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Irã nomeia primeira mulher para cargo de embaixador

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  Ouvir texto 0:00   Imprimir   Comunicar erro Ahmad Halabisaz/Xinhua Marzieh Afkham é a primeira mulher a ocupar o cargo de embaixador no Irã; ela irá representar o país na Malásia A República Islâmica do Irã nomeou pela primeira vez em sua história uma mulher como embaixadora no exterior, cargo que será ocupado pela porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Marzieh Afkham, na Malásia, informou nesta segunda-feira (9) a agência oficial "Irna". De acordo com o meio, a veterana funcionária será responsável pela legação diplomática na Malásia, uma monarquia eletiva onde o islã é a religião oficial, no que constitui uma ruptura com as práticas diplomáticas iranianas nas quais os homens ocupavam todos os cargos de maior responsabilidade e de representação do Estado. Afkham é a cara pública mais reconhecida no exterior do regime iraniano desde que o presidente Hassan Rohani, um clérigo iraniano de tendência moderada, assumiu...

Entre 2003 e 2013, taxa de homicídios de mulheres aumenta 8,8%, diz estudo

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A taxa de homicídios contra mulheres no país aumentou 8,8% entre 2003 e 2013, segundo o estudo Mapa da Violência 2015 - Homicídios de Mulheres, produzido pela Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais) e divulgado nesta segunda-feira (9). De acordo com o relatório, o Brasil é o quinto país mais violento para mulheres em um ranking de 83 nações que usa dados da OMS (Organização Mundial de Saúde). No período, em média, 11 mulheres foram assassinadas no Brasil todos os dias.  Mais da metade delas, 55%, eram negras .  A pesquisa indica que, em 2003, a taxa de homicídios de mulheres era de 4,4 para cada 100 mil habitantes. Em 2013, ano com os dados mais recentes disponíveis, esse índice chegou a 4,8/100 mil habitantes, mesmo patamar de 2012 e o mais elevado da série histórica registrada. Entre 2003 e 2013, a taxa chegou a registrar queda entre 2006 e 2007, quando o índice passou de 4,2/100 mil habitantes para 3,9/100 mil habitantes. A queda aconteceu no período a...

#AgoraÉQueSãoElas: em defesa dos direitos da mulher

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O  TMDQA!  nunca foi e nunca será um espaço machista. Desde sua criação e durante os nossos quase sete anos de história, o portal defendeu as pautas do dia a dia das mulheres em seu conteúdo e divulgou com o mesmo grau de incentivo bandas e projetos musicais de homens e mulheres do Brasil e do mundo, além de receber sempre a colaboração de diversas garotas que mostram diariamente que o rock´n´roll, a música e a paixão por tudo isso é universal. Infelizmente, as oportunidades e os direitos das mulheres não são garantidos em todos os lugares. Estamos vivendo um momento em que mulheres estão sendo atacadas e perdendo direitos que foram conquistados com muita luta. E é por este motivo que nós resolvemos apoiar a causa #AgoraÉQueSãoElas : para mostrar quantas e quão incríveis nós somos e que lutar pelos nossos direitos e exigir respeito, apesar de ser ultrajante (que ano é esse? 2015 não?), é certo e necessário. Sabemos que a semana oficial da ação passou, mas ...

Olympikus foca em fitness e em público feminino em nova campanha

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http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/olympikus-foca-em-fitness-e-em-publico-feminino-em-nova-campanha_29113.html Ação mantém slogan da marca e será divulgada em mídia impressa, redes sociais e pontos de venda Por Adalberto Leister Filho - São Paulo (SP) em 25 de Setembro de 2015 às 08:13 Share on linkedin Share on print Share on email 5 Folder da campanha da Olympikus voltada para o fitness Mantendo o slogan “Seu corpo não foi feito para ficar parado”, a Olympikus vai focar o fitness e o público feminino em sua nova campanha, que será lançada em outubro. A ação vai ser divulgada em revistas especializadas e nas redes sociais, além de material disponibilizado nos pontos de venda. “Queremos promover e incentivar a população a praticar esporte, de parar de dar desculpas para não se movimentar”, conta Paulo Mündel, diretor de marketing da Olympikus, em entrevista à Máquina do Esporte . Com a nova campanha, a Olympikus segue estrat...

Espetáculo mostra lado cruel do universo infantil feminino

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  Qui, 06/08/2015 às 22:45                    Eduarda Uzêda Tags: espetáculo Foi Você Quem Pediu Para Eu Contar Minha História teatro cultura           Rodrigo Lopes l Divulgação As atrizes Bianca Castanho, Karla Tenório, Fernanda Vasconcellos e Talita Castro em cena Quatro garotas  contam histórias, misturando realidade e fantasia. De que falam? No discurso de cada uma, que mescla inocência e perversidade, a visão pessoal sobre o mundo dos adultos. T...

Mulheres vão pintar com o corpo na Maratona Cultural Olímpica, no Rio

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Performance acontece no sábado, no Museu Nacional de Belas Artes. Grupo, que estreia no Rio, já fez inúmeras intervenções em São Paulo. Alba Valéria Mendonça Do G1 Rio   Facebook Twitter Google+ Pinterest Artistas do Coletivo Pi, de São Paulo, vão usar o corpo para pintar telas na exposição na Maratona Cultural da Cidade Olímpica (Foto: Roni Adame/ Divulgação) Quatro mulheres prometem pintar o sete, no próximo sábado (8), no Museu Nacional de Belas Artes, no Centro do Rio. Elas são integrantes do grupo performático Coletivo Pi, que estreia no Rio com a exposição “Contornos”. Por não serem pintoras nem artistas plásticas, mas sim performáticas, as telas produzidas por elas serão pintadas com seus próprios corpos. Performers jogam tinta nos corpos uma das outras para pintar as telas (Foto: Roni Adame/ Divulga...

Companheiras de presos se unem na internet

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fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-08-09/mulheres-de-presos-se-unem-na-internet.html Elas compartilham suas próprias histórias e dão dicas para as novatas O Dia Rio - Elas chamam umas às outras de “guerreiras” e, às vezes, de “cunhadas”. A liberdade é conhecida como “lili”. As cidades de cada uma variam, as idades também, mas o que todas elas têm em comum é um ente querido preso. Em tempos cada vez mais digitais, páginas no Facebook e grupos no Whatsapp viraram presença constante nas vidas de mulheres que têm as filas dos presídios em suas rotinas. Por meio das redes, no mundo online mesmo, elas encontram outras com as quais se identificam na dor, e criam meios de se ajudar coletivamente. Thayane Mattos, de 24 anos, é uma dessas mulheres . Ela criou a página ‘Liberdade já pro nosso amor RJ’, assim que o marido foi preso. Pretendia conhecer outras pessoas que passavam pelo mesmo sofrimento. E não apenas ser ajudada, mas também ajudar. T...