heim? Não, não tem outro brinde, foi esse que o departamento de promoções escolheu.Toda essa paranóia é causada pela ditadura da magreza. Mas quem instalou essa ditadura? Arrá! O responsável por tudo isso é uma entidade muito poderosa. Ela é abstrata, descentralizada e tem ramificações em toda a sociedade e agentes infiltrados em banheiros femininos. E nós homens nunca a entendemos muito bem. É o terrível Mundamoda. Essa coisa maléfica é mantida por estilistas, donos de agências, publicitários, editores de revistas e empresários que, na verdade, têm ódio mortal das mulheres. Por isso se superam a cada dia no objetivo de torná-las infelizes em nome de um ideal de beleza que é tão ridículo quanto inatingível.O mais chato sabe o que é? Muitas mulheres concordarão comigo, sim. Mas amanhã se sentirão novamente infelizes assim que passarem pela primeira banca e virem uma revista feminina.Sim, é preocupante, minha amiga. Mas a Samuca tem a solução. Vou te resumir como funciona o curso de DDM.*Nível 1: você presta atenção ao que realmente atrai os homens. Como sei que você gosta mais de sexo que de dieta, você vai conseguir.*Nível 2: esqueça os elogios de seu amigo gay. Ele jamais te verá com os nossos olhos.*Nível 3: você proíbe papo de dieta em sua casa. Sim, é necessário, qualquer amiga pode ser uma agente infiltrada do Mundamoda.Conseguiu passar desse ponto? Ótimo! Olhaí, você já tá com umas curvinhas bem apetitosas, hummm, a cinturinha boa de segurar... Desculpa, me empolguei.*Quarto e último nível: você pára de comprar certas revistas femininas, a principal arma do Mundamoda. Elas na verdade são pílulas mentais que deformam a auto-imagem feminina.Passou desse nível? Maravilha! Olhe só pra você: você agora é uma linda mulher carnuda! E muito feliz! Uma mulher cuja maior preocupação será administrar a fila. Parabéns! Hummm, mas você... realmente... Vem cá, deixa eu te dar um abraço.

Gostooooosa...Ricardo Kelmer é escritor, letrista e roteirista e mora em São Paulo, Terra, 3a. pedra do Sol
http://tofelizdavida2.blogspot.com/2007/01/mulheres_04.html, textoo retirado do blog TO FELIZ DA VIDA DE 4 DE JANEIRO DE 2007

Em contra partida, aguém quer mulher carnuda

Queremos mulher carnudaRicardo Kelmer 2006 - www.ricardokelmer.netEm breve, minha amiga, não mais abraçaremos vocês e diremos assim no ouvidinho: gostooosa... Infelizmente. Pois do jeito que vai essa paranóia feminina de emagrecer, gostosas serão espécimes raríssimos. Sim, eu sei que tem homem que traça tudo que aparece. Mas até esse nunca vai achar gostosa uma magrela esquelética que mais parece um lego desmontando. Pois bem. Foi pra lutar contra esse absurdo que criamos a Samuca. Sejam todos bem vindos à Sociedade Amparadora da Mulher Carnuda.Somos uma sociedade sem fins lucrativos. Nosso objetivo: ajudar a mulher a se libertar da cruel ditadura da magreza. Assim teremos mais mulheres carnudas.... e de bem com a vida. Se a mulher carnuda atrai mais pretendentes, imagine a mulher carnuda e feliz! E nós, homens do sexo masculino, finalmente poderemos chamá-las novamente de gostooosas. Será uma grande festa. Membro da Samuca pagará meia.Quem disse, minha querida, que homem gosta de esqueleto? Não gosta. Com exceção de antropólogo. Homem gosta é de mulher carnuda, mulher gostosa. Nós gostamos de pegar, apalpar, apertar, agarrar, espremer. Homem é parente do polvo, tem oito mãos, e todas elas, vem cá, deixa eu te dizer, todas elas amam deslizar assim, ó, pelo relevo ondulante do teu corpo, sabia?... subir e descer as protuberâncias... se enxerir nas reentrâncias... Ops, mas você não tem carne. Onde eu vou pegar? Mulher é como abismo de filme de ação: tem que ter um lugarzinho pra segurar senão adeus mocinho.Ultimamente as mulheres só querem ter ossos. Suam, gastam fortunas, fazem dietas impossíveis, ficam mal humoradas, adoecem, morrem... Pra quê? Pra extirpar as deliciosas saliências com que a natureza lhes brindou e que tanto nos fascinam. Enlouqueceram? Não sei, isso tudo tá muito estranho...Essa paranóia é ridícula. Sei que vaidade é algo natural da espécie: o Homo sapiens se embeleza pra conquistar um bom parceiro. Mas como vocês esperam nos seduzir com ossos? Magra tudo bem, dá pra ser uma magra gostosa. Mas magrela não. Aliás, o magrelismo feminino exclui automaticamente a possibilidade de protuberância glútea, que, você sabe, nós amaaamos...Gostooosa...Lamentavelmente, em vez de invejar a mulher que tem os homens a seus pés, muitas mulheres invejam a magrela seca desnutrida. Acontece que essa, mesmo fazendo compras em Paris, não atrai o bicho homem. Tá, uma mulher obesa também é complicado. Mas é possível ser gorda e gostosa, claro que sim. Infelizmente muitas de vocês estão tão paranóicas que se excitam mais com dieta que com sexo. Nessas mulheres a real felicidade se mede pela inveja óssea com que se provocam umas às outras. É o fim do mundo.Escutem, meninas, por favor: isso é i-lu-são. E é contra essa ilusão que a Samuca luta. Oferecemos cursos gratuitos de DDM, desconexão da ditadura da magreza, com os melhores profissionais do mercado, eu inclusive. O que está esperando? Comece hoje mesmo! Venha sentir as delícias que só uma mulher carnuda pode ter! E você ainda ganha esse incrível controle remoto que também gela a cerveja. Heim? Não, não tem outro brinde, foi esse que o departamento de promoções escolheu.Toda essa paranóia é causada pela ditadura da magreza. Mas quem instalou essa ditadura? Arrá! O responsável por tudo isso é uma entidade muito poderosa. Ela é abstrata, descentralizada e tem ramificações em toda a sociedade e agentes infiltrados em banheiros femininos. E nós homens nunca a entendemos muito bem. É o terrível Mundamoda. Essa coisa maléfica é mantida por estilistas, donos de agências, publicitários, editores de revistas e empresários que, na verdade, têm ódio mortal das mulheres. Por isso se superam a cada dia no objetivo de torná-las infelizes em nome de um ideal de beleza que é tão ridículo quanto inatingível.O mais chato sabe o que é? Muitas mulheres concordarão comigo, sim. Mas amanhã se sentirão novamente infelizes assim que passarem pela primeira banca e virem uma revista feminina.Sim, é preocupante, minha amiga. Mas a Samuca tem a solução. Vou te resumir como funciona o curso de DDM.*Nível 1: você presta atenção ao que realmente atrai os homens. Como sei que você gosta mais de sexo que de dieta, você vai conseguir.*Nível 2: esqueça os elogios de seu amigo gay. Ele jamais te verá com os nossos olhos.*Nível 3: você proíbe papo de dieta em sua casa. Sim, é necessário, qualquer amiga pode ser uma agente infiltrada do Mundamoda.Conseguiu passar desse ponto? Ótimo! Olhaí, você já tá com umas curvinhas bem apetitosas, hummm, a cinturinha boa de segurar... Desculpa, me empolguei.*Quarto e último nível: você pára de comprar certas revistas femininas, a principal arma do Mundamoda. Elas na verdade são pílulas mentais que deformam a auto-imagem feminina.Passou desse nível? Maravilha! Olhe só pra você: você agora é uma linda mulher carnuda! E muito feliz! Uma mulher cuja maior preocupação será administrar a fila. Parabéns! Hummm, mas você... realmente... Vem cá, deixa eu te dar um abraço.


Gostooooosa...Ricardo Kelmer é escritor, letrista e roteirista e mora em São Paulo, Terra, 3a. pedra do Sol
http://tofelizdavida2.blogspot.com/2007/01/mulheres_04.html, textoo retirado do blog TO FELIZ DA VIDA DE 4 DE JANEIRO DE 2007

Vale apena conhecer o trabalho do Dr. Tarki Cordás

Palestras pontuais e atestados médicos não resolvem distúrbios alimentares'
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,palestras-pontuais-e-atestados-medicos-nao-resolvem-disturbios-alimentares,312514,0.htm
Carta aberta ao governador de São Paulo, José Serra
O Estado de S.Paulo
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Táki Athanássios CordásCOORDENADOR DO PROGRAMA DE TRANSTORNOS ALIMENTARES DO INSTITUTO DE PSIQUIATRIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS - FMUSPAo contrário de epitáfios que dizem "não morreu em vão", a morte de Ana Carolina Reston e de outras meninas com anorexia nervosa, a não ser para as famílias, está relegada ao pó do sótão. O Instituto de Psiquiatria do HC possui o maior centro e a única enfermaria especializada da América Latina para o tratamento desses quadros. Quando da morte de Ana (em novembro de 2006) e da momentânea comoção nacional que causou, fomos convidados pela São Paulo Fashion Week a elaborar um projeto - pioneiro no Brasil - para o acompanhamento e prevenção dessas doenças. Não acredito em bom-mocismo. Isso apenas ocorreu porque nós, a Associação Brasileira de Psiquiatria e outros centros especializados fomos a público exigindo que a indústria da moda e as agências de modelo tomassem providências para proteger as adolescentes que querem seguir nessa carreira. Sabemos que a questão da moda é um dos fatores determinantes da doença, não o único, mas todas as pesquisas mostram que esta é uma população de elevado risco. Nossa equipe multidisciplinar elaborou um extenso programa de atendimento e apoio familiar. Tempo e dedicação foram colocados no projeto. Nunca mais fomos procurados pela SPFW. Palestras pontuais e atestados médicos não resolvem uma questão de tamanha complexidade. Senhor governador, a exemplo de políticos de outros países, como a Espanha e a Itália, sugiro que o senhor se engaje em propostas que proíbam modelos abaixo do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde de continuarem expostas a esse grave risco.

E as dietas dominam os blogs!!!

Dietas e beleza dominam blogs, diz Ibope
Felipe Zmoginski, de INFO Online
Blog Web 2.0
SÃO PAULO - Pesquisa do Ibope mostra que blogs que exploram temas como dieta, bem-estar e informações sobre beleza e estética têm mais audiência.
O estudo analisou a audiência e o grau de interação dos usuários em 100 blogs brasileiros.
Os blogs que exploram conteúdos relacionados à estética e saúde foram os que apresentaram maior audiência e mais motivaram os usuários a comentar.
Quando o tema do post é dieta, diz o Ibope, a média de comentários chega a 120 respostas. O mesmo estudo apontou que existe elevado número de links entre os blogs com temas parecidos, o que segundo o instituto revela que os usuários freqüentam vários blogs de um mesmo tema.
O Ibope também apontou que, em função de muitos blogs serem editados por pessoas sem formação técnica, há grande volume de informações imprecisas online.
Um exemplo citado na pesquisa são blogs sobre anorexia e bulimia, em que jovens trocam dicas sobre como obter remédios controlados sem receita médica.
Quando a sociedade vai se dar conta que o problema é de todos?????


http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/24112008-31.shl , dez 08

Um pouco sobre a ditadura da beleza

Magreza defendida como prêmio
Relatos nos blogs e sites de relacionamento mostram que jovens cultuam pessoas que morreram vítimas de anorexiaMaria Carolina Santos e Raquel Lima // Do diariodepernambuco.com.br
Destaque
Longe do olhar de familiares e amigos, adolescentes fazem apologia a distúrbios alimentares. No Orkut, em blogs e pelo MSN, meninas trocam incentivos para manter dieta de fome. Imagens: Raquel Lima/DP/D.A Press
Nem sempre elas são anoréxicas. Mais do que estarem abaixo do peso, as meninas que trocam mensagens de apologia a distúrbios alimentares na internet querem ter a doença. A recifense Marília, de 15 anos, tem 50 quilos, índice de massa corporal (IMC) de 23 - dentro do limite saudável - mas sonha em ser Ana Mia - como os jovens que buscam à magreza extrema se denominam no mundo virtual. "Sou uma garota que simplesmente cansei de ser a gordinha da turma. Gordo não serve pra nada. Só quero ser bela, perfeita, linda... magra!", diz no seu perfil do Orkut. O uso da internet para promover a apologia da bulimia e da anorexia - doenças graves que podem levar à morte - é o tema desta segunda reportagem. O conteúdo na íntegra está disponível no Pernambuco.com.Confira aqui o especial completo do Pernambuco.comAlém da troca de mensagens de incentivos para que as meninas sigam uma dieta de fome - mostrada na matéria publicada ontem - a troca de fotos também é cada vez mais popular. Imagens de modelos raquíticas e de meninas que beiram à inanição são trocadas entre adolescentes como verdadeiros presentes no Orkut e em fóruns da internet. Ao invés de estranheza, a reação destas adolescentes é de admiração. Este troca-troca tem até nome: thinspiration - numa tradução livre do inglês, inspiração magra. "Guarde fotos de magras lindas e de gordas nuas. Pense que com a comida que você vai comer, você pode escolher ficar igual a uma ou à outra", diz um dos perfis do Orkut repleto de fotos de mulheres magérrimas.
Fonte http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/02/14/urbana2_0.asp
Foto da modelo Ana Carolina Reston, que morreu vítima de anorexia em 2006, com apenas 40 quilos. Foto: Flavio Florido/Folha Imagem - 14/11/06
Grande parte das imagens trocadas é copiada de revistas de moda e sites de fofoca. As da atriz Keira Knightley e das modelos Kate Moss e Irina Lazareanu são as preferidas das adolescentes. Algumas das "thinspos" como a atriz Lindsay Lohan e a cantora Amy Winehouse já admitiram publicamente que sofreram com distúrbios alimentares. Mas isso não parece ser encarado como um alerta pelas meninas Pró-Ana (anorexia). "Lindsay é a pessoa mais linda do mundo, eu mataria para não ter uma grama de gordura como ela",diz uma adolescente num site de fotos thinspo. No ano passado, a fotógrafa alemã Ivonne Thein lançou online uma exposição batizada de "32 killos". São catorze fotos de modelos que têm o peso do título da mostra. Thein usa suas lentes para fazer um alerta: "Nestes sites, este ideal físico é ilustrado com abundante material visual. Modelos são celebrados com, por exemplo, celebridades com anorexia - que parecem personificar a conexão entre extremo autocontrole físico com uma vida mais saudável e feliz". As imagens estão disponíveis no site
http://www.ivonnethein.com.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Enfim até a Barbie já tem 50 anos....

Amigos eis a historia de uma boneca que sempre fopi um ícone para as meninas.
Não digo que ela é a unica, mas sim a principal para ditar a moda de corpo feminino.




02.02.2009




Em 2009 a boneca Barbie faz 50 anos. A Mattel, fabricante da boneca, fará uma série de eventos comemorativos. No mês que vem, a Semana de Moda de Nova York mostrará um desfile de criações inspiradas na Barbie. A empresa também adaptará uma casa transformando-a na Casa de Praia dos Sonhos da Barbie, para uma festa de aniversário no dia 9 de março. Outras ações incluem lançamento de produtos e parcerias com varejistas.Anúncio comemorativo dos 50 anos da BarbieA Érica Giacomelli, diretora de licenciamento da Mattel do Brasil, gentilmente me enviou informações sobre a história da Barbie. Reproduzo abaixo.-----
A idéia da boneca Barbie foi da americana Ruth Handler, esposa de Elliot Handler, fundador da Mattel. Em 1936, se inspirou em sua filha Bárbara (cujo apelido é Barbie), que gostava de brincar com bonecas de papel que trocam de roupa. Até então, todas as bonecas tinham aparência de bebês e essa de papel era uma das únicas que tinha feição de uma adolescente ou de mulher adulta. É por isso que quando a Barbie foi lançada, em 1959, ela foi definida como a "boneca adolescente que é vestida na última moda". A Barbie original, de 1959.Barbie foi a primeira boneca a dobrar as pernas e também a primeira a ser maquiada, um pioneirismo que surpreendeu os seus primeiros desenhistas, todos homens, que tinham dúvidas do sucesso da boneca tridimensional. Inicialmente, quando foi apresentada ao mercado de brinquedos na Toy Fair de Nova York (março de 59), a boneca não teve muito sucesso. Os fundadores da Mattel, então, acreditando em sua idéia (e em seu sonho), concentraram todas as suas economias, produziram e veicularam um comercial de TV com Barbie, vendida a US$ 3,00. Este foi o primeiro comercial de brinquedos da história e com o sucesso junto aos consumidores, que começaram a procurar Barbie nas lojas, os varejistas começaram a comprar as bonecas, mesmo não tendo acreditado inicialmente no produto.










As primeiras bonecas Barbie refletiam as últimas tendências de Paris e a imagem glamourosa das modelos. Aos poucos ficou claro que as meninas queriam que a Barbie tivesse identidade própria e a equipe de projeto e desenvolvimento da Mattel manteve-se ligada aos hábitos das adolescentes ao longo desses 50 anos.Em 1964 os Beatles lideraram a “invasão inglesa” na cultura americana e, junto às músicas, trouxeram as mini-saias e os cabelos compridos. Barbie também ganhou feições novas com modelitos ousados e penteados que acompanhavam as jovens da época. Nos anos 70 foi a vez da versão “hippie” e a Barbie surgiu com roupas brilhantes, no melhor estilo dance, cabelos armados e um simpático sorriso no rosto, mostrando as alegres tendências daquele momento. Na década seguinte, anos 80, Barbie manteve-se atual como professora de aeróbica, executiva poderosa e heroína de novela. E, ao final da década de 90, a boneca mais famosa do mundo entrou para o mundo dos esportes através da Associação de Basquete Americana, das corridas Nascar e competindo na Copa do Mundo de Futebol Feminino. Em 2000, Barbie foi campeã olímpica em 17 modalidades, representando 17 diferentes países. No Brasil ela é campeã de atletismo. Tudo isso sem deixar o mundo da moda.Na lista de estilistas que já fizeram modelos sob medida para ela estão os internacionais Giogio Armani, Christian Dior, Givenchi e até os brasileiros Alexandre Herchcovitch e Walter Rodrigues.Há 50 anos ela reina absoluta entre as celebridades e com uma enorme vantagem: nunca envelhece. Barbie, a boneca produzida pela Mattel, é a mais conhecida do mundo e completa em março 50 anos com cinturinha fina e corpo perfeito.Curiosidades da Barbie:- A cada segundo, quatro bonecas Barbie são vendidas em algum lugar do mundo; - Se todas as bonecas Barbies já vendidas fossem colocadas em fila, elas dariam 7 voltas ao redor da Terra; - Em 2002, a Barbie deixou sua marca na Calçada da Fama, em Hollywood, ao lado das celebridades como Marlyn Moroe e Charles Chaplin;- As primeiras bonecas custavam US$ 3; hoje uma Barbie pode custar até US$ 10 mil; - A Barbie já teve mais de 1 bilhão de pares de sapatos e outro bilhão de peças de roupas; - Ela já teve mais de 80 profissões diferentes. Foi paleontóloga, astronauta, roqueira, médica e até candidata à presidência dos EUA duas vezes, em 1992 e em 2000;- A Barbie já foi atleta olímpica. A primeira participação foi em 1975. Em 2000, ela volta a cena olímpica como nadadora. - Em seus 50 anos, a Barbie já teve 21 cães, 12 cavalos, 6 gatos, 3 pôneis, 1 papagaio, 1 chimpanzé, 1 panda, 1 girafa, 1 zebra, entre outros animais.- Ela é vendida em mais 150 países; - O Ken surgiu em 1961, dois anos depois da Barbie; - A Midge é sua melhor amiga desde 1963 e hoje já tem uma família: o marido Alan, o filho mais velho Ryan, a menor Nikki, que em 2005 completa dois aninhos. A novidade: Midge está grávida.
Para completar a história, Barbie tornou-se a pediatra da família;- Em seu lançamento, em 1959, ela vestia uma roupa bem simples, um maiô listrado branco e preto; - A série de bonecas militares da Barbie, exército, marinha e aeronáutica, foi aprovada pelo Pentágono por retratar os uniformes de maneira mais realistas e fiéis aos originais; - As primeiras Barbies negras e hispânicas foram lançadas em 1980; - O nome completo da boneca é Barbie Millicent Roberts. Ela nasceu em Willows, Wisconsin e estudou na Willows High School;- Barbie tem cinco irmãs: Skipper (1964), Tutti (1966), Stacie (1992), Kelly (1995) e Krissy (1999).Fonte: Mattel
postado por Arnaldo Rabelo, às 11:19
ENFIM TAMBÉM ELA AJUDA A FAZER A CABEÇA OU MELHOR O CORPO DA MULHER

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...