segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A Cultura do Fetiche: Corpo e Moda

QUERIDA NÍZIA TOMO SEU TEXTO EMPRESTADO´PARA INICIAR O ANO COM REFLEXÕES MAIS PROFUNDAS.... ESPERO QUE TODOS COMENTEM


Título:A Cultura do Fetiche: Corpo e Moda1


Autora: Nízia Maria Souza Villaça2


A Cultura do Fetiche: Corpo e Moda

“Observe também nossa capacidade de transformar

nossos objetos em fetiche e lhes atribuir poderes mágicos

ou religiosos, valores simbólicos e comemorativos,

virtudes afrodisíacas”.

Peter Gabriel3

A epígrafe, retirada do livro Extraordinários objetos, é o mote utilizado para pequeno

roteiro interpretativo das relações entre cultura, moda/corpo e fetichismo em seus diferentes

contextos (marxiano, antropológico e freudiano). Ela permite a ampliação da noção de fetiche

que, nas interpretações acima referidas, costumam conter as idéias de: substituição enganosa,

determinada pela má-fé (fetichismo da mercadoria na produção capitalista); crendice e

ingenuidade (implícita na transcendência dos fetiches em sociedades primitivas); substituição

de cunho perverso (fruto de fantasias sexuais na versão freudiana). Apostando no

reinvestimento simbólico do fetiche, seguiremos algumas etapas, visando redefinir a dinâmica

cultural, refletir sobre a relação corpo/moda e os processos de subjetivação nos contextos

contemporâneos de alta visibilidade.

1 Trabalho apresentado ao NP 15 – Semiótica da Comunicação


2 Professora Titular da Escola de Comunicação/UFRJ; pesquisadora do CNPq; autora dentre outros dos seguintes livros:


Impresso ou eletrônico? – um trajeto de leitura. Rio de Janeiro: Mauad, 143 páginas, 2002; Em pauta: corpo, globalização e


novas tecnologias. Rio de Janeiro: Mauad/CNPq, 112 páginas, 1999; Em nome do corpo. Rio de Janeiro: Rocco. Co-autor:


Fred Góes, 224 páginas, 1998. E-mail: nmvillaca@uol.com.br


3 GABRIEL, Peter. Extra/ordinary objects 1. New York: Taschen, 2003.

O TEXTO
Ver na cultura um produto que se transmite, com signos estratificados e valores

produzidos hegemonicamente, implica um processo de reificação ou fetichização de viés

restritivo e negativo. Como teorizou Marx, são apagados, desta forma, os rastros das relações

sociais que a produziram. Preferimos, ao contrário, abrir espaço para um jogo de

significação/interpretação que valoriza a disputa de sentidos entre indivíduos e grupos sociais

procurando fazer valer suas vozes, seus direitos e seus fetiches. Como bem lembrou Foucault

as lutas por significados não se resolvem no terreno epistemológico, mas no terreno político

das relações de poder.

A dinâmica corpo/moda é por nós considerada dentro do subsistema da cultura

corporal que vem sendo ativamente discutido, sobretudo devido aos horizontes abertos pelas

novas tecnologias da comunicação e aos contextos em que a aparência é fator determinante da

produção de sentidos. A moda, como outros processos culturais, produz significados, constrói

posições de sujeito, identidades individuais e grupais, cria códigos que guerreiam entre si,

num fórum que se globaliza progressivamente. Se, por um lado, ela oferece estratégias ao

corpo para sua expressão/liberação, por outro, contém mecanismos de controle nas imagens

que faz circular. Os recursos estéticos da moda e o acesso ao consumo podem funcionar tanto

como elementos de cidadania, democratização e comunicação, como de exclusão elitista, via

códigos, simultaneamente rígidos e sutis, que se tornam verdadeiros fetiches, mais

importantes que o corpo.

Se observarmos o desdobramento das relações entre o corpo e a moda a partir dos anos

50, verificaremos muitas transformações no imaginário desta conexão. A moda dos anos 50

estava inscrita no âmbito de uma representação rígida, estabelecia regras nítidas de

estratificação social, distinção, impondo um comportamento que deveria ser obedecido de

acordo com a ocasião ou solenidade a que o indivíduo devesse comparecer. Havia uma

seleção de cenários e uma seqüência de peças de vestuários a serem combinadas. De alguma

forma, se, do lado da produção e do marketing, havia a moda, que chamaríamos “proposta”,

do lado do público consumidor, a recepção e o uso se davam como fetiche: acreditava-se no

poder da moda para assegurar lugares e posições. Tal imaginário transforma-se nos anos 60 e

70 e novos interlocutores ganham espaço na produção do mundo “fashion”. Misturam-se as

estéticas da alta, da média e da baixa costura, contribuindo para este fato, a importância da

disseminação do prêt-à-porter, da revolução feminina e a dos jovens. A alta costura começa a

dialogar com a rua e a moda entra efetivamente no universo cultural, enquanto lugar onde a

produção de sentido ganha espaço. Moda torna-se atitude e comportamento. Nos anos 80,

entretanto, a grande investida do mercado no âmbito multinacional vai implicar sob alguns

aspectos, uma certa paralisação desta dinâmica cultural. O fetiche, no seu viés estratificante,

toma a cena e a “griffe” é o grande objeto que acaba por imolar a incipiente expressividade do

corpo nos anos de liberação a que nos referimos. O filme O psicopata americano é

representativo da escalada da moda fetiche. Os executivos “yuppies” disputam o melhor

cartão de visita, correm atrás de uma reserva no restaurante “fetiche” e tudo parece girar em

torno da posse de objetos, sejam eles pessoas, valores materiais ou simbólicos. Nos anos 80

predominou o fetiche material que remetia diretamente ao estrato social privilegiado.

O recurso ao fetiche sexual no campo da moda vem sendo recorrente, mas, visando a

ampliar o sentido do termo, faremos a distinção de dois níveis: aquele em que o fetiche

mantém relação com o corpo e aquele em que ele parece dispensá-lo ou suplantá-lo. Tendo

em vista o viés freudiano, num primeiro nível, o uso de espartilhos, botas, couros etc., faz

parte de uma valorização do corpo, ou pelo menos mantém com ele uma relação forte. As

opiniões de Valerie Steele4 dão pistas para processar a relação moda, corpo e fetiche, nesta

primeira linha. Especialista em moda, como sistema simbólico produtor de identidade de

gênero e comportamento, a autora reconhece a semelhança entre o submundo sadomasoquista

e a moda contemporânea. “Griffes” como Azzedine Alaïa, Dolce & Gabbana, John Galliano,

Jean-Paul Gautier, Thierry Mugler, Gianni Versace, Vivienne Westwood e outros, copiaram e

copiam o estilo e o espírito do fetichismo. A moda apropria-se indiferentemente tanto dos

signos leves (moda, corpo, objetos), quanto dos pesados (políticos, morais, econômicos,

científicos). A apropriação do fetichismo evolui de acordo com as mudanças de atitudes em

relação à expressão sexual, ao desvio e ao entendimento dos estilos eróticos perversos. Já em

1996, Edney Silvestre, correspondente do jornal O Globo em Nova York, em matéria

intitulada – “Taras da moda ou moda dos tarados?” – interrogava Valerie Steele sobre a

liberação da vergonha vitoriana e a proliferação do arsenal fetichista. Em sua resposta, a

autora atribui a mudança comportamental ao movimento de liberação sexual dos anos 60 e 70

que provocou a revisão de padrões e atitudes5. Um símbolo claro desta evolução foi a

generalização das botas de cano alto, que, anteriormente, identificavam as prostitutas.

Num segundo nível de fetichismo parece ocorrer o extermínio do corpo. O fetiche não

mais valoriza partes do corpo com o corpete, o salto agulha, a lingerie, mas toma o seu lugar.

A evolução do pensamento de Baudrillard dá pistas para a compreensão do desenvolvimento

do imaginário da moda e da dinâmica corporal em direção à forma negativa do fetiche. O

autor, em L’échange symbolique et la mort6, discute, inicialmente, a moda e sua relação com

o corpo numa perspectiva marxista, procurando evidenciar uma economia política do signo e

suas estratégias de sedução. Baudrillard interpreta a moda como impeditiva da expressão do

desejo, contrariamente às opiniões da grande maioria dos estudiosos. O “design”, para o autor,

significa controle corporal: o corpo, a sexualidade e as relações políticas e sociais são

desenhadas e projetadas. Mais do que ver na profusão de signos sexuais uma expressão da

libido, ele os vê como sintoma do papel exercido pelo medo da castração, como forma de

controlar esta ameaça: fetichismo e denegação.

Esta interpretação de Baudrillard da moda, de certa forma, ainda se refere ao corpo,

discutindo seu controle e manipulação. Interessa-me, sobretudo, a fase seguinte, quando

aponta o fim da problemática do corpo, da sexualidade, da reprodução, da psicologia e da

psicanálise. A idéia de fetiche, enquanto substituição do corpo, enquanto anulação e

coisificação, corresponde ao pensamento de Baudrillard em sua última fase, quando se

dissemina o controle das tecnologias “softs” e do “software” genético e mental.

Matérias jornalísticas confirmam esta hipótese do extermínio do corpo e do segundo

nível da moda fetiche. Algumas chamam-me especialmente a atenção: “o corpo sumiu”,

afirma Heloísa Marra no jornal O Globo7. A matéria vem exatamente ao encontro da morte do

corpo assinalada por Baudrillard. O corpo vira literalmente vítima da moda no agressivo

trabalho realizado por fotógrafos estilistas, sob os mais diversos pretextos. Hugo Denizard,

em pequeno artigo crítico da questão, comenta que a moda, talvez por sua amoralidade, saiba




morte do corpo sem o peso habitual. De alguma forma, o autor concorda com Baudrillard no

sentido de que a moda, mais do que servir de complemento ao corpo, compete com ele: “a

moda sempre viu o corpo como empecilho para a experimentação. Secretamente sempre lhe

desejou a morte, a moda não quer vestir o corpo: ela quer criar um corpo que lhe sirva de

complemento. Que corpo (de carne, plástico, madeira?) é o mais adequado para a moda8.

As reportagens se sucedem, respondendo a esta pergunta. Matéria enviada de Paris

leva a manchete “Chip-chic”: clones no inverno dos internautas9. Modelos robotizados

desfilam em clima de frieza total, trazendo à tona o lado coisa do manequim. Ocimar

Versolato apresenta linha “underweare” com manequins de longos e lisos cabelos imóveis

sobre uma plataforma rotativa, confirmando a mesma inexpressão corporal10. Ainda uma

outra manchete, “o bricabraque de fetiches do japonismo barroco”, exemplifica mais um tipo

de redução do corpo a suporte para objetos de consumo, numa verdadeira febre cumulativa11.

Ronaldo Fraga, por sua vez, faz um de seus desfiles com roupas girando em cabides,

dispensando o corpo das manequins.

Para refletir sobre uma visão positiva de fetiche, faremos breve remissão a seu

emprego em cerimoniais libertinos no século XVIII, buscando sublinhar a elaboração

simbólica que mediava o cerimonial fetichista.

A Sacher-Masoch desagradava ver seu romance A Vênus das peles integrando um

quadro de sexualidade patológica, justamente porque, conforme ressaltou Deleuze, sua obra

discutia a possibilidade de transcender o humano, sua contingência, por meio do

desvelamento artístico, compreendido aí o papel desempenhado pelo objeto fetiche. O

processo compreendia lentidão, silêncio, concentração, características comuns à arte e ao

erotismo: “as pessoas na sua maioria desconhecem o encantamento. Empobrecem de tanto

falar, de se ativar. Desdenha-se o esforço que vem de dentro, a esperança das metamorfoses e

da espera12”. Kundera critica a ênfase contemporânea na velocidade, êxtase presenteado pela
revolução técnica, contrapondo-lhe a lentidão e seu valor erótico. É sugestiva a passagem do

livro La lenteur, em que comenta o entendimento que um personagem de origem americana

tem do que seja liberação sexual. A palavra orgasmo é repetida quarenta e três vezes e o autor

conclui: “o culto do orgasmo: o utilitarismo puritano projetado na vida sexual; a eficácia

contra o ócio (...)13”.

O pequeno romance de Anne Walter14, o livro de Milan Kundera bem como as

reflexões de José Gil em Metamorfoses do corpo, oferecem pontos em comum para a

compreensão da relação entre corpos no sadomasoquismo. A interioridade mais íntima do

corpo é procurada ritualisticamente na relação com o outro. Os fetiches estabelecem as pontes

imaginárias, as metamorfoses do exterior em interior, do corpo em espírito, da percepção

externa em imagem interna. Fica sublinhado o vínculo artístico do cerimonial masoquista tal

como concebido por Sacher-Masoch e interpretado por Deleuze. O corpo se apresenta como

multiplicador dos espaços da alma e seus compartimentos. A substituição da relação direta

pelo fetiche era parte da cerimônia contratual. Tanto a versão freudiana quanto as versões, por

nós transcritas demonstram o processo ritualístico via fetiche.

No marketing da moda contemporânea, assistimos, por sua vez, a um esvaziamento de

sentido que provém basicamente do lado mercadoria da cultura e se liga ao fetiche na sua

versão negativa decantada por Marx.

Matéria no jornal O Globo15 afirma que uma linha de “lingerie”, meias, pirulitos,

máscaras, tamancos e cadernos está sendo lançada no mercado com a chancela da estrela do

Programa H. Tiazinha, diz o jornalista, empresta seu fetiche a produtos que devem

movimentar cerca de 30 milhões de reais em 1999. O corpo de Tiazinha é todo ele um fetiche,

uma mercadoria usada para venda de outras. É a fetichização como mercantilização geral.

Outra reportagem sobre o “promissor mercado do sofrimento” manifesta o

nivelamento superficial que se instala entre o velar e o desvelar: “escondendo o rosto e

evelando peças típicas do sadomasoquismo – o chicote, a máscara e o espartilho –, Suzana

Alves16 descortina o obscuro universo de fetiche que cerca o sadomasô17”.

Paradoxalmente, Tiazinha, “a delicada sadomasoquista”, no início dos anos 2000,

ocupava um lugar no imaginário de nove entre dez adolescentes, sendo reproduzida nos

objetos infantis os mais diversos. Comentava Luís Fernando Veríssimo: “o Brasil conseguiu

outra façanha inédita no mundo: inventou o sadomasoquismo sem maldade18”. Aludia

Veríssimo a traço da cultura brasileira que separa o símbolo ou talvez, melhor, o signo de seu

referente, sugerindo uma tendência fetichista de nossa cultura, ou seja, fazer circular

significantes vazios de forma sacralizada.

O fetichismo descrito por Freud introduz um dado de ambigüidade que nos interessa

para reinterpretá-lo como elemento positivo de criatividade. O fetichista de Freud se divide

entre o saber que a mãe é castrada e a fantasia de negar o fato. É esta dinâmica freudiana de

crença e denegação simultâneas, sublinhada por Tomaz Tadeu da Silva19 que utilizaremos

para positivar a multiplicação dos fetiches no contemporâneo como gesto positivo de criação

de sentidos num momento em que a representação perde sua transcendência ou referência

fixa. De certa forma, a produção de fetiche como acentua ainda Peter Gabriel20, pode contar a

história do passado, o mesmo podendo acontecer com relação a uma arqueologia do futuro.

Objetos inanimados tornam-se objetos de culto, objetos de desejo, objetos de medo, alimento

terrestre de nossas paixões e obsessões.

Remeteríamos, além do contexto marxiano e freudiano, ao contexto mágico,

antropológico e religioso. Esta última perspectiva parece-me bastante interessante no que ela

contém de fronteiriço entre o real e o imaginário. Talvez esteja aí a importância do fetiche na

cultura contemporânea onde a crise das representações ameaça nos levar a perda da esperança

e da crença. Talvez que a evolução da relação moda fetiche dos anos 60 aos anos 2000 possa

esclarecer este aspecto de ambivalência entre fantasia e realidade que é basicamente o que nos

mantém em processo de criação.

Nos anos 90 a sofisticação da publicidade e do marketing faz, da informação e da

invenção de “estilos de vida”, fetiches/narrativas através dos quais os indivíduos buscam se

subjetivar. De alguma forma, assistimos a uma desmaterialização/pluralização do fetiche, o

que pode ser observado em revistas sofisticadas endereçadas a “classe AA”, cujas páginas

reúnem reproduções de artes plásticas, alusões aos mais diferentes aspectos da vida

contemporânea, preferencialmente seguindo um amplo espectro de cenários que implicam

uma decodificação sofisticada. As “griffes” são distribuídas quase que aleatoriamente em

algum lugar da página. A atitude fetichista se amplia num processo de identificação cultural.

Queremos sugerir que o fetiche assume sempre mais um sentido que valoriza o limite

entre o verdadeiro e o falso, fazendo parte da dinâmica da produção cultural contemporânea.

No que se refere especificamente à moda e sua relação com o corpo, não podemos apenas

afirmar como Baudrillard que o corpo biológico é desvalorizado em prol do corpo

mercadoria. Não nos esqueçamos que o corpo é uma unidade bio-psico-sociológico e,

portanto, não desaparece apenas porque a ênfase não está na corporeidade propriamente dita,

mas passa por fantasias imagéticas que priorizam o psico-sociológico.

Passamos por uma transmutação do corpo e de seu estatuto e todo o novo imaginário

das tecnologias biológicas comunicacionais despertam a nossa fantasia para criar bens

materiais e simbólicos que fazem parte da produção de uma nova antropologia. O fetiche pode

não ser negativo, deixando de ser a mera coisificação banal e final do mundo onde o objeto

perde a sua aura. A liturgia formal do objeto pode não ter apenas o estatuto miraculoso ligado

ao consumo21. O sujeito não é apenas manipulado pelos objetos e imagens da grande máquina

de publicidade planetária22. Não tem razão Subirats23 ao lamentar o objeto perdido em meio às

abstrações e geometrias do movimento moderno e simultaneamente epifanizado em

performances minimalistas.

Num mundo globalizado, a produção do sentido, através de objetos e imagens não

precisa necessariamente ser um movimento de mão única. A comunicação no lugar de

produzir homogeneidade, pode suscitar a disputa de posições e sentidos que, certamente,

Passarão pelo reinvestimento simbólico de objetos. A cultura como dinamização da produção

de fetiche não poderá vir a ser uma desfetichização?

Referências Bibliográficas

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GABRIEL, Peter. Extra/Ordinary Objects 1. Itália: Taschen, 2003.

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Jornal do Brasil, Caderno Cidade, 21 de fevereiro de 1999.

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KUNDERA, Milan. La Lenteur. Paris: Gallimard, 1994.

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- - - -. In: O Globo, Caderno Ela, 21 de novembro de 1998.

MCCLINTOCK, Anne (ed.). Social text. Durham, NC: Duke University Press, 1993.

QUESSADA, Dominique. O poder da publicidade na sociedade consumida pelas marcas: como a

globalização impõe produtos, sonhos e ilusões; tradução Joana Angélica D’Avila Melo. São Paulo:

Futura, 2003.

10

SILVA, Tomaz Tadeu da. O currículo como fetiche: a poética e a política do texto curricular. Belo

Horizonte: Autêntica, 1999.

SILVESTRE, Edney. In: O Globo, 2 de março de 1996.

STEELE, Valerie. Fetiche: moda, sexo & poder; tradução de Alexandre Abranches Jordão. Rio de

Janeiro: Rocco, 1997.

SUBIRATS, Eduardo. A cultura como espetáculo; tradução Eduardo Brandão. São Paulo: Nobel,

1989.

VERÍSSIMO, Luís Fernando. O Globo, 25 de fevereiro de 1999.

WALTER, Anne. Les relations d’incertitude. Paris: Gallimard, 1987.o:A
 
REFERENCIA DOS NUMEROS:
4 STEELE, Valerie. Fetiche: moda, sexo & poder; tradução de Alexandre Abranches Jordão. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.
5 SILVESTRE, Edney. In: O Globo, 2 de março de 1996. p.
6 BAUDRILLARD, Jean. L’échange symbolique et la mort. Paris: Gallimard, 1976.

7 MARRA, Heloísa. In: O Globo, Caderno Ela, 21 de novembro de 1998. p. 5.

8 DENIZARD, Hugo. In: O Globo, Caderno Ela, 21 de novembro de 1998. p. 5. 9 O Globo, Caderno Ela, 13 de março de 1999. p. 4.
10 HARA, Hélio. In: O Globo, Segundo Caderno, 10 de março de 1999. p. 3.
11 MARRA, Heloísa. In: O Globo, Caderno Ela, 20 de março de 1999. pp. 1-2.12 MCCLINTOCK, Anne (ed.). Social text. Durham, NC: Duke University Press, 1993. p. 30.
13 KUNDERA, Milan. La Lenteur. Paris: Gallimard, 1994. p. 11.

14 WALTER, Anne. Les relations d’incertitude. Paris: Gallimard, 1987.
15 O Globo, 14 de março de 1999, Segundo Caderno, p. 1-2. H é o nome do programa que era levado ao ar na TV

16 Nome e sobrenome da personagem Tiazinha.

17 Jornal do Brasil, 21 de fevereiro de 1999, Caderno Cidade, p. 25.
18 VERÍSSIMO, Luís Fernando. O Globo, 25 de fevereiro de 1999, p. 7.
19 SILVA, Tomaz Tadeu da. O currículo como fetiche: a poética e a política do texto curricular. Belo Horizonte: Autêntica,1999.
21 BAUDRILLARD, Jean. La société de consommation: ses mythes ses structures. Paris: Danoël, 1970.

22 QUESSADA, Dominique. O poder da publicidade na sociedade consumida pelas marcas: como a globalização impõeprodutos, sonhos e ilusões; tradução Joana Angélica D’Avila Melo. São Paulo: Futura, 2003.
23 SUBIRATS, Eduardo. A cultura como espetáculo; tradução Eduardo Brandão. São Paulo: Nobel, 1989.

Disponivel em< http://galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/18149/1/R0243-1.pdf > acesso em 3 de janeiro de 2011

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NIZIA FELIZ 2011




















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