sábado, 17 de setembro de 2016

Novo projeto da Melissa apresenta artistas que estão renovando a cena criativa de São Paulo

Novo projeto da Melissa apresenta artistas que estão renovando a cena criativa de São Paulo

Melissa Meio Fio
Divulgação
ESCRITO POR
REDAÇÃO ELLE
Desde os anos 1980, a Melissa sempre esteve em contato com o público jovem que curte a metrópole e está por dentro das novidades da cidade. Há alguns anos, porém, ela vem se descolando da nossa memória infantil para ganhar os looks dos mais antenados. Por isso, faz muito sentido que, agora, eles estejam procurando novos artistas de São Paulo, representantes dessa geração que está influenciando a cidade online e offline, para impulsioná-los em uma exposição patrocinada pela marca.
Melissa Meio-Fio é um projeto que durará três meses e irá apresentar nove artistas para o público, através de uma plataforma online e colaborativa. O grupo terá suporte da marca para realizar produções e investir em técnicas, experiências e ferramentas que ampliem seu potencial criativo. A plataforma vai reunir. em tempo real. diversos conteúdos sobre seus trabalhos e, também, aspectos de suas vidas - amigos, família, festas, casa, religião e as diferentes relações que desenvolvem com seus universos. Eles são chamados de "Refletores" dentro do projeto.
Para chegar até estas pessoas, a Melissa contou com a ajuda de nove pessoas influentes de São Paulo, chamadas de Conectores. Entre eles estão modelos, fotógrafos, atrizes, jornalistas e blogueiros, como a ativista Nátaly Neri, que já entrevistamos aqui. Chantal Sordi, a editora de moda da ELLE Brasil, também foi uma das convidadas da marca e a sua indicação foi Apolinário, nome por trás da Cemfreio, e dupla Pistache Ganache, designers de objetos. Além de indicar, os Conectores também irão orientar e dar suporte para os seus pupilos.


Na seção "Ajude o Artista" do hotsite, pessoas com a capacidade solicitada para um determinado job ou etapa do trabalho poderão se inscrever e fazer parte do projeto. O público será responsável, também, pela escolha final. Ao final dos três meses, a Meio-Fio abre votação online para eleição dos três Refletores que devem se reunir para criar e desenvolver uma exposição inédita com a marca.
Nós, é claro, estaremos acompanhando por aqui! Fique de olho para conhecer esses nomes frescos do cenário paulista, que têm tudo a ver com este momento da cidade, que está quebrando paradigmas levando moda, arte e música a novos cenários e limites.
Conheça abaixo todos os participantes:
Refletores
Divulgação
Apolinário: estilista, designer, jornalista - para canais como FFW, Vice e Thump, agitador cultural do eixo RJ-SP e fotógrafo do coletivo I Hate Flash. Por meio da sua marca "Cemfreio", Apolinário questiona o binarismo de gênero na moda.
Daniella Tinório: estilista da Zona Leste de São Paulo, criou uma marca focada na concepção e confecção de peças mais conceituais para mulheres plus size ou com perfis menos atendidos pelas fast fashion - a Dmamacita. A marca está na segunda coleção e já apresentou dois desfiles.
Tasha e Tracie Orereke: gêmeas, mobilizam uma série de eventos e colaborações artísticas com foco na mulher negra e periférica - o que chamam de movimento "Expensive $hit", valorizando e curando manifestações culturais diversas baseadas no empoderamento.
Pistache Ganache: ateliê dos designers de objetos André Romitelli e Martina Brusius. Nasceu em Milão durante uma Salone del Mobile, em 2015, e transita entre as referências e personalidades de ambos para entregar produtos e cenografias conceituais.
Alexandre Heberte: artesão e tecelão de formação livre. Cria obras de arte em tramas, muitas vezes utilizando técnicas e materiais não convencionais, além de inusitadas aplicações em objetos.
Aline Tima: Desenvolve pesquisa que relaciona moda e performance. Faz parte do coletivo de eventos culturais VOODOOHOP e é criadora da marca TRICOMA, que faz moda sem estereótipo de gênero e sem recorrer à estética minimalista.
Zé Vicente: artista visual e professor de artes, reconhecido pelo seu trabalho com colagens fotográficas. Tem uma produção visual que mistura várias linguagens, partindo de imagens "coladas" nas ruas, que se misturam com a paisagem urbana.
MC Linn da Quebrada: "Bicha, trans, preta e periférica. Nem ator nem atriz: atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero". Assim, Linn se define. Sua música e suas narrativas atravessam a performance e o ativismo, também pautado em ações políticas em ONGs e coletivos.
Estileras: Projeto concebido pela dupla performática Ricardo Boni e Brendon Xavier, a marca experimental busca uma nova relação do jeans com o corpo. Uma relação às avessas, em que o tecido é ressignificado e utilizado de jeitos não convencionais.
CONECTORES
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Chantal Sordi: jornalista de moda, editora da Elle Brasil, habitué de galerias de arte.
Eduardo Costa: dono do brechó Replay, seu trabalho questiona o gênero e acesso à moda.
Mayara Efe: modelo plus size, negra e feminista, se intitula "ativista pelo positivismo do corpo". Promove o movimento #EstaÉaMinhaHistória, celebrando narrativas de mulheres que quebram estereótipos.
Gustavo Silvestre: estilista, realiza um trabalho autoral com crochê e atua com moda sustentável.
Verena Smit: fotógrafa e artista visual, seu trabalho autoral mistura micropoesia e imagem.
Bia Bittencourt: artista, criadora e curadora da Feira Plana, a maior feira de arte impressa do país, para a qual relaciona e seleciona trabalhos de produtores independentes.
Glamour Garcia: artista do teatro e performer. Foi destaque na peça "Salomé", na qual caminha por uma linguagem com ênfase no ato poético.
Duda Porto de Souza: jornalista, artista, apaixonada por educação e criadora da primeira biblioteca multilíngue infantil.
Nátaly Neri: youtuber, ativista, negra, referência da geração Z e entusiasta de moda. É dona do canal "Afros e Afins", onde também divulga dicas de achados de moda garimpados em brechós.

RELACIONADAS

Melissa Meio Fio
Divulgação
ESCRITO POR
REDAÇÃO ELLE
Desde os anos 1980, a Melissa sempre esteve em contato com o público jovem que curte a metrópole e está por dentro das novidades da cidade. Há alguns anos, porém, ela vem se descolando da nossa memória infantil para ganhar os looks dos mais antenados. Por isso, faz muito sentido que, agora, eles estejam procurando novos artistas de São Paulo, representantes dessa geração que está influenciando a cidade online e offline, para impulsioná-los em uma exposição patrocinada pela marca.
Melissa Meio-Fio é um projeto que durará três meses e irá apresentar nove artistas para o público, através de uma plataforma online e colaborativa. O grupo terá suporte da marca para realizar produções e investir em técnicas, experiências e ferramentas que ampliem seu potencial criativo. A plataforma vai reunir. em tempo real. diversos conteúdos sobre seus trabalhos e, também, aspectos de suas vidas - amigos, família, festas, casa, religião e as diferentes relações que desenvolvem com seus universos. Eles são chamados de "Refletores" dentro do projeto.
Para chegar até estas pessoas, a Melissa contou com a ajuda de nove pessoas influentes de São Paulo, chamadas de Conectores. Entre eles estão modelos, fotógrafos, atrizes, jornalistas e blogueiros, como a ativista Nátaly Neri, que já entrevistamos aqui. Chantal Sordi, a editora de moda da ELLE Brasil, também foi uma das convidadas da marca e a sua indicação foi Apolinário, nome por trás da Cemfreio, e dupla Pistache Ganache, designers de objetos. Além de indicar, os Conectores também irão orientar e dar suporte para os seus pupilos.


Na seção "Ajude o Artista" do hotsite, pessoas com a capacidade solicitada para um determinado job ou etapa do trabalho poderão se inscrever e fazer parte do projeto. O público será responsável, também, pela escolha final. Ao final dos três meses, a Meio-Fio abre votação online para eleição dos três Refletores que devem se reunir para criar e desenvolver uma exposição inédita com a marca.
Nós, é claro, estaremos acompanhando por aqui! Fique de olho para conhecer esses nomes frescos do cenário paulista, que têm tudo a ver com este momento da cidade, que está quebrando paradigmas levando moda, arte e música a novos cenários e limites.
Conheça abaixo todos os participantes:
Refletores
Divulgação
Apolinário: estilista, designer, jornalista - para canais como FFW, Vice e Thump, agitador cultural do eixo RJ-SP e fotógrafo do coletivo I Hate Flash. Por meio da sua marca "Cemfreio", Apolinário questiona o binarismo de gênero na moda.
Daniella Tinório: estilista da Zona Leste de São Paulo, criou uma marca focada na concepção e confecção de peças mais conceituais para mulheres plus size ou com perfis menos atendidos pelas fast fashion - a Dmamacita. A marca está na segunda coleção e já apresentou dois desfiles.
Tasha e Tracie Orereke: gêmeas, mobilizam uma série de eventos e colaborações artísticas com foco na mulher negra e periférica - o que chamam de movimento "Expensive $hit", valorizando e curando manifestações culturais diversas baseadas no empoderamento.
Pistache Ganache: ateliê dos designers de objetos André Romitelli e Martina Brusius. Nasceu em Milão durante uma Salone del Mobile, em 2015, e transita entre as referências e personalidades de ambos para entregar produtos e cenografias conceituais.
Alexandre Heberte: artesão e tecelão de formação livre. Cria obras de arte em tramas, muitas vezes utilizando técnicas e materiais não convencionais, além de inusitadas aplicações em objetos.
Aline Tima: Desenvolve pesquisa que relaciona moda e performance. Faz parte do coletivo de eventos culturais VOODOOHOP e é criadora da marca TRICOMA, que faz moda sem estereótipo de gênero e sem recorrer à estética minimalista.
Zé Vicente: artista visual e professor de artes, reconhecido pelo seu trabalho com colagens fotográficas. Tem uma produção visual que mistura várias linguagens, partindo de imagens "coladas" nas ruas, que se misturam com a paisagem urbana.
MC Linn da Quebrada: "Bicha, trans, preta e periférica. Nem ator nem atriz: atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero". Assim, Linn se define. Sua música e suas narrativas atravessam a performance e o ativismo, também pautado em ações políticas em ONGs e coletivos.
Estileras: Projeto concebido pela dupla performática Ricardo Boni e Brendon Xavier, a marca experimental busca uma nova relação do jeans com o corpo. Uma relação às avessas, em que o tecido é ressignificado e utilizado de jeitos não convencionais.
CONECTORES
Divulgação
Chantal Sordi: jornalista de moda, editora da Elle Brasil, habitué de galerias de arte.
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Mayara Efe: modelo plus size, negra e feminista, se intitula "ativista pelo positivismo do corpo". Promove o movimento #EstaÉaMinhaHistória, celebrando narrativas de mulheres que quebram estereótipos.
Gustavo Silvestre: estilista, realiza um trabalho autoral com crochê e atua com moda sustentável.
Verena Smit: fotógrafa e artista visual, seu trabalho autoral mistura micropoesia e imagem.
Bia Bittencourt: artista, criadora e curadora da Feira Plana, a maior feira de arte impressa do país, para a qual relaciona e seleciona trabalhos de produtores independentes.
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Duda Porto de Souza: jornalista, artista, apaixonada por educação e criadora da primeira biblioteca multilíngue infantil.
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abuso com as mulheres

ABSURDO COM AS MULHERES

Denunciar estupro na Índia pode fazer com que a mulher passe por um violento "ritual de purificação".

8. FUGIR DE MARIDO ABUSIVO É CRIME NO AFEGANISTÃO.

Fugir de marido abusivo é crime no Afeganistão.

Fugir do marido, mesmo que a fuga seja motivada por agressões e abusos, éconsiderado crime em alguns países, como o Afeganistão.

MULHERES PODEM SER PRESAS POR...

4. DIRIGIR É PROIBIDO PARA MULHERES NA ARÁBIA SAUDITA.

Dirigir é proibido para mulheres na Arábia Saudita.
Thomas Northcut / Getty Images
Segundo clérigos do país, mulheres motoristas minam os valores sociais e até prejudicam seus ovários, colocando suas futuras gestações em risco. O habitual é que as autoridades detenham as motoristas e apreendam o veículo, até que um tutor —um homem da família— se apresente na delegacia e assine um documento no qual garanta que a infração não vai se repetir.

5. NO IÊMEN, A MULHER CASADA NÃO PODE COLOCAR O PÉ PARA FORA DE CASA SEM A PERMISSÃO DO MARIDO.

No Iêmen, a mulher casada não pode colocar o pé para fora de casa sem a permissão do marido.
Lucagal / Getty Images
Além do Iêmen, na Síria e nos Emirados Árabes as mulheres também não podem aceitar um emprego sem permissão do marido.
Casar com alguém de outra religião é proibido em países muçulmanos como Afeganistão, Qatar ou Marrocos.
FONTE: https://www.buzzfeed.com/alexandreorrico/ser-mulher-e-uma-bosta-em-varios-lugares?bffbbrazil&utm_term=.fdpYGBl47#.vd0LznJ05

ATITUDES DAS MULHERES QUE LEVAM A PRISÃO PELO MUNDO!!!!

1. IRANIANAS PODEM IR PARA A CADEIA SE ASSISTIREM A UMA PARTIDA DE VÔLEI OU FUTEBOL.

Iranianas podem ir para a cadeia se assistirem a uma partida de vôlei ou futebol.
No fim de 2014, Ghoncheh Ghavami, uma britânica de origem iraniana, foi condenada a um ano de prisão por tentar assistir a um jogo de vôlei. Depois da Revolução Islâmica, em 1979, mulheres não podem entrar em estádios de futebol no Irã. Há dois anos, a proibição foi estendida para o vôlei.

2. TAMBÉM NO IRÃ, MULHERES QUE FAZEM SEXO ANTES DO CASAMENTO SÃO CONSIDERADAS CRIMINOSAS.

Também no Irã, mulheres que fazem sexo antes do casamento são consideradas criminosas.

Sexo antes do casamento é um crime julgado nos tribunais por lá.

3. MULHERES PODEM SER PRESAS, MULTADAS E CHICOTEADAS POR USAREM CALÇAS EM PÚBLICO NO SUDÃO.

Mulheres podem ser presas, multadas e chicoteadas por usarem calças em público no Sudão.

https://www.buzzfeed.com/alexandreorrico/ser-mulher-e-uma-bosta-em-varios-lugares?bffbbrazil&utm_term=.fdpYGBl47#.vd0LznJ05

feminismo 1.0

Feminismo 1.0
Cristina Naumovs
Diretora criativa da Nova Cosmopolitan, do Grupo Abril
Feminismo 1.0
Um spoiler: ainda estamos na quinta série desse assunto
 


15 de setembro de 2016 - 17h19
Junho de 2016, reunião com leitoras da revista: um dos assuntos que elas mais falam é sobre “o cara não ligar de novo se a gente transar no primeiro dia”, isso vindo de homens “bacanas” e mulheres “empoderadas”. Vou repetir: junho de 2016.
Vivemos em um mundo em que é normal a mulher ser sexy, em que é preciso ser sexy, você quer ser sexy, ter a roupa X, o sapato Y, o novo blush que garante a picardia de que você precisa. Mas não se engane, você não pode gostar de sexo, não pode falar de sexo, dizer do que gosta ou do que não gosta. Mas ai de você se chegar mal-humorada pra trabalhar, porque você ganha um post-it nas costas escrito “mal comida”.
Precisamos resolver essa equação.
A publicidade decidiu que o empoderamento é o novo preto, certo? O feminismo, a bola da vez. Mas quem está falando de empoderamento aqui? O exercício diário é sobre liberdade. É sobre querer usar ou não o seu produto e tudo bem. É sobre querer transar na primeira noite e tudo bem. É falar sobre masturbação e não ser um big deal. É sobre não ter aquele corpo que aparece nos reclames da TV aberta (ou por que você imagina que “Nossa, como você tá magra!” seja o melhor elogio que alguém pode ouvir desse lado do Ocidente?). Deveria ser tudo bem. Mas não é.
E teoricamente é. Temos discursos lindos pra tudo, revistas femininas incluídas (aqui, um parêntese antes da porrada: fazemos, diariamente, um mea-culpa nas redações, pensando em pluralidade, em como falar de beleza pra todos, em prazer que seja bom pros dois, duas, du@s).
Mas não, amigos, não estamos avançando. É ainda a quinta série, em que a professora fala cocô e as risadinhas correm soltas. Somos nós ainda pedindo pra um cara levar a gente até o carro à noite, com medo da violência.
Esse trem que a publicidade pegou ainda sem saber em que estação descer é muito confuso. Chamamos as feministas pra falar? Ai, mas que saco, não pode mais nada; nem ser mais gentil o cara pode que a mulher já acha que é machismo. Tá, tá, bota aí uma gorda, uma negra, hummm, um gay, vai. Ótimo. Não, nada ótimo.
Não avançamos nas discussões mais básicas do feminino nem do feminismo (antes que alguém fale, nem sobre o papel dos caras nisso tudo). Ah, mas publicidade não é ONG. Certíssimo, a conta tem que fechar no fim do dia. Mas preciso contar um segredo: mulher livre se engaja mais. Não é sobre isso que estamos trabalhando o tempo todo? Sobre alguém acreditar, ser fiel e indicar a nossa marca? A consistência do consumo vem da chancela, de trazer gente pra perto do nosso mundo. E isso melhora a coluna da direita das suas tabelas, mesmo quando a grana demora um pouco mais a entrar.
Volto pra empatia aqui, pra encerrar. Enquanto você não entender, de verdade, qual o medo que uma mulher sente da violência, ou comentar a roupa da vizinha de mesa, perguntar se a menina tá naqueles dias, você não entendeu nada, mesmo gabaritando os itens todos. Essa conta é nossa, minha, sua, das revistas, das agências. E só vamos passar de ano quando terminarmos de pagar. Nos vemos no quarto bimestre, em que mostraremos nossos boletins e, quem sabe, poderemos avançar um tiquinho nessa conversa.
fonte http://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2016/09/15/feminismo-1-0.html

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...