quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Relatório anual do ISP mostra que índices de violência contra mulher seguem elevados Read more: http://oglobo.globo.com/rio/relatorio-anual-do-isp-mostra-que-indices-de-violencia-contra-mulher-seguem-elevados-13690680#ixzz3BjD9BmSN


Rosana é abraçada por Glaucy na Deam de Caxias: ex-companheiro matou sua filha de 17 anos - Gustavo Miranda / Agência O Globo
RIO — Na última terça-feira, Rosana Silva Lopes Ribeiro ficou frente a frente com o assassino de sua filha Camila, de 17 anos, numa sala da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Duque de Caxias. Ali, ela tentava entender por que seu ex-companheiro Jaime Pereira de Melo, a quem nunca denunciou pelas ameaças e agressões verbais que sofreu, resolveu atacar a adolescente a facadas. O crime aconteceu três dias antes. Rosana visitava a irmã quando a filha mais velha, Glaucy, de 19 anos, ligou para dizer que Jaime estava na casa da família e exigia sua presença. Rosana chegou a falar com o ex-companheiro por telefone e, minutos depois de começarem a discutir, ouviu um grito.
— A ligação caiu. Eu pensei que Jaime tinha agredido uma das meninas e saí correndo. Foi pior: ele tinha matado Camila. Fez isso para me machucar e disse que não se arrepende. Ela completaria 18 anos no domingo passado — contou Rosana.
A tragédia de Rosana faz parte de uma rotina de violência doméstica que resulta, diariamente, em centenas de registros de crimes como ameaça, agressão e estupro. Dados do Dossiê Mulher 2014, lançado, nesta sexta-feira, pelo Instituto de Segurança Pública, revelam que, em relação a 2012, houve, no ano passado, um aumento de 20,67% nos casos de assassinato. Foram mortas 356 mulheres no estado — 52 delas atacadas por ex-maridos.
Numa comparação de 2013 com 2012, os estupros caíram 2,44%. Mesmo assim, as estatísticas do crime são altas: foram 4.871 casos, o que dá uma média de 13 por dia, ou um a cada duas horas.
TODOS OS DIAS, CENTENAS DE CASOS
Levando em consideração uma série de crimes ocorridos no ano passado, com vítimas tanto na população masculina como feminina, o dossiê revela que as mulheres foram o principal alvo. No caso de estupro, elas representaram 82,8% das vítimas. Nos demais registros desse crime, os homens foram vítimas dos ataques (até 2009, para eles, esse crime era classificado como atentado violento ao pudor, mas depois também passou a ser considerado estupro). Ainda segundo o dossiê, entre as pessoas que sofreram ameaças em 2013, 65,9% eram mulheres.
No caso de lesão corporal dolosa, elas responderam por 63,6% dos registros. As mulheres também foram a maioria das vítimas nos casos de tentativa de estupro (90,3%), violação de domicílio (63,5%), supressão de documento (56,8%), calúnia, injúria ou difamação (72,3%) e constrangimento ilegal (59,6%). De acordo com o levantamento, grande parte dos ataques ocorreu no ambiente doméstico.
Nos oito anos transcorridos desde a aprovação da Lei Maria da Penha (11.340/2006), criada para levar agressores de mulheres à cadeia, a quantidade de registros no Estado do Rio deu um salto. O Dossiê Mulher 2014 revela que houve, em 2013, 56.377 casos de agressão, ou seja, 154 por dia, número dez vezes maior que o computado em 2005 (15).
VIOLÊNCIA ENRAIZADA NA CULTURA MASCULINA
Para especialistas em segurança pública, a curva ascendente dos últimos oito anos está relacionada à criação da rede de atendimento em unidades policiais, que encorajou mulheres a quebrarem o silêncio e denunciarem agressores. Mas os números mostram que ainda não foi possível reverter o quadro desse tipo de violência que, segundo eles, está enraizado na cultura masculina.
— O Estado do Rio começou a tratar a violência contra a mulher como grave questão de segurança pública antes mesmo da Lei Maria da Penha. Foram criadas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher e abertos núcleos de apoio nas unidades distritais da Polícia Civil. Além disso, houve campanhas para incentivar denúncias e a pacificação de comunidades, iniciativas que aumentaram a confiança no poder público e fizeram crescer os registros, reduzindo a subnotificação — afirmou o presidente do ISP, Paulo Augusto Souza Teixeira.
A pesquisadora Andreia Soares Pinto também chama a atenção para o aspecto cultural na questão da violência contra a mulher.
— A ideia (com o dossiê) é tentar trazer o máximo de dados sobre o problema da violência doméstica, que não passa somente pela agressão física, mas também pela sexual, patrimonial, moral e psicológica. Muitas vezes, por uma questão cultural, a mulher não percebe que é vítima de um verdadeiro crime — disse Andreia.
EXAME DE CORPO DE DELITO É FUNDAMENTAL
Segundo o Dossiê Mulher 2014, dos 4.871 casos de estupro de mulheres ocorridos em 2013, 2.270 (46,6%) foram praticados por ex-companheiros, parentes ou conhecidos das vítimas. A delegada Cristiana Bento, da Deam de Duque de Caxias, explica que a ação policial depende de provas, como o exame de corpo de delito.
— Em casos de agressão ou estupro, o exame de corpo de delito é fundamental — alerta a delegada Cristiana Bento.
As vítimas também devem ser firmes, para que a punição dos agressores aconteça. Para a especialista em antropologia de gênero e da família da Universidade de Brasília, Lia Zanota Machado, as mulheres hoje estão mais conscientes:
— Infelizmente, muitos homens ainda têm uma cultura da época colonial: acreditam ter a posse de suas mulheres. O que realmente mudou foi a visão da mulher, que passou a acreditar nos seus direitos e a acionar a polícia ou a Justiça.
A polícia prendeu, nesta quinta-feira, um homem acusado de matar a ex-mulher, a empresária Adenilda Amaro da Silva, na segunda-feira. O filho caçula do casal, de apenas 7 anos, testemunhou o crime. A vítima havia feito cinco registros de ameaça e um de agressão contra o ex-marido, que estava impedido pela Justiça de se aproximar dela. Mas, por falta de um exame de corpo de delito, não foi possível mantê-lo preso.



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Texto pouco estudado de Freud

Quem você vai ser daqui a pouco?

GLÁUCIA LEAL
Sexta-Feira 22/08/14

“Sobre a transitoriedade”, um texto de Freud pouco estudado, aborda o tema da impermanência, algo que a princípio pode se mostrar incômodo, já que tudo invariavelmente se desvanece e se transforma tocado pela ação do tempo. Sob outra óptica, porém, podemos nos dar conta de que nada do que vivenciamos (por pior ou melhor que seja) é para sempre, o que nos ajuda a valorizar cada momento

Se você chegar até o fim deste texto ou mesmo do parágrafo seu corpo já não será exatamente igual ao que era quando pousou os olhos na primeira sílaba, nem sua mente estará exatamente da mesma maneira e, tampouco, o mundo ao seu redor. Somadas ao longo dos tempos, as variações mínimas ocorridas em poucos instantes resultam em transformações significativas. Afinal, tudo muda: os combinados, a moda, as condições, o clima, a paisagem e as hierarquias da realidade externa. Também nosso corpo se altera: crescemos, engordamos, emagrecemos, adoecemos, nos curamos, cabelos podem estar ora mais curtos, ora mais longos… E no âmbito psíquico surgem novos desejos, sofrimentos, preocupações, prioridades, ideias. Óbvio que seja assim? Talvez no nível consciente. Mas, curiosamente, embora saibamos o quanto a impermanência é inerente à vida, a maioria de nós atravessa a própria existência como se tudo fosse para sempre. Sofremos os golpes inevitáveis que tanto agridem nosso narcisismo como se fossem feridas que jamais pudessem cicatrizar. Ou então nos apegamos aos momentos de satisfação na vã tentativa de fazer com que se perpetuem.
Mas a gente sabe que não funciona assim. Por mais que haja alegrias – domingos de sol (ou tardes de sábado nubladas, para quem as prefere), momentos de paz interior, reencontros, beijos na boca, longas conversas com amigos, promoções e conquistas, férias inesquecíveis e histórias de amor – o prenúncio de algum tipo de sofrimento sempre nos ronda. O cotidiano é poluído por incertezas, desconforto e tédio. Sim, isso faz parte da vida. Porém, saber que tudo está “de passagem”, que somos regidos pelo signo da impermanência – como salienta Freud (1856-1939), no artigo “Sobre a transitoriedade”, escrito há um século –, ajuda a criar um distanciamento saudável das situações que nos imobilizam na repetição.
O ensaio é um dos menos estudados da obra freudiana – o que pode ser facilmente compreendido, já que nesse texto o criador da psicanálise não apresenta nenhuma informação teórica inédita. O original alemão, publicado em 1915, apresenta os dotes literários do autor e traz uma reflexão interessante: aquilo que amamos e admiramos é valorizado justamente por seu aspecto transitório. Ou seja, a constatação da limitação da existência dos objetos (sejam coisas, situações ou pessoas) nos quais investimos nosso afeto os torna ainda mais preciosos no momento em que podemos desfrutar deles. Está subentendida aí a ideia de que só o que temos de fato é o presente e nossa capacidade de construir de novo aquilo que foi destruído e talvez possa ser reconstituído “em terreno até mais firme e de forma mais duradoura do que antes”.
O momento histórico no qual o ensaio foi produzido tem influência sobre seu conteúdo: a Primeira Guerra Mundial então em seu segundo ano, castigava a Europa e despertava todo tipo de incertezas. O texto foi redigido a convite da Sociedade Goethe de Berlim para um volume comemorativo lançado no ano seguinte com o título “O país de Goethe” (Das lands Goethe) e a edição luxuosa teve contribuições de vários autores e artistas. O artigo abrange um enunciado da teoria do luto contido em Luto e melancolia, escrito alguns meses antes, mas só publicado dois anos depois.
Creio que um dos pontos preciosos de “Sobre a transitoriedade” seja seu potencial de nos fazer recordar a impermanência, algo que a princípio pode se mostrar incômodo, já que tudo o que temos de bom – o universo de sentimentos que cultivamos, nossos amores, beleza e até sabedoria – invariavelmente se desvanece e se transforma tocado pela ação do tempo. Sob outra óptica, porém, nos dar conta de que nada do que vivenciamos (por pior ou melhor que seja) é para sempre, o que nos ajuda a valorizar e relativizar cada momento. Afinal, está tudo em movimento mesmo…
http://blogs.estadao.com.br/pensar-psi/quem-voce-vai-ser-daqui-a-pouco/

Trading desks não são birôs de mídia.

 Por Pyr Marcondes

Elas não compram grandes volumes antecipados de mídia para repassá-los posteriormente a preços aviltados. Não são brokers

Trading desks não são birôs de mídia. Por Pyr Marcondes
POR PYR MARCONDES
pmarcondes@grupomm.com.br


Birô de Mídia é um termo criado pelo imaginário publicitário brasileiro para designar o que na verdade são agências especializadas de mídia, que todos os grandes grupos de agências que operam aqui têm lá fora há anos, mas aqui não podem, impedidos pelas nossas leis.

Essa operações intermediam a compra de mídia e se remuneram por isso de formas variadas, que vão de fees por performance ao rebate, cujo equivalente por aproximação no Brasil seria o BV.

Muitos desses grupos mantém em operação no País centrais de mídia, que agrupam as verbas de vários clientes e de várias agências até, para com isso adquirirem vantagens financeiras e comerciais junto aos veículos.

Isso não é ilegal.

Birô é ilegal aqui porque pressupõe a compra antecipada de mídia em grandes volumes, para venda posterior ao mercado a preços aviltados para cima. Birôs são brokers. Centrais de mídia não.

Trading desks são operações de grupos de agências criadas para intermediar e otimizar os recursos de mídias dos anunciantes investidos no mundo digital.

Elas não compram grandes volumes antecipados de mídia para repassá-los posteriormente a preços aviltados. Não são brokers.

São centrais de intermediação em tempo real de compra e venda de mídia programática, que tentam dar alguma ordem ao verdadeiro caos em que se configurou esse novo ambiente digital, com DSPs, DMPs, SSPs, ad networks e quetais, no meio do caminho entre o anunciante e sua audiência.

Por prestar esse serviço, cobram fees.

Um departamento de mídia de uma agência qualquer faz algo parecido. Organiza para os anunciantes a caótica oferta de meios, seleciona aquelas mais adequadas ao cliente e sua marca, compra e dinamiza a veiculação. E ganha uma taxa por isso. Essa é uma das fontes de receita das agências de propaganda no Brasil, perfeitamente legal.

Mais do que essa taxa, a agência é recompensado também pelos volumes que leva aos veículos. Quanto mais leva, mais recompensada é. BV é Bonificação por Volume. Prática hoje também reconhecida como legal pelos códigos da nossa indústria.

As trading desks são o braço tecnológico dessa mesma intermediação. Seguem os mesmos princípios. Só que adaptados para a velocidade do mundo dos bits, seus algoritmos e robôs.

Podemos, se assim desejarmos, considera-las indesejáveis. Podemos, se o status quo assim determinar, considera-las exógenas e puni-las por sua suposta não coadunância com nossas leis.

Será a manifestação de poder de um setor em defesa de seus paradigmas. E isso também não é ilegal. Nas práticas de livre mercado, neste e em qualquer outro mercado, é até perfeitamente legítimo. Defender interesses comerciais próprios só é ilegítimo se for ilegal.

Mas não será um ato técnico.

Nosso código e as leis que regem nossa indústria foram, são e serão sempre vitais para o desenvolvimento e a pujança do nosso mercado. Sem elas, não estaríamos aqui hoje. Nem agências, nem veículos, nem anunciantes.

Retardar a evolução tecnológica pode até ser uma medida de precaução e uma tentativa de retardamento do que possa ser identificado como nocivo a saudabilidade de tudo o que construímos até agora no País. Pode ser.

Mas trading desks não são birôs.

 

Geração Z é a nova aposta dos profissionais de marketing


Jovens nascidos após 1995 já superam millennials em número e apresentam espírito empreendedor

Geração Z é a nova aposta dos profissionais de marketing
Conhecidos como geração Y, os millennials diferem dos seus sucessores, geração Z, em alguns aspectos comportamentais. Os jovens nascidos após 1995, por exemplo, são muito mais ligados a plataformas visuais. O infográfico do Marketo indica que a presença desses usuários no Facebook caiu de 42% para 23% entre 2012 e 2013. Já o Instagram, por outro lado, apresentou aumento de 12% para 23% no mesmo período. Atualmente, a população com menos de 19 anos representa 25,9% da população total dos Estados Unidos, enquanto os millennials contabilizam 24,5%. Diante dos números, as marcas se mostram cada vez mais interessadas nessa próxima geração de consumidores.

Confira o infográfico do Marketo com dados e informações sobre a geração Z:
 
 

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7 fatores por trás do comportamento das pessoas na mídia social


Entender como a mente pensa e reage em relação a posts, fotos e compartilhamentos nas redes sociais pode contribuir com ao estratégia de marketing das empresas

7 fatores por trás do comportamento das pessoas na mídia social
Por se tratar de uma forma de comunicação jovem, a mídia social precisa ser descoberta e testada todos os dias. Inúmeras pesquisas já nos mostram como ela transforma a maneira como as pessoas se relacionam e compartilham informações.

Veja a seguir alguns estudos psicológicos que podem ajudar a melhorar as estratégias de marketing de sua empresa:

1) Todos já escrevemos posts e mudamos de ideia em seguida
Para saber mais sobre esse sentimento que acomete muitos usuários de redes sociais, dois pesquisadores do Facebook conduziram uma pesquisa sobre a auto-censura, ou seja, publicações que são escritas, mas nunca publicadas.

Durante 17 dias, rastrearam a atividade de 3,9 milhões de pessoas. Nesse período, 71% dos usuários digitaram pelo menos um comentário ou atualização de status e então decidiram não publicá-los.

Os pesquisadores acreditam que as pessoas são mais propensas a censurarem a si mesmas quando sentem que sua audiência é difícil de definir. O público do Facebook tende a ser diverso, o que dificulta as chances de agradar todo mundo. Usuários mostraram-se menos inclinados a desistirem de postar comentários no post de outra pessoa porque a audiência era mais concreta.

2) Emoções compartilhadas online são contagiosas (especialmente a felicidade)

Sabemos que emoções podem ser contagiosas de pessoa para pessoa, mas não se sabia tanto sobre se emoções podem se espalhar de forma parecida no online.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, utilizaram um software para examinar conteúdo emocional de um bilhão de posts no Facebook durante dois anos – particularmente em dias de chuva, quando a chance de posts negativos era maior.

E o que descobriram é que os sentimentos negativos se espalharam pela rede atingindo pessoas que viviam em lugares onde não estava chovendo.

Porém, os pesquisadores descobriram que a positividade é ainda mais contagiosa. Dados mostram que posts negativos geraram cerca de 1,29 posts similares de amigos, enquanto posts positivos provocaram uma média de 1,75 posts com a mesma vibração.

3) Sua foto de perfil causa uma grande impressão em um segundo

Se uma foto vale mil palavras, a foto certa nas redes sociais vale ouro. A Psychological Science publicou um estudo que diz que fazemos conclusões sobre as pessoas ao olhar a foto delas por somente 40 milésimos de segundo.

Os pesquisadores pediram para que os participantes avaliassem fotos parecidas, mas com expressões faciais ligeiramente diferentes.

O resultado mostrou que pequenas variações na expressão facial podem mudar a percepção sobre alguém sob vários aspectos.

4) A maioria de nós compartilha de forma seletiva (mas isso muda de acordo com o país)
Quase um quarto dos usuários de social media no mundo inteiro – 24% - compartilham “tudo” ou “quase tudo” online, segundo pesquisa da Ipsos.

Enquanto 19% não compartilham nada. Mas essa porcentagem muda de acordo com o país.

Em vários países da Ásia, África e América Latina observou-se o comportamento do “oversharing”. Na Europa a maior parte dos países apresentou porcentagem baixa.

5) Obter feedback na mídia social leva a um senso de pertencimento

A ideia de comunidade na mídia social é real. Um estudo da Dra. Stephanie Tobin, da Universidade de Queensland, aponta que a participação ativa na social media ocasiona um senso de conectividade aos usuários.

Na pesquisa foram observados dois grupos: um que postava com frequência no Facebook e outro que apenas observava os posts dos amigos ativos no site. No final da experiência, aquele que não postaram por dois dias sentiram um impacto negativo em seu bem-estar pessoal.

6) Estímulos levam a compartilhamentos
Conteúdos que despertam emoções fortes, como raiva, são mais propensos a serem compartilhados.

Por quê? Um estudo de Jonah Berger defende que estímulos emocionais ativam nosso sistema nervoso, fazendo com que o compartilhamento seja uma forma de nos esvaziar desse sentimento.

7) Não podemos evitar o oversharing – estamos conectados assim
Neurocientistas da Harvard dizem que ao compartilhar nossos pensamentos sentimos um prazer parecido com as sensações provocadas por comida e dinheiro. Quase 80% dos posts na social media são sobre experiências pessoais.

http://www.proxxima.com.br/home/social/2014/08/25/7-fatores-psicol-gicos-por-tr-s-do-comportamento-humano-na-m-dia-social-.html

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...