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A jovem Malala conta sua incrível história

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  Reportagem de VEJA desta semana mostra como a menina paquistanesa que desafiou os radicais islâmicos do Talibã por querer estudar — quase pagando com a vida por isso — se tornou símbolo da luta pela liberdade e pelos direitos da mulher. Agora, ela lança sua biografia Thaís Oyama Malala Yousafzai recebeu prêmio em Haia em 6 de setembro (Bas Czerwinski/AFP) Quando Malala Yousafzai nasceu, nenhum vizinho foi dar os parabéns aos seus pais. Em regiões do Paquistão como o Vale do Swat, onde ela vivia, só o nascimento de meninos é celebrado. Das meninas, espera-se apenas que vivam quietinhas atrás das cortinas, cozinhem e tenham filhos — preferencialmente antes dos 18 anos. “Malala” significa “tomada pela tristeza”. Mas a primogênita dos Yousafzai driblou duas vezes o destino: escapou da profecia do batismo e trocou as cortinas por onde deveria espreitar o mundo pelo centro do palco. Aos 12 anos, para poder continuar indo à escola, desafiou uma ...

Homenagem ao colega nosso de cada dia

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  Publicado em 16 de outubro de 2013 às 16:15 | Autor: Guy Almeida Jr | ESPM realiza entrega da Medalha do Mérito Acadêmico ESPM Gerhard Wilda Foto oficial com todos os condecorados com o Mérito Acadêmico ESPM Gerhard Wilda. Foto: Wilian Tadeu Ambrozio Pelos corredores da ESPM, todos os dias muitas pessoas se cruzam, cada uma com sua função profissional, as quais desempenham com dedicação e carinho para tornar a Escola cada vez melhor. São vidas que se confundem com a biografia da Escola ou, em muitos casos, são a vida da ESPM. Pelo segundo ano consecutivo a ESPM condecorou seus funcionários, com mais de 20 anos de dedicação à casa, com a Medalha do Mérito Acadêmico ESPM Gerhard Wilda. A entrega foi feita no Auditório Philip Kotler do campus Francisco Gracioso, em 16 de outubro, e reuniu além dos homenageados, seus familiares, autoridades da Escola e convidados, em especial, a filha do professor Gerhard Wilda, Anete. As diversas personalidades comuns aos cor...

Button diz que está no limite do peso e prevê F-1 só com ‘baixinhos’ no futuro

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buscar   04/10/2013 10h45 - Atualizado em 05/10/2013 00h41 Piloto da McLaren pede que atletas se unam para evitar guerra contra a balança na próxima temporada. Peso máximo do 'conjunto' será 690kg Por GLOBOESPORTE.COM Yeongam, Coreia do Sul Comente agora O limite de peso de carro e piloto na próxima temporada da Fórmula 1 vai subir de 642kg para 690kg, principalmente em razão da introdução dos novos motores V6 turbo. Mas o aumento não ilude os pilotos da categoria. Com equipamentos mais pesados do que o previsto, os corredores sabem que vão travar uma luta com a balança para se adequarem à nova realidade. Para Jenson Button , a situação deve, inclusive, moldar o perfil das próximas gerações de atletas da categoria mais importante do automobilismo mundial. Em forma, Button diz ser impossível reduzir seu peso para se adequar ao novo limite (Foto: EFE) O piloto da McLaren leva um estilo de vida super saudável mesmo quando est...

Lei Maria da Penha não reduziu morte de mulheres por violência, diz Ipea

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Instituto divulgou dados inéditos sobre violência contra a mulher no país. Crimes são geralmente praticados por parceiros ou ex-parceiros, diz estudo. Rosanne D'Agostino Do G1, em São Paulo 672 comentários A Lei Maria da Penha, que entrou em vigor em 2006 para combater a violência contra a mulher, não teve impacto no número de mortes por esse tipo de agressão, segundo o estudo “Violência contra a mulher: feminicídios no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Ipea apresentou uma nova estimativa sobre mortes de mulheres em razão de violência doméstica com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. saiba mais 'Lei Maria da Penha ainda não é o suficiente', diz especialista Lei Maria da Penha vale mesmo sem queixa da agredida, decide STF As taxas de mortalidade foram 5,28 por 100 mil mulheres no período 2001 a 2006 (antes da lei) e...

Médicos farão plástica gratuita em vítimas de violência doméstica em SP

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Projeto da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica atenderá 600 mulheres. Cirurgias devem ser feitas em 11 espaços públicos. Letícia Macedo Do G1 São Paulo 28 comentários Mulheres que sofreram agressão domiciliar poderão fazer cirurgia plástica gratuita na rede pública em um projeto piloto da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. A expectativa é fazer em um ano cerca de 600 cirurgias e que a parceria se repita em outros estados a partir de 2014, segundo anúncio feito nesta quarta-feira (2) na capital paulista. As plásticas devem ser feitas em onze espaços públicos, ainda de acordo com a entidade. Entre 80 e 100 médicos foram mobilizados para participar do projeto. O montante investido na iniciativa, financiado pela regional São Paulo da entidade, e o nome dos hospitais públicos parceiros não foram divulgados. Procurada pelo G1 , a Secretaria de Estado da Saúde disse não ter informações sobre eventuais parcerias com o grupo.   Co...

Fã do Superman faz 19 cirurgias para ficar parecido com o super-herói

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  Filipino operou nariz, queixo, fez clareamento na pele e procedimentos no corpo para ficar parecido com o super-herói Foto: Reprodução O Filipino Herbert Chavez, 35 anos, passou 16 anos fazendo cirurgias plásticas para ficar parecido com o personagem Clark Kent, do filme Superman. Ele operou o nariz, os lábios, fez clareamento da pele, lipoaspiração, realinhamento da mandíbula e implantes abdominais para se assemelhar ao ídolo. Chavez gastou mais e R$ 15 mil em procedimentos, uma fortuna em comparação com o salário médio nas Filipinas que é de R$ 4,66 por hora. As informações são do Daily Mail. O Filipino costuma sair pelas ruas ao redor de sua casa vestido como o super-herói, alegra as crianças e ensina bons costumes. “Me sinto um super-herói sempre que eu visto o traje do Superman, mas a minha missão não é salvar o mundo, é levar o sorriso aos rostos das crianças da região. Não me arrependo de nada”, contou ele. Chavez disse ser difícil se manter...

Vietnã ainda sofre com químico jogado pelos EUA há 40 anos

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10/09/2013 09h10- Atualizado em 10/09/2013 12h14 10/09/2013 09h10- Atualizado em 10/09/2013 12h14 Médicos britânicos voluntários viajam de Londres para realizar cirurgias plásticas em crianças deformadas por agente laranja. Da BBC 5 comentários Muitas crianças nascem no país com malformação congênita, resultado da contaminação que o país sofreu por agente laranja. A substância química foi jogada por Forças Americanas no solo para destruir plantações agrícolas e desfolhar florestas usadas como esconderijo pelos inimigos, mas acabou causando danos e contaminação que duram até hoje. Assista ao vídeo. A Cruz Vermelha diz que 150 mil casos de malformação congênita estão ligados à substância. Os Estados Unidos contestam esses números. O programa Inside Out, da BBC, acompanhou o trabalho de uma equipe de cirurgiões de Londres que foram para a região de Da Nang realizar plásticas em crianças que ai...