domingo, 27 de maio de 2012

Consumo feminino de mídia entre 2009 e 2010

Postado por sophiamind em 14/03/2011 às 12:23




Categoria: Consumo de Mídia Entretenimento Internet Pesquisas
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Pesquisa da Sophia Mind revela aumento no uso de internet via celular pelas brasileiras



Consumo passou de uma para três horas semanais, maior crescimento relativo entre todas as mídias



Um estudo recente realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do Grupo Bolsa de Mulher, acompanhou o consumo de mídias (TV, internet, rádio, jornal impresso e revistas) das brasileiras durante os meses de dezembro de 2010 e janeiro 2011. A pesquisa foi realizada via questionário online, com aproximadamente duas mil mulheres.



De acordo com a Opera Software, produtora de navegadores para internet, o tráfego mundial de dados vem crescendo constantemente. Na comparação entre 2009 e 2010, o aumento foi superior a 130%. Apesar dos usuários do sexo masculino ainda serem maioria, o ritmo atual entre as usuárias mulheres é mais acelerado. Estima-se que em 2012 o número de usuários de internet móvel chegará a um bilhão, o dobro dos registrados atualmente em todo o mundo, segundo cálculo da Ericsson.



Apesar do número crescente, o custo do acesso em 2010 foi um dos fatores que impactou negativamente esse crescimento. Segundo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) divulgado em outubro de 2010, o Brasil tinha os pacotes de dados mais caros entre os países emergentes (US$ 120 contra US$ 50 da média dos 78 países pesquisados). Nos últimos meses, porém, as operadoras brasileiras de telefonia móvel já oferecem pacotes de uso de internet móvel com tarifas mais reduzidas, inclusive para clientes de plano pré pago (tarifas promocionais entre R$ 0,39 e R$ 0,50 por dia).



Segundo o levantamento, 71% das usuárias de telefonia móvel possuem apenas o plano pré-pago e 22% o pós-pago. Ainda existem 7% das mulheres que possuem linhas nas duas modalidades de plano. O consumo de internet móvel passou de uma para três horas semanais, maior crescimento relativo entre todas as mídias. Esse aumento se deve a dois movimentos:



- Crescimento das usuárias de internet via celular, de 13% em dezembro de 2009 para 21% para dezembro de 2010.



- Aumento da média de tempo dedicada entre as usuárias que consumiram essa mídia. Considerando apenas as mulheres que tiveram algum consumo de mobile internet, a média era de 10 horas semanais em dezembro de 2009 e cresceu para 13 horas semanais no mesmo período em 2010.



Meio de comunicação essencial – A pesquisa revelou que mais da metade das usuárias não viveria sem Internet atualmente. O celular aparece em segundo lugar no ranking mostrando do que é essencial no dia a dia das mulheres. A união dos dois meios de comunicação representa uma potente arma para facilitar as atividades femininas, possibilitando, muitas vezes, amenizar a sensação de perda de tempo no deslocamento entre casa e trabalho, em filas etc.



Redes sociais e blogs – Noventa por cento das mulheres usuárias de internet disseram ser cadastradas em alguma rede social, como Orkut, Facebook, MSN ou Twitter. Os blogs também aparecem em destaque e são cada vez mais acessados, com papel importante no crescimento desta categoria da pesquisa. Do total de mulheres entrevistadas, 53% acessam as redes sociais pelo menos uma vez por dia, gastando, em média, duas horas.

Apesar do nível de maturidade de certos veículos de comunicação, ainda existem outros que apresentam crescimento de penetração e tempo de consumo elevados. A tendência é que esta mídia continue crescendo nos próximos meses, visto que o grande bloqueio no acesso, como preços dos pacotes de dados e dos handsets apropriados, está sendo removido. Com isso, já é possível observar que o número de mulheres que acessam a internet pelo celular está aumentando, bem como o tempo de navegação.


http://www.sophiamind.com/pesquisas/consumo-feminino-de-midia-entre-2009-e-2010/




Consumo feminino x impulso

Com o crescente aumento das linhas de crédito, o poder aquisitivo dos brasileiros está cada vez maior, principalmente da classe C. Nesse contexto, as mulheres invariavelmente vão às compras mais do que os homens. O que muitos não sabem – ou não compreendem – é que o impulso ao consumo pode ser hormonal. Ou seja, a atuação dos hormônios no organismo provoca uma química cerebral capaz de influenciar o consumo.




‘Se estiver ovulando não vá ao shopping’ é o título de um livro esclarecedor, divertido e dedicado às mulheres. Em uma linguagem bem simples, o autor Pedro Camargo mostra como o cérebro feminino, seus hormônios, neurotransmissores, genes e hereditariedade influenciam o comportamento de compra e de consumo delas.



Em entrevista ao Jornal Exclusivo, o autor explica como a química cerebral influencia o consumo feminino. Pedro Celso Julião de Camargo é mestre em educação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP), com pós-graduação em Comunicação de Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing de Campinas (ESPM), graduado em Direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Consultor, conferencista e professor de pós-graduação em Neuromarketing e Biologia do Comportamento do Consumidor.



Jornal Exclusivo - O consumo feminino vem aumentando à medida que aumenta o poder aquisitivo das mulheres?



Pedro Celso Julião de Camargo - Certamente que sim, quanto maior o poder aquisitivo, maior a disposição de compra. Mas não é só esse fator que influencia. A facilidade de ter cartões de crédito e de débito e também empréstimos facilitados (sem muita comprovação) contribuem para este aumento de consumo. São dois fatores ou vieses cognitivos que fazem isso: todo ser humano desconta o futuro, isto é, nosso cérebro ancestral se ocupa da sobrevivência, portanto, do agora, e não do futuro e os cartões de crédito e débito abstraem o processamento da ínsula, área cerebral que está ligada ao medo, portanto, não sofremos quando passamos o cartão, mas pagando em dinheiro nos atentamos para a perda.



Jornal Exclusivo - O que os lojistas precisam saber sobre as mulheres consumidoras para vender para este público?



Pedro Celso Julião de Camargo - Existem várias dicas de como vender mais para as mulheres. Uma das dicas é falar sempre ao ouvido direito da mulher, porque temos sentidos cruzados, ou seja, o lado direito do cérebro recebe informações diretamente do ouvido esquerdo e, ao contrário, o lado esquerdo do cérebro recebe informações vindas diretamente do ouvido direito. Eno lado esquerdo é que se encontram as áreas da compreensão da linguagem. Portanto, se você falar no ouvido direito vai direto para o lado esquerdo e pode aumentar em até 45% a eficiência na venda.



Jornal Exclusivo - De que forma esse público espera ser recebido e atendido no ponto de venda?



Pedro Celso Julião de Camargo - O ponto de venda é o local onde tudo acontece. Só lá temos o comprador, o produto e o dinheiro juntos. A relação das pessoas com o ponto de venda está relacionada às áreas mais primitivas do cérebro e, portanto, é preciso entendê-la e criar oportunidades em torno deste fato. Por exemplo, lojas que tenham mobiliário com pontas irão ativar a amígdala da pessoa, o que significa medo, já com móveis arredondados as pessoas ficarão menos receosas, pois não oferecem perigo. Veja bem, essa é uma reação inconsciente, inata e irracional, portanto, o cliente não saberia dizer o que sente. Você precisa deixar que o cliente sinta-se como um caçador e não como uma caça, pois nosso cérebro ancestral trabalha em função de nos proteger da ameaça. Se o vendedor se atira, ele vira o caçador e o cliente a caça. Isso é perigoso demais. Saiba atender.

RETIRADO DO SITEhttp://www.exclusivo.com.br/Noticias/60900/Consumo-feminino-e-o-impulso.eol

Os hábitos que marcam o consumo feminino no Brasil, segundo o Ibope

O Ibope divulgou um apanhado de pesquisas de consumo comparando as atitudes e opiniões de homens e mulheres. A partir dos percentuais divulgados pelo instituto, criamos um índice comparativo dos hábitos de consumo feminino e masculino. Ele leva em conta as diferenças de comportamento entre o sexos e a frequência com que cada um deles desenvolve seus hábitos.


A escala varia de 0 a 10: quanto mais próxima de 10, mais feminino. Se a diferença entre homens e mulheres é grande e o hábito é muito frequente, o valor fica mais perto das pontas. Quando ambos os sexos compartilham a experiência com a mesma intensidade, o valor tende a ficar próximo a 5. Clique no gráfico abaixo para ampliar.



As mulheres gostam mais de comprar, prestam atenção no que compram, comparam preços, buscam se informar sobre os produtos, pedem referências e estão mais aberta a experimentar novas marcas e lançamentos.

Na hora de consumir, os homens priorizam a praticidade e tudo que está associada a ela. Preferem as compras pela internet ou, se tiverem que ir a algum lugar, que seja um shopping, onde podem encontrar produtos diferentes em um lugar só. Comparam menos os preços e se informam menos sobre os produtos. São mais conservadores com marcas: mudam menos.

Com relação à saúde, embora os homens digam praticar esportes com mais frequência do que as mulheres, eles têm hábitos muito menos saudáveis em praticamente tudo: se preocupam pouco com o que comem, só vão ao médico em último caso, estão menos preocupados em controlar o peso, em suma, se cuidam minimamente.

Essas diferenças de comportamento entre homens e mulheres têm consequências. Não é por acaso que a taxa de mortalidade é significativamente mais alta na população masculina e a esperança de vida ao nascer é maior entre as brasileiras do que entre os brasileiros.

Tags: consumo, demografia, ibope, pesquisa

http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2011/03/10/os-habitos-que-marcam-o-consumo-feminino/

O SEGREDO DOS 4 PS FEMININOS

Por Stella Kochen Susskind




Mulheres sempre encontram prazer em comprar; elas adoram a “comproterapia”! Será que essa máxima, repetida à exaustão pelos homens, tem algum fundo de verdade? A experiência profissional e emocional, coordenando um exército de clientes secretos no Brasil e no exterior, ensinou-me que as consumidoras, sobretudo as brasileiras, têm um conjunto de características que ultrapassam as fronteiras dos esteriótipos apregoados. Em pesquisa recente com mulheres de 35 anos a 60 anos, realizada pela Shopper Experience em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, colocamos em debate os motivos que determinam a compra. Embora o emocional seja extremamente relevante no consumo feminino, o elemento determinante é a presença dos quatro “Ps” – paquera, pesquisa, pechincha e prazer.


A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como apresentação da loja, abordagem de venda e adrenalina da novidade. Na pesquisa, a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”. A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação embrionária… No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas. Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.



Em todas as pesquisas, um axioma impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade, peça-chave para a construção de uma relação duradora entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento. É nesse contexto que entra um quinto P – o pré-atendimento.



As mulheres que participaram da pesquisa da Shopper Experience não economizaram elogios ao pré-atendimento, ou seja, aos vendedores que se apresentam com cortesia, colocando-se à disposição para ajudar. A partir dessa apresentação simples e eficaz, esse profissional cede espaço para a “paquera”, para aquele primeiro “P” que desencadeará todo o encantamento que envolve uma experiência de compra perfeita; uma experiência que envolve conquista, prazer, alegria, surpresa…



Mais do que tudo, é preciso abrir mão da lógica cartesiana para entender que o aspiracional feminino pode ser objetivo e prático, sem perder a emoção que permeia cada etapa da compra. Essa é a singularidade feminina, mostrando que o prazer não é inerente a ou um atributo de todo tipo de compra. As mulheres são mais elaboradas do que essa visão simplista. Saiba que a mulher que está paquerando a vitrine pode desistir desse “namoro” a qualquer momento se associar o atendimento ao descaso do objeto de desejo. As mulheres sabem que as paixões são efêmeras…

Pioneira no Brasil na avaliação do atendimento ao consumidor por meio do “cliente secreto”, Stella Kochen Susskind preside a Shopper Experience, empresa de pesquisa que representa uma evolução do modelo. Contando com uma equipe expert no assunto e com o know-how de 20 anos gerindo pesquisas com secret shopper e de satisfação, a empresa tem por ferramenta uma rede formada por mais de 20 mil clientes secretos no Brasil e exterior – equipe frequentemente treinada e renovada, que possui diferentes perfis e hábitos de consumo. Com produtos diferenciados, a Shopper Experience atua com Customer Experience, Secret Shopper (cliente secreto) e Workshop in Company, e busca trazer conhecimento sobre a experiência dos clientes com produtos e marcas.


Tags: Co:nsumo, Hábitos de consumo, Dia internacional da mulher

retirado do site http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/402/o-segredo-dos-quatro-ps-do-consumo-femininoacesso em 26 de maio

Mirian Goldenberg - "A mulher de 50 quer ser desejada

A autora de Coroas afirma que as brasileiras sofrem quando deixam de ser paqueradas nas ruas


Martha Mendonça

Como a mulher de 50 anos se enxerga hoje? Para responder a essa pergunta, a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entrevistou brasileiras, alemãs e espanholas. O resultado dessa investigação chega às livrarias na próxima semana sob o título Coroas. Estudiosa de gênero e corpo, Mirian já lançou livros provocadores como A Outra, Infiel e O Corpo como Capital. Seu novo trabalho mostra que as mulheres de 50 anos se equilibram entre duas forças: de um lado, há o peso dos anos. De outro, a conquista da liberdade – inclusive a de não ter obrigação de provar nada. Para Mirian, as mais realizadas são aquelas que não deixam o tempo atropelar os projetos individuais – e as que gostam do corpo, com suas imperfeições e mudanças.



ENTREVISTA - MIRIAN GOLDENBERG



QUEM É

Nascida em Santos, São Paulo, mora no Rio de Janeiro, é doutora em Antropologia Social, tem 51 anos



O QUE FAZ

É professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro



O QUE PUBLICOU

Toda Mulher É Meio Leila Diniz, Os Novos Desejos, O Nu e o Vestido, De Perto Ninguém É Normal, Infiel, A Outra, Notas de uma Antropóloga e O Corpo como Capital





ÉPOCA – O que vai pela cabeça de uma mulher de 50 anos hoje?

Mirian Goldenberg – As questões que mais preocupam as brasileiras são a decadência do corpo e os homens. O corpo aparece de duas maneiras: problemas de saúde como artrites e dores na coluna e, especialmente, com relação à aparência. Essas mulheres não são mais jovens e raramente são magras, ficando longe do padrão valorizado – o que constitui um problema. Em relação aos homens, as solteiras ou separadas queixam-se das mesmas coisas das de 30 ou 40 anos: a dificuldade de encontrar parceiro. Dizem que os interessantes estão casados. As casadas queixam-se das faltas de seus maridos – falta de sexo, de companheirismo ou de dinheiro.





ÉPOCA – Nenhuma está satisfeita?

Mirian – As mais satisfeitas são as casadas há muito tempo, que já passaram pelas cobranças dos papéis de esposa e de mãe, e vivem, com mais liberdade e prazer, a relação com o companheiro. São raras, mas encontrei algumas. Elas se queixam menos da idade e usufruem o momento com mais liberdade para “ser elas mesmas”, como me disseram.





ÉPOCA – Como elas lidam com a sexualidade, sejam solteiras ou casadas?

Mirian – Uma queixa recorrente que encontrei, aqui no Brasil, foi o tratamento de “senhora” e também o fato de não serem mais paqueradas na rua. Elas gostariam de continuar a ser chamadas de “gostosa”, sentem falta de os homens não olharem mais para seus corpos. Essas mulheres continuam querendo ser desejadas – mais até do que desejam o sexo em si. Isso vale tanto para as solteiras quanto para as casadas. Foi interessante observar que algumas mulheres disseram que se sentem mais livres sem um homem, por não terem que satisfazer o desejo masculino. Disseram estar cansadas de fazer sexo, que com a idade vem também a libertação dessa obrigação.





ÉPOCA – Qual é a importância do casamento na vida dessa mulher?

Mirian – Eu criei o conceito de “capital marital” ao descobrir que ter um marido é considerado um verdadeiro bem para as mulheres de mais de 50. As casadas sentem-se duplamente poderosas: primeiro, por ter um marido num mercado em que ele é cada vez mais raro. Segundo, porque acreditam que o marido depende delas, afetiva e psicologicamente. É algo que as faz sentir importantes. “Ele não sabe fazer nada sem mim” ou “Ele me liga 20 vezes por dia” são frases que muitas repetem. Numa cultura como a brasileira, em que o valor feminino está atrelado à figura masculina, num universo em que a mais importante forma de reconhecimento é ser desejada por um homem, “o marido” é um capital extremamente valorizado e a prova definitiva do sucesso feminino. Sua ausência é vista pela maioria como fracasso. Mesmo que o casamento, na prática, não seja feliz.





ÉPOCA – Elas têm preconceito em relação a homens mais jovens?

Mirian – Isso está mudando. Muitas ainda têm medo de assumir uma relação com homens mais jovens porque temem a opinião dos outros ou têm medo de ser abandonadas no futuro. Quanto mais capital tem uma mulher, quando não investe apenas no corpo e na sexualidade, mais é livre para assumir ou não assumir relações das mais diferentes maneiras. Nesse sentido, a velhice está sendo reinventada por toda uma geração de mulheres que não aceitam mais as classificações que lhes são impostas socialmente.

Criei o conceito de ‘capital marital’ ao descobrir que ter um marido é considerado um verdadeiro bem para as mulheres de mais de 50

ÉPOCA – Há medo da solidão, mas, ao mesmo tempo, sensação de liberdade?

Mirian – Sim. Não imaginei encontrar a extrema valorização da liberdade que encontrei. Muitas mulheres me disseram que esta é a fase da vida em que se sentem mais livres. Depois que passaram por todas as obrigações, como cuidar do marido, dos filhos, muitas vezes fazer sexo sem vontade, elas dizem que podem, pela primeira vez na vida, ser “elas mesmas”, ter os próprios projetos, cultivar as amizades, ter mais prazeres. Outro fato que me surpreendeu é que elas quase não falam dos seus trabalhos, filhos ou netos. Falam muito sobre o próprio corpo, o marido (ou a falta dele) e as amizades. Eu imaginava que o trabalho e a família teriam um peso maior na vida dessas mulheres, mas isso quase não aparece em seus depoimentos.

ÉPOCA – No que as mulheres brasileiras diferem das alemãs de 50 anos que você pesquisou?

Mirian – As alemãs não estão tão preocupadas com o corpo, a aparência e muito menos com a falta ou ausência dos homens em suas vidas. Elas se preocupam muito mais com a realização profissional, com o poder que conquistaram, com o respeito que sentem por sua inteligência, idéias, personalidade. As alemãs me pareceram muito mais ligadas à qualidade de vida que conquistaram. Casa, viagens, amizades, programas culturais. Não se sentem velhas, mas mais maduras, seguras, confiantes. Não parecem ter medo da solidão e a liberdade é algo extremamente valorizado, não apenas aos 50, mas desde sempre. Acham falta de dignidade uma mulher querer ser mais jovem do que é. Também não se preocupam em ser sexy. Parecem muito mais poderosas que as brasileiras. No Brasil, observei mulheres poderosas objetivamente, mas aparentando ter uma subjetividade “miserável”, sentindo-se menos “capitalizadas” por estar envelhecendo. Lá, não percebi esse descompasso. Aqui, o envelhecimento é vivido como um momento de perda de capital do corpo e da sexualidade. Lá, como um momento de colheita.

ÉPOCA – Que tipo de mulher costuma ter mais problemas com o envelhecimento?

Mirian – As que só olham para o que estão perdendo. As que se comparam às mulheres de outras faixas etárias ou a si mesmas no passado. As que se agarram aos modelos preconcebidos do que deve ser uma velha.

ÉPOCA – Quando é que a mulher de 50 anos é mais feliz?

Mirian – Quando tem um projeto próprio que não começa aos 50, mas muito antes. Quando percebe o envelhecimento como uma continuidade desse projeto e não como uma ruptura ou como um momento de mudanças. Quando não aceita as classificações e os estigmas sociais e faz da própria vida uma permanente invenção. Quando gosta de seu corpo com suas imperfeições e mudanças. Quando não se paralisa ou quer imitar modelos de corpo, comportamento e desejos dos mais jovens. Quando não tem preconceitos ou modelos muito rígidos de ser homem e ser mulher, ser velho e ser jovem. Quem sabe a geração dos anos 60, que reinventou a sexualidade, o corpo, as novas formas de conjugalidade e de casamento, as novas famílias, as novas formas de ser mãe e pai, vai também inventar uma nova forma de envelhecer? É uma geração que pode optar por não se aposentar de si mesma. Que não aceitará uma identidade coletiva que sempre rejeitou e contestou.
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI14991-15295,00-MIRIAN+GOLDENBERG+A+MULHER+DE+QUER+SER+DESEJADA.html
UMA MULHER QUE TEM MUITO A DIZER PARA AS MULHERES . COMENTEM... COMPARTLHEM


Amenize as rugas com a fonoaudiologia estética


Creme antienvelhecimento, peeling, botox, cirurgia plástica. Estes são alguns dos recursos atualmente existentes para prevenção ou tratamento das rugas. Mas, que tal adiar a utilização destes procedimentos? Ainda pouco conhecida, a fonoaudiologia estética é uma alternativa natural e não invasiva de rejuvenescer. “Toda vez que comemos, engolimos, falamos e expressamos nossos sentimentos através de nossas fisionomias fazemos inúmeras contrações com os músculos da face. Com o passar do tempo e a chegada do envelhecimento, essas caretas repetitivas acabam por vincar a nossa face, esculpindo as tão temidas rugas de expressão´´, explica a fonoaudióloga especialista em Motricidade Orofacial, Juliana Lepri.




A profissional aplica o método MZ, criado pela fonoaudióloga Magda Zorzella, que tem como princípio “alongar, relaxar e suavizar” a musculatura orofacial. “Tonificamos o que está flácido e relaxamos o que está contraído”, resume Juliana. Para tanto, são utilizados no tratamento alongamentos, massageadores para ativar a circulação sanguínea da face e movimentos específicos visando à suavização e relaxamento da musculatura facial. A fonoaudióloga ressalta que não se trata de ginástica facial. “A musculatura facial é a mais delicada do corpo humano e ao longo da vida já a tensionamos para realizar as funções de mastigação, deglutição, articulação, fala e expressão. A fonoaudiologia estética busca novos equilíbrios funcionais objetivando a diminuição de excesso e movimentos desnecessários”, diferencia a profissional. É o caso, por exemplo, do posicionamento incorreto da língua, que pode acentuar a papada e a mastigação unilateral que provoca assimetria facial. Aprender a maneira correta de falar e deglutir, além de trazer qualidade de vida, vai deixar o rosto mais harmonioso.



Tratamento

A técnica baseia-se em uma minuciosa avaliação das funções orofaciais do paciente, a fim de detectar hábitos e posturas inadequados que estejam contribuindo para o envelhecimento. O programa composto por dez sessões é formatado de acordo com as necessidades de cada um. A técnica é recomendada para homens e mulheres a partir dos 26 anos e não há limite máximo de idade.

Mas, assim como a ginástica para o corpo, é preciso que a prática seja frequente para que bons resultados apareçam. “Costumo dizer que a eficácia do tratamento está literalmente nas mãos do paciente, já que ensino a técnica para que ele cuide do próprio rosto”, argumenta Juliana.

Serviço

Juliana Lepri - fonoaudióloga especialista em Motricidade Orofacial com atuação em Fonoaudiologia & Estética da Face (Método MZ)
RETIRADO DO SITE: http://www.planetasercomtel.com.br/para-voce/125341/amenize-as-rugas-com-a-fonoaudiologia-estetica.html

NÃO FALTAVA MAIS NADA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! COMENTE....

Apresentador expulsa "Barbie Humana"



Anderson Cooper se irritou com Sarah Burge

Da Redação entretenimento@band.com.br

Sarah Burge, britânica conhecida como "Barbie Humana" por causa de suas inúmeras cirurgias plásticas, irritou o apresentador de TV Anderson Cooper ao falar sobre a aplicação de botox em adolescentes.
Durante sua participação no programa de Cooper, Sarah, mãe de três filhos, contou que sua filha de 15 anos usava a substância botulínica.
Segundo Burge, a adolescente não queria suar. “Você não vê Beyoncé suando no palco", tentou explicar.
Visivelmente alarmado, o apresentador rebateu prontamente: “Na verdade, sim, você vê.”
Após Sarah contar que ela própria aplicava botox na filha, Anderson Cooper decidiu encerrar a entrevista.
“Honestamente, tenho que parar. Tento ser educado com todos meus convidados. Simplesmente acho que você é terrível e, honestamente, não quero mais falar com você”, disse o apresentador.
Diante da declaração de Cooper, Sarah se levantou e deixou o palco.

http://www.band.com.br/entretenimento/tv/noticia/?id=100000505527

Proata ministra curso sobre transtorno alimentar .

Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria está com vagas abertas para curso de atualização na área de transtornos alimentares




O Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria está com vagas abertas para o “10º Curso de Atualização em Transtornos Alimentares e Suas Interfaces”, que é organizado e ministrado pelos profissionais do Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares (Proata). Com o intuito de contribuir com a formação do profissional de saúde e educação, os módulos abordarão temas como anorexia nervosa, compulsão alimentar, vigorexia, ortorexia e obesidade, além de temas ligados à prevenção.



Atualmente, os transtornos alimentares atingem várias faixas etárias da população, desde a pré-adolescência até a idade adulta, trazendo prejuízos importantes nos aspectos físicos e psicológicos e que acarretam danos na qualidade de vida. Por isto, é fundamental que os profissionais procurem se aperfeiçoar cada vez mais.



O próximo módulo acontece nos dias 01 e 02 de junho e irá abordar o tratamento da anorexia nervosa dentro de uma abordagem multidisciplinar, incluindo as internações ambulatoriais e intensivas da anorexia nervosa. O curso tem duração até dezembro de 2012.



http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=75738:-proata-ministra-curso-sobre-transtorno-alimentar&catid=47:cat-saude&Itemid=328


domingo, 20 de maio de 2012

Mulher de Cachoeira diz ter recusado convite

A mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Andressa Alves Mendonça, 30 anos, confirmou a fama de musa da recém-instalada CPI do Cachoeira. Andressa garante que foi convidada pela revista “Playboy” para posar nua, mas disse que recusou o convite

— Eu fui convidada. Mas não vou dar esse gostinho, não! Deixa só para o Cachoeira. Eu contei do convite e ele gostou, morreu de rir.



O escândalo que envolve o futuro marido de Andressa — os dois planejam casamento para quando ele sair da prisão — veio à tona durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.



Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso em fevereiro deste ano após diversas escutas telefônicas mostrarem conversas suspeitas entre ele e um grupo de políticos e empresários.



“Não durmo mais e só choro”, diz mulher de Cachoeira



Ex-mulher do suplente de Demóstenes trocou político pelo bicheiro



Com a crise política, o Congresso se viu obrigado a instalar uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar as relações do bicheiro com parlamentares.



Em entrevista ao jornal carioca O Globo, Andressa disse que vai estar ao lado do futuro marido no dia 15 de maio, quando está previsto seu aguardado depoimento no Congresso.



Segundo Andressa, Cachoeira “está em paz, muito bem, muito equilibrado”. Ela disse ainda que seu namorado está muito bem orientado pelos seus três advogados.



— Eu tenho certeza de que ele não quer prejudicar ninguém. Ele não é uma pessoa fria. Mas também não está nervoso.



Musa



Apesar do convite para posar nua, Andressa disse que “não gosto dessa história de musa”.



— Não gosto dessa história de musa. Sou uma pessoa focada, uma mãe de família que está lutando para ver o companheiro fora disso tudo o mais rápido possível. O Carlinhos gosta, mas acho que eu não sou fotogênica.



Andressa afirmou ao jornal que agradeceu à revista o convite para posar nua, mas disse que o papel dela “não é esse”.



Ela disse ainda que visita o namorado na penitenciária da Papuda, em Brasília, e que o vê apenas pelo vidro.



Apesar da distância e do escândalo, que corre o país, Andressa se disse otimista com relação a um final feliz.



— Estou muito otimista que logo, logo tudo se resolverá. Quando a gente conversa, ele diz que vai acabar tudo bem.



Andressa e Cachoeira estão planejando se casar quando ele deixar a cadeia, mas, apesar disso, Andressa admite que a união civil poderá ocorrer na penitenciária.



— Existe essa possibilidade de a gente se casar na cadeia.


RETIRADO DO SITE: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/mulher-de-cachoeira-diz-ter-recusado-convite-para-posar-nua-e-que-ainda-planeja-o-casamento-20120505.html
COMO DIRIA GIBA 1, ESTE PAÍS É UMA PANDEGA.
O QUE VOCÊ ACHA DISSO?




Eva Green diz ser um patinho feio de Hollywood

Atriz está mais consciente da sua idade por causa das mulheres que fazem cirurgias plásticas

AC / 2012-05-04

A atriz Eva Green diz sentir-se um patinho feio de Hollywood apesar de ser uma estrela de cinema, aparecer nas revistas de moda e reunir muita atenção dos media.



«Não é apenas o aspeto físico ou a beleza da pessoa. No mundo do cinema, quem faz cirurgias plásticas e botox deixa os outros muito mais conscientes das suas idades. É terrível. Em Los Angeles sinto-me como um patinho feio», revelou a atriz para a revista «InStyle».



Eva Green é a capa da edição de junho «In Style». Na entrevista que acompanha a sessão fotográfica a atriz também refere que a maioria dos papéis que desempenha não são da típica namorada, mas sim de personagens mais negras e complexas.
A atriz vai entrar em «Dark Shadows», o mais recente filme do realizador Tim Burton e com Johnny Depp e Michelle Pfeiffer.

RETIRADO DO SITE: http://www.tvi24.iol.pt/cinebox/eva-green-revista-capa-in-style-hollywood-patinho-feio/1345828-4059.html ACESSO EM 20 DE MAIO




MARIA MONTESSORI, UMA MULHER, UMA HISTORIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Pedagoga revolucionaria o método pedagógico da Itália e exportaria o sucesso para todo o mundo


No dia 6 de maio de 1952, morre em Noordwijk aan Zoe, na Holanda, a grande educadora, médica e feminista italiana Maria Montessori.


Nasceu em 31 de agosto de 1870, em Chiaravalle, numa família fervorosamente religiosa. Foi a primeira mulher na Itália a se graduar em medicina, contrariando os costumes atribuídos às mulheres àquela época. Venceu uma a uma as resistências. Havia nela um desejo de servir à humanidade e suas iniciativas modelavam uma carreira brilhante.
Diplomada em 1896, interessava-se, sobretudo, pelas doenças do sistema nervoso. Aos poucos foi se especializando em crianças com desequilíbrio mental. Travou conhecimento com os trabalhos de Ittard que, à época da Revolução Francesa, tivera de educar um deficiente mental de oito anos alcunhado de o Selvagem de Aveyron. Passou depois a estudar Edouard Séguin e seu livro Hygiene et éducation des idiots et autres enfants arriè res.

Em 1898, em Turim, Montessori defendeu a tese de que os deficientes precisavam muito menos da medicina do que de um bom método pedagógico. Assegurava que as esperanças de qualquer desenvolvimento estavam no mestre, não no clínico. Era necessário que se criasse um ambiente que ajudasse o aluno. Não deveriam ser meramente internados em casas de saúde.
Guido Baccelli, ministro da Instrução Pública, convidou-a para viajar a Roma para uma série de conferências, nas quais acabou despertaram grande interesse do público e conquistando boa parte das opiniões. Foi então fundada uma Escola Ortofrênica, que servia de internato para crianças com deficiência e também preparava novos professores. Na nova instituição, a personalidade do mestre enriquece-se no contato com o aluno.

Nas viagens que fez a Paris e Londres, notou que as escolas especializadas superavam as tradicionais. Para ela, só havia uma explicação: as escolas normais estavam mal organizadas, os métodos eram péssimos e sacrificavam todas as possibilidades que a natureza tinha propiciado à maior parte das crianças. Lançou-se à gigantesca tarefa de melhorar o ensino infantil.
Passa a frequentar aulas de psicologia experimental e de pedagogia. Percorre as escolas elementares da Itália, investigando os métodos convencionados. O interesse demonstrado pelas questões de educação levou o ministro a nomeá-la para a cadeira de antropologia pedagógica de Roma. É fundada uma Escola Normal, com classes experimentais por onde passariam alunos e mestres.



Os obstáculos postos pela educação conservadora eram muitos, mas ela não desanimou. Surge a grande ocasião: uma empresa italiana que construía prédios populares pediu, em 1906, que ela ajudasse a resolver o problema dos pais que saiam cedo para o trabalho e deixavam as crianças sozinhas. O barulho incomodava os vizinhos e os estragos aos imóveis eram grandes. Se estivesse disposta a assumir o cuidado daquelas crianças, o empresário estava pronto a pagar um bom salário para toda sua equipe.

Montessori anteviu as vantagens excepcionais da oferta. Em primeiro lugar, não se tratava de uma escola regulamentar com toda a sua burocracia curricular. Em segundo lugar, os pais não seriam tentados a intervir no seu funcionamento. Assim, se o método desse resultado, sua aplicação teria duas vantagens importantes: baixo custo e benefícios para as camadas mais pobres da população.

O regulamento era muito simples. Eram admitidas quaisquer crianças com idade entre três e sete anos, sem nenhum dispêndio para os pais. A única exigência era que os responsáveis se comprometessem a mandá-las pontualmente, lavadas e com roupas limpas. Também deveriam informar o comportamento delas em casa e acatar os conselhos dados pelos professores.



A primeira Casa dei Bambini abriu em Janeiro de 1907, com instalações modestas mas, ainda assim, capazes de dar a Montessori o espaço necessário para suas experiências. Foram tão bons os resultados que a empresa inaugurou uma segunda em 7 de Abril e, pouco depois, uma terceira. Quatrocentas escolas Montessori seriam o bastante para impor o método em toda a Itália e, depois, ao resto do mundo. Os educadores visitavam as Case dei Bambini, regressando entusiasmados. Professores guiavam-se pelas normas montessorianas que vinham a aprender nas visitas às Case.

Teresa Bontempi introduziu-as na Suíça e as escolas infantis deixaram Froebel por Montessori. Pouco depois foi fundada uma escola na Argentina e, em 1910, o método penetrou nos EUA. Em 1911, abriu-se uma escola em Paris e, em 1913, constituiu-se na Inglaterra uma sociedade Montessori. Em 1914, ela publicaria Pedagogia Científica, obra em que expôs os princípios e a didática de seu método.
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/21647/hoje+na+historia+1952+-++morre+a+educadora+italiana+maria+montessori.shtml


UMA MULHER QUE LUTOU E VIBROU COM A EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS.
SERÁ QUE TEMOS ESTA PREOCUPAÇÃO HOJE EM DIA?
DÊ SUA OPINIÃO?



Viciado no seu smartphone ? Prepare-se para fazer uma plástica


De acordo com especialistas em estética, o crescente uso de smartphones e laptops em nossa sociedade tem aumentado o número de casos de “papada” e bochechas caídas entre os usuários desses dispositivos. Isso aconteceria porque, para utilizar os aparelhos, as pessoas inclinam o rosto para baixo, fazendo com que a gravidade haja sobre as suas peles.



O fenômeno, chamado de “smartphone face” (ou rosto de smartphone), é apontado como uma das principais causas do recente aumento no número de cirurgias plásticas no queixo. Segundo dados da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS, na sigla em inglês), esse é o tipo de cirurgia que mais cresce nos Estados Unidos, sendo que em 2011 o seu crescimento superou o de implantes nos seios, lipoaspirações e botox combinados.



Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, o médico Mervyn Patterson, do Woodford Medical Group, afirmou que o mal também pode ser causado pela postura incorreta das pessoas. “Se você se sentar por horas com a sua cabeça levemente inclinada para frente, seja para visualizar a tela de seu iPhone ou de seu notebook, a força gravitacional sobre a região das bochechas aumenta, ocasionando as famosas bochecas caídas”, explicou.



Como o número de pessoas que trabalham com computadores e laptops tende a aumentar, a previsão é que o problema atinja ainda mais pessoas no futuro. Para evitar isso, os médicos recomendam que as pessoas atentem para a postura e que evitem inclinar a cabeça para baixo na hora de utilizar o seu smartphone.



Fonte: Daily Mail

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/celular/23686-viciado-no-seu-smartphone-prepare-se-para-ter-de-realizar-uma-plastica.htm#ixzz1vQkE4vec
VAMOS VOLTAR AO TELEFRAFO , A MAQUINA DE ESCREVER
DÊ SUA OPINIÃO

Quando leio livros de mulheres muçulmanas a viver no meio daquela repressão misógina, fico sempre com uma ideia mui científica na cabeça: o radicalismo islamita é a vingança das feias; boa parte das mulheres - a parte feia - apoia a repressão lançada sobre o corpo feminino. É como se estivessem a gritar "elas, as barbies, as bonitinhas, as boazonas, vão ver como é, ai vão, vão". Para confirmarem esta tese altamente científica, sugiro a leitura de O Preço da Liberdade, de Camelia Entekhabifard (n.1973), uma das mulheres iranianas que abanou o regime dos Ayatollah obcecados com as curvas femininas.



Após a revolução de 1979, a escolinha de Camelia foi varrida pela revolução misógina. A maquilhagem foi banida e até os pequenos espelhos foram proibidos (o batom é uma arma de destruição massiva). Volta e meia, Camelia e as amigas tinham de levantar o véu para mostrar se tinham depilado as sobrancelhas ou pintado o cabelo. E, neste ponto, o grau de fanatismo passava para o lado da comédia: como é visível, Camelia tem um cabelo com muito brilho e as professores não acreditavam que Camelia não pintava o cabelo; naquelas cabeças, aquela beleza capilar só podia resultar de uma ímpia visita a um cabeleireiro clandestino. Convocada para o tribunal capilar, a mãe de Camelia jurava que aquele era o cabelo natural de Camelia, mas as guardas da revolução não acreditavam (até porque Camelia é um nome de uma galdéria ocidental). Ora, com a previsibilidade das cadelinhas de Pavlov, as alunas que aceitavam e defendiam esta repressão eram aquelas que ostentavam um "buço no lábio superior". O buço era um sinal de devoção.



A brigada do buço continuou a marcar a vida da nossa heroína. Quando cresceu, Camelia ingressou no jornalismo reformista. Resultado? Foi presa. Já na prisão, a sua lingerie causava raivas babilónicas nas guardas prisionais, que, como é óbvio, partilhavam um buço devoto, farto e colectivo. E - pior ainda - estas mulheres pareciam concordar com a atitude dos machos, aquela atitude do ela-estava-a-pedi-las. Numa fila do cinema, Camélia sofreu um gang bang de apalpões por parte de um grupo de soldados. Camelia não podia apresentar queixa, porque as guardiãs da revolução iriam considerar que a culpa era dela, e não dos soldados. Moral desta história? Depois de ler mais este diário persa, reforcei uma ideia muito cá de casa, uma ideia mui científica: o islamismo misógino é uma espécie de máfia dos mal-amados e das mal-amadas, para usar um eufemismo publicável.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-vinganca-das-feias=f726610#ixzz1vQgnzjUR
retirado do site: http://expresso.sapo.pt/a-vinganca-das-feias=f726610 acesso em 20 de maio
VAMOS ENTENDER ESTA HISTÓRIA ?

Faramarz Beheshti: "Vi uma iraniana segurando uma bola de rúgbi. Achei que seria incrível fazer um filme"

O cineasta iraniano registrou as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no Irã para praticar um esporte tipicamente masculino – o rúgbi. Por meio do esporte, o filme conta as restrições vividas pelas mulheres no país


RAFAEL CISCATI




Cena do filme Salam Rugby. As mulheres são obrigadas a usar várias

camadas de roupa para jogar. (Foto: Divulgação)





O documentarista Faramarz Beheshti morava na Nova Zelândia, em 2006, quando, por acaso, encontrou uma foto curiosa de seu país natal, o Irã: uma mulher jogando rúgbi. "Imediatamente, pensei que seria incrível fazer um filme a respeito", diz. Extremamente vinculado à imagem de bruto e viril, o rúgbi é pouco praticado por mulheres ao redor do mundo. E menos ainda no Irã, uma teocracia islâmica onde as mulheres enfrentam crescentes restrições às práticas esportivas.

Com isso em mente, Beheshti filmou Salam Rugby (algo como "Olá, Rúgbi"), lançado em 2010. Fruto de dois anos de trabalho, o filme conta a história das poucas mulheres que jogam rúgbi no país e as dificuldades que enfrentam para praticar o esporte. E busca discutir uma questão maior: “Ele fala de rúgbi, mas fala também da situação de desigualdade imposta às mulheres iranianas pelas leis introduzidas com o advento da República Islâmica em 1979”, diz o cineasta.

Cena do filme Salam Rugby. As mulheres são obrigadas a usar várias camadas de roupa para jogar. (Foto: Divulgação)

A história do rúgbi iraniano remonta aos anos 1920, quando o esporte foi introduzido no país por funcionários de uma companhia de petróleo britânica. O número de adeptos sempre foi pequeno. Em 2004, no entanto, o órgão governamental responsável pelo esporte feminino organizou uma aula introdutória à modalidade – 24 mulheres compareceram. Desde então, cerca de 1000 mulheres já tiveram contato com o rúgbi no país, mas poucas puderam continuar a jogar.

Desde a Revolução Islâmica, em 1979, uma série de restrições passou a pesar contra as mulheres em diversos campos. As leis do país determinam que o depoimento de uma mulher tem metade do valor jurídico do depoimento de um homem; em caso de separação, a mulher jamais detém a guarda dos filhos; caso se envolva em um acidente de trânsito, a mulher nunca tem direito à indenização, ainda que não seja a responsável pelo incidente. Mesmo assim, por anos as mulheres iranianas desfrutaram de maior liberdade que as mulheres em outros países do Golfo Pérsico: as iranianas podem dirigir, praticar esportes e, ainda hoje, são maioria no ensino universitário. Além disso, são vaidosas: usam maquiagem e buscam formas mais criativas de usar o véu, deixando uma caprichosa franja exposta.

Segundo Beheshti, a situação se agravou a partir de 2004, com a ascensão de Ahmadinejad ao poder: “Quando Ahmadinejad foi eleito pela primeira vez [ em 2004], ele e Khamenei (líder supremo do Irã) decidiram começar um radical programa de ‘talibanização’, sem mencionar isso oficialmente”, diz Beheshti. A presença de mulheres em cargos públicos diminuiu, e sua presença em locais de competição passou a ser regulada, e completamente proibida em caso de competições masculinas.
Human Rights Watch pede que a Arábia Saudita seja banida dos Jogos de Londres Arábia Saudita desiste de enviar mulheres para os Jogos de Londres Os treinos de rúgbi passaram a ser monitorados e realocados para horários desagradáveis – muito cedo durante o inverno, ou ao meio-dia, no verão – quando homens não são autorizados a entrar no campo. Isso quase inviabiliza as competições e desestimula a prática do esporte – um dos times retratados por Beheshti disputou apenas duas partidas em sete anos de existência. Além disso, a parafernália usada durante as partidas não ajuda. Além do véu, a mulheres não podem mostrar qualquer nesga de pele das pernas e braços: “Nós usamos tanta roupa que mal dá para apanhar a bola”, diz uma das jogadoras.

Tais práticas discriminatórias entram em conflito com o passado persa do país, ainda parcialmente preservado no imaginário nacional. Segundo Beheshti, a sociedade persa era originalmente matriarcal e, ao longo da história, as mulheres ocuparam lugar de destaque na administração do poder. Além disso, os persas foram os criadores do cilindro de Ciro – um decreto imperial diversas vezes descrito como a primeira carta de direitos humanos da história, datando do século 6 a.C.

A atual truculência, portanto, provoca protestos: “Somos iranianos, com uma cultura de milhares de anos. Nós não vemos o outro sexo como presas sexuais. Foi a isso que meu país se reduziu?”, diz um dos treinadores de rúgbi entrevistado por Beheshti, obrigado a se afastar de sua equipe sob a acusação de promover a prostituição.

Em entrevista a ÉPOCA, Beheshti conta como foi filmar no Irã e critica o regime em voga. E diz que quer voltar a gravar no país: "Ainda desejo repetir a experiência, porque o Irã é um país muito bonito e os iranianos são, no geral, um povo muito amável".



ÉPOCA - Você chegou a dizer que seu filme não é “apenas um filme sobre rúgbi”. De que ele fala?

Faramarz Beheshti - Ele fala de rúgbi, mas fala também da situação de desigualdade imposta às mulheres iranianas pelas leis islâmicas introduzidas com o advento da República Islâmica em 1979.



ÉPOCA - Como surgiu a ideia de fazer o filme?

Faramarz Beheshti - Em 2006, vi uma imagem na internet de uma mulher iraniana segurando uma bola de rúgbi. Na época, eu vivia na Nova Zelândia e, imediatamente, pensei que seria incrível fazer um filme a respeito.



ÉPOCA - Quantas mulheres iranianas praticavam rúgbi na época?

Faramarz Beheshti - Cerca de mil mulheres tiveram contato com o esporte. Mas, quando Ahmadinejad chegou ao poder, as restrições aumentaram e os números começaram a cair. Várias províncias tiveram seu time desarticulado, como contou um treinador da cidade de Mashad. E a mesma coisa aconteceu em outras cidades, incluindo Teerã. Quando Ahmadinejad foi eleito pela primeira vez (2004), ele e Khamenei (líder supremo do Irã) decidiram começar um radical programa de “talibanização”, sem mencionar isso oficialmente. O modus operandi adotado incluía fazer acusações falsas em cada cidade, e usá-las como desculpa para fechar os treinos temporariamente. Isso é dito no filme, por diversas pessoas envolvidas no rúgbi, como os treinadores das cidades de Gorgan e Mashad, e por uma senhora da cidade de Esfaham, onde os treinos de rúgbi nunca mais foram autorizados.



ÉPOCA - No filme, as mulheres falam sempre das “forças de segurança”. A que elas se referem? Os treinos são sempre monitorados?

Faramarz Beheshti - A força de segurança mencionada no filme é a Herasat, uma divisão no interior do aparato de inteligência, que tem o dever oficial de proteger as instalações e edifícios do governo, e também seu perímetro. No Irã, esse aparato de segurança ganhou imenso poder e, como resultado, julga-se dono de um poder muito superior ao seu dever oficial. Quando Ahmadinejad começou sua campanha de “talibanização”, a Herasat exerceu papel fundamental na implementação das políticas adotadas. Foi a Herasat que começou os rumores de que o rúgbi era imoral.



ÉPOCA - Alguns treinadores foram proibidos de trabalhar e mesmo acusados de promover a prostituição. O que a Sharia (código de leis do Islamismo) diz a respeito do contato entre homens e mulheres?

Faramarz Beheshti - A Sharia é baseada em uma interpretação pessoal e nos eventos que cercaram a vida tribal do profeta Maomé, na Suna, na tradição. E essa é uma crescente fonte de problemas, em minha opinião. Porque ela tem sido considerada uma ordem direta de Deus, algo com o que não concordo. Há vários casos, por exemplo, em que sentenças de morte e outras punições bárbaras são tomadas como uma expressão da lei divina. Mas, se você ler o Corão, em vários versos fica muito claro que apenas Deus pode dar e tomar a vida. Para tornar essa ideia mais próxima da sua cultura, podemos dizer que o que vemos hoje é comparável à época em que o Vaticano controlava o mundo católico, e a Inquisição era justificada com argumentos divinos, o que resultou em crimes contra a humanidade.



ÉPOCA - Apesar das restrições impostas pela República Islâmica, as mulheres no Irã parecem usufruir de maior liberdade que aquelas vivendo em outros países do Golfo, como a Arábia Saudita. Quão livres são as mulheres iranianas para praticar esportes e conduzir suas próprias vidas? As coisas estão piorando?

Faramarz Beheshti - Historicamente, a sociedade persa era uma sociedade matriarcal, na qual as mulheres gozavam de grande liberdade e respeito. Se você estudar nossa história, verá que muitas mulheres foram líderes e ocuparam posições de comando. Em tempos modernos, elas usufruíram de direitos iguais aos dos homens e, em 1959, a Lei de Proteção à Família garantiu sua emancipação. Foi apenas a partir de 1979, com o advento do regime islâmico, que esses direitos começaram a desaparecer. Nos últimos 30 anos,elas viram aqueles direitos serem tremendamente reduzidos. A sharia, como introduzida em 1979, elimina o status das mulheres como seres humanos com direitos iguais, reduz as mulheres a escravas, dominadas por homens. O que mencionei em meu filme sobre a legislação no Irã (o depoimento de uma mulher, por exemplo, tem metade do valor do depoimento de um homem) não foi inventado por mim: são leis que de fato fazem parte da República Islâmica. As coisas pioraram, e devem piorar ainda mais, caso o sistema não seja mudado.



ÉPOCA - Salam Rugby foi seu primeiro filme. Quais foram as principais dificuldades que você enfrentou?

Faramarz Beheshti - Minha própria falta de experiência, e a neve que cobriu o Irã nos invernos de 2007 e 2008 e me forçou a parar a produção completamente por mais de seis meses. Viajar pelo Irã também não é fácil: você precisa ter seu próprio carro, o que eu obtive no segundo ano de filmagens. Obter as permissões da polícia para filmar também foi um desafio que precisei enfrentar muitas vezes. Mas, geralmente, a Federação de Rúgbi cuidava de pedir as autorizações.



ÉPOCA - Você nasceu no Irã, mas vive no exterior. Como foi voltar ao seu país para filmar?

Faramarz Beheshti - Foi bastante complicado no começo, porque o Irã tem uma legislação rígida em relação à produção de filmes. Foram necessários quase cinco ou seis meses até que eu encontrasse o caminho. No fim, eu só pude fazer o filme porque fui ajudado pelo pessoal da Federação Iraniana de Rúgbi, que assegurou todas as autorizações exigidas em troca de 2 anos de trabalho gratuito. Na verdade, tenho duas vezes mais material sobre rúgbi masculino do que feminino. Foram necessários dois anos e meio para fazer esse filme, mas preciso dizer que foram os melhores momentos da minha vida: pude ver meu país querido de uma maneira como nunca o havia visto. Ainda desejo repetir a experiência, porque o Irã é um país muito bonito e os iranianos são, no geral, um povo muito amável.



ÉPOCA – Como o filme foi recebido pelo público no Irã?

Faramarz Beheshti: Não pude voltar ao Irã desde que terminei as filmagens, então não sei o que os iranianos pensaram a respeito. Mas acho que esse é um filme que pode ser mais apreciado pelo público de fora do país.



ÉPOCA - Você acha que o rúgbi feminino no Irã ainda pode crescer?

Faramarz Beheshti - Quem sabe? Os sinais vindos do Irã dizem o contrário agora. Agora, estão até mesmo criando restrições para o acesso das mulheres ao ensino superior.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/05/faramarz-beheshti-vi-uma-iraniana-segurando-uma-bola-de-rugbi-achei-que-seria-incrivel-fazer-um-filme.html acesso em 20 de maio
UM FILME, UMA HISTORIA, UMA LUTA COINSTANTE.
MULHERES OCIDENTAIS NEM IMAGINAM PASSAR POR ISSO.
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EU AGUARDO

Como surgiu a moda?



Bruna Gonçalves

Do Diário do Grande ABC

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Desde a Pré-História o homem usa vestimentas. No início, eram feitas de folhas, peles e tecidos e serviam, principalmente, para proteger o corpo do frio e para enfeitá-lo. Com o passar dos anos, cada povo aperfeiçoou a forma de produzir as peças e desenvolver diferentes modelos.



Mas a moda - maneira de se vestir com o objetivo de diferenciar culturas, classes sociais e o homem da mulher - surgiu na Europa no século 15, durante a Idade Média. Naquele tempo, os nobres criavam roupas volumosas, feitas de tecidos caros, com o objetivo de se destacar. Artesãos eram responsáveis por confeccioná-las.



Depois que os burgueses (classe social formada por comerciantes) começaram a enriquecer, passaram a copiar o modo de as pessoas da corte se vestir. Era forma de mostrar que também tinham poder.



Os primeiros grandes destaques da moda foram o rei Luís XIV e a rainha Maria Antonieta, que viveram em épocas diferentes na França. Vaidosos, preocupavam-se muito com a aparência. Suas roupas chamavam a atenção de todos.



Para ter uma noção, o sapato de salto - que muitas mulheres gostam de usar - ganhou destaque porque o baixinho Luís XIV queria um calçado que o deixasse mais alto. Esse é exemplo de como influenciou a moda.



ALTA-COSTURA

Para diferenciar ainda mais os ricos das demais classes sociais, o costureiro inglês Charles Frederick Worth desenvolveu, no século 19, a alta-costura na França. Trata-se da produção de peças exclusivas, muito caras e para poucos clientes. Worth também criou roupas de acordo com as estações do ano. É o que, hoje, você vê na TV, lojas ou revistas como coleção primavera - verão e outono - inverno.



Com o tempo, estilistas apareceram e a moda se tornou uma indústria, passando também a fabricar peças em grande quantidade para toda a população.



Roupas mudam de acordo com a época



Moda é mais do que desfiles e modelos bonitas. Desde sua criação está ligada aos acontecimentos históricos de cada época. O modo de a mulher se vestir foi o que mais sofreu transformações ao longo dos tempos. De roupas volumosas e espartilhos (tipo de cinta que aperta a cintura), passou a usar trajes parecidos com os dos homens quando precisou trabalhar durante a Segunda Guerra Mundial, nos anos 1940. Com o término da batalha, as peças mais femininas e delicadas voltaram ao guarda-roupa.



Pode brincar de desfil

Quem nunca colocou roupa de um adulto? É natural ter vontade de imitar alguém que admira. A brincadeira, aliás, é importante; contribui para o nosso desenvolvimento e funciona como treino para o futuro.



Além disso, pode ser forma bacana de diversão. Uma dica é reunir os amigos e criar um desfile de faz de conta. Dá para pedir emprestado algumas peças e calçados dos pais, tios ou irmãos mais velhos.



Mas é preciso cuidado para não exagerar e transformar a brincadeira em realidade. Não é legal se vestir o tempo todo como adulto. Evite, por exemplo, muita maquiagem e roupas justas ou que não sejam confortáveis para brincar.



Salto não é recomendável porque o corpo não está preparado para aguentar as modificações que o sapato provoca na postura. Também aumenta as chances de cair e torcer o pé.


O costureiro Charles Frederick Worth criou os desfiles. Tudo começou na sua loja superchique, onde mulheres parecidas com as clientes vestiam as roupas prontas para mostrar a elas como ficariam.



Aos poucos, o trabalho daquelas mulheres que se apresentavam na loja para as clientes de Worth começou a se popularizar. Assim, surgiu a profissão de modelo.


No Brasil, a moda chegou no período da colonização com os europeus. Nos anos 1960, estilistas como Dener e Zuzu Angel criaram peças com a cara dos brasileiros. Mas foi a partir da década de 1990 que a moda brasileira se destacou no Exterior.


Anna Beatriz Ragonha, 11 anos, de Ribeirão Pires, é superantenada em moda e acredita que ela tenha surgido na época dos reis e rainhas. "As pessoas gostavam das roupas deles e queriam copiar", diz. Na opinião da menina, hoje são os famosos que influenciam o jeito como nos vestimos.


Consultoria de Elizangela Gomes, professora de Moda da Escola Sigbol Fashion, Andréia Miron, professora do curso de Moda da Faculdade de Santa Marcelina, e Suzy Camacho, psicóloga infantil e terapeuta familiar.


Belo texto retirado do sitehttp://www.dgabc.com.br/News/5956765/como-surgiu-a-moda.aspx acesso em 20 de maio
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VOCÊ FAZ SUA MODA? SEU ESTILO? ME DIGA


Prefeito de Muriaé manda construir estátua de 32 metros para a mulher

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR


13/05/2012
16h34
Homenagem

A linda história de amor do príncipe Shah Jahan com a princesa Mumtaz Mahal vai se repetir bem longe da Índia, onde o apaixonado monarca ergueu o Taj Mahal como homenagem à falecida mulher. O cenário agora é Muriaé, município de 100 mil habitantes na Zona da Mata de Minas Gerais. Outra diferença é que a Mumtaz das alterosas está bem viva. É a mulher do prefeito da cidade, José Braz (PP), de 86 anos.



A primeira-dama da cidade, Lédia Braz, de 81 anos, vai ganhar uma estátua do Cristo Redentor de 32 metros de altura, seis a menos que o monumento original mundialmente conhecido, localizado no Rio de Janeiro. O prefeito vai gastar R$ 1 milhão na obra que, garante, está sendo tocada com recursos próprios. O Cristo Redentor de Muriaé consumirá 40 toneladas de cimento e uma tonelada de ferragens. O terreno onde a estátua vem sendo construída tem aproximadamente 40 mil metros quadrados, fica no Bairro Gávea, e pertence ao prefeito.



O monumento deverá ficar pronto em julho, quando restarão aproximadamente 90 dias para as eleições municipais de outubro. A legislação eleitoral proíbe a inauguração de obras três meses antes do pleito, portanto em 7 de julho. A regra, contudo, vale para projetos tocados com recursos públicos.



Prefeito em segundo mandato, José Braz, por não poder se candidatar novamente, apoiará o vice, Aloísio Aquino (PSDB). A oposição, com temor de um cabo eleitoral que ao final das obras pesará aproximadamente 80 toneladas, promete reação.



O vereador Carlos Wilson (PMDB), pré-candidato a prefeito de Muriaé, afirma que ao término da construção da estátua vai pedir ao prefeito prestação de contas dos gastos com o monumento. O parlamentar diz ainda que a imagem do Cristo, mesmo ainda em edificação, já foi utilizada em convites para o fórum municipal de cultura realizado na cidade há dois meses. “Será que a obra servirá também como mote de campanha?”, questiona o parlamentar. José Braz afirma não precisar da obra com a qual presenteará a mulher para eleger o sucessor. “Estamos muito bem em Muriaé. Podem falar o que for, mas o nosso candidato vai ganhar”, diz.



Mas que a obra tem grande potencial para atrair votos, não há dúvidas. Além do clamor sobretudo entre os católicos, segundo o próprio prefeito, no local serão construídas ainda duas capelas, um salão de festas e um estacionamento. Toda a estrutura, diz José Braz, poderá ser usada gratuitamente para, por exemplo, festas de casamento. À noite, promete o prefeito, refletores coloridos iluminarão a estátua. “Será ainda um grande ponto turístico de Muriaé”, diz.



José Braz afirma ter pensado em contratar o religioso e cantor padre Marcelo para a inauguração do Cristo. “Mas seria necessário uma data mais exata para o fim das obras, o que ainda não temos”, argumenta.



O prefeito diz que a mulher pediu a construção da estátua no primeiro mandato do marido. Alega, no entanto, que só no ano passado decidiu começar o projeto. “Fui a uma festa em Ouro Fino (Região Sul de Minas), onde conheci a estátua do Menino da Porteira. Gostei e perguntei quem tinha feito. Me disseram que era um pessoal do Ceará, que acabei contratando para construir o Cristo Redentor em Muriaé”.



José Braz é empresário do setor de revenda de veículos. O grupo com atuação nacional que controla é o primeiro no país em venda de veículos Volkswagen, e o segundo no mundo no comércio de carros da marca, atrás apenas de uma empresa na China. “Um milhão para a construir o Cristo é muito dinheiro, mas dá para gastar”, diz.



Moradores A comunidade evangélica de Muriaé não concorda com a construção do Cristo na cidade. Segundo Roberto José Ferreira, de 60 anos, o pastor da igreja que ele frequenta questiona a obra sempre que possível. “Não acreditamos em imagens e estátuas, só no Deus vivo”, diz. Pelo lado dos católicos, a doméstica Maria da Conceição de Jesus, de 53 anos, diz que o Cristo terá o poder de “reforçar a união da população da cidade com a Igreja”.



Uma dívida de R$ 40 mi



O Cristo gigantesco que está para ser inaugurado em breve em Muriaé não é o único monumento a causar polêmica no município da Zona da Mata. A Estátua do Trabalhador, que fica na Praça Carlos Drummond de Andrade, é alvo de uma pendenga judicial que se arrasta há 23 anos. A obra foi encomendada em 1983 pelo então prefeito Paulo Oliveira Carvalho ao seu genro, o artista plástico Sérgio Luiz de Souza Campos, mas foi instalada em praça pública sem sua autorização e sem que ele recebesse nenhum centavo pelo trabalho. O fato gerou uma dívida da prefeitura com o artista que já está na casa de R$ 40 milhões, valor da indenização mais os juros e multas, segundo decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Os recursos são suficientes para erguer dezenas de estátuas do Cristo Redentor que está sendo finalizado, avaliado em cerca de R$ 1 milhão.



Em 1988 a prefeitura pediu autorização à Câmara Municipal para elaborar um contrato garantindo o pagamento ao artista. Os vereadores rejeitaram, mas a estátua, que estava guardada na prefeitura, foi instalada assim mesmo na praça. No ano seguinte, já sob a administração do então prefeito Christiano Canedo, Sérgio Campos entrou com a ação na Justiça contra a prefeitura solicitando o pagamento da obra. Um perícia inicial calculou o preço em R$ 6 milhões. A prefeitura não questionou o valor estabelecido e ele acabou servindo de referência para o cálculo final da indenização. Vinte anos depois de muitas idas e vindas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a sentença do TJMG determinando o pagamento da indenização, mas a atual administração tenta reverter a sentença na Justiça. A indenização calculada em 2009 era de R$ 14 milhões, mais os juros e multas, o valor chegou a R$ 32 milhões. Hoje, segundo a prefeitura, já alçança quase R$ 40 milhões.



Segundo o chefe de gabinete da prefeitura, Adellunar Marge, a prefeitura não tem condição de arcar com um custo desse montante. Marge disse que a administração tenta de toda maneira se livrar do pagamento, considerado astronômico. Segundo ele, o processo movido pelo artista correu à revelia durante vários anos. “Parece até que deixaram isso correr assim de má-fé para chegar a esse valor.” Ele disse que o material da estátua, que é feita de ferro revestido de bronze, foi comprado pela própria prefeitura e que o artista quando executou a obra tinha um cargo de confiança na administração municipal.



A reportagem não conseguiu falar com Sérgio Campos, que se mudou para o Rio de Janeiro, segundo informação de moradores da cidade, nem com o seu advogado José Olavo Tostes, que estava em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.



Do Estado de Minas

http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120513163425&assunto=5&onde=Brasil

O QUE VOCÂ ACHA DISSO? DÊ A SUA OPINIÃO

Revista Vogue declara guerra à anorexia



A modelo brasileira Ana Carolina Reston, morreu aos 18 anos, pesando 40kg para 1,74m de altura.Leticia Constant



 Todo mundo sabe que no mundo fashion a lei é ser magra, muito magra. Uma obrigação que chegou aos extremos mais chocantes, com imagens horríveis de modelos "pele e osso" nas passarelas e vários casos de meninas super jovens mortas praticamente de fraqueza, com medo de ganhar alguns gramas e comprometer sua carreira. Em 2008, a imprensa internacional deu grande destaque à morte da brasileira Ana Carolina Reston, por anorexia.



Dezenove edições mundiais da Vogue, uma das revistas de moda mais famosas do mundo, assinaram neste mês um pacto para não publicar mais fotos de manequins anoréxicas ou com menos de 16 anos. O objetivo? Tentar, a partir de agora, promover a imagem de um corpo com boa saúde, bem longe da magreza extrema.



Entre as assinantes do pacto, a super poderosa Anna Wintour, da edição americana, e Emmanuele Alt, da Vogue Paris, que recentemente causou escândalo ao publicar fotos da menina francesa Thylane Blondeau de 10 anos pintada e vestida com roupas adultas de alta costura. A decisão histórica da Vogue será aplicada a partir de junho, mês em que o pacto será publicado.



O booker da Elite Models Brasil, Anderson Felix, aprova a medida e acha possível moda rimar com saúde.

http://www.portugues.rfi.fr/geral/20120514-revista-vogue-declara-guerra-anorexia acesso em 20 de maio
QUAL É A SUA OPINIÃO SOBRE O ASSUNTO.
AGUARDO O SEU COMENTÁRIO



Ser feliz sem ser supermagra é possível


Por Cesar Grossmann em 16.05.2012 as 15:30


Distúrbios alimentares, como a bulimia e a anorexia (o mais mortal distúrbio psiquiátrico), são o resultado da pressão que hoje é imposta às mulheres, de serem magras, bonitas, profissionais de sucesso, mães, esposas e membros produtivos da comunidade, tudo ao mesmo tempo. Mas não precisa ser assim.



Pesquisadores liderados por Shannon Snapp, da Universidade do Arizona, EUA, descobriram que as mulheres que tem apoio em casa, e boas estratégias para lidar com o estresse, tem uma imagem melhor de seus corpos, e são mais felizes.



A pesquisa, que envolveu 301 estudantes do primeiro ano da universidade, com idades entre 17 e 23 anos, perguntou a elas coisas como o quanto estavam satisfeitas com seus corpos, qual o apoio que recebiam de casa, etc.



As moças que tinham apoio em casa, e que tinham menos pressão para serem lindas, tinham uma melhor imagem de si mesmas. Também eram aquelas mais propensas a rejeitar pressões para se tornarem “supermulheres”, aquelas que tem que exercer vários papéis e obrigatoriamente ter sucesso em todos eles.



Do outro lado da escala estavam as moças que não lidavam bem com o estresse, evitando os problemas em vez de enfrentá-los, e que acabavam tendo episódios de ingestão de alimentos descontrolados, além de estratégias de controle de peso inadequadas. Além de tudo isto, elas também tinham uma péssima imagem de si mesmas.



O estudo sugere que as mulheres devem aprender a lidar com a pressão, e enfrentar os problemas de forma positiva, pensando neles de formas diferentes, e aprendendo a lidar com os sentimentos relacionados aos mesmos.



Para as jovens que estão em perigo de apresentarem distúrbios alimentares, os pesquisadores sugerem que os programas de prevenção adotem as seguintes estratégias para ajudá-las a lidar com as múltiplas e frequentemente contraditórias exigências que são impostas às mesmas:



•ensiná-las técnicas efetivas de lidar com o estresse;

•ajudá-las a conquistar uma visão mais positiva do próprio corpo através de exercícios e um estilo de vida saudável;

•promover um bem-estar holístico e equilíbrio na vida delas.

“É importante para as mulheres desenvolver um senso de autoestima que não se baseia unicamente na aparência, e construir capacidade de resistência a pressões que possam receber de familiares, amigos e da mídia“, escrevem os pesquisadores.[LiveScience]
Retirado do site :
http://hypescience.com/ser-feliz-sem-ser-supermagra-e-possivel/ acesso em 20 de maio


E VOCÊ É FELIZ ACIMA DE TUDO??? DÊ SUA OPINIÃO

Mulheres estão bebendo cada vez mais



Nunca a mulher bebeu tanto. Há 20 anos a proporção de mulheres que bebiam era de uma para cada sete homens.


Mas no ano passado, um estudo realizado pelo Cisa - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool constatou que este índice se igualou: 1 para 1.

Marta Jezierski, diretora do Cratod - Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, acredita que homens e mulheres bebem por motivos diferentes. O homem associa bebida à festa, à alegria de viver. Já a mulher relaciona o álcool a alguma tragédia. "Ela bebe por conta da perda do marido ou da morte de um ente querido".

Já Camila Magalhães Silveira, psiquiatra e coordenadora do Cisa, acha que os conceitos não são tão díspares assim. "O homem realmente bebe com os amigos por farra. Mas o público feminino tem bebido tanto para conseguir enfrentar problemas como por pura farra também". Independente do motivo que leva as mulheres a se sentirem mais atraídas pela bebida, o fato é que elas sofrem muito mais com as ações dessa substância do que os homens.

Marta explica que há diferença entre o organismo feminino e o masculino. As mulheres são mais sensíveis e ficam alcoolizadas mais rapidamente. "Se os dois beberem uma cerveja, a mulher ficará bêbada primeiro, porque possui menos quantidade de aldeído desidrogenase do que o homem, enzima localizada no fígado que metaboliza o álcool no organismo", alerta. Camila completa: "A mulher também tem mais gordura e menos líquido no corpo, o que faz com que o álcool fique mais tempo em sua forma pura."

A diretora do Cratod lembra ainda que a bebida torna a mulher mais suscetível a doenças inflamatórias e abrevia o surgimento de doenças, como problemas na tireóide e câncer de mama. "Se ela ia ter essas doenças aos 50 anos, terá com 30". Dra. Camila acrescenta afirmando que o álcool causa prejuízos em vários órgãos, como coração, estômago, sistema digestivo, urinário e também reprodutivo. "A dependência do álcool causa o envelhecimento precoce, arritmia cardíaca, depressão, doenças gástricas e do fígado."
Segundo informações fornecidas pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer) existe uma associação entre o consumo de álcool e cânceres da cavidade bucal e de esôfago. Quando o a bebida é combinada com tabaco, os riscos de câncer nessas regiões e também na faringe e na laringe supraglótica (acima das cordas vocais) são potencializados. Inclusive o alcoolismo está relacionado a pelo menos 4% das mortes por câncer.

O oncologista Ricardo Caponero, médico do Hospital Israelita Albert Einstein, explica que o álcool potencializa os fatores de risco de câncer de mama. "Não existem ainda estudos que comprovem a relação entre o álcool e o câncer de mama, mas sabe-se que a substância aumenta de 1,5 a duas vezes as probabilidades da doença", diz. "Se um parente de primeiro grau já teve este tipo de câncer, as chances da mulher receber um diagnóstico positivo aumentam quatro vezes. E se ela for usuária de álcool essas chances aumentam ainda mais."



O álcool também está relacionado à gravidez precoce e à maior incidência de doenças sexualmente transmissíveis. A psiquiatra Camila Magalhães explica que quando a mulher atinge o que chamamos de "beber pesado episódico" (HED - sigla em inglês), ou seja, ingere quatro ou mais doses de bebida numa única ocasião, ela fica mais vulnerável e suscetível a violência sexual, a DSTs.



Aqui é importante lembrar que, segundo o estudo do Ministério da Saúde, publicado ano passado, de 2006 para cá o número de mulheres que tomam mais do que quatro doses no mesmo dia cresceu 2,4%. Uma dose equivale a 285 mililitros de cerveja, 120 mililitros de vinho ou 36 mililitros de destilado, como uísque e cachaça.

E quando a mulher bebe durante a gravidez pode gerar filhos com Síndrome Alcoólica Fetal. "O álcool tem ação direta no cérebro do feto, causando prejuízos no sistema nervoso central, como um retardamento neurológico e oscilações de humor. Fisicamente, ela poderá ter o lábio mais afilado, um maior distanciamento entre os olhos e apagamento do filtro nasal.

http://vilamulher.terra.com.br/mulheres-estao-bebendo-cada-vez-mais-11-1-60-770.html

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A história mudou: os homens querem casar e as mulheres querem sexo

Mulheres independentes, poderosas e que não querem casar. Essa não é uma visão exclusiva das feministas. ELES também pensam assim. Ao menos, é o que afirma o ator e autor Carlos Simões. O Social 1conversou com ele na manhã desta sexta-feira (18) sobre sua peça “Os homens querem casar & as mulheres querem sexo” que está pela segunda vez em cartaz no Teatro de Santa Isabel, no Recife, sábado (19) e no domingo (20) às 20h30.





HUMOR Carlos Simões fala sobre a peça e seus outros planosBem humorado, o ator contou detalhes da história e do que já passou durante a turnê por 60 cidades brasileiras. O roteiro é simples: Jonas, um homem solteiro interpretado por Carlos, vai à festas de casamento em busca da mulher ideal e disputa o buquê de igual para igual com o sexo frágil. A ideia do espetáculo nasceu de pesquisas que indicaram aumento do número de sites de relacionamento em que os homens representam mais da metade dos participantes que buscam um relacionamento sério. Casos observados e histórias pessoais completam a narrativa do espetáculo que Carlos escreveu e interpreta ao lado da ex-mulher, Hedla Lopes, que ficou descansando no Hotel onde estão hospedados, Fator Palace.



Há 4 anos e meio na estrada, “Os homens querem casar & as mulheres querem sexo” já foi assistida por mais de 1 milhão de pessoas. De acordo com Carlos, 16 casais se formaram depois de assistir a peça. É que ao chegar no teatro, o público recebe um adesivo indicando sua disponibilidade para o romance. Para os solteiros,verde; enrolados, amarelo e comprometidos, vermelho. Ninguém escapa. O ator interage o tempo todo com a platéia que se beija, sobe no palco, tira a roupa e garante o sucesso do espetáculo que deve virar filme.

Assista o vídeo do ator convidando todo mundo para conferir o espetáculo e descolar uma paquera:

A peça está em curtíssima temporada na cidade, com possibilidade de sessão extra no sábado (19). Os atores ficam em Recife até a segunda (21) quando viajam para fortaleza. Carlos Simões declarou sua admiração pelas praias pernambucanas e lamentou não poder aproveitar mais nossas belezas. No tempo em que fica aqui, deve ir aos restaurantes Ilha da Kosta e Ilha dos Navegantes. O prato prefeiro? Camarão, claro.

acesso em 18 de maio

A VIDA IMITA A ARTE???!!!



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Nunca houve uma mulher como Rita Hayworth

Há 25 anos, morria a atriz que erotizou Hollywood durante a década de 1940

Columbia Pictures/Wikimedia Commons
Rita Hayworth, em "Gilda"
Em 1946, com "Gilda", a atriz começou a se transformar em uma lenda a base de sensualidade e números musicais, a chamada "deusa do amor"
Los Angeles - Filha de um dançarino espanhol, Margarita Demorado deixou de ser uma simples dançarina de Tijuana para se transformar em mito como Rita Hayworth, a atriz que erotizou Hollywood e morreu de vítima de Alzheimer há 25 anos.
Sua carreira artística - conduzida pelos patrões do 'star system', fórmula maquiavélica da indústria de cinema para fabricar estrelas -, começou de maneira forçada pelo seu pai e foi moldada pelos estúdios cinematográficos até começar a dar frutos na década de 1940.
O filme 'Ao Compasso do Amor' (1941), marcado pela parceria com Fred Astaire, deu muita fama e reconhecimento a atriz, que, por sua vez, chegou a virar capa da revista 'Time'. Mas, somente em 1946, com 'Gilda', a atriz começou a se transformar em uma lenda a base de sensualidade e números musicais, a chamada 'deusa do amor'.
Filha de Volga Haworth e Eduardo Demorado, que tinha chegado aos EUA em busca de melhores condições cinco anos antes, a atriz nasceu em Nova York, no dia 17 de Outubro de 1918. A jovem de origem hispânica estreou como dançarina aos 12 anos no grupo fundado por seu pai, 'The Dancing Demorados'. Com este, a atriz se mudou para Tijuana (México) com a intenção de se aproximar do florescente mundo da sétimo arte.
Aos 16 anos, a então Margarita fez sua primeira aparição nas telas com o filme mexicano 'Cruz Diablo' e conseguiu atrair a atenção de um executivo da Fox que a conduziu em direção às grandes produções com 'Dante's Inferno' (1935).
Até 1937, Margarita ainda não havia mudado seu nome de Demorado para Hayworth, uma decisão que chegaria depois que seu primeiro marido, Edward Judson, alcançasse um contrato com a Columbia Pictures. A partir do acordo com o produtor Harry Cohn, a atriz se transformou em Rita Hayworth.
Desta forma, a nova Rita se desfez de suas referências latinas para deixar a imagem de exótica e poder receber papéis principais, incorporou uma 'y' no sobrenome de sua mãe por motivos comerciais e mudou todo seu visual, tingindo seus cabelos de ruivo.
A atriz também que teve que perder muito peso para se enquadrar no perfil de Hollywood, onde suas curvas marcariam os padrões de beleza por mais de uma década.
Após o êxito de 'Ao Compasso do Amor', Rita se divorciou de Judson e casou mais quatro vezes: o seguinte foi com o gênio cinematográfico Orson Welles, que se obcecou com ela, o mesmo que o príncipe Ali Khan com quem a intérprete tratou de fugir do mundo do cinema. Mais tarde, ele ainda se casaria com James Hill e Dick Haymes.
RETIRADO DO SITE: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/arte/noticias/nunca-houve-uma-mulher-como-rita-hayworth ACESSO EM 16 DE MAIO
EXISTEM HOJE MULHERES COMO RITA NO CINEMA

ONG explica campanha feminista com Cruzeiro, que vira destaque internacional

Ação é tida como a primeira de uma sequência de etapas de conscientização   João Vítor Marques /Superesportes  ,  Tiago Mattar /Superes...