sexta-feira, 25 de junho de 2010

Cirurgia Plastica na visão espirita


Como coloco todas as opiniões vale a pena ler essa
FONTE: http://portugalespiritsmo.blogspot.com/2010/06/cirurgia-plastica-na-visao-espirita.html


Chico Xavier, em afirmações expressas no programa Pinga-Fogo da TV Tupi,que podem ver aqui na seção ( videos importantes) nos anos 70, dizia que a cirurgia plástica para regenerar os tecidos, orientada pelos medicos, é para quem a faz um meio de estímulo psicológico para que a interiorização da felicidade mesmo que relativa diminua a laceração da tristeza.reavivando dessa forma a atividade mais equilibrada e para que se possa enfrentar os desafios do quotidiano e permita que se veja com mais interesse as vidas dauqeles que delas necessitam..

Se a providência Divina nos concedeu a plástica, através do progresso das ciências, naturalmente é para que venhamos valorizar cada vez o corpo físico por meio do qual viajamos aqui na Terra.

As Pessoas questionam-se sobre a correção de problemas estéticos, através de cirurgia plástica, devido a temer os resgates reencarnatórios.

Tal qual nós podemos pelo amor atenuar as nossas fragilidades ou seja as provações, entendo que as plasticas para correção ,não sendo excessivas da futilidade de procura de beleza exterior, e sem desmando de respeito pelo corpo , não são cometimento de atrocidade, mas apenas a forma a permitir a Ciencia que com a autorização de Deus projetou essa ou aquela correção.

Chico nos diz o seguinte,quando questionado por um medico;
“Nós pensamos, com os amigos que se comunicam conosco, que nem toda provação deve perdurar durante a existência inteira. Chega o momento em que essa provação pode ser extinta e renovada para o bem, reformada para a felicidade da criatura. A cirurgia plástica regeneradora é uma ciência que vem em benefício de nós outros, porque muitos de nós precisamos do rosto mais ou menos bem composto, das pernas fortes, ou mesmo de outros sinais morfológicos do corpo corretos para cumprir bem a tarefa. Eu conheço uma amiga que é manequim e ganha a vida para sustentar o marido que está num sanatório. Por que razão impedir que ela faça a cirurgia plástica nos seios, quando estes estão defeituosos?”



No entanto não podemos confundir mehoria da expressão fisica por qualquer desvio que necessita de correção com excessos, porque cada caso é um caso, neste que vimos atras, é diferente daqueles que se procuram para aclimatar a beleza exterior, a exemplo a colocação de protese de silicone dos seios, destituindo a realidade do corpo , para alimentar uma beleza que pode até ficar bem cara pela destituição da sua originalidade corporal. A cirurgia não deve ser feita para nos tornarmos objeto, mas para retificação de problemas que não tenham outra solução senão a cirurgia estetica.
No entanto os desvios da razão , são pertencentes ao livre-arbitrio de cada pessoa.e muitas das vezes , se busca esta solução para apagar as sombras da alma, e isso é apenas de credito de quem assim segue esse caminho exagerando na sua transformação corporal.
As cirurgias para ambito corretivo são perfeitamente aceitáveis. As cirurgias que visam corrigir distúrbios funcionais são indispensáveis. Um cuidado está no que se refere somente à estética, a perigosidade está no excesso. Uma cirurgia com atitude exclusivamente para exteriorização da vaidade é perigosa. Já uma cirurgia que vai reabilitar a auto-estima é benéfica. Quem vai fazer uma mudança visual, por mero processo estetico deve contemporizar bem se isso é prioritario!

Se seu bom senso detido de sentimentos nobres e no uso de seu lvre-arbitrio entendeu, a importância da tomada da decisão de o fazer depende sempre do que está por detras do pensamento de cada individualidade e de sua escolha, a nós cabe apenas alertar para os excessos.

O corpo foi doado para que dele demos boa conta, ou seja zelemos por ele de forma digna e de respeita pela doação que nos foi dada.

Portanto o Espiritismo não recrimina a cirurgia plastica , nos expoentes do que aqui expressamos, ,dentro dos valores do bom senso e da razão.
Victor Passos
ENFIM O QUE IMPORTA É O BOM SENSO E A ETICA ROFISSIONAL.

GLUTEOPLASTIA : A NOVA MODA EM BUSCA DE BELEZA

GLUTEOPLASTIA: CONTORNO, VOLUME E SEGURANÇA NA MEDIDA CERTA

junho 18, 2010, 4:10 pm

fonte: http://fique10.wordpress.com/2010/06/18/gluteoplastia-contorno-volume-e-seguranca-na-medida-certa/

Implante de silicone na região dos glúteos vira febre entre mulheres e homens, diz pesquisa IBOPE
Apesar de terem sido criados nos anos 60 para cirurgias reparadoras, hoje os implantes de silicone têm sido cada vez mais procurados para cirurgias estéticas. Tanto é que, segundo pesquisa IBOPE, encomendada pela coordenação do XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, e que acaba de ser divulgada, no ano de 2009 foram realizadas no Brasil 645.464 cirurgias plásticas, sendo 443.145 cirurgias estéticas (69%).

Dentro das cirurgias que utilizaram próteses de silicone (quase 159 mil), 156.918 foram em mulheres, das quais 5%, ou 7.771, corresponderam à gluteoplastia, que é recomendada para casos de assimetria, hipotrofia e flacidez dos glúteos com aumento e remodelagem das nádegas. Já no que diz respeito ao sexo masculino, acredite: do total de 1.793 homens que colocaram silicone no ano passado, 18% das cirurgias – 320 – também eram de glúteos.
Não é à toa que de acordo com dados da Silimed, única fabricante de implantes de silicone da América Latina, que exporta suas próteses para mais de 60 países, entre eles EUA, Alemanha e Japão, de 2008 para 2009 a procura pelas próteses de glúteo aumentou em 23%, sendo que o Estado de São Paulo é responsável por 33% das vendas, seguido pelo Rio de Janeiro (14%), Goiás (9%), Paraná (8%), Distrito Federal (7%) e Minas Gerais (7%). O tamanho de prótese mais procurado é o de 300 ml, que representa 25% das vendas; o segundo mais requisitado, o de 270 ml, equivale a 23%; e o terceiro colocado é o de 240 ml, que corresponde a marca de 13% das vendas da empresa.
Existem atualmente duas opções de próteses para o glúteo: lisa redonda e quartzo oval. Esta última, lançada recentemente, tem um desenho adequado ao padrão brasileiro. O implante é preenchido com gel de silicone exclusivo capaz de moldar o corpo com eficiência, naturalidade e segurança.
No que diz respeito à cirurgia, existem diversas técnicas, porém a mais utilizada é a que é feita através de uma incisão entre os glúteos com cerca de 5 cm. A partir deste corte a prótese é colocada dentro do músculo, pois ele a protege e possibilita um resultado mais natural. “O pós-operatório exige repouso nas primeiras 24 horas. É possível caminhar já no dia seguinte e retornar ao trabalho após dez dias. Quanto à cicatriz é praticamente invisível”, afirma o cirurgião plástico Raul Gonzalez (SP), membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos pioneiros em gluteoplastia.
Nos consultórios médicos, a principal dúvida dos pacientes que pretendem aderir ao procedimento é em relação ao possível incômodo na hora de sentar. Segundo Gonzalez, nos primeiros dez dias de pós-operatório a pessoa deve dormir em decúbito lateral, mas já pode sentar no dia seguinte a cirurgia. As atividades normais costumam ser retomadas 10 dias após a cirurgia, podendo inclusive voltar a dirigir. Ginástica e academia devem esperar dois meses.

O implante no glúteo sozinho, no entanto, não é o suficiente para obter excelentes resultados. “Para ficar satisfeita com a cirurgia, é importantíssimo que a paciente conheça bem o cirurgião plástico, saiba se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, faça todos os exames pré-operatórios solicitados pelo médico, nunca opere em consultório ou clínicas sem condições de dar suporte integral a vida e siga as recomendações no pós-operatório”, complementa Fernando Serra, cirurgião plástico do Rio de Janeiro.

sábado, 19 de junho de 2010

Universitárias preferem corpo "muito magro" a "saudável"



De acordo com um levantamento nacional feito em 37 universidades do País, mesmo as jovens que já estão magras – e sabem disso – preferem perder mais peso para conquistar o corpo que consideram ideal.


Especialistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) aplicaram questionário para 2.442 estudantes universitárias matriculadas em instituições de todas as regiões do País. Além de identificar que 64,2% delas estão insatisfeitas com a aparência, o estudo mostrou que o padrão almejado não é o saudável e, sim, o “menor”.
“Quando as pessoas falam que eu estou muito magra, eu considero um incentivo para tentar emagrecer ainda mais”, confirma a estatística a estudante de São Paulo, Livia Riboldi Silva, 23 anos, 1,69 de altura e 51 quilos, índice já considerado “muito magro” para a altura. “Controlo alimentação, faço exercício físico e acho que vou morrer fazendo dieta. No fundo, todo mundo é assim”, diz a jovem que agora não quer “secar” mais, porém sempre passa longe do bolo de chocolate.

Se tivesse participado da pesquisa, ao ser perguntada pelas pesquisadoras como se “enxerga” Livia teria apontado a figura “saudável”, assim como fizeram 26% das entrevistadas. Mas quando questionadas sobre como “gostariam de ser”, 47,8% das participantes escolheram o padrão muito magro, abaixo do peso ideal.

“A insatisfação com o corpo é o maior fator de risco para o desenvolvimento de transtornos alimentares (como anorexia e bulimia)”, afirma a nutricionista da USP, Marle Alverenga, uma das autoras do estudo. “Os dados que encontramos são muito sérios e muito altos, comparado inclusive aos encontrados em outros países”, completa.
Situação alarmante
Os resultados do padrão comportamental das universitárias divulgados hoje (11) são os primeiros de um trabalho maior sobre os impactos e origens da má relação das jovens com o próprio corpo. Segundo a pesquisadora Marle, os dados ainda não publicados revelam que a situação encontrada é crítica.
Entre as pesquisadas, 26% têm comportamento de risco para o transtorno alimentar, que inclui fazer dietas quando o peso é proprocional à estatura, fazer críticas constantes a alguma parte do corpo e diminuição gradativa das atividades sociais. “Reunimos várias outras pesquisas também feitas com universitárias de outras partes do mundo, e o maior índice de comportamento de risco que encontramos foi no Paquistão e nos Estados Unidos. Em ambos, a taxa foi de 20%”, completa a especialista.

Não é futilidade
A preocupação extrema com o corpo extrapola o limite da vaidade, não é fútil e tem impacto direto na vida social e também na saúde, afirma a psiquiatra do Programa de Oritntação sobre Transtorno Alimentar (Proata), da Unifesp, Liliane Kijner Kern.
“As jovens podem deixar de frequentar praias, piscinas, festas, locais com outras pessoas e até fazer exercícios com medo da exposição”, completa Marle Alvarenga. “Elas podem até limitar a vida sexual, ficar anêmicas e desenvolver problemas de saúde.”
Fonte:http://www.tvcanal13.com.br/noticias/universitarias-preferem-corpo-muito-magro-a-saudavel-106373.asp
As fotos são do sitehttp://www.vogue.es/celebrities

Homens: mulher bonita faz mal à saúde

Pesquisa - Homens: mulher bonita faz mal à saúde - 3 de maio de 2010


DEU NA VEJA.....
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/homens-mulher-bonita-faz-mal-saude-555280.shtml?print


Homens, cuidado: ficar frente a frente com uma mulher bonita faz mal à saúde. É o que sugere um estudo de cientistas da Universidade de Valência, na Espanha. Os pesquisadores descobriram que, se um homem passa pelo menos cinco minutos ao lado de uma bela mulher, seu corpo acelera a produção do hormônio cortisol, que aumenta a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue.

O cortisol é produzido pela glândula supra-renal quando uma pessoa encontra-se sob stress físico ou psicológico. A produção acelerada desse hormônio está relacionada a problemas cardíacos. O efeito "prejudicial" da mulher bonita é ampliado se o homem considera que ela é "muita areia para o seu caminhãozinho".

Durante a pesquisa, os cientistas examinaram o comportamento de 84 rapazes. Os voluntários recebiam um Sudoku para solucionar e eram, então, encaminhados a uma sala onde estavam um homem e uma mulher. Pouco tempo depois, a mulher deixou a sala. Sozinhos com outro homem, os voluntários não apresentaram quaisquer alterações nos níveis de cortisol. Já quando o homem deixou a sala e os rapazes ficaram sozinhos com a mulher, seus níveis do hormônio ficaram elevados.

"O estudo mostra que o nível de cortisol dos homens aumenta após um rápido contato de cinco minutos com uma mulher jovem e atraente", afirmaram os pesquisadores. Em pequenas doses, o cortisol pode ter efeito positivo, como um aumento das sensações de alerta e bem-estar. Em níveis mais altos, porém, o hormônio eleva o risco de diabetes, hipertensão, impotência sexual e ataque cardíaco.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nossa modelo gordinha que faz muito sucesso

Conheça Fluvia Lacerda, modelo que é a 'Gisele Bündchen tamanho GG'


Ela nunca fez dieta, e diz que sempre foi feliz gordinha. 'Não perco tempo com paranoias', conta a top, muito requisitada no mercado americano.

Ana Paula Andrade Do EGO, no Rio


Fluvia Lacerda, modelo brasileira que faz sucesso no Exterior: 1,73m e manequim 48

Num mundo em que os padrões de beleza ainda se resumem a mulheres macérrimas - vide as tops da SPFW -, Fluvia Lacerda é exceção. A modelo, que ficou conhecida no meio da moda como Gisele Bündchen tamanho GG, mede 1,73m e veste 48. “Não me peso. Acho que é só um número, sabe? As pessoas vivem aprisionadas a isso. Minha única preocupação é com a saúde”, conta ela, que faz parte do casting ”plus size" da agência Ford, que criou um departamento para as modelos mais "cheinhas", o Ford +.

Fluvia trabalha como modelo há sete anos, e lamenta o fato de que no Brasil não há mercado para ela. “O país ainda está atrasado no assunto. A demanda é inquestionável, mas há preconceito”. Com os cachês que já ganhou em campanhas e editoriais de moda, ela comprou um apartamento em Nova York, onde mora com o marido e a filha de nove anos, uma casa no México – “para as férias” - e uma na Austrália, país de seu parceiro. “A diferença do meu trabalho para o das modelos magras é que represento uma parte da população que até então estava oprimida, que era obrigada a trocar a sua felicidade por receitas fajutas de dietas malucas, medicamentos, cirurgias, entre outras coisas absurdas”, diz a modelo, fã de comidas brasileira, árabe e grega. “Nunca fiz uma dieta na vida. Não consigo me imaginar escrava dessas coisas”.
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Há quanto tempo está em Nova York?

FLUVIA LACERDA: Vim para Nova York há 14 anos para estudar inglês e outros idiomas. Meu sonho era ser tradutora. No entanto, diante das dificuldades financeiras que minha família enfrentava no Brasil, ao invés de estudar decidi correr atrás de trabalhos que pudessem me ajudar a mandar dinheiro para casa. Não suportava a ideia de minha família passar necessidades. Lavei chão de restaurante, fui babá e faxineira. Não tinha dinheiro para nada, comia macarrão instantâneo todo santo dia. Quando cheguei aos Estados Unidos, a vida não foi fácil.



Fluvia em ensaio sensual para a revista 'Vip', em maio de 2009

Como começou a trabalhar como modelo "plus size"?

Comecei a trabalhar como modelo há uns sete anos. Fui descoberta dentro de um ônibus. Estava atravessando Manhattan quando uma mulher se aproximou e perguntou se eu já havia considerado a ideia de trabalhar como modelo "plus size". Achei que era piada, afinal, sempre acreditei que para ser modelo era necessário ser pele e osso. Ela então me deu o seu cartão, era editora de uma revista de moda, e me indicou algumas agências de modelos. Cheguei em casa e conversei com a minha família. Era algo inusitado, né? Meu marido me deu o maior apoio, acho que ele sempre foi o meu fã número 1 (risos). Fui a uma agência, tirei algumas fotos e disseram que me ligariam. E me ligaram. Em seguida, já assinei um contrato e, desde então, não parei de trabalhar. Hoje, minha história tem tido muita repercussão no Brasil, exatamente porque a ideia de ser modelo e gordinha ainda é algo bem fora do padrão estético e da cultura brasileira. E sabe o que é mais engraçado? Nunca mais vi a tal editora de moda. Mal sabe ela que foi responsável por mudar minha vida completamente.

Quanto você pesa?

Não me peso. Acho que é só mais um número, sabe? As pessoas vivem aprisionadas a ele, e também ao número da roupa. Isso não representa nada em minha vida. Faço check-ups anuais com o mesmo médico desde o nascimento da minha filha, que hoje está com nove anos. Minha única preocupação é com a saúde. E como meus exames sempre estão limpos, para que me escravizar com a balança? É mito associarem gordinhos a doenças. Sou saudável, pratico atividade física regularmente, tenho alimentação saudável, não como porcarias. Acredito que mais do que cuidar do peso, as pessoas deveriam aprender a cuidar da saúde.
A modelo, que mora em NY, diz que nunca fez dieta, mas que tem alimentação saudável

Sempre foi “cheinha”? Nunca teve complexo por isso?

Sempre fui cheinha, mas nunca dei espaço para neuras entrarem na minha vida. Sempre vivi ocupada curtindo a vida e as oportunidades que Deus me deu. Minha mãe, que foi professora de Educação Física e bailarina profissional, sempre me fez praticar esportes, mas não com o intuito de cultuar o corpo, e sim visando a nossa saúde. Cresci pensando desta forma. A prioridade na minha vida é a minha saúde. Hoje, meu manequim é 48.
Já fez dietas malucas antes de virar modelo "plus size"?

É engraçado quando me perguntam isso, porque as pessoas não acreditam que nunca fiz uma dieta na vida. Não consigo me imaginar escrava dessas coisas, sabe? Contar os grãozinhos de arroz, viver de suco de melancia ou outras loucuras que as pessoas fazem. Sempre vai surgir uma dieta maluca aí para as pessoas seguirem, mas acho que está na hora das pessoas aprenderem a se amar como são e deixar de lado os comentários alheios. Não perca tempo com paranoias, vá se divertir com os amigos, coloque um biquíni e vá curtir o solzinho gostoso da praia. Ser feliz é o que importa nessa vida.
Como é a sua alimentação? Come tudo o que quer?

Tenho muita restrição a comida processada. Não como enlatados, empacotados, fast food, frituras, refrigerantes. Para mim, alimentação tem que estar mais próxima de sua forma original possível. Tenho a minha própria horta, e plantar já virou uma diversão em família. Venho estudando muito sobre agricultura holística, acho interessante aprender o quão distante hoje vivemos da realidade de uma alimentação natural. Como tudo que gosto, mas o que gosto não está entupido de aditivos químicos que podem danificar minha saúde. E volto a repetir: a prioridade é minha saúde. Portanto, minhas escolhas alimentares sempre são as melhores possíveis.

Fluvia ficou conhecida como a Gisele Bündchen tamanho GG. 'Fico lisonjeada'

Como surgiu o título de “Gisele Bündchen tamanho GG”?

Acredito que seja devido à sensualidade natural das brasileiras. Desde que comecei a trabalhar como modelo, fotógrafos e produtores começaram a comparar minhas caras e bocas com a modelo mais conhecida do Brasil. Foi algo engraçado e acabou pegando. Fico lisonjeada, pois acho a Gisele linda.
O que acha das modelos muito magras?

Todos nós temos uma genética particular e só nossa que devemos respeitar. Conheço modelos magras que comem muito bem e não engordam, assim como muitas que se matam em fazer dietas horríveis e não conseguem manter um corpo macérrimo. Acredito que o mais importante é o respeito ao nosso corpo, afinal, é o maior presente que Deus nos deu.
Acha que representa melhor a realidade das mulheres do que as modelos mais magras?

Devido ao número massivo de emails que recebo diariamente, acredito que as mulheres querem se libertar da escravidão emocional que é essa busca eterna a ideais de beleza que não refletem a maioria da nossa população. Acho que através do meu trabalho consigo expor o outro lado da moeda. A diferença do meu trabalho para o das modelos magras é que estou representando uma parte da população que até então estava oprimida, que era obrigada a trocar a sua felicidade por receitas fajutas de dietas malucas, medicamentos, cirurgias, entre outras coisas absurdas.













Fluvia recebe vários emails de mulheres. 'Padrão não reflete a maioria da população'

Faz exercícios físicos? Quais seus cuidados com a beleza? Pratico atividades físicas diariamente com uma personal trainner.Também faço ioga e, recentemente, comecei a natação. Aqui em Nova York, bicicleta é o meu meio de transporte.Além de fugir do trânsito, consigo apreciar a paisagem e ainda estar em constante atividade. Quando não estou trabalhando, dou uma folga para a pele e para o cabelo, e fico sem nada. Mas não saio de casa sem bloqueador solar, bebo muita água e uso muito hidratante, principalmente durante o inverno rigoroso de Nova York.



Quantos trabalhos em média você faz por mês? Também faz desfiles?

É difícil dar uma estimativa porque cada mês é diferente do outro. Já cheguei a ficar fora de casa por mais de um mês viajando para outros países a trabalho. A média hoje é conseguir ficar em casa pelo menos uma semana por mês, quando mato a saudade da minha filha e do meu marido. A maioria dos trabalhos são campanhas de moda para marcas de roupa e editoriais de moda em revistas. Desfile é algo que ainda é uma novidade para o mundo “plus size”.









'Preferem perder dinheiro por preconceito', diz ela sobre mercado para gordinhas no Brasil

Os cachês para as modelos “plus size” são equiparáveis aos das outras tops?

Não saberia dizer, pois não sei o cachê que outras modelos recebem. Só posso falar que tenho trabalhado muito nos últimos anos e, consequentemente, os ganhos também estão maiores.



Por que ainda há resistência das agências e das empresas e estilista em relação às modelos gordinhas?

Essa resistência permanece somente no Brasil. Acredito que isso aconteça por dois motivos. Primeiro, o preconceito. As pessoas ainda vivem aprisionadas à ditadura da magreza e ao culto aos corpos perfeitos, mesmo tendo que se submeter a loucuras para se chegar a isso. O segundo é a falta de visão de negócios de todos os setores dentro do mundo da moda brasileira. A consumidora existe, a demanda é inquestionável, porém, as pessoas preferem perder dinheiro e oportunidades de crescimento por preconceito.



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Brasileiros buscam beleza made in Paraguai. Cirurgia Plastica????

Não faltava mais nada... Cirurgia Plástica no Paraguai? É mais barato!!!
Agora beleza virou leilão. Publicado em 13/06/2010


Fonte da foto http://images04.olx.com.br/ui/4/51/42/68544942_1-Imagens-de-CIRURGIA-PLASTICA-PARCELADA-PROTESE-DE-SILICONE.jpg





Com valores até 50% menores do que o mesmo procedimento estético no Brasil, moradoras de Foz optam por fazer cirurgias plásticas do lado de lá da fronteira em especial, brasileiras – identificaram uma nova área de interesse do outro lado da fronteira do país com o Paraguai. Mais do que turismo e compras, elas estão cruzando a Ponte da Amizade atrás de tratamentos estéticos e cirurgias plásticas.
Ciudad Del Este, no Paraguai, é o local mais procurado. Empresárias e profissionais liberais ignoram a confusão do trânsito e o ritmo acelerado do vai-e-vem de consumidores para fazer lipoaspiração, cirurgias de prótese de silicone e aplicação de botox. Os tratamentos são atraentes pelo preço – de 20% a 50% mais baratos do que é cobrado por clínicas brasileiras – e pela boa qualidade, de acordo com as clientes.

Queixas no país vizinho
No Paraguai não há organização similar ao Conselho Regional de Medicina (CRM) existente no Brasil. Eventuais problemas causados por erros médicos devem ser registrados no Ministério da Saúde e no Ministério Público.
Em Foz do Iguaçu, a médica representante do CRM, Marta Boger, diz que a decisão dos pacientes em procurar o serviço no outro lado da fronteira é pessoal. No entanto, o CRM não pode acolher eventuais erros médicos praticados em outros países. “O CRM não pode aceitar queixas de tratamentos feitos no Paraguai. Nós não temos ingerência em médicos de outros países”, explica. Se o paciente pode cruzar a fronteira para fazer o tratamento, o contrário não existe. O profissional estrangeiro não pode atender em território brasileiro, a não ser que tenha feito revalidação do diploma para trabalhar no Brasil.

O médico paraguaio Ronald Rolón tornou-se referência para as moradoras de Foz do Iguaçu. Com especialização em cirurgia plástica no Rio de Janeiro, Rolón atende no Sanatório Central, um hospital privado de Ciudad Del Este. Com agenda lotada, ele diz que 70% de suas clientes são brasileiras. “As pacientes chegam pela confiança no médico e pela propaganda boca a boca que vai correndo”, diz. Rolón assegura que o hospital onde atende é completo e tem Centro de Terapia Intensiva (CTI).
Segundo o médico, o serviço prestado no Paraguai é mais em conta do que no Brasil porque o custo hospitalar e os insumos no país vizinho também são mais baratos. Assim, é possível praticar um preço baixo que acaba beneficiando as moradoras que ficam do outro lado da fronteira. Todo o material usado nas cirurgias, garante o Rolón, é importado. Para se ter uma ideia, a consulta de qualquer especialista no Sanatório Central custa R$ 50, enquanto que em Foz do Iguaçu o preço médio é de R$ 150.
A empresária do ramo de confecções Cida Moura é uma das brasileiras que decidiu colocar prótese de silicone no Paraguai. Ela fez uma cirurgia nos seios há três anos e até hoje está bastante satisfeita com o resultado. Cida conta que procurou o país vizinho após a indicação de uma amiga, mesmo após ter feito um orçamento em Foz do Iguaçu. “A princípio assusta o fato de ser no Paraguai, mas depois que conhecemos o trabalho é diferente. Na primeira consulta já marquei a cirurgia”, diz.
Cida diz que o hospital paraguaio dispõe dos mesmos recursos existentes no Brasil. Prova disso, diz, é que após a cirurgia ela retornou a Ciudad Del Este para levar o filho para fazer uma operação para curar um desvio de septo nasal.
Outra paciente que procurou o Paraguai foi Célia Spanholi, de 45 anos. Ela fez aplicação de botox, preenchimentos e elogiou o atendimento. “O médico te orienta e diz o que você precisa e não precisa fazer”, conta.
Apesar da procura em alta, algumas brasileiras ainda resistem em procurar o país vizinho. Valéria Bueno, 25 anos, chegou a pensar em colocar prótese de silicone no Paraguai, mas não teve coragem de levar o projeto adiante. “Tive receio de dar algum problema e preferi fazer no Brasil porque aqui tem mais recurso.”
Fontyehttp://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1013470&tit=Brasileiros-buscam-beleza-made-in-Paraguai

MERCADO CRESCE PARA AS MODELOS GORDINHAS MAS AINDA HÁ MUITO PRECONCEITO

13/06/10 - 09h19 - Atualizado em 14/06/10 - 14h22

fONTE: http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1599200-9798,00-MERCADO+PARA+MODELOS+GORDINHAS+CRESCE+MAS+PRECONCEITO+AINDA+E+GRANDE.html



Mercado para modelos gordinhas cresce, mas preconceito ainda é grande

Agência no Brasil cria departamento para meninas com manequim acima de 40. São as 'plus size'.

Ana Paula AndradeDo EGO, no Rio

Stefanie Medeiros tem 18 anos, e sempre sofreu para entrar nos padrões de magreza exigidos pelas agências de modelo. Ela começou a trabalhar aos 14, quando passou a fazer dietas malucas, e dois anos depois (aos 16!) fez lipoaspiração. Conseguiu, enfim, enxugar as medidas, mas alguns meses depois recuperou o peso.

Quando já estava desistindo da carreira, foi convidada para entrar no Ford +, novo departamento da Ford Models, dedicado às meninas “mais cheinhas” (por “cheinhas” entenda-se manequim a partir de 40). É a única agência no Brasil com tops “plus size”, como elas são chamadas. “A Ford Americana já possui este departamento há 15 anos”, conta Denise Céspedes, vice-presidente da Ford Models Brasil.



“Agora, se eu engordar não tem importância”, comemora Stefanie, paulista de Jundiaí, que chegava a passar um mês inteiro só tomando shakes e ficou um ano sem comer sorvete, sua paixão. “Mesmo quando fiz a cirurgia e estava com 58cm de cintura, 89cm de quadril e pesava 50 quilos, me falaram que eu estava gordinha”, lembra a modelo, que mede 1,75m e atualmente vive contente com suas medidas mais generosas – 98cm de quadril, 64 cm de cintura e 63 quilos. “Hoje tenho uma alimentação saudável. Como arroz, feijão, tudo que não comia antes”.








Fluvia Lacerda, manequim 48, conhecida como a 'Gisele Bündchen tamanho GG'

Nos EUA, mercado cresce
Stefanie está de malas prontas para Nova York. Isso porque o mercado brasileiro para as tops “plus size” ainda é quase inexistente. É na cidade americana que vive a brasileira Fluvia Lacerda, conhecida como a Gisele Bündchen tamanho GG. Ela é uma das mais requisitadas quando o assunto é “plus size”, e após sete anos de carreira tem uma vida confortável – já comprou apartamento em Manhattan e casas no México e na Austrália.
“Essa resistência permanece somente no Brasil”, diz Fluvia. “A consumidora existe, a demanda é inquestionável, mas as pessoas preferem perder dinheiro e oportunidades de crescimento por preconceito”, diz ela, do alto de seu manequim 48.
De fato, no Brasil não se vê editoriais e campanhas com modelos mais gordinhas, salvo raras exceções. Desfiles, então, nem pensar. “Muita celulite e banha não tem como virar tendência”, ataca Sérgio Mattos, dono da agência 40º Models. “É uma novidade, mas não acredito que vá virar tendência”. Karl Lagerfeld, da Chanel, também não quer saber das mulheres com gordurinhas a mais. “Ninguém quer ver gente cheinha. Isso é coisa dessas gordas que ficam sentadas diante da TV, com seus sacos de batata frita, dizendo que as modelos magras são feias", disparou ele em uma entrevista.

Modelos 'gordinhas' estampam editorial da revista 'Glamour': mercado americano cresce

'Escravidão emocional', diz modelo plus size
Por aqui, o estilista Walter Rodrigues é a favor da diversidade – “há beleza em todos os corpos” -, mas, na hora H... Ele nunca trabalhou com modelos “plus size”. “Roupa na passarela precisa fotografar bem”, justifica. “Pensar em uma multiplicidade de mulheres não significa que se deva fazer ou só desfilar roupas em mulheres com um número maior. Isso seria hipocrisia”, afirma Walter, que apesar de não escalar as “gordinhas” para trabalhar, faz roupas com manequim até 48, coisa rara entre as grifes brasileiras.

Para Denise, a aceitação por parte do mercado brasileiro é questão de tempo. “Toda proposta que nasce quebrando os padrões estabelecidos pode gerar estranhamento e críticas. Mas cada vez mais vejo as revistas de moda mais importantes do universo fashion mostrando que existem mulheres além do manequim 36 e 38”, diz. “As mulheres querem se libertar da escravidão emocional que é essa busca eterna a ideais de beleza que não refletem a maioria da nossa população”, completa Fluvia.





O futuro da beleza feminina

CADA DIA SOMOS COBRADAS POR UM FUTURO CORPORAL A SER PRESERVADO. A PELE TEM QUE SER SUSTENTÁVEL? ECONLÓGICA? MAIS UM ARTIGO SOBRE O ASSUNTO

FONTE DA FOTO http://incredimazing.com/static/media/2009/01/08O futuro da estética feminina
Joana Guimarães
FONTE: http://www.idademaior.iol.pt/bem-estar/beleza/o-futuro-da-estetica-feminina/
2010-06-15

Saiba o que já se faz... mas também o que está a chegar. Conheça ao pormenor as novas tecnologias não invasivas que prometem tornar as mulheres ainda mais belas.

Nos últimos anos tem crescido a oferta de soluções estéticas e não invasivas para redefinir o corpo. Tecnologias que representam menos riscos, menos efeitos colaterais, menos tempo de recuperação (ou nenhum) e, claro, menos custos também. É uma das mais fortes apostas da comunidade científica actual.

Protecção solar mais eficaz
O Sol causa inúmeros problemas à pele: manchas, rugas e, eventualmente, cancro. A melhor forma de prevenir possíveis problemas de pele é aplicar protector solar e que dentro de pouco tempo será ainda mais eficaz. A entidade reguladora norte-americana, Food and Drugs Admnistration (FDA), está a avaliar uma proposta que pretende estabelecer um conjunto de regras que obrigam os produtores a garantir protecção contra os raios UVA, através da colocação dessa informação na embalagem do produto.

Mais elegância, sem cirurgias
Pode parecer bom de mais para ser verdade, mas dentro em breve deverá tornar-se realidade: muitos dermatologistas e cirurgiões plásticos estão confiantes que nos próximos anos poderão eliminar as gorduras indesejadas de forma não invasiva.
Uma das mais recentes tecnologias desenvolvidas utiliza um feixe de ultra-som que atinge selectivamente as células adiposas na região. Uma vez destruídas, estas células são posteriormente eliminadas do nosso organismo (algumas são metabolizadas como calorias e as restantes tratadas pelo fígado como material excedente).
É um tipo de tratamento que pode ser repetido em intervalos de quinze dias e os primeiros resultados surgem ao fim de um mês da primeira aplicação. No geral, cada sessão reduz cerca de dois centímetros a área da cintura.
Um grupo de cientistas da Universidade de Harvard desenvolveu também uma nova tecnologia não invasiva: a criolipólise. Esta técnica remove a gordura localizada através de uma terapia a frio. E tal como a técnica do ultra-som, não envolve anestesias ou cicatrizes.
No entanto, são tecnologias de ponta com ainda muito trabalho de aperfeiçoamento pela frente e apenas eficazes a combater a gordura localizada, não sendo por cima as mais indicadas para remover grandes quantidades de adiposidade.

Pele bonita sem intervenção médica
Nos últimos anos, a depilação a laser tem oferecido resultados impressionantes e duradouros às mulheres, facilitando (e muito) o seu dia-a-dia. Mas já não falta muito para vermos pequenas máquinas a laser que reduzem as manchas, o aparecimento de rugas ou até mesmo os efeitos da acne guardadas no armário da casa de banho.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Transformação das Gueixas???

Mais uma curiosidade da área

O Jornalista Gilberto Scofield Jr, correspondente do Jornal O Globo, em Pequim, escreveu um livro sobre o olhar de um estrangeiro à China. Tendo um capítulo destinado à beleza chinesa, ele relata como os padrões americanos têm transformado mentes e corpos asiáticos. O Padrão de beleza americano começa a desvirtuar o que antes era considerado bonito na China. A cirurgia plástica mais realizada é a de olhos; transformando os olhos rasgados das chinesas em olhos arredondados. Na lista de cirurgias plásticas ainda estão a de redução do queixo, lipoaspiração e aumento dos seios, através do silicone.

Com tantas transformações vividas devido à abertura dos mercados na China, as chinesas de hoje consideram que a beleza é fundamental até na hora de conseguir emprego. A indústria de cosméticos também cresce a passos largos. As gueixas precisam ter suas peles bem claras, quanto mais brancas conseguirem permanecer, mais bonitas serão. Trata-se de uma tradição que ainda não foi de todo derrubada. No entanto, um salão especializado em bronzeamento artificial em Xangai teve bastante sucesso. A pele de porcelana vista nas gueixas é sinônimo de feminilidade na China, mas o bronze das ocidentais já povoa o imaginário de muitas mulheres chinesas.
Os padrões de beleza americanos, o estilo ‘Barbie’ ultrapassou as fronteiras de todo mundo. O jornalista questiona em seu livro se também na China não estaria ocorrendo uma mudança nos costumes?
A ditadura da beleza invade o mundo como um todo, mas em FEIOS, isto não será mais problema.

A cirurgia do abdome ainda é a mais procurada

FONTE: http://www.odebate.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=14659&Itemid=178
15. 06.2010


A abdominoplastia é um dos procedimentos mais realizados em cirurgia plástica. Ela remove a frouxidão de pele, depósitos de gordura e marcas de distensão da região abdominal.

O procedimento pode ser realizado isoladamente, mas geralmente é associado à lipoaspiração, com melhores resultados e melhor contorno corporal. A abdominoplastia não deve ser considerada como tratamento de obesidade, ou substituto de dietas e exercícios físicos. Candidatos a esse tipo de cirurgia devem ser saudáveis e relativamente em forma.
A duração do procedimento pode variar dependendo da extensão de tecido a ser removido ou a necessidade de procedimentos adicionais como a lipoaspiração. Entretanto, a maioria das abdominoplastias dura aproximadamente de 2 a 5 horas. Para enrijecer os músculos abdominais o cirurgião sutura os músculos juntos, criando uma parede abdominal plana e firme e uma linha de cintura mais magra e esbelta.
Após a cirurgia deve-se utilizar uma cinta. Esta vestimenta apertada auxilia a reduzir o edema e evita a formação de líquido, bem como oferece conforto e suporte no processo de cicatrização.. Assim como nos principais procedimentos cirúrgicos pode haver dor, pequenos ferimentos e aumento de volume que desaparece em poucas semanas. Os pontos são reabsorvidos com o tempo. Os não reabsorvíveis devem ser removidos em aproximadamente uma semana, e algumas suturas permanecem no local por até quatro semanas.

A maioria dos pacientes retorna ao trabalho em uma a três semanas. Pode levar de seis a oito semanas para retomar a vida normal, incluindo levantar pesos e exercícios mais intensos.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

MP denuncia médicos por morte em lipoaspiração no RS




01 de junho de 2010 • 18h08 • atualizado às 19h12 Comentários

1Reduzir Normal Aumentar Imprimir O Ministério Público de Caxias do Sul (RS) denunciou à Justiça, por homicídio qualificado, praticado com motivo torpe, com dolo eventual ou indireto, os profissionais médicos, os administradores, as técnicas e as auxiliares de enfermagem pela morte de uma paciente de 36 anos, ocorrida em 7 de fevereiro de 2007, na Línea Clínica de Cirurgia Plástica e Medicina Estética.
De acordo com a denúncia firmada pela promotora de Justiça Sílvia Regina Becker Pinto, a paciente foi submetida a uma abdominoplastia e lipoaspiração. Na época, a paciente apresentava quadro de obesidade e era sabidamente hipertensa, portadora de síndrome do pânico e de síndrome maníaco-depressiva.

Conforme a denúncia, a cirurgia foi feita sem prévia avaliação cardiológica, sem a presença de médico auxiliar e de enfermeiro padrão. A paciente foi deixada, com prévia alta, aos cuidados de uma profissional de ensino médio não fixa na sala de recuperação. Ao perceber que os aparelhos "começaram a apitar", tal profissional acionou a anestesista, que não estava na sala de recuperação. Após tentativas e manobras de recuperação por uma hora, foi chamada uma ambulância, que chegou a emprestar os aparelhos necessários para a reversão do quadro, não obtendo êxito.
De acordo com Sílvia Regina Becker Pinto, "as condições da paciente exigiam redobradas cautelas que foram ignoradas pelos denunciados que, além de assumirem o risco do resultado, suas condutas revelam que não se importaram com ela". Acrescenta que os denunciados "queriam mais era receber pelo trabalho, pouco lhes importando o risco e a morte da paciente, se ela sobreviesse. E ela sobreveio".

E OS PROBLEMAS CONTINUAM - FONTE http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4463483-EI5030,00-MP+denuncia+medicos+por+morte+em+lipoaspiracao+no+RS.html

A Promotoria de Justiça também denunciou o médico que realizou a cirurgia, o então administrador e a proprietária da clínica por falsidade ideológica. O médico inseriu informação falsa em documento tentando demonstrar que a médica proprietária do estabelecimento teria acompanhado a cirurgia, o que atenderia as exigências do Conselho Regional de Medicina. Por sua vez, a médica proprietária não só permitiu que seu nome fosse incluído em tal documento, assim como compareceu na Delegacia de Polícia para ratificar que havia acompanhado a cirurgia.



Por ser o então proprietário da clínica reincidente e estar possivelmente em gozo de liberdade condicional, a Promotora de Justiça requisitou que a Vara de Execuções Criminais envie ofício para a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) informando do oferecimento de nova denúncia. Em 16 de julho de 2008, Noêmia de Oliveira Vieira, morreu na Línea Clínica de Cirurgia Plástica e Medicina Estética, em circunstâncias semelhantes.



O Terra tentou contato com a clínica por telefone na tarde desta terça-feira, mas não foi atendido.

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