sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Humngria vai eleger Miss Cirurgia Plastica

Enquanto em alguns concursos de beleza a condição para participar é ser totalmente "natural", a Hungria resolveu promover uma competição em que só entra quem já tiver passado na faca. As meninas que quiserem concorrer ao título de Miss Plástica 2010, que vai rolar em Budapeste, têm que levar os recibos das cirurgias para provar que estão aptas a participar. A vencedora irá enfrentar concorrentes internacionais no Miss Plástica Universo, segundo o jornal "The Sun".




Timea Kertesz, de 27, é umas das participantes: ela já colocou silicone nos seios e nas nádegas e fez uma cirurgia para corrigir orelhas de abano.

Disponivel em:http://extra.globo.com/mundo/plantao/2010/11/23/hungria-vai-eleger-miss-cirurgia-plastica-923087698.asp: Acesso em 26.11.10

.Pesquisa brasileira sobre “contribuições da Psicanálise no tratamento dos transtornos alimentares” será apresentada em congresso internacional .

.Boa tarde ! -sexta, 26 de novembro de 2010 Skip to content.
Já passou mais vale a pena registrar




.Pesquisa brasileira sobre “contribuições da Psicanálise no tratamento dos transtornos alimentares” será apresentada em congresso internacional .

 Ana Paula Gonzaga e Cybelle Weinberg, coordenadoras da Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia (CEPPAN), apresentaram nesta sexta-feira (19/11), no Rio International Eating Disorders and Obesity Conference 2010, uma pesquisa clínica que mostra as contribuições da Psicanálise no tratamento dos transtornos alimentares. Conduzida ao longo de uma década, a pesquisa reúne análises de mais de 100 atendimentos desenvolvidos na CEPPAN, comparando-as a achados clínicos de outros psicanalistas, e referenda a pertinência da Psicanálise como abordagem terapêutica no tratamento dos transtornos alimentares.



--------------------------------------------------------------------------------- Durante o Rio International Eating Disorders and Obesity Conference 2010 (Congresso Internacional de Transtornos Alimentares e Obesidade) – que aconteceu no Rio de Janeiro, nos dias 19 e 20 de novembro – Ana Paula Gonzaga e Cybelle Weinberg lançam Psicanálise de Transtornos Alimentares, publicado pela Primavera Editorial (Selo PSI), uma obra composta por artigos que contemplam diferentes visões sobre o exercício da Psicanálise no tratamento dos transtornos alimentares, assinados por 17 autores que se dedicam à pesquisa clínica. A obra estará à venda em estande da Primavera Editorial no congresso.
Uma pesquisa conduzida ao longo de 10 anos com base em mais de 100 atendimentos realizados na Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia (CEPPAN), em São Paulo, revela a pertinência da Psicanálise como abordagem terapêutica no tratamento dos transtornos alimentares. De autoria das psicanalistas Ana Paula Gonzaga e Cybelle Weinberg, a pesquisa será apresentada no Rio International Eating Disorders and Obesity Conference 2010 (Congresso Internacional de Transtornos Alimentares e Obesidade) nesta sexta-feira (19/11), às 15h30. Durante o congresso promovido pelo British Journal of Hospital Medicine – que acontece em 19 e 20 de novembro, no Rio Othon Palace (Avenida Atlântica, 3264) – Ana Paula Gonzaga e Cybelle Weinberg lançam o livro Psicanálise de Transtornos Alimentares, obra publicada pela Primavera Editorial (Selo PSI), que estará à venda no estande da editora instalado no congresso.Criada em 2000, a Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia (CEPPAN) vem realizando o atendimento clínico e o estudo sistemático das patologias alimentares tendo por objetivo definir um referencial teórico-clínico capaz de oferecer um alicerce à prática da Psicanálise nos Transtornos Alimentares. A pesquisa “Contribuições da Psicanálise no tratamento dos transtornos alimentares”, que será apresentada no congresso, é resultado dessa investigação contínua ao longo da última década. Segundo Ana Paula Gonzaga, por ser a própria Psicanálise um procedimento para a investigação de processos mentais, o atendimento clínico se constitui como método de investigação. “Adotamos protocolos específico de pesquisa e elaboramos relatórios de atendimento. Semanalmente são realizados encontros para discussões teóricas e supervisões clínicas com os pesquisadores”, detalha a psicanalista.De acordo com Cybelle Weinberg, dos pacientes atendidos por mais de seis meses, observou-se que à medida que os sintomas alimentares remitem, emergem questões importantes relativas ao funcionamento mental, que podem ser tratadas pelo método psicanalítico. “A evolução desses casos sustenta a remissão dos sintomas e vem apontando a pertinência do tratamento psicanalítico como abordagem psicoterapêutica no tratamento dos transtornos alimentares”, afirma.



Transtornos alimentares no Brasil
Os transtornos alimentares são patologias graves que demandam políticas de saúde – que contemplem a especificidade da doença – e requerem o tratamento por meio de uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatras, clínicos, psicólogos, nutricionistas e terapeutas familiares. Para se ter uma noção básica da gravidade dos transtornos alimentares, cerca de 1% da população do Brasil e aproximadamente 4% dos jovens com idade entre 12 anos a 20 anos sofrem de algum tipo de transtorno alimentar; porcentagens que equivalem a algo em torno de 1.800.000 pessoas, das quais 1.200.000 são adolescentes. Os quadros típicos desses transtornos são a anorexia nervosa – recusa em manter o peso mínimo para a idade; medo intenso de ganhar peso; distorção da imagem corporal; e amenorreia nas meninas – e a bulimia nervosa, caracterizada pelo ímpeto de comer compulsivamente em um curto espaço de tempo, acompanhado por um sentimento de perda de controle e comportamentos compensatórios de purgação.
Se o número de casos é alarmante em nosso país, em contrapartida são escassos os centros especializados para o tratamento. Mais do que isso, são quase inexistentes os trabalhos preventivos nessa área. É nesse contexto que se insere o trabalho da CEPPAN. Com atuação no tratamento e pesquisas, a CEPPAN integra um grupo de psicanalistas que desenvolve atividades de atendimento direto ou indireto a pacientes com esses transtornos: psicoterapia; supervisão clínica; cursos; grupos de estudos; grupos psicoeducativos para familiares e cuidadores; palestras em escolas e empresas; e consultoria para agências de modelos. A organização promove intervenções que visam o tratamento, prevenção e difusão de informações sobre os transtornos alimentares.



O livro
Psicanálise de Transtornos Alimentares – traz importantes reflexões que resultam do exercício clínico da psicanálise e do estudo sistematizado para compreend er o funcionamento metapsicológico de pacientes com anorexia e bulimia nervosas. A obra, que reúne artigos dos mais renomados especialistas em transtornos alimentares, nacionais e internacionais, representa a união de esforços em torno do compromisso de divulgar informações sobre patologias alimentares cuja prevenção e tratamento demandam uma compreensão multidisciplinar no qual a Psicanálise se mostra uma abordagem pertinente.
No prefácio, as organizadoras Ana Paula Gonzaga e Cybelle Weinberg, coordenadoras da Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia e autoras de artigos publicados na obra, destacam: (…) “Seguindo o nosso compromisso com a clínica e com a pesquisa, reunimos neste livro psicanalistas que compartilham esses ideais. Contamos, assim, com a colaboração tanto de autores membros da CEPPAN – que têm nos acompanhado ao longo destes anos –, como com autores convidados, que têm contribuído para a compreensão e sustentação da psicanálise no campo dos Transtornos Alimentares. Os artigos contemplam construções metapsicológicas e teórico-clínicas, preocupações atuais como o aumento da procura por tratamento por homens, os desafios da técnica, a posição do analista nos casos de difícil acesso e manejo, as questões transferenciais e contratransferenciais que, acreditamos, oferecerão referências àqueles que como nós se dedicam ao estudo dos Transtornos Alimentares, portanto, consolidando o método psicanalítico como abordagem de tratamento para essas patologias.”
Psicanálise de Transtornos Alimentares é o terceiro livro a ser lançado pelo selo PSI, da Primavera Editorial, que é destinado a publicações técnicas com foco nas áreas de Psicologia, Psicanálise e estudos associados.



Artigos
Réflexions sur la clinique des saignements provoques (Eric Bidaud)
Reflexões sobre a clínica dos sangramentos provocados (Eric Bidaud)
O corpo recusado na anorexia e o corpo estranho na bulimia (Maria Helena Fernandes)
Depressividade e manejo clínico no tratamento das problemáticas alimentares (Aline Camargo Gurfinkel)
Se esse corpo fosse meu (Ana Paula Gonzaga)
A hiperatividade das aoréxicas: uma defesa maníaca? (Cybelle Weinberg e Manoel Tosta Berlinck)
Transtornos alimentares e a função do analista na clínica do não representado (Marina Fibe De Cicco)
Incorporação e expulsão do “outro” na bulimia (Marta Rezende Cardoso e Camila Peixoto Farias)A ilusão simbiótica e a cilada narcísica entre mãe e filha: um caso de bulimia (Marina Ribeiro)
A compulsão alimentar e suas implicações na clínica psicanalítica (Fernanda Kalil)
O diagnóstico diferencial da anorexia (Jaqueline Pinto Cardoso)
A representação simbólica nas perturbações alimentares à luz da complexidade da relação mãe-filha (Marina Ramalho Miranda)
Cenários do insconsciente: anorexia e bulimia em adolescentes do sexo masculino (Thais Fonseca de Andrade)
Considerações sobre a contratransferência em pacientes de difícil acesso (Talita Nacif)
A clínica do vazio: a relação entre masoquismo e transtornos alimentares (Gabriela Malzyner)
Contribuições da psicanálise para o tratamento de transtornos alimentares (Alicia Cobelo, Ana Paula Gonzaga e Cybelle Weinberg)
ORGANIZADORAS
Ana Paula Gonzaga
Graduada em Psicologia pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU,1985) e especializada em Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae (São Paulo, 1999), Ana Paula Gonzaga é coordenadora da equipe de Psicologia do Programa Interdisciplinar de Atendimento, Ensino e Pesquisa dos Transtornos Alimentares na Infância e Adolescência do Serviço de Psiquiatria Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (PROTAD-SEPIA-Ipq-FMUSP) – desde 1999 na equipe e como coordenadora desde 2008 –; e, desde 2000, atua como coordenadora da Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia (CEPPAN) e coeditora de Cadernos da Ceppan (Revista de Transtornos Alimentares). A especialista é autora dos capítulos “Grupo de psicoterapia de orientação psicodinâmica – que integra o livro Transtornos Alimentares na Infância e Adolescência: uma visão multidisciplinar (Weinberg, C., Sá Editora, 2008); “A violência dos ideais na Anorexia Nervosa: o eu corporal em ruínas” – artigo que integra o livro O Eu em ruína: perda e falência psíquica, organizado pela dra. Eliane Michelini Marraccini (Primavera Editorial, 2010). www.redeceppan.com.br



Cybelle Weinberg
Graduada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP, 1972); especializada em Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae (São Paulo, 2001); mestre em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP, 2004); e doutoranda em Psicologia Clínica pela PUCSP, Cybelle Weinberg é coordenadora da Clínica de Estudos e Pesquisa em Psicanálise da Anorexia e Bulimia (CEPPAN) e coeditora de Cadernos da Ceppan (Revista de Transtornos Alimentares). A especialista é autora dos livros “Por que estou assim? Os momentos difíceis da adolescência” (Casa do Psicólogo, 1999); “Geração Delivery.Adolescer no mundo atual” (Sá Editora, 2001); “Do altar às passarelas. Da Anorexia Santa Anorexia Nervosa” (Annablume, 2006); e organizou a obra Transtornos Alimentares na Infância e Adolescência. Uma visão multidisciplinar”. (Sá Editora, 2008). www.redeceppan.com.br



Primavera Editorial
Criada em 2008, a Primavera Editorial – editora brasileira alinhada ao conceito de “butique de livros” – estimula no cidadão brasileiro o hábito da leitura com conteúdos prazerosos, inteligentes e instrutivos. Investir em novos autores nacionais e estrangeiros, especialmente os estreantes e com obras que não foram publicadas no Brasil, tem sido uma das estratégias adotadas pela Primavera Editorial. Com diferentes linhas editoriais como romances históricos, sociais e de memória; ficção brasileira e estrangeira; policiais e thrillers, entre outras, as obras da Primavera Editorial são associadas à inovação e ao pioneirismo dos conteúdos, além da qualidade da produção gráfica. Os livros de ficção apresentados pela editora oferecem a possibilidade de “viver emoções” que não fazem parte do “enredo” cotidiano dos leitores.



Em 2009, a Primavera Editorial ampliou a atuação no mercado editorial brasileiro com a criação dos selos BIZ – destinado à publicação de livros que fomentam uma cultura corporativa positiva – e EDU, uma alusão à palavra inglesa education, associada à educação continuada. O selo PSI, criado em 2010, é voltado à publicações técnicas focadas em psicologia, psicanálise e estudos associados. A unidade de negócio responsável pelos selos gere o investimento da editora no segmento de não ficção, publicando obras que oferecem possibilidades de reflexão, aprendizado continuado e aplicação de conceitos. www.primaveraeditorial.com.br

CIRURGIA MASCULINA TEM AUMENTADO EM 30%

Falam em vaidade, falam nas mulheres. Meia verdade. Dois centros de estéticos brasileiros, um de São Paulo, outro de Foz do Iguaçu, vão fechar 2010 com um significativo crescimento no atendimento do público masculino.

Se, em 2009, foram feitos 119 mil procedimentos estéticos em homens, em 2010 o número deve crescer em 33%. Os índices indicam tendência. Já no ano passado a SBCP - Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - estimou em 30% a participação masculina no total de 100 mil implantes realizados no Brasil.
Entre os procedimentos mais recorrentes estão a redução mamária, mudanças nas orelhas, pálpebras e pescoço. Para ficar mais bonitões, eles fazem levantamento de supercílio, ocidentalização das pálpebras, implante capilar, lifting facial para rejuvenescimento, correção de cicatrizes e implante de balão gástrico no estômago para emagrecimento.
Então, quem leva o troféu vaidade?!



Meninas de 3 anos já querem ser magras

NÃO DÁ PARA ACREDITAR E CONVIVER COM TAL ABSURDO.
Disponível em: http://www.plenamulher.com.br/noticias.asp?ID_ATUAIS=2006# Acesso em 26.11.2010


Pesquisas anteriores sugeriam que as crianças são conscientes de suas crenças anti-gordura, mas se elas haviam internalizado essas crenças era difícil de saber, visto que nessa idade elas não são capazes de verbalizar pensamentos e sentimentos complexos. Então, nesse novo estudo, os pesquisadores tiveram que ser criativos.
FONTE [LiveScience] DA FOTO


Para descobrir se as meninas tinham pensamentos mais positivos sobre tipos magros do que gordos, eles pediram a meninas pré-escolares (3 a 5 anos) para olhar a três figuras idênticas em todos os sentidos, exceto pelo tamanho do seu corpo: magro, na média e gordo. As crianças tinham de associar 12 adjetivos (seis positivos e seis negativos) com as figuras.
A frase era: “Aponte para a garota que você acha que está/é ____”. Os descritores positivos eram: bonita, inteligente, amigável, elegante, fofa e tranquila. Os descritores negativos eram: malvada, estúpida, sem amigos, desleixada, feia e barulhenta. Uma média de 3,1 palavras negativas e 1,2 palavras positivas foram usadas para descrever pessoas gordas, em comparação com uma média de 1,2 adjetivos negativos e 2,7 adjetivos positivos para as figuras magras.
Em seguida, as meninas observaram nove fotos de outras figuras, três de cada tipo de corpo, e tiveram que circular as três com quem mais gostariam de brincar ou serem melhores amigas. As pré-escolares foram significativamente mais propensas a escolher a figura magra sobre os outros dois tipos como melhor amiga. Resultados semelhantes apareceram quando elas escolheram o círculo de amigos com quem brincar.

Finalmente, os participantes jogaram dois jogos de tabuleiro populares para essa faixa etária. As crianças tiveram que escolher três peças diferentes do jogo que haviam sido projetadas especialmente para esta tarefa, variando apenas no tipo de corpo: um era magro, um médio e um era gordo.
Para medir o investimento emocional em cada tipo de tamanho do corpo escolhido pelas meninas, depois que cada criança escolheu uma peça do jogo, o pesquisador pediu para trocar de peça com elas. Se a criança tinha escolhido uma peça do jogo com um corpo magro ou médio, o pesquisador pediu para trocar com o gordo, e se a criança tivesse escolhido uma peça de jogo gorda, o pesquisador pediu para trocá-la com uma média.
As respostas das meninas foram classificadas como: vontade de mudar (a criança imediatamente disse “se não expressou nenhum tipo de desconforto ou infelicidade); relutância em mudar (a criança hesitou por mais de 5 segundos, se recusou a fazer contato visual com o pesquisador, ou olhou para os pais em busca de orientação), e não dispostas a mudar (a criança disse “não” ou abanou a cabeça negativamente).
Algumas respostas foram muito fortes. Várias participantes se mostraram relutantes até em tocar a peça do jogo que era gorda. Por exemplo, uma criança selecionou a peça magra como a menina que ela queria ser no jogo. Quando o pesquisador perguntou se ela estava disposta a mudar pela gorda, a criança enrugou o nariz e evitou tocar a peça gorda por completo. Ela pegou a peça de tamanho médio e disse: “Não, eu não vou trocar com você, mas posso usar essa”. Outras participantes fizeram comentários como: “Eu odeio ela, ela tem uma barriga gorda”, ou “Ela é gorda. Eu não quero ser aquela”.
Segundo os pesquisadores, os resultados sugerem que as participantes tinham interiorizado o ideal de magreza. É provável que as questões de tamanho corporal tenham aumentado na população, porque a sociedade está cada vez mais obcecada com magreza e beleza.As crianças, mesmo pré-escolares, estão expostas a inúmeros comerciais e mensagens a respeito de perda de peso, produtos de dieta e produtos de beleza. Essas imagens, juntamente com a campanha anti-obesidade, promovem a mensagem de que a gordura é ruim.
Por último, os pesquisadores deram algumas dicas para os pais e professores manterem as crianças saudáveis por dentro e por fora: focar na saúde, não no peso; comer em família (pesquisas indicam que crianças que jantam com suas famílias são menos propensas a sofrer de problemas alimentares); abster-se de fazer comentários sobre o seu próprio peso; elogiar as crianças nas coisas que elas fazem, ou nas suas características de personalidade, e não a sua aparência; limitar a exposição das crianças às fontes de mídia que enfatizam modelos muito magras ou colocam um valor alto na beleza física e ser um modelo de alimentação saudável e de prática de exercícios.  FONTE [LiveScience]







sábado, 20 de novembro de 2010

Efeito sanfona faz a mulher ter 4 tamanhos de roupa diferentes


Em média, as mulheres usam quatro tamanhos diferentes de roupa e cinco de sutiã ao longo da vida



Foto: Getty Images



Reduzir Normal Aumentar Imprimir Patricia Zwipp

Quando os quilos a mais surgem, boa parte das mulheres costuma apelar para os mais diferentes tipos de dietas radicas e, obviamente, desbalanceadas. O resultado é o famoso efeito sanfona, que causa mudanças drásticas no guarda-roupa.



Em média, são quatro tamanhos diferentes de roupa e cinco de sutiã ao longo da vida, de acordo com uma pesquisa do Harley Medical Group, especializado em cirurgias plásticas no Reino Unido. Para chegar a essa conclusão, a equipe contou com dados de 2 mil voluntárias.



Segundo o jornal Daily Mail, o levantamento também apontou que um terço das pacientes da empresa busca tratamentos para os efeitos do engorda e emagrece. Entre os principais incômodos estão estrias e flacidez.

Disponivel< http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI4798464-EI16559,00-Efeito+sanfona+faz+mulher+ter+quatro+tamanhos+de+roupa+na+vida.html > Acesso em 20 de novembro

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

JUventude e Maturidade

13/05/2010 SEI QUE JÁ PASSOU MAIS VALE A PENA LER...




O relacionamento dos pais com os filhos adolescentes não tem sido fácil. Além da fase complexa pela qual os jovens passam e que os leva a agir de modo diferente do que seus pais estavam acostumados -e que deixa os adultos um pouco perplexos e sem ação-, a situação está ainda mais difícil por causa de nossa cultura em relação à juventude.



Ser jovem deixou de ser uma etapa da vida para se transformar em um estilo de viver. Isso significa que, quando a criança entra na adolescência, ela passa a se relacionar com adultos iguais a ela, ou seja, tão jovens quanto ela. Na questão educativa, esse é um fato complicador. A adolescência é o tempo de amadurecer, mas, se os pais não ajudarem o filho a entrar na maturidade, ele continuará a agir de modo infantilizado.
Todos conhecem jovens que estudam e... só. No restante do tempo da vida, eles consomem, frequentam festas, namoram e desfrutam da sexualidade, jogam, ficam na internet. Em resumo: eles estudam sob uma enorme pressão de êxito não apenas por parte da família como de toda a sociedade e permanecem prisioneiros de seus caprichos impulsivos.
Para muitos, esse é o momento de buscar desafios para evitar o tédio que se instala nesse tipo de vida. Alguns encontram as drogas, outros desafiam a morte por meio de, por exemplo, esportes radicais, outros se dedicam exaustivamente ao culto do corpo perfeito e muitos outros ficam doentes.O índice de suicídio entre jovens tem crescido no mundo todo, inclusive no Brasil. Aqui, tem aumentado a taxa que envolve a população entre 15 e 29 anos de idade.
Isso significa que eles precisam muito dos pais nesse momento da vida. E o que seus pais podem fazer?
Em primeiro lugar, podem bancar o lugar de adultos perante o filho adolescente, não esmorecer nem tampouco desistir, por mais árdua que a tarefa educativa pareça.É preciso lembrar que pode ser difícil, mas impossível não é, como tenho ouvido muitos pais declararem.
O filho precisa da ajuda dos pais, por exemplo, para aprender a retardar e mesmo suspender o prazer que busca, para saber dividir seu tempo entre várias atividades e obrigações, para se abrir para as outras pessoas e buscar modos de viver bem com elas. Precisa de auxílio também para colaborar com o grupo familiar e para dar conta de várias outras responsabilidades consigo mesmo e com os outros, para desenvolver virtudes e para, sempre que conjugar o verbo "querer", aliar a ele outros dois: o "dever" e o "poder".
Para tanto, os pais precisam aprender a ceder algumas vezes e a ouvir o que seu filho diz -seja por meio de palavras, seja por atitudes. Ouvir não significa atender, mas considerar a dialogar e a negociar. E essa talvez seja a palavra chave do relacionamento entre pais e filhos dessa faixa etária.
Negociar conflitos e demandas com o filho é uma maneira de os pais o ajudarem a perceber que ele pertence a um grupo que segue alguns valores e princípios que são inegociáveis, mas que, ao mesmo tempo, reconhecem o crescimento do filho e, por isso, valorizam sua busca de autonomia. Mas essa negociação deve priorizar a exigência do desenvolvimento de sua maturidade.
A responsabilidade dos pais é grande nesse momento da vida do filho e não apenas com a família e com ele próprio. Afinal, são esses jovens adolescentes que serão os responsáveis por nosso futuro bem próximo.

Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 10h09 [(18) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem] 09/05/2010
Para as Mães

Ensinamento








a coisa mais fina do mundo.

Não é.

A coisa mais fina do mundo é o sentimento.

Aquele dia de noite, o pai fazendo serão,

ela falou comigo:

"Coitado, até essa hora no serviço pesado".

Arrumou pão e café , deixou tacho no fogo com água quente.

Não me falou em amor.

Essa palavra de luxo.







Adélia Prado



Escrito por Rosely Sayão às 12h07 [(14) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]







Cozinha para desfrutar









Conversei com um garoto de seis anos e ele me contou que, quando o pai cozinha, ele vai jantar e dormir na casa da avó -o que, por sinal, ele disse adorar. Perguntei se ele não gosta da comida que o pai prepara e ele respondeu que é sempre uma "comida muito estranha". Na casa da avó ele gosta de jantar arroz, feijão, picadinho e salada.



A arte culinária -ou gastronomia- está mesmo na moda. Homens e mulheres têm se dedicado a comprar livros e pesquisar receitas, conhecer ingredientes novos e locais onde se vendem produtos de qualidade, comprar utensílios dos mais variados tipos -que vão do sofisticado ao antigo com novo desenho etc. Até as escolas têm usado a cozinha como laboratório de ensino para as crianças.



Há quem nunca tenha se interessado pela cozinha e agora se deleita com essa nova descoberta. Jantar em restaurantes de chefs aclamados, assistir a programas de televisão com esse tema, frequentar sites e blogs que exploram o universo da gastronomia e promover jantares em casa para os amigos têm sido bons programas para essas pessoas.

A cozinha e a sala de jantar transformaram-se, para muita gente, em locais de jogo de adulto, e nem sempre as crianças desfrutam dessa brincadeira de gente grande. Sim: o jogo é importante na vida de todos, mas, num mundo em que as crianças foram invadidas pelo mundo adulto, parece que esse espaço lúdico ficou reservado aos adultos.



Cozinhar é um ato generoso e de amor. O primeiro contato da criança com esse mundo dá-se por meio da alimentação: é pela amamentação que o bebê estreita seu vínculo com sua mãe, aconchega-se a ela, sente seu cheiro, o calor de seu corpo e se acalma. Entretanto, num mundo em que a oferta de alimentos industrializados é intensa e sedutora, logo as crianças são apresentadas às guloseimas vendidas e muitas famílias passam a acreditar que é disso que elas mais gostam.



Uma pesquisa recente, realizada com famílias de todas as classes sociais, apontou que bebês a partir de quatro meses já comem bolachas, massas congeladas etc. Nas escolas, podemos constatar esse costume pelo conteúdo das lancheiras das crianças pequenas: salgadinhos, biscoitos recheados, bolos e sucos industrializados ganham longe dos lanches feitos em casa. E vale dizer que, além de as crianças gostarem, a praticidade de montar um lanche desse tipo conta muito para as mães.



O interessante é que é justamente na cozinha e na sala de jantar, de onde muitas crianças foram banidas, que elas poderiam conhecer, na prática, as tradições, as histórias e a cultura de sua família, experimentar o sentimento de pertencer a um grupo, ser alimentada com amor, atualizar os afetos familiares e perceber o quanto o mundo é vasto e diverso. Mas, em vez disso, ficam sabendo das mazelas do mundo adulto enquanto comem as mesmas coisas de sempre em frente à televisão.



O estilo de vida urbano parece impedir a reunião familiar, incluindo as crianças, nos horários de alimentação. Mesmo assim, é possível fazer isso acontecer com regularidade. Para tanto, insisto, é preciso encarar o ato de comer como um fato social acima de tudo.



Os pais, hoje principalmente as mães, usam e abusam da frase "eu te amo" com os filhos. Talvez isso seja necessário porque faltem atos que expressem esse amor, entre eles o de cozinhar amorosamente para eles e o de desfrutarem juntos do resultado obtido.







Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 12h04 [(10) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]



29/04/2010





Perdão às mães









Como a data em que se comemora o Dia das Mães está próxima, quero aproveitar e, em nome de muitas escolas, pedir perdão a mulheres que têm filhos que frequentam todos os níveis do ensino básico e da educação infantil.



Senhoras mães: perdão por reclamarmos de seus filhos, por muitas vezes sugerirmos que eles possam ter algum problema emocional, físico ou intelectual e até solicitarmos que eles sejam levados a algum especialista.



É que nossa tradição é a de lidar com alunos exemplares ou medianos, os quais não nos convocam a pensar, refletir ou agir de modo diferente do que estamos acostumados. Então, para evitar que eles revelem as nossas falhas e os nossos limites, adotamos essa postura de creditar a nossos alunos -os seus filhos- alguns defeitos que precisariam ou deveriam ser consertados.



Senhoras mães: perdão por invadirmos tanto a privacidade de sua família, por fazermos tantas perguntas com a finalidade de ter informações que nem usaremos em benefício de seus filhos no exercício de nossa função.



Afinal, saber se nosso aluno foi desejado como filho, como vivem seus pais e quais os problemas que enfrentam e conhecer alguns segredos familiares, por exemplo, não facilita nosso trabalho pedagógico com os alunos, por mais que digamos que sim.



Senhoras mães: perdão por julgarmos e criticarmos a maneira como cuidam de seus filhos e os educam. Demos para acreditar e nem sabemos ao certo o porquê que sabemos mais do que vocês a respeito da educação familiar e nem nos damos conta de que, com os nossos próprios filhos, muitas vezes nos comportamos do mesmo jeito que vocês. Temos nos confundido no exercício de nosso papel e não raras vezes queremos educar vocês em vez de ajudarmos os nossos alunos.



Senhoras mães: perdão por enviarmos tantos bilhetinhos e correspondências na agenda a respeito do que se passa com seu filho na escola, convocarmos sua presença para tantas reuniões coletivas e algumas pessoais e, inclusive, solicitarmos sua intervenção em assuntos que, na verdade, são entre seu filho e a escola.



O problema é que não sabemos mais ao certo como lidar com crianças e adolescentes, não conseguimos encontrar estratégias para resolver as situações problemáticas diretamente com eles aqui no espaço escolar e, por isso, apelamos para sua intervenção na esperança de que as coisas se resolvam dessa forma.



Senhoras mães: perdão por fazermos vocês pensarem que a vida escolar de seus filhos é a coisa mais importante da vida e, assim, contribuirmos para que a função materna fique tão parecida com a função docente.



Por fim, perdão por insistirmos nessa história de comemoração do Dia das Mães e, assim, colocarmos tantas mulheres em situações difíceis perante seus filhos.



Esquecemos que muitas delas não podem por razões que nem nos interessam -ou não querem- comparecer às festas que programamos com o intuito de agradar as mães de nossos alunos. E nessa hora -devemos reconhecer- nem nos lembramos de que não faz parte de nossas funções promover esse tipo de atividade.



Sabemos que pedir perdão é pouco, senhoras mães. Por isso, nos comprometemos a fazer uma reflexão crítica de nosso trabalho.





Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 11h34 [(265) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]



22/04/2010





Bruxas, monstros e morte









A mãe de uma garotinha de quase quatro anos escreveu para contar que estava considerando a possibilidade de tirar a filha da escola. O motivo? A professora conta histórias para as crianças que tratam de morte, falam de monstros, bruxas e de todo tipo de ser imaginário. Para essa mãe, isso gera medo e angústia na filha e, por isso, ela tem pesadelos frequentes. Como nossa leitora não está sozinha nesse tipo de pensamento, vamos conversar a respeito.



Temos feito de tudo para evitar que a criança sofra, não é? Ou, pelo menos, tentamos evitar que elas tenham contato com tudo o que julgamos que pode gerar dor, ansiedade, angústia e outros sentimentos semelhantes. O tema emblemático nesse sentido é a morte. Escondemos a morte das crianças: esse não é mais um tema de conversa entre pais e filhos, elas não mais participam de velórios e funerais, evitamos que assistam a filmes ou ouçam histórias que trazem a ideia de morte à tona.



Conheço uma mãe de duas crianças pequenas que assiste a cada filme infantil antes de seus filhos para averiguar se não há cenas que assustam ou trazem a presença da morte. Ela não deixou os filhos assistirem à animação "Procurando Nemo" porque a mãe do peixinho morre e ela não achou adequado que as crianças fizessem perguntas sobre isso. Consideramos esse assunto muito pesado para elas e, por isso, procuramos poupá-las dele, como se isso fosse possível. É preciso saber que não é.



Não são as histórias com seus enredos e personagens que criam para a criança conflitos, medos e angústias e tampouco apresentam a ela o tema da morte. Essas são questões humanas e, ao contrário do que alguns pensam, os personagens fantásticos e as tramas dessas histórias ajudam a criança a encontrar caminhos para entender e superar, pelo menos temporariamente, o que sente.



A atitude chamada "politicamente correta" de transformar histórias e lendas infantis de modo a subtrair delas o que consideramos que possa fazer mal à criança ou sugerir o que consideramos "maus exemplos" não faz o menor sentido. Será que esquecemos que o que pode fazer mal a elas é o que está presente na realidade do mundo adulto, agora totalmente acessível a elas?



Não é hipócrita não mais cantar "Atirei um pau no gato", mas permitir que as crianças assistam a campeonatos de futebol em que jogadores intencionalmente se agridem para levar vantagem? Não é curioso evitar que elas ouçam histórias de bruxas que perseguem crianças, mas permitir que assistam a noticiários que mencionam assassinatos e abusos sexuais de crianças?



Que as bruxas, os duendes e os monstros, as madrastas malvadas e as crianças órfãs habitem o imaginário de nossas crianças é tudo o que podemos desejar. É que nesse mundo, diferentemente do mundo adulto, elas contam com as fadas e suas varinhas de condão, com os príncipes que salvam as princesas do sono eterno e, principalmente, com um final em que o bem vence o mal.







Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 13h57 [(49) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]



15/04/2010





Sexo para consumo









Nos últimos dias, toda a imprensa noticiou e comentou casos de violência sexual que envolveram adolescentes e jovens e estavam ligados às chamadas "pulseirinhas do sexo". São pulseiras de plásticos de todas as cores, bem baratas, que passaram a funcionar como um código ligado à vida sexual.



Cada cor tem o objetivo de enviar um tipo de mensagem erótica a quem tem a chave para decifrar o segredo. Assim, quem usa a pulseira amarela pede ou está disposta a um beijo, quem usa a roxa já avisa que o beijo é de língua e assim sucessivamente.Entretanto, nem todos os que usam as pulseiras fazem parte do grupo que conhece e usa o código. Crianças dos dois sexos foram seduzidas pelo enfeite acessível e elas estão nos braços de um número enorme de crianças e adolescentes só para sinalizar que eles estão atentos à moda.



Muitos adultos já conheciam esse código e passaram a vetar o uso das pulseiras aos seus filhos ou alunos. Agora, depois dos incidentes violentos noticiados, já há até políticos com propostas para tornar lei a proibição do comércio das tais pulseiras.



Mas será que isso resolve o problema, ou melhor, será que as pulseiras é que são o problema?



Para pensar a respeito, vamos considerar uma reportagem publicada no Folhateen com o título "Faturando com sensualidade". Num suplemento dirigido ao jovem, a reportagem informa que mulheres de 19 a 26 anos usam o sexo para ganhar dinheiro.Bem, então a questão não são as pulseiras nem a internet, usada como veículo por várias dessas mulheres. Precisamos pensar é nos conceitos que envolvem a sexualidade que temos passado aos mais novos.



Não temos tido cuidado algum quando se trata de educação ou orientação sexual aos mais novos. A própria reportagem citada pode ser lida por adolescentes como uma boa dica para ganhar dinheiro.



Desde que o tema sexo deixou de ser tabu, parece que deixou de ser tarefa dos pais e da escola a formação educativa dos mais novos em relação ao tema. Mas o que não nos lembramos é que essa formação ocorre de qualquer maneira e, na ausência de uma prática educativa responsável e crítica, os jovens se formam com o que está disponível a eles: material na internet, peças publicitárias, exploração do tema em revistas e programas de TV etc.



Muitos pais não querem ser vistos como "caretas" pelos filhos e, por conta disso, deixam de moralizar a questão, mesmo quando pensam que deveriam fazer isso. Escolas não assumem a responsabilidade, principalmente porque não sabem como elaborar e colocar em prática um projeto responsável de educação sexual.



E por causa de nossa omissão o sexo passou a ser visto pelos jovens e por muitas crianças apenas como mais um item de consumo na vida. Vejam só: pais permitem que seus filhos, considerados "pré-adolescentes", mas que ainda são crianças, namorem, por exemplo.



Vamos proibir o uso de pulseiras ou encarar nossa responsabilidade com a educação sexual de crianças e jovens?





Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 21h30 [(43) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]



08/04/2010





Compaixão pelas crianças











Muitas crianças sofrem quando se descontrolam, quando fazem o que não poderiam nem deveriam fazer, quando expressam explosivamente seus caprichos, quando se debatem com uma tarefa difícil que precisam cumprir e se perdem no abismo do "eu não vou conseguir, eu não sou capaz", quando transgridem um princípio conhecido e sabem que a consequência de seu ato prejudica alguém.



O sofrimento delas fica estampado com tanta clareza que é difícil um adulto não perceber o que ocorre nesse momento.Mesmo assim, a reação de muitos deles tem sido insensível. Já faz um tempo que adotamos a postura de reclamar de comportamentos das crianças, de nos sentirmos vítimas de suas atitudes, de nos fazermos impotentes frente a elas.



"Eu não aguento mais esse menino!", "Eu já fiz de tudo para ensinar a ela que não pode fazer isso", "Ela não tem jeito", "Essa criança precisa de um castigo muito sério" são frases que ouço pais e professores dizerem com frequência. Pois elas expressam a falta de compaixão e de empatia dos adultos para com as crianças, o que talvez seja uma marca importante de nosso tempo.



É preciso buscar novos caminhos para reagir às crianças que experimentam as situações acima, já que, mais do que acusações e reclamações, elas precisam é de nossa ajuda, de nossa intervenção educativa.



Em primeiro lugar, é bom lembrar que, como nos ensinou Françoise Dolto -psicanalista que se dedicou a compreender a infância e a adolescência-, quando uma criança reage com violência a uma pessoa ou a uma situação, é porque ela tem lá suas razões, mesmo que não seja possível perceber os motivos que a levaram a se comportar dessa forma.



Isso não significa, é claro, que pais e professores não tenham que fazer com que ela arque com as consequências de seus atos e que não a levem a reparar o que fez. Mas ter essa compreensão é fundamental para que seja possível manter a calma e o equilíbrio a fim de não se relacionar com a criança de modo simétrico e, desse modo, perder o lugar de educador.



Reclamar de, acusar, julgar e condenar são atos que, em geral, praticamos com quem ocupa posição simétrica à nossa. Fazer isso com crianças mostra que, diante delas, deixamos vago o lugar de adultos.



É possível ensinar às crianças o respeito às normas importantes para a convivência sem que isso signifique formar um batalhão de obedientes. Igualmente, podemos ensinar a elas que podem e devem sentir orgulho de si mesmas por conseguir ter controle sobre seus atos.



As crianças sofrem quando não conseguem dominar seus impulsos violentos e de momento. Para que tenham êxito no árduo aprendizado do autocontrole, precisam de nós, adultos, agindo como tal. Elas também sofrem quando se afogam no mar da insegurança que as impede de se esforçarem para aprender. Também nesse momento precisam de nosso apoio e encorajamento.



As crianças precisam contar conosco para transformar em ato seu potencial.







Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 12h16 [(34) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]



01/04/2010

Pais estudantes















As escolas trabalham com seus alunos há mais ou menos dois meses. É de se esperar que, a esta altura, muitos estudantes já tenham percebido que têm obstáculos a enfrentar, dificuldades a superar, conflitos a resolver. Frequentar escola traz lá os seus problemas, todos sabem. No entanto, o que não sabíamos é que boa parte desses problemas acaba nas mãos dos pais. Da educação infantil à faculdade, eles têm assumido muitos dos contratempos escolares dos filhos.



Pais de universitários tentam negociar prazos de entrega de trabalho com professores e comparecem à faculdade para resolver problemas dos alunos com a secretaria. Muitos também são chamados pelas faculdades para reuniões e até recebem boletim de frequência e avaliação do filho -isso sem falar de mestrandos e doutorandos em situação semelhante.



Não há dúvida de que esses jovens, de classe média, estão infantilizados, e nem sequer se envergonham da situação. Ao contrário: é de muitos deles que parte o pedido de ajuda aos pais. Justamente quando finalizam o processo de amadurecimento iniciado na adolescência e estão prestes a entrar na vida adulta, são seduzidos a estacionar, quando não a regredir.



Quem tem filhos cursando o ensino médio ou o pré-vestibular carrega uma carga bem pesada. Pressionados pela sociedade, pressionam seus filhos para que deem conta da enorme quantidade de conteúdo passado pela escola e tirem boas notas, para que não percam aulas, para que entrem em uma faculdade reconhecida etc. Contratam professores particulares -muitas vezes indicados pela escola que o filho frequenta!-, dão prêmios e castigos, controlam horários de estudos, tudo em função do rendimento escolar. Mas para quem é importante, afinal, cursar uma faculdade?



Já quem tem filhos no ensino fundamental acaba por ter de atender a pedidos das escolas para que resolvam questões de indisciplina, de desatenção, de comportamentos inadequados ao espaço escolar, de recusa da autoridade do professor etc. No final, o aluno está lá na escola e os pais, aqui fora, tentam interferir no comportamento dele lá. Será que é possível? Tenho dúvidas, já que, quando mudam o papel social e o contexto, pode mudar muita coisa na maneira de se portar da criança.



Nem mesmo os pais das que frequentam a educação infantil ficam livres de arcar com questões da vida escolar dos filhos. São pesquisas e lições para serem feita em casa, reuniões para ouvir análises que a escola faz, ora do comportamento ora do desenvolvimento de seus filhos e até receber algumas orientações, inclusive de encaminhamentos.



Em resumo: hoje, quem tem filhos na escola quase se torna um repetente, já que precisa dar conta de questões que lá atrás, em sua infância, já foram vividas. E quase sempre sem contar com a ajuda dos pais, é bom ressaltar.



Talvez uma boa parceria da família com a escola pudesse ser a de que ambas conseguissem ensinar aos filhos e alunos que o compromisso escolar é deles, e apenas deles.







Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 11h21 [(75) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]



25/03/2010





Amor confuso









A mãe de uma menina de 11 anos está muito preocupada com o namoro da filha, que já dura meses. É que a garota contou a ela que o relacionamento com o namorado, de 15 anos, está "esquentando". Essa mãe não sabe mais o que fazer porque já conversou com o casal, aconselhou, falou de todos os riscos de uma gravidez fora de hora. Mesmo assim, parece que eles não se dão conta da gravidade da situação, já que responderam a ela que "o que tiver de acontecer acontecerá".



Em outra ponta, a mãe de um jovem de 21 anos encontra-se em uma situação parecida. O filho é financeiramente autônomo e decidiu casar-se com sua namorada, que é a primeira garota com quem se relacionou.Essa mãe é contra a decisão do rapaz porque acha que ele deveria ter outras experiências amorosas e sexuais antes de se comprometer. Por causa desse conflito, mãe e filho estão com a relação bem desgastada.



Essas situações nos mostram que muitos pais estão confusos na relação que estabelecem com os filhos. Por isso pode ser bem interessante pensar sobre esse vínculo tão especial.



Os filhos não vêm ao mundo por vontade própria. Os pais -ou um deles- quiseram isso, mesmo que esse querer tenha sido repleto de contradições.Uma vez aqui, cabe aos pais, por causa do amor que a ele dedicam, formar o filho para que ele possa andar com suas próprias pernas, ser autônomo.



A questão fundamental no mundo contemporâneo talvez seja a de que o amor de muitos pais pelos filhos tornou-se a única coisa (ou pelo menos a mais importante) que conta nessa relação. E isso muda tudo na formação dos mais novos.



Quando uma criança pequena, à mercê de seus caprichos, quer ou não quer qualquer coisa, os pais cedem, mesmo sabendo em tese que não deveriam, porque o amor que sentem pelo filho não permite vê-lo sofrer. Mais crescido, mas criança ainda, ele quer se comportar como adulto, como a filha de nosso primeiro exemplo. Os pais cedem porque se sensibilizam com a situação e acabam por acreditar que as coisas são assim mesmo hoje em dia.



Já com o filho crescido e amadurecido, prestes a colocar o pé na vida adulta e pronto para assumir todos os ônus e bônus desse caminho, alguns pais hesitam em sair de cena porque isso significa ter de suportar o afastamento. O amor imenso que sentem acaba por aprisionar todos nesse laço.



Dessa maneira, o amor desses pais pelos filhos, como se configura e se materializa na atualidade, acaba impedindo que estes reconheçam sua intimidade já que os pais imiscuem-se nela; atrapalha o processo de construção de autonomia deles porque os pais ofertam conforto, em todos os sentidos, em troca de sua proximidade; permite às crianças que se comportem como adultos e a jovens adultos que vivam como crianças porque os pais não suportam a ideia de que seus filhos vivam fora dos contextos sociais do momento.



Será que o amor dos pais pelos filhos está fora de controle justamente porque as relações afetivas entre adultos se tornaram descartáveis e frágeis?





Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 13h34 [(44) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]



18/03/2010





Regras coletivas









A mãe de um garoto de nove anos escreveu reclamando de uma regra que a escola que seu filho frequenta adota. Ela marcou uma visita do menino ao pediatra e queria buscá-lo antes do fim das aulas. Só que a escola não permite essa prática e, mesmo com a insistência dela, não cedeu. Resultado: o garoto precisou faltar nesse dia.



Nossa leitora tem dois argumentos para contestar a posição da escola: considera melhor o aluno assistir a uma parte da aula do que faltar o dia todo e acha que a rigidez e o apego às regras não contempla a diversidade da necessidade dos alunos. Creio que essa questão merece uma boa reflexão.



Antes de tudo, vamos lembrar que à escola cabe a transmissão do conhecimento em uma situação específica: no coletivo. Os alunos devem aprender com seus colegas, e isso leva a uma série de outros aprendizados. Um deles é o respeito às leis da instituição escolar, um espaço de convívio público.



Muitas das leis que existem na escola são resultantes de princípios que servem de base ao bom convívio. Está certo que muitas escolas se importam mais com as regras do que com os princípios por trás delas e, por isso, exageram nas medidas que tomam. É o caso do uso do uniforme, por exemplo. Sei de alunos que foram impedidos de entrar na escola porque usavam meias brancas com pequenos enfeites coloridos.



Mas, à parte esses equívocos, os pais deveriam acatar as leis escolares e incentivar os filhos a respeitá-las porque, assim, ensinam também o que significa ser cidadão, viver em comunidade. Imagine, leitor, uma escola com centenas de alunos tendo de administrar entradas e saídas fora do horário. As aulas ficam confusas, os alunos, dispersos, e o espaço, desorganizado. E isso influencia o aprendizado de todos.



É por isso que o trânsito, por exemplo, tem suas leis: para proteger a todos os que caminham ou dirigem seus carros nas ruas. As transgressões a essas leis colocam em risco muita coisa, inclusive a segurança de todos nós. E, como o trânsito é caótico porque cada um pensa apenas em suas necessidades, sabemos que o resultado não é bom para ninguém.



Lembro-me de uma época em que o ator Antonio Fagundes decidiu ser rigoroso no horário de uma peça que encenava. Quem chegasse após o início era impedido de entrar. Isso gerou polêmica. Por quê? Porque, no modo de vida individualista que adotamos, pouco nos importa o outro, já que tudo o que interessa é o que "eu quero agora" ou de que "eu preciso".



Pois é, estamos mais para a televisão do que para o cinema ou o teatro. Enquanto assistimos à TV, comemos, conversamos, atendemos ao telefone, "zapeamos" etc. Não há ritual necessário. Já no cinema ou no teatro, devemos seguir alguns rituais, e isso tem incomodado muito. Mas uma sociedade desritualizada leva a dificuldades de convívio.



Por isso, senhores pais, é bom ensinar aos filhos o respeito às leis escolares. Quando a escola demonstrar rigidez, e não rigor, aí é hora de dialogar em busca dos princípios de base das leis que aplicam.







Categoria: Folha Equilíbrio

Escrito por Rosely Sayão às 10h08 [(34) Vários comentários] [regras para comentários] [envie esta mensagem]

Qual a roupa adequada para ir a ESCOLA

Texto de Rosely Sayão: Com que roupa?


Palpite de Desconstruindo a Mãe

Marcadores: boas maneiras, educação, escola, Rosely Sayão, roupa, uniforme

Separei esse texto da excelente psicóloga Rosely Sayão para compartilhar.

Na escola da Lalá o uniforme cada vez fica mais "fashion", mas continua de uso obrigatório até o fim do ensino médio. Eu adoro ( a gurizada também!)! E vocês?

Há variedade de modelos, pra ajudar os alunos a aderirem ao unfirme



COM QUE ROUPA?

As chamadas boas maneiras foram abrandadas, depois criticadas e, por último, esquecidas

Uma escola promoveu reunião para os pais de alunos que terminam o ensino fundamental este ano e iniciam, no próximo, o ensino médio.

Um dos temas abordados e que gerou grande interesse na discussão foi a não obrigatoriedade do uso do uniforme para esse ciclo.

O argumento da escola para liberar a presença dos alunos nas aulas sem o uniforme foi o de que, nessa idade, os jovens preferem usar roupas informais.

Já alguns pais pediam seu uso por uma questão de economia apenas.

Esse tema me lembrou dois fatos. O primeiro foi a conversa que tive, pouco tempo atrás, com uma executiva de empresa multinacional que lidera uma jovem equipe. Ela contou, na época, que enfrentava uma situação bastante constrangedora para ela: ter de falar com seus funcionários a respeito das roupas que eles não deveriam usar no ambiente de trabalho, por serem inadequadas. Aliás, vários diretores de escola e coordenadores já tiveram de fazer o mesmo com alguns professores.

O outro fato foi a observação que fiz em horários de entrada ou saída de escolas de ensino médio.

As roupas que alguns alunos usam são próprias para a praia, para o período de férias ou mesmo para uma reunião entre amigos. Vemos até garotas vestidas com roupas provocantes, extremamente curtas e decotadas.

Que tipo de roupa usar em determinadas situações? Como se comportar em diferentes locais da comunidade?

Qual o tom de voz apropriado para uma breve troca de ideias com o colega na sala de um cinema etc.?



Os manuais de boas maneiras ou de etiqueta já não fazem o mesmo sucesso experimentado décadas atrás, e perguntas como essas já não têm respostas únicas.



E agora?

Com mudanças velozes nos costumes, no comportamentos e nas regras, e a introdução na vida cotidiana de novos hábitos como o uso do telefone celular, por exemplo, são tamanhas transformações na convivência social que as chamadas boas maneiras foram inicialmente abrandadas, depois duramente criticadas para, em seguida, serem esquecidas.

Agora, entretanto, têm sido evocadas em diversos ambientes e por várias instituições. Famílias e escolas, por exemplo, têm se debruçado sobre essa questão.

É compreensível: num momento em que vivemos uma crise de civilidade, a cortesia, a gentileza, o respeito e a polidez no trato com o outro parecem ser bons remédios para acalmar a generalizada grosseria e a agressividade reinante nos relacionamentos interpessoais.

Precisamos reconhecer que já não é mais possível apontar maneiras únicas de se portar na relação com os outros, nos mais diversos locais e situações.

Ao mesmo tempo, precisamos também considerar que a vida pública e os relacionamentos sociais precisam ser mediados por algumas normas e essas sempre estão referenciadas a alguns princípios e valores.

Pensar no uso ou não do uniforme na escola considerando apenas a preferência juvenil ou os gastos familiares é ignorar que os mais novos precisam conhecer os valores e princípios que escolhemos para construir o presente deles e, logo, o nosso futuro.

Mas será que a maneira como nós temos conduzido esse processo irá permitir que eles façam escolhas bem informadas? Pelo depoimento da executiva citada antes e pelo ainda recente "caso Geisy Arruda", parece que não.

Rosely Sayão é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)

Folha de S. Paulo, Equilíbrio, 2/11/2010



Link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq0211201010.htm

Disponivel em:

http://desconstruindoamae.blogspot.com/2010/11/texto-de-rosely-sayao-com-que-roupa.html acesso 15.11.20

domingo, 14 de novembro de 2010

Fnac e a exposição sobre a Vida da Luluzinha


Marjorie Henserdon Buel (Marge)

Luluzinha foi Criada em 1935 por Marjorie Henserdon Buell, mais conhecida como Marge. Suas primeiras histórias saíam semanalmente numa revista americana, até que, em 1945, Luluzinha ganhou uma revista própria.


Disponivelhttp://mundoquadrinhos.blogspot.com/2007/04/criadora-da-luluzinha.html
Escrito pelo desenhista Ayres às 17:55

OPções para valorizar a silhueta

Existem duas formas de valorizar a silhueta. Alongar e reforçar o caráter ampulheta, com curvas equilibradas e proporcionais entre quadril e busto, ou realçar a forma natural do corpo enfatizando os pontos fortes naturais – afinal, todo mundo possui um bom ponto forte a ser trabalhado.




Não há regra de certo ou errado, já que o conceito de beleza pode variar muito de uma pessoa para outra. Há quem considere um corpo magro e alongado o padrão de perfeição, enquanto outros admiram uma silhueta bem curvilínea e voluptuosa. O importante, nessa história, é que cada um descubra qual imagem lhe deixa confortável e confiante. Além disso essa ideia de silhueta pode variar de acordo com as vontades e objetivos; por exemplo, pode-se pensar numa silhueta mais contida e elegante para o ambiente profissional e muitas curvas para momentos informais. Nada é estático.







O legal é que as roupas e os acessórios servem de ferramenta para trabalhar essa construção de silhueta esperada. Adicionando um pouco de peso visual ali e amenizando algo acolá pode-se desenhar o corpo que se deseja.



Na silhueta de algumas celebridades o exemplo de que formato de corpo e relação de proporções em nada está ligado a peso. Pode-se perceber que mesmo nas silhueta super magras, que estamparam a Boa Forma (apenas para exemplificar) um retrato de que as proporções não são sempre aquelas geralmente apontadas como perfeitas – ou seja, o corpo ampulheta.







Vale dizer que essa concepção de ampulheta como ideal se dá por todo um padrão e de harmonia… só isso. De corpos com mais peso visual na parte superior à linhas retangulares retratos de que valorizar a forma natural do corpo pode ser mais viável do que buscar um equilíbrio complicado. Dai a questão de se assumir. Não digo para tentar ampliar ainda mais um quadril largo ou seios fartos, mas é interessante saber como tirar proveito desses pontos sem fazer disso um problema; o mesmo vale para pernas finas ou pouco busto que podem ser alicerce para traços super interessantes – basta ter confiança.




Então fica a ideia de brincar não só com as proporções reais ou com a lei da ampulheta. Adicionar onde falta, tirar de onde sobra… chamar atenção para o ponto forte e trabalhar neutros no ponto considerado, por você, fraco.

Disponivel em: http://www.conversinhafashion.com.br/2010/11/opcoes-para-valorizar-a-silhueta/ Acesso em 14.11.2010


É antiga a procura das mulheres por lábios carnudos

Antes, as mulheres que desejavam lábios mais carnudos e sensuais inspiravam-se na atriz francesa Brigitte Bardot, tanto é que a cirurgia plástica indicada para quem possui lábios finos, ou para as pessoas que, com o passar dos anos, vão ficando com os lábios murchos, era conhecida como “Bardotização” (queiloplastia). Hoje, com novas musas em Hollywood, invariavelmente, as mulheres fazem menção à Angelina Jolie. No Brasil, uma das fontes de inspiração é a atriz Alinne Moraes.




“Com a prática clínica, percebemos que as mulheres usualmente desejam lábios carnudos, iguais ao de uma atriz e de uma celebridade. Muitas trazem fotos de revistas para copiarem os traços de outrem. É preciso alertá-las que isto não é possível. É possível aumentar os lábios, para isto, dispomos de várias técnicas cirúrgicas e de procedimentos estéticos, mas não é possível ter a boca igual a de A ou B”, afirma o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.



As mudanças nos lábios podem ser temporárias ou definitivas. Há mais de 300 materiais que podem ser usados para o preenchimento labial, como o ácido hialurônico, o dimetilsiloxane, o metacrilato, dentre muitos outros. “Indicamos a realização de um procedimento estético quando há um desequilíbrio evidente nas linhas faciais da paciente ou quando ela deseja ter lábios mais harmoniosos com o seu rosto. Os preenchimentos temporários costumam durar até seis meses e são indicados para aquelas que evitam fazer mudanças bruscas. Já os definitivos podem ser feitos gradualmente, para que a paciente vá se acostumando, aos poucos, com as novas feições”, diz Ruben Penteado.

Disponivel em: http://www.corposaun.com/e-antiga-a-procura-das-mulheres-por-labios-carnudos/12041/Acesso em 14.11.2010





Ads by Google















Coxas, Abdômen e Glúteos. Celulite e Flacidez. Dr. Wagner Montenegro.





www.PlasticaMontenegro.com.br









Quando a intenção for a de fazer uma mudança definitiva na aparência, o cirurgião plástico poderá recomendar a realização de uma queiloplastia. “A cirurgia promove a inversão dos lábios, a partir da parte interna da região e constrói um novo contorno. Primeiro, o cirurgião plástico faz uma incisão na linha que contorna os lábios e, em seguida, retira uma faixa de pele milimétrica logo acima e abaixo, unindo-a com a mucosa interna”, explica Penteado.

A cirurgia é feita sob anestesia local associada à sedação e dura cerca de 45 minutos, não havendo a necessidade de internação. Durante a primeira semana de pós-operatório, indica-se a ingestão de alimentos líquidos e pastosos, já que a região fica dolorida.



A exposição ao sol é proibida por um mês para evitar que a cicatriz escureça. “Mesmo assim, recomendamos, sempre, o uso de protetores labiais, que garantem a umidificação dos lábios e a fotoproteção”, diz o cirurgião plástico.















As mulheres-objeto dos salões de automóvel

Encontrei no Diario de Pernambuco de hoje, na seção de cartas d@s leitoræs uma crítica, que faz muito sentido, à atitude dos organizadores de salões automobilísticos de usarem mulheres como atrativos de suas feiras.


Em poucas frases - devido ao restrito espaço de cada carta a ser exibida na seção -, falou muito, e muito bem.
Carros e mulheres

por Albênia Silva

Apesar de séculos em luta por igual social e respeito, as mulheres ainda são tratadas como coisas, objetos que podem ser usados, manipulados, trocados, jogados fora quando não mais interessam. Vi com indignação a propaganda do Salão do Automóvel 2010, o texto publicado nos jornais diz: "Nem só os carros chamam a atenção no Salão do Automóvel de São Paulo... mas a verdade é que os veículos expostos nos estandes precisam dividir a atenção com outras máquinas. As montadoras selecionaram belas modelos para estarem sempre ao lado de seus veículos...". É o machismo dominador manobrando e impondo as normas do mercado, no mundo capitalista o corpo da mulher serve pra vender tudo. E o pior é que não vemos nenhuma dessas instituições que dizem-se defensoras dos direitos das mulheres questionarem tais ações.


Disponoivel em: http://consciencia.blog.br/2010/11/mulheres-objeto-dos-saloes-de-automovel.htmlacesso em 14.11.2010

A lipo não emagrece

"A lipo pode retirar gordura do corpo inteiro. É importante lembrar que a lipo não é um procedimento para emagrecer", ensina o cirurgião plástico, Sebastião Guerra


"Pode pegar sol no mínimo depois de um mês. Pessoas de pele bem

clara podem até um pouquinho antes, mas o ideal é após um mês. A pessoa

de pele morena, principalmente, faz uma lipo e se expõe ao sol, dá

manchas cinzentas e pode demorar de um a dois anos para desaparecerem", afirma o presidente Sebastião Guerra

O espelho, muitas vezes, parece cruel. No entanto, no geral, ele reflete

quase com exatidão a nossa imagem. Se o abdômen estiver bem definido é

dessa forma que iremos enxergá-lo. Se vêmos alguma gordurinha

localizada, a regra é a mesma. Isto vale para homens e mulheres.
Os insatisfeitos com o próprio corpo, claro, vão procurar algum meio

para tentar equilibrar corpo e mente. Pode ser exercícios físicos,

dietas, terapias alternativas. Se a escolha for a lipoaspiração, saiba

que é um processo invasivo, que requer cuidados pré e pós-operatório,

profissionais habilitados e apresenta riscos como qualquer intervenção

cirúrgicagia.





O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Sebastião

Guerra, um dos especialistas que participam do 47º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, realizado em Vitória até a próxima segunda-feira (15), salienta que a lipoaspiração é a segunda cirurgia plástica mais realizada no país (20%), perde apenas para a colocação de silicone (21%).



Em entrevista ao Vida Saudável, Guerra derruba alguns mitos sobre esse procedimento e esclarece várias questões para os que pretendem alcançar a desejada forma física por meio da lipoaspiração.



A lipo faz exatamente o que e é destinada a quem?

A nossa gordura externa não é tão calórica quanto a nossa gordura

interna. A gordura externa é uma gordura de proteção e responde menos aos regimes. Então, tem regiões, como abdômen, quadris, parte interna da coxa, que são verdadeiros "airbags" contra as áreas de choque. Essa gordura pode desenvolver. A lipoaspiração entra exatamente retirando gordura dessas regiões. A lipo pode retirar gordura do corpo inteiro. É importante lembrar que a lipo não é um procedimento para emagrecer. Ela pode até ajudar. A mulher que está acima do peso, não com obesidade mórbida, ela faz uma lipoaspiração em partes do corpo, aí ela se entusiasma e dá força para fazer uma dieta complementar, assim, ela acaba perdendo peso e atingindo a forma desejada.



A gordura de várias partes do corpo pode ser retirada na mesma cirurgia?
Tudo depende. Se é uma pessoa grande com muito acúmulo de gordura, a proporção que o peso dela vai aumentando, as regiões que vão sendo operadas vão diminuindo. Existem mulheres que acabam operando somente o quadril e o culote e depois é feita outra parte. Mas uma mulher mais magra, você pode atingir todas essas regiões de uma vez. É mais importante a área operada do que a quantidade retirada. Às vezes, em uma mulher de 120 kg você retira seis litros de gordura só nos quadris, enquanto você pega uma mulher de 60 kg, faz lipo nas costas, culote, abdômen e tira dois litros no máximo.
Podem ser feitas várias cirurgias plásticas ao mesmo tempo?
Se ela é jovem e magra pode fazer uma plástica de abdômen e mama e uma minilipo. Até duas cirurgias se encaixam bem. Depende. É muito importante procurar um médico que tenha experiência. A Sociedade

Brasileira de Cirurgia Plástica procura ter isso na formação do médico, ter pesos e medidas para eles saberem até onde podem ir. Pode sim associar operações, não cirurgias muito grandes.

foto: Laila Magesk/gazeta online









"O primeiro cuidado é procurar um médico que seja cirurgião plástico especializado", orienta Sebastião Guerra (foto)Qual é a diferença entre lipo e plástica?



A plástica é um complexo em que é feita a retirada de pele também. Uma plástica sempre implica numa retirada de pele. Uma lipo é apenas uma aspiração da gordura. Faz-se um orifício pequeno, em torno de seis

milímetros, e por ali enfia uma cânula com máquina de sucção e dentro da orientação médico, observando a anatomia da região, a técnica da lipo é feita a retirada de gordura por ali. Isso é uma lipoaspiração. Aí vêm vários nomes. A lipolight, seria uma minilipo, são nomes fantasias. Tudo é lipoaspiração. Lipos gigantes oferecem riscos ao paciente.



A lipoescultura é mais uma variação?



Na lipoescultura você vai estudar o corpo da pessoa e ver o que ela necessita. Às vezes necessita tirar do quadril e colocar na nádega. É um trabalho mais escultural. É um nome fantasia, mas na essência é um procedimento médico, uma lipoaspiração.



Quais cuidados as pessoas devem ter antes de realizar uma cirurgia plástica?

O

primeiro cuidado é procurar um médico que seja cirurgião plástico

especializado. A sociedade agrupou esses profissionais e criou normas,

regras, fundamentos. Esse cirurgião sai da sociedade bem informado. Hoje

nós estamos muito preocupados com a segurança dos pacientes e que a

cirurgia plástica seja um procedimento seguro. No site da sociedade tem como pesquisar os membros.



Pós-cirúrgico. Quanto tempo a pessoa demora para se recuperar? É bom fazer drenagem linfática?



Em geral, em uma lipo de médio e pequeno porte, uma semana depois a pessoa já está retornando as suas atividades. Claro que depende do tamanho da lipo e de cada organismo, cada pessoa tem individualidade própria. Umas se recuperam mais rápido e outras mais lentamente. Uma lipo maior associada a uma plástica pode necessitar de até 40 dias. As drenagens linfáticas têm sua indicação. O médico vai dizer: 'a partir de agora você já pode começar a fazer drenagem ou se ainda não é a hora'.



E o roxo?



Desaparece entre oito e dez dias.



Depois da lipo, a pessoa engorda mais rápido?



Não. É complexo porque às vezes a pessoa faz uma lipo esperando obter alguma coisa da sua vida. Pode se frustrar. A lipo vai dar o melhor resultado de lipoaspiração, mas não vai resolver o que ela queria fazendo a lipo. Então, veio a frustração. Têm pessoas ansiosas que acabam comendo mais e engordam. Muitas vezes acontece da mulher, depois da lipo, ir à academia, ela perdeu gordura, que é leve, mas ganhou músculos porque malha intensamente, tem aumento de peso.



Já estamos em novembro, dá tempo de fazer lipo para o verão? Pode pegar sol depois de quanto tempo?



Pode pegar sol no mínimo depois de um mês. Pessoas de pele bem clara podem até um pouquinho antes, mas o ideal é após um mês. A pessoa de pele morena, principalmente, faz uma lipo e se expõe ao sol, dá manchas cinzentas e pode demorar de um a dois anos para desaparecerem.





Laila Magesk - Da Redação Multimídia





Read more: http://tvcanal7.blogspot.com/2010/11/lipo-nao-emagrece-alerta-cirurgiao.html#ixzz15GXITJK5

Lipoaspiração para homem

Quem disse que cirurgia plástica só é coisa de mulher? Os homens estão cada vez mais interessados neste tipo de procedimento. A preocupação com a aparência se tornou algo universal, ainda mais em um ambiente onde a nossa imagem pode fazer uma grande diferença.

Uma das técnicas mais procuradas pelo público masculino é a lipoaspiração. Ela é indicada para quem tentou de tudo (dieta, medicamentos e exercícios físicos), mas não conseguiu eliminar os famosos pneuzinhos, ou então, aquela gordurinha que se acumula debaixo do queijo.
As mulheres apresentam disposição genética para armazenarem gordura em certas regiões do corpo. Nos homens, este processo é diferente, pois não há um acúmulo frequente de gordura. Por isso é mais fácil para eles emagrecer seguindo uma alimentação equilibrada e praticando atividades físicas.
Esta característica também garante a lipoaspiração um melhor resultado. Hoje, graças ao avanço da medicina, esta é uma técnica bastante segura. A gordura é retirada através de cânulas finas, conectadas a equipamentos especiais. Elas são introduzidas na região que apresenta maior acumulo de gordura. A incisão não chega a um centímetro, o que diminui o risco de complicações.
A área é esculpida pelo cirurgião, que tenta proporcionar uma aparência mais atrativa ao paciente. Não se pode aspirar toda a camada de gorda de um determinado local, por isso que a quantidade retirada é limitada (de 3 a 4 litros, no máximo). Porém, vale lembrar que o objetivo da cirurgia não é a perda de peso, mas um melhor contorno corporal.
De acordo com os especialistas, homens com pele firma e elástica, que praticam exercícios, fazem dietas e possuem um deposito de gordura desproporcional em relação ao restante do corpo são os melhores candidatos para a intervenção. As áreas mais trabalhadas pela cirurgia no público masculino são: manas, queixo, cintura e abdômen.
Se você quer passar por este tipo de procedimento, não se esqueça de procurar um médico de qualidade.

Disponível em: http://blogmail.com.br/lipoaspiracao-para-homens Acesso em 14.11.2010

Atrás apenas das plasticas na mama, a lipoaspiração é a campiã das cirurgias de estética, é o procedimento mais feito pelas brasileiras. Hoje acessível também para mulheres com pouco dinheiro, e que buscam a forma física “perfeita”.




Porém não são só alegrias, por ser um procedimento cirúrgico há riscos envolvidos. De acordo com o Conselho Regional de Medicina (CREMESP), a lipo ocupa o topo do ranking de processos que investigam problemas decorrentes de cururgias e até a morte de pacientes na mesa de operação. De 289 processos movidos contra médicos na área de estética, 33,5% são referentes á lipo. Para perda de gordura localizada como no culote das mulheres por exemplo, essa é a única forma de retirar, pois elas são difíceis de serem eliminadas com a forma convencional.



Antes de decidir fazer uma lipoaspração você precisa conhecer os procedimentos e medir os prós e os contras. As complicações são: infecção que pode ocorrer depois de qualquer cirurgia, embolismo que ocorre quando a gordura penetra nos vasos sanqguineos e ficam presos nos vasos, necrose da pele que é quando a pele em cima da lipo pode “morrer”, intoxicação por anestesia que podem levar o coração do paciente a parar e isso pode ser fatal e perfurações viscerais onde através do material usado pelo médico pode haver perfurações dos órgãos e isso pode ser fatal.



Mas quando não se está contente com o corpo é necessário fazer a busca do melhor, para que a mulher ou até mesmo o homem fique de bem com o espelho. Essa eliminação de gordura pode ser feita no abdômem, cintura, costas, culotes, coxas, que são os locais mais difíceis de ser eliminados. A lipo pode trazer satisfação emocional e auto-estima, pois muitas vezes esses pacientes passam se sentir amis atraentes quendo se olham no espelho e usam certo tipo de roupas que antes tinham vergonha.



Portanto você que deseja eliminar estas gordurinhas que não consegue nas atividades físicas, procure um médico de confiança, de preferência consulte mais de um, para ver se as opniões são parecidas, e faça todos os exames necessários para que você possa ter um corpinho esbelto, sem sequélas e com saúde

A cirurgia plástica vem sendo uma alternativa cada vez mais procurada pelo público feminino. Na grande maioria dos casos, ela oferece o resultado esperado, elevando a alto estima do paciente.




Entre os procedimentos mais procurados, está a lipoaspiração. Seu objetivo é remover as gordurinhas que insistem em permanecer na barriga e que não saem com a pratica de exercicios fisicos. Antes de recorrer a esta técnica, é preciso analisar todas as consequencias que ela pode trazer. O mais indicado é conversar com um médico para que ele tire suas dúvidas sobre o assunto e te dê as orientações necessárias.



Além disso, é ele quem deve indicar qual o método mais adequado para a sua situação. A cirurgia tradicional é realizada com a aplicação de anestesia geral, tendo um pós-operatório bastante longo. Quem passa por este procedimento deve permanecer em repouso, longe de suas atividades diárias, durante algumas semanas. Seu preço gira em torno de 2 a 4 mil reais



Entretanto, uma nova técnica vem trazendo mais praticidade o público que deseja reduzir as medidas. A lipoaspiração Tumesceste é feita apenas com anestesia local e com muito mais segurança. Além disso, não é necessário que o paciente fique internado por muito tempo e nem que ele se afaste de suas tarefas. Seu valor é de 1,5 a 3 mil reais.
Disponivel em: http://blogmail.com.br/riscos-da-lipoaspiracao >Acesso em 14.11.11


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O poder de compra das mulheres


A nova realidade do mercado nos traz um dado inquestionável: as mulheres consomem muito mais que os homens e ainda influenciam na decisão de compra deles. Por isto, é essencial que as empresas e os profissionais de vendas aprendam a lidar com estas poderosas e exigentes consumidoras. Segundo matéria publicada na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (nº 212, setembro de 2006) no Reino Unido as mulheres compram 85% dos produtos, e nos Estados Unidos mais de 75%. No Brasil, elas respondem por 94% do mobiliário doméstico, 45% dos carros novos, 92% dos pacotes de viagens e 88% dos planos de saúde. Movimentaram no ano anterior 57,9 bilhões de reais apenas em compras no cartão de crédito. Com todo este poder de compra as mulheres deveriam passar a ser o principal foco de atenção na estratégia de marketing das empresas, tanto no que tange a produtos de consumo rotineiros, como supermercados e vestimentas, mas também de bens duráveis, como automóveis e apartamentos. Diversas empresas já perceberam o poder de compra das mulheres e começaram a desenvolver táticas e estratégias de mercado com produtos exclusivos ao público feminino. A Ford do Brasil criou dois comitês para discutir os gostos e as tendências de cores e acabamentos internos de seus veículos que mais atraem as mulheres. A Renault em parceria com O Boticário lançou em 2002 o “Clio Sedan O Boticário” com detalhes de acabamentos direcionados a elas. Marcas como Kodak, Nike, Montblanc, Tigre, HP do Brasil, Itaú e Bradesco Seguros também desenvolveram produtos e estratégias específicas para o conquistar o público feminino. No entanto, como ressalta o consultor de marketing americano, Tom Peters, “Homens e mulheres são diferentes e compram de jeitos distintos”. Ele ainda afirma: “Mulheres, quando saem para comprar uma calça preta, são capazes de percorrer o shopping por duas horas e entrar numa porção de lojas porque se lembram que têm que comprar um sapato, uma bolsa, um presente. E os homens? Bem, eles entram, pagam e saem do shopping em 10 minutos.”. Portanto, é preciso traçar um perfil destas poderosas consumidoras, e entender como elas consomem, para tirar proveito de seu poder de compra. Na verdade, elas têm atitudes de consumo, preferências, prioridades e exigências diferentes dos homens. Vejamos algumas diferenças entre homens e mulheres na hora de comprar: Comportamento masculino · Em geral não gostam muito de comprar. · São mais impacientes. · Fazem menos pesquisa de preço. · Pesquisam poucas opções de produtos e de lojas. · Público menos complexo e mais homogêneo do ponto de vista consumidor. · São em geral menos detalhistas. · Compram mais rapidamente do que as mulheres. · São mais sensíveis às promoções do que as mulheres. · Quando saem para fazer uma compra, normalmente compram apenas o produto que buscam. Comportamento feminino · Em geral elas adoram comprar e têm muita paciência para isto. · São mais detalhistas e gostam de experimentar os produtos antes de levá-los. · Analisam o produto e o contexto de sua utilização. · Examinam várias opções, trocam informações e, se necessário, visitam vários endereços antes de se decidirem. · No caminho de uma compra, aproveitam para comprar outros produtos, pois a mulher é capaz de pensar e fazer várias coisas ao mesmo tempo. · Exigem linguagem e apelos visuais de marketing diferente dos homens. · Não gostam de serem classificadas com estereótipos. · O público feminino é mais complexo que o masculino e exige várias abordagens para os diversos perfis de consumidoras. · Buscam preço e qualidade ao mesmo tempo, nem que pra isto tenham que gastar mais tempo procurando. · O processo de compra das mulheres é mais longo, pois elas conferem mais informações e fazem mais perguntas. · As mulheres gostam de trocar mais informações e falar a respeito do que compraram, dar dicas sobre endereços e lojas. · Elas espalham mais notícias “boca a boca”. · São mais ligadas a detalhes e pequenas coisas que compõem os produtos. · O ambiente, a decoração e o atendimento são muito importantes para elas. Principais equívocos das empresas em relação às mulheres · Achar que são um nicho de mercado - Hoje, as mulheres não são um nicho de mercado, elas são o próprio mercado, pois já respondem direta ou indiretamente por 80% das decisões de compra da casa. · Compram por impulso - As mulheres não compram por impulso, na verdade elas são muito mais seletivas e pesquisadoras na hora de comprar do que os homens. · Compram apenas itens de menor valor – hoje as mulheres são importantes compradoras de itens como carros novos, imóveis, computadores, aparelhos eletrônicos e produtos de luxo. · Utilizar a mesma linguagem em propaganda que para os homens – as mulheres têm percepções diferentes e reagem de modo distinto a estímulos visuais, a mensagem e a linguagem. · As consumidoras são fáceis de fidelizar – este é o maior dos equívocos, pois elas valorizam mais o relacionamento, e por isto exigem que este seja feito de maneira mais profissional, evitando mensagens e atitudes evasivas e superficiais. Principais tipos de consumidoras · A vaidosa – moderna e independente, é preocupada com a aparência, com o físico e consigo mesma. Muito exigente com ela e com os outros. Valoriza mais as marcas e compara pouco os preços. · A familiar – valoriza mais a família, o lar e os filhos, buscando sempre as melhores oportunidades de compra, novidades e promoções. Pouco fiel às marcas, adora liquidações. · A ativa – sistemática e racional, realiza as compras de maneira rápida e profissional, vai direto ao produto que deseja, e normalmente é fiel à marca, mas muda caso não as encontre. · A agitada – impulsiva e dominadora, comportamentos extremos, ama ou odeia as coisas, não tolera produtos básicos e adora gastar dinheiro com coisas prazerosas, o preço não é tão importante para ela, não é muito lógica. Dada a importância do papel da mulher no mercado consumidor atual, é fundamental que as empresas e os profissionais conheçam melhor o comportamento do público feminino e se adaptem às necessidades e exigências destas consumidoras, para obterem melhor sucesso no atendimento. Por isto, sugerimos que toda empresa tenha uma política específica de atendimento ao mais importante consumidor atual, as mulheres. Ari Lima
Visite o blog http://www.ari-lima.blogspot.com/
 
DISPONIVEL EM: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-poder-de-compra-das-mulheres/14261/ ACESSO EM 12112010
 
MULHERES VAMOS A LUTA. COMPRAR DA PRAZER, BELEZA E POR INCRIVEL QUE PAREÇA COMPRAMOS MUITO TAMBÉM PARA OS HOMENS VALEU MENINAS.....

Mulheres conquistam espaço nas estratégias de marketing

Por Mariana Oliveira


redacao@mundodomarketing.com.br
Disponivel em
http://www.mundodomarketing.com.br/imprimiblognews.php?materia=563 Acesso em 12.11.2010

Todas as conquistas femininas no último século não foram em vão. As mulheres conquistaram espaço no mercado de trabalho, independência no lar e importância incontestável na hora da compra. Muitas empresas investem no público feminino e se destacam ao desvendar alguns dos segredos que motivam o comportamento e as motivações deste segmento.



Adquirir responsabilidades como as compras para a família transformou o público feminino em “compradoras profissionais”. Elas chegaram a este patamar em quase todos os segmentos: alimentício, vestuário, móveis, eletrodomésticos e muitos outros. Os únicos em que os homens se saem melhor são os que requerem conhecimentos técnicos, como eletrônicos, material de construção, entre outros. No entanto, elas opinam na compra, como é o caso dos carros. “Ela é como uma leoa em busca das melhores oportunidades”, garante Sônia Bittar, Diretora da área Shopper Understanding, da Ipsos, em entrevista ao site.



Familiarizada com o estudo do comportamento feminino, Sônia conta que características como o conhecimento do produto e o desapego à marca fazem com que as mulheres se destaquem em relação aos homens e se exponham mais ao mercado, o que resultou na idéia do senso comum de que elas são impulsivas. No entanto, a mulher possui características que refutam a idéia comum de impulso já que se atém a detalhes na hora da compra e a questões subjetivas. “As mulheres consomem mais, mas não significa que compram por impulso”, afirma o especialista em comportamento de compra feminino Arnaldo Rabelo em entrevista ao Mundo do Marketing.



Para conquistar o público feminino

A subjetividade da representação do consumo no ato de compra é um dos muitos segredos femininos. Andiara Petterle, pesquisadora do comportamento feminino e Diretora Executiva do site de variedades Bolsa de Mulher, explica que elas se preocupam mais com o sentido do grupo de objetos e a inserção num contexto social. A busca pela harmonia demonstra preferências homogêneas na combinação de artigos e também a preocupação com o outro. Portanto, campanhas que exploram a linguagem visual e investem no valor e imagem de um produto são bem-sucedidas.



Questões como a atenção aos relacionamentos ou uma ênfase mais emocional, assim como o poder de cuidar de múltiplas tarefas ao mesmo tempo são características valorizadas pelo público feminino. Do mesmo modo, o desenvolvimento de produtos e serviços que envolvem a opinião das mulheres alcançam melhores resultados. “As empresas não podem se comunicar de uma forma fria, mas buscar estabelecer relacionamentos”, conclui Arnaldo Rabelo ao citar casos de sucesso como Dove e Loreal.



Acesse

www.ipsos.com.br

www.bolsademulher.com.br

www.arnaldorabelo.com.br

Postado por Mariana Oliveira - 08/08/07 - 12:00

Tire suas dúvidas sobre comportamento feminino



PODER DE COMPRA DAS MULHERES - O comportamento da consumidora de hoje




Fui entrevistado pela Revista Vida & Arte do Jornal Diário da Região para uma matéria sobre o comportamento da mulher que compra. A íntegra da entrevista você encontra aqui, além de uma entrevista simulada em vídeo..






Disponivel em: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7416151736344300616> acesso em 12112010
Revista Vida e Arte: Como o retrato dessa nova consumidora foi construído?
Mario Persona: A mulher é hoje o alvo mais importante da indústria dirigida ao consumidor final. Além de aproximadamente metade dos lares brasileiros serem hoje dirigidos por mulheres, em todas as situações elas têm um enorme poder de decisão na compra. Por sua própria natureza, as mulheres são também grandes compradoras por causa de sua capacidade de atenção pulverizada. Enquanto o homem é focado e provavelmente sai para comprar como quem sai para caçar -- tendo um alvo só em mente --, a mulher tem um comportamento mais extrativista, mais de coleta, o que a leva a sair em busca de muitas coisas por ter também um espectro maior de interesses, como beleza, saúde, casa, filhos e até as necessidades do marido. São poucos os homens que compram para suprir necessidades da mulher, mas são muitas as mulheres que compram para suprir necessidades do homem. Daí seu extraordinário poder de compra e consumo.

Revista Vida e Arte: Como é o perfil dessa mulher que mais do que preocupada em 'gastar' está querendo obter o melhor custo-benefício dos produtos que adquire?
Mario Persona: As mulheres são habilidosas em transformar limão em limonada, ovos em omeletes e um objeto qualquer em peça de arte e decoração. Por isso ela não analisa apenas o uso imediato daquilo que compra, mas tem uma visão muito mais holística dos desdobramentos daquela compra. Ela também pensa em mais pessoas que poderão ser beneficiadas pela sua compra e inclua aí até mesmo produtos como roupas e cosméticos. A mulher se veste bem para causar um impacto positivo no ambiente como um todo, enquanto o homem pensa muito mais no conforto pessoal. Por isso, de um modo geral, a mulher é sempre mais preocupada com as conseqüências de uma compra, e isso inclui a melhor relação custo-benefício.



Revista Vida e Arte: Podemos dizer que hoje as mulheres ditam regras de consumo? Por que?
Mario Persona: Sim, porque até mesmo a indústria automobilística e de produtos eletro-eletrônicos acompanha os grandes desfiles de moda para saber quais serão as tendências de cores para o ano seguinte. Essas tendências no vestir têm um grande impacto na escolha das cores dos carros e eletro-eletrônicos porque elas traduzem o gosto estético da população, ou pelo menos o que será "vendido" como gosto estético durante algum tempo.
Questões como usabilidade têm também hoje uma grande influência do público feminino, menos curioso do que o homem para aprender como as coisas funcionam, e mais voltado para a simplicidade e resultados imediatos de sua utilização. Embora algo complexo possa atrair o público masculino, mais ligado em desafios e com um cérebro que gosta de montar e desmontar as coisas, são as coisas simples que atraem as mulheres, porque o objetivo delas não está na coisa em si -- seja o objeto ou produto -- mas nos benefícios que trará.
Revista Vida e Arte: O mercado (em geral) está totalmente preparado para atender as exigências destas mulheres?
Mario Persona: Nem sempre, porque muitas empresas são predominantemente masculinas. O homem não tem a sensibilidade necessária para entender a alma feminina e precisa do auxílio das mulheres para poder enxergar o que uma mulher deseja comprar. Mesmo assim, acho que nunca será capaz de enxergar com a clareza que uma mulher enxerga.

Revista Vida e Arte: A comunicação das marcas acompanhou (ou acompanha) o ritmo de evolução dessas consumidoras ao longo dos anos?
Mario Persona: Sim, e creio até que a comunicação possa caminhar um passo à frente da produção industrial, já que é muito mais rápido desenvolver um diálogo de uma marca ou produto com seu público alvo do que desenvolver o próprio produto. O mundo da comunicação é também mais feminino do que o mundo do design e desenvolvimento de produtos, o que permite aos profissionais de marketing e áreas correlatas terem uma visão melhor do que pensam as consumidoras. É por isso que cada vez mais a indústria de bens de consumo procura trabalhar integrando suas áreas de desenvolvimento de produtos com o marketing, a comunicação e o pessoal de vendas, que é quem tem um contato maior com os elos finais da cadeia produtiva.

[Se achar que este texto pode ajudar alguém, envie


Mario Persona é consultor, escritor e palestrante. Veja em www.mariopersona.com.br







Assine para receber outras Crônicas de Negócios. É grátis. Lembre-se de responder (devolver) a mensagem automática de confirmação que irá receber por e-mail.











Preencha os campos abaixo para enviar o endereço desta página a um amigo.

*De (seu nome):



Seu e-mail:



Para (nome do amigo):



e-mail do amigo:



Comentário:

Leia esta entrevista com Mario Persona. Você vai gostar.





*Preencha todos os campos.











Marketing e Vendas

Comunicação e Negociação

Falar em Público

A Arte do Relacionamento

Recompensa e Reconhecimento

Ambiente Organizacional

Venda Consultiva

Atendimento

Recursos Humanos

Profissionais de Saúde

Oportunidade & Mudança

Satisfação do Cliente

Marketing Pessoal

Técnicas de Apresentação

Administração do Tempo

Qualidade Vida e Trabalho

Segurança no Trabalho (SIPAT)

Controle do Stress (SIPAT)

Semana do Meio-ambiente



Quem já viu e o que dizem





Dicas e Sugestões para o Sucesso de seu Evento, Palestra, Treinamento ou Convenção.































Por onde anda o

Mario Persona?









Administração - Schermerhorn 8a. Ed. 642 pg.

Tradução Mario Persona







Marketing Internacional - Cateora & Graham - 13a. Ed. 668 pg.

Tradução Mario Persona













Uma luta pela vida, de Lia Persona, Uma história de ternura e paixão. Ganhador do Prêmio Literário COFEN.













































HomePlanejamentoComunicaçãoRedaçãoTraduçãoPalestranteCrônicasLivrosExperiênciaImprensaVideos Contato



© Mario Persona Consultoria Ltda. contato@mariopersona.com.br Tel (19) 3038-4283 / Cel (19) 9789-7939 - Limeira - SP - Brasil









ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...