quinta-feira, 26 de abril de 2012

Isabella Fiorentino diz que se curou da anorexia para poder engravidar

Em entrevista à Marília Gabriela, a apresentadora e modelo Isabella Fiorentino falou sobre sua vida pessoal e contou a respeito de sua complicada gravidez de trigêmeos. “Hoje não tenho dúvida de que meus filhos são um milagre”, declarou. Isabella também falou sobre o fato de ter sofrido de anorexia: "Eu só me curei porque o médico disse que, daquele jeito, eu não iria engravidar nunca”.
A apresentadora do “Esquadrão da Moda” ainda disse que o momento em que descobriu que estava grávida foi o "mais louco" de sua vida. "Disseram para eu me preparar para o caso de a gestação não dar certo. Eu nunca coloquei em dúvida que eles iriam nascer." Sobre o nascimento dos filhos, ela confidenciou: "Meu médico disse que tem certeza de que é a última vez que ele vai ver trigêmeos univitelinos, porque isso é raríssimo".
Bernardo, Nicholas e Lorenzo nasceram no dia 1 de agosto de 2011 e ficaram 90 dias no hospital até poderem ir para casa. Após a gravidez, Isabella emagreceu 25kg em dois meses, com a ajuda da amamentação. "É uma ninhada. Não fico distante de um cachorro amamentando. Eu precisava de mais um peito", brincou. Já sobre a personalidade dos bebês, Isabella disse que elas são distintas. "Eu falo que o Bernardo é inteligente, ele vai ser jornalista. O Lorenzo é o equilibrado, ele tem paz, calma. O Nicholas é o pimentinha, quer tudo na hora."
A respeito da carreira de modelo, ela disparou: "Não adianta ter só vontade. Você tem que nascer para ser modelo. A imagem conta, sem palavras, a história de uma pessoa". Ela também opinou sobre as mulheres brasileiras. "Elas já são sexy e acabam querendo colocar o corpo como outra arma de sedução. Isso é muito vulgar. Uma mulher de 60 anos não pode se vestir como uma menina de 15."

domingo, 22 de abril de 2012

Série: juventude faz aumentar plásticas


O Brasil é o segundo país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. Homens e mulheres recorrem a técnicas cada vez mais avançadas para driblar a ação do tempo.




Encarar o bisturi em nome da vaidade. É o que você vai ver na reportagem de hoje da série "Fonte da Juventude", do Jornal da Band.
retirado do site: http://www.band.com.br/viva-bem/saude/noticia/?id=100000498292

Breve história do aborto


Michel Goulart

é professor, historiador, arqueólogo e editor do blog www.historiadigital.org

O aborto, apesar de leis contrárias ou favoráveis à sua prática, sempre vai ser um tema polêmico, não apenas por causa da natureza do processo, mas pelas consequências morais, psicológicas, sociais e religiosas resultantes da interrupção da vida. Ao contrário do que muita gente pensa, a decisão de interromper a gravidez não é algo moderno. Desde os tempos antigos, as mulheres se vêem em situações em que não desejam - ou não podem - levar uma gestação à frente. A palavra aborto tem origem no latim abortacus, derivado de aboriri (perecer), e oriri (nascer).

A prática do aborto, envolvendo métodos físicos ou químicos, já era documentada em antigas sociedades orientais. Entre 2737 e 2696 a.C., o imperador chinês Shen Nung cita, em texto médico, a receita de um abortífero oral, provavelmente contendo mercúrio. Porém, o risco da ingestão de substâncias nocivas para a saúde das mães, fez como que algumas sociedades e culturas preferissem realizar a prática do infanticídio, ou seja, a morte da criança após o nascimento. Quando os navegadores portugueses chegaram ao Japão, no século XVI, ficaram impressionados com a facilidade e frequência com que as japonesas matavam os seus filhos recém-nascidos. Em alguns lugares, adotavam-se métodos de aborto que causavam sério risco de morte para a mãe. Dentre estes métodos estavam pancadas no abdômen e cavalgadas durante horas a fio a fim de matar o feto.

A opção ou não pelo aborto passava, também, pela forma como a mulher era tratada socialmente. Tanto na Grécia quanto na Roma antiga, o feto era considerado parte do corpo da mulher, e então parte da propriedade do homem. Desta forma, o aborto só podia ocorrer com autorização do marido. O aborto era defendido por Aristóteles como método eficaz para limitar os nascimentos e manter estáveis as populações das cidades gregas. Platão defendia que os abortos deveriam ser obrigatórios para mulheres com mais de 40 anos, como forma de manter a pureza da raça de guerreiros gregos. Este, talvez, tenha sido o germe da eugenia, ou seja, a ideia de ter uma raça pura, muito defendida por Hitler nas décadas de 1930 e 1940, e temida atualmente por causa dos avanços da biogenética.

A questão ética do aborto, ligada à moral religiosa, surgiu nos primórdios do cristianismo. Por influência de Tomás de Aquino, achava-se que o feto recebia a alma após 60 dias de sua geração. Assim, neste intervalo o aborto não era visto como pecado. Esta ideia permaneceu até 1588. Muitas leis e doutrinas religiosas medievais consideravam os golpes da criança em gestação no ventre da mãe como um parâmetro para diferenciar quando a prática do aborto deixava de ser aceitável.

A posição da igreja contra o aborto não se tornou oficial até 1869, quando o papa Pio IV declarou todos os abortos como assassinatos. A frase "a vida humana começa no momento da concepção" não foi criada pelo Vaticano, mas surgiu de uma campanha iniciada por médicos no século XIX. No decorrer do século XIX, no auge da revolução científica, vários segmentos sociais, como médicos, o clero e reformadores sociais, conseguiram aprovar leis que proibiam totalmente a prática do aborto. Nos Estados Unidos, no final do século XIX, a proibição do aborto esteve ligado à eugenia. O presidente Theodore Roosevelt teria dito: "temos que manter a pureza da raça, precisamos de mais nascimento de brancos nativos".

Durante o século XX o aborto induzido tornou-se prática legal em muitos países do Ocidente. Porém, com a oposição sistemática de grupos pró-vida, seja por via de ações legais, seja por protestos e manifestações públicas. O primeiro estado do mundo a liberalizar o aborto foi a União Soviética, em 1920, logo após a tomada do poder pelos bolcheviques. O segundo Estado a liberalizar o aborto foi a Alemanha, na época de Hitler.

No Brasil, até a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no último dia 12, permitindo o aborto em caso de fetos anencéfalos, um longo caminho foi trilhado, caminho este que remonta ao período imperial brasileiro, na época de D. Pedro I. Pela Constituição de 1824, a interrupção voluntária da gravidez era considerada um crime grave contra a vida humana. O aborto auto-induzido, porém, estava livre de pena. No período republicano, pelo Código Penal de 1890, a prática da interrupção da gravidez era punida quando feita por terceiros e a pena agravada quando o procedimento resultava na morte da paciente. O Código Penal de 1940 tornou mais clara a legislação sobre o tema. Ele instituiu que o aborto é um dos "crimes contra a vida" e que apenas pode ser feito em casos de estupro e risco de vida da mulher

retirado do site: http://www.atribunanet.com/noticia/breve-historia-do-aborto-79017

Em evento promovido pela Polícia Militar do Piauí, na manhã deste sábado (21), 56 oficiais foram promovidos por critérios de merecimento e tempo de serviço. Dentre esses, Solange de Macedo Lima, foi promovida a coronel da PM aos 27 anos de carreira. A policial entrou para a história por se tratar da 1ª mulher piauiense a chegar ao último posto da corporação.
No evento, que teve a participação do governador Wilson Martins e muitas autoridades e familiares, foram agraciados ainda 222 policiais militares. A solenidade aconteceu no Quartel da Polícia Militar. A data foi escolhida em homenagem a Tiradentes, patrono das Polícias Militar e Civil e uma das grandes personalidades no processo da independência brasileira.


Para a nova coronel, chegar a esse posto é uma honra muito grande. “É um paramento de uma carreira na corporação policial militar, especialmente por participar de uma instituição que presta serviço à sociedade há 177 anos, me sinto muito honrda”, destacou a PM, ao reforçar que, apesar dos revezes, a Instituição continua de pé e, com certeza, vai continuar. “E me orgulho de fazer parte dela”, frisou.



Atualmente, a Polícia Militar do Piauí tem 350 policiais mulheres, em um universo de seis mil militares. “A mulher é uma realidade na Polícia Militar do Piauí e esse número só tende a aumentar porque elas estão obtendo, cada vez mais, destaque no serviço prestado à corporação”, avaliou a nova coronel.



Ao longo dos últimos dois anos, o Governo do Estado vem investindo na melhoria das condições de trabalho da Polícia, a exemplo da convocação de mais de 700 policiais via concurso público e a ampliação do Ronda Cidadão na capital e também no interior. Os investimentos também podem ser vistos na reforma e construção dos batalhões e na aquisição de novos equipamentos mais modernos, como as câmeras que monitoram as principais vias da capital. “Assim que tivermos um aval positivo chamaremos outros 165 aprovados no concurso para provimento de vagas na Polícia Militar”, estima Wilson Martins.


retirado do site http://www.portalaz.com.br/noticia/geral/241568_piaui_tem_a_primeira_mulher_promovida_a_coronel_da_policia_militar.html

Britânica vence concurso do rosto mais perfeito do mundo





Florence foi a vencedora do concurso do rosto mais perfeito do mundo. Foto: Divulgação Londres - Em um mundo onde os concursos de beleza já não ligam tanto para atributos genuinamente naturais, nasceu a britânica Florence Colgate, 18, dona do “rosto mais perfeito” do Reino Unido. Isso de acordo com uma competição no país que buscava a pessoa mais “simetricamente linda” possível.
Florence, que trabalha em uma lojinha de bairro, bateu mais de 8 mil concorrentes em um concurso proibido (sim, eles são extremamente rigorosos no quesito "natural") para mulheres com maquiagem e cirurgia plásticas, segundo o “Daily Mail”.

Embora alguns habitantes de Deal, cidade natal da beldade, tenham atribuído o sucesso do rosto perfeito da beldade à brisa do mar existente no local, é a ciência que explica a perfeição da beleza de Florence.
Uma mulher é considerada atraente quando o espaço entre suas pupilas é igual a pouco menos da metade da largura do rosto de orelha a orelha: a proporção da britânica no quesito é 44. Em outras medidas da face, Florence também alcança altíssima pontuação.



“Florence tem todos os sinais clássicos da beleza”, endossa Camem Lefrève, especialista do laboratório de percepção da Escola de Psicologia da Universidade de Saint Andrews. “Ela tem olhos largos, maçãs do rosto salientes, lábios carnudos e uma pele lisa”, completa.

retirado do site http://www.d24am.com/plus/moda-beleza/britnica-vence-concurso-do-rosto-mais-perfeito-do-mundo-veja-a-foto/56692



domingo, 15 de abril de 2012

IOM continua proibido de realizar cirurgia plástica



Desde a morte de Raquel Martins Damasceno, de 46 anos, no dia 6 de março, o Instituto de Olhos de Maceió (IOM), não realiza cirurgias de lipoaspiração. A interdição foi uma decisão da Vigilância Sanitária de Maceió, que constatou que o hospital não possui estrutura para este tipo de procedimento. O IOM solicitou uma auditoria para se adequar às condições exigidas pela Vigilância Sanitária.




Raquel morreu em consequência de uma parada cardíaca enquanto estava na mesa de cirurgia para fazer dois procedimentos de lipoaspiração e um enxerto de gordura nas nádegas.



De acordo com o diretor de inspetoria da Vigilância Sanitária de Maceió, Renê Gondim, o hospital pediu uma auditoria para se adequar a este tipo de procedimento. “Por enquanto, o hospital está se adequando e a Vigilância está fazendo a fiscalização”, afirmou.



O instituto foi interditado dois dias após a morte da paciente. No momento da interdição, a Vigilância Sanitária estabeleceu um prazo de oito dias para que o instituto apresentasse documentos comprovando que possui as condições exigidas para o procedimento de cirurgia plástica.



“Esses documentos não foram apresentados e o hospital solicitou uma auditoria no Estado e no município para se adequar. Para fazer esse tipo de cirurgia, é preciso que o hospital possua uma sala maior e uma Unidade de Terapia Intensiva [UTI]”, relatou.

Após a parada cardiaca, a paciente chegou a ser transferida para a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, por intermédio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entretanto Raquel sofreu mais duas paradas cardiacas e não resistiu.



A família dela está processando o hospital, mas não quis falar com a reportagem da Tribuna Independente.



O presidente do Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal), Fernando Pedrosa, explicou que foi instaurada uma sindicância no dia 12 de março para apurar a responsabilidade do médico cirurgião, entretanto ainda não tem um resultado e não pode afirmar o que ocasionou a morte. Ele ainda colocou que a investigação tem um prazo de cinco anos para que seja concluída.


retirado do site: http://www.tribunahoje.com/noticia/23834/cidades/2012/04/14/iom-continua-proibido-de-realizar-cirurgia-plastica.html

Um Corpo Magro .



Hoje em dia a busca pela beleza é desenfreada.As modelos , mulheres e adolescentes de uns tempos pra cá estão cada vez mais magras, causando grande preocupação na sociedade . A busca pela perfeição é tão obssesiva que existem mulheres hoje em dia de 24 anos pesando o mesmo que uma criança de 11 anos ,sendo que seu tamanho é bem maior , elas não percebem que não estão adequadas e que ao longo do tempo seu corpo esta cada vez mais fraco .

Para os médicos , essas pessoas muitos magras estão começando a adquirir anorexia . O médico explicou que anorexia é uma doença que deixa seu organismo cada vez mais fraco e indefeso . Para os os produtores de modelos a situação chega a ser preocupante pois a vida e a carreira dessas jovens pode estar no seu estágio final . Mas não são apenas as modelos e as mulheres que sofrem de anorexia os jovens em geral tanto menina quanto menino também estão tendo esse mesmo problema.

Em fim o que nós resta agora e torcer para que esse distúrbio diminua , pois essa doença é a principal cauda da morte de muitas pessoas que sofrem preconceito pelo seu peso e acabam tomando medidas incorretas , acabando com a anorexia muitas vezes por culpa da sociedade , que tem mania de julgar as pessoas pela altura , peso , aparência e não pelo seu caráter . Eu resolvi escrever essa matéria não para críticar , mas sim pra alertar a sociedade , e principalmente os jovens . Galera vocês são bonitos não pelo seu cabelo , pela sua pele ou pelo seu rosto , vocês são bonitos pelo seu caráter e sua maneira . bjbj até o próximo post .
Por ; Rebecca Lima
 retirado do blog: http://voutecontarhein.blogspot.com.br/2012/04/um-corpo-magro.html
Há dois anos, Ben William pesava 145 quilos. Após 25 anos de tentativas frustradas de perder peso, passou por uma uma cirurgia bariátrica e agora está 50 quilos mais magro


Vivian Carrer Elias      À esquerda: Ben Williams em 2010, antes da cirurgia de redução de peso, pesando 145 quilos. À direita: foto atual do canadense, 50 quilos mais magro (Arquivo Pessoal)

Desde que era criança, Ben Williams sofria com o excesso de peso. Sua história seria mais uma entre tantas, se Williams não fosse médico e se não tivesse a exposto nesta semana, no periódico da Associação Médica Canadense. Algo raro para um médico, Ben escreveu um artigo relatando sua trajetória e as dificuldades que um obeso enfrenta na tentativa de emagrecer — e permanecer assim.



Como o próprio Williams relata, toda vez que se vê tentado a aconselhar um paciente que deseja emagrecer a 'comer menos e se exercitar mais', lembra-se de que esse tipo de conselho não foi útil para ele quando enfrentava a obesidade. Seu enredo é parecido com o de muita gente: sabia tudo sobre dietas e por várias vezes conseguia emagrecer, mas não era capaz manter o novo peso por muito tempo. Ao entrar na faculdade de medicina, onde não era nada comum ser obeso, Williams teve contato com várias informações sobre os danos da obesidade ao corpo. Também foi ali que conheceu um professor que veio a ser o médico que realizou sua cirurgia de redução de peso.



Ele chegou a pesar 145 quilos quando decidiu fazer a cirurgia bariátrica, no dia 27 de maio de 2010, apenas um dia depois de sua formatura em medicina na Universidade da Columbia Britânica. Atualmente, o canadense de 33 anos pesa 95 quilos e está no segundo ano de residência de medicina de família na mesma instituição. Em entrevista ao site de VEJA, Ben Williams fala sobre como a obesidade mudou sua relação com os pacientes e as principais mudanças em sua vida após ele ter se tornado um médico com o peso ideal.



Como ter passado pela obesidade ajuda a sua relação com pacientes que sofrem com o esse problema? Uma consulta é sobre o paciente, e não sobre mim. Então, quando atendo alguém, procuro não falar sobre a minha experiência, mas me concentrar em seu caso e buscar a melhor maneira de usar a ciência a seu favor. Mas eu valorizo a minha trajetória, acredito que ela abre janelas que me ajudam a tomar certas decisões em relação ao paciente.



Quais decisões? Sei que não é tão simples dizer a uma pessoa obesa para comer menos e se exercitar mais — embora isso seja tentador — pois quando eu tinha o problema esse conselho não funcionava para mim. Esse conselho deve ser dado, mas eu busco ser o mais específico possível para aquele indivíduo, ou seja, adaptar esses conselhos para a rotina de cada um. Por exemplo, se o único exercício que um paciente faz é andar do carro até o trabalho, eu sugiro que ele estacione o mais longe que puder para que se force a caminhar. O ideal também é que uma pessoa sedentária comece aos poucos, com algumas atividades por semana, para depois intensificá-las.



Você acredita que ter entrado na faculdade de medicina foi fundamental para você ter emagrecido? Antes de entrar na universidade, eu tinha muitas informações sobre o que deveria ou não comer, sabia que precisava me exercitar e que a obesidade é ruim para a saúde, assim como eu tinha consciência de que fumar também era prejudicial. Eu fumava e consegui largar o cigarro sozinho, mas não fui capaz de deixar de ser gordo sozinho. Eu aprendi muito mais coisas nas aulas de medicina, especialmente sobre os prejuízos do problema para a saúde em relação a todo o corpo: cérebro, coração, fígado, intestino e etc. Porém, acredito que a diferença de ter entrado na universidade, e a minha sorte, foi ter encontrado um professor de cirurgia que também realizava a cirurgia bariátrica. Foi para ele que eu liguei pedindo para ser seu paciente e passar pelo procedimento, e ele aceitou.



O que te levou a tomar essa decisão? Acho que eu estava cansado de trabalhar tão duro para perder peso e depois recuperá-lo tudo de novo. Depois de 25 anos da minha vida tentando emagrecer, concluí que eu simplesmente não tinha capacidade de conseguir isso sozinho. Além disso, eu estava com medo das consequências da obesidade para a minha saúde física.



Por que é tão difícil emagrecer? Ganho e perda de peso é algo complicado e envolve genética, ambiente e comportamento. Hoje em dia as pessoas são mais sedentárias do que eram há cem anos, tanto no trabalho quanto em casa, e os alimentos calóricos estão cada vez mais acessíveis e baratos. Mas não está claro. Há uma ciência emergente sobre os fatores que envolvem a obesidade, e talvez essas respostas venham à tona e ajudem nos tratamentos. Tudo o que sei é que, quando eu fumava e antes da cirurgia, o meu desejo de ir a um restaurante e comer muito era mais forte do que a minha vontade de fumar um cigarro.



Em seu artigo, você diz que, antes de fazer a cirurgia, era bom em perder peso, mas não era capaz de mantê-lo. Quais eram as principais dificuldades em manter o peso? Eu passei pela trajetória típica de uma pessoa com sobrepeso: me empenhava em fazer dieta e atividade física, conseguia emagrecer, mas não era capaz de manter o que havia conquistado. E, depois, não só voltava aos velhos hábitos e ao meu peso antigo, mas ganhava ainda mais alguns quilos. O meu problema não era o que eu comia, e sim a quantidade. Eu gostava de comer muito e o tempo todo. Ainda assim, eu gostava de me exercitar, mas a minha saúde física não permitia que eu fizesse muitas atividades sem que eu sentisse dores. Não culpo ninguém e nem nada para o fato de eu não ter conseguido emagrecer sozinho, apenas a minha falta de capacidade de seguir em frente com uma dieta.



Seguir dietas não fez com que você alcançasse seu objetivo. Você acredita que dietas nunca funcionam para pessoas obesas? Acredito que não há evidências consistentes que indiquem que uma determinada dieta ajude pessoas obesas a perder muitos quilos, embora existam muitas pessoas que conseguiram emagrecer muito e manter o peso novo, o que é algo muito bom. Essa é a maneira mais saudável de superar a obesidade, mas eu não fui um dos indivíduos que conseguiu o resultado por esse caminho. Eu não recomendo dietas particulares, como aquelas com baixa ingestão de carboidratos ou de gordura. Para mim, o fator mais importante para tornar alguém saudável são as atividades físicas, mais do que dietas.



Você recomendaria a cirurgia bariátrica para seus pacientes? Apenas para alguns. Penso que um paciente, para passar por um processo como esse, deva ter ao menos um IMC maior do que 40 (clique aqui para calcular seu IMC). Ele deve ter esgotado todas as possibilidades e tentativas para perder peso, como dietas alimentares, prática de atividade física, participação em grupos de emagrecimento. Essa pessoa deve demonstrar-se capaz de seguir instruções de médicos e ter disciplina para comparecer às consultas após a cirurgia. O procedimento não serve para todos. Há pessoas que, mesmo obesas, estão impedidas de fazê-lo por motivos de saúde.



O que mudou na sua vida após você ter se tornado magro? Antes, eu tinha pressão e colesterol altos, quadros pré-diabéticos e era tão pesado que não conseguia me exercitar o tanto quanto gostaria pois sentia dores. Esses problemas essencialmente se resolveram. Eu passei a ter um estômago de tamanho menor, então, mesmo que eu queira, eu não consigo comer tanto quanto estava acostumado, então é mais difícil retornar ao peso que eu era antes. E pelo fato de estar mais magro, consigo me exercitar mais. Eu sempre gostei de praticar atividades físicas, mas não conseguia antes.



Além disso, eu não sou mais aquele médico gordo, mas sim sou um médico como qualquer outro. Eu era diferente, e por isso todos sabiam o meu nome no hospital. Hoje em dia, não é incomum me confundirem com outro jovem médico e, para mim, trocarem o meu nome é algo muito bom. De maneira geral, sou muito mais feliz. Me sinto mais confortável em comprar roupas em lojas comuns e consigo correr e interagir junto com meus filhos. Se eu continuasse com meu peso anterior, isso não aconteceria.



Você tem três filhos pequenos. Como sua mudança de vida influencia na educação de seus filhos? Meus filhos, de quatro, seis e sete anos, sabem que o pai deles era gordo e agora não é mais, e entendem que eu me preocupo com a alimentação da nossa família e que todos nós nos exercitemos muito. Na minha casa, estabelecemos alguns hábitos saudáveis, como comer frutas e legumes antes da refeição principal e passar o maior tempo possível em atividades ao ar livre.

retirado do site:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/depois-de-25-anos-tentando-emagrecer-conclui-que-era-incapaz-de-conseguir-sozinho-diz-medico-canadense

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Pinterest muda termos de utilização e vai banir murais pró-anorexia



26/03/2012 12h48 • Da redação










Murais pró-anorexia no Pinterest

Entre intermináveis murais de comida, decoração, bichos, viagens e outros assuntos, o Pinterest também aborda “interesses” mais complicados em murais pró-anorexia. Com fotos de ossos salientes e corpos frágeis de tão magros, os murais das chamadas “Thinspiration” (“Inspiração magra” em tradução livre) se proliferam na rede social.



Na última sexta-feira (23) a empresa enviou um e-mail a seus usuários anunciando uma mudança em sua Política de Utilização Aceitável, bem como outros ajustes em seus Termos de Serviço e Política de Privacidade.



As novas diretrizes de uso aceitável, que entram em vigor 06 de abril, incluem a proibição de qualquer conteúdo que:



"Crie um risco de dano, perda, dano físico ou mental, sofrimento emocional, morte, invalidez, deformação ou doença física ou mental de si mesmo, para qualquer outra pessoa, ou a qualquer animal."



Isso significa que os boards chamados thinspiration que promovem fome em prol da magreza não será mais permitido no site.



O Tumblr ganhou as manchetes no mês passado por instituir proibições semelhantes, embora uma leitura rápida do site indica que o pessoal ainda tem um caminho a percorrer no policiamento dos quase 50 milhões de blogs.

Retirado do site: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2012/03/26/297026-pinterest-muda-termos-de-utilizacao-e-vai-banir-murais-pro-anorexia em 6 de abril de 2011

Editora da 'Vogue Itália' diz que moda contribui para anorexia




05 de abril de 2012 • 09h30 • atualizado às 09h32
Franca Sozzani diz que a moda é uma das culpadas pelos transtornos alimentasres
Foto: Getty Images


Comentar 0A editora da revista Vogue Italia, Franca Sozzani, disse que a indústria da moda é parcialmente culpada pelo aumento contínuo de transtornos alimentares. De acordo com o jornal Daily Mail, ela afirmou que "a moda é uma das causas da anorexia" durante palestra na Universidade de Harvard na segunda-feira (2).



No evento, ela discutiu a indústria da moda e os padrões de magreza extrema. "Uma das razões pelas quais a menina começa uma dieta muito restrita é a necessidade de corresponder a um padrão estético de magreza. Essa tendência atual tem consequências devastadoras para os hábitos alimentares de muitos adolescentes".



Aos 62 anos, a editora se mostrou contra as normas estéticas da moda. "O que nos leva a estabelecer que magro é bonito e que a magreza é o código estético que devemos seguir?", questionou aos estudantes.



Sozzi também fez questão de alertar sobre os perigos da obesidade e chamou atenção para todo tido de dietas extremas. Para defender seu ponto de vista, ela declarou que Vogue Italia vai fazer uma edição especial, "dedicada à saúde, com mulheres curvilíneas e saudáveis. Nós faremos o nosso melhor, mas antes dessa ideia de beleza mudar, vamos precisar de tempo", garantiu.



Recentemente, a revista Vogue Italia tirou uma imagem da modelo Karlie Kloss do seu site depois que a foto apareceu em sites pró-anorexia.

Demi Lovato critica a mídia por "glorificação de corpos excessivamente magros"

03/04/2012 08h10 • Da redação



Demi Lovato critica a mídia por "glorificação de corpos excessivamente magros”

31 fotos no álbum Ver álbum Demi Lovato – que foi internada em uma clínica de reabilitação em outubro de 2010, para ser tratada de distúrbios alimentares e automutilação – acha que a mídia deve se preocupar mais com as mensagens que passam para seu púbico. A cantora disse durante uma entrevista ao site Female First, que os veículos de comunicação dão muita importância ao corpo e exaltam as mulheres excessivamente magras.


“Eu vejo que os programas de televisão e filmes estão glorificando os corpos magros demais, o que pressiona demais as adolescentes, que estão tentando se encontrar”, disse. Para Demi, as adolescentes são inseguras e se espelham em filmes, revistas e, sobretudo, na televisão. “E eu acho que essas companhias deveriam ser mais responsáveis”.



A cantora também contou que seus problemas com o corpo começaram aos doze anos. “Muita gente me perguntou: ‘Você acha que tudo isso aconteceu porque você começou nesse ramo muito cedo?’ E eu respondo: ‘não, meus problemas começaram antes’, disse ela, antes de contar que sofria bullying por excesso de peso, o que agravo ainda mais seus problemas.

texto retirado do site: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2012/04/02/297479-demi-lovato-critica-a-midia-por-glorificacao-de-corpos-excessivamente-magros acesso em 6 de abril

Implantes de silicone: saiba como tudo começou, há 50 anos

Claire Bowes & Cordelia Hebblethwaite, BBC




Timmie Jean Lindsey, uma americana mãe de seis filhos, foi a primeira mulher a receber um implante de silicone para aumentar o tamanho dos seios, em 1962.



Cinquenta anos depois, a operação realizada no hospital Jefferson Davis, em Houston, no Estado do Texas, tornou-se a segunda cirurgia plástica mais popular no mundo, com 1,5 milhão de procedimentos somente em 2010, perdendo apenas para a lipoaspiração.



Difundidas internacionalmente, as próteses de silicone não ficaram isentas de problemas e riscos à saúde no decorrer de sua história. Nos anos 1990, os EUA chegaram a banir a cirurgia por suspeitas de que o material pudesse causar uma doença do sistema imunológico.



Mas foi em 2010 que os implantes de silicone tornaram-se alvo da maior polêmica desde a operação pioneira cinco décadas antes. As próteses da francesa Poly Implant Prothese (PIP) foram proibidas em dezenas de países, a empresa foi fechada e seu dono teve prisão decretada pela Justiça da França, após a descoberta de que elas continham silicone industrial que poderia causar câncer e que tinham alto risco de ruptura.



No Brasil, a importação de próteses está suspensa pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde o dia 22 de março até que o Inmetro crie um sistema de avaliação de qualidade e os fabricantes passem pelos testes para obter um selo de aprovação.



Para a pioneira Timmie Jean Lindsey, no entanto, o procedimento trouxe muitos benefícios.





Foto: Pioneira americana, Timmie Jean Lindsey aparece antes e depois da cirurgia e hoje, com 80 anos. (BBC)"Eu achei que eles tinham ficado perfeitos (...) Eu os sentia tão macios, igual a seios de verdade", diz a pioneira, atualmente com 80 anos.



"Mas só me dei conta do resultado mesmo quando saí na rua e percebi que os homens assobiavam para mim", relembra.



Embora a operação tenha melhorado sua autoconfiança – e ela gostou de receber mais atenção - Timmie nunca tinha pensado em aumentar o tamanho dos seios.



O motivo de sua ida ao hospital era inicialmente a retirada de uma tatuagem nos seios, e foi aí que os médicos responsáveis pela operação lhe questionaram se ela gostaria de participar da primeira tentativa de implante de silicone da História.



Mas, em matéria de cirurgia estética, outra parte do corpo incomodava mais Timmie. "Eu estava mais preocupada em colocar minhas orelhas para trás (...) Elas se destacavam muito, eu parecia o Dumbo! E eles me disseram 'faremos isso também'".



Ambiciosos, os cirurgiões pioneiros Frank Gerow e Thomas Cronin foram em frente com o procedimento, mas a ideia inicial foi apenas de Gerow.



"Frank Gerow apertou uma bolsa plástica com sangue e observou o quanto isso se parecia com um seio de uma mulher", indica Teresa Riordan, autora do livro Inventing Beauty: A History of the Innovations that have Made Us Beautiful ("A Invenção da Beleza: Uma História das Inovações que nos Tornaram Belas", em tradução livre).



"E aí ele teve aquele momento de 'eureka', quando concebeu a ideia do primeiro implante mamário", diz.



Cobaia



A primeira cobaia para o implante de silicone foi uma cadela chamada Esmeralda, e o princípio básico por trás do protótipo era simples.



"Um foguete decola com uma elevação e um forte impulso, a mesma coisa serve para o aumento dos seios", diz Thomas Biggs, que trabalhava com Gerow e Cronin em 1962 como residente em cirurgia plástica.



"Eu fiquei encarregado da cadela. O implante foi colocado embaixo da pele e deixado ali por duas semanas, até ela mastigar os pontos e a prótese teve que ser removida", relembra.



A operação foi considerada um sucesso e Gerow declarou que os implantes eram "tão inofensivos quanto a água". Pouco depois, sua equipe começou a procurar por mulheres dispostas a testar a novidade.



Primeira a aceitar, Timmie Jean Lindsey tem apenas uma vaga lembrança do dia da operação.



"Quando fui para a sala de recuperação sentia apenas bastante peso no meu peito, como se algo pesado tivesse sido colocado ali. Foi mais ou menos isso. Depois de uns três ou quatro dias a dor havia passado".



O residente Biggs dividiu com o resto da equipe a animação pelo sucesso do procedimento, mas não tinha ideia do que eles tinham acabado de descobrir.



"Claro que foi um pouco empolgante, mas se eu tivesse um espelho para o futuro, teria ficado estupefato. Eu não era sábio o suficiente para perceber a magnitude daquilo", conta.

Impacto da inovação



Um ano depois, em 1963, o real impacto da novidade começou a ser percebido quando a equipe apresentou seus resultados à Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica. "O mundo da cirurgia plástica ficou absolutamente 'em chamas' de entusiasmo", diz Biggs.



Nos Estados Unidos, o momento da inovação não poderia ter sido melhor. O fim dos anos 1950 foi repleto de referências culturais que levavam a um ideal de seios grandes.



A revista Playboy e a boneca Barbie eram lançamentos recentes, e as estrelas de Hollywood também contribuíram para a criação dessa imagem.



"O look 'peitudo' de Marilyn Monroe e Jane Russel e também o novo look da Dior de 1957 realmente enfatizavam esta silhueta curvilínea, e começou a despertar nas mulheres o desejo de aumentar os seios", diz a autora Teresa Riordan.



Os "falsies", sutiãs com enchimento, ganharam popularidade, mas cada vez mais as mulheres queriam algo mais.



Nos anos anteriores, diferentes técnicas tinham sido experimentadas. Durante a década de 1950, médicos começaram a usar implantes de esponjas, e alguns dizem até que Marilyn Monroe teria passado pelo procedimento, embora a informação nunca tenha sido confirmada oficialmente.



O material, no entanto, não tinha durabilidade. As esponjas logo encolhiam e se tornavam "duras como bolas de baseball", conta o então residente Thomas Biggs.

Silicone



A fascinação americana por artigos artificiais e de plástico na época do pós-guerra também favoreceu o silicone como um forte candidato a ser o material da vez, embora tenham sido prostitutas japonesas as primeiras a testarem o produto para aumentar seus seios.

Determinadas a faturar com os soldados dos EUA durante a ocupação do Japão, elas injetavam silicone roubado no porto de Yokohama diretamente nos seios.

As injeções tinham um efeito colateral conhecido como "silicone podre", em que a área ao redor da aplicação poderia chegar a gangrenar.

Em solo americano, as primeiras tentativas eliminaram o problema mas ainda tinham que lidar com hematomas, casos de infecção e "contrações capsulares fibrosas", termo técnico para um tipo de cicatriz que se formava em algumas mulheres, endurecendo os implantes.



Avanços
As inovações em torno do procedimento foram constantes nos últimos 50 anos. Além de imagens 3D, e implantes mais modernos, novos tamanhos foram criados.

"Nos primeiros anos, tínhamos apenas quatro possibilidades de tamanho – grande, médio, pequeno e petite. Agora temos mais de 450", diz Biggs.

Ao redor do mundo, a cirurgia para o aumento dos seios é a segunda mais popular. Em muitos países, no entanto, chega ser primeira. É o caso da Grã-Bretanha.

No ranking de número de mulheres a fazerem a cirurgia, o Brasil fica em segundo, perdendo apenas para os EUA. Já na proporção de operações per capita, o Brasil assume o primeiro lugar.
Além do aumento dos seios, a prótese tem utilidade nos casos de mulheres que passam pela mastectomia – retirada de um ou dos dois seios em casos de câncer de mama e outras doenças - finalidade que também motivou os pioneiros Frank Gerow e Thomas Cronin em suas experiências.

Por muitos anos após a operação, Timmie Jean Lindsey não contava às pessoas que tinha colocado próteses de silicone. Um namorado, por exemplo, nunca percebeu o implante. Os amigos e familiares da pioneira só foram informados décadas depois.

Cinquenta anos mais tarde, ela ainda fica maravilhada com os resultados. "Pensei que eles fossem ficar bem consistentes, mas não, eles são como seios normais, e começam a perder tônus com o passar dos anos. Isso me surpreendeu. Eu achei que eles ficariam sempre no mesmo lugar", explica.

Mesmo assim ela se diz muito feliz por ter feito parte da história. "É muito legal saber que eu fui a primeira", diz.

Escândalo PIP



Em março de 2010 a fabricante de implantes Poly Implant Prothese (PIP) foi fechada na França após descobrir-se que suas próteses continham silicone industrial não liberado para uso médico, que pode provocar câncer.



Seu dono, Jean-Claude Mass, de 72 anos, foi preso durante as investigações e depois libertado, mas voltou a ser detido em março deste ano após não conseguir pagar a fiança de 100 mil euros (R$ 230 mil). Ele admitiu ter usado o silicone impróprio por ser "mais barato e melhor" e insistiu que eles não são perigosos.



O caso ganhou dimensão internacional em dezembro de 2011, quando o governo francês aconselhou que todas as 30 mil mulheres com as próteses da marca no país deveriam retirá-las em procedimento cirúrgico, como medida preventiva.



Até então a terceira maior fabricante mundial de implantes, a PIP, fundada em 1991, produziu ao longo de quase 20 anos próteses usadas por 400 mil mulheres em 65 países.



Muitos países também aconselharam que os implantes mamários da marca fossem removidos, e ainda há controvérsias científicas, mas estudos indicaram que as próteses da PIP apresentam um risco de ruptura maior do que permitido por lei e que os produtos usados em sua fabricação são cancerígenos.



texto do site: http://www.zwelangola.com/saude/index-lr.php?id=8652 acesso em 6 de abril


Das academias para o centro cirúrgico

O verão foi embora e levou com ele boa parte dos alunos matriculados nas academias de Salvador. De acordo com estimativa do setor, nesta época a evasão chega a 60% e a busca pelo corpo ideal só volta à tona quando a alta estação se aproximar novamente. Na prática, isso não significa que o culto ao corpo é sazonal, pois os cuidados continuam ao longo de todo o ano.



Como mostrou uma pesquisa divulgada nesta semana no Jornal Hoje, da Rede Globo, o povo brasileiro é o terceiro mais preocupado com a boa forma no mundo, ficando atrás apenas dos norte-americanos e dos japoneses. E para onde vão os malhadores de temporada? Para os centros cirúrgicos e para as clínicas de estética, onde as técnicas são diferentes, mas os resultados igualmente satisfatórios.

Os mais apressados em ver efeitos recorrem a métodos mais invasivos, como cirurgias de lipoaspiração e abdominoplastia. Segundo o cirurgião plástico, Giovani Lacerda, responsável por esculpir cerca de 25 corpos todos os meses em Salvador, sendo a maioria cirurgia de barriga, esta época do ano é a preferida dos baianos para realizar os procedimentos.



“A procura é grande o ano todo, pois há a questão cultural do corpo perfeito, que independe da época e do sexo, mas esse tipo de cirurgia requer programação, por conta do repouso, por isso de agora até o mês de julho e agosto a demanda aumenta, já que o paciente precisa conciliar com as férias do trabalho.



Além disso, quem pretende exibir uma barriguinha sarada no verão precisa submeter-se ao procedimento pelo menos dois ou três meses antes para ter tempo de sair os hematomas e expor-se ao sol”, salienta.



Entretanto, para ter uma barriga “tanquinho” não é preciso radicalizar tanto. O médico admite que a tecnologia está bastante avançada a serviço dos pacientes. Já existe, garante Giovani, equipamentos e técnicas capazes de reduzir drasticamente medidas, e a depender do objetivo é mais seguro e mais barato recorrer a eles.



“Embora a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica tenha estabelecido algumas diretrizes que reduzem o risco de mortalidade em quase zero e praticamente anulou a possibilidade de complicações pós-operatória, cirurgia ainda implica perigo. Em contrapartida, os métodos terapêuticos se modernizaram bastante e se tornaram bem eficazes”, adverte citando a ultracavitação e carboxterapia como duas fortes aliadas da vaidade.



A fisioterapeuta e especialista em ultracavitação, Juliane Chaves, da Sluets Max, confirma que a técnica é o que há de mais moderno no mercado da beleza. Também conhecida como lipo sem cirurgia ou lipo sem corte, a ultracavitação não é nada agressiva e totalmente indolor e proporciona um resultado surpreendente.



“O procedimento é realizado em clínica, através de um aparelho de ultrasson parecido aos convencionais, mas com baixa frequência, cujas ondas penetram na camada adiposa, quebrando as moléculas de gordura, que posteriormente são eliminadas por processos metabólicos e fisiológicos naturais.



”Depende muito do metabolismo de cada organismo, mas pode-se chegar a redução de até 10 centímetros de circunferência por sessão, afirma. Este tratamento inovador, específico para gordura localizada também é eficaz para alguns tipos de fibroedema gelóide (celulite), e pode ser associado a uma tratamento de radiofreqüência caso a paciente tenha além da adiposidade localizada, flacidez", completa.

A fisioterapeuta adverte, porém, para os cuidados que devem ser adotados na escolha da clínica onde o procedimento será realizado. “Como banalizaram muito esse segmento, o serviço é oferecido em qualquer local, inclusive em sites de compras coletivas na internet.



O paciente deve reparar se os profissionais que vão atendê-lo são preparados para manusear o equipamento e aplicar a técnica, pois esta não pode ser desempenhada em qualquer área do corpo, principalmente onde próximo a ossos, além de ter uma série de restrições, como pacientes com marca-passo, implantes, próteses, miomas e câncer”, pontua.



Segundo ela, o ideal é procurar uma clínica referência, especializada neste tipo de procedimento e com profissionais gabaritados. Outra dica importante, destaca Chaves, é a associação desta técnica com a prática de exercícios físicos e de uma alimentação balanceada.



“Sabemos que o período de frio e chuvoso nos incentiva a comer alimentos mais calóricos, além de dar preguiça de ir até uma academia, por isso a Siluets Max traz a academia até o nosso paciente.



Quem faz a ultracavitação conosco obrigatoriamente sai da sala para a plataforma vibratória, onde são praticados exercícios específicos para potencializar o efeito da ultra. Nada disso é feito sem antes o paciente ser submetido a uma rigorosa análise corporal e a bioimpedância acompanhada por especialistas”, salienta.

Publicada: 03/04/2012 16:24
Atualizada: 03/04/2012 16:22

TEXTO RETIRADO DO SITE:http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=110924 EM 6 DE abril

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