quarta-feira, 27 de junho de 2012

Com menos roupa e mais ironia, ativistas atraem atenção




Para historiadora, novo ativismo ganhou humorGleb Garanich/Reuters
Seguranças detêm manifestante feminista na Eurocopa
FABIO BRISOLDO RIO


Uma nova versão de feminista ganha espaço no ativismo brasileiro. Em vez de gritos de ordem, elas defendem causas com os seios à mostra.
Ao longo da Rio+20, houve topless em passeata de mulheres e grupo de pelados em marcha pelo centro.
Duas semanas antes da conferência da ONU, mulheres em 18 capitais brasileiras organizaram manifestações simultâneas batizadas de Marcha das Vadias.
Denunciando exploração sexual, o movimento ficou conhecido por reunir militantes sem blusas ou sutiãs.
Professora titular do Departamento de História da Unicamp, Margareth Rago identifica mudança em curso.
"O estereótipo da feminista assexuada e impositiva está sendo desconstruído por mulheres bem-humoradas, que protestam com ironia e deboche", avalia.
Margareth identifica duas mobilizações recentes que ajudaram a promover o novo tipo de ativismo.
Uma é a Slut Walk, manifestação criada no Canadá, em 2011, que ganhou versões pelo mundo, entre elas, a brasileira Marcha das Vadias.
A outra é a Femen, grupo formado em 2008 por mulheres da Ucrânia. Entre outras causas, protestam contra o turismo sexual impulsionado por eventos esportivos.
A brasileira Sara Winter, 19, desembarcou semana passada para acompanhar de perto as ucranianas. Ela é primeira representante da Femen no Brasil.
"O topless é uma estratégia de marketing e também uma forma de dizer que posso fazer o que quiser com o meu corpo. Por que mostrar o seio é considerado atentado ao pudor?", diz Sara.
Para a psicanalista Regina Navarro Lins, a mulher tentou agir como o homem em busca de respeito no auge do feminismo da década de 70.
"Essa fronteira entre o masculino e o feminino, o forte e o fraco, está se dissolvendo. E, por isso, elas estão podendo ousar mais", afirma.
Na Rio+20, o protesto com topless foi iniciado por nove integrantes do grupo Tambores de Safo, formado por lésbicas e bissexuais de Fortaleza, no Ceará. Ativistas e percussionistas, elas costumam batucar, com os seios à mostra, em suas manifestações.



"Na internet estão dizendo que uma mulher do grupo vai posar para a Playboy. É mentira. Representa a exploração estética do corpo feminino, que nós condenamos", diz Alessandra Guerra, 28, uma das líderes do movimento.
retirado do site: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/50745-com-menos-roupa-e-mais-ironia-ativistas-atraem-atencao.shtml - acesso em 27 de junho

O Corpo, A Igreja E O Pecado



https://www.google.com.br/search?q=corpo+e+a+igreja&rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&oe=UTF-8&rlz=1I7PRFA_pt-BRBR417&redir_esc=&um=1&ie=UTF-8&hl=pt-BR&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=c0zrT-DuOIeq2QXNjuHSAQ&biw=1024&bih=575&sei=jUzrT5j9KqTB2QXtw-S8AQ#um=1&hl=pt-BR&rls=com.microsoft:pt-br%3AIE-SearchBox&rlz=1I7PRFA_pt-BRBR417&tbm=isch&sa=1&q=corpo+sagrado&oq=corpo+sagrado&gs_l=img.3..0i24.21079.23657.2.24032.13.8.0.3.3.1.485.2016.2-3j2j1.6.0...0.0.1yFViAuHTEY&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.r_qf.,cf.osb&fp=e35ba5d0b18418e5&biw=1024&bih=575


Trabalho apresentado à professora Lenize Boas como requisito avaliativo parcial da disciplina de História do Brasil Colônia II do 3º período do curso de História da Universidade Estadual de Montes Claros/ UNIMONTES- São Francisco/ MG. 2012

O CORPO, A IGREJA E O PECADO relatam como era o cotidiano das pessoas que viviam aqui no Brasil, a forma de relacionamento destes e o conceito de pecado. Em terras brasileiras, os colonos tiveram de lutar, durante quase três séculos, contra o provisório, ou seja, as pessoas que habitavam o Brasil viviam em condições precárias em todos os sentidos a começar pela moradia que tinham apenas meias paredes e com poucas divisões interna. Assim, a noção de privacidade era praticamente inexistente entre os colonos. A vida cotidiana daquela época era regulada por leis imperativas. Fazer sexo, andar nu ou ter relações eróticas eram praticas que correspondiam a ritos estabelecidos pelo grupo no qual estava inserido.

NO INICIO, ERA PARAÍSO. Os portugueses ao desembarcarem na então chamada Terra de Santa Cruz ficaram impressionados com tamanha beleza das índias, eram pardas, gordas, inocente, andavam nuas e por isso não tinham vergonha, até suas “vergonhas depiladas” remetiam a uma imagem sem sensualidade, uma vez que as partes cabeludas era o maior sinal de erotismo feminino.Entretanto, desde o início da colonização os portugueses foram contra a nudez dos índios, os jesuítas pediam que mandassem roupas para vestir as crianças que freqüentavam a escola, estes justificavam que vestindo os índios, os afastariam do mal e do pecado. Na idade média havia uma diferença entre nudez e nu. A nudez se tratava daqueles que rejeitavam suas roupas, enquanto o nu se referia a um corpo seguro de si mesmo. Na época os seios era a parte menos eróticas do corpo feminino, sua única função era de produzir alimento.

E DEPOIS, O INFERNO... Os europeus que compartilhavam de uma cultura recatada consideravam os índios, ou melhor, “os selvagens” sem a...

disponivel em: http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Conclusao-o-Corpo-a-Igreja-e/283383.html
acesso em 27 de junho

domingo, 10 de junho de 2012

Mulheres são menos tolerante com as outras do que os homens entre si



Por Alessandra Nogueira em 25.02.2009 as 11:31

Um novo estudo mostrou que as mulheres formam uma impressão negativa de suas colegas mais rapidamente do que os homens.
Os pesquisadores, da Emmanuel College, de Boston, pediram que homens e mulheres analisassem seus colegas de quarto sob diferentes perspectivas.

Quando julgaram os colegas por ter praticado um ato fictício com comportamento negativo, mulheres foram críticas enquanto homens se mostraram bem mais tolerantes.

•5 Coisas que os homens devem saber sobre as mulheres

As moças também trocariam de colega de quarto mais facilmente do que os rapazes.

Os cientistas concluíram que as mulheres são mais severas porque têm mais expectativas em uma relação de amizade com alguém do mesmo sexo. Expectativas bem maiores do que os homens.

De acordo com os pesquisadores, as mulheres simplesmente conferem um peso maior a atitudes ruins porque isso afeta a intimidade que elas têm com as amigas. E, em relações como essas, a intimidade é vital.

RETIRADO DO SITE: http://hypescience.com/mulheres-sao-menos-tolerante-com-as-outras-do-que-os-homens-entre-si/ ACESSO EM 10 DE JUNHO


Mulheres são mais inteligentes que homens

Mulheres são mais inteligentes que homens






Por Alessandra Nogueira em 25.02.2010 as 16:00
De acordo com uma pesquisa, mulheres são mais inteligentes que homens. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de analisar competidores de uma Trivia Online por seis meses. O jogo era uma verdadeira batalha de sexos, com equipe masculina e feminina, e terminou na última sexta feira com o resultado: as mulheres são as campeãs.



Durante a competição 15 milhões de perguntas foram feitas, aproximadamente. As mulheres responderam 4,008 milhões de perguntas corretamente. Os homens ficaram atrás, tendo respondido 4,007 milhões de perguntas corretamente.
As perguntas eram sobre diferentes assuntos. As mulheres sabiam mais respostas sobre a categoria “entretenimento” e elas acertaram 56% das perguntas (o dobro do que os homens acertaram).



A melhor categoria para os homens era “Ciência e Natureza” (eles acertaram 57% das questões relativas a esse assunto).



A próxima batalha que está sendo planejada é uma trivia online que irá confrontar jovens e maduros (pessoas abaixo dos 30 anos de idade contra pessoas acima) e começará no meio de março. [Telegraph, TPE]

RETIRADO DO SITE: http://hypescience.com/28305-mulheres-sao-mais-inteligentes-que-homens/
ACESSO EM 10 DE JUNHO



Mulheres sente-se mais sensuais aos 34 anos

pesquisa também descobriu que mulheres de meia idade tem a metade das relações sexuais que tinham quando mais novas.




No entanto, 56% disse que gostam mais de sexo agora do que quando eram mais jovens.



O estudo descobriu que a média das mulheres entre 45 e 60 anos fazem sexo 4,5 vezes por mês, comparando com 10,4 vezes por mês quando estavam com seus 20 e 30 anos.



Quando foram questionadas sobre que idade tinham quando se sentiram mais sexy, responderam 34 anos.



Muitas pessoas assumem que pessoas mais velhas fazem menos sexo do que os jovens e esta pesquisa parece confirmar, de acordo com a Dra. Catherine Hood. “No entanto, mostra que as mulheres ainda estão aproveitando belas vidas sexuais enquanto envelhecem.”



“As necessidade sexuais das mulheres, libido e estilo de vida mudam de acordo com o tempo, mas não há razão nenhuma pela qual mulheres mais velhas não possam aproveitar uma vida sexual extremamente gratificante na meia idade e inclusive em idade mais avançada.”



“O fato de mais da metade das mulheres ter dito que o sexo é melhor hoje do que quando estavam nos 20 e 30 anos sugere que elas estão mais confiantes e seguras do que quando estavam em seus dias de jovem e não tem medo de conseguir o que querem.”



A pesquisa feita pela marca de hidratante Astral fez perguntas para 1.031 mulheres sobre as suas vidas sexuais. [Telegraph]


retirado do site http://hypescience.com/mulheres-sente-se-mais-sexy-aos-34/ acesso em 10 de junho


DE SUA OPINIÃO SOBRE O ASSUNTO

A mulher moderna: mais trabalho, mais culpa


As mulheres entraram com tudo no mercado de trabalho e agora já são quase 50% dos trabalhadores do mundo. O problema é que muitas destas mulheres também são mães, que deixam seus filhos em casa – e sentem muita culpa por isso. Esta é uma das conclusões de uma série de pesquisas realizadas sobre mães trabalhadoras.




De acordo com o estudo, realizado nos Estados Unidos, mais de 70% das mulheres com filhos menores de 18 anos trabalham fora de casa. É possível dar uma espiada na vida destas mães trabalhadoras com base nas pesquisas realizadas pelo Centro de Pesquisas Pew e pelo Pesquisas General Social, que analisam as tendências sociais desde 1972 com mais de 1500 mulheres.



» Maioria dos pais é hipócrita, diz estudo



Os estudos descobriram que mais de 60% das mães que trabalham fora de casa prefeririam trabalhar apenas em meio período, enquanto apenas 19% dos pais afirmam o mesmo. Uma das pesquisas, realizada em 2005, revelou que 40% das mães trabalhadoras com filhos com menos de 18 anos se sentem constantemente com pressa. Outros 52% afirmaram que às vezes se sentem apressadas.



Embora as mães trabalhadoras modernas possam sofrer com estresse e culpa por deixar os filhos, apenas 19% dos estadunidenses concordam que as mulheres devem voltar ao papel tradicional de dona de casa. Em 1987, este número era de 30%, e atualmente 75% das pessoas discordam energicamente desta ideia. Além disso, uma pesquisa realizada em 2002 mostra que 30% das pessoas concordam que tanto homens e mulheres devem contribuir com a renda familiar, e 28% também concordam ligeiramente com isso.



“As informações sobre os últimos 30 anos mostram as tendências para homens e mulheres e apontam que cada vez mais as pessoas concordam que as mulheres devem ocupar papéis não-tradicionais”, afirma Rosalind Chait Barnett, da Universidade Brandeis, nos Estados Unidos.



» Felicidade de ser mãe ou pai é pura ilusão



Barnett aponta que algumas pesquisas têm questões ambíguas e não são totalmente claras, mas que as suas conclusões são consistentes com a ideia que as mães modernas têm que fazer de tudo – cuidar da casa, da família e ter uma vida profissional. “Isso ao mesmo tempo em que as mulheres têm suas próprias necessidades, têm que vencer na vida profissional e ter uma carreira satisfatória”, explica Joseph Grzywacz, da Universidade de Wake Forest, nos Estados Unidos.



Apesar de todas essas mudanças em comportamentos e atitudes, muitas mulheres ainda sofrem com a divisão de papéis que têm no trabalho e em casa. Por isso, para muitas mães, a decisão é simplesmente não trabalhar fora de casa: aproximadamente 34% das mães com filhos com menos de 18 anos optam por parar de trabalhar.



Para aquelas que mantêm o trabalho e têm que manter a cabeça fria, Grzywacz afirma que é muito comum tentarem se convencer que é melhor para ela e para os filhos que ela continue trabalhando. E como as mães lidam com a família, o trabalho e a vida pessoal? Grzywacz revela que a estratégia mais comum é programar todos os eventos da vida.



Outro passo comum para as mães trabalhadoras é baixar as expectativas quanto às noções de uma casa limpa ou uma alimentação saudável, afirma o especialista. “Depois que chegam as crianças, as mães pensam ‘talvez meu parâmetro era alto demais, isso já está bom’”, diz.


Porém, Grzywacz chama a atenção para uma característica que falta às mães modernas: pedir ajuda ao marido ou parceiro é uma das suas últimas estratégias. [Live Science]

RETIRADA DO SITE: http://hypescience.com/22870-mulher-moderna-mais-trabalho-mais-culpa/ acesso em 10 de junho

CIENTISTAS DESCOBREM COMO SERÁ A MULHER DO FUTURO



Por Sergio de Souza em 22.10.2009 as 13:22


Avanços médicos permitem que muitas pessoas que antigamente poderiam morrer muito jovens agora cheguem a idades avançadas – o que leva muitas pessoas a acreditarem que a seleção natural não afeta mais os humanos. Cientistas evolucionários, entretanto, refutam esta teoria, e afirmam que a evolução ainda corre seu curso, e que as mulheres do futuro deverão ser mais baixinhas e corpulentas, além de terem uma idade reprodutiva mais longa.



Para o biólogo Stephen Stearns, embora as diferenças na sobrevivência não mais filtrem os genes humanos, as diferenças na reprodução podem ter este papel. A questão, segundo o especialista da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, é se as mulheres que têm mais filhos têm traços diferentes que passam às gerações futuras.



Para descobrir exatamente como funciona a evolução atualmente, Stearns e sua equipe se voltaram a dados dos Estudos Cardíacos de Framingham, que acompanha o histórico médico de mais de 14 mil residentes da cidade de Framingham, nos Estados Unidos, desde 1948.



A equipe pesquisou 2.238 mulheres que já haviam passado da menopausa e completado seus ciclos reprodutivos. Os pesquisadores analisaram se a altura, peso, pressão sanguínea, colesterol e outros traços tinham relação com o número de filhos que as mulheres haviam tido. O grupo fez análises também levando em conta as mudanças sociais e culturais para ver quanto a seleção natural age nesses casos.



O grupo descobriu que, no fim, a seleção natural tem mesmo um papel importante: mulheres mais baixas e mais pesadas tendem a ter mais filhos, assim como aquelas com pressão sanguínea e níveis de colesterol mais baixos. As mulheres que tiveram o primeiro filho quando eram mais jovens e aquelas que atingiram a menopausa mais velhas também tiveram mais filhos.



Surpreendentemente, estas características foram passadas às filhas desta primeira geração, que também tiveram mais filhos. Stearns calcula que, se a tendência seguir assim por mais dez gerações, a mulher média no ano 2409 será dois centímetros mais baixa e um quilo mais pesada que a mulher de hoje. Essas mulheres também teriam o primeiro filho aproximadamente cinco meses antes das atuais e teriam a menopausa dez meses depois.



De acordo com o pesquisador, ainda é difícil especificar o que está selecionando estas características e compreender se elas estão sendo passadas pelos genes femininos. Entretanto, como o estudo foi controlado para não sofrer interferências com fatores sociais e culturais, é provável que os resultados realmente demonstrem a evolução genética trabalhando nos dias atuais. [New Scientist]

RETIRADO DO SITE: http://hypescience.com/23058-conheca-a-mulher-do-futuro-mais-baixa-mais-pesada-e-mais-fertil/ ACESSO EM 10 DE JUNHO

ENFIM O QUE PODEMOS ESPERAR DO FUTURO

Revistas ameaçam a sexualidade da mulher real - pesquisa vogue




Por Natasha Romanzoti em 20.06.2011 as 19:56

Hoje, ter mais de 50 anos e ler revistas é uma decepção: dentro delas, não há nada nem ninguém que lembre você.

Segundo uma nova pesquisa, apesar de um quinto do público da Vogue ser mulheres com mais de 50 anos, a revista só apresenta mulheres de 40 anos na capa (de vez em quando). Tipicamente, celebridades mais jovens, como Lady Gaga e Natalie Portman, são ilustradas pela Vogue.

O mesmo estudo descobriu que essa ausência de mulheres mais velhas não se limita a Vogue, ou até mesmo a capas de revista: uma análise de editoriais e imagens publicitárias revela que revistas de moda raramente mostram mulheres com mais de 40 anos.



E o pior de tudo: mesmo as revistas voltadas para o envelhecimento apresentam imagens de mulheres ideais, livres de rugas, com um corpo perfeito que é impossível de se manter na vida adulta.



Agora, os especialistas estão dizendo que toda essa cultura prejudica as mulheres mais velhas e pode fazer com que elas abandonem sua sexualidade. “Isso leva a problemas de imagem corporal negativa”, disse a autora do estudo, Denise Lewis. “As pessoas negam o envelhecimento, e tentam continuar a parecer o ideal de uma pessoa jovem”.



Não é nenhum segredo que revistas e outras mídias preferem modelos jovens, magras e muitas vezes brancas. Porém, estudos da influência da mídia sobre a saúde das mulheres geralmente se concentram em mulheres mais jovens.



No estudo mais famoso, de 2002, psiquiatras compararam adolescentes das Ilhas Fiji antes e depois da televisão chegar na ilha. A pesquisa constatou que transtornos alimentares aumentaram quando a TV foi introduzida. As meninas disseram que queriam perder peso para se parecer com as garotas magras ocidentais da TV.

retirado do site :
http://hypescience.com/beleza-ideal-revistas-ameacam-a-sexualidade-da-mulher-real/
PARA REFLETIR E PENSAR EM TODAS MULHERES

Mas transtornos alimentares não são exclusivos a mulheres mais jovens. Dois estudos da década de 1990 estimam que entre 7,2 e 7,7 de cada 100 mil mulheres com idade entre 40 e 59 anos têm anorexia nervosa (incapacidade de manter 85% do peso médio por altura).



Isso é muito menos do que os 70 ou mais de cada 100 mil meninas adolescentes com anorexia. No entanto, um estudo de 2001 constatou que cerca de 1% das mulheres de meia-idade têm bulimia nervosa, comparável aos 0.9% das mulheres entre as idades de 18 e 25 com a mesma doença.



Dois estudos também investigaram a relação entre consumo de mídia e transtornos alimentares em mulheres mais velhas. Um estudo publicado em 2008 descobriu que a pressão da família, dos colegas e da mídia foi ligada a um desejo de magreza e transtornos alimentares. Outro estudo, publicado em 2003, descobriu que a pressão da família era o caminho mais influente para um transtorno alimentar, embora a pressão da mídia tinha uma influência de pequena a média também.



No entanto, os pesquisadores estão preocupados com influências mais sutis. Mesmo em revistas voltadas para mulheres mais velhas, os sinais de envelhecimento são frequentemente “apagados” (“photoshopados”). Talvez não por coincidência, os tratamentos antirrugas estão ficando mais populares.



As mensagens de cremes de antienvelhecimento, Botox e outros sugerem que as pessoas mascarem sua idade, ou se tornem obsoletos. Peggy Brick, educadora sexual, diz que se preocupa que a visão da mídia sobre os idosos – como se eles fossem invisíveis, e certamente não sexuais – contribui para que os adultos mais velhos simplesmente “desistam” de sua sexualidade.



Segundo ela, o estereótipo de que o sexo é apenas para os jovens e bonitos, e que o velho é feio e não sexual, tem que ser combatido.



O público já reagiu contra o ideal de magreza no passado, o que inspirou algumas revistas de moda a usar ocasionalmente modelos mais “cheinhas”. Mesmo a Vogue apresentou três mulheres curvilíneas (Tara Lynn, Candice Huffine e Robyn Lawley) na capa de sua revista italiana, em junho.



O consumidor poderia levar a avanços semelhantes em relação às mulheres mais velhas. Os cientistas acreditam que as pessoas podem, de fato, perceber que são bonitas como são e exigir que a moda reflita isso.[LiveScience]



Conheça o “gene gordo” que pode levar a obesidade descontrolada




Por Dalane Santos em 20.03.2012 as 16:0
Você já deve ter ouvido falar que o DNA tem uma participação fundamental nos motivos que levam uma pessoa a ser obesa. Mas sempre pareceu à ciência que isso fosse resultado de uma série de condições genéticas, compondo um quadro complexo.

Agora, uma pesquisa da Universidade Georgetown, em Washington D.C (Estados Unidos), sugere que tudo é obra de uma mutação em um único gene.

A principal razão da obesidade, segundo esta tese, não estaria em fatores metabólicos ou de acúmulo de gordura diferente entre as pessoas, mas no simples fato de comer descontroladamente. E isso seria regulado por um único gene, que tem sido extensamente pesquisado nos últimos tempos: o Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF, na sigla em inglês). Com uma simples mutação no BDNF, a pessoa tem muita dificuldade em parar de comer.



Na pesquisa em questão, a tal mutação foi verificada em ratos. Com um gene modificado, o organismo dos roedores não permitia o fluxo normal de insulina e leptina pelo cérebro, desativando suas propriedades.



Nos seres humanos, estes hormônios são responsáveis por avisar o sistema digestivo: “Pode parar, você já comeu o suficiente por hoje”, daí a relação.



O BNDF é um gene mais importante do que se pensava há até pouco tempo. Desde o desenvolvimento do feto, ele desempenha um papel fundamental na execução de sinapses, as comunicações entre os neurônios.



Uma mutação neste gene, a partir do momento que gera algum tipo de bloqueio nas sinapses, representa um grave risco de comunicação entre o cérebro e o corpo, e também dentro do próprio cérebro.



Os cientistas explicam que essa descoberta será útil na elaboração de novas estratégias de combate à obesidade. Uma mutação genética, tanto em ratos quanto em seres humanos, pode parecer um problema sem solução, mas os pesquisadores já trabalham para descobrir maneiras de garantir que a passagem de insulina e leptina sejam restauradas em pacientes com deficiência neste quesito. [ScienceDaily, Foto]
retirado do site: http://hypescience.com/conheca-o-gene-gordo-que-pode-levar-a-obesidade-descontrolada/


'A fonte das mulheres'

Diretor faz filme festivo sobre manifesto feminista em vila muçulmana.

Elenco feminino e humor estão entre os pontos altos do longa-metragem.

No festivo, musical e politicamente correto "A fonte das mulheres", o diretor romeno Radu Mihaileanu ("O concerto", "Trem da vida") imagina um manifesto feminista numa pequena comunidade muçulmana no Magreb, norte da África. Coproduzido pela França, Bélgica e Itália, o filme concorreu à Palma de Ouro em Cannes 2011.

A pequena aldeia, assombrada pela seca, o desemprego e a corrupção das autoridades locais - que atrasam a instalação da água encanada e da eletricidade - sobrecarrega de trabalho pesado suas mulheres. Sempre levando baldes nas costas, ladeira acima, ladeira abaixo, várias delas, grávidas, perdem os filhos.
Cena de "A fonte das mulheres" (Foto: Divulgação)Depois de um novo aborto de uma delas, a jovem Leila (Leila Bekhti, de "O profeta"), uma das raras mulheres que sabe ler, lidera uma greve de sexo, procurando forçar os homens locais a se mexerem para resolver os problemas do povoado.
É uma trama que evoca a peça grega "Lisístrata", de Aristófanes, mas tem outros desdobramentos. Um deles é como se dividem as reações masculinas ao inusitado protesto, num contexto nitidamente machista e conservador. O marido de Leila, Sami (Saleh Bakri, "A banda"), está entre os liberais. Mas há homens intolerantes e impacientes, que partem para a agressão, acreditando assim poder dobrar as mulheres pela intimidação.
Como era de se esperar, as autoridades religiosas intervêm, o que dá margem a uma animada discussão sobre aquilo que está ou não previsto no Alcorão. Como em qualquer religião, tudo depende das interpretações, que viajam ao sabor da conveniência de quem se habituou a ser sempre amo e senhor e não quer ver o fim desse estado de coisas.
Mesmo entre as mulheres, as opiniões se dividem. A sogra de Leila (Hiam Abbass, de "Free zone"), está à frente do bloco ultraminoritário que hostiliza as neofeministas, especialmente por ser encabeçado por sua nora - que veio de outra região e nunca foi muito bem-vista por ela.
Ainda que tratando de temas sérios, o tom grave é quebrado pelo formato musical. Usando canções, injeta-se um bem-vindo humor em inúmeras situações. Não só isso. Se há um mérito no filme de Mihaileanu é lançar uma luz diferente sobre a cultura muçulmana, quebrando o molde monolítico que o fundamentalismo procura fazer crer que seja a sua única voz e expressão. Diante das sucessivas rebeliões recentes no mundo árabe (Egito, Tunísia, Síria), o filme ganha ainda mais interesse e atualidade.

Outro ponto alto é o elenco feminino principal, em que se destacam a veterana atriz argelina Biyouna (como a rebelde Velho Fuzil), Hafsia Herzi ("O Segredo do Grão") e Sabrina Ouazani ("Homens e Deuses").
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

retirado do site: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/01/estreia-a-fonte-das-mulheres-lanca-olhar-diferente-sobre-isla.html

domingo, 3 de junho de 2012

Mesmo censurado romance erótico já é campeão de vendas nos EUA

O romance erótico "Fifty Shades of Grey", que explora a tortuosa relação entre um milionário e uma estudante universitária, encontrou um lugar em milhões de quartos e inspirou os sex shops dos Estados Unidos, mas também suscitou a censura em vários estados do país.




O livro, parte de uma trilogia da autora britânica (Erika Leonard) E.L. James, vendeu mais de três milhões de exemplares desde sua publicação, em abril, e se transformou, inesperadamente, em um grande sucesso. Sua autora é uma executiva e mãe de dois adolescentes que nunca antes havia escrito um livro.



No site oficial do romance, os leitores debatem acaloradamente e se dizem os atores apropriados para materializar em carne e osso a história em um filme, cuja filmagem já é planejada pela Universal Studios.



O livro explora a complicada história de amor entre Christian Grey, um arrojado empresário milionário que carrega uma pesada bagagem de abuso e abandono emocional em sua infância, e Anastasia Steele, uma tímida jovem universitária que se entrega, com uma mistura de medo e curiosidade, a seus prazeres mais obscuros.



Com um impressionante uso de linguagem sensual e simples, o romance inspirou oficinas para casais que buscam ampliar seu repertório e reavivar suas relações.



A loja Babeland, em Manhattan (Nova York), organizou na semana passada uma oficina na qual ofereceu conselhos para pôr em prática as cenas mais eróticas do romance, e os primeiros 25 que chegaram ao local receberam objetos como os que Christian usa para seduzir a modesta senhorita Steele.



A história também tem seguidores no Facebook e uma longa lista de espera nas bibliotecas em que ainda não foi vetada. Até o popular programa de comédia "Saturday Night Live" dedicou um espaço ao livro recentemente.



Seu sucesso, sobretudo entre as mulheres - audiência para qual é dirigida a saga - se explcica devido às mais íntimas fantasias de dominação e submissão deste grupo, segundo os analistas.



"O livro não apresenta nenhum elemento diferente neste gênero, mas foi escrito por uma mulher comum, que permite a outras se movimentarem dentro da fantasia para explorar sua sexualidade. Tudo começa no cérebro, e este romance permite as mulheres fantasiarem e alimentarem sua libido", declarou à Agência Efe a psicóloga Claudia Campos.



"Os homens pensam no sexo durante o dia, e as mulheres não costumam se permitir a fazer o mesmo. Uma fantasia de muitas mulheres é o sexo selvagem, e nesse ponto este romance toca na ferida", acrescentou.



Mas as frequentes e detalhadas cenas sexuais do casal - a qualquer hora e em qualquer lugar -, incluindo atos de sadismo e masoquismo, foram alvo de censura em dezenas de bibliotecas públicas na Flórida, Geórgia e Wisconsin, por considerá-lo "pornografia".



"Fifty Shades of Grey" ocupa o primeiro lugar na lista de livros do "New York Times", seguido pelos outros dois livros que completam a série, "Fifty Shades Darker" e "Fifty Shades Freed".



No entanto, apesar de seu sucesso, o romance ainda é desconhecido pelo presidente, Barack Obama, segundo reconheceu esta semana no programa "The View", da emissora "ABC".



O presidente respondeu às perguntas das cinco mulheres famosas que integram este programa matinal, entre as quais estavam a atriz Whoopi Goldberg e a jornalista Barbara Walters, mas desconhecia a resposta da pergunta sobre qual é o livro mais vendido segundo a lista do "New York Times" há 11 semanas.



"Não sei", confessou Obama, provocando sorrisos de cumplicidade entre a audiência no programa. "Perguntarei para Michelle quando chegar em casa", disse.


retirado do site: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5809564-EI8141,00-Mesmo+censurado+romance+erotico+e+campeao+de+vendas+nos+EUA.html acesso em 3 de junho

Campanha nacional “Não Aceito Corrupção”

02/06/2012 - 07:44



FLAG cria campanha sobre corrupção para ‘Movimento do Ministério Público Democrático (MPD)’

Campanha nacional “Não Aceito Corrupção” conta com filmes, spots de rádio, anúncios, site e mídia indoor em aeroportos e cinema.Ação tem apoio da Rede Globo, Folha de São Paulo, O2 Filmes, Jukebox, Rádio Jovem Pan, Cinemark e Kinomaxx.



São Paulo - A Flag Comunicação, agência que integra o Grupo ECI (Empresas de Comunicação Integrada), lançou no dia 31 de maio(quinta-feira), durante evento na sede da produtora O2 Filmes, a campanha nacional “Não Aceito Corrupção”, desenvolvida para o ‘Movimento Ministério Público Democrático (MPD)’. O evento contará com a presença do promotor de Justiça e vice-presidente do MPD, Roberto Livianu, além de autoridades, parceiros e imprensa.



Composta por dois filmes para a TV e cinema, anúncios de jornal, spots de rádio, banners de internet e mensagens em aeroportos, a campanha será veiculada em todo o País no mês de junho e conta com apoio da Rede Globo, Folha de São Paulo, Rádio Jovem Pan, Cinemark e Kinomaxx, entre outros.



Roberto Livianu, coordenador da campanha, informa que todos os participantes doaram o seu trabalho ou deram alguma contrapartida, tendo em vista a natureza da iniciativa. "Esta campanha pretende fazer um alerta a todos os brasileiros, chamando-os a atuar mais democraticamente e exercer seu direito de cidadão, com ênfase à devastação social que a corrupção produz e continuará a produzir se nada fizermos", afirma Livianu.



Em ano de eleição e com CPI’s e julgamento do Mensalão, o objetivo do MPD é levar uma mensagem impactante sobre os males e os impactos da corrupção no Brasil, que podem ser conferidos nos dois vídeos da campanha. Idealizados pela Flag e produzidos pela O2 Filmes, com produção de som da Jukebox e locução de Ferreira Martins, os filmes serão veiculados nacionalmente pela TV Globo, internet e cinemas da rede Cinemark e Kinomaxx.



Em um dos filmes, intitulado “Bebê”, um bebê saudável tem todas as suas vestes e pertences retirados e acaba no chão de uma rua movimentada, sem nada e ninguém para ajudá-lo. Já o outro filme, denominado “Mãos”, mostra como a corrupção impacta as pessoas comuns, mostrando uma criança indignada, jogando baldes de d’água nos corruptos.



Segundo Augusto Diegues, diretor da Flag Comunicação, o maior desafio de campanhas como esta é ativar a capacidade de indignação das pessoas. “Infelizmente, as pessoas parecem anestesiadas pelo aparente tom de normalidade que o tema conquistou após décadas de escândalos. Nosso trabalho buscou sensibilizar a sociedade, de modo simples e direto, para o verdadeiro desastre causado pela corrupção”, esclarece Diegues.



A ideia é envolver a população nesta causa e incentivar a denúncia sobre corrupção em todos os níveis da sociedade. Para isso, também foi criado um site da campanha que, além de ter informações sobre o movimento, terá um espaço com links para todos os Ministérios Públicos Estaduais do Brasil, de modo que o relato de práticas corruptas possa ser feito a partir de qualquer localidade do País.



Cliente: Movimento do Ministério Público Democrático (MPD)
Agência: Flag Comunicação
Criação: Tomas Tolosa, Patricia Cassanello, Alvaro Maestri
Direção de Criação: Alvaro Maestri, Augusto Diegues
Produção Filme: O2 Filmes
Direção: Quico Meirelles
Produção de Som: Jukebox
Locução: Ferreira Martins
Aprovação cliente: Roberto Livianu.

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=204977 acesso em 3 de junho

Produtos injetáveis para rejuvenescimento facial seguem como os tratamentos mais realizados em 2011

Na última pesquisa sobre tendências, a Associação Americana de Cirurgia Plástica (ASAPS) posicionou a toxina botulínica tipo A e o preenchimento com ácido hialurônico como os tratamentos de rejuvenescimento faciais não cirúrgicos mais realizados em 2011. Em procedimentos cirúrgicos, o aumento mamário ocupou a segunda posição.




Brasil– A busca por uma aparência jovial e atrativa fez com que, somente em 2011, de acordo com os dados revelados na última pesquisa realizada pela Associação Americana de Cirurgia Plástica (ASAPS), mais de 9 milhões de procedimentos estéticos cirúrgicos e não cirúrgicos fossem realizados nos Estados Unidos. Deste número, mais de quatro milhões correspondem à aplicação de toxina botulínica tipo A – entre elas está a mais conhecida e primeira toxina lançada, o BOTOX® ? e cerca de 1,6 milhão aos tratamentos de preenchimento facial com ácido hialurônico.



A pesquisa demonstrou também que, de 1997 a 2011, os procedimentos cosméticos cirúrgicos e não cirúrgicos quase duplicaram. Para os tratamentos que não requerem cirurgia, houve um aumento de 356%. Já, no caso das cirurgias estéticas, este aumento foi de 73%.



Procedimentos não cirúrgicos -Com base nos dados da ASAPS, dos 7,5 milhões de procedimentos estéticos não cirúrgicos realizados em 2011, o ranking dos mais recorrentes foi liderado mais uma vez pela toxina botulínica tipo A, seguido pela aplicação com ácido hialurônico, tratamentos que vão mantendo a liderança desde a inclusão nesta pesquisa nos anos de 2002 e 2004, respectivamente. Entre os cinco procedimentos em nível de preferência também estão a depilação a laser, microdermoabrasão e o tratamento a laser IPL.



O uso da toxina botulínica tipo A vem permanecendo de maneira individual em primeiro lugar na preferência de médicos e pacientes devido ao seu alto perfil de eficácia e segurança, o que pode ser comprovado com aproximadamente 29 milhões de procedimentos realizados nos últimos 20 anos em todo o mundo.



“Além da confiabilidade do BOTOX® e a sua maior acessibilidade, a diversificação das possibilidades de tratamentos passou a permitir várias intervenções pontuais no rosto. Essas intervenções compreendem desde a suavização das rugas à redefinição do contorno superciliar, da correção da exposição excessiva da gengiva ao sorrir à suavização do contorno facial pela redução do volume do músculo masseter e outras várias e efetivas ações. Ou seja, é possível proporcionar novamente harmonia a um rosto e, ao mesmo tempo, até corrigir alterações funcionais como o bruxismo (ranger dos dentes)”, explica Dr. Eduardo Sucupira, membro internacional da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética(ASAPS).



Por sua vez, o procedimento com ácido hialurônico foi novamente o segundo tratamento eleito e, de acordo com o médico, isso se deve às “suas características inquestionáveis como a biodegradabilidade, o perfil de segurança, a facilidade no manuseio, o conforto à aplicação e sua boa relação custo?benefício. Além destas características que tornam o ácido hialurônico a substância de preenchimento ideal, a perspectiva recente de seu uso para a restauração de volume ratificam essa condição de unanimidade como preenchedor facial”.



Em relação à idade, as pessoas entre 35 e 50 anos representam aproximadamente a metade dos procedimentos realizados. Os 50% restantes estão divididos da seguinte maneira: 28% em pessoas entre os 51 e 64 anos, 20% no intervalo entre os 19 e 34 anos, e 1,4% para os menores de 18 anos.



Em relação ao sexo, nove em cada dez procedimentos – no geral – foram realizados em mulheres em 2011. Vale ressaltar que, embora os dados indiquem que o público feminino continua sendo o mais interessado em recorrer a procedimentos estéticos, aproximadamente 8,6% dos homens recorreram a tratamentos estéticos não cirúrgicos com o objetivo de melhorar a aparência.



Procedimentos cirúrgicos -Com base na pesquisa, os cinco procedimentos cirúrgicos preferidos entre as mulheres foram a cirurgia estética de abdômen, o aumento mamário, a lipoaspiração, o reposicionamento das mamas e a cirurgia de pálpebras.



“Naturalmente, o corpo feminino sofre interferências hormonais mais intensas, frequentemente precoces e, assim, a mulher acaba recorrendo a ‘reparações’ anteriores à preocupação cirúrgica com o rosto”, explica o médico. O especialista ainda complementa: “a obesidade, a gestação seguida da amamentação e o padrão de beleza atualmente vigente faz com que as mulheres passassem a buscar o resgate dos seus atrativos, justificando a popularidade dessas cirurgias. Da mesma forma, não podemos deixar de lembrar que uma das cirurgias plásticas mais requisitadas pelas mulheres ao redor do mundo, o aumento da mama, permanece cada vez mais popular, sobretudo pela interferência direta sobre a autoestima feminina. É inegável que os resultados mais satisfatórios nesses casos são proporcionados não somente pelo planejamento prévio rigoroso, mas também pela disponibilidade de implantes mamários seguros das mais diversas características, com variação de formato, perfil, consistência, projeção, comprimento, largura e volume, que contribuem decisivamente para essa preferência.” concluí o Dr. Eduardo.



No caso dos homens, 800 mil fizeram procedimentos estéticos cirúrgicos em 2011, dado que representou 9% do total de tratamentos realizados e que, desde 1997, cresceu em 121%, sendo os procedimentos preferidos para eles à lipoaspiração, rinoplastia, cirurgia de pálpebras, diminuição mamária e cirurgia do rosto.



[www.alemdabeleza.com.br e www.natrelle.com.br]



Allergan -No mercado há mais de 60 anos, a Allergan é uma empresa que atua em diversas especialidades na área de saúde. Comprometida com a descoberta e o desenvolvimento de avanços científicos, sua missão é oferecer tratamentos inovadores e significativos para que as pessoas possam alcançar seu potencial máximo de vida.



Presente em mais de 100 países, a Allergan conta com aproximadamente 10 mil funcionários altamente qualificados e um portfólio global de produtos farmacêuticos: medicamentos de prescrição, isentos de prescrição, biológicos e dispositivos médicos. Utiliza recursos de última tecnologia em pesquisa e desenvolvimento para a fabricação e segurança de produtos que ajudam milhões de pacientes em todo o mundo.



A empresa iniciou sua trajetória com foco na saúde dos olhos. Hoje, a Allergan atua em diversas especialidades médicas, incluindo oftalmologia, neurociências, medicina estética, estética de mama, intervenção em casos de obesidade e urologia. A empresa se orgulha em celebrar mais de 60 anos de avanços médicos e apoio a pacientes e médicos que confiam nos seus produtos, juntamente com seus colaboradores e comunidades nas quais que está presente.


retirado do site: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=204950: acesso em 23 de junho

Obsessão por um corpo perfeito pode levar à anorexia alcoólica


FONTE: VILADEMULHRE.COM.BR
Conceitos irracionais de beleza e ideias ilusórias do corpo ideal causam distorções

08/04/10 às 00:00 Redação Bem Paraná

Quantas pessoas você conhece que não são gordas, mas estão sempre de dieta, nunca se gostam, vivem contando as calorias e são obcecadas por estar em forma? Por conta do constante crescimento da valorização do “corpo perfeito” tem-se observado um contínuo sofrimento emocional e doenças alimentares em crianças, jovens e adultos insatisfeitos com o corpo. Exemplo disso é a anorexia alcoólica, junção de duas patologias graves - a anorexia e o alcoolismo.




Segundo a Psicóloga Débora Trindade Lanna, em sua experiência com pacientes com transtorno alimentar a aspiração por uma imagem corporal perfeita é inalcançável é interminável, pois é amparada por conceitos irracionais e percepções ilusórias. “Isto causa sérias distorções perceptivas que ocasionam a constante insatisfação com o corpo e a graves doenças, como os transtornos alimentares, anorexia, bulimia, Drunkorexia (anorexia alcoólica), entre outros”, explica ela.



O transtorno alimentar é uma doença multifatorial definida como desvio de comportamento alimentar que pode induzir ao emagrecimento extremo ou à obesidade. Já a Drunkorexia, ou anorexia alcoólica é um termo criado nos EUA para nomear a junção de duas graves patologias, a anorexia e o alcoolismo, distúrbio muito comum entre jovens e adultos de idade entre 20 e 40 anos, que ingerem bebidas alcoólicas no lugar da refeição.



Ainda segundo a psicóloga Débora, a similaridade entre as duas doenças está no quadro de alteração emocional e na busca obsessiva pelo corpo perfeito e magro. “obcecadas pela forma física perfeita, as mulheres ingerem doses excessivas de álcool para enganar a fome e amenizar as dores de estômago, substituindo refeições por bebidas e enviando estímulos falsos ao aparelho digestivo”, explica.



Estudos psiquiátricos demonstram que o alcoolismo, principalmente aquele ocasionados em mulheres, está ligado a problemas psicológicos como depressão, ansiedade, anorexia, bulimia, entre outros. Além disso, pode-se levar em conta que o álcool funciona como um anestésico momentâneo das emoções negativas, logo, percebe-se que muitas vezes a pessoa se utiliza da bebida alcoólica para “esquecer” fatos desagradáveis.



A anorexia e a anorexia alcoólica assim como qualquer outro transtorno alimentar não estão restritas a apenas uma classe social. A doença pode atingir qualquer classe e na maioria das vezes ocorre em meninas, de boa aparência, inteligentes e com perfil perfeccionista. Elas aparentam ser independentes, mas possuem um nível elevado de carência de afeto.



Pessoas que sofrem deste mal apresentam características semelhantes de comportamento, como a preocupação de comer em público, tentam se livrar da refeição em guardanapos ou bolsos. “O pensamento rígido e o sentimento de desvalorização são freqüentes, podendo ocorrer também o isolamento social”, diz a Débora.



A psicoterapeuta conta que as consequências dos transtornos alimentares são sérias e merecem atenção, pois podem levar à morte. “A anorexia ocasiona desnutrição, transformando mulheres saudáveis e bonitas em cadáveres ambulantes, já o álcool impede a absorção de muitas vitaminas, prejudica a atividade dos glóbulos brancos diminuindo a resistência do organismo às infecções. Dessa forma, a união das duas doenças acaba tendo um efeito destruidor”, alerta.



Tratamento



O tratamento mais indicado para as pessoas que sofrem de anorexia e anorexia alcoólica deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada principalmente por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos que ocorrem nos transtornos alimentares. No que se refere ao tratamento psicoterápico, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem-se mostrando eficaz nos resultados, pois baseia-se na teoria de que as cognições (pensamentos ou idéias) influenciam a sua afetividade e seu comportamento. Portanto, a TCC procura modificar a forma de pensar, sentir e agir para que assim a pessoa adquira comportamentos que passam a ser mais aceitáveis e adequados.



Sinais de alerta:



Fique atento aos principais sinais que um indivíduo que sofre de anorexia ou anorexia alcoólica pode apresentar:



· perda de peso em um espaço de tempo reduzido;

· obsessões com a alimentação e preocupação com peso corporal;

· crença de que se está gordo, mesmo estando com o peso abaixo da média;

· parada do ciclo menstrual,

· depressão, ansiedade e irritabilidade;

· exercícios físicos em excesso;

· progressivo isolamento da família e amigos;

· ingestão em demasia de bebida alcoólica.

RETIRADO DO SIOTE: http://www.bemparana.com.br/noticia/140743/obsessao-por-um-corpo-perfeito-pode-levar-a-anorexia-alcoolica
SALVEM SEUS CORPOS EM NOME SA BELEZA E DA VIDA

Doenças Que Podem Ser Causadas Pela Obsessão Do Corpo Magro E Perfeito

FONTE: vilamulher.terra.com.br



Publicado por Adriana Teixeira on junho 7th, 2011


Confira algumas doenças que podem ser causadas pela obsessão por um corpo magro e perfeito!



Anorexia – Mesmo com o corpo magro, quem tem esse distúrbio se olha no espelho e se enxerga gorda. Por isso, a pessoa evita comer ou fica obcecada por dietas. O agravamento do quadro de desnutrição provoca lesões em órgãos vitais como o coração e o cérebro.



Ortorexia – É a compulsão por comer corretamente. Essa pessoa não coloca nada na boca sem saber antes a quantidade de calorias e se tem conservantes, gordura trans…Esse comportamento acaba prejudicando sua vida social, dificultando a ida a restaurantes, festas e eventos.



Vigorexia – Ocorre quando a pessoa está sempre insatisfeita com a forma, acha que é muito fraca e pouco musculosa e desenvolve uma compulsão por exercícios de musculação.



Bulimia – Pode acontecer ligada a um dos outros distúrbios alimentares ou isoladamente. O bulímico come grande quantidade de alimentos em curto espaço de tempo. Depois, sente culpa e procura eliminar o excesso de comida, provocando o vômito, usando laxantes e diuréticos ou malhando muito.



Compulsão Alimentar – Apresenta a mesma voracidade pela comida que a do bulímico, só que não lança mão das estratégias compensatórias para eliminar o excesso ingerido. Come por ansiedade, estresse ou outra emoção negativa. A culpa diminui ainda mais sua autoestima. Cerca de 30% das pessoas que fazem dieta se tornam compulsivas.



Publicado em Saúde Tags: Anorexia, bulimia, compulsao alimentar, doenças, doenças corpo magro, doenças corpo perfeito, musculos, obsessao pelo corpo magro e perfeito, obsessoes, ortorexia, problemas causados pelo corpo perfeito, problemas corpo magro, vigorexia

http://linkfeminino.com.br/saude/doencas-que-podem-ser-causadas-pela-obsessao-do-corpo-magro-e-perfeito
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