sábado, 11 de outubro de 2014

Artista usa princesas e príncipes da Disney em campanhas contra violência doméstica e anorex


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Imagens foram criadas pela artista conhecida como Saint Hoax.
A artista conhecida como Saint Hoax, que tem trabalhos iconoclastas e cheios de referências à cultura pop, recriou a imagem de princesas e príncipes da Disney para alertar sobre dois problemas distintos, mas igualmente graves: a violência doméstica e a anorexia.
Em seu trabalho contra a violência doméstica, princesas como Jasmine, Ariel, Cinderela e Aurora aparecem com o rosto desfigurado, cheio de hematomas. As imagens trazem a legenda: "Quando ele deixou de te tratar como uma princesa? Nunca é tarde demais para colocar um fim nisso."
A peculiaridade é que personagens masculinos, como Aladim e Hércules, também foram retratados da mesma maneira, alertando para o fato de que, mesmo sendo mais incomum, homens também podem ser vítimas da violência doméstica. "Quando ela deixou de te tratar como um herói? Não tenha vergonha de pedir ajuda", aconselha a campanha.
No provocativo trabalho sobre anorexia, os personagens aparecem com um porte esquelético. "Adequada para ser uma princesa?", pergunta a artista. "Não deixe a anorexia devorar você viva".

http://www.adorocinema.com/slideshows/filmes/slideshow-109459/#4

Cresce a procura de cirurgias plásticas por idosos



Daniel Outlander

Nesta quarta-feira, 1, foi comemorado o Dia Internacional do Idoso. Mas quem são esses "idosos"? Segundo as leis brasileiras, os mesmos abrigam a faixa etária a partir de 65 anos, onde conquistam, inclusive, diversos benefícios, como meia entrada em diverosos locais e o direito da gratuitade em transportes públicos.
Cresce a procura de cirurgias plásticas por idosos. Foto: Reprodução.
Estamos vivendo um processo de "envelhecimento de jovens", tendo em vista que a nossa terceira idade cada dia recebe pessoas com maior vigor e saúde. Para manter aparente o que já se detém em seu interior, o número de cirurgias plásticas vem aumentando em idosos de todo o país.
Em entrevista ao SRZD, o cirurgião plástico André Mattos alegou que é difícil definir se uma pessoa é realmente idosa ou não. "Hoje a gente não sabe determinar quem é ou não idoso, já que a expectativa de vida está aumentando muito, e a maioria dos idosos, hoje, são jovens", declarou.
André afirma que as pessoas que buscam esse tipo de procedimento, são pessoas com espírito jovem e que possuem vigor. "Eu acho que idoso, hoje, pode ser chamado o paciente com idade acima de 70 anos. Mas não há uma idade fixa. Trabalhamos mais com a condição de saúde e física, que com a questão da idade propriamente dita", comenta o cirurgião.
As mulheres são as que concentram a maior parte de cirurgias plásticas, segundo o cirurgião. "Os homens ainda possuem um certo preconceito. Os homens idosos tendem a procurar cirurgiões plásticos, quando o problema se torna funcional, como por exemplo a cirurgia de pálpebras, quando passa a incomodar a visão".
O princípio básico para a realização de uma cirurgia desse tipo é ter a saúde em dia, segundo o Dr. André Mattos. "Existem restrições a saúde, dependendo do tipo de procedimento executado, mas as cirurgias mais procuradas pelos pacientes de idade mais elevada, são as cirurgias faciais", determina.
E quem acha que as pessoas mais velhas não podem entrar em uma sala cirúrgica e realizar um procedimento tal qual, está enganado. Segundo o médico, há pacientes com muito mais idade e que buscam esse tipo de cirurgia. "Minha paciente com mais idade tinha 91 anos. Ela ainda está viva, mas fizemos um lifting nela há dois anos. E acredite, ela vinha até a clínica sozinha", finalizou.
As pessoas mais velhas são o que temos de mais forte entre passado e presente e ao que parece, também estarão muito presentes em nosso futuro. Hoje, no Brasil, a expectativa de vida é de 75 anos de idade
http://www.sidneyrezende.com/noticia/238004+cresce+a+procura+de+cirurgias+plasticas+por+idosos

Bullying, anorexia e bulimia são temas de textos do concurso

publicado em terça-feira, 30 de setembro de 2014 às 07:00 Histórico



Renata Rocha
Especial para o Diário
André Henriques/DGABC
Questões como bullying, anorexia e bulimia e até as más influências de supostos amigos foram assuntos escolhidos por alunos de Ribeirão Pires na hora de escrever sobre Qualidade de vida hoje. Saúde no futuro, tema do Desafio de Redação. Ontem, estudantes de 12 escolas da cidade realizaram as provas.
Para Sthefanie Gonçalves, 16 anos, aluna do 2º ano do Ensino Médio da EE Álvaro de Souza Vieira, a boa alimentação é fundamental para o desenvolvimento. “Os jovens de hoje se alimentam mal e, com isso, a tendência é engordar, até porque a maioria pratica pouca atividade física. Isso pode favorecer doenças como bulimia e anorexia.”
Ter consciência do próprio corpo é importante e prevenir futuros problemas também. “É necessário conscientizar os jovens sobre o que pode acontecer caso continuemos a viver assim. Alimentação, exercícios e hábitos positivos fazem a diferença”, disse a aluna do 2º ano Laís Alves, 17.
Na EE Professor Casemiro Poffo, na Estância das Rosas, os alunos concordam que é preciso educação para ter opiniões fortes e não se deixar levar pelas más influências. Esse é o pensamento de Matheus Cavalcante de Carvalho, 17, do 3º ano do Ensino Médio. “Somos a geração sem tempo. Comemos mais besteiras e deixamos de fazer exercícios. Muitos jovens têm doenças psíquicas e, para evitar, é preciso ter diálogo com o adolescente, que, às vezes, sofre bullying na escola e parte para um caminho errado”, disse Matheus.
Outra questão preocupante é o uso de entorpecentes. “É necessário que o jovem saiba o quanto as drogas são prejudiciais para o organismo”, disse Felipe da Silva Rodrigues, 14, aluno do 1º ano do Ensino Médio.
O Desafio de Redação é promovido pelo Diário, correalizado pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano) e tem apoio da Ecovias e do Hospital Brasil.
Especialista compartilha experiências
O neurocirurgião do Hospital Brasil, da Rede D’Or, Oreste Lanzoni protagonizará, na tarde de hoje, palestra para estudantes da EE Tristão de Athayde, localizada no Jardim Rosinha, em Diadema. Durante cerca de uma hora, o especialista compartilhará com os jovens suas experiências de vida em busca de seus objetivos pessoais e também profissionais.
Esta será a sexta palestra do total de 14 que serão realizadas na oitava edição do Desafio de Redação. “Eu estudei em instituições públicas de ensino a vida toda. Com meu esforço, consegui cursar a graduação em Medicina e concluir a especialização em neurocirurgia”, ressalta o profissional.
De acordo com o neurocirurgião, é essencial que as pessoas tenham foco. “É importante criar nos jovens essa ideia de que tudo é possível. Basta manter o esforço direcionado no seu objetivo. Se você não definir uma meta, dificilmente chega onde quer.” (Natália Fernandjes) 
http://www.dgabc.com.br/Noticia/993687/bullying-anorexia-e-bulimia-sao-temas-de-textos-do-concurso?referencia=minuto-a-minuto-topo

Iraque: cada mulher Yazidi era partilhada por 10 combatentes islâmicos

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A história de Amsha, uma jovem de 19 anos da minoria yazidi do Iraque, é a história de centenas de mulheres da mesma religião sequestradas pelo grupo Estado Islâmico.
A jovem mãe foi raptada durante a ofensiva islamista a Sinjar, no início de setembro. Violada e vendida pelos combatentes, Amsha conseguiu escapar para o Curdistão iraquiano há alguns dias.
“Cada mulher Yazidi era partilhada por 10 combatentes do Estado islâmico antes de nos venderem por 10 a 12 dólares. Quem é que pode aceitar isto? Será que Deus está de acordo? É uma vergonha violar uma mulher, mas quando é violada por 10 homens… São animais não são humanos. Ainda hoje sinto muito medo”.
Segundo alguns relatos, seriam os próprios combatentes que teriam fornecido telemóveis às reféns para entrarem em contato com a família e semear o terror entre a comunidade.
Outra mulher que conseguiu escapar-se, relata:
“Há três dias falei com a minha mãe, ela enterra o telemóvel para escondê-lo dos combatentes, pois se descobrem o telemóvel, o mais certo é que lhe dêm um tiro na cabeça. Não sei se terão encontrado o telemóvel da minha irmã, pois há 12 dias que não consigo contactá-la”.
Segundo um relatório da ONU apresentado hoje, os combatentes, acusados de levarem a cabo uma limpeza étnica contra as minorias religiosas, manteriam sequestradas mais de 600 mulheres, utilizadas como escravas sexuais e vendidas por valores até 150 dólares.
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http://pt.euronews.com/2014/10/02/iraque-cada-mulher-yazidi-era-partilhada-por-10-combatentes-islamicos/

Saiba identificar se seu filho sofre de transtorno alimentar


Anorexia, bulimia e compulsão alimentar são as doenças mais comuns em jovens; conheça sinais e veja como ajudar

DO IG DELAS 
Para muitas pessoas apenas os adolescentes mais gordinhos têm transtornos alimentares. Mas essa impressão está equivocada. Os mais esguios, que se preocupam sempre em comer porções pequenas e não faltam a uma aula sequer na academia são, sim, vulneráveis ao problema.

Os transtornos mais comuns são a anorexia, bulimia e a compulsão alimentar, e eles atingem principalmente as meninas. Fábia Costa, professora do curso de Nutrição da Faculdade Newton Paiva, em Belo Horizonte (MG), explica cada um deles: a anorexia consiste em ter fome e vontade de comer, mas devido à pressão social pelo corpo perfeito, a pessoa come pouco para evitar o ganho calórico; na bulimia, ela come, come e depois vomita o alimento; já a compulsão alimentar impulsiona a pessoa a comer em excesso, sem ser capaz de perceber quando a fome já foi saciada.

Mas nem todo adolescente “bom de garfo” ou frequentador de academia sofre de algum transtorno alimentar. É a observação atenta dos pais que vai ajudar a distinguir o limite entre o saudável e a doença.

Sintomas

Ana Maria Roma, nutricionista especialista em transtorno alimentar do Proata (Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), aponta que o jovem que “evita alimentos de forma sistemática; não quer participar das refeições em família, preferindo comer sempre sozinho; começa a se vestir com roupas muito largas de modo a esconder o próprio corpo; passa muito tempo isolado ou tem dificuldades na escola e com os amigos” merece esse olhar analítico.


Além desses sintomas, Fábia cita como sinais de altera: falta inesperada de alimentos da geladeira, causada por ‘assaltos’ noturnos; perda de cabelo (chegando a provocar falhas), um problema causado pelo déficit acentuado de proteína no organismo; ausência de menstruação nas meninas e fadiga e baixa resistência, causadas pelo pouco consumo de zinco e magnésio.

Fatores como a pressão social por um corpo magro, autocrítica elevada, timidez excessiva, baixa autoestima, quadro de ansiedade ou depressão e eventos estressores como separação dos pais, entre outros, podem combinar-se na origem dos transtornos alimentares.

“É sempre uma associação de fatores. Por exemplo, há a menina que está em um momento de mudança de cidade ou escola, precisa fazer amigos novos, passa por dificuldades para socializar, tem autoestima muito baixa e daí ela se volta mais para o corpo”, observa Fábia.

Rosto bonito

A advogada Rute da Silva, hoje com 35 anos, começou a tomar anfetaminas para emagrecer aos 12. Desde criança e cada vez mais conforme chegava à pré-adolescência, se ressentia de pessoas que comentavam que era “uma pena uma garota com o rosto tão bonito ter aquele corpo”. A dica veio de uma amiga que mostrou o remédio que a tia usava, alertando sobre efeitos colaterais como boca seca e tonturas.

Entre os 15 e os 16 anos, ela alcançou 70 kg e se autoimpôs um teto de calorias diário – para não extrapolar a meta, vomitava o “excesso”.

“Coloquei na cabeça que eu tinha que consumir 800 calorias por dia. Tudo que ingeria, eu somava o índice calórico. Tinha já quase a minha altura de hoje, 1,68m, e pesava 70 kg. Em poucos meses perdi cerca de 25 quilos. Cheguei a um ponto de vomitar quatro a cinco vezes por dia”, lembra Rute.


Ser elogiada pelo sucesso da dieta fazia com que ela se sentisse estimulada a continuar a rotina de comer e depois forçar o vômito. Embora nunca tenha atingido níveis extremos de magreza, ela perdeu cabelo, o pique para estudar e mesmo o ânimo para se divertir.

“Já fiquei o período inteiro das férias escolares em casa porque eu não me achava digna de ser vista na rua”, lembra. Os pais de Rute nunca souberam da doença da filha.

“Ainda me incomoda ser gorda, mas aprendi a me aceitar”, analisa ela. Até hoje Rute luta para não recair na bulimia e faz reeducação alimentar com o acompanhamento de uma nutricionista.

Evitar alimentos de forma sistemática e não querer participar das refeições em família são sintomas de alerta para transtornos alimentares

A família

Ana Maria recomenda aos pais que identificarem esses sinais nos filhos que mostrem de maneira aberta sua preocupação e demonstrem que eles estão atentos e prontos para intervir o quanto antes. Já Fábia aconselha que também haja de pronto uma reelaboração da dispensa familiar.

“A criança ou adolescente tem acesso aos alimentos da casa, então, os pais têm que pensar no que estão ofertando”.

Ela lembra que os pais têm participação efetiva nas escolhas alimentares dos filhos.

“Tem refrigerante e não tem suco? Desse jeito, como o pai ou a mãe quer que a adolescente não consuma a bebida? Além disso, é preciso ter regras como horário para as refeições e não comer na frente do computador. Os familiares também não devem premiar ou punir o comportamento da adolescente por meio dos alimentos. E evitar comparações entre o corpo do filho com o de outras pessoas”, ensina Fábia.

Como tratar

De acordo com Fábia e Ana Maria, quando o tratamento se revela necessário, uma equipe multidisciplinar trabalha pela melhora do jovem: clínico geral, nutricionista, endocrinologista, psiquiatra e psicólogo podem atuar juntos com o objetivo de promover a reeducação alimentar e o bem-estar emocional do adolescente.

Vale destacar que esse tipo de tratamento também é oferecido pela rede pública de saúde – os pais podem ser informar melhor por meio do site do Proata ou junto ao serviço de saúde de sua cidade.
fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=3&cid=212464 acesso em 11 de outubro de 2014 



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