sábado, 30 de janeiro de 2010

JOÃO BRAGA - Historiador de moda fala sobre a cultura da magreza

Rosângela Espinossi


Direto da SPFW

O professor e historiador de moda João Braga conversou com o Terra sobre a polêmica em torno da magreza das modelos nas passarelas. O assunto, porém, não é novo e tem até um rastro histórico. "Não é a primeira vez que a mulher sofre para ter o corpo magro", afirmou.



Segundo ele, nos anos 1960, quando os jovens começaram a ditar o padrão de beleza, muita gente não conseguia tais medidas. "O cinema começou a impor tal silhueta e, em seguida, com a modelo Twiggy e Mary Quant, que difundiu a minissaia, começou-se a ditadura da magreza."



Nos anos 1950, os padrões eram de adultos, com corpo mais rechonchudo. "Já os jovens têm a anatomia mais enxuta e quando a geração baby boom, concebida appos a Segunda Guerra, começou a se impor na sociedade, estabeleceu-se esta silhueta como sendo a normal."



Nos anos 1970, com a consolidação do movimento hippie, o corpo magro não era tão cultuado. "Nos anos 1980, o padrão estético foi o das pessoas saradas e malhadas na academia. Primeiro porque a mulher precisava se impor no mercado e também por conta da Aids, cujos doentes morriam com 25 kg ou 30 kg. Era preciso mostrar saúde. Ninguém podia aparentar doença."




Padrão estabelecido

João Braga explica que o padrão atual de passarela está estabelecido pelo mercado: homens e mulheres magros. "Isso já está incutido na cabeça das pessoas, porém pode gerar um problema social. Os jovens são muito vulneráveis à opinião alheia e acham que podem viver com uma folha de alface, o que pode se transformar num problema de saúde. E também não dá para acreditar que com 30, 40 ou 50 anos a pessoa vai manter o mesmo peso. O metabolismo muda e é preciso aceitar isso."

Ele lembra que foram os gregos que estabeleceram o padrão clássico de beleza baseado em três princípios: equilíbrio, simetria e proporção. Esses três elementos equilibrados são sinônimos de harmonia. "Tanto que em períodos nos quais não há uma padronização única, volta-se para o clássico grego. Já se estabeleceu que as medidas ideais da mulher são as do seio, cintura e quadril da Vênus de Milo."


LEIA MAIS NO SITETERRA.http://moda.terra.com.br/spfw/inverno/2010/noticias/0,,OI4220255-EI14590,00-Historiador+de+moda+fala+sobre+a+cultura+da+magreza.html
O MUNDO É DEMOCRATA PARA CADA UM TER SUA OPINIÃO. MAS O IMPORTANTE É SALVARMOS OS CORPOS NA INANIÇÃO, NOS SACREFÍCIOS E DAS INTERVEMÇÕES MAL SUCEDIDAS







MULHER VICIADA EM CIRURGIA PLÁSTICA


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Sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Mulher admite ter feito 10 plásticas em um dia

Foto: reprodução, Daily Mail
A aspirante a famosa Heidi Montag, que participou do reality show "The Hills", está em busca da perfeição. E nesse intento, a loira norte-americana de 23 anos admite que fez, em novembro, 10 cirurgias plásticas em um único dia (e não ficou grande coisa). Os procedimentos incluem botox, lipoaspiração em várias partes do corpo, redução de orelhas e aumento de bunda das nádegas.

- Vejo uma versão melhorada de mim - diz a guria, conforme o "Daily Mail".
A moça se autodefine como obcecada pelas plásticas. E essas não foram as primeiras: aos 21 anos, ela já tinha feito intervenções no nariz, lábios e seios.




beleza x plasticax PRA QUE TANTO ?????

TEXTO DO BLOG FRESCA COM ORGULHO
http://frescascomorgulho.blogspot.com/2010/01/cirurgia-plastica-x-obsessao.html
Cirurgia plástica X obsessão


Primeiramente, gostaria de deixar bem claro, que sou a favor de cirurgia plástica. Acho que se a pessoa quer mudar algo com o qual ela não se sente bem, e se essa mudança a deixar mais feliz, faça mesmo!
Porém hj quero abrir espaço para comentar alguns exageros que ando vendo por aí, cirurgias plásticas que não deram certo por culpa de médicos sem o mnor bom senso ou de pacientes loucos por cirurgia plástica.
Esse assunto me chamou atenção porque lendo em alguns sites de fofocas me deparei com uma imagem da "nova Heidi Montag", aquela fofa que faz parte do seriado The Hills... Bom, vamos começar com a idade dela? 23 aninhos...olha o que ela conseguiu fazer com seu corpo:
Não é só o seio que mudou não, ela confessou que chegou a fazer 10 procedimentos num dia só! Mini lift de sombracelha, rinoplastia, colocou MAIS silicone, injeção de gordura nos lábios e bochechas, botox na testa, redução do queixo, lipo no pescoço, lipo na cintura e coxas, cirurgia na orelha e silicone no bumbum.

A pergunta é? Precisava disso tudo? Ela já não era perfeita? E tudo isso com 23 anos!
Pior, essa não foi a primeira vez que ela entrou para a faca.



O silicone tudo bem, mas olha como o rosto já estava diferente há 2 anos atrás.


Já dava prá parar por aí né?

 
 
 
 
Mas olha a moça agora:
 e por ai vai. os exageros são imensos e quando me aproprio de textos de outros blogs e para confirmar que a preocupação cresce na mesma proporção que os exageros e sacrifícios corporais

Para quem quiser saber um pouco mais da lipo....

24 de janeiro de 2010



ENCONTREI ESTE TEXTO NO SITE SAUDE LIVE fontee:http://saudelive.blogspot.com/2010/01/lipoaspiracao.html

e para quem quiser fazer uma lipoaspiração é bom saber um pouco mais...
A gordura do organismo está depositada nas células gordurosas as quais têm a capacidade de aumentar ou diminuir de volume de acordo com a maior ou menor quantidade de gordura absorvida no seu interior.
Vários locais do corpo servem de acúmulo para estas células. Abaixo da pele existe uma camada denominada de subcutâneo. A maior parte dessas células deposita-se nesta zona. Existem, entretanto, outras regiões que também servem de depósito, como por exemplo, no interior da cavidade abdominal, entre as alças intestinais. A maior parte do tecido gorduroso (ou adiposo), entretanto, deposita-se no subcutâneo.
O grau de adiposidade de uma pessoa depende de vários elementos. Entre eles destacam-se os fatores genéticos e o tipo de alimentação.
- Fatores genéticos são, sem dúvida, elementos importantes no desencadeamento de um depósito maior ou menor de gordura. Existem verdadeiras linhagens familiares que predispõem a estes depósitos.


 O tipo de alimentação também é um fator importante no desencadeamento de um acúmulo maior ou menor. Um mau hábito alimentar, sem dúvida pode desencadear a obesidade. É sabido que o exercício e as dietas têm condições de desencadear a queima de gordura e propiciar emagrecimento.

Existem, por outro lado, depósitos de gordura localizados em determinadas regiões do organismo, que por regimes alimentares ou exercícios, mesmo localizados, dificilmente são capazes de serem corrigidos.
Existem alguns exemplos clássicos:
- A região abdominal inferior (abaixo da cicatriz umbilical). À medida que a pessoa avança na idade este depósito tende a ficar cada vez maior, formando uma saliência mais ou menos proeminente.
- A região dos quadris é outra zona que também pode ser sede de acúmulo localizado de gordura, formando os culotes.
O estudo destas regiões de depósito localizado de gordura tem mostrado que exercícios, ou mesmo emagrecimento, não tem condições de retirar completamente a quantidade de gordura aí depositada.
Durante muito tempo o tratamento convencional para este tipo de alteração funcional e estética foi bastante difícil, pois era realizado com técnicas precárias e com resultados que deixavam a desejar.
No final da década de 70, um francês denominado Illouz, relatou um método de retirada de gordura localizada através de um procedimento denominado lipoaspiração.
Este método consiste na introdução de uma cânula metálica no subcutâneo que ligada a um aparelho de fazer vácuo aspira quantidades de gordura. À medida que a cânula é movimentada no interior da zona de acúmulo de gordura, esta é absorvida para dentro da cânula e retirada do subcutâneo. Desta maneira, com esta cirurgia existe a possibilidade de retirar maior ou menor quantidade de gordura do interior das zonas de depósito exagerado.
A lipoaspiração não é um tratamento para a obesidade. Serve sim para retirar acúmulos de gordura localizada em determinadas regiões do organismo.
No culote, por exemplo, a gordura deposita-se na face lateral da coxa dando aspecto antiestético característico desta alteração.
Quando se faz a lipoaspiração, a retirada da gordura do subcutâneo inicialmente desencadeia uma zona de excesso de pele. Entretanto, com o tempo, este excesso vai sofrendo uma retração progressiva. Depois de 30, 60 ou 90 dias observa-se que a pele não apresenta mais as dobras características do excesso. Às vezes são necessários de 6 meses a 1 ano para que ocorra esta acomodação da pele.
pense bem a decisão é sua, mas uma vida saudável também ajuda um belo corpo
LIPOESCULTURA
Assim como pode ser feito lipoaspiração, a gordura retirada pode ser reinjetada em outras zonas do corpo.
Costuma utilizar-se o termo lipoescultura quando a cirurgia consiste na retirada de gordura de determinadas zonas e reinjeçao em outras zonas deprimidas.
A gordura reinjetada sofre um processo de absorção. Aproximadamente 30% desta gordura injetada é absorvida pelo organismo, de maneira que é necessária uma correção exagerada (em 30%), para que o resultado final seja adequado. É claro que nesta circunstância também será necessário aguardar um tempo de até 1 ano para que ocorra a integração e acomodação deste tecido transplantado na sua nova posição.
Como é muito difícil para o cirurgião avaliar exatamente a quantidade de gordura que está sendo retirada e a que está sendo deixada em seu lugar, existe uma grande percentagem de casos em que é necessário fazer-se uma correção (ou retoque) no período pós-operatório. Pequenas quantidades de gordura podem manifestar-se como saliências mais ou menos evidentes na superfície externa, após a cirurgia.
Em geral estas cirurgias de retoque pós-operatório são bastante mais simplificadas que as cirurgias de lipoaspiração convencional. Podem ser realizadas com anestesia local, e freqüentemente são associadas à lipoaspiração de outras regiões que não haviam sido realizadas no primeiro procedimento.

ANESTESIA
Existem diferentes técnicas anestésicas para a realização de lipoaspiração. Ela pode ser realizada com:
- Anestesia geral

- Anestesia local

- Um bloqueio peridural



Quando o procedimento a ser realizado é muito prolongado ou a quantidade de gordura localizada a ser retirada é bastante grande, a maioria dos cirurgiões prefere a anestesia geral. Nesta técnica o paciente é mantido, pelo anestesista, sem consciência e sem dor para que a cirurgia possa ser realizada com tranqüilidade. Quando o procedimento cirúrgico termina o paciente é acordado e mantido com analgésicos para evitar a dor pós-operatória imediata. Depois de algumas horas a medicação para evitar a dor pode ser diminuída pois o procedimento cirúrgico realizado não desencadeia dor prolongada.

Quando as zonas a serem lipoaspiradas são pequenas e o paciente tem condições psicológicas de tranqüilidade para suportar o procedimento cirúrgico, este pode ser realizado sob anestesia local. Algum tipo de sedação pode também ser associado.
Existem alguns cirurgiões que preferem a anestesia do tipo bloqueio peridural. Nestas circunstâncias, o paciente é submetido a um tipo de anestesia que permite que ele fique consciente ou com sedação, sem nenhum tipo de sensibilidade em certas zonas que deverão ser trabalhadas pela lipoaspiração.
Cada caso deve ser avaliado cuidadosamente em entrevista tranqüila entre o cirurgião e o paciente para discussão e escolha do melhor tipo de anestesia.

EXPECTATIVAS DOS PACIENTES
Freqüentemente os pacientes têm uma expectativa de correção completa de todas as suas irregularidades de depósito de gordura do subcutâneo.

É necessária uma entrevista franca entre cirurgião e paciente, para que se possa dirimir as dúvidas e desfazer as fantasias que porventura possam ainda existir no imaginário do paciente. Não é infreqüente que o paciente chegue ao consultório do cirurgião com um desejo de retirada de todos os excessos gordurosos (em muitas regiões do corpo).
A quantidade total de gordura a ser retirada não deve ser exagerada pois existe uma determinada quantidade de sangue que é também aspirada durante o procedimento de lipoaspiração. Se a lipoaspiração for muito volumosa, a perda sangüínea também poderá ser, causando anemia no paciente.
Na situação de engorde e emagrecimento, as células gordurosas aumentam ou diminuem como um balão cheio ou vazio. Nas zonas lipoaspiradas, há a retirada do contingente celular que permite o funcionamento do tipo balão, portanto uma vez lipoaspiradas adequadamente com a retirada de grande parte das células, nestas zonas não há mais a possibilidade de engorde.
É claro que se o aporte nutritivo for hipercalórico (com grande quantidade de gordura e açúcares), outras dezenas de zonas do corpo estariam capazes de ser aumentadas e o engorde ocorreria novamente.

COMPLICAÇÕES DA CIRURGIA
Freqüentemente houve-se falar em complicações da lipoaspiração. Sem dúvida é um procedimento delicado que exige todo o cuidado da equipe médica envolvida no procedimento.
Entretanto é necessário fazer-se uma diferenciação entre as complicações da lipoaspiração propriamente dita e as do procedimento anestésico envolvido no procedimento cirúrgico.

As complicações da lipoaspiração propriamente dita estão relacionadas com perfurações ou trauma das estruturas profundamente situadas às zonas lipoaspiradas. Outra complicação da lipoaspiração propriamente dita seria a presença de irregularidades na superfície trabalhada. Em determinadas situações de lipoaspiração bastante superficial, podem resultar também zonas de hipercromia (zonas mais escuras), que podem ser corrigidas com substâncias descolorantes. Esses procedimentos de descoloração muitas vezes são prolongados.
Não é infreqüente ouvir-se falar em parada cardíaca e morte durante a lipoaspiração.
É necessário entender que o procedimento anestésico (do tipo anestesia geral, anestesia local, ou bloqueio peridural), pode desencadear estas complicações.
Portanto, como já se mencionou, é indispensável a diferenciação entre as complicações da lipoaspiração propriamente dita e as complicações dos procedimentos anestésicos envolvidos.
As irregularidades maiores ou menores podem ser corrigidas com uma lipoaspiração secundária conforme foi afirmado anteriormente. Se houver perfuração de uma estrutura profunda, o tratamento específico deve ser estabelecido assim que for feito o diagnóstico.
As complicações anestesiológicas também devem ter tratamento imediato assim que for feito diagnóstico.
Em todas essas situações de complicações é importante levar-se em consideração que a profilaxia (evitar), é da maior importância. O extremo cuidado pode ajudar a evitar complicações mais ou menos severas.
A cirurgia da lipoaspiração pode ser realizada ambulatorialmente se a quantidade de gordura a ser a retirada é relativamente pequena, ou com o paciente baixado, se a quantidade de gordura a ser retirada for de maior volume.

LIPOASPIRAÇÃO ASSOCIADA A OUTROS PROCEDIMENTOS

A lipoaspiração pode ser associada a alguns procedimentos cirúrgicos.
Por exemplo, quando se faz uma cirurgia de diminuição da mama muitas vezes é necessário fazer-se lipoaspiração nas saliências gordurosas ao redor da glândula mamária. Para a complementação do aspecto estético desta cirurgia, muitas vezes a retirada de porções de gordura da zona inferior à axila, ou da zona da linha média, entre as duas mamas, pode a complementar o aspecto estético global da mama operada.
Na cirurgia do abdômen também a lipoaspiração pode ser associada. Nas zonas laterais da parede abdominal, uma lipoaspiração pode provocar um processo de acinturamento.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

a mulher e seu corpo? Parabens por este post....

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010h
ttp://papyds.blogspot.com/2010/01/comportamento-abaixo-ditadura-da.html



COMPORTAMENTO: ABAIXO A DITADURA DA MAGREZA!


Esse post é muito especial para mim e eu queria fazê-lo há muito tempo. Simplesmente a Alê leu meus pensamentos! Tenha certeza que vc tb pode ser assim "bem resolvida". Espero que gostem e que essas palavras, ao menos, te façam pensar! - ESCRITO POR PAULA NO BLOG ttp://papyds.blogspot.com/2010/01/comportamento-abaixo-ditadura-da.html

Quem nunca chegou numa loja (normalmente de marca famosa), viu uma calça maravilhosa e simplesmente não conseguiu levá-la porque não tinham o seu tamanho? Ou, se tinham, a forma era pequena demais? Quem nunca ficou “paquerando” aquele vestidinho da vitrine e nunca teve coragem de entrar na loja e perguntar se tinha o seu número pois simplesmente sabia que não tinha?! Levanta a mão aí quem nunca passou por uma infelicidade na hora de comprar uma roupa desejada. E quem nunca teve que se limitar a um determinado número de lojas com modelos grandes?

Pois é, meninas! Fiquem certas que essa infelicidade está com os seus dias contados. Depois de tanta especulação em pôr fim à ditadura esquelética - não só nas passarelas, mas em tudo o que seja relacionado ao mundo da moda - já estava na hora iniciar um movimento contra a magreza feminina e criar idéias autênticas e revolucionárias mesmo! Idéias que realmente valorizem as curvas da mulher brasileira, mostrando a sua abundância em charme e estilo. Do jeito que ela realmente é! Isso por quê mulher brasileira é assim: tem bundão, pernão, coxão....



Mas tomar esta consciência e torná-la um costume não é fácil. A mulher precisa, antes de qualquer coisa, estar bem consigo mesma. Precisa se assumir e ser feliz com isso, antes de tudo. Como experiência própria, antes de cair na real e aceitar meu corpo, minha estrutura física, fiz mil dietas, tomei remédios, malhei horrores na academia [lembro-me que já passei 4 horas malhando feito uma louca – literalmente]. Perdi 15 kg, mas não adiantou nada, pq assim que parei de malhar feito uma condenada, voltei a comer tudo de novo e engordei 10 dos 15 kg que eu havia perdido. Tudo isso pra me tornar alguém que eu não desejava ser, que nunca fui e nunca serei. Saúde e auto estima estavam na escala do zero.
Num certo dia daqueles DDD [domingo dia depressivo] estava eu em casa assistindo TV num canal desses ai qualquer [não me ligo muito nisso] e de repente a apresentadora anunciou que logo mais haveria a entrevista com a modelo brasileira “Plus Size” [eu lá sabia o que era isso?], Fulvia Lacerda, que foi descoberta em uma praça de Nova York onde morava, trabalhava como babá mas hoje é uma top model muito requisitada, para os tamanhos GG. Daí então você já percebeu o que é ser uma modelo “plus size” né? Sim!!! E uma modelo gordinha e com muito estilo. Como grande parte da população americana é formada por gordos e obesos (sim, essas mulheres perfeitas que você vê por ai são minoria!!!!), esse tipo de modelo "plus size" é muito procurado.Para dar aquele empurrãozinho às fofinhas de plantão, Fulvia afirmou que nunca se sentiu mal por ser "cheinha" e alerta que não é necessário ser magrela para ser bela e ganhar dinheiro com a beleza. [wow]
Bom, na verdade sabemos que aqui no Brasil isso não é tão fácil e nem tão divulgado, o que ainda deixa muitas mulheres tímidas em assumir seu corpo e ao seu excesso de gostosura. Mas também o mundo da moda muitas vezes não colabora e faz com que no Brasil, este tipo de mercado obedeça ao mesmo padrão dos demais [ou seja, o da secura]. As marcas do segmento high fashion fazem roupas até no máximo tamanho 44, e olhe lá. A loja Zara é uma boa exceção, pois o G de lá é realmente G! Os grandes magazines, como Renner e Riachuelo, são um pouco mais democráticos, tanto no preço quanto na numeração, que atende até o 46/48, mesmo assim com ressalvas. A C&A, apesar de oferecer numerações grandes, a forma das roupas é pequena. Além disso, é preciso se dirigir às lojas/setores especializados [para gordos e que geralmente têm modelos cafonérrimos!...que discriminação! aff].



Uma outra coisa que sempre me irrita, em manuais de estilo ou entrevistas sobre moda na mídia, são os conselhos do tipo “corretivo”: ”Se você está acima do peso, procure emagrecer! Esconda sua barriguinha! Enquanto isso, use roupas de tecidos leves e soltos, que não marcam o corpo”. Embutido nesse discurso está a mensagem de que você só será chique e bonita se for magra, e até lá, deve camuflar seus pneuzinhos sob uma boa quantidade de pano. [aff me poupe, usar Bruca? Tô fora!]







Então me diga: Qual foi a última vez que você viu um mulherão desses, com curvas voluptuosas, na capa de uma revista de moda?[difícil responder, né?].



Pesquisando mais ainda sobre a situação das modelos “Plus size”, encontrei uma matéria muito legal com a imagem acima que mostra sete belas modelos com vários centímetros a mais de seios, coxas, cintura e quadris - totalmente fora das medidas desnutridas das modelos de 90 de busto, 60 de cintura, 90 de quadril -, não foi publicada na capa, mas sim na seção de saúde da revista Glamour norte-americana. E mesmo não tendo sido capa [como era o propósito da autora, na época], eu diria que é um marco no mercado de revistas femininas. A foto ilustra um manifesto em que a publicação assume o compromisso de mostrar, a partir de agora e de forma consistente e clara mais mulheres curvilíneas e lindas da mesma forma ou muito mais até do que aquelas modelos esqueléticas com cara de que não come há meses.



A autora da matéria, Genevieve Field, conta que tudo começou em setembro, quando a foto de uma modelo plus size, também nua, começou a receber muitos comentários no site da Glamour. Isso chamou a atenção da equipe, levando à uma inevitável pergunta: se existe uma legião de mulheres acima do peso considerado “normal” e elas manifestam o desejo de se verem representadas na mídia e na moda, porque são sumariamente ignoradas?

“Em primeiro lugar existe o problema do tamanho das roupas. A maior parte dos estilistas de ponta, não fabrica roupas maiores do que 42″, explica Genevieve Field. E a razão disso, apontada por uma pessoa que faz pesquisa de mercado, é simples: puro preconceito.

Mas mesmo que mais estilistas se disponham a aumentar a numeração de suas peças, ainda existe a questão do mostruário. É que as peças fotografadas pela imprensa são confeccionadas em tamanho…36/38!

Enquanto muitas mulheres escreveram para a Glamour para demonstrar o apreço por aquela imagem de mulher “real”, outras fizeram críticas duras, dizendo que a revista estaria estimulando hábitos pouco saudáveis e até a obesidade. Na minha opinião, isso demonstra claramente a neurose de uma sociedade obcecada pela aparência da magreza doentia.

Uma foto como esta, com mulheres bonitas que assumem suas formas com alegria e sensualidade, não causa mais do que o aumento da auto-estima. A saúde é importante e deve ser cuidada, não importa aonde caia o ponteiro da balança. Mas, uma gordinha de bem com seu corpo pode ser muito mais saudável do que uma magricela que se entope de remédios e se priva de alimentos.



Outro exemplo interessante de valorização da mulher real, padrão brasileiro, é o que a marca DOVE tem feito. Em 2004, eles lançaram uma campanha publicitária muito interessante, a "Campanha pela beleza real", que teve início na Europa e espalhou-se pelo mundo. Poucas marcas arriscaram-se assim para fazer propagandas com gordinhas e mulheres de verdade como a Dove sempre faz! O novo filme da campanha chamado "Sob Pressão" agora preocupa-se com as mulheres do futuro: as crianças. Eles aconselham as mães a conversarem com os filhos antes que a indústria da beleza o faça. Acho que também é nosso dever começar a quebrar esse padrão agora para proteger as futuras gerações.

Espero que um dia você e todas as mulheres realmente percebam que a sensualidade, na verdade, é muito mais do que uma roupa ou um estereótipo de beleza. Ela é uma atitude, está na essência, na personalidade de uma mulher...no jeito de ser MULHERZINHA de ser. A postura é fundamental para que ela seja considerada sexy. Tendo a atitude coerente, o próximo passo é pensar no tipo de roupa que combina com ela e que valoriza o seu corpo.Por isso, se você está ai agora deprê achando que nada fica bem em você, ou esta se achando feia por estarum pouco ou até muito acima do peso considerado "normal", na boa... depois de ler este post [e se preferir pesquisar mais sobre o tema, eu aconselho], levanta, sacude a poeira e dê a volta por cima! Seja você mesma e assim conquistará o mundo!



Pesquise:

Site da Campanha da Dove
Flúvia Lacerda - Site Oficial
Mulherzinha no Twitter! @mulherzinha_



gosto de texo que afinam com meus pensamentos. SOMOS CORPOS PENSANTES E PESSOAS FELIZES

domingo, 24 de janeiro de 2010

SPFW termina com forte crítica às modelos magras


23/01/2010 - 12h12


http://estilo.uol.com.br/moda/ultnot/efe/2010/01/23/spfw-termina-com-forte-critica-as-modelos-magras.jhtm

São Paulo, 22 jan (EFE).- A São Paulo Fashion Week terminou na sexta-feira com uma forte crítica aos estilistas, até mesmo de parte da organização, por mandarem às passarelas modelos muito magras.
Em comunicado oficial, a direção da semana da moda da capital paulista expressou sua "preocupação" pelas modelos "muito magras"."Desde 2007, a SPFW é a única entre as principais semanas de moda do mundo a estabelecer novos padrões de participação nas passarelas para ajudar na prevenção de problemas extremos de saúde entre modelos", disse a nota.
Junto com o Ministério Público de São Paulo, há normas para preservar a integridade dos modelos presentes ao evento, como um atestado médico, e as garantias de estarem aptos a exercer a profissão.
No entanto, a organização pediu mais cooperação de parte do setor da moda na Europa e Estados Unidos, onde residem a maioria das modelos brasileiras e estrangeiras que participam da SPFW, para "reverter os padrões estéticos atuais", com predomínio de mulheres muito magras.
O jornal "Folha de São Paulo" publicou esta semana um artigo no qual profissionais da saúde denunciaram que algumas das modelos que participaram do encontro tinham dificuldade até para caminhar com pesados sapatos plataforma.
Entretanto, a polêmica não estragou o sucesso da 28ª edição da SPFW, com espaços no pavilhão da Bienal do Ibirapuera e no Shopping Iguatemi.

Pelas passarelas paulistas desfilaram modelos internacionais como a holandesa Lara Stone, a canadense Gloria Loitz, a inglesa Alexina Graham e a russa Eugenia Kuzmina, além das estrelas brasileiras.
TEMOS MUITO A FAZER POR NOSSOS CORPOS SEM MEDIDAS....

DE TAO MAGRA AS MODELOS TEM DIFICULDADES DE DESFILAR

20/01/2010 - 16h49 - FOLHA DE SÃO PAULO


http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u682199.shtml
De tão magras, modelos chegam a andar com dificuldade
ALCINO LEITE NETO

VIVIAN WHITEMAN



Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão descarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.

Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.
Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo daS crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.
Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo "mercado" internacional --indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.
Alguns, mais sinceros, dizem que não querem "gordas", com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de "cabides de roupas".
Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.

Um emaranhado de ignorâncias, covardias e mentiras vai sendo, assim, tecido pelo meio da moda, inclusive pelos estilistas mais esclarecidos, que não pesam as consequências do drama (alheio) no momento em que exibem, narcisicamente, suas criações nas passarelas.

Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.
Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.

O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são "as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto". É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.


Organização do SPFW emite comunicado sobre magreza de modelos

Desde a manhã de ho20 de janeiro de 2010, o assunto em pauta no São Paulo Fashion Week é a magreza excessiva das modelos que estão desfilando nessa temporada – devido a matéria publicada no jornal “Folha de S.Paulo”.

Por isso, a organização do SPFW emitiu um comunicado oficial, explicando as normas e a preocupação com a saúde das modelos: “desde o início desta temporada, notamos com preocupação que estão muito magras”, diz a organização. Leia abaixo, na íntegra:
“Desde 2007 a SPFW é a única entre as principais semanas de moda do mundo a estabelecer novos padrões de participação nas passarelas para ajudar na prevenção de problemas extremos de saúde entre modelos. Junto com o Ministério Público de São Paulo, estabeleceu normas para preservar a integridade dos modelos presentes ao evento e ter garantias de estarem aptos a exercer a profissão. Mesmo não contratando modelos, o que é feito pelos estilistas diretamente com as agências, a SPFW percebeu a necessidade e assumiu a dianteira.
Entre as medidas em vigor atualmente, que apresentaram bons resultados, está a necessidade de atestado médico garantindo a plena saúde e condições de trabalho, além de não se permitir menores de 16 anos nas passarelas e exigir alvará para as menores de 18 anos atuarem. Toda esta documentação é fornecida pelas agências antes da semana de moda. Além disso, lançou uma campanha com cartilhas de conscientização impressas e online distribuídas a pais, modelos e agentes.
Desde o início desta temporada notamos com preocupação que algumas modelos estão muito magras. Como a maioria destas profissionais está baseada na Europa e nos Estados Unidos, onde atuam a maior parte do tempo (elas ficam dois meses do ano no Brasil, o restante fora em desfiles e campanhas), acreditamos que esta discussão tem que se dar em um âmbito mais amplo, internacional, onde de fato são estabelecidos os padrões e as exigências estéticas.
Por isso, desde segunda-feira estamos em contato com organizadores das principais semanas de moda, editores das principais revistas, fotógrafos e formadores de opinião dos principais centros de moda na tentativa de estabelecer um documento com propostas de trabalho comum com regras conjuntas para reverter o padrão vigente.
Entendemos que este é um assunto que transcende a moda e que requer um esforço conjunto de toda a sociedade”.

ATÉ QUE PONTO A MODA E A MÍDIA NÃO INTERFERE NO IMANIGARIO POPULAR, PRINCIPALMENTE FEMININO. COMO FORMAMOS NOVOS HABITOS CULTURAIS E COMPORTAMENTAIS???

fonte: http://www.abril.com.br/blog/sao-paulo-fashion-week/2010/01/organizacao-do-spfw-emite-comunicado-sobre-magreza-de-modelos/

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Hipermagreza domina passarelas da SPFW . Será que precisa? Cade a mulher?

FAÇO QUESTÃO DE RELATAR NA INTEGRA A MATERIA DA FOLHA ILUSTRADA DE ONTEM. NOSSOS CORPOS TEM QUE SER CUIDADOS.
20/01/09 - POrtal Folha on line

Alexandre Schneider/Folha Imagem


Hipermagreza domina passarelas da SPFW
FERNANDA MENA/ NINA LEMOS - da Folha de S.Paulo



"Gente, o que é isso, essa menina está doente?" A frase, de um fashionista sentado na primeira fila de um desfile da SPFW, ilustra um espanto recorrente na atual edição do evento: as modelos estão mais magras do que nunca. Prova disso é que estilistas estão tendo dificuldades em montar seus "castings", fazem ajustes de última hora e escolhem peças estratégicas que escondam os ossos saltados das modelos. De tão magras, modelos chegam a andar com dificuldade
Na SPFW da magreza radical brilham modelos na faixa dos 18 anos, que têm índice de massa corporal, calculado pela Folha, igual ao de crianças de 9 anos. No mundo dos adultos, a Organização Mundial da Saúde chama esse índice de "magreza severa".

A explicação vem da top Aline Weber, 21, que mora em Nova York e participou do filme "Direito de Amar", de Tom Ford. "Três coleções atrás, no auge do pânico antianorexia, as pessoas pesavam as modelos no backstage para ver se elas estavam saudáveis. Agora, a poeira baixou. Se você engorda um pouco, todo mundo está ali pra te julgar. Se você emagrece, falam que você está linda." Aline diz conhecer muitas meninas bulímicas e anoréxicas fora do Brasil. "As russas são as piores", conta.
O stylist David Pollak identifica o padrão supermagro europeu como uma das causas da onda que atinge a atual edição da SPFW. "Muitas meninas estão trabalhando fora e por isso estão supermagras. Estão dentro do padrão de Paris, que é esquelético."
A magreza radical fez com que ele tivesse dificuldades na hora de montar o "casting" da Cavalera. "A marca tem uma imagem mais adolescente, saudável. Por isso, peguei meninas que não são badaladas [leia-se, as que ainda não têm carreira internacional]. Outros stylists tiveram de fazer o improvável: dispensar meninas de suas seleções porque elas estavam magras demais.
A onda tem feito eles inverterem uma antiga lógica da moda: ao invés de avaliarem roupas ideais para esconder, por exemplo, um quadril mais largo, têm de descobrir os looks que vão ocultar um corpo esquálido. "As meninas muito magras causam problemas. Seus ossos apontam num vestido de seda mais fluido. Ou seus corpos, muito estreitos, deixam a proporção toda estranha", avalia o stylist Maurício Ianês.

Muito café
O estilista Reinaldo Lourenço não só percebe a hipermagreza das modelos desta temporada como também conta que teve que fazer hora extra por conta do fenômeno. "Tive que fazer vários ajustes de última hora em roupas que ficaram largas nas meninas, o que me deu o maior trabalho", diz. Segundo ele, isso acontece porque a atual safra de modelos é "muito jovem".
Nos camarins, longe da mesa de salgadinhos e quitutes --relegada aos jornalistas--, modelos desfilam com copos de café. "Identifico as mais magras como a turma do cafezinho, já que elas passam o dia todo tomando café para não comer e ficarem ligadas", diz Pollak. Em entrevistas, elas escondem o peso e as medidas. "Não sei quanto peso. Nunca subo na balança", disfarça uma delas.
Cristina Theiss, 18, jovem aposta da Ford Models, teoriza: "Para fazer passarela de inverno, precisa ser mais magrinha mesmo, porque as roupas são volumosas, enchem demais". Para agências de modelos, o assunto ainda é tabu. Ou foi deixado de lado. "Magreza? Anorexia? Mas que assunto antigo, datado!", diz um agente, interrompendo a entrevista da Folha com uma modelo. Basta olhar para as passarelas para ver que não é.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O CORPO DA MULHER E A MENOPAUSA


MENINAS NÃO É UMA PRAGA, SIMPLESMENTE UMA CONSTATAÇÃO E VALE A PENA CONHECER UM POUCA CADA FASE DE NOSSA FEMINILIDADE.

Menopausa: mulheres em forma de maçã

É em forma de maçã que tendem a ficar as mulheres quando atravessam a idade da menopausa. A gordura concentra-se no abdómen e a culpa parece ser das hormonas.
Algures entre os 40 e os 50 anos, as mulheres notam que o corpo começa a mudar: em vez da pêra que lhes dava forma até então, vão assumindo os contornos de maçã, com a linha de cintura a esvair-se. É a gordura a acumular-se no abdómen, em vez das ancas e coxas onde tradicionalmente se concentrava.
Manter o peso habitual torna-se mais difícil.
É assim que o corpo feminino convive com a menopausa.
Um dos sintomas desta idade de transição é, precisamente, algum ganho de peso, mesmo quando a mulher pratica exercício físico e respeita uma alimentação equilibrada.
Tudo indica que a culpa é da flutuação hormonal.



As hormonas têm impacto directo no apetite, no metabolismo e no armazenamento de gordura: com a menopausa, os níveis de estrogénios, androgénios (onde se inclui a testosterona), entre outras, sofrem oscilações, o que interfere com os esforços da mulher para controlar o peso.
A principal alteração envolve os estrogénios, as hormonas femininas por excelência, responsáveis pela ovulação. Durante a menopausa, há um declínio rápido de estrogénios, a que correspondem irregularidades na produção de óvulos, até que cessa por completo.
O que não cessa é a relação destas hormonas com o peso: é que à medida que os ovários são menos produtivos, o organismo procura outras fontes de estrogénios e as células adiposas, onde se armazena a gordura, são uma delas.Em consequência, o organismo esforça-se por converter calorias em gordura, de modo a obter a quantidade de estrogénios de que necessita.
Só que as células adiposas não queimam calorias com a mesma eficácia das células musculares, pelo que a gordura se acumula, ganhando-se uns quilos indesejáveis. Outra hormona cuja produção entra em queda com a menopausa é a progesterona.
O resultado é também o ganho de peso, pelo menos na aparência: é que há uma maior retenção de líquidos, o que faz com que a mulher pareça inchada e mais pesada.
Nota-se nas roupas, que ficam um pouco mais apertadas. A boa notícia é que este efeito tende a desaparecer ao fim de alguns meses.

Os androgénios são hormonas sexuais com influência na mulher. Os androgénios produzidos pela suprarenal são a principal fonte de estrogénios e testosterona na menopausa.
E na acumulação de gordura existe também o efeito da diminuição de estrogénios (que se assume prevenirem a deposição de gordura abdominal) bem como diminuição do metabolismo. Com o decréscimo rápido de estrogénios e uma descida lenta ao longo dos anos de androgénios, na menopausa, existe uma alteração de relação entre androgénios / estrogénios, com excesso relativo de androgénios, o que pode relacionar-se com síndrome metabólica.








Mas no aumento de peso é preciso considerar que o número de calorias que se necessita diminui com a idade e o músculo vai diminuindo sendo substituído por gordura, que origina metabolismo mais lento. Se a esta situação se juntar menos exercício e e aumento da ingestão de calorias o aumento de peso é inevitável.
Gordura perigosa
Esta nova forma vai ficando visível, denunciando o excesso de gordura abdominal.

Mas o mais preocupante não é o que se vê, não é a gordura subcutânea, que fica entre a pele e a parede abdominal, mas a chamada gordura visceral, mais profunda e que rodeia os órgãos.

O excesso de gordura tem sempre um efeito negativo na saúde, mas esta constitui um risco maior, podendo abrir caminho a doenças como as cardiovasculares, diabetes, cancro da mama, síndrome metabólica, hipertensão e outras.
São riscos acrescidos quando à influência das hormonas se juntam factores comportamentais, como uma alimentação demasiado calórica e a ausência de exercício físico.

Com a menopausa pode haver tendência para a mulher comer mais e, sobretudo, preferir alimentos com muitas calorias, as quais, devido ao abrandamento do metabolismo, são mais difíceis de queimar. E se a mulher levar uma vida sedentária ainda menos energia se gasta, pelo que mais calorias se acumulam. Em consequência, há uma maior concentração de gordura e ganho de peso.

Dado este risco é nos factores comportamentais que incide a prevenção e o controlo do excesso de peso associado à menopausa. Antes de mais, há que reduzir a ingestão de calorias: mas de uma forma progressiva, não radical, sob pena de o organismo reagir conservando a energia/gordura e tornando ainda mais difícil perder quilos. Diminuir as porções a cada refeição ajuda, substituir as gorduras saturadas pelas polinsaturadas, preferir as frutas e os vegetais e evitar os hidratos de carbono simples como o pão branco também.

Como já referido, esta produção, na menopausa, é efectuada no tecido adiposo.Os níveis de testosterona vão descendo ao longo dos anos (não descem abruptamente como os estrogénios), contribuindo para um metabolismo mais lento: ora isso significa que o corpo queima menos calorias, logo há uma maior probabilidade de a gordura se acumular.

AQUI UM POUCO DE MIM: TENHO 45 ANOS E DEPOIS DE 36 ANOS MAGRA, BRIGO MUITO COM MEU PESO QUE ESTÁ BEM ACIMA E SEI DOS PROBLEMAS DE SAUDE QUE POSSO TER. PRINCIPALMENTE POR SER DE UMA FAMÍLIA DE DIABÉTICOS, HIPERTENSOS E CARDIACOS.
MAS CONFESSO NUNCA ME SENTI TÃO SEGURA, FELIZ E BONITA 9 PELO MENOS DE ROSTO E CABELOS ) APÓS OS MEUS 44ANOS. A MATURIDADE FEMININA É MUITO GRATIFICANTE. COMENTE SEUS PENSAMENTOS . EXPRESSEM SUA OPINIÃO


DEBATE SOBRE O FILME DESENHO DO CORPO

DESENHO DO CORPO - (Brasil, 2009, 52 min)


Direção: Cristiane Arenas

Produção: Fundação Padre Anchieta - TV Cultura

O padrão de beleza feminina vigente na sociedade é de um corpo jovem, magro e esbelto. Vera França, de 67 anos e modelo vivo à 40 anos, conduz um interessante diálogo entre diversos especialista de arte, estética e sociedade mostrando aspectos da construção do possível e ideal para beleza. O documentário mostra o olhar de teóricos e não teóricos sobre a imagem do corpo feminino.
Debate com Maria Lúcia Silveira - Socióloga e Cristiane Arenas - diretora do filme.
Local: Cineclube Pólis

Rua: Araújo, 124, Centro (Esquina com a Gal. Jardim - Próximo ao Metrô República)

Fonte: Marcha Mundial das Mulheres

.http://galeriaphotomaton.blogspot.com/2010/01/movimento-organiza-mostra-de-filmes.html



domingo, 17 de janeiro de 2010

PREVISÕES PARA 2010... ADOREI ESTE TEXTO



ESTE É UM TEXTO QUE EU GOSTARIA DE TER ESCRITO.... POR ISSO REPRODUZO NA INTEGRA E PARABENIZO O AUTOR. FABIO MENDES
« E se os mitos envelhecessem? (2)Previsões 2010. Ainda dá tempo?



By Fábio Mendes
A idéia era fazer um singelo calendário de previsões para 2010, mas metade do que previ já aconteceu nestes primeiros dias de janeiro. Fazer o quê? Vamos seguir com a bagaça…
23 de janeiro – Véspera de feriado prolongado em São Paulo, por conta do aniversário da cidade. Todo mundo some da Paulicéia e entope as marginais. No final da tarde, uma forte chuva faz os rios Tietê e Pinheiros transbordarem. Centenas de milhares de pessoas ficam isoladas por conta da cheia, sem poderem seguir em frente nem retornar para suas casas. O prefeito da cidade, Gilberto Kassab, sobrevoa a região. Criticado pela imprensa, ele se defende das acusações de negligência apontando dois novos piscinões recém construídos. Tratam-se na verdade, dos bairros Jardim Romano e Pantanal, que ainda acumulavam água da enchente anterior e ficaram totalmente alagadas.



Fevereiro - o Campeonato Paulista começa a ferver. Mas o Corinthians, que começou embalado, começa a puxar o freio de mão. Ronaldo se submete a uma nova lipoaspiração. Roberto Carlos assina contrato milionário com indústria de meias e fica duas semanas longe dos treinos. André Sanchez promete trazer Riquelme na segunda fase da Libertadores. O São Paulo amarga três derrotas seguidas e diretoria do clube toma providência drástica: demite o presidente da Comissão de Arbitragem da FPF.



Março – o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, inaugura rodovia inacabada no Piaui, acompanhado de Dilma Roussef. José Serra faz a inauguração de estação de metrô em São Paulo, igualmente inacabada. Os eventos contam com a participação, respectivamente, de José Sarney e Michel Temer.



Abril – Caetano Veloso lança três discos simultâneos: “A paz é branca”, “A Alegria é Azul” e “A paixão é vermelha”. Canções como “O abaeté da minha vida”, “Canô, can o” e “Badulaque Sagarana” ganham as rádios e aberturas de novelas. A “Ilustrada”, caderno cultural da Folha de S. Paulo, saúda os álbuns como “O testamento de um gênio”. “A juventude grisalha”, vaticina o “Caderno 2″, do Estado de S. Paulo. O “Segundo Caderno” de O Globo é ainda mais efusivo. “Brasil, somos felizes porque temos Caetano”.



Julho – Depois de sofrer fortes críticas por seu mau desempenho na primeira fase da Copa do Mundo, a seleção brasileira para de falar com a imprensa, mas reforça sua união e, com atuações de gala, supera Espanha, Itália e Argentina nas fases finais, conquistando o hexacampeonato. Eufórico com a conquista, Dunga esbraveja com a imprensa nos microfones: “vão tomar no cu ceis tudo”



Agosto – O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, anuncia um planejamento especial e altamente detalhado para que a seleção brasileira faça bonito na Copa de 2014, que jogará em casa. E anuncia Carlos Alberto Parreira como técnico, Mário Jorge Lobo Zagalo como coordenador técnico e Vanderlei Luxemburgo como Manager.



Outubro – MTV promove mais uma edição do Vídeo Music Brasil. Fresno ganha prêmios de melhor clip de rock, clip do ano e Escolha da Audiência, que tem Pitty como segunda colocada. Charlie Brown Jr. ganha prêmio especial pela carreira. Ponto alto da festa foi o retorno da banda Polegar, que iniciará turnê nacional com o objetivo de arrecadar fundos para Rafael Pilha, digo, Ilha, novamente internado em clínica de desintoxicação.



Novembro – Depois de manter a liderança do Campeonato Brasileiro desde a primeira rodada, Palmeiras cai para a quarta posição, após perder em pleno Palestra Itália para o Atlético-GO, lanterna do campeonato. O técnico Muricy Ramalho é demitido e a diretoria começa os contatos com Tite, Mário Sérgio e Paulo Bonamigo. Diego Souza, que no início do Campeonato era sondado por Barcelona, Real Madrid e Manchester United, agora está em baixa e a melhor proposta feita a ele vem da Moldávia. O inferno astral do jogador chega no final do mês, quando é espancado por integrantes da Mancha Verde
Dezembro – Disco e Especial de Roberto Carlos, disco natalino da Simone e especulações nos cadernos de esporte. Esqueci-me de algo?

Fonte: http://orapilulas.wordpress.com/2010/01/08/previsoes-2010-ainda-da-tempo/




sábado, 16 de janeiro de 2010

BELEZA SE VENDE? SE COMPRA OU SE SENTE?

MAIS UM TEXTO PARA REFLETIR.... DO BLOG : http://ojardimdepsique.blogspot.com/2010/01/

beleza-se-compra-de-geisy-carla-perez.htm  DATA: quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 postado por Andreia Flor Morena  - as 10:16

Beleza se compra? De Geisy a Carla perez...




A cirurgia de Geisy Arruda, a estudante de turismo da Uniban, de 20 anos, custou R$ 32 mil. Dizem que foi presente de seis mulheres que frequentam o salão do cabeleireiro paulista Julinho do Carmo, que se tornou muito amigo da moça. “Foram seis clientes empresárias que fizeram um rateio para pagar a cirurgia”, disse Julinho ao blog Mulher 7 por 7. A quantia paga pela operação foi confirmada pelo médico que a realizou, Dr. Marcus Vinícius dos Santos. O médico me explicou que essa quantia se refere a um pacote que incluiu: “os honorários médicos, anestesia, prótese de silicone, internação hospitalar e 20 drenagens linfáticas, além do atendimento pós-operatório”.
A cirurgia de Geisy, realizada na sexta-feira (11) no Hospital Saint Paul, em São Paulo, durou dez horas. Segundo Dr. Marcus, ela retirou 5 litros de gordura em uma lipoaspiração que ocorreu em várias partes de seu corpo, como costas, parte posterior dos braços, flanco, abdômen, coxas, joelho e axila. Geisy ainda refez o formato das mamas, com a aplicação de 435 mililitros de silicone em cada seio. “Pode parecer muito, mas ela é grande e tinha mamas pequenas para sua estrutura. Além disso, elas eram assimétricas”, diz o médico que ainda revela que a moça não tinha culote. A universitária também recebeu 400 mililitros de sua própria gordura em cada nádega – sendo que “parte desse volume será reabsorvido pelo corpo”, explica o Dr. Marcus.
Dr. Marcus já operou as atrizes Marília Pêra, Monique Evans, Carla Regina e as apresentadoras Eliana e Amanda Françozo. Mas certamente uma de suas maiores transformações cirúrgicas foi a que realizou na cantora baiana Carla Perez. “Só que com a Carla foi ao longo de dois anos, em um processo mais gradual”, diz. Assim como Carla Perez, Geisy sofre de acne e pretende cuidar da pele. “De alguma forma, Geisy se identifica com a Carla”, diz o médico.
Quem indicou o Dr. Marcus para Geisy foi o cabeleireiro Julinho por ser muito amigo de Carla Perez e por ter acompanhado essa mudança estética na cantora. “Carla Perez é a Michael Jackson brasileira”, diz Julinho brincando com as transformações da amiga. Sobre o aplique de longos cabelos loiros que colocou em Geisy, afirma: “Que me desculpem as morenas, mas as loiras se divertem muito mais”.
E por falar em Carla perez, quando surgiu como a loura do É o Tchan, em 1996, ela ficou famosa pelos 102cm de quadril. Os homens ficavam enlouquecidos com as generosas medidas, mas o visual da dançarina deixava muito a desejar: a pele tinha marcas de acne, os seios eram pequenos e o cabelo tingido de louro tinha raízes escuras à mostra. Carla Perez fez uma revisão completa. Em 1998, colocou 220ml de silicone. Embora nunca tenha admitido a lipoaspiração, ela teria removido 2 litros de gordura da cintura, do abdome e dos culotes.

No rosto, fez peelings e limpeza de pele. E diz ter aproveitado uma cirurgia para corrigir um desvio de septo para retirar parte da cartilagem e encurtar o nariz. A recauchutagem incluiu ainda silk light, uma espécie de drenagem que suga a camada de gordura, amenizando a celulite; sessões de mesoterapia, que combate a gordura localizada; e estimulação russa, que ajuda a desenvolver a muscma-se que a transformação tenha custado em torno de R$ 28 mil.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

ANFETAMINA E SEUS EFEITOS




MAIS UM POUCO SOBRE OS INIBIDORES DE APETITE
FONTE http://drogas.araraquara.org/anfetamina/anfetamina.htm
Anfetaminaararaorg - Posted on 14 janeiro 2010

As anfetaminas são substâncias de origem sintética e com efeitos estimulantes.
São freqüentemente chamadas de speed, cristal ou anfes. As anfetaminas, propriamente ditas, são a dextroanfetamina e a metanfetamina.
Quando estão em estado puro têm o aspecto de cristais amarelados com sabor amargo. No entanto podem também ser encontrados sob a forma de cápsulas, comprimidos, pó (geralmente branco, mas também pode ser amarelo ou rosa), tabletes ou líquido.
As anfetaminas, quando vendidas ilegalmente, podem ser misturadas com outras substâncias, tornando-as bastante perigosas. São, por vezes, chamadas de droga suja”, dado que o seu grau de pureza pode ser de apenas 5%.
São geralmente consumidas por via oral, intravenosa (diluídas em água), fumadas ou aspiradas (em pó). A forma menos prejudicial de consumir anfetaminas é engolindo-as (não misturadas com álcool). A inalação danifica as mucosas do nariz e injetar é a forma mais perigosa de usar esta ou qualquer outra droga, dado que aumenta o risco de overdose e de problemas físicos ou contágio de doenças.
As anfetaminas estimulam o Sistema Nervoso, atuando na noradrenalina, um neurotransmissor. Os sistemas dopaminérgicos e serotonérgicos são também afetados.
Imitam os efeitos da adrenalina e noradrenalina – permitem ao corpo efetuar atividades físicas em situações de stress.
Têm sido principalmente utilizadas para tratamento da obesidade, uma vez que provocam perda de apetite. Foram também bastante utilizadas para tratar depressão, epilepsia, Parkinson, narcolepsia e danos cerebrais em crianças.Existem vários produtos à venda no mercado: Benzedrine, Bifetamina, Dexedrine,

Dexamil, Methedrine, Desoxyn, Desbutal, Obedrin e Amphaplex.




Origem da anfetamina

Apesar de a planta Efedra ser utilizada na medicina chinesa, como antiasmático, desde tempos remotos,
a sua utilização na medicina ocidental era nula. O isolamento e estudo da efedrina
por Chen e Schmidt surge apenas em 1926, abrindo as portas para a produção de anfetaminas. Os anos 30 foram particularmente ricos em ensaios clínicos neste
âmbito, marcando-se em 1938 o início da comercialização da metanfetamina. Inicialmente as anfetaminas foram fármacos facilmente prescritos, utilizados para o tratamento da narcolepsia, obesidade, doença de Parkinson, asma, etc.
Durante a Segunda Guerra Mundial, foram administradas de forma maciça aossoldados (tanto aliados como das potências do Eixo) para combater a fadiga, reforçar a resistência, elevar o moral e manter o estado de alerta. A produção de anfetaminas em série para dar resposta aos pilotos da Luftwaffe (a força aérea de Hitler) originou grandes excedentes que acabaram por provocar uma epidemia anfetamínica no Japão. A droga era cedida a operários fabris japoneses como forma de eliminar a sonolência e embalar o espírito, o que acaba por provocarum aumento de 500 000 viciados neste país no pós-guerra.
Finda a guerra, começaram a ser descobertas a conseqüência do consumo regular. Como conseqüência inicia-se as tentativas de restrição, nomeadamente no Japão, enquanto que outros países adotam políticas de tolerância.

Na década de 50, os militares norte americanos em serviço no Japão e Coréi começam a utilizar uma mistura injetável de anfetamina e heroína, à qual chamam speedball.

Nos anos 60 verifica-se um aumento no consumo de anfetaminas, as quais, apesar de serem produzidas de forma legal, eram obtidas por meios menos lícitos. Em 1965, ocorre nova epidemia anfetamínica na Suécia concomitante com o fornecimento gratuito da droga pelo serviço nacional de saúde; ela foi tornada ilegal pouctempo depois.

Quando era uma droga legal, tornou-se bastante popular entre os caminhoneiros e entre o pessoal que trabalhava no negócio dos aprovisionamentos devido à suas propriedades estimulantes. Estes grupos que usavam anfetaminas para fins “profissionais”,isto é, com o objetivo de ajudá-los a cumprir as suas tarefas, quer elas fossem conduzir muitas horas seguidas ou permanecer à noite sem dormir, conseguiam manter um rigoroso controlo em relação ao seu consumo.
Nos anos 70 começaram a ser muito procuradas pelas classes trabalhadoras mais jovens, tendo-se perdido
um pouco do referido controlo. É nesta altura que surgem os chamados "speed freeks", indivíduos que ficam vários dias acordados sob o efeito de anfetaminas, mas com aspecto debilitado devido à redução do apetite.

Curiosamente, esta droga não foi muito bem acolhida entre os hippies como é visível em slogans como “speed kills”. O seu uso permaneceu restrito na Holanda, ao contrário do Japão ou Escandinávia.
No contexto do aumento do consumo desta substância, o turismo e a sua massificação desempenham um papel bastante importante, dado que facilitaram aos indivíduos do norte da Europa o acesso a esta droga, a qual era pouco controlada nos países do sul.

A Convenção de Viena em 1971 marcou o aumento do controlo das anfetaminas.
Foi nesta altura que foram sendo retirados do mercado os produtos farmacêuticos que continham anfetaminas, chegando mesmo à sua supressão em alguns países.Conseqüentemente, nos anos 80 floresce o mercado negro de produção ilegal.

 Na segunda metade dos anos 80 e princípio dos anos 90, o Dinintel foi muito procurado, chegando
alguns toxicodependentes a consumir mais de 50 cápsulas por dia; este fármaco foi reclassificado. No nosso país não existem atualmente anfetaminas puras no mercado lícito e são difíceis de encontrar no ilícito.
Nos últimos anos, o consumo de anfetaminas aumentou significativamente na Europa, principalmente associado a “dance culture”.

Efeitos da anfetamina

O consumo de anfetaminas pode provocar hiperatividade e uma grande necessidade de movimento, às quais
pode associar-se o aumento da atenção e concentração (daí o seu uso por estudantes).
Paralelamente, a pessoa pode perder o sono e a fome. O estado de excitação nervosa, euforia, loquacidade e aumento do grau de confiança, pode resultar numa diminuiçãO da autocrítica.
No entanto, os efeitos positivos transformam-se em negativos com alguma rapidez,podendo a pessoa experimentar fadiga, depressão, apatia ou agressividade (ocasionalmente).Os efeitos duram entre 6 a 12 horas.


Riscos da anfetamina

O consumo de anfetaminas pode provocar sede, transpiração, desidratação, diarréia, taquicardia
, aumento da tensão arterial, náuseas, má disposição, dor de cabeça, tonturas, vertigens, sono conturbado e pouco reparador. São freqüentes tiques exagerados e anormais da mandíbula ou movimentos estereotipados. Nos casos de perda de apetite devido ao uso constante de anfetaminas, poderá ocorrer
o risco de desenvolvimento de uma anorexia nervosa, desnutrição e até morte.

O consumo crônico pode conduzir a uma acentuada perda de peso e exaustão, redução da resistência às infecções, testículos volumosos e doridos, tremores, ataxia, perturbações no ritmo cardíaco, dores nos músculos e nas articulações.Pode ainda ocorrer falha súbita no coração, por exemplo, no caso de atletas dopados. É possível a ocorrência de uma reação tóxica no organismo - psicose anfetamínica – com duração variável (até algumas semanas), a qual se caracteriza por irritabilidade,hiper-excitabilidade, insônia, tremores, alucinações e até a morte, em casosextremos. É confundida freqüentemente com esquizofrenia.
A sobre dosagem pode provocar inquietação, alucinações, aumento da temperatura corporal, taquicardia, náuseas, vômitos, cãibras no abdômen, fortes dores no peito, insuficiência respiratória e cianose, aumento da circulação sanguínea, dificuldade de micção, perda de consciência, convulsões e morte.
Pessoas com problemas cardíacos, tensão alta, doença mental, ansiedade e ataques de pânico ou que tomam drogas de prescrição médica como os IMOS (inibidores das monoaminooxidases), betabloqueadores ou antidepressivos, correm maiores riscos quando tomam anfetaminas.
Tolerância e Dependência de anfetamina

A tolerância pode ser rapidamente desenvolvida e é geralmente grande. Não ocorre uma real dependência física, mas existe dependência psicológica. Nos casos de consumo continuado (speed run), que resultam em grande exaustão e depressão, estes efeitos poderão ser contrariados pela retomada do consumo, criando uma espécie de imitação de dependência física.

Síndrome de Abstinência da anfetamina

Os sintomas não são muito intensos. Poderá notar-se letargia, fadiga, apatia,sonolência, insônia ou hipersônia, depressão, dores musculares. A irritabilidade, alterações do sono e idéias suicidas, pode persistir durante meses.

SEMPRE É BOM LER COM CALMA ... ANTES DE TOMAR A DECISÃO DE MANTER OU CONQUISTAR A FORMA COM MEDICAMENTOS...

AS MODELOS NO RIO FASHION TEM FOME ZERO?

OPINIÃO DO BLOG DO ALUIZIO SOBRE AS MODELOS DO RIO FASHION 2010


FONTE: http://aluizioamorim.blogspot.com/2010/01/modelos-fashion-rio-tem-fome-zero.html


Chamou-me a atenção o fato de que as garotas são muito magras. Rostos bonitos em corpos esquálidos, magérrimos. As meninas não têm bunda e nem coxas e seus semblantes são estranhos, expressando um estado de anorexia.

É claro que modelos não podem ser gordas. Entretanto essas moças mostradas no vídeo têm um aspecto que chega a chocar. Só com zero de fome para adquirir um corpo desse jeito (pele e osso), que as desfiguram destruíndo as caracerísticas docemente ondulantes do corpo feminino. Desparecem as sedutoras curvas sob a severa exigência da ditadura de estilistas ou sei lá de quem mais.
Suponho que essas garotas interpretaram ao avesso o slogan lulístico "Fome Zero", fracassada tentativa do PT de fazer crer aos brasileiros que há gente passando fome no Brasil. Mas pelo que constato nesse Fashion Rio, a fome está é caminhando sobre as passarelas. Ou seja, zero de fome para alcançar esse chocante estilo esqueleto.
 TAMBÉM O SITE G1 QUESTIONA AS MEDIDAS DAS MODELOS X A MULHER BRASILEIRA
a  mais recente edição do Rio Fashion Week 2010 de apresentação das propostas para o próximo Inverno.

Durante alguns dias subiram à passerelle brasileira uma mão cheia de propostas dos criadores nacionais e internacionais, não tendo a passerelle escapado às críticas nalguma imprensa pelo facto de as medidas das modelos, em desfile, serem muito diferentes das medidas reais, mais voluptuosas, da mulher brasileira.


O evento realizou-se no Píer Mauá e faz parte do programa de revitalização do centro da cidade do Rio de Janeiro




SALVEM AS CURVAS DA MULHER BRASILEIRA

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

muitas pessoas discutem a ditadura da magreza



MAIS UM TEXTO QUE DISCUTE O TEMA. NÃO TEMOS SOMENTE UM CULPADO? SOMOSOS TODOS? O QUE SEI QUE QUE DEPENDE DE NOS UMA ACEITAÇÃO CORPORAL MAIS CONFORTÁVEL E SAUDÁVEL.

Muitos reclamam que as modelos são muito magras, e que a moda impõe padrões difíceis de seguir. A própria mídia que um dia difundiu esses padrões hoje quer condenar. Mas, como isso tudo começou? Vamos voltar no tempo...década de 60, uma menina que tinha problemas para engordar, se tornou um ícone da moda, o nome dela era Twiggy, ela tinha apenas 16 anos, era alta e muito magra, e assim aquelas misses mais curvilíneas tinha saído do foco do corpo perfeito e o tipo andrógeno entrou em voga, e esse padrão tão difundido na década de sessenta foi ressucitado pela top model Kate Moss nos anos 90.


Bom...mas aí vem outra pergunta, a mídia e a moda são tão culpadas por esses padrões? Em partes sim, a mídia difunde mas são as pessoas que decidem se vão querer ou não, não podemos culpar somente a mídia se somos nós mulheres que aceitamos e pedimos esses padrões, é só você olhar nas campanhas de moda e campanhas de cerveja, as modelos de marcas de cerveja são muito mais curvilineas que uma Gisele Bundchen, por exemplo, no entanto esse tipo de imagem (mulher com curvas) não vende numa campanha de moda, as mulheres preferem uma imagem com modelos magras. Nós queremos ser assim, temos que admitir, e se você diz não quer ser assim, então porque compramos a idéia de uma campanha de moda? Afinal, a felicidade não vem pela magreza, e os homens preferem curvas do que uma mulher bem magrinha, no entanto queremos ser magras.

E ainda tem os estilistas que usam a desculpa (mais que passada) de que a roupa tem um caimento melhor em pessoas magras, em princípio isso parece ser fácil, mas um estilista (ou marca) brasileiro tem que fazer roupa para a mulher brasileira, são eles que tem que fazer roupa para nós e não nós que temos que entrar nas roupas deles, já pensou se a GAP (marca americana) fizesse roupa somente para pessoas magras lá nos Estados Unidos, um país com milhões de obesos, eles teriam ido a falência, falta um pouco de visão de futuro (e de negócios) em nossos estilistas, é uma coisa absurda algumas marcas não trabalharem com numeração de 44 pra cima, a GAP trabalha com tamanhos GG, pois tem muitas pessoas nos Estados Unidos que usam esse tamanho. O Brasil não é um país que só tem pessoas magras, a típica brasileira tem bunda e quadril.

Não estou dizendo para as pessoas engordarem horrores, só estou dizendo para você pensar sobre esse padrão de magreza excessiva, pois tem muitas pessoas que sofrem por causa disso, vivem de dietas, de remédios, achando que a felicidade vem pela magreza. Afinal, ainda não conseguimos tirar da nossa cabeça aqueles padrões de beleza que foram impostos para nós há 40 anos atrás.

AUTORA : Andressa -
http://www.spiner.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=964











segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

arrumar o corpo... MAIS UMA RECEITA CORPORAL


ESTE TEXTO FALA UM POUCO SOBRE ARRUMAR A CASA COMO UM CORPO . OU UM CORPO COMO UMA CASA
FONTE: http://blog.comportamentomagro.com.br/2010/01/arrumando-os-estragos/
Arrumando os estragos


Arquivado em Default às 06:00 por Luciana Kotaka
Gostaria de convidar você a dar uma geral em sua vida, em sua casa.
Lembre-se que casa e corpo acabam tendo algo em comum, temos que cuidar e colocar coisas dentro dela.
E quantas coisas vamos acumulando dentro de gavetas, armários, geladeira ?
Como o nosso corpo, vamos acumulando um pouco aqui, outro ali e assim vamos acumulando gorduras, os famosos pneuzinhos.
Vamos da uma geral na nossa casinha?
Geladeira – Passou as festas ,e agora convido você atirar tudo de dentro da geladeira, e selecionar o que realmente vale a pena manter dentro dela. Acabe com os doces (dê para a sua funcionária, para o porteiro, amigo) sei lá, a grande questão é, passar a comida pra frente e não engordar mais.Veja ainda comidas mais gordurosas e que não irão te ajudar em seu objetivo.
Armário de comida – Veja , esses normalmente são locais aonde mais acumulamos porcarias. Lembre-se que quando guardamos algo inadequado ao nosso objetivo, em algum momento pensamos: deixa aí, uma hora vou comer, e a hora chega, quando menos esperamos devoramos o pacote inteiro de salgadinhos, de bacon.
Outras vezes deixamos alguns amendoins, batatas, bolachas cracker para emergências, pois a qualquer momento pode chegar uma visita e precisar de aperitivos.Vamos ser sinceras, quantas vezes recebe uma visita para aperetivar no mês?
Outra situação é comprar alimentos que gostaria de comer e não come. Se aventura a comprar e testá-los eno fim mofam no fundo do armário.e qual o problema? Nenhum, se não fosse um hábito o acumular, quem acumula no real, acumula no corpo .
Quando você assume um compromisso com esse local de sua casa, está assumindo também com você e seu corpo.
Após a limpeza geral de sua cozinha, você estará preparada para assumir uma boa relação com seu processo de reeducação alimentar, afinal sentirá mais leveza no ambiente e consequentemente dentro de você!

Luciana Kotaka Psicologa Clínica




LIVRO SOBRE A CRIADORA DA BARBIE: A BONECA DE CORPO PERFEITO

LIVRO CONTA A HISTORIA DA MULHER QUE CRIOU A BARBIE E MEXEU COM O IMAGINARIO FEMININO DESDESUA ADOLESCENCIA
. Livro conta a história da mulher que criou a Barbie e fundou uma das maiores empresas de brinquedos do século XX
Barbie & Ruth mostra a trajetória empreendedora de Ruth Handler. Leia um trecho da obra

Da Redação Ruth Handler


Barbie & Ruth,  criadora da boneca mais famosa do mundo – a Barbie - e fundadora da Mattel, uma das maiores indústrias de brinquedos do século XX, não se abateu quando decidiu lançar a Barbie e ouviu de seu marido o seguinte comentário: "Meu bem, nenhuma mãe vai comprar para a filha uma boneca com seios". A face criativa e determinada da empreendedora Ruth Handler é um dos atrativos do livro Barbie & Ruth, de Robin Gerber, que chega ao Brasil pela Ediouro.
Na biografia dessa filha de imigrantes judeus poloneses, Gerber mostra que a permanente busca de objetivos fez com que Ruth Handler entrasse para a história da indústria de brinquedos, ganhando respeito em um ambiente predominantemente masculino.

Barbie & Ruth traz os bastidores da criação desta boneca que há 50 anos seduz crianças e adultos e a vida de uma mulher que, por anos, comandou uma corporação gigante, lutou contra um câncer de mama e, na experiência com essa doença, criou a prótese Nearly Me para mulheres que passam por uma mastectomia.

FONTE: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114151-17180,00.html

ANOREXIA NÃO É COISA SOMENTE DE MULHER


segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010


Anorerxia Masculina

"Os dados sobre distúrbios alimentares entre homens ainda são escassos, assim como a oferta de serviços especializados. Um dos poucos locais a abrir as portas para esse público, o Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq-USP) tem atendido a uma demanda reprimida - atualmente, 30 homens passam por tratamento no local, a maioria entre 17 e 22 anos. Em 2008, o IPq atendeu 563 pacientes com transtornos alimentares: 104 do sexo masculino, o equivalente a 18% dos atendimentos. Segundo especialistas, a procura por atendimento está crescendo no País.

O Programa de Orientação e Assistência aos pacientes com Transtornos Alimentares (Proata) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) atendeu cerca de 180 pessoas no ano passado: 15 eram homens. “Uma das dificuldades é o preconceito em aceitar ser portador de uma doença conceituada erroneamente como exclusivamente feminina”, explica o psiquiatra Alexandre Pinto de Azevedo, do Ambulim. Boa parte dos que conseguem chegar ao atendimento, segundo ele, são portadores da anorexia nervosa atípica - apresentam parte dos sintomas clássicos da doença, como perda exagerada de peso, recusa em ingerir alimentos e episódios de depressão.

“Nos últimos anos vivemos uma mudança no padrão de beleza masculino, mesmo processo que aconteceu com as mulheres décadas atrás. O corpo esguio, com músculos definidos, passou a ser mais cobrado dos homens”, afirma a psiquiatra Paula Melin, do Núcleo de Transtornos Alimentares e Obesidade (Nuttra), no Rio. “Um dos inúmeros dados que mostram concretamente essa mudança é o aumento de anúncios e artigos sobre beleza e tratamentos estéticos nas revistas masculinas”, diz.

Além disso, proliferam clínicas de estética para homens, lançamentos de cremes para a pele masculina e procura por cirurgia plástica. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que, entre 2007 e 2008, foram realizadas mais de 55 mil cirurgias plásticas em homens - entre lipoaspiração, rinoplastia e colocação de prótese de silicone nas pernas e no peito. A psicóloga Christina Morgan, do Proata, também observa crescimento da procura masculina por tratamento. “O homem tornou-se também objeto da cultura do corpo, do descartável, da imagem”, "diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 


já toquei nesse asunto algumas vezes, mas vale a pena repetir, repassar e repensar.

domingo, 3 de janeiro de 2010

RESSACA DE FUTEBOL

ENFIM FÉRIAS. DO BLOG DO JOSÉ TORERO

ESPERO FAZER O MESMO


Estimado leitor, adorada e idolatra leitora, vou entrar em férias. Sim, férias. Desde que comecei este blog, há mais de quatro anos, nunca tirei férias. Mas eis que finalmente chegou a hora
Serão 31 dias sem futebol. 744 horas sem futebol. 44.640 segundos sem futebol.
Creio que será um teste e tanto. Um mergulho no autoconhecimento, um encontro com o espelho. Ficar sem futebol é mais ou menos como ser deixado num deserto, onde só temos a nossos próprios pensamentos como companhia.
O que farei com o tempo que sobrar? Peças, livros, tortas ou bolos? Ficarei feliz ou triste? Passarei os dias na rede, de papo para o ar, ou escreverei um livro-relâmpago?



O certo é que neste mês de janeiro tentarei com todas as minhas forças me afastar do futebol. Não escutarei programas de rádio, não verei jogos de futebol na tevê, passarei longe da Vila Belmiro e desviarei do Pacaembu. Quanto ao Playstation, tenho poucas esperanças de abandoná-lo, mas me esforçarei. Ah, e também não lerei livros sobre futebol ou mesmo qualquer um que me lembre remotamente o assunto, como o Memórias de Adriano, da Marguerit Yourcenar.



Sei que perderei coisas importantes, como as compras e vendas do mercado boleiro, coisa que decide em grande parte os onze meses seguintes, a Copa São Paulo, que aponta os craques da próxima década, as primeiras rodadas do Paulistão, que começa dia 17 de janeiro, e os resultados do Troféu Baleião de Futebol Virtual, a ser disputado na praia de Baleia em meio a cervejas e petiscos ultracalóricos.
Mesmo assim, estou curioso sobre o que vai acontecer durante esta estiagem.
Jogarei futebol na praia em vez de vê-lo na tevê
Sentirei saudade ou nunca mais vou querer saber do esporte bretão? Me tornarei um antifutebolista, feito aquele cara que consegue largar o cigarro e torna-se o mais chato dos não-fumantes?
Sinceramente, não sei.
Mas tentarei mantê-los informados sobre esta abstinência pelo twitter. Isso se eu escrever no twitter, pois pode ser que, sem a prática diária de escrever, eu desaprenda.

Um abraço e boas férias de mim, Torero.



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